Universo Digital I Alergia a iPad? Sim, isso existe (14/07/14)

Níquel no revestimento externo do iPad não é confirmado pela Apple, mas pode ter causado reação alérgica em garoto de 11 anos nos EUA

Saulo Pereira Guimarães, de

Criança com iPad: uso prolongado sem proteção pode causar reação alérgica, afirma estudo

São Paulo - O iPad pode ser o mais novo agente causador de reações alérgicas. Tudo por conta de seu revestimento externo, que contaria com níquel em sua composição.

A presença do metal no gadget da Apple teria detonado uma reação alérgica num garoto de 11 anos de San Diego, nos EUA. 

Após usar o iPad todo dia por um tempo prolongado, ele apresentou erupções em sua pele - o que motivou um estudo divulgado recentemente pela Pediatrics, uma importante publicação de medicina e ciência.

"Discutimos aqui a dermatite alérgica causada por contato com iPad entre crianças para destacar uma fonte potencial de exposição de níquel", afirma o resumo do artigo - assinado pela equipe da médica Sharon Jacob, especialista em dermatologia que acompanhou o caso.

Níquel

De acordo com Sharon, o iPad que gerou a reação alérgica no garoto foi comprado por sua família em 2010.  Após identificarem que o menino tinha alergia a níquel, os médicos fizeram testes que detectaram a presença de níquel no revestimento externo do gadget.

Porém, a Apple não confirmou se o metal está ou não na composição da parte de fora do iPad.

Embora não representem risco de vida, as erupções são desconfortáveis e exigem um tratamento à base de antibióticos e outras substâncias em caso de infecção.

Segundo Sharon, seu paciente chegou a perder aulas por conta do problema - que só foi atenuado com o uso de uma capa protetora na parte externa do iPad.

A médica afirma, ainda, que o número de crianças americanas com alergia a níquel vem aumentando. Entre aquelas que fazem testes para diagnosticar alergias (que são uma parte pequena da população), o percentual de casos em que esse metal é apontado como causa pulou de 17% para 25% nos últimos 10 anos.

Para ela, isso pode resultar tanto do diagnóstico mais preciso do problema como de uma maior incidência de casos em função do crescimento do uso de dispositivos eletrônicos que contam com níquel em sua composição.

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Universo Digital  I Review Mac Pro 2013   (20/05/14)

A Apple finalmente atualizou o Mac Pro. A demora para a chegada da tão prometida novidade, lançada no fim de 2013, parece ter valido a pena. O supra-sumo em potência gráfica e design primoroso chegou ao Brasil e passou pela redação do site TechTudo para um review completo; confira.

Design

O design é com certeza um dos pontos mais chamativos do novo Mac Pro. Com seu formato cilíndrico, 16 centímetros de diâmetro e 25 centímetros de altura é envolvido por um metal escovado. A nova versão do mais potente dispositivo já feito pela Apple deixa os PCs robustos de mesa bem para trás, tanto no quesito beleza, como na união de potência e mobilidade.

Em relação a suas dimensões, se comparadas com a versão antiga do Mac Pro, o novo modelo 2013 tem um oitavo do tamanho do anterior, e mais de um quarto do peso mais leve. 

Muitos sites e fãs da empresa brincaram e compararam o formato inovador com o famoso personagem de Guerra nas Estrelas, Darth Vader, ou com uma pequena "lixeira" do futuro.

Mac Pro (Foto: Juliana Pixinine/TechTudo)O formato do Mac Pro lembra uma "lixeira" futurística  (Foto: Juliana Pixinine/TechTudo)


O design de "peça de arte" não fica só na parte exterior do aparelho. Por dentro, o Mac Pro 2013 também impressiona. O formato único traz um dilema para os designers e engenheiros do quartel general da companhia de Cupertino: como deixar tudo bem montado com um formato inovador sem que o calor das peças do hardware seja um problema? 

O formato inovador inclui um cooler único central que consegue puxar ar fresco da parte inferior do case para a saída do ar quente no lado superior do gabinete cilíndrico. O silêncio do equipamento é outro ponto surpreendente, mesmo nos testes com uso pesado do processador e da GPU gráfica da AMD.

Desempenho

Mac Pro (Foto: Juliana Pixinine/TechTudo)O modelo traz um dos mais potentes desempenhos de processamento (Foto: Juliana Pixinine/TechTudo)


Como já era de se esperar, o novo Mac Pro traz um dos mais potentes desempenhos de processamento, tanto na parte gráfica, como ao rodar softwares pesados voltados para trabalhos profissionais. O computador suporta até três monitores 4K ao mesmo tempo ou seis monitores via Thunderbolt 2.

A configuração do modelo testado não é a mais completa disponível no Brasil, mas também não pode ser considerada um desktop "modesto". Ele conta com processador Intel Xeon E5 de seis cores de 3,5GHz, memória RAM de 16 GB DDR3 1866 MHz, SSD de 256GB e duas GPUs AMD FirePro D500 com 3GB de VRAM GDDR5 cada. 

O Mac Pro 2013 traz ainda a mais nova tecnologia Wi-Fi 802.11ac, igual aos outros modelos de hardwares lançados no ano passado pela Apple. A velocidade para a navegação sem fio pode chegar até o dobro do desempenho dos modelos anteriores, mas para isso o usuário precisa usar um roteador compatível com a nova banda. 

Mac Pro (Foto: Juliana Pixinine/TechTudo)Mac Pro é voltado para profissionais de fotografia, design, animação e vídeo (Foto: Juliana Pixinine/TechTudo)


O miniPC não é pra qualquer um. O público alvo ideal seria os fotógrafos, designers, videomakers e animadores profissionais. Quem pretende comprar um Mac Pro especificamente para jogos, pode se arrepender da escolha. Porque mesmo ele tendo duas placas de vídeo, uma das GPUs só funciona em companhia do processador na hora de rodar softwares que pedem mais velocidade.  

Conexões

Thunderbolt 2, mais quatro entradas USB 3.0, duas portas Ethernet gigabyte e uma HDMI 1.4. Todas essas portas trazem uma boa opção para conectar dispositivos e upgrades externos, como por exemplo um leitor de DVD externo ou um HD externo físico ainda maior.

Mac Pro (Foto: Juliana Pixinine/TechTudo)O modelo possui muitas conexões, entre elas seis entradas Thunderbolt 2 e quatro USB 3.0 (Foto: Juliana Pixinine/TechTudo)


Custo-benefício

Nem todo mundo precisa do poderoso Mac Pro 2013 na mesa. Mas para quem trabalha com arquivos pesados, manipulando arquivos Ultra HD ou renderizando códigos e animações, a "fera cilíndrica" chegou do futuro para entregar um conjunto completo que mescla um belíssimo design e poder.

Tabela configurações Mac Pro (Foto: TechTudo/Arte)Tabela configurações Mac Pro (Foto: TechTudo/Arte)

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Universo Digital I Conheça as 10 empresas de tecnologia mais valiosas do mundo (20/05/14)

O mundo da tecnologia está passando por algumas mudanças importantes nos últimos anos, e isso acaba se refletindo na desvalorização de empresas, que antes eram gigantes, e crescimento de outras, cujos serviços não eram tão importantes há algum tempo.

Isso se reflete, por exemplo, pelo fato de o Facebook figurar entre as 10 empresas mais valiosas do mundo, enquanto a tradicionalíssima Intel também entra no ranking, mas fica atrás da rede social. Ela também é superada pela Qualcomm, que produz a maior parte dos processadores para celulares e tablets do mercado, outro indicador de que a indústria está mudando. Fabricantes de PC como Dell e HP nem chegam perto do top 10.

No topo da lista estão Apple e Google, as empresas que mais se saem bem no mundo da mobilidade, embora estas não sejam suas únicas atividades. A Microsoft, que tenta começar a competir à altura, mas que já está bem estabelecida como terceira nesta área, também fica no terceiro lugar da lista.

No total, as 10 empresas listadas chegam a valer, quando somadas, US$ 2,32 trilhões, ou cerca de R$ 5,14 trilhões em conversão livre para a moeda nacional.

Confira abaixo o ranking, organizado pelo Olhar Digital, baseado nos valores de capitalização de mercado, que leva em conta a quantidade de ações que uma empresa tem na bolsa de valores e o preço de cada uma. Este levantamento objetivo dá o valor preciso de uma companhia de capital aberto, mas pode variar bastante todos os dias, devido à flutuação das ações. A métrica também é diferente do "valor de marca", que leva em consideração uma série de critérios subjetivos.

Empresa

Valor

Apple

US$ 520,89 bilhões

Google

US$ 363,84 bilhões

Microsoft

US$ 327,77 bilhões

IBM

US$ 187,14 bilhões

Oracle

US$ 185,31 bilhões

Samsung

US$ 184,20 bilhões

Facebook

US$ 150,29 bilhões

Amazon

US$ 138,60 bilhões

Qualcomm

US$ 134,79 bilhões

Intel

US$ 129,63 bilhões

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Google compra empresa de serviços para celular Divide    (19/05/14)

SÃO FRANCISCO - O Google informou ter comprado a Divide, empresa cujo  software permite que corporações gerenciem smartphones pessoais que são cada vez  mais utilizadas por usuários no trabalho.

Em mensagem postada em seu site nesta segunda-feira, a Divide afirmou que  está se juntando à equipe do Android, do Google, e que seguirá oferecendo  serviços aos atuais usuários.

A mensagem não esclareceu os termos financeiros do acordo e o porta-voz da  maior empresa de buscas online do mundo não quis comentar os termos.

