Universo Pop I Michael Jackson não conseguia concluir ensaios, diz coreógrafo Travis Payne (14/05/13)
O cantor Michael Jackson parecia "doido" e nunca conseguiu ensaiar um show inteiro de sua futura turnê "This is it", que começaria duas semanas depois de sua morte em 2009, disse em juízo o coreógrafo Travis Payne, nesta terça-feira.
Quando uma advogada da promotora de eventos AEG Live, que organizava a turnê, perguntou se "Michael ensaiou um show completo do início ao fim", Payne respondeu "não".
"Alguém estava preocupado com isso?", insistiu a advogada Jessica Stebbins Bina. "Alguns, sim", afirmou Payne.
Referindo-se a Kenny Ortega, o diretor da turnê que trabalhava com Michael durante os ensaios no Staples Center de Los Angeles, Payne contou: "houve um momento em que Ortega mandou Michael para casa (...) Em uma outra vez, Michael teve de se sentar, foi envolvido com cobertores e trouxeram o aquecedor para perto dele".
O artista "podia fazer pedaços do show, mas não o show inteiro", confirmou o coreógrafo, acrescentando que pensou que Michael estivesse gripado e que sua atuação ao vivo seria melhor.
"Às vezes, nos ensaios, Michael parecia um pouquinho doido, sob influência de alguma coisa", completou o principal coreógrafo do espetáculo, que lembrou ter visto o astro "grogue" em sua residência, em Holmby Hills.
"Não parecia ele mesmo", comentou.
Ao ser interrogado pelo advogado de acusação, Brian Panish, Payne descreveu Paris, a filha de 14 anos do artista, como "maternal".
"Era uma jovenzinha muito protetora, muito inteligente e esperta, com entendimento completo das operações da casa (...) Me impressionou, porque parecia muito maior", disse Payne, acrescentando que Paris era mais extrovertida do que seus irmãos Prince, de 16, e Blanket, de 11.
"Ela cuidava de detalhes como a temperatura da casa e o quê todos queriam para jantar", completou. Já "Blanket era tímido, estava sempre com o pai".
Michael morreu em 25 de junho de 2009, duas semanas antes do início da série de 50 shows que faria em Londres, a partir de 13 de julho. AFP
Universo Pop I The Hives é condenado a pagar R$ 5,6 milhões ao Cardigans na Suécia (17/04/13)
A banda The Hives foi condenada a devolver 18,5 milhões de coroas suecas (R$ 5,6 milhões) ao The Cardigans, na Suécia, na terça-feira (16). A banda beneficiada alega que a empresa Tambourine, que cuidava das finanças das duas bandas suecas, fez um repasse de dinheiro ilegal entre elas, de acordo com a agência de notícias France Presse.
À esquerda, The Hives em show em SP em abril de 2013. À direita, The Cardigans em foto de divulgação (Foto: Flávio Moraes/G1 e Mattias Edwall)
A Tambourine disse que era comum na empresa realizar repasses semelhantes entre bandas que tinham dinheiro sobrando em caixa e outras que estavam com baixos recursos. Os representantes do Hives alegaram que o grupo não foi informado de que a quantia repassada era um tipo de empréstimo do Cardigans.
O corte de Lund, na Suécia, determinou que, mesmo que a quantia não seja vista como um empréstimo, deve ser devolvida, "pois não há motivo para não retornar esse dinheiro que veio do Cardigans". O Hives também foi condenado a pagar os gastos da banda conterrânea com advogados, segundo a France Presse.
Hives e Cardigans estão entre as bandas de maior fama internacional da Suécia nos últimos anos. O Cardigans estourou em 1996 com o single "Lovefool", e também teve sucessos como "Erase/Rewind" e "My favourite game". O Hives emplacou "Hate to say I told you so" em 2000, além de "Main offender" e "Walk idiot walk". A banda tocou em abril de 2013 no festival Lollapalooza, em São Paulo.
Universo Pop I Novos talentos da música: Nomes que você ainda vai ouvir falar muito! ( 14/04/13)
Por Lúcio Ribeiro
Alice Caymmi
Aline Caymmi – Foto: Divulgação
Bom, o sobrenome entrega. É filha de Danilo Caymmi e sobrinha de Nana. Carioca da gema, tem 22 anos e todos os sotaques. Pelo ar que respirava na infância, logo que começou a escrever coisa com coisa já brincava de fazer letra de música. No final de 2012, lançou o primeiro CD, que leva seu nome. A nova MPB já tem candidata a diva. Ela não se parece com a Lena Dunham, a Hanna de Girls?
Erick Endres
Eric Endres – Foto: Divulgação
Quem o viu com uma guitarra nas mãos acha que o Brasil tem um Jack White, um Dave Grohl. É sério. Tipo guitar hero de videogame, só que do mundo real. Ele tem só 15 anos! Sua banda, Dis Moi, já desponta na cena de Porto Alegre. Logo mais, ganha o Brasil. Seu pai, o DJ Chernobyl, é produtor de baile funk eletrônico e toca numa banda de heavy metal. É de família.
Father John Misty
Father John – Foto: Divulgação
Um dos frontmen mais hipnóticos e sensíveis do novo rock americano. Só que o mundo vai saber disso apenas em 2013. Meio folk, meio country, seu nome real é Josh Tillman e já foi baterista de banda indie folk famosinha, a Fleet Foxes. Largou as baquetas para tocar guitarra e cantar. Lançou o primeiro disco em 2012 – e já foi sucesso
Luíza Pereira
Luiza Pereira – Foto: Divulgação
Ela é vocalista de banda indie electro-rock, a Inky, mas adora cantar jazz, se arrisca em MPB e “no que mais vier”. Aos 20 anos, Luíza leva o negócio a sério: estuda em faculdade de música em São Paulo. Apesar do pouco tempo – a banda tem uns 2 anos de vida -, ela e seus colegas de grupo já tocaram até na Holanda.
Rye Rye
Rye Rye – Foto: Divulgação
Se o novo hip hop tem uma cara, é a desta rapper de Baltimore, de 22 anos. O que ela vem fazendo nos bastidores do rap nos EUA vai bombar forte em 2013. Teve um hit em 2012 (Boom Boom), se veste toda colorida, já animou galera antes de shows da Katy Perry e lança disco em 2013. Ainda por cima, atriz, estrela série de TV no final do ano (Litus & Eve). Olho nela!
Universo Pop I Psy tenta com "Gentleman" repetir o sucesso de "Gangnam Style" (13/04/13)
O rapper sul-coreano Psy lançou o vídeo e a dança da sua música, "Gentleman" durante um show lotado neste sábado (13), em Seul, enquanto quase 160 mil pessoas sintonizadas online também queriam ver se ele conseguiria repetir o mega sucesso que conseguiu com "Gangnam Style".
O vídeo de "Gangnam Style" é o mais visto do YouTube, com mais de 1,5 bilhão de acessos e sua dança foi imitada por milhares de pessoas ao redor do mundo, incluindo o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon.
Mas um recente desafio do "Harlem Shake" aumentou a pressão em relação a "Gentleman" e Psy, de 35 anos, deixou claro que estava ciente das expectativas.
"Claro que sinto mais pressão do que antes, porque muita gente está assistindo," ele disse em uma entrevista coletiva antes do show. "A apresentação de hoje é um agradecimento pelo sucesso de 'Gangnam Style'."
O vídeo de "Gentleman" mostra Psy dançando num ritmo rápido, gingado, balançando o quadril, usando seus tradicionais óculos de sol e uma variedade de casacos com cores que vão do azul bebê ao rosa choque e ao branco brilhante.
Os fãs, muitos vestidos de branco, atendendo a um pedido de Psy, lotaram os 50 mil lugares do World Cup Stadium, em Seul. O show também foi transmitido ao vivo pela internet. "Gentleman", lançada na sexta-feira, à meia noite, já teve mais de 1.2 milhões de acessos no YouTube, antes do show.
Ela estava no 90º lugar na parada da loja da Apple iTunes."Achei muito bom, super engraçada. Mas é difícil comparar. "Gangnam Style" é perfeita," disse Mark McKeon, de 25 anos, professor de inglês que estava no show, que disse também que acha que mesmo assim a música nova deve ser um sucesso.Outros disseram que o vídeo ajudou.
"Quando escutei a música não achei boa, mas agora está OK, com muitos bailarinos dançando juntos," escreveu um coreano no twiter.
Caminho acidentado para a fama
Psy, cujo nome é Park Jae-sang, se formou no Berklee College of Music nos EUA, mas passou por um período conturbado antes de "Gangnam Style" catapultá-lo, transformando-o num sucesso mundial.Seu disco de estréia, lançado em 2001, "Psy from the Psycho World" teve problemas com a lei, por "conteúdo impróprio", que foi considerada sexualmente sugestiva.
Ele também foi acusado de posse ilegal de maconha em 2002. Ele lançou mais cinco álbuns.O estilo ousado de Psy, que dançou uma música de Beyoncé vestindo um collant mínimo no show de sábado, contrasta bastante com as estrelas refinadas que dominam o K-pop, e que se apresentam cada vez mais em palcos no mundo todo.
"Gangnam Style" já vendeu cerca de 3,59 milhões cópias digitais nos EUA e Canadá, no ano passado, de acordo com o Nielsen SoundScan e Nielsen BDS, ocupando o nono lugar nas paradas de mais vendidos. Ela ficou também em terceiro lugar na lista de mais vendidos em MP3 da Amazon de 2012. Reuters
Universo Pop I Novo clipe "Now" do Paramore foi inspirado no artista de rua britânico Bansky; veja (18/03/13)
O trio do Paramore esteve presente no festival SXSW, que acabou no último domingo, dia 17, em Austin, no Texas. Em conversa com a revista "Billboard", a vocalista Hayley Williams contou detalhes sobre o clipe de "Now".
A faixa é o primeiro single de divulgação do novo disco, "Paramore", que será lançado em breve. Segundo Williams, o clipe foi inspirado em Bansky, pseudônimo de um conhecido artista de rua britânico, que faz intervenções em diversas cidades do mundo.
"Há essa imagem do Banksy de um homem atirando um buquê ao invés de um coquetel Molotov (bomba caseira) e nós pensamos `Isso combina tanto com a música`", contou. "A canção parece ter um pouco de violência mas não trata-se disso de maneira nenhuma, trata-se de abraçar algo diferente e olhar adiante para algo que você ainda não pode ver."
"Quando as pessoas assistem ao vídeo, acho que fica claro que o amor sempre vence no final e que é sempre melhor parar o ciclo de amargura e raiva, e tentar algo diferente", concluiu. O clipe foi dirigido por Daniel "Cloud" Campos, que atuou em outros vídeos famosos como "Confessions On A Dance Floor", de Madonna.
Universo Pop I Pink Floyd: 40 anos da obra- prima The Dark Side of The Moon (06/03/13)
Há 40 anos o rock conheceu um de seus estandartes. Produzido pelos britânicos do Pink Floyd, o álbum The Dark Side of The Moon até hoje reluz como um diamante dividido em dez partes perfeitamente harmônicas. A revolução artística e comercial proporcionada por este disco continua a ecoar no cenário musical, servindo como fonte de inspiração para artistas jovens e veteranos.