O aplicativo da Divide separa dados profissionais e corporativos contidos no  celular, permitindo que as empresas gerenciem dispositivos pessoais diferentes  usados no trabalho.

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Universo Digital  I Sites vendem amigos, seguidores e "curtidas" nas redes sociais    (12/05/14)

Nick Bilton

Do "New York Times"

Há diversos serviços na web que permitem a usuários de redes sociais comprar bots, abreviação de "robots" (robôs), o que faz com que celebridades pareçam mais populares e até mesmo possibilita aos compradores influenciar agendas políticas.

Quem diz que "dinheiro não compra amigos" parece não ter visitado a internet nos últimos tempos.

Na semana passada, adquiri 4.000 novos seguidores no Twitter por US$ 5. Pelo mesmo valor, comprei 4.000 amigos no Facebook, e por alguns dólares a mais cerca de metade deles curtiu uma foto que postei.

Se eu estivesse disposto a desembolsar US$ 3.700, poderia ter adquirido 1 milhão –sim, 1 milhão– de novos amigos no Instagram.

E por mais US$ 40, 10 mil destes novos amigos teriam curtido uma das fotos de crepúsculos que postei.

Retuítes. Favoritos. Comentários. Curtidas. Visitas –pode escolher: tudo isso está à venda em sites como o Swenzy, Fiverr e outros.

Muitos de meus novos amigos vivem fora dos Estados Unidos, em sua maioria em Índia, Bangladesh, Romênia e Rússia, e eles não são exatamente humanos. São bots, um tipo de software, mas foram criados para se comportar como se fossem pessoas em sites de mídia social.

Quase Reais

Os bots existem há anos e costumava ser fácil distingui-los. As fotos que usavam para seus avatares eram genéricas (muitas vezes de mulheres sensuais), os nomes eram gerados por computador (como Jens934107) e as coisas que compartilhavam eram lixo puro (em geral links para sites pornográficos).

Mas os bots atuais têm nomes que soam reais, para camuflar melhor as suas atividades. Seguem horários humanos, suspendendo suas atividades durante a madrugada e as retomando pela manhã. Compartilham fotos, riem das piadas alheias e até se envolvem em conversas uns com os outros. E eles existem aos milhões.

Esses cidadãos imaginários da web têm poder surpreendente, conferindo mais popularidade a celebridades e aspirantes a essa condição, e fazendo com que companhias pareçam mais queridas do que são de fato; eles influenciam a opinião pública sobre cultura e sobre produtos, e em alguns casos influenciam agendas políticas.

Os bots muitas vezes divulgam hashtags –placas on-line indicando o caminho de uma determinada discussão– sobre pontos de vista opostos aos que seus controladores defendem, para tentar confundir as pessoas ou redirecionar discussões.

Durante a eleição presidencial mexicana de 2012, o PRI (Partido Revolucionário Institucional) foi acusado de usar milhares de bots a fim de soterrar as mensagens dos partidos a que se opunha no Twitter e no Facebook.

Diz-se que o PRI usou truques, distorcendo e alterando a linguagem de discussões o suficiente para confundir as pessoas quanto ao que exatamente os partidos adversários estavam dizendo.

Um homem com quem conversei e só se identificou como "Simon Z" opera a Swenzy, que ele diz ter sede nos Estados Unidos. A empresa vende seguidores, curtidas, downloads, visitas e comentários em redes sociais.

Ele diz que sua companhia usa inteligência artificial e outras manobras digitais com o objetivo de escapar aos caçadores de bots dos grandes grupos de internet como Google, Facebook e Twitter, que dedicam muito esforço a tentar eliminá-los de seus sites. Às vezes esses esforços funcionam –ao menos por algum tempo.

Antes da oferta pública inicial de ações do Twitter, a empresa eliminou milhões de bots do serviço.

Ao longo dos anos, o Google reduziu em centenas de milhões a contagem de visitas a determinados vídeos, por atribuí-las a bots.

Simon Z diz que hoje opera 100 mil robôs muito avançados, ativos em diversas redes, entre as quais YouTube, Facebook, Twitter, Vine, Instagram e SoundCloud.

Quando os compradores encomendam bots em grande volume, ele diz que pode recorrer a "fornecedores clandestinos", que operam exércitos de bots ainda maiores.

Não é ilegal ser dono de um bot, ou criá-lo. A legalidade dependerá de como as pessoas utilizem o recurso. O uso dado a eles muitas vezes contraria as normas dos sites de redes sociais.
falsos motoristas

Por enquanto, os bots são enganosos de modo simples, iludindo outras pessoas a imaginar que alguém seja popular, ou defendendo uma causa. Mas à medida que a sofisticação dos bots crescer, diz Wesson, eles podem se tornar mais perigosos.

Em março, dois estudantes do Technion (Instituto de Tecnologia de Israel), programaram um enxame de bots que causou um falso congestionamento de trânsito no Waze, um software de navegação criado no país e controlado hoje pelo Google.

O projeto, uma demonstração para um trabalho acadêmico, era tão sofisticado que os estudantes conseguiram criar robôs que imitavam celulares Android, acessando falsos sinais de GPS, e operados por falsos seres humanos que dirigiam falsos carros.

O Waze acreditou que os bots estavam na rua, e começou a redirecionar tráfego a outras vias. Assim, cuidado com os amigos bots que você fizer. Se o bot em questão tiver um ponto de vista político diferente, ele pode se voltar contra você. Ou tentar fazê-lo perder o caminho.

Tradução de Paulo Migliacci  

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Universo Digital  I Cortana vs. Siri vs. Google Now: o embate dos comandos por voz   (14/04/14)

Por: Eric Limer

O Windows Phone 8.1 chegou hoje aos usuários como Preview, e ele traz não só uma central de notificações: há uma nova assistente de voz inspirada em Halo. Mas como a Cortana se sai contra seus concorrentes, que têm um ou dois anos a mais de experiência que ela? Surpreendentemente bem.

No geral, como você pode ver, Cortana, Siri e Google Now estão no mesmo nível – pelo menos em inglês:

A Siri ainda não fala português, e a Cortana deve ganhar suporte a outros idiomas em 2015. Em inglês, cada um responde com facilidade à maioria das perguntas, e a Cortana se encaixa bem no meio, oferecendo um pouco da personalidade de Siri, mas com a rapidez do Google Now.

A Cortana tem alguns truques especiais que Google Now e Siri não conseguem fazer: por exemplo, se você precisa avisar algo a José, a assistente mostra um lembrete quando ele ligar para você. Mas no geral, todos os três assistentes digitais se equiparam. Agora é uma corrida para ver quem consegue tomar o controle da sua vida. [Gizmodo]

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Universo Digital  I Os preços de lançamento do Samsung Galaxy S5, Gear Fit e Gear 2  (12/04/14)

Por: Felipe Ventura

Hoje começam as vendas do Samsung Galaxy S5 no Brasil e ao redor do mundo. Ele já estava em pré-venda nas operadoras e no varejo, e agora pode ser comprado diretamente. O preço oficial é de R$ 2.599, mas você pode encontrá-lo por (um pouco) menos.

O Galaxy S5 está disponível nas cores preto, branco, azul e dourado. Entre suas novidades, temos o leitor de impressões digitais no botão Home, o monitor de batimentos cardíacos na traseira, e a câmera de 16 megapixels que grava vídeos em 4K. Por dentro, temos um processador Snapdragon quad-core de 2,5 GHz e suporte a 4G brasileiro. Veja neste link todas as especificações.

A versão brasileira do Galaxy S5 ainda oferece 50 GB de espaço no Dropbox por dois anos; 1 ano de serviço premium no RunKeeper; 3 meses de conta premium no LinkedIn; 45 edições digitais do jornal O Globo; e desconto de R$ 80 na Dafiti (em compra mínima de R$ 85). Confira aqui nosso hands-on do aparelho.

O Gear Fit e Gear 2, relógios de pulso inteligentes da Samsung, também chegam hoje ao Brasil. Eles custarão até R$ 899 e R$ 1.299, respectivamente.

TIM

A TIM é a mais camarada nos preços. Hoje, em algumas lojas, novos e atuais clientes pós-pagos podem levar o aparelho por R$ 1.999, em até 12 vezes sem juros. Os eventos acontecem nas lojas TIM de São Paulo (Shopping Morumbi e Iguatemi), Rio de Janeiro (New York City Center, Barra Shopping e Rio Sul), Campinas (Shopping Parque Dom Pedro) e Brasília (Park Shopping). O evento começa quando o shopping abrir. Os primeiros consumidores da fila ganharão um Gear Fit.

No dia 26, clientes pós poderão adquirir, por R$ 1.999, o Galaxy S5 em lojas de outras cidades: Belo Horizonte (BH Shopping), Curitiba (Shopping Barigui), Porto Alegre (Shopping Iguatemi), Recife (Shopping Recife) e Salvador (Shopping Iguatemi). Novamente, o evento ocorre “de acordo com o horário de funcionamento dos shoppings”, como explica a TIM.

Quem não puder ir ao evento poderá adquirir o aparelho por R$ 2.299 (pós-pago) ou R$ 2.599 (pré-pago). Vale lembrar que o pós da TIM não requer fidelidade de doze meses.

Claro

O Galaxy S5 chega hoje às lojas da Claro no sudeste e centro-oeste; a loja online da operadora, por sua vez, entrega para todo o Brasil – o frete é grátis e você ganha uma capinha S View.