Quando lançou sua obra-prima, o Pink Floyd já tinha sete discos na rua, reconhecimento mundial e um significado enorme dentro da Europa. Desde o início dos anos 70, o grupo contava com Roger Waters, Nick Mason, Richard Wright e David Gilmour; Syd Barrett, um dos integrantes originais, deixara o grupo por desavenças e problemas mentais. Os primeiros esboços de Dark Side surgiram ainda na turnê de Meddle (1971), quando a banda começou a procurar um novo tipo de abordagem para seus futuros trabalhos. A intenção era avançar em termos técnicos e criativos, produzindo um álbum que unisse a excelência da nova tecnologia digital, combinado a letras bem elaboradas.
Assim como o lendário Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, este disco foi gravado no Abbey Road Studios. Outra semelhança entre os dois grupos foi a colaboração com Alan Parsons, à época, um dos produtores mais renomados da indústria. Estima-se que até o meio dos anos 80, nenhum disco tenha sido mais caro do que Dark Side. A possibilidade de gravar em fontes múltiplas, além de usar sintetizadores e efeitos inovadores, levou o orçamento do disco a valores exorbitantes. Além de toda a inovação técnica, a banda usou instrumentos e artifícios incidentais, como moedas, vozes alheias e som ambiente, para dar outra conotação ao álbum.
Ao passo que o esmero técnico dava à musicalidade do álbum uma característica única, os temas abordados nas composições foram por outro caminho. A impessoalidade dos trabalhos anteriores deram lugar aos assuntos mais comuns e mundanos que uma letra poderia descrever: dinheiro, ganância, problemas sociais e religião, por exemplo. Tal escolha foi um dos fatores preponderantes para o arrebatamento público que Dark Side of The Moon causou. Enquanto cantava sobre os desafios cotidianos do mais simples sujeito, Gilmour conseguia incluir uma profundidade a cada frase, uma reflexão a cada verso.
Apesar de ter sido lançado há 40 anos, este disco continuou por, pelo menos, outros 15 a tocar ininterruptamente em todos os cantos do mundo. Dark Side deixou de ser um estandarte do rock, para se tornar um símbolo da música moderna. Foram cerca de 740 semanas entre os mais vendidos da Billboard, acumulando quase 50 milhões de cópias vendidas até hoje. Tendo em vista o tamanho do sucesso, era comum a criação de histórias em volta do álbum, como o mito do Mágico de Oz - se tocado ao mesmo tempo do filme, é possível observar a sincronicidade entre as cenas do filme e os acordes do disco e até mesmo paralelos entre as histórias.
O tempo passou, inúmeros artigos e livros foram escritos sobre o álbum, mas a cada nova reprodução há quem descubra um significado inédito nas músicas de Dark Side. A incrível vitalidade de um produto como este está na capacidade de transcender o espaço e tempo, conseguindo falar com as gerações futuras à sua criação, sem perder a magia que encantou seus primeiros ouvintes. Thiago Romariz
Universo Pop I Sigur Rós confirma turnê sulamericana no final do ano (04/03/13)
Em entrevista à radio BBC, a banda islandesa Sigur Rós confirmou a vinda à América do Sul no final do ano.
"Estivemos por lá há alguns anos, quando fizemos shows no Brasil. Definitivamente voltaremos para lá esse ano. Há anos estamos doido para voltar, faremos acontecer", falou o membro da banda, Holm Goggi. A turnê que viria ao continente seria a do último disco, Valtari.
Um dos clipes do disco mostra o nu frontal de Shia LaBeouf, enquanto o vídeo de "Leaning Towards Solace" foi dirigido por Floria Sigismondi - diretora de The Runaways - e tem Elle Fanning e John Hawkes.
Valtari, sexto disco do grupo, foi lançado em maio de 2012.
Universo Pop I David Bowie lança primeiro álbum em uma década (01/03/13)
Nova York - O ícone do rock David Bowie lançou na quinta-feira o primeiro álbum em uma década, um retorno que pode ser encontrado exclusivamente no iTunes, após 10 anos de silêncio, quase duas semanas antes da venda nas lojas tradicionais.
O novo trabalho, muito aguardado e com o nome "The Next Day", ficará disponível na plataforma da Apple antes de chegar às lojas no dia 12 de março.
Em sua página oficial do Facebook, Bowie escreveu que os fãs terão a oportunidade nos próximos dias de ganhar cópias "deluxe" do álbum, caso escolham suas faixas favoritas.
"Espalhem a notícia, crianças", destacou.
O novo álbum tem 14 canções e a versão de luxo inclui três faixas bônus.
Bowie recrutou a atriz britânica Tilda Swinton para um vídeo de uma das músicas do álbum, "The Stars (Are Out Tonight)".
No dia 8 de janeiro, quando o britânico completou 66 anos, Bowie surpreendeu o mundo com o lançamento do single "Where Are We Now?".
Bowie se tornou uma figura muito discreta nos últimos anos. Ele não lançava um álbum desde "Reality", de 2003, e seu último show aconteceu em 2006.
O jornal britânico The Independent afirma que "The Next Day" é o "maior lançamento de um álbum de retorno na história do rock'n'roll".
David Bowie e a atriz britânica Tilda Swinton no clipe "The Stars (Are out Tonight)": o novo álbum tem 14 canções
Na última década, Bowie, cujo nome real é David Jones, viveu com sua esposa Iman, uma modelo americana de origem somali, e sua filha em Nova York.
O silêncio nas rádios apenas foi quebrado nestes últimos anos com especulações e boatos de que um novo disco seria lançado. E nas telas, ele teve uma pequena participação no filme "High School Band" ("Band Slam", 2009).
O estilo andrógino de David Bowie e suas roupas excêntricas usadas como parte de seu alter ego Ziggy Stardust e Aladdin Sane nos anos 70 chacoalharam o mundo do rock e o alavancaram rumo ao estrelato.
Em quase 50 anos de carreira, Bowie vendeu cerca de 140 milhões de discos.
O Museu Vitória e Alberto (V&A), em Londres, de design e arte decorativa, celebrará sua carreira com uma exposição em março reunindo letras escritas à mão, desenhos, além de mais de 60 peças de figurino originais, fotografias e instrumentos.
Das roupas que serão expostas, está o "bodysuit" de Ziggy Stardust de 1972, outro listrado usado em 1973 durante a turnê Aladdin Sane e um casaco da Union Jack desenhado por Bowie e Alexander McQueen.
Rádio BBC pede desculpas por tocar música "Hey Joe", de Jimi Hendrix após dar notícias sobre Pistorius (19/02/13)
A rádio britânica BBC 6 Music teve de pedir desculpas por tocar uma música de Jimi Hendrix logo depois de apresentar notícias sobre o caso do corredor sul-africano Oscar Pistorius.
Pistorius admitiu ter matado a tiros a namorada, a modelo Reeva Steenkamp, na última quinta-feira (14), num caso que chocou o mundo do esporte.
A BBC 6 Music transmitiu notícias sobre o assunto na manhã desta terça-feira (19), e logo depois colocou no ar a música "Hey Joe", de Jimi Hendrix.
O problema é que a letra da canção faz referência a um homem que pretende matar sua mulher.
"Ei, Joe, onde você vai com essa arma na mão? Eu vou atirar na minha velha mulher, você sabe que eu encontrei ela se envolvendo com outro homem", diz a letra, traduzida livremente para o português.
A música foi gravada originalmente pela banda The Leaves, mas a versão executada pela rádio foi a mais popular, imortalizada por Hendrix em 1966.
A DJ responsável por colocar a música no ar pediu desculpas aos ouvintes por tocar a música, e um porta-voz da BBC emitiu um pedido formal de retratação.
"Nós nos desculpamos por qualquer ofensa causada pela proximidade entre a música 'Hey Joe' e o boletim de notícias", escreveu.
Pistorius foi acusado nesta terça-feira de ter premeditado o crime, num tribunal da África do Sul.
Enigmático, David Bowie dá a entender que vem mais lançamento por aí (17/02/13)
À meia-noite deste domingo, David Bowie postou uma mensagem enigmática em sua página no Facebook, uma imagem (que pode ser vista aqui em cima), com a legenda 02.26.13, se referindo ao dia 26 de fevereiro de 2013. A dúvida é se o cantor vai lançar uma música nova, um CD paralelo ao que já foi anunciado, um EP com músicas diversas... O fato é que após mais de uma década afastado, este ano David Bowie voltou com tudo! GQ
Coldplay | "Clocks" é eleita a melhor música da década (05/02/13)
A música "Clocks" da banda britânica Coldplay foi eleita pelos ouvintes da rádio BBC 6 a melhor canção da década.
Em segundo lugar ficou com "I Bet You Look Good On The Dancefloor", do Artic Monkeys, lançada em 2005; seguida por "One Day Like This", do Elbow. "Bloodbuzz Ohio", do National e o "Mr Brightside", do Killers, completam as cinco primeiras posições.
Recentemente, o Coldplay anunciou o cancelamento de sua turnê sulamericana em 2013. Confira abaixo o vídeo de "Clocks":
Justin Timberlake faz primeiro show ao vivo de seu novo disco. Assista um trecho da apresentação (03/02/13)
Nesse sábado, em uma festa pré Super Bowl, Justin Timberlake foi a atração principal. O cantor, que anunciou recentemente o retorno ao mundo da música, com o lançamento do single "Suit & Tie", fez um show de mais de uma hora e meia, em que cantou clássicos da carreira solo, como "Cry Me a River", e músicas do disco novo, "The 20/20 Experience", como "That Girl" e "Pusher Lover Girl", que será lançado no dia 19 de março. Em "Suit & Tie", o cantor contou com a participação do rapper Jay-Z no palco, levando o público da festa em New Orleans ao delírio.
(Assista ao momento no vídeo abaixo.) O show foi encerrado com "SexyBack", que teve Timbaland dividindo o palco com o cantor.
Janis Joplin completaria 70 anos de idade neste sábado (19/01/13)
"Janis Joplin canta o blues com a potência de uma pessoa negra". Assim B.B. King certa vez classificou a cantora, morta no dia 4 de outubro de 1970, em Los Angeles, Califórnia.
Mas a comparação da jovem texana com as potentes vozes do blues negro nunca foi novidade. Foi por meio de tal diferencial que Joplin chamou a atenção do selo Columbia Records no final da década de 1960, em contrato que levaria a artista a se tornar uma das principais influências da música dos últimos 50 anos. Se estivesse viva, a garota nascida em uma pequena cidade interiorana do oeste norte-americano completaria 70 anos de idade neste sábado (19).
Nascida no dia 19 de janeiro de 1943 em Port Arthur, município com uma então população de cerca de 45 mil pessoas localizado no oeste do Texas, Joplin mostrou desde cedo vontade de se envolver com a música. No entanto, se o talento já era claro na infância, sua personalidade era completamente diferente daquela que a tornou mundialmente conhecida - festeira, subversiva, depressiva.