No pré-pago, ele custa R$ 2.599. No pós, o preço varia com o plano adquirido: no Claro Online 5GB + 400 min, ele sai por R$ 999. O plano tem fidelidade de doze meses e custa R$ 329/mês.

Hoje, ganharão um Samsung Gear Fit os primeiros clientes que adquirirem o smartphone nas lojas Claro dos Shoppings Morumbi (SP), Iguatemi (SP), Parque D. Pedro (Campinas), Park Shopping (DF), Rio Sul (RJ) e Barra Shopping (RJ).

Vivo

O Galaxy S5 sai por R$ 2.599 no pré-pago, e por R$ 1.349 no plano SmartVivo 400 4G, que cobra R$ 349 por mês.

O aparelho chega primeiro às lojas próprias da Vivo em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Brasília – a lista está abaixo – disponível nas cores branco e preto. Quem comprá-lo hoje em loja física vai ganhar um Gear Fit (mas os estoques são limitados). Ele também está disponível na loja online; os 60 primeiros compradores ganham uma capinha S-View.

Shopping Analia Franco (São Paulo); Shopping Center Norte (São Paulo); Shopping Morumbi (São Paulo); Shopping Iguatemi (São Paulo); Shopping Paulista (São Paulo); Shopping Eldorado (São Paulo); Barra Shopping (Rio de Janeiro); Megastore Barra Shopping (Rio de Janeiro); Shopping Rio Sul (Rio de Janeiro); Shopping Leblon (Rio de Janeiro); Park Shopping I (Brasília); Park Shopping II (Brasília); Centro Empresarial Varig (Brasília); Shopping Iguatemi (Brasília); Shopping Dom Pedro (Campinas)

Oi

No pré-pago, o Galaxy S5 custa R$ 2.599. No pós-pago, ele sai por R$ 2.299/2.099/1.849/1.599 ao adquirir o plano Oi Smartphone 100/250/500/1000, e você pode parcelar o valor em até doze vezes. Os planos custam R$ 99/149/229/345 por mês com fidelidade de doze meses. No geral, a Oi cobra mais caro pelo aparelho.

Ao adquirir o aparelho, há uma oferta especial: você leva 5GB de internet 4G até o final do ano (pagando 500 MB), mais acesso ilimitado à rede Oi WiFi até 2018.

O Galaxy S5 chega hoje às lojas da Oi no Barra Shopping (RJ), Morumbi Shopping (SP) e Park Shopping (Brasília). Os cinco primeiros clientes ganharão um Gear Fit.

Varejo online

Nas lojas online, o Galaxy S5 custa R$ 2.599, mas você o encontrará com desconto à vista. Reunimos os preços de algumas lojas, que podem mudar ao longo dos próximos dias. Em alguns casos, é preciso acessar a loja através de um site como o Buscapé para obter o preço menor.

  • Webfones: R$ 2.209,15
  • Magazine Luiza: R$ 2.287,12
  • Girafa: R$ 2.287,12
  • Fast Shop: 2.320,26
  • Americanas: R$ 2.391,08 (apenas via sites de comparação de preços)
  • Submarino: R$ 2.391,08 (apenas via sites de comparação de preços)
  • Shoptime: R$ 2.391,08 (apenas via sites de comparação de preços)

 

Gear Fit e Gear 2

samsung gear 2 gear fit

O Gear Fit possui uma longa touchscreen de 1,84 polegadas, pesa apenas 27 g e se livra de funções desnecessárias como atender chamadas no pulso, mas recebe notificações de e-mails, SMS e de apps de terceiros – e ainda possui um monitor de frequência cardíaca.

O Gear 2, por sua vez, tem um formato mais tradicional para um relógio de pulso, mas inclui uma câmera de 2MP acima da tela, um monitor de frequência cardíaca na traseira, e permite atender ligações no pulso – além de receber notificações.

O lançamento foi prometido para hoje, mas ainda não os encontramos em lojas virtuais. Atualizaremos o post com mais detalhes. [Gizmodo]

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Universo Digital  I Business Insider mostra o absurdo dos preços da Apple no Brasil     (10/04/14)

Por: Nadiajda Ferreira

Todo mundo sabe que produtos tecnológicos são ridiculamente caros no Brasil. Mas quando se trata da Apple, os preços extrapolam todas as fronteiras do aceitável. O Business Insider, site que cobre principalmente negócios e tecnologia, mandou um correspondente para o Brasil para ver nossos preços de perto. E o cara quase caiu pra trás de susto.

Elas foram até uma loja iPlaces, no shopping Bourbon, em São Paulo, e analisaram os preços até serem convidados a se retirar do estabelecimento por estarem tirando fotos dos aparelhos. Na loja, o iPhone 5S de 64 gigas está custando R$ 3.599 (US$1.637), contra os US$ 849 cobrados pelo aparelho sem operadora nos EUA. Isso nos dá o vergonhoso título de vendedores do iPhone 5S mais caro do mundo.

Segundo a reportagem:

Os preços absurdos do Brasil, que não são praticados somente com os produtos da Apple, podem ser atribuídos a gargalos de transporte, políticas protecionistas, uma história de inflação alta, um sistema fiscal disfuncional e uma moeda supervalorizada.

air-brazil

Eles trazem mais algumas comparações de preços entre o Brasil e a Apple Store americana. Mantivemos todos os preços em dólares para dar uma noção maior da discrepância:

iMac 3.4 GHz

No Brasil – US$ 4.320
Nos EUA – US$ 1.999

MacBook Air 13’ (256 GB)

No Brasil – US$ 2.455
Nos EUA – US$ 1.299

Fones de ouvido

No Brasil – US$ 67
Nos EUA – US$ 29

iPad Mini Retina com WiFi

No Brasil – US$ 681
Nos EUA – US$ 299

É bom lembrar que no dia primeiro de abril foi noticiado um aumento de preço em alguns produtos da Apple, como MacBooks e iPods nas lojas de São Paulo. E não, não era uma piadinha. O percentual de aumento variou entre 10,42% (MacBook pro 13’ 2,5 GHz) e 22,25% (iPod Touch 16 GB). A explicação para os novos preços foi o aumento de 50% (!!!) na alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do estado de São Paulo.

Já estamos cansados de saber que a carga tributária do Brasil é uma das mais pesadas do mundo e que os produtos da Apple não são conhecidos pelo preço baixo, mas ainda assim não dá pra não se espantar quando as coisas ultrapassam as raias do absurdo. [Gizmodo]

[Via Business Insider]

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Universo Digital  I Facebook anuncia compra da Oculus VR por US$ 2 bilhões    (25/03/14)

Por: Leandro MP - Kotaku

O Facebook acaba de anunciar a compra da Oculus VR, empresa responsável pelo desenvolvimento do Oculus Rift, por US$ 2 bilhões. O anúncio foi feito por meio de um post no blog oficial do Facebook.

De acordo com o comunicado, o Facebook vai pagar US$ 400 milhões em dinheiro e o restante em ações da empresa. Serão 23,1 milhões de ações, avaliadas atulmente em cerca de US$ 1,6 bilhão. O acordo ainda conta com uma cláusula que prevê mais US$ 300 milhões em dinheiro e ações com base na realização de algumas metas. A operação de compra ainda não foi concluída e deve ser finalizada até o fim deste semestre.

Mas por que o Facebook compraria a Oculus VR e qual o interesse da rede social no campo da realidade virtual? Com a palvra, Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook:

“Mobile é a plataforma do presente, e agora a gente está se preparando para as plataformas do futuro. A Oculus tem a chance de criar a plataforma mais social possível e mudar o jeito que a gente trabalha, joga e se comunica”, disse Zuckerberg.

Brenadn Iribe, co-fundador e CEO da Oculus VR, afirmou em comunicado que “está animado para trabalhar com Mark e com o Facebook para entregar a melhor plataforma de realidade virtual do mundo. “Nós acreditamos que a realidade virtual será fortemente definida pelas experiências sociais que conectam as pessoas. É uma tecnologia disruptiva que permite que o mundo experimente o impossível, e isso é apenas o começo”, afirmou Iribe.

Qual será o futuro do Oculus Rift?

Se você estava animado com as possibilidades do Oculus Rift para os games, por enquanto não há com o que se preocupar. O desenvolvimento do headset continuará com os engenheiros da Oculus VR no escritório da empresa em Irvine, na Califórnia.

“O Rift é muito aguardado pela comunidade de games, e há muito interesses dos desenvolvedores na construção dessa plataforma. Nós vamos ajudar a empresa a construir seu produto e desenvolver parcerias para dar suporte a mais jogos. A Oculus VR vai continuar operando de forma independente do Facebook para atingir esse objetivo”, afirmou Mark Zuckerberg.

Na verdade, a compra da Oculus VR pelo Facebook pode ser muito benéfica para o desenvolvimento do Oculus Rift e de outros tipos de hardware de realidade virtual. Com a concretização do negócio, o Facebook poderá oferecer os recursos necessários (tanto financeiros quanto de estrutura empresarial) para transformar um protótipo para desenvolvedores em um produto de massa.

Ainda é cedo para dizer os rumos que o desenvolvimento do Oculus Rift vai tomar. Pelo tom do texto publicado por Mark Zuckerberg após o anúncio da negociação, em que o termo “plataforma do futuro” aparece algumas vezes, é possível dizer que o objetivo do Facebook é ampliar o uso do acessório para realidade virtual para muito além dos games.

“Depois dos jogos, nós vamos trasnformar o Oculus em uma plataforma para muitas outras experiências. Imagine assistir a um jogo na arquibancada colada na quadra, estudar em uma classe com estudantes e professores espalhados pelo mundo e passar por uma consulta média… apenas colocando um óculos em sua casa”, diz Zuckerberg.

>> Review: O novo Oculus Rift é muito bom e você vai poder ter um ainda este ano

Projeto no Kickstarter

A Oculus VR, empresa por trás do desenvolvimento do Oculus Rift, foi fundada em 2012 por Palmer Luckey, Brendan Iribe, Michael Antonov e Nate Mitchell. Em agosto de 2013, a empresa contratou o co-fundador da id Software John Carmack, responsável pelo clássico Doom, como Chief Technology Officer (CTO).

Para iniciar o desenvolvimento do Oculus Rift, a empresa lançou uma campanha de financiamento coletivo no Kickstarter. A campanha arrecadou cerca de US$ 2,4 milhões em 2012 e, desde então, vários outros investidores ajudaram a financiar o desenvolvimento do Oculus Rift.

No fim de fevereiro, a Oculus VR anunciou que a produção do kit de desenvolvimento do óculos de realidade virtual estava parada por falta de materiais.  A escassez é a prova do quão insanamente popular o Oculus Rift se tornou entre a comunidade gamer. O modelo atualmente à venda ainda não é a versão final do produto e é destinado apenas para quem quer desenvolver jogos usando o acessório, mas mais de 50 mil unidades já foram vendidas mesmo assim. 

[GIZMODO] Eu usei o novo Oculus Rift e não quero mais olhar para o mundo real [GIZMODO] Zuckerberg e Elon Musk se unem pelo futuro da inteligência artificial

Veja o comunicado de Mark Zuckerberg após a aquisição na íntegra (em inglês).

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Universo Digital  I Zuckerberg ligou para Obama para reclamar das ações da NSA   (13/03/14)

Em texto publicado por Mark Zuckerberg no Facebook, o criador da rede social afirma ter telefona para o presidente Obama para expressar suas frustrações

ma e Zuckerberg: criador do Facebook diz ter ligado para o presidente para expressar suas frustrações

São Paulo – Em um texto publicado em seu perfil no Facebook, Mark Zuckerberg afirma ter telefonado para o presidente Obama. O motivo da ligação era expressar suas frustrações por causa dos danos causados pelo governo no espaço virtual.

Ele lamenta que aparentemente vá demorar muito tempo até que uma reforma sobre o assunto chegue.

No texto, Zuckerberg afirma que quando seus engenheiros de segurança trabalham, eles imaginam que irão proteger os dados de criminosos, mas não do próprio governo.

Depois de uma hora da publicação, o post de Mark Zuckerberg já contava com mais de 90 mil curtidas.

Leia o texto na íntegra abaixo:

Com o mundo se tornando mais complexo e governos de todo o mundo brigando, confiança na internet é mais importante do que nunca.

A internet é nosso espaço compartilhado. Ela nos ajuda a nos conectar. Ela espalha oportunidades. Ela permite aprendizado. Ela nos dá uma voz. Ela nos faz mais fortes e seguros juntos.

Para manter a internet forte, nós precisamos mantê-la segura. É por isso que no Facebook nós gastamos bastante energia tornando nossos serviços e a internet mais e mais seguros. Nós criptografamos comunicações, nós usamos protocolas seguros para tráfego, nós encorajamos que as pessoas usem múltiplos fatores para autenticação e nós tomamos caminhos para arrumar problemas que achamos em serviços de outras pessoas.

A internet funciona porque a maioria das pessoas e das empresas faz o mesmo. Nós trabalhamos juntos para criar esse ambiente seguro e fazer nosso espaço compartilhado ainda melhor para o mundo.

É por isso que eu tenho ficado tão confuso e frustrado com as repetidas informações do comportamento do governo americano. Quando nossos engenheiros trabalham incansavelmente para melhorar a segurança, nós imaginamos que estamos protegendo vocês de criminosos, não do nosso próprio governo.

O governo americano deveria ser o defensor da internet, não a ameaça. Eles precisam ser mais transparentes sobre o que eles estão fazendo, ou as pessoas irão acreditar no pior.

Eu liguei para o presidente Obama para expressar minhas frustrações sobre o dano que o governo está causando para todo o futuro. Infelizmente, parece que demorará muito tempo até que uma reforma verdadeira aconteça.

Então cabe a nós – todos nós – construir a internet que queremos. Juntos, nós podemos criar um espaço que seja maior e mais importante do que qualquer outro espaço que exista hoje, mas que também seja seguro. Eu estou comprometido em ver isso acontecer, e você pode contar que o Facebook vai fazer sua parte.

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Universo Digital  I Kickstarter atinge marca de US$1 bi para projetos criativos    (03/03/14)

Portal de financiamento anunciou que os recursos prometidos para filmes, jogos e outros projetos criativos superaram a marca do bilhão de dólares.

 

eClipse, um dos projeto da Kickstarter: portal foi lançado como um meio para levantamento de recursos para projetos independentes.

O portal de financiamento coletivo Kickstarter anunciou nesta segunda-feira que os recursos prometidos para filmes, jogos e outros projetos criativos superaram a marca do bilhão de dólares.

"Aconteceu às 4h03 (horário dos Estados Unidos)" na segunda-feira, disse o presidente-executivo do Kickstarter, Yancey Strickler, à Reuters por telefone, acrescentando que as ofertas de recursos vieram "de todos os cantos do mundo".

Ele afirmou que o número é o valor acumulado desde abril de 2009, quando o Kickstarter foi lançado como um meio para levantamento de recursos para projetos independentes que vão de filmes a shows e videogames e até aberturas de restaurantes.

Strickler citou que entre os projetos apoiados pelo Kickstarter está o documentário "The Square", indicado para um Oscar. O filme trata da revolução na Praça Tahrir, que derrubou o líder egípcio Hosni Mubarak.

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Universo Digital  I  Amazon prepara streaming musical   (28/02/14)

Amazon estaria em negociações com grandes gravadores para iniciar um serviço de straming de músicas, diz Recode

Amazon Prime: além de entregas rápidas e desconto, Jeff Bezos quer oferecer músicas

São Paulo – A Apple transmite músicas com o iTunes Radio, o Google com o Google Play Music All Access e a Microsoft com o Xbox Music. A grande pergunta é: e aí, Amazon?

A empresa de Jeff Bezos já faz streaming de filmes e séries de televisão nos Estados Unidos para assinantes do seu pacote premium usando o Amazon Instant Video. Aparentemente, outro importante nicho de consumo de mídia não explorado por eles são as músicas.

Isso está perto de chegar ao fim. A Amazon estaria trabalhando com empenho em negociações com grandes gravadoras, de acordo com o site Recode. As negociações estão acontecendo há meses. O motivo para elas não terem sido concluídas ainda é porque a Amazon estaria pedindo para pagar um valor muito abaixo do que as outras empresas que já fizeram esses acordos pagam.

O mercado de streaming de músicas está bem cheio. Além das grandes empresas comentadas na abertura deste texto, Spotify, Rdio, Pandora, Grooveshark, entre outras disputam os assinantes.

A Amazon pode encontrar uma aproximação diferente nessa disputa, no entanto. Caso o streaming de música seja associado à assinatura do Amazon Prime, os usuários não estariam pagando apenas por música. Filmes, séries, descontos no site, entrega mais rápida estariam somadas ao stremaing de músicas em um grande pacote.

O usuário pode achar mais vantajoso cancelar uma assinatura do Spotify, por exemplo, e pagar um pouco mais por um pacote da Amazon. Em sua reportagem, o Recode também comenta que a Amazon vem pensando em elevar a assinatura do Amazon Prime de 79 dólares por ano para 119 dólares anuais. [Exame]

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Universo Digital  I  Google e LG lançarão relógio inteligente em junho, diz site CNET.com  (24/02/14)

Novo gadget com sistema operacional do Google e fabricado pela LG contaria com assistente para comandos de voz, afirma CNET.com

Google: relógio inteligente da empresa seria nova investida no segmento de gadgets para vestir, que deve movimentar quase 20 bilhões de dólares até 2018

São Paulo - Google e LG estão trabalhando num relógio inteligente que será lançado até o meio do ano. O rumor foi publicado pelo CNET.com. O gadget seria apresentado durante a Google I/O, conferência da empresa para desenvolvedores.

De acordo com o site, o Google está desenvolvendo o sistema operacional do relógio inteligente - que será fabricado pela LG. A dinâmica é parecida com a que já acontece em relação ao Nexus 5, smartphone pensado pelo Google que a companhia sul-coreana produz.

O novo gadget traria o assistente Google Now, que permitiria ao usuário operar o relógio por meio de comandos de voz, um recurso já está presente em outros produtos da empresa - como o Google Glass, os óculos inteligentes do Google.

Assim como o Glass, um relógio inteligente do Google se enquadraria na categoria dos wearables ou gadgets para vestir. Segundo levantamento da Juniper Research, esse segmento de produtos deve estar movimentando cerca de 19 bilhões de dólares até 2018.

Além do Google, outras empresas também estão de olho no setor dos relógios inteligentes. Um exemplo é a Samsung que hoje lançou dois modelos desse tipo de produto no Mobile World Congress: os relógios Galaxy Gear 2 e o Galaxy Gear 2 Neo.