Joplin é descrita em suas biografias como uma criança sociável, boa aluna e bastante popular entre os colegas de escola. Ativa, começou a cantar nos primeiros anos de vida, no coral de uma igreja local. As mudanças de comportamento começaram a aparecer só no início da adolescência, por volta de 14 anos de idade, quando iniciou o ensino médio na Thomas Jefferson High School. Lá, conheceu o visual das meninas modernas da época, sempre arrumadas, com cabelos ajeitados e visual padronizado - e não gostou. Repleta de espinhas no rosto, e bem distante dos padrões de beleza de suas colegas, adotou, então, um estilo pessoal: camisetas básicas, calças largas, madeixas desgrenhadas, rebeldes. Ganhou dos colegas o apelido de "porca", "assustadora", além da fama de ser promíscua.
A falta de afinidades com as meninas logo levou Joplin a se aproximar de rapazes, que compartilhavam com ela o gosto pela música, pelo blues, pelo jazz. Em 1961, com o ensino médio já completo, abandonou o curso na faculdade de tecnologia de Beaumont, a poucos quilômetros de sua cidade natal, e se mudou para Los Angeles, com o objetivo de deixar para longe a pequena e conservadora comunidade onde vivia.
Contudo, inicialmente a tentativa de deixar tudo para trás não deu certo - e Joplin retornou para perto de seus pais. Mas não por muito tempo. Em 1962, já em outro curso, na Universidade do Texas, localizada na capital do Estado, Austin, a cantora começou a se apresentar em uma casa noturna local, ao lado de um trio de amigos que atendia pelo nome Waller Creek Boys. E ganhou destaque por sua voz destoar tanto da das artistas brancas de destaque na época, como Joan Baez e Judy Collins, donas de vozes bem mais suaves.
"Janis era como um anjo que veio e pavimentou uma estrada na qual as garotas brancas ainda não haviam caminhado", descreveu a cantora Etta James, ícone da música negra, morta em 2011. "Passei a ter orgulho de ser uma influência para ela quando a ouvi cantar. Reconheci instantaneamente isso. Entretanto, também ouvi uma eletricidade e uma raiva na sua voz. Amava sua atitude."
Simplesmente Janis
Por anos, Joplin tentou, sem sucesso. Foi para São Francisco em 1963, participou de alguns festivais e chegou a até se mudar para Nova York a fim de obter reconhecimento na música. Nada. Voltou para casa. Mas, três anos depois, tudo mudaria.
Em 1966, retornou a São Francisco para fazer um teste para integrar o grupo Big Brother, formado pelos músicos James Gurley, Dave Getz. Peter Albin e Sam Andrew. Logo gravou seu primeiro disco, em 1967, pela gravadora Mainstream: Big Brother and the Holding Company. O selo de não muita importância, no entanto, ofuscou a importância do trabalho. Mas isso também logo mudou.
Após se apresentar no festival de Monterey, Joplin chamou a atenção de Clive Davis, presidente da Columbia Records, que assinou com o grupo. Lançado em agosto de 1968, Cheap Thrills foi um sucesso quase instantâneo. Em outubro, ao longo de oito semanas consecutivas, o trabalho ficou na primeira colocação da Billboard, principal termômetro da indústria fonográfica norte-americana. Seu single Piece of My Heart também se tornou um incrível hit, um dos mais bem-sucedidos de 1968, vendendo quase um milhão de cópias nos EUA.
Apesar de ver os colegas de banda como uma segunda família, Joplin também os via como uma espécie de atraso para sua carreira. Em dezembro de 1968 tocou com o grupo pela última vez e partiu para um voo solo. Lançado em junho de 1969, I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama! manteve o sucesso do trabalho anterior, ganhando certificado de Disco de Platina (um milhão de cópias) apenas duas semanas depois de sua chegada às lojas.
No dia 16 de agosto de 1969, Joplin foi uma das principais atrações do lendário festival Woodstock, realizado na cidade de Bethel, no Estado de Nova York.
Clube dos 27
Insegura desde a adolescência, Joplin sempre mostrou gosto por bebidas e substâncias que alterassem sua consciência. Na época de faculdade, permanecia mais tempo em bares com colegas do que na sala de aula, segundo consta. O reconhecimento como artista atraiu formas mais caras e sofisticadas de sair da realidade e ela logo conheceu a maconha, o LSD e, finalmente, a heroína.
No dia 4 de outubro de 1970, meses depois de a cantora ter visitado o Brasil pela primeira e única vez, John Cook, um dos colegas de banda de Joplin, estranhou que ela havia faltado às suas sessões de gravação. O músico foi, então, ao hotel onde a artista estava hospedada e, após tentar insistentemente contatá-la pelo interfone, arrombou a porta do quarto, encontrando-a caída, ao lado da cama, com um maço de cigarros ainda à mão. A morte foi consequência de uma overdose de heroína.
O corpo de Joplin foi cremado no Mortuario Pierce Brother Westwood Village e suas cinzas, jogadas na costa da Califórnia, perto da praia de Stinson. A morte veio apenas duas semanas depois do óbito de seu amigo Jimi Hendrix, que, assim como ela, morreu aos 27 anos.
Legado
"Tenho uma profunda conexão espiritual com Janis. Não sei como, por quê ou quando isso surgiu. Mas sempre estive extremamente atraída por sua energia, sua dor, sua voz e sua vida. Acho que ela é uma das mais incríveis mulheres que já viveram", classifica a estrela pop Pink.
Apesar de ter morrido em 1970, o grande sucesso de Joplin ainda estaria por vir. Em janeiro de 1971, menos de quatro meses após sua morte, a Columbia Records lançou Pearl, disco gravado por ela entre os meses de setembro e outubro do ano anterior, ao lado do grupo Full Tilt Boogie Band. O trabalho, certificado com Disco Quádruplo de Platina nos EUA (4 milhões de cópias), trouxe sucessos eternos como My Baby, Mercedes Benz e Cry Baby.
Para além da música, Yoko Ono, viúva de John Lennon, definiu Joplin da seguinte forma: "Janis tinha um sorriso quente, amigável, que é tão raro e, ainda assim, o distribuiu a todos da forma mais livre possível"
Os Smiths inventaram o indie, diz ex-guitarrista da banda, Johnny Marr (11/01/13)
Prestes a lançar seu primeiro disco solo, o ex-guitarrista dos Smiths, Johnny Marr, disse que a banda foi a precursora de um estilo de rock bastante popular até os dias atuais.
"Nós inventamos o indie como ele ainda é hoje", disse Marr em entrevista ao diário britânico "The Guardian".
Os Smiths, da esq. para dir.: Andy Rourke, Morrissey, Johnny Marr e Mike Joyce
Ao contrário de seu ex-colega de banda, Morrissey, que é reconhecido por público e crítica por sua carreira solo, Marr ainda está se lançando para além dos Smiths.
Para isso, seu disco solo, batizado de "The Messenger", é o primeiro passo. O guitarrista, porém, diz não temer comparações com sua antiga banda.
"Se as pessoas disserem que partes do disco soam como os Smiths, eu me sentirei feliz porque provavelmente terá a mesma exuberância", disse.
Sobre Morrissey, Marr disse que os dois não conversam mais. "Para ser honesto, não temos razão para fazer isso", disse.
"The Messenger" será lançado no dia 25 de fevereiro.
David Bowie lança single "Where Are We Now?" e anuncia primeiro álbum em dez anos (08/01/13)
Onde está David Bowie? O cantor está de volta. O anúncio foi feito pelo próprio, no Twitter. "Where Are We Now?" é o single lançado nesta terça-feira (8), precisamente no dia em que o músico completa 66 anos.
Nos últimos anos, David Bowie havia se mantido distante da mídia, sem sinais de querer regressar ao universo de música. Especulou-se, inclusive, sobre uma piora no seu estado de saúde.
O novo single foi colocado em pré-venda no iTunes em 119 países --incluindo o Brasil, por US$ 12,99 (R$ 26). David Bowie publicou ainda um vídeo no seu site oficial. O novo disco, que sai em março, é o 30º da sua carreira.
"Where Are We Now?" é o título do novo tema que está disponível no iTunes. Produzido pelo seu habitual colaborador Tony Visconti, foi gravado em Nova York nos estúdios da Columbia Records. A nova balada é acompanhada por um vídeo dirigido por Tony Oursler que evoca os tempos em que Bowie viveu em Berlim, de 1976 a 1979.
O 30º álbum do cantor só vai estar disponível em março, mas "Where Are We Now?" dá pistas sobre o que Bowie tem feito, já que o músico não se apresenta ao vivo desde 2006.
O disco, com o título de "The Next Day", tem uma capa que remete à de "'Heroes'", de 1977. A foto é a mesma, mas um quadrado branco cobrindo a cara de Bowie com o nome da obra --em português, "o dia seguinte". O anúncio de seu lançamento tornou-o instantaneamente um dos discos mais esperados do ano.
À esq., a capa do disco "Heroes" (1977), qu serviu de referência para a de "The Next Day" (2013)
Conhecido pela sua constante necessidade de reinvenção que lhe valeu o cognome de "camaleão", Bowie é considerado um dos mais influentes, geniais e invulgares artistas da música pop.
Em março, o museu londrino Victoria & Albert dedicará uma exposição ao artista, revendo de que forma a sua influência se faz presente hoje na música, na moda e na cultura visual, através de 300 objetos, entre roupas, fotos e instrumentos musicais.
Confira aqui o setlist de "The Next Day", próximo álbum de David Bowie:
Yoko Ono: “A culpa pela separação dos Beatles é de Paul” (28/12/12)
Depois de tanto tempo pagando o pato por uma das maiores frustrações do pop – a dissolução dos Beatles no auge, em 1970 -, Yoko Ono pode finalmente deixar de "carregar este peso".
Após declarações de Paul McCartney para imprensa a eximindo de responsabilidade a respeito do traumático divórcio dos Fab Four, vem à tona uma entrevista que Yoko concedeu ao figurão da indústria fonográfica Joe Smith que confirma totalmente a história. A conversa foi realizada em 1987, mas agora foi catalogada na Biblioteca do Congresso dos EUA e pode ser ouvida na íntegra AQUI. Em tempo, o especial traz também bate-papos com outras personalidades fundamentais da música pop dos últimos 40 anos, como Mick Jagger eDavid Bowie e o próprio Paul McCartney. Palavras de Yoko Ono: "Cada um deles [dos Beatles] estavam se tornando independentes. John, na verdade, não foi o primeiro a querer sair da banda. Nós nos encontramos com Ringo uma noite e ele veio até John e disse que queria ir embora. George foi o próximo e depois John. Paul era o único que estava tentando manter os Beatles unidos. Mas os outros três achavam que Paul queria manter os Beatles juntos como a sua própria banda, e eles não gostavam disso". Yoko ainda disse que John Lennon sentia falta dos seus companheiros de grupo, mas achava que uma reunião depois do rompimento seria um erro. "John achava que existia uma espécie de mito ao redor dos Beatles e que se um dia eles voltassem não seria a mesma coisa." monet
Adele gravou música para 007 em 10 minutos, revela produtor (15/12/12)
Com a indicação ao Globo de Ouro e a inclusão na lista para uma vaga na disputa pela categoria de melhor música no Oscar, a performance de Adele em Skyfall pode ser a primeira música da franquia James Bond a levar algum esses prêmios. A canção, que marcou o novíssimo filme do 007, também foi responsável por uma guinada na carreira da cantora, diferenciando-a dos trabalhos anteriores. E não é que tudo isso foi produzido em 10 minutos? Acredite se quiser, mas o produtor afirmou que Adele demorou apenas esse tempinho para gravar a canção. -
- Paul Epworth – que já ganhou um Grammy pela produção do álbum 21 de Adele – afirmou que encontrar o melhor som para o novo 007 foi um enorme desafio. "Os produtores queriam algo bastante dramático". Ele contou ao Hollywood.com sobre o processo de escolha: "Ao ler o roteiro, buscamos algo que se encaixasse inteiramente no contexto – onde o filme acontece. Foi interessante buscar algo que fosse ao mesmo tempo sombrio e terminal, como um enterro, e que se transformasse, que tivesse um espírito de morte e renascimento".