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Universo Digital  I  'Em essência, Apple é a nova Microsoft', dizem analistas   (21/02/14)

Desde a morte de Steve Jobs, em 2011, analistas e até os próprios usuários  acreditam que a Apple perdeu uma de suas principais características, e também  aquela que a consagrou no mundo da tecnologia: a criatividade. De fato, quando  paramos para analisar, foram poucos os produtos que realmente conseguiram inovar  depois dos primeiros modelos de iPod, iPhone e iPad – salvas raras exceções,  como os recentes iPad Air e o Mac Pro.

Sede da Apple em Cupertino, Califórnia, nos Estados Unidos (Foto: AP Photo/Paul Sakuma).

Mas a situação da empresa de Cupertino pode ser mais grave do que aparenta,  pelo menos de acordo com especialistas de Wall Street. Como informa o Business Insider, eles acreditam que a Apple está seguindo o  mesmo caminho que a Microsoft no começo dos anos 2000, quando a companhia  começou a não apresentar nenhum produto ou serviço que pudesse abalar o mercado  tecnológico.

Ben Reitzes, um analista da banco britânico Barclays, defende a teoria de que  a Apple é pioneira na criação de novos conceitos e novas categorias de produtos  para o consumidor final, mas que isso não é o suficiente para acelerar o  crescimento econômico da própria companhia. Para Reitzes, nem mesmo o lançamento  de um novo iPhone ou outras tecnologias, como o iWatch, poderá valorizar a  empresa.

"Francamente, não conseguimos ver motivos reais de como relógios inteligentes  ou TVs vão aumentar os lucros [da Apple], e nem estamos convencidos de que esses  produtos poderão causar o mesmo impacto de categorias lançadas nos velhos  tempos", disse o analista, se referindo aos anúncios dos primeiros iPhone e  iPad, quando Steve Jobs ainda estava vivo.

Reitzes ainda revelou que, como consumidor, está animado com os próximos  lançamentos da Apple, mas que, como investidor, é preciso pensar duas vezes  antes de querer investir em ações ou outros serviços da companhia.

Chris Matyszczyk, um dos redatores do site CNET, comentou que "em essência, a Apple é como a Microsoft,  [e está] apenas a alguns passos da mediocridade". Ele ainda afirma que a Maçã  caminha para um futuro de irrelevância, no qual outros concorrentes serão mais  inovadores do que ela.

Até o cofundador da Apple acredita que a empresa perdeu seu brilho. Em entrevista recente ao TechCrunch, Steve Wozniak disse  temer que a Microsoft crie produtos melhores e ainda mais diferenciados que a  Maçã nos próximos anos. Woz justifica sua preocupação: para ele, o fato de a  Microsoft não ter medo de errar e seguir mudando as coisas, criando produtos que  não seguem a mesma linha de sempre, como iPhone e Android, pode ser uma verdadeira pedra no sapato da empresa  que ele ajudou a fundar. 

Para Wozniak, as inovações parecem ter dado uma trégua, o que lembra o  período que a Apple enfrentou quando Jobs saiu da empresa, na década de 80. Vale  lembrar que Bill Gates, um dos fundadores da Microsoft, está de volta à gigante de Redmond para ajudar no  desenvolvimento e direcionamento de novos produtos, o que deve preocupar  ainda mais não só a Apple, mas outras empresas de tecnologia. [canaltech]

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Universo Digital  I  Mulheres duram pouco no alto escalão da tecnologia   (17/02/14)

Estudo diz que norte-americanas têm 45% mais probabilidade de abandonar a área dentro de um ano do que seus colegas homens

Por Agências

Jena McGregor THE WASHINGTON POST

WASHINGTON – A dificuldade para se ter mais mulheres trabalhando nos setores da ciência e da alta tecnologia vem merecendo muita atenção atualmente nos Estados Unidos. Um novo programa de orientação para mulheres que querem ser cientistas acaba de ser lançado e, durante o Super Bowl, foram veiculados anúncios de brinquedos educativos desenhados para mulheres.

Mas manter as mulheres nesses campos de atividade e ajudá-las a chegar ao topo pode ser um grande desafio. De acordo com estudo divulgado semana passada pelo Centro para Inovação de Talentos (CTI), grupo de pesquisa fundado pela economista Sylvia Ann Hewlett, as mulheres norte-americanas que trabalham nos setores de tecnologia e ciência têm 45% mais possibilidade de abandonar o setor no prazo de um ano quando comparadas a colegas do sexo masculino.

Além disto, segundo um terço dos líderes do alto escalão – tanto homens como mulheres –, que trabalham nas áreas de tecnologia, engenharia e ciências, uma mulher nunca chegaria a um alto cargo em suas empresas. “Mesmo aqueles que ocupam altos cargos na empresa e que estariam em posição de realizar mudanças dentro da companhia, favorecendo as mulheres, não acham que podem fazer alguma coisa”, disse Laura Sherbin, diretora de pesquisa da CTI. Neste caso, “o que resta?”, pergunta.

O estudo é uma atualização de outro realizado em 2008 pelo CTI sobre mulheres que trabalham no setor de alta tecnologia. Este também havia concluído que há um êxodo das mulheres nestas áreas.

O levantamento mais recente foi feito com 5.685 adultos formados em universidades com experiência em alguma empresa de tecnologia, engenharia ou ciências, no setor privado; 2.349 dos entrevistados eram mulheres.

Países emergentes. Uma diferença fundamental entre os dois estudos é que a pesquisa este ano também examinou as experiências de mulheres que trabalham em empresas de ciência e tecnologia em países emergentes. Os resultados nestes países também foram decepcionantes. Mais de um quarto das mulheres nos Estados Unidos que trabalham nesses setores consideram que suas carreiras estão estagnadas, ao passo que na Índia a proporção de mulheres com essa sensação é de 45%.

Nos Estados Unidos 32% das mulheres que trabalham em empresas de tecnologia e ciência afirmam que provavelmente deixarão o emprego no prazo de um ano. A porcentagem é praticamente a mesma na China.

De acordo com o estudo, preconceitos de gênero também são um fator pelo qual as mulheres acham que não conseguirão avançar na carreira ou preferem deixar as empresas em que trabalham. Um terço das mulheres americanas trabalhando em empresas em áreas “científica, de engenharia e de alta tecnologia” sentem-se excluídas das redes sociais nos seus empregos (na Índia são 53%). Por outro lado, 72% das mulheres nos Estados Unidos e 78% no Brasil acham que existe preconceito nas avaliações sobre seu desempenho.

Agressividade

Finalmente, 44% das mulheres americanas entrevistadas acham que são julgadas com base em critérios de liderança basicamente masculinos e obrigadas a assumir uma conduta difícil entre agressividade e assertividade que, com frequência, arruínam as suas carreiras.

Embora isso ocorra em muitos locais de trabalho, “é levado ao extremo nesses campos de atividade”, disse Laura Sherbin. Quando os líderes são todos homens, é muito difícil para uma mulher parecer, agir e se comportar como o líder que ela sucedeu.

Apesar de todas as notícias desencorajadoras, existem alguns pontos positivos. No estudo realizado este ano, poucas mulheres disseram que se sentem solitárias em suas equipes. Mais de 80% em cada país afirmaram que adoram seu trabalho. Mais da metade das mulheres nos Estados Unidos e uma grande maioria nos mercados emergentes, afirmaram ter ambições de chegar ao topo.

Além disso, a pesquisa mostrou que sua intenção de deixar estes setores, “claramente não é porque temem o trabalho duro”, concluiu Laura Sherbin. “Elas acham que sua carreira está estagnada e este sentimento se transforma numa total falta de esperança”, concluiu a pesquisadora.

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Universo Digital  I  Inauguração da loja da Apple atrai multidão   (15/02/14)

Consumidores passaram a madrugada de sexta para sábado esperando abertura da primeira loja oficial da marca no Brasil, em shopping do RJ

Mariana Sallowicz

RIO DE JANEIRO – Com uma longa fila, a primeira loja da Apple na América Latina abriu as portas neste sábado, 15,  no shopping VillageMall, no Rio. No momento da inauguração, às 11h, cerca de 1.700 pessoas aguardavam no local, de acordo com a assessoria de imprensa do shopping, que fica na zona oeste da cidade.

Algumas delas passaram a noite no local. O primeiro a chegar foi o coordenador de logística Diogo Cuba, 31. O cliente foi para o shopping na manhã de sexta-feira, às 10h20. “Gostei muito da loja, é bem espaçosa e o atendimento é diferenciado. Os vendedores se apresentam, querem saber o seu nome, entendem muito dos produtos”, diz Cuba, que mora no Rio. Por volta das 13h, ele ainda estava na loja e tinha comprado uma capa de iPad.

No momento da abertura, os funcionários da Apple se posicionaram na frente da loja, que tem fachada com cerca de 30 metros, uma das mais extensas da empresa no mundo.

Eles aplaudiam os clientes que aguardavam enfileirados e puxaram diversos coros, como “Brasil, Brasil, Brasil”. Minutos antes de Cuba entrar na loja, o mestre de cerimônias disse: “Estamos muito animados que vocês estão aqui. Construímos essa loja para vocês”. Depois, os vendedores formaram um corredor polonês, por onde os clientes passaram após uma contagem regressiva.

Segundo o shopping, 170 pessoas passaram a noite no local. Eles foram acomodados com pulseirinhas numeradas no centro de eventos do VillageMall, um auditório com pufes e cadeiras. Foram servidos sanduíches, pão de queijo, cupcakes, além de sucos e água.

A Apple tem loja virtual no Brasil desde 2009 e atua no mercado local há 20 anos. Embora não tivesse lojas físicas, a empresa já mantinha uma rede de revendedores oficiais no mercado brasileiro.