- O que poderia ser um problema para a maioria dos artistas pop representou uma grande virada para Adele. Segundo Epsworth, a cantora abriu a cabeça musicalmente, e que em nenhum momento ela se intimidou com o desafio. Ele então sentou e escreveu um pedaço da música que acreditava caber ao tema. Adele adorou o tom sombrio e não demorou muito para ir ao estúdio gravar. "Em dez minutos, ela gravou a música. Já tinha a letra na sua cabeça enquanto estava dirigindo. Isso foi algo absurdo. Ela é muito rápida."
- A performance de Skyfall expôs outro lado de Adele – muito diferente daquele lançado nos trabalhos anteriores. "Ela é na verdade uma vocalista moderada, com habilidades e sutilezas. Ela não é apenas uma voz potente – tudo isso se deve a uma técnica cuidadosa. Por esses motivos ela é incrível. Tudo está sob controle", enfatiza Epsworth.
Jay-Z, Eminem, 2Pac & Notorious B.I.G. Capa da Rolling Stone Special Hip-Hop Edição Janeiro 2013 (12/12/12)
Jay-Z, Eminem, 2Pac & Notorious B.I.G. estrelam as 4 capas da revista Rolling StoneEspecial50 Greatest Hip-Hop Songs of All Time edição de janeiro de 2013. Dá uma olhada abaixo:
Disco People, Hell And Angels, com inéditas de Jimi Hendrix será lançado em 2013 (21/11/12)
Um novo disco com material inédito de Jimi Hendrix será lançado em 2013. O LP, chamado People, Hell And Angels, foi gravado entre 1968 e 1969. As músicas deveriam ter entrado no disco First Days Of The New Rising Sun, no qual Hendrix estava trabalhando quando morreu. As canções acabaram nunca sendo lançadas. Segundo o site da revista NME, o álbum será lançado em março do ano que vem nos Estados Unidos.
Novo álbum de Rihanna é #1 em 60 países em menos de 24h (20/11/12)
Novo álbum de Rihanna foi lançado oficialmente ontem (19/11) e em menos de 24h já é #1 em 60 países!
Rihanna lançou na manhã de segunda feira, 19, o Unapolegetic, o sétimo álbum
da sua carreira e em menos de 24 horas o CD se tornou o mais vendido em 60
países, estabelecendo assim, um novo recorde que até então pertencia a Madonna.
Veja os países em que o disco está no topo das paradas:
#1 Brazil - #1 Poland - #1 United States - #1 United Kingdom - #1 Argentina - #1 Australia - #1 Austria - #1 Belgium - #1 Bulgaria - #1 Canada - #1 Chile - #1 Colombia - #1 Costa Rica - #1 Cyprus - #1 Denmark - #1 Ecuador - #1 El Salvador - #1 Germany - #1 Greece - #1 Honduras - #1 Hong Kong - #1 Hungary - #1 Italy - #1 Japan - #1 Luxembourg - #1 Malaysia - #1 Mexico - #1 Netherlands - #1 New Zealand - #1 Nicaragua - #1 Norway - #1 Panama - #1 Poland - #1 Portugal - #1 Romania - #1 Singapore - #1 Slovakia - #1 Slovenia - #1 Spain - #1 Switzerland - #1 Taiwan - #1 Venezuela - #1 Czech Republic - #1 Finland - #1 France - #1 Ireland - #1 Malta - #1 Philippines - #1 Thailand - #1 Vietnam - #1 Dominican Republic - #1 Peru
Coldplay adia turnê brasileira por 'circunstâncias inesperadas' (16/11/12)
O Coldplay adiou a turnê brasileira que passaria por São Paulo e Porto Alegre em fevereiro do ano que vem. O anúncio foi feito pela própria banda em seu site oficial nesta sexta-feira (16), apenas três dias após divulgar as datas no Brasil.
"Com muita tristeza nós fomos forçados a adiar nossa recém-anunciada turnê pela América Latina devido a circunstâncias inesperadas. Pedimos desculpas a todos que esperavam pelos shows e torcemos para que novas datas sejam anunciadas em breve. Carinhosamente, Coldplay", informa o post, em inglês, espanhol e português.
Em São Paulo, a apresentação estava marcada para 5/2, no estádio do Morumbi. Em Porto Alegre, os fãs assistiriam ao show em 7/2, no estádio Zequinha.
A venda de ingressos começaria na próxima quarta, 21 de novembro.
Em comunicado à imprensa, a produtora Time For Fun afirmou que "divulgará mais detalhes sobre os shows assim que informada pela banda Coldplay".
Duff McKagan, ex-baixista do Guns N' Roses, surpreende com autobiografia "É Tão Fácil - E Outras Mentiras" (15/11/12)
Para o anedotário pop, a autobiografia "É Tão Fácil - E Outras Mentiras", do ex-baixista do Guns N' Roses, traz uma revelação estonteante. Quando a banda estourou, em 1988, o vocalista Axl Rose apresentava Duff McKagan no palco como "Duff, o rei da cerveja".
Show da banda Duff McKagan's Loaded, no palco Consciência, no festival SWU em Paulinia
Então o baixista recebeu uma ligação de uma produtora de desenho animado pedindo autorização para utilizar seu apelido como marca de uma cerveja no programa.
Ninguém imaginava que a animação "Os Simpsons" seria um sucesso estrondoso, e que a cerveja Duff, vendida no bar Moe Flamejante, se tornaria tão popular. Por causa da série, hoje são fabricadas cervejas Duff em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Tendo deixado sua marca indelével na cultura do século passado, Duff McKagan se propõe agora a contar a outra parte de sua vida: o estrago que as milhares de cervejas fizeram ao seu corpo (teve rompimento do pâncreas em 1994) e à sua carreira.
Mas "É Tão Fácil - E Outras Mentiras" é mais que sexo, drogas e rock and roll.
McKagan, que nos anos 2000 voltou para a escola e estudou economia na Universidade Seattle (ele tem uma empresa que presta serviços de contabilidade para roqueiros), escreve muito bem.
"Em 2008, quando o 'Seattle Weekly' me deu a chance de escrever uma coluna, descobri que, no papel, conseguia articular meus pensamentos e sentimentos de forma mais clara", disse McKagan à Folha.
Além da derrocada, o livro narra sua luta para se livrar dos vícios com a ajuda de corrida, bicicleta, artes marciais e casamento. Ele casou com a modelo Susan Holmes e eles têm duas filhas adolescentes.
O baixista não traz montanhas de mexericos. McKagan busca sempre os dois lados de uma história. A esse respeito, fãs do Guns que já leram a autobiografia de Slash podem ficar com uma dúvida: lá, o guitarrista atribuía o fim do Guns ao estrelismo de Axl e se descrevia como quem ousava enfrentá-lo.
Pois acontece o mesmo aqui, só que, neste livro, quem encara o cantor é Duff.
"A história Slash/Duff/Axl terá sempre três perspectivas", responde o cavalheiro McKagan. "A que está no meu livro é sinceramente a minha. Tenho certeza de que tanto eu como Slash fizemos tudo o que pudemos. Seja lá o que isso signifique." Ivan Finotti
Coldplay anuncia shows no Brasil em fevereiro de 2013 (13/11/12)
A banda britânica Coldplay anunciou shows no Brasil em 2013, por meio de seu site oficial. O grupo liderado por Chris Martin se apresenta em 5 de fevereiro, no Estádio do Morumbi, em São Paulo. Eles também tocam no dia 7 do mesmo mês, no Estádio do Zequinha, em Porto Alegre. Ingressos estarão disponíveis a partir de 21 de novembro, nos pontos de venda da Tickets For Fun. Ainda não foram divulgados preços.
A banda fez o anúncio das apresentações por meio da seguinte mensagem: "Boa Noite. Estamos extremamente felizes em anunciar que o Coldplay vai estar na América Latina em fevereiro de 2013 para fazer shows no Brasil, Argentina, Chile e México". A última vez que o quarteto esteve no Brasil foi em 2011, quando fechou uma das noites do Rock in Rio.
O quinto álbum do Coldplay deve dominar as duas apresentações desta quinta vinda do grupo ao país. Entre as músicas do disco, devem ser tocadas "Paradise", "Hurts like heaven", "Major Minus", "Charlie Brown" e "Every teardrop is a waterfall". O CD "Mylo xyloto", quinto trabalho da banda, foi lançado em outubro de 2011.
Noel Gallagher lança trailer de seu novo DVD, International Magic At The 02 Arena (07/10/12)
Noel Gallagher divulgou o trailer de seu primeiro DVD, International Magic at The 02 Arena. Confira no player abaixo, a prévia do show que foi gravado em Londres:
O material virá não só com a apresentação acima, mas também com um show acústico realizado no Canadá. Abaixo está a lista de faixas do disco, que chega às lojas no dia 15 de outubro:
1. "Everybody’s On The Run" 2. "Dream On" 3. "If I Had A Gun…" 4. "(People Who Would Be) The Death Of You And Me" 5. "Record Machine" 6. "Ride The Tiger AKA What A Life!" 7. "Soldier Boys And Jesus Freaks" 8. "Fallen Angel AKA Broken Arrow" 9. "(Stranded On) The Wrong Beach" 10. "Stop The Clocks" 11. "The Good Rebel" 12. "I’d Pick You Every Time" 13. "Freaky Teeth"
Taylor Swift lança clipe de "We Are Never Getting Back Together" (31/08/12)
Este é o primeiro single de "Red", quarto disco da cantora que faz show fechado no Brasil dia 13 de setembro
Foi lançado nessa quinta-feira (30), pela MTV norte americana, o videoclipe de "We Are Never Getting Back Together", primeiro single do quarto álbum de Taylor Swift, "Red". No vídeo, a cantora brinca com uma banda toda fantasiada e fala pro ex: "nós nunca vamos ficar juntos novamente."
Apesar dos rumores de que Taylor teria escrito a faixa para o ex-namorado Joe Jonas, o próprio cantor desmentiu a informação. Os fãs especulam que a música pode ter sido escrita para Taylor Lautner ou Jake Gyllenhaal, que também estiveram envolvidos com a estrela country.
Em tempo: Taylor desembarca no Brasil na segunda semana de setembro para promover seu novo disco "Red", cujo lançamento está previsto para outubro. Ela fará um show fechado no Rio de Janeiro dia 13.
Paramore volta aos palcos após um ano - veja! (19/08/12)
O Paramore voltou a se apresentar após um ano longe dos palcos. Na última semana, Hayley Williams cantou antigos sucessos e músicas do próximo disco da banda, que ainda não tem data definida de lançamento. Confira no player abaixo:
10 álbuns para ouvir antes dos lançamentos de setembro (24/07/12)
Destaques musicais devem ser ouvidos antes da chegada dos já tradicionais lançamentos de Natal
Jack White: o reconhecido autor de "Seven Nation Army" e ex-White Stripes surpreende na estreia de sua carreira solo
Madri - Os destaques musicais da atualidade parecem não fazer questão de seguir padrões, como comprova esta eclética lista de dez álbuns que devem ser ouvidos antes da chegada dos já tradicionais lançamentos de Natal, aqueles que costumam chegar ao mercado a partir do mês de setembro.
"Bloom", de Beach House (Sub Pop) - Composto por Victoria Legrand e Alex Scally, o duo americano é responsável pelo álbum que tem arrancado elegios do mundo todo. Reunindo dez canções pop, o álbum 'Bloom', como seu título já indica, deixa florescer uma sonoridade com mais vigor a partir da metade do percurso.
"Blunderbuss", de Jack White (Third Man Records/XL Recordings) - O reconhecido autor de "Seven Nation Army" e ex-White Stripes surpreende na estreia de sua carreira solo. Neste novo disco, profundamente pessoal, o musico trabalha o desencanto de quem foi e ainda é uma das personalidades musicais mais originais e influentes dos últimos anos.
"Ceremonials", de Florence and the Machine (Universal) - O produtor Paul Epworth, responsável por grande parte do sucesso de '21', de Adele, coordena o segundo trabalho de Florence Welch, que, por sua vez, se mostra em estado de graça. Com a música 'Spectrum', ela acaba de conseguir seu primeiro número um no Reino Unido, mas o álbum ainda tem mais, muito mais.
"Wrecking Ball", de Bruce Springsteen (Sony Music)- Influenciado pelo folk tomado da música celta e pelo soul, o 'Boss' apresenta o disco da crise econômica, sem perder seu vigor. Desta forma, o disco é indicado para quem queira libertar frustrações e ouvir um dos melhores lançamentos do americano.
"Born to Die", de Lana Del Rey (Universal) - Após todo o barulho midiático que rodeou seu lançamento, pode se dizer que o disco do último grande fenômeno surgido da internet constitui uma coleção de canções retrô, sólidas e elegantes, que abordam amores e desamores e são ideias para acompanhar um pôr do sol com pose de Jackie Kennedy Onassis.
"Channel Orange", de Frank Ocean (Universal) - O terceiro melhor na classificação musical 'Sound of 2012', elaborada pela 'BBC', corresponde a todas suas expectativas. Sua voluntária 'saída do armário' não ofuscou o lançamento de seu disco de estreia, um álbum de soul à moda antiga e capaz justificar todos os elegios que vem recebendo da imprensa britânica nos últimos dias. Genial é um deles.
"That´s why god made the radio", de The Beach Boys (EMI) - Quebrando um silêncio de quase duas décadas, o novo álbum de estúdio dos Beach Boys', que marca o retorno de Brian Wilson ao grupo, corresponde às expectativas daqueles que buscam um som nostálgico, mas de cara nova.
"Dance Again: The Hits", de Jennifer López (Sony Music) - Não podia faltar um disco dançante nesta lista, e ninguém melhor para assumir essa linha do que JLo, que, após o sucesso de 'Love?', repassa nesta compilação suas principais composições. Além de animadas, as faixas reunidas neste disco também flertam com dance, hip-hop, R&B e, é claro, com a música latina.
"El Camino", de The Black Keys (Warner)- Lançado no final de 2011, o último álbum do duo formado por Patrick Carney (bateria) e Dan Auerback (vocal e guitarra) aparece como um dos trabalhos mais inspirados dos últimos meses, graças a sua combinação de rock'n'roll de Nashville, soul e um pouco de psicodelia e extravagância, como mostra a canção do ano, 'Lonely Boy'.
"El Reencuentro", de Raphael (Sony Music) - Raphael recupera sua magia ao reencontrar seu compositor fetiche, Manuel Alejandro, depois de quase 30 anos de 'Digan lo que digan' e 'Qué sabe nadie'. Assim como o single 'Eso que llaman amor', o disco exalta romantismo em seu repertório. Javier Herrero, da
Marilyn Manson diz ao site inglês "Digital Spy", que tem dificuldade em gostar da música de Lady Gaga (18/07/12)
Apesar de já ter colaborado com Lady Gaga em um remix do single "Love Game", em 2009, Marilyn Manson declarou ao site inglês "Digital Spy" que tem dificuldade em gostar da música da cantora.
"Eu gosto da ideia que ela representa. Tenho uma dificuldade em gostar da música dela. Não é o tipo de música que eu gosto", disse. "Eu gosto de Kylie Minogue às vezes --gosto de várias coisas diferentes. Prefiro Justin Timberlake a Lady Gaga musicalmente."
"Não é o tipo de coisa que eu escuto, mas isso não quer dizer que eu não goste dela", afirmou.
Manson disse ainda que entende o que a cantora está fazendo pela música pop e dá valor a isso. "Acho que é uma coisa boa. Ao mesmo tempo, eu não tento mudar de visual a todo momento, porque acho muito efêmero, fica menos permanente."
All Is By My Side | Filme sobre a vida de Jimi Hendrix terá música dos Beatles e de Muddy Waters (03/07/12)
All Is By My Side, a cinebiografia de Jimi Hendrix que tem o rapper Andre 3000, do OutKast, como protagonista, não terá sequer uma música do lendário guitarrista. Com isso, a produção buscou outras faixas de sucesso para compôr a trilha do filme. De acordo com a Rolling Stone, música dos Beatles e Muddy Waters foram algumas das escolhidas.
O rapper Andre 3000, do OutKast, e Jimi Hendrix
Covers de clássicos como "Hound Dog", "Wild Thing" e "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", dos Beatles, serão regravadas por Andre 3000 e mostradas no longa. "Mannish Boy", de Muddy Waters, e "Bleeding Heart", de Elmore James, também serão usadas. Tais músicas foram interpretadas por Hendrix em bares e clubes de Nova York antes de gravar seu primeiro disco, Are You Experienced?.
O longa se passará entre 1966 e 1967, quando o guitarrista foi descoberto em uma boate de Nova York por Linda Keith, namorada de Keith Richards (que será vivido no filme pelo ator Ashley Charles) na época. A modelo foi quem apresentou o músico ao então empresário dos Rolling Stones, Andrew Loog Oldham, e ao produtor Seymour Stein, que se recusaram a trabalhar com o guitarrista, e a Chas Chandler, produtor e empresário que ajudou a lançar seu disco de estreia.
Haley Atwell (Capitão América- O Primeiro Vingador) e Imogen Poots (A Hora do Espanto) também estão no elenco. John Ridley, roteirista de Três Reis e do ainda inédito Twelve Years A Slave, assina o roteiro e a direção. As filmagens acontecem na Irlanda. Thiago Romariz
"Love Will Tear Us Apart", do Joy Division, é considerada a melhor música dos últimos 60 anos pela revista britânica NME (22/06/12)
A música "Love Will Tear Us Apart", do Joy Division, foi considerada pela revista britânica NME como a melhor canção dos últimos 60 anos. O hit dos anos 80 superou clássicos como "The Sympathy For The Devil", dos Rolling Stones, e "Billie Jean", de Michael Jackson.Thiago Romariz
Abaixo confira a lista dos 20 primeiros colocados que foi divulgada pela publicação:
1. Joy Division – "Love Will Tear Us Apart"
2. Pulp – "Common People"
3. David Bowie – "Heroes"
4. The Beach Boys – "Good Vibratons"
5. New Order – "Blue Monday"
6. The Stone Roses – "She Bangs The Drums"
7. The Smiths – "There Is A Light That Never Goes Out"
8. The Specials – "Ghost Town"
9. Dizzee Rascal – "Fix Up, Look Sharp"
10. Oasis – "Wonderwall"
11. The Rolling Stones – "Sympathy For The Devil"
12. The Ronettes – "Be My Baby"
13. Michael Jackson – "Billie Jean"
14. Sex Pistols – "God Save The Queen"
15. The Beatles – "A Day In The Life"
16. The Cure – "Boys Don't Cry"
17. Bob Dylan – "Like A Rolling Stone"
18. The Beach Boys – "God Only Knows"
19. Madonna – "Like A Prayer"
20. The Stone Roses – "I Am The Resurrection"
Assista no player abaixo o videoclipe de "Love Will Tear Us Apart":
Madonna baixa as calças e mostra o bumbum durante show em Roma (13/06/12)
Depois de mostrar o próprio seio durante um show em Istambul, na Turquia, essa semana, a cantora Madonna segue exibindo o corpo para a plateia. Desta vez, foi o bumbum, ontem à noite no show que fez em Roma, na Itália.
Veja no vídeo abaixo o momento em que a cantora provocou o público mostrando seu derrière:
A certa altura da apresentação, que aconteceu no Stadio Olimpico, a cantora baixou a calça e deixou o traseiro --e seu fio dental-- à mostra. O público foi à loucura.
Madonna vem ao Brasil este ano. A cantora tem shows marcados no Rio de Janeiro (01/12), São Paulo (04-05/12) e Porto Alegre (09/12). O último show da turnê MDNA, que divulga o disco de mesmo nome lançado recentemente, deve acontecer na Austrália.
William Orbit, produtor de Madonna tenta explicar fracasso de vendas de MDNA (27/05/12)
Segundo William Orbit, prováveis sucessos feitos para a cantora acabaram integrando o CD de Chris Brown
William Orbit, produtor musical da cantora Madonna, tentou explicar em um fórum no Facebook o fracasso de vendas do último álbum da rainha do pop, MDNA.
Segundo Orbit, que produziu o sucesso de 1998 Ray of Light, as melhores músicas escritas para Madonna acabaram integrando o novo CD de Chris Brown, e que todos acabaram ficando amarrados com o tempo limitado por causa de tantos negócios paralelos da cantora.
"Nós fomos muito pressionados com o tempo, muitos nos pressionaram por causa do tempo limitado da artista, que tinha que ser dividio, por exemplo, com lançamentos de perfumes, concurso de moda para adolescentes e outros empreendimentos deste tipo", disse.
"Nós tinhamos músicas já acertadas que eram incríveis, vocês poderão ouvir algumas no álbum de Chris Brown. A maioria delas, acredito, se tornarão clássicos. Todos nós estávamos comprometidos a tornar MDNA em o melhor álbum do ano, mas infelizmente não tinhamos tempo para fazer com que isso fosse possível."
MDNA estreou no topo das paradas norte-americanas em abril, vendendo 359.000 cópias na primeira semana. A revista "Forbes", porém, explicou que a maioria dos CDs foram vendidos em pacote com o ingresso da nova turnê de Madonna, justificando o curto sucesso. Na segunda semana houve uma queda de 86% das vendas. ___________________________________________________________________________________
Katy Perry abraça tendência gótica da estação (12/05/12)
O cabelo de Katy Perry sempre dá o que falar e a cada nova mudança gera um burburinho só. A última foi uma surpresa até para quem já se acostumou com elas, já que Katy sempre apostou em cores vibrantes. Junto com as madeixas roxas, a cantora começou a investir em peças escuras e com fortes referências góticas, uma das grandes tendências da estação. Mas será que Katy, que era conhecida por visuais alegres e coloridos vai durar muito tempo na onda dark?