 

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Universo Digital  I  Conheça a primeira Apple Store do Brasil - Fotos [Vídeo]  (13/02/14)

A loja que a Apple vai abrir sábado na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, "será a primeira de muitas no Brasil", prometeu Steve Cano, vice-presidente de varejo da companhia americana. O executivo apresentou a loja a jornalistas na manhã desta quinta-feira.Os consumidores que comparecerem à inauguração, a partir das 11h no shopping Village Mall, ganharão camisetas da Apple (serão distribuídas 1,5 mil) e poderão experimentar uma seleção de 170 aparelhos dispostos para degustação no estabelecimento. O shopping ficará aberto durante a madrugada de sábado para dar conta da fila de clientes que a Apple espera ver formada antes da inauguração.

Na primeira Apple Store brasileira, a companhia decidiu oferecer diversos acessórios com motivos nacionais, como capas para iPhone e iPad que exibem a bandeira do Brasil e, para Macbook, com ilustrações do calçadão de Ipanema e que emulam a arquitetura das favelas. Os clientes não devem esperar promoções, porém. Os preços da Apple Store são idênticos aos cobrados pelo site de e-commerce da empresa. Mas quem comprar à vista, seja em dinheiro ou em cartões de crédito ou débito, terá 10% de desconto em todos os produtos.

Os consumidores também devem esquecer a busca pelo título de "primeiro comprador de uma Apple Store no Brasil". O posto já foi assumido nesta quinta-feira pelo jornalista Alexandre Fontoura, de 33 anos, que aproveitou a coletiva de imprensa na loja para adquirir um iPad.

Como nas outras Apple Stores espalhadas pelo mundo, a do Rio vai tentar fidelizar clientes com a oferta de cursos sobre o funcionamento de seus produtos. A loja manterá uma rotina de oficinas gratuitas, cujas inscrições podem ser feitas no site da companhia. Segundo Steve Cano, todas as oficinas para a primeira semana já estão esgotadas por causa da demanda.

O estabelecimento também vai oferecer treinamento individualizado a quem deseja ir fundo em algum produto específico da Apple. Durante um ano, o aluno assistirá a uma aula personalizada por semana. Mas essa modalidade de workshop é paga.

Haverá também um programa de workshops para crianças, que envolverá aulas, acampamentos e excursões. As crianças vão aprender a criar filmes e músicas com gadgets da Apple. [GLOBO]

Loja da Apple no Rio terá Genius Bar, seção para tirar dúvidas e pedir ajuda aos funcionários

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Universo Digital  I Apple prepara abertura de lojas no Brasil   (13/02/14)

A primeira loja física da empresa na América Latina será inaugurada no shopping de luxo Village Mall, no Rio, no próximo sábado, 15

Mariana Sallowicz, do

Rio - O vice-presidente de lojas da Apple, Steve Cano, afirmou nesta quinta-feira, 13, que a empresa está "muito empolgada com as perspectivas de crescimento no Brasil", indicando que a companhia norte-americana prepara a abertura de novas lojas no País.

A primeira loja física da Apple na América Latina será inaugurada no shopping de luxo Village Mall, no Rio, no próximo sábado, 15. A empresa americana tem loja virtual no Brasil desde 2009 e atua no mercado local há 20 anos.

"Estamos muito empolgados com a primeira de muitas lojas no Brasil", disse em entrevista coletiva. Segundo ele, a empresa nunca abre apenas uma unidade nos países onde decide operar.

Cano, no entanto, não informou onde será a próxima e nem quando será aberta. Sobre a escolha do Rio, disse que a empresa encontrou o "espaço certo", acrescentando que o Brasil é um país de grande importância para a marca, especialmente com a proximidade dos grandes eventos esportivos. "Com a Copa do Mundo e a Olimpíada, é um momento muito empolgante para estar no Brasil".

Os preços dos produtos na loja serão semelhantes aos oferecidos no site. Um iPad Air de 16 GB custará R$ 1.749, enquanto nos Estados Unidos é vendido por US$ 499.

A empresa contratou 45 funcionários para trabalharem no estabelecimento, que irão se juntar a um time de 43 mil empregados da marca no mundo. Alguns deles se mudaram para o Rio.

Um dos funcionários veio de Fortaleza. Serão vendidos mais de 170 produtos. A Apple tem 423 lojas próprias em 14 países.

No local, a Apple vai oferecer workshops gratuitos. As inscrições podem ser feitas pela internet. Em um dia, as vagas de uma semana dos workshops foram preenchidas, segundo o executivo. Além dos adultos, há programas para crianças. Turmas de escolas podem participar de um treinamento com duração de duas a três horas. "Ensinamos, por exemplo, como fazer vídeos", diz Cano.

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Universo Digital  I Samsung lança oficialmente seu Chromebook fabricado no Brasil   (12/02/14)

O dispositivo conta com o sistema operacional próprio da Google, o Chrome OS, e está disponível por R$ 1.099

A Samsung acaba de lançar oficialmente no mercado brasileiro a versão  nacional do seu Chromebook, que traz o Chrome OS em português e tem fabricação  aqui no Brasil. Outros diferenciais são seu teclado completamente no nosso  idioma e o armazenamento na nuvem de até 100 GB gratuitos por dois anos, por  meio do Google Drive.

Segundo a fabricante, é importante destacar que o dispositivo não é um  notebook, mas sim configura uma nova categoria de produtos. O gadget conta com  16 GB de armazenamento interno, que podem ser expandidos por meio do uso de  cartões SD – além do espaço na nuvem já citado. Os usuários poderão utilizar os  aplicativos pré-instalados ou baixar apps adicionais por meio da Chrome Web  Store; os jogos rodam remotamente por streaming.

O aparelho conta com uma bateria com até 7 horas de duração e pesa 1,1 kg.  Com 1,75 cm de espessura, 29 cm de largura e 20,9 cm de altura, ele foi feito  para se adequar às necessidades de quem busca um dispositivo rápido e portátil  para estar sempre conectado à internet, especialmente estudantes. Vale  ressaltar, no entanto, que a ligação com a web não é um requisito para o  funcionamento do Chromebook, que possui capacidades offline.

Especificações técnicas

  • Processador: Samsung Exynos 5 Dual (1,7 GHz, 1  MB L2 Cache);
  • Sistema  operacional: Google  Chrome OS;
  • Memória RAM: 2 GB DDR3L 800 MHz (sem slots  adicionais);
  • Tela: display  antirreflexivo LED de 11,6 polegadas;
  • Resolução: HD (1366x768);
  • Alto-falantes:  3 watts estéreo (1,5  watts x 2);
  • Câmera: Sim (VGA);
  • Armazenamento: 16 GB e.MMC iNAND (100 GB no Google Drive grátis por dois anos);
  • Comunicação: Bluetooth e placa de rede wireless  (802.11 bg/n 2x2);
  • Portas: HDMI, combo entrada de microfone e  saída de fone de ouvido, 1 x USB 3.0, 1 x USB 2.0, leitor de cartões 3 em 1 (SD,  SDHC e SDXC)
  • Bateria: até 7 horas de duração (duas  células de 30 Wh);
  • Dimensões: 29 cm de largura x 36,5 cm de  profundidade x 1,75 cm de altura;
  • Peso: 1,1 kg;
  • Garantia  padrão: 1  ano.

Um dia após o outro

Da esquerda para direita: Tony  Firjam, Paula Costa e Felix Lin (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

De acordo com o diretor de gerenciamento de produto do Chrome OS, Felix Lin,  outra das grandes vantagens dos Chromebooks sobre os computadores comuns vem do  fato de o software do sistema operacional ser automaticamente atualizado a cada  seis semanas, em média, sem a necessidade de qualquer interação do usuário para  isso.

Para Lin, a tecnologia do aparelho faz com que os updates tragam melhorias  perceptíveis para seu funcionamento. “Ao contrário dos dispositivos normais, que  vão piorando com o passar do tempo, o Chromebook vai melhorando. Uma pessoa que  comprar o gadgets hoje vai contar com o mesmo software de que quem o adquirir no  futuro”, ressaltou.

Inicialmente disponibilizado somente com conexão WiFi no Brasil, a Samsung  pretende trazer também a versão 3G da máquina no futuro, faltando resolver  detalhes com as operadoras e obter as aprovações necessárias de órgãos  governamentais. O Samsung Chromebook já pode ser encontrado por R$ 1.099 nas  lojas físicas da fabricante, em setores da empresa dentro de grandes varejistas  e por meio do comércio online. [TecMundo]

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Universo Digital  I Facebook completa 10 anos e encara o desafio de crescer    (04/02/14)

A página gerou para muitos uma forma diferente de compartilhar vivências que saciou as necessidades humanas de comunicação de 1,2 bilhão de usuários

Fernando Mexía, da

Los Angeles - O Facebook completa dez anos e se estabelece como o paradigma das redes sociais de internet, que apesar de ter passado por altos e baixos possui atualmente mais de 1,2 bilhão de usuários em todo o mundo e precisa continuar a crescer para que não entre em colapso.

A página criada por Mark Zuckerberg em 4 de fevereiro de 2004, em seu quarto na Universidade de Harvard, gerou para muitos uma forma diferente de compartilhar vivências que saciou, como nada havia feito antes, as necessidades humanas de comunicação e aceitação.

O impacto do Facebook foi tão forte que gerou até uma nova categoria para o termo "amigo", o "amigo de Facebook", que englobaria conhecidos ou contatos restritos à rede social.

Essa plataforma virtual se transformou em uma grande coletora de dados, de informação pessoal e de gostos dos usuários segmentados por sexo, idade, localização e idioma, emtre outras características, que modificaram inclusive o mercado publicitário.

Em 2013, o Facebook gerou US$ 7,87 bilhões, com US$ 1,5 bilhão de lucro.

O caminho até chegar aqui foi complicado desde o início. Zuckerberg foi processado por ex-companheiros de Harvard que o acusaram de roubar a ideia e precisou pagar a eles US$ 65 milhões. A história foi tema do filme "A Rede Social" em 2010, que ganhou três Oscar.

O Facebook teve ao longo dos anos tensões também entre seus próprios usuários, o que levou à retificação de suas políticas de privacidade, e à diversidade de ferramentas associadas à rede social.

Em maio de 2012, as ações do Facebook foram lançadas na Bolsa de Nova York, e as expectativas dos investidores eram tão altas que o preço dos títulos disparou.

Mas no dia 30 de janeiro, um dia após anunciar seus resultados econômicos de 2013, os ativos do Facebook atingiram seu recorde histórico na bolsa.

Zuckerberg não escondeu sua satisfação e aproveitou o momento para garantir aos jornalistas que o Facebook continuará "centrado nas mesmas coisas no futuro, conectando todas as pessoas e melhorando o mundo através do compartilhamento".

"Agora agiremos em maior escala, com mais ambição e mais recursos", disse o executivo-chefe.

O Facebook, que se tornou um grande negócio ao ampliar sua base social, parece estar perto de seu limite máximo de usuários (a metade da população mundial com acesso a internet está na rede social) ou, pelo menos, parece improvável que possa continuar aumentando o número de contas no mesmo ritmo que fazia antes.

Ao mesmo tempo, a rede deixou de ser novidade para ser vista pelos novos "Zuckerbergs" como um produto fora de moda, algo com que a população mais jovem dos EUA parece concordar.

Entre janeiro de 2011 e janeiro de 2014 o Facebook perdeu mais de 3 milhões de usuários de idades entre 13 e 17 anos. O mesmo aconteceu com a faixa entre 18 e 24, segundo um estudo da empresa de consultoria iStrategyLabs.

Os jovens parecem optar por redes sociais mais novas como o Snapchat, onde os conteúdos compartilhados são deletados em poucos segundos.

O Facebook comprou o Snapchat em 2013 por US$ 3 bilhões de seu criador, Evan Spiegel, de 23 anos.

Zuckerberg reconhece que está disposto a fazer mudanças que passam por investir na migração do negócio do Facebook da tela do computador para a do telefone celular, transição com que espera garantir que sua companhia possa completar mais aniversários com seus milhões de amigos. 

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Universo Digital  I Google Glass causa empolgação e fila na Campus Party   (01/02/14)

A empreendedora Amanda McClure trouxe ao evento seus óculos Google Glass para apresentar detalhes sobre APIs e desenvolvimento de aplicativos para o dispositivo

Monica Campi, de

Google Glass na Campus Party: workshop durou menos de uma hora, mas manteve muita gente no local

Na tarde desta sexta-feira, um dos workshops da Campus Party atraiu uma multidão de campuseiros. A empreendedora Amanda McClure trouxe para o evento seus óculos Google Glass para apresentar detalhes sobre APIs e desenvolvimento de aplicativos para o dispositivo.

Google Glass na Campus Party: workshop durou menos de uma hora, mas manteve muita gente no local

O workshop durou menos de uma hora, mas manteve muita gente no local, pois a empreendedora permitiu que os campuseiros provassem os óculos. O resultado foi uma fila gigante e muita gente empolgada em saber mais detalhes dos óculos.

Segundo Amanda, que possui a segunda geração do Glass, os óculos ainda estão em fase inicial de desenvolvimento e há muito que ser corrigido e melhorado.

Google Glass na Campus Party: workshop durou menos de uma hora, mas manteve muita gente no local

“Acho que seria interessante se os óculos tivessem uma bateria melhor. A atual dura pouco mais de duas horas e esquenta muito, fica ruim usá-lo por muito tempo. Também acho que a tela precisa ser modificada, pois usar por muito tempo me deixa com dor de cabeça”, disse Amanda a INFO.

Amanda não tem nenhum envolvimento direto com o Google, mas é uma entusiasta do dispositivo e já desenvolveu alguns aplicativos educacionais para a plataforma do Glass. No entanto, a empreendedora afirma que os óculos ainda estão em fase muito inicial para criar programas mais detalhados.

Google Glass na Campus Party: workshop durou menos de uma hora, mas manteve muita gente no local

Ela explicou que os óculos vêm sendo fabricados em grande escala desde o início de 2013 nos Estados Unidos, mas ainda deve levar um tempo para chegar ao consumidor final.

“A produção é toda manual, ou seja, já devem ter um estoque bom, mas ainda deve levar de 6 meses a um ano para o dispositivo finalmente chegar ao consumidor final. E por este motivo [da produção manual] o Glass deve ser lançado inicialmente somente nos Estados Unidos”.

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Universo Digital  I Google tem vagas para quem fala português no Brasil e no exterior     (25/01/14)

Há oportunidades para São Paulo, Belo Horizonte, Dublin, Nova York, Califórnia e Lisboa

O Globo

Escritório do Google em São Paulo claudio pepper / Divulgação
O Google está com oportunidades para quem fala português em seus escritórios  no Brasil e no exterior. Em São Paulo e Belo Horizonte, onde ficam as filiais  brasileiras da gigante da internet, há 26 vagas para profissionais de diferentes  áreas. Fora do Brasil, a empresa também está buscando profissionais que falem  português para atuar em vários segmentos: em muitos casos, é preciso ter  autorização para trabalhar no país em questão. Veja quais são as  oportunidades:

São Paulo: Na filial de São Paulo, há 23 vagas abertas,  entre elas: produtor interativo, produtor executivo, gerente de políticas  públicas e assuntos governamentais, engenheiro de operações, produtor associado  de marketing, chefe de plataforma de mídias e analista de processos e operações  financeiras. Veja todas as vagas clicando aqui.

Belo Horizonte: No escritório mineiro do Google são três  oportunidades anunciadas para engenheiros de software em três níveis:  estagiário, recém-formado e profissional. Veja aqui.

Buenos Aires: Na capital da Argentina, o Google está em  busca de um gerente de serviços para pequenas e médias empresas, que  requer fluência em inglês e espanhol também.

Nova York: Para atuação em Nova York, há duas vagas que  exigem domínio de português: estrategista de desenvolvimento de audiência, que pede também  que o profissional fale espanhol e inglês, e linguístico, que também tem vagas para quem fala russo e  árabe, além de português do Brasil.

Teletrabalho nos Estados Unidos: Há uma vaga temporária para  analista de qualidade de propaganda, que requer que o profissional trabalhe de  casa de 10 a 30 horas por semana. Veja aqui mais detalhes.

Califórnia: As oportunidades abertas são para diferentes  escritórios do Google na Califórnia. Em Mountain View, onde fica o campus  principal da empresa, há vagas para assistente jurídico, investigador, investigador para prevenção de perdas, gerente de demandas empresariais para a América Latina e engenheiro  especialista em Android. Em San Bruno, também na Califórnia, a vaga aberta é  para criador de comunicação e comunidades no YouTube.

Chicago: A vaga de investigador também está aberta no escritório do Google em  Chicago.

Pittsburgh: O Google na cidade tem uma vaga para escritor de conteúdo técnico, para profissionais com  experiência em engenharia e gerenciamento de projetos.

Dublin: Na Irlanda, o Google tem vagas para quem fala  português nos seguintes cargos: analista de qualidade de produto, assistente jurídico, gerente de comunidade,

Lisboa: Na Europa, o escritório de Lisboa está com uma vaga  aberta para gerente de instalações, para quem tem experiência na  área.

Cingapura: Há ainda uma vaga para assistente jurídico: além do português, o escritório da Ásia  também busca profissionais que falem grego, indonésio, japonês e búlgaro).

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Universo Digital  I Microsoft lucra US$ 6,56 bilhões e dobra receitas do Surface   (23/01/14)

A Microsoft anunciou nesta quinta-feira, 23, seus resultados trimestrais com algumas boas notícias para seus negócios, e outras não tão positivas. De uma forma geral, no entanto, foi mais um período lucrativo para a empresa, com um lucro líquido de US$ 6,56 bilhões.

O valor é um aumento em relação ao mesmo período do ano passado, fechado com um lucro de US$ 6,4 bilhões. As receitas também aumentaram, saltando de US$ 21,46 bilhões no mesmo período de 2012 para US$ 24,52 bilhões na faixa de tempo encerrada em 31 de dezembro deste ano.
O grande destaque do anúncio foi o desempenho do tablet Surface, que havia gerado apenas US$ 400 milhões no trimestre passado e viu o valor mais do que dobrar no fim do ano, saltando para US$ 893 milhões. Muito deste resultado pode ter sido influenciado pelas festas de fim de ano, quando tradicionalmente há um aumento das vendas.
Ainda na área de dispositivos da empresa, foram vendidos 7,4 milhões de unidades do Xbox no último trimestre. A Microsoft diz que 3,9 milhões destas vendas foram do Xbox One e o restante é referente ao Xbox 360.
Quem não foi bem, no entanto, foi a área de Windows, que viu uma queda de 3% em receitas em relação ao final do ano passado, quando o assunto é o consumidor final. Já no mercado corporativo, as vendas cresceram 12%, então é justo dizer que a área corporativa tem compensado o baixo interesse dos usuários no Windows. A Microsoft atribui a queda à instabilidade no mercado de PCs.
Curiosamente, o Bing, uma das áreas que mais vai mal das pernas na Microsoft, teve bom crescimento e, segundo a empresa, já tem 18,2% do mercado de buscas. As receitas referentes à publicidade também aumentaram em 34% em relação ao ano passado. [olhardigital]

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Universo Digital  I Dropbox pode valer US$ 10 bilhões, diz WSJ     (19/01/14)

Um relatório recente do Dropbox, serviço de armazenamento de documentos na nuvem, indica que a empresa deve receber 250 milhões de dólares em uma nova rodada de investimento.