Lady Gaga: Religiosos dizem que show de cantora é muito apelativo e homossexual (29/04/12)
Lady Gaga iniciou a sua turnê em Seul, na Coreia do Sul, e já angariou sua parcela de controvérsia. De acordo com o "Daily Mail", um grupo de regiliosos acusou a cantora de fazer um show "muito homossexual". Além disso, autoridades do local censuraram a turnê para menores de 18 anos.
Para não deixar barato, a norte-americana respondeu às críticas com sarcasmo. "Me disseram que seu governo decidiu que meus shows são para maiores de idade. Então vou me certificar de que ele realmente é", ironizou.
Após a apresentação, Gaga usou seu Twitter para expressar sua emoção. "Sou tão grata por todos vocês. Ontem foi como se eu estivesse preparada para algo que você nunca pode se preparar".
Neste sábado (28), a cantora desembarcou em Hong Kong e surpreendeu pelo look "cabeludo". Comparada ao Primo Itt, da "Família Adams', a cantora usava um vestido composto por muitos fios roxos e luvas brancas.
Por lá, ela deve fazer quatro shows antes de dar início à turnê europeia.
R.I.P. Greg Ham I Músico de Men at Work é encontrado morto (19/04/12)
Banda Men at Work, Greg Ham à esquerda...
Outro músico que falece sob causas desconhecidas. Greg Ham, integrante da banda de rock Men at Work, foi encontrado morto por amigos nesta quinta-feira (19.04) em uma casa no subúrbio de Melbourne.
Em entrevista ao canal ABC, o sargento da polícia australiana, Shane O’Connell, alegou que existem alguns “aspectos inexplicáveis” com relação a morte. “Neste momento não estamos preparados para entrar em detalhes precisos do que aconteceu”.
O australiano de 58 anos se juntou à banda em 1979 e assumia os teclados, flauta e saxofone.
Depois do Coachella, versão holográfica de Tupac Shakur pode sair em turnê (17/04/12
Um dos shows mais comentados do Coachella deste ano foi o de Dr. Dre e Snoop Dogg, que trouxeram de volta Tupac Shakur, em versão holográfica.
A projeção, que especula-se ter custado entre US$ 100 e 400 mil, agora pode sair em turnê. De acordo com o Wall Street Journal, representantes de Dr. Dre e Snoop Dogg estão discutindo a possibilidade de reunir os rappers da era Death Row Records em uma pequena turnê com a versão virtual de Tupac, em arenas menores. Outra opção seria levar a projeção para shows de estádio com outros astros do hip hop, como Eminem, 50 Cent e Wiz Khalifa.
O "fantasma" de Shakur, morto há 16 anos, foi criado pela Digital Domain Media, mesma empresa de efeitos visuais que criou as diferentes versões de Brad Pitt em O Curioso Caso de Benjamin Button.
"Criar um ser humano completamente sintético é a coisa mais complicada que pode ser feita. Não usamos imagens encontradas. Isso não é imagem de arquivo. Isso é uma ilusão. É apenas o começo, Dre tem planos enormes", declarou Ed Ulbrich, diretor da Digital Domain, explicando as interpretações de "Hail Mary" e "2 of Amerikaz Most Wanted" no festival californiano. Segundo Ulbrich, Dre procurou a empresa há um ano para desenvolver uma versão virtual de Tupac.
A técnica usada não foi um holograma verdadeiro, que seria 3D, mas sim uma imagem 2D projetada do teto em um vidro, que dá o efeito "espectral" da imagem, e refletidas em uma tela de mylar, tecido translúcido posicionado no palco. Toda a performance de Tupac foi criada do zero, a partir de características físicas e movimentos de seu material de arquivo. Assista à aparição de Tupac Shakur no festival:
O show no Coachella já voltou a alimentar as antigas teorias da conspiração de que o rapper "voltaria" ou que não estaria mesmo morto. Tupac Shakur morreu aos 25 anos em um tiroteio em Las Vegas, em 1996, em consequência das rivalidades do gangsta rap da Costa Oeste e Costa Leste, entre a Death Row Records de Suge Knight e a Bad Boy Records de Notorious B.I.G. Carina Toledo
Madonna aparece no primeiro lugar das paradas norte-americanas, segundo a Reuters (04/04/12)
Madonna está pela oitava vez no topo da parada da Billboard. "MDNA", o décimo segundo álbum de estúdio da cantora já vendeu 359 mil cópias na sua primeira semana, segundo informações da Reuters.
Dessa vez, a rainha superou Tuskegge, trabalho country de Lionel Richie, com 199 mil cópias, também vendidas na semana de seu lançamento.
Segundo o selo Interscope Records, o novo trabalho de Madonna - que marca o retorno dela com William Orbit, que coproduziou Ray of Light -, também lidera a parada do iTunes em 40 países.
James McCartney, filho de Paul McCartney diz que toparia banda com filhos de John, Ringo e George (03/04/12)
Às vésperas de lançar sua carreira musical, o filho de Paul McCartney, James, disse, em entrevista à BBC, que aceitaria formar uma banda com filhos de outros Beatles.
O compositor de 34 anos de idade faz um show nesta terça-feira no tradicional Cavern Club de Liverpool, onde os Beatles saltaram para a fama, e outro em Dublin antes de embarcar para uma turnê americana.
James já tocou em dois álbuns de Paul, que produziu os dois EPs do filho, em parte gravados nos estúdios de Abbey Road.
James McCartney, Sean Lennon e Dhani Harrison, filhos de ex-Beatles, podem formar uma banda
BBC Brasil: O que você acharia de formar The Beatles - A Próxima Geração, com Sean Lennon, Dhani Harrison e Zak Starkey (filho de Ringo Starr)?
James McCartney: Não acho que seja algo que Zak gostaria de fazer. Talvez o Jason (outro filho de Ringo, também baterista) topasse. Eu estaria disposto. O Sean parece topar, o Dhani também. Eu ficaria feliz de tentar.
BBC Brasil : Vocês já discutiram a ideia?
JC: Sim, um pouco.
BBC Brasil: Você acha que isso pode acontecer?
JC: Sim, claro, espero. Mas não tenho certeza, teremos que esperar e ver. A vontade de Deus, o apoio da natureza, suponho eu. Portanto, sim, talvez.
BBC Brasil: Você tinha vontade de tocar no Cavern, no mesmo lugar onde tudo começou para seu pai?
JC: Sim, acho que sim. Simplesmente abraçar a herança dos Beatles em vez de fugir dela.
BBC Brasil: Quando você começou a tocar, usava o nome de Light (luz em inglês). Era uma tentativa de esconder sua identidade?
JC: Na verdade, não. Eu era simplesmente mais inclinado a ter um nome de banda que fosse rock'n roll e espiritual. "E agora, Light!". Era isso que eu tinha em mente, caso algum dia chegasse a tocar no estádio de Wembley.
Acho que a luz é um tema recorrente nas religiões na espiritualidade. Os hindus cultuam a luz, que é algo visto como divino e espiritual.
BBC Brasil: Você sempre quis ser músico?
JC: Sim, quando cheguei a uma certa idade, percebi que era um pouco melhor que os outros garotos na escola com a guitarra e passei a me orgulhar e gostar disso.
Na época eu sonhava em ser melhor que os Beatles. Não sei se conseguiria. Gostaria de chegar ao mesmo nível, mas mesmo isso é bem difícil.
P: Como você se sente quando as pessoas o comparam ao seu pai?
JM: Acho que é ótimo, uma honra. Não acho que eu seja tão bom como os Beatles ou meu pai, mas eles são, indiscutivelmente, influências.
P: Ajuda ou atrapalha ter o sobrenome McCartney?
JM: É uma ajuda. Pode ser difícil às vezes encarar sozinho, mas acima de tudo, ajuda.
BBC Brasil: Como é trabalhar com seu pai, além de ter um relacionamento familiar?
JM: É incrível. Algumas vezes no passado, há alguns anos, podia ser difícil, tenso, como qualquer família. No entanto, mais do que isso, é lindo.
Ele é um gênio, está além de ser gênio e é uma grande inspiração. Muito intelectual e obviamente maravilhoso no que faz, portanto é muito divertido. Ele me ajuda a me sintonizar comigo mesmo e ser a melhor pessoa que posso ser.
BBC Brasil: Qual foi o papel dele como co-produtor?
JM: Apenas me dirigir e ter algumas idéias sobre quais instrumentos deveríamos colocar ou me encorajar a cantar um pouco melhor, ou gravar novamente algo. Também com os arranjos e a estrutura das canções e a mixagem. O processo todo.
BBC Brasil: Seu pai tentou dissuadi-lo da carreira musical?
JM: Não, de forma alguma. Ele incentiva bastante.
BBC Brasil: Quando você estava crescendo, e que momento percebeu que seu pai era famoso?
JM: Sempre percebi isso, quando havia fãs por perto que pediam autógrafos e, às vezes, eles pediam até o meu. Eu negava porque meus pais nos estimulavam a tentar viver uma vida mais privada.
Single "One", do U2, completa 20 anos nesta terça-feira (06/03/12)
O single "One", um dos clássicos da banda de rock irlandesa U2, comemora 20 anos de lançamento nesta terça-feira.
A música, definida pelo guitarrista The Edge como "incrivelmente emotiva" e que vai "direto ao coração", foi a terceira canção do álbum "Achtung Baby" (1991), trabalho produzido em Berlim por Daniel Lanois e Brian Eno, e com o qual o U2 estabeleceu o objetivo de "tentar de novo", após os monumentais "The Joshua Tree" (1987) e "Rattle and Hum" (1988).
A música, cujos versos falam "não posso me agarrar ao que você tem / quando tudo que você tem é dor", nunca chegou ao número um das listas de sucessos de 1992, situação que "decepcionou um pouco" a banda, como disse o vocalista Bono Vox no livro "U2 by U2". Também causou surpresa que, embora fale da dor que causa a separação de duas pessoas, o hit seja visto por milhões de fãs como um hino ao amor.
Capa do disco "Achtung Baby" (1991), da banda irlandesa U2
"Nunca entendi por que as pessoas querem colocá-la em seu casamento. Conheci muitas pessoas que fizeram isso. E sempre pergunto a elas: vocês estão loucos? Essa letra fala de separação!", afirma Bono.
Na época de seu lançamento, o U2 doou os lucros da venda de "One" para a luta contra a Aids. Por conta disso, o fotógrafo Anton Corbijn sugeriu à banda um videoclipe promocional, que tinha a participação do pai de Bono e o quarteto ao lado de travestis, num cenário decadente.
O grupo teve receio, no entanto, de que ativistas interpretassem o vídeo como uma relação unicamente entre a Aids e a homosexualidade, e decidiram vetá-lo. Mark Pellington foi contratado para uma nova versão, mais sóbria e conceitual, que foi bem recebida e exibida pela "MTV". EFE
Jack White libera na internet o primeiro single de seu primeiro álbum solo “Blunderbuss” (31/01/12)
Quase um ano depois de ser oficialmente anunciado o fim do White Stripes, Jack White publicou na tarde desta segunda-feira (30.01) o primeiro single de seu primeiro álbum solo, “Blunderbuss”, que tem lançamento previsto para 24 de abril. A nova música, chamada “Love Interruption”, é uma balada envolvente com muitas notas de teclado e acordes de guitarra acústica, além da divisão dos vocais entre Jack e uma cantora até agora não identificada.
Apesar de mais conhecido por seu trabalho como vocalista e guitarrista do White Stripes, o cantor americano já mostrou sua flexibilidade musical ao formar os supergrupos The Raconteurs, com Brendan Benson, Jack Lawrence e Patrick Keeler, e The Dead Weather, com Alison Mosshart, do The Kills. Jack White, que é dono da gravadora Third Man Records, também participou das trilhas sonoras dos filmes “Cold Mountain” e “Quantum of Solace” (da franquia britânica James Bond), produziu trabalhos da cantora country Loretta Lynn e da dupla de hip-hop Insane Clown e, mais recentemente, o primeiro disco de sua ex-mulher, Karen Elson.
Ouça “Love Interruption”, primeiro single do álbum “Blunderbuss”:
O single “Love Interruption” pode ser encomendado no site oficial de Jack White, mas só estará disponível a partir do dia 7 de fevereiro, em formato vinil e com um B-side chamado “Machine Gun Silhouette”. Para os fãs mais ansiosos, a versão digital da canção pode ser comprada a partir da madrugada desta sexta-feira (03.02) (3h, no horário de Brasília).
Norah Jones grava novo álbum "Little Broken Hearts" com produtor de Black Keys (24/01/12)
A cantora Norah Jones gravou seu novo álbum de músicas inéditas com a ajuda do produtor Danger Mouse, informa a Billboard. O disco está previsto para chegar às lojas no outono.
Danger Mouse, integrante do Gnarls Barkley e produtor de trabalhos de artistas como Beck e Black Keys, também assina a composição de todas as faixas com Jones.
O novo álbum, quinto da carreira da cantora, vai se chamar "Little Broken Hearts".
O último trabalho de Norah Jones foi "The Fall", lançado em 2009.
Em 2012, o aclamado álbum de estreia de Norah Jones completa dez anos. "Come Away with Me" vendeu mais de dez milhões de cópias e emplacou o hit "Don't Know Why". Folha
Após tensão e tragédias pessoais, Rapture encontra a paz em quarto disco "In the Grace of Our Love" (21/01/12)
Os últimos anos foram conturbados para o líder do Rapture, Luke Jenner. De 2006 para cá, ele abandonou e retornou à banda. Pensou em lançar um álbum solo, mas desistiu e voltou a gravar com a banda. Mas, insatisfeito com o disco que estava fazendo, resolveu recomeçar o trabalho do zero. E não foi só isso: nesse período, o vocalista teve seu primeiro filho. E sua mãe cometeu suicídio.
The Rapture, com o vocalista Luke Jenner ao centro
"Minha mãe sofria de transtorno bipolar, assim como minha avó. As duas cometeram suicídio", conta Jenner, em entrevista por telefone ao iG.
A experiência de perder a mãe foi um fator fundamental para a produção do mais recente disco do Rapture, "In the Grace of Your Love", lançado no ano passado. "Eu tinha que tirar algo de positivo daquilo", explica.
Segundo o músico, compor e gravar o disco (o primeiro do Rapture desde "Pieces of the People We Love", de 2006) foi uma forma de lidar com as emoções provocadas pela morte da mãe. Mas, para ele, isso não significa que o álbum tenha uma carga negativa. "As músicas são sobre estar em paz comigo mesmo e sobre aprender a lidar com tudo que aconteceu de ruim", diz.
O resultado desse aprendizado poderá ser visto ao vivo pelo público brasileiro na próxima semana. O Rapture faz três shows no país: na quarta (25), toca no Cine Joia, em São Paulo; na sexta (27), apresenta-se no Circo Voador, no Rio de Janeiro; e, no sábado (28), é uma das atrações do festival M/E/C/A, que acontece no litoral do Rio Grande do Sul.
Será a terceira passagem do grupo pelo Brasil. Na primeira, em 2003, a banda foi uma das atrações do Tim Festival. Na segunda, em 2007, tocou no Planeta Terra. Jenner ainda veio ao país em outras oportunidades, para fazer DJ sets. Dessa vez, não será diferente: Jenner será DJ no Centro Cultural Banco do Brasil paulista, no dia 25, poucas horas antes do show no Cine Joia.
As três apresentações serão baseadas no recente "In the Grace of Our Love", com algumas músicas dos discos "Echoes" (2003) e "Pieces of the People We Love (2006) para completar. Jenner conta que não costuma mudar muito o repertório de um show para o outro. "Foi uma coisa que aprendi fazendo DJ sets: há sequências de músicas que funcionam muito bem, então é bom não mexer nelas", explica.
A formação do Rapture agora é diferente da que veio ao Brasil em 2003 e 2007. O baixista e vocalista Mattie Safer não faz mais parte da banda. "Não sei por que ele saiu", afirma. Jenner não esconde as diferenças que tinha com o ex-companheiro, mas garante que queria que ele continuasse no grupo. "Nós basicamente imploramos para ele ficar, mas ele não quis."
"Na época do 'Pieces of the People We Love', houve muita tensão entre eu e o Mattie. Ele queria compor e cantar mais músicas, e eu estava ficando sem espaço", recorda. Jenner então decidiu sair, mas logo depois voltou. Aí foi a vez de Safer pular fora. "Depois de alguns meses, eu voltei. Disse que sentia muito. Os rapazes ficaram meio putos, mas me aceitaram de volta."
O cantor conta que o grande responsável por sua volta foi James Murphy, líder do LCD Soundsystem e também um dos donos da DFA Records, gravadora que lançou o Rapture em 2003. "Um dia eu o encontrei e falei que estava pensando em fazer um disco solo. Ele respondeu: 'Você não tem que fazer disco solo nenhum. Tem é que voltar para a p***a da sua banda'. Na hora eu não gostei, mas ele estava certo."
Ouça abaixo o disco "In the Grace of Our Love", do Rapture:
Quarta-feira (25/01), no Cine Joia Praça Carlos Gomes, 82, Liberdade Ingressos: R$ 80 e R$ 160 cinejoia.tv/ingressos
Rapture no Rio de Janeiro
Sexta-feira (27/01), no Circo Voador Praça dos Arcos, s/n, Lapa Ingressos: R$ 80 e R$ 160 www.ingresso.com.br
Rapture no Rio Grande do Sul
Sábado (28/01), no Festival M/E/C/A Praia de Xangri-Lá, RS407, Km 2,5 Ingressos: R$ 50 (primeiro lote) e R$ 70 (segundo lote) www.compreingressos.com.br
Kanye West comanda abertura da segunda edição do festival SWU (12/11/11)
Embora não faça o último show da programação, Kanye West é o destaque da primeira noite da segunda edição do SWU, festival que começa hoje em Paulínia (a 117 km de São Paulo). E é o nome mais poderoso de todo o evento.
Chamado nas redes sociais de dia "black" do SWU --tem, entre outros, Emicida, Odd Future, Snoop Dogg, Marcelo D2 e Black Eyed Peas-, a abertura do festival tem em Kanye a melhor combinação de sucesso e criatividade.
Kanye West em show em Nova Jersey, parte de sua turnê ao lado de Jay-Z para divulgar "Watch the Throne"
Aos 34 anos, o rapper americano está no auge da carreira, sob qualquer ângulo. Seus cinco álbuns chegaram ao topo da parada, ele é o sexto maior vendedor de downloads da história e tem 14 estatuetas do Grammy em casa.
Seu trabalho mais recente, do qual o público em Paulínia espera ouvir algumas músicas, é "Watch the Throne", disco que fez em parceria com Jay-Z. É possível dizer que os dois formam uma espécie de Lennon & McCartney do rap.
De uns tempos para cá, Kanye resolveu aderir aos grandes festivais. Marrento, não se intimida mesmo quando pode dar a impressão de ser um estranho no ninho entre os outros participantes.
Em abril, teve a responsabilidade de fechar o festival Coachella, na Califórnia, evento com DNA roqueiro. No final do terceiro e último dia de shows, milhares de fãs do rapper apareceram no local, mudando o visual da plateia.
Kanye fez uma apresentação matadora e não se preocupou em responder às provocações de Julian Casablancas, do Strokes, que cantou antes dele e soltou várias críticas pesadas à presença do rapper no festival.
O show de hoje deve mostrar o talento inquestionável de Kanye West. No começo da carreira, usava samples de clássicos do soul e, a cada álbum, adotou mais orquestrações de cordas, hoje a marca registrada de seu som.
A partir das 13h15, 23 artistas pop se apresentam nos quatro palcos do SWU. Mais cedo, às 10h, o veterano Neil Young abre o fórum que debate sustentabilidade durante os três dias do evento.
O festival vai até segunda-feira e espera receber de 60 mil a 70 mil pessoas por dia.
THALES DE MENEZES
DE SÃO PAULO
KANYE WEST QUANDO sábado (12), às 21h30 ONDE Festival SWU, Paulínia
Madonna diz que verdadeiros fãs nunca vazariam sua música (09/11/11)
Madonna respondeu ao vazamento de uma música inédita nesta terça-feira dizendo que seus verdadeiros fãs "não fariam isso". A declaração foi postada por seu empresário Guy Oseary no Twitter.
Ontem apareceu na internet a faixa "Give Me All Your Love", canção que deve estar no próximo álbum da cantora.
"O plano era que músicas novas fossem lançadas apenas no ano novo. Estou muito feliz com a reação positiva à demo, mas estamos muito irritados com quem vazou a música", disse o empresário.
Ele pede que os fãs não ajudem a espalhar a música pela internet e que "respeitem o processo". "Seja quem for que estiver fazendo isso, pedimos que pare, por favor."
Oseary aproveitou para responder algumas perguntas de fãs pelo microblog. Ele afirmou que o próximo álbum de Madonna ainda não tem nome e não está terminado e que ainda não pode falar sobre planos para uma turnê.
Lady Gaga domina o MTV Europe Music Awards mais uma vez (07/11/11)
Lady Gaga roubou a cena na premiação do MTV Europe Music Awards, realizada no domingo em Belfast, Irlanda do Norte, faturando quatro prêmios --um a mais do que na edição de 2010.
A exuberante cantora nova-iorquina, de 25 anos, foi eleita nas categorias de melhor artista feminina, melhor música, melhor vídeo ("Born This Way"), além de levar o principal prêmio do público.
"Eu sabia que esta música era muito especial quando a escrevi, e simplesmente não sabia quando comecei (...) como isso tudo seria especial para mim", disse Gaga, chorando, ao receber o prêmio de melhor canção diante do público que lotava a Odissey Arena.
"Esta é a canção mais importante que eu já escrevi, e o álbum mais importante. Amo vocês, monstrinhos, até o final!", acrescentou ela, usando o termo com o qual habitualmente se refere a seus fãs.
O astro canadense Justin Bieber, de 17 anos, levou os prêmios de melhor artista pop e melhor cantor. As atenções também estavam voltadas para ele por causa de uma mulher que diz ter tido um filho com ele.
"Falou-se muita merda a meu respeito ultimamente, mas superei!", disse ele ao receber o segundo prêmio.
A atriz e cantora Selena Gomez, namorada de Bieber, foi a apresentadora do evento. O casal já havia sido fotografado junto na véspera em Belfast, num sinal de que o relacionamento não foi abalado pelas recentes notícias.
Selena Gomez cantou e apresentou o prêmio
A banda de rock Thirty Seconds to Mars, de Los Angeles, ganhou dois prêmios --melhor artista alternativo e melhor palco mundial. Bruno Mars foi eleito nas categorias de melhor artista iniciante e melhor revelação promovida pela MTV.
Katy Perry foi escolhida como melhor artista em apresentação ao vivo. Eminem repetiu seu prêmio de 2010 como melhor artista do hip-hop, e o Linkin Park teve o melhor rock. Mais de 150 milhões de espectadores da MTV votaram e decidiram a maioria das categorias.
Brian May e Roger Tatylor, do Queen, receberam o prêmio Ícone Global, e lembraram a violência política que a Irlanda do Norte viveu. "Estávamos aqui no nascimento da MTV", disse May.
"Que maravilhoso para nós é estar aqui 40 anos depois (...), e aqui em Belfast, que está finalmente mostrando sua beleza e dando um exemplo ao mundo ao encontrar, em meio à dor e à tragédia, o princípio da verdade e da paz."
A banda britânica Coldplay abriu o show com "Every Teardrop Is a Waterfall", do seu novo álbum, "Mylo Xyloto".
A apresentadora Selena usou pelo menos oito roupas, em meio a lasers e labaredas que iluminavam o cenário.
A dupla LMFAO apresentou o sucesso "Party Rock Anthem", com mais de 20 dançarinos atuando no palco sob uma "neve" reluzente.
O Red Hot Chili Pepper e a banda norte-irlandesa Snow Patrol se apresentaram em outros palcos de Belfast, e Bieber recebeu os gritos mais estridentes da plateia, ao cantar a nova "Under the Mistletoe", seguida por "Never Say Never".
Lady Gaga cantou "Marry the Night" em cima de uma gigantesca estrutura em forma de lua, e a atriz e apresentadora Hayden Panettiere teve no palco a companhia (previamente roteirizada) de um homem nu.
Houve também um tributo em vídeo à cantora britânica Amy Winehouse, morta em julho aos 27 anos.
O evento terminou com um misto de canções do Queen, incluindo "The Show Must Go On" e "We Will Rock You."
Popstar Rihanna teve que cancelar show na cidade de Malmo, por conta de uma gripe (02/11/11)
Não deve ser fácil aguentar o ritmo de uma turnê, você sabe. E Rihanna que o diga. Apesar de jovem e saudável, a popstar não agüentou o tranco de tantas viagens e shows para divulgar seu álbum Loud. Exausta, a musa de Barbados foi hospitalizada em Malmo, na Suécia, onde teve que cancelar sua apresentação depois de uma gripe que a pegou de jeito.
Disseram os médicos a uma fonte próxima da hitmaker que Rihanna estaria exagerando no trabalho, e se continuasse assim poderia voltar a ficar doente.
Mas ela já está pronta pra outra, e deve voltar aos palcos nesta quarta-feira (02.11), em Estocolmo, para alívio de todos.
Mas como Riri, como foi apelidada carinhosamente, não pretende descansar tão cedo, ela lançará seu sexto disco, Talk That Talk, no dia 18 de novembro. Realmente, haja disposição…. e vitaminas… (siterg)
Entre os fãs de Oasis, sempre existiu um temor, que também era uma certeza: um dia haveria a briga definitiva entre os irmãos Gallagher. Esse dia foi 28 de agosto de 2009, em que Liam e Noel, unidos pela música e por seu ódio mútuo, se separaram de vez. Justo quando a banda teve seu primeiro baterista decente. Todo fã se sentiu como um filho em meio a um divórcio.
O primeiro resultado deste rompimento foi Beady Eye, feita dos espólios de guerra do Oasis. É formada por Gem Archer, Andy Bell e Chris Sharrock, liderados por Liam Gallagher, que continuou na mídia sendo Liam Gallagher. No final de 2010 sairam os primeiros singles. No começo do ano seguinte, Different Gear, Still Speeding chegou às lojas. É um bom disco, mas parece que falta algo - talvez falte Noel Gallagher.
Após o fim da banda, Noel sumiu e deixou um grande ponto de interrogação sobre o que seria de sua carreira solo. E, após algumas entrevistas, também era dúvida se haveria uma carreira solo. Só que, conhecendo as figuras, era de se imaginar que um irmão não deixaria o outro sozinho na briga pelo sucesso pós-Oasis.
Noel Gallagher's High Flying Birds gerou muita expectativa antes de seu lançamento, com os singles "The Death of You and Me", "If I Had a Gun..." e "AKA...What a Life!".
A primeira impressão que se tem ao abrir o disco, com as matadoras "Everybody’s On The Run" e "Dream On", é de um Noel Gallagher com maior liberdade criativa. Os arranjos parecem mais soltos e elaborados, com uma sonoridade diferente do que o ouvinte médio do Oasis estava acostumado. Não é algo barroco, com as milhares de camadas de guitarras de Be Here Now (1997). É algo mais parecido com o excelente Dig Out Your Soul (2008), último trabalho do Oasis.
As próximas músicas, "If I Had a Gun...", "The Death of You and Me" e "(I Wanna Live a Dream in My) Record Machine" já eram conhecidas dos fãs, já que as duas primeiras saíram como single e a última é uma demo antiga do Oasis, facilmente encontrada no YouTube. Estas músicas ajudam a criar o clima de fuga que guia o álbum, que fica mais explícito para quem já viu os videoclipes lançados. Destas canções, vale ressaltar dois momentos. Um deles é o lindo verso de "If I Had a Gun...", “Waiting for the moment for my heart to be unbroken by the sea”, que parece ser uma sutil mensagem a Liam Gallagher. Outro é o grudento, no melhor dos sentidos, refrão de "(I Wanna Live a Dream in My) Record Machine" - dá vontade de cantar junto para sempre.
Na versão em vinil, o lado B do disco começaria agora e traz uma pegada um pouco mais forte. A semelhança com Dig Out Your Soul fica ainda mais nítida em "AKA... What a Life!", que é quase uma continuação da canção "Falling Down" - o que fica claro após ouvir as duas músicas em sequência. High Flying Birds continua com "Soldier Boys and Jesus Freaks", que por mais que seja uma bela composição, é o momento mais fraco do álbum.
Chegando nas últimas músicas, vamos percebendo que o fim do Oasis teve uma carga emocional pesada para Noel Gallagher. Isso fica claro nas guitarras psicodélicas de "(Stranded On) The Wrong Beach" e na estrofe de "AKA... Broken Arrow", que diz “But all the lies that they have told me / They make me wanna shiver / And I'm lost and I'm lonely / And that's not gonna ease my troubled mind” (em tradução livre, "Mas todas as mentiras que eles me contaram / Me fazem ter arrepios / Estou perdido e estou solitário / E isso não vai tranquilizar minha mente turbulenta").
O gran-finale é "Stop the Clocks", uma lenda para os fãs de Oasis. Esta música chegou até a dar nome a uma coletânea sem nunca ter sido lançada oficialmente. Não há nem o que se falar sobre a melodia - é simplesmente linda. Já a letra trata sobre um sentimento de não se saber se está vivo ou morto, que serve muito bem para explorar o medo de mudanças e se encaixa perfeitamente no final do primeiro disco solo de quem viveu mais de 15 anos em uma banda de sucesso, ao lado de seu irmão.
Em todo divórcio, o filho sempre tenta encontrar um lado positivo: há um número dobrado de presentes de aniversário e afins. No fim do Oasis, foi exatamente isso que aconteceu. A competição entre os irmãos Gallagher acabou por ser muito saudável - ao menos musicalmente. Marcelo Druck
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Superheavy, nova banda de Jagger, lança seu primeiro trabalho (19/09/11)
Dave Stewart subiu a montanha e se comunicou com um roqueiro superior - Mick Jagger. Assim surgiu o Superheavy, projeto guardado a sete chaves durante dois anos, e que nesta semana lança seu primeiro álbum.
Stewart, fundador do Eurythmics, ligou para o vocalista dos Rolling Stones do alto de um morro na Jamaica, depois de ter a ideia de formar um supergrupo a partir de diferentes gêneros.
Eles então reuniram a cantora britânica de soul Joss Stone, o artista de reggae Damian Marley e o compositor A.R. Rahman, responsável pela trilha de "Quem Quer Ser Um Milionário?", para formar o Superheavy, que deu origem ao álbum homônimo.
Superheavy é formado por Damian Marley (à esquerda), Dave Stewart, Mick Jagger, A.R. Rahman e Joss Stone
Eles testaram a ideia há dois anos, durante uma sessão de duas horas num estúdio em Los Angeles, da qual resultou o que Stewart chamou de "essa barulheira".
"Aquilo nos deu muita confiança", disse Jagger à Reuters na companhia de todos os colegas de banda, à exceção de Damian, filho caçula de Bob Marley. "Tínhamos um monte de músicas. Não eram apenas improvisos e barulho. Tínhamos muitas canções, coros, todas essas coisas que realmente nos animaram a seguir adiante."
Duas temporadas em estúdio, com dez dias cada uma, se seguiram então. Após dois anos de mixagem, arranjos e outros detalhes - incluindo a capa, feita por Shepard Fairey, criador do famoso cartaz eleitoral "Hope", de Barack Obama -, nascia um disco.
Diante da formação da banda, não surpreende que o trabalho seja uma colagem de vários estilos. O site da Rolling Stone, que lhe deu quatro estrelas, disse que a faixa "Energy" evoca o U2, com seus sintetizadores pop, e que em "Satyameva Jayathe" Jagger e Rahman surgem cantando versos no idioma híndi, sobre o fundo de um violino indo-celta.
It is always nice to having modeling legends appearing on those coveted covers, but nothing is more exciting than charting the rise of a new star.Vogue Paris‘s June/July cover is a beachy shot by Mario Sorrenti where Andreea Diaconu steals the show. Looking reminiscent of Brooke Shields in The Blue Lagoon, Andreea conveys all the [...] More...
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Estamos no final de abril e mesmo assim o Podmaníacos dessa semana está recheado de dicas de novas séries que estrearam nas últimas semanas. Será que tem algo que presta? É nessa edição também que revelamos o vencedor do concurso valendo um box de DVD com a 1ª temporada de Game of Thrones. Mesmo que [...]
O "Only God Forgives", do dinamarquês Nicolas Winding Refn e que participa da mostra competitiva do Festival de Cannes, foi vaiado nesta quarta-feira em sua primeira exibição destinada à imprensa, que, ao contrário do esperado, exaltou a violência sem sentido e o preciosismo estético em contraste com a dureza da história....