Os fundadores do Dropbox: mais de 200 milhões de faturamento

Com isso, o valor do negócio seria de aproximadamente 10 bilhões de dólares. A informação é do jornal Wall Street Journal.

Este novo investimento está sendo liderado pelo fundo BlackRock. Com esta avaliação, o Dropbox seria uma das empresas apoiadas por fundos de investimento de maior valor no mercado. O faturamento do serviço em 2013 teria sido de 200 milhões de reais.

Segundo a publicação, o valuation do Dropbox mais que dobrou desde 2011, quando era avaliada em 4 bilhões de dólares. Naquele ano, a empresa recebeu 250 milhões de dólares do Goldman Sachs e outros fundos, como Sequoia Capital e Accel Partners.

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Universo Digital  I Apple enfrenta problemas na fabricação do iWatch, diz jornal taiwanês DigiTimes   (03/01/14)

Ao que tudo indica, a fabricação do iWatch, suposto relógio inteligente da Apple, está em apuros. De acordo com rumores divulgados nesta quinta-feira pelo jornal taiwanês DigiTimes, a maçã está com dificuldades de produzir o gadget por conta de um dos processos industriais associados ao design do produto.

Ilustração do designer Yrving Torrealba mostra como pode ser o iWatch: Apple enfrenta problemas na fabricação do suposto gadget, diz jornal

O processo em questão, chamado Metal Injection Molded (MIM), é usado em produtos de design rebuscado, pois facilita conferir diferentes formatos aos seus componentes.

Segundo as fontes ouvidas pelo jornal, a demanda da Apple por uma produção impecável e volumosa está causando problemas para as empresas fornecedoras, que não conseguem atender todas as exigências de sua cliente.

Vale lembrar que as informações oferecidas pelo DigiTimes não passam de especulações e que a Apple não se manifestou sobre o assunto. O site tem um histórico de trazer à tona rumores sobre produtos fabricados na Ásia. Muitos deles se concretizaram e tantos outros não.

Mas o fato é que há meses correm boatos de que a Apple estaria desenvolvendo um relógio inteligente. E notícias de que a produção está atrasada também não são exatamente novidade.

Em julho, o jornal Financial Times revelou que o iWatch estaria passando por “graves problemas de engenharia”. Tais “problemas”, continuou a publicação, teriam feito com que a Apple tivesse que adiar o lançamento do produto para meados de 2014.

Relógios inteligentes

A Apple não é a única que estaria correndo atrás de produtos da categoria “computação vestível”. A Samsung, por exemplo, já conta com um modelo à venda no mercado que, apesar de ter sido duramente criticado na ocasião do seu lançamento, não deixa de ser uma tentativa dos sul-coreanos de se posicionarem como líderes. Além da maçã, outras empresas também estariam desenvolvendo relógios inteligentes e uma delas, dizem os boatos, é o Google. 

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Universo Digital  I Facebook lidera a disputa entre as redes sociais nos EUA    (30/12/13)

O estudo indica que 73% dos americanos com mais de 18 anos utilizam ao menos uma rede social, ou seja, 63% do total da população adulta

 

Logo do Facebook: o Facebook é a rede social preferida, utilizada por 71% dos adultos, ou seja, 57% dos americanos adultos

O crescimento das redes sociais aumentou seu ritmo entre os americanos e o Facebook continua liderando as preferências, mas com muita gente utilizando múltiplas plataformas, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira pelo Pew Research Center.

O estudo indica que 73% dos americanos com mais de 18 anos utilizam ao menos uma rede social, ou seja, 63% do total da população adulta.

O Facebook é a rede social preferida, utilizada por 71% dos adultos, ou seja, 57% dos americanos adultos.

No entanto, outras plataformas como Pinterest, LinkedIn e Twitter estão avançando e um número cada vez maior de pessoas utiliza várias redes sociais.

O centro Pew contabilizou que 42% dos usuários (34% de todos os adultos americanos) utilizam duas ou mais das cinco redes sociais mais populares.

Os usuários do Facebook chegaram a 71% frente aos 67% de todos os adultos que usaram a internet no ano passado.

Outras quatro redes sociais, entre elas o Instagram, propriedade do Facebook, disputam o segundo posto.

LinkedIn é utilizada por 22% dos americanos e é especialmente popular entre os universitários e usuários de maior renda, com um aumento de 20% frente ao ano anterior.

O uso do Pinterest aumentou muito até 21% dos adultos, em relação aos 15% de há um ano.

Dezoito por cento usam o Twitter, frente aos 16% do ano passado.

Instagram passou para 17% (13% em 2013).

O relatório se baseia em entrevistas por telefone realizadas entre 7 de agosto e 16 de setembro, com 1.801 adultos de 18 anos ou mais. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais.

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Universo Digital  I Por dentro do escritório da Qualcomm, em São Paulo    (23/12/13)

São Paulo - Mobilidade é palavra de ordem no escritório da gigante de tecnologia Qualcomm, no Brooklin, em São Paulo. Lá, todas as mesas e cadeiras têm rodinhas e as paredes das salas de reunião se abrem, transformando três ambientes em um só em minutos. 

Na sede, é possível notar que hierarquia não é o forte da empresa. Até mesmo as salas da diretoria e da presidência são transparentes e as portas estão sempre abertas. 

Outro ponto que chama a atenção é o cuidado com os funcionários. Frutas, cafés, e cereais são oferecidos todos os dias para o pessoal, sem custo.

Além disso, uma área especial com armários e chuveiros foi instalada para estimular o uso da bicicleta como meio de transporte até o trabalho. "Somos uma empresa que desenvolve tecnologia e terceiriza a produção de processadores, não temos fábrica. Quem faz a Qualcomm são as pessoas e elas têm que ser valorizadas", ressalta Jaqueline Lee diretora de marketing da empresa. [Luísa Melo, de ]

Sala de trabalho no escritório da Qualcomm, em São Paulo

Sala da diretoria no escritório da Qualcomm: salas de vidro são decoradas com desenhos que têm significado para a empresa, como paixão, mobilidade, criação e dedicação

Laboratório de testes no escritório da Qualcomm, em São Paulo

Laboratório de testes no escritório da Qualcomm: em São Paulo, há desenvolvimento de software, hardware, otimização de aparelhos e aplicativos de terceiros e testes de rede

Copa no escritório da Qualcomm, em São Paulo

Copa no escritório da Qualcomm: "as cores quebram a monotonia, foram escolhidas para trazer vida", diz Jaqueline Lee, diretora de marketing da companhia

Mesa de café da manhã no escritório da Qualcomm, em São Paulo

Mesa de café da manhã no escritório da Qualcomm: todos os dias há café, lanches, cereais e frutas disponíveis para o consumo dos funcionários, sem custos
Varanda no escritório da Qualcomm, em São Paulo

Vista para a Ponte Estaiada, da janela do escritório da Qualcomm, em São Paulo: sede fica no bairro do Brooklin

Área de convivência no escritório da Qualcomm, em São Paulo

Área de convivência no escritório da Qualcomm: ambiente é totalmente silencioso, devido aos canceladores de ruído instalados para permitir a concentração máxima da equipe

Sofá no escritório da Qualcomm, em São Paulo

Sofá no escritório da Qualcomm, em São Paulo

Sala da presidência da Qualcoom, no escritório de São Paulo

Sala da presidência da Qualcoom, no escritório de São Paulo: até mesmo a sala do presidente é transparente, sem paredes de concreto

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Universo Digital  I Mac Pro 2013 já é vendido na Apple Store brasileira com preço assustador    (19/12/13)

O novo Mac Pro 2013 foi lançado pela Apple oficialmente no Brasil nesta quinta-feira (19). Como era de se esperar, o computador é vendido aqui por valores exorbitantes. O modelo mais barato custa nada menos que R$ 12.999,00 e o mais caro, com upgrades de fábrica, pode chegar a mais de R$ 51 mil.

Mac Pro 2013 já é vendido na Apple Store brasileira com preço assustador (Foto: Reprodução/Apple Store)

A notícia, que poderia ser boa para alegrar o fim de ano dos fãs brasileiros da Apple ,surge como um balde de água fria - embora não seja inesperada. O novo Mac Pro 2013 foi anunciado em junho deste ano, durante o WWDC 2013, e chega à Apple Store brasileira custando R$ 12.999,00, em seu modelo de entrada, com configurações “básicas”. Já o modelo mais potente custa R$ 17.499,00. Ambas configurações tem entrega agendada para janeiro de 2014.

Na Apple Store americana, o novo Mac Pro tem dois modelos: o mais em conta com processador Quad-core sai por US$ 2.999 e, o mais top, com com processador 6 core, sai de fábrica custando US$ 3.999. Ambos os modelos também podem ter suas configurações customizadas pela loja da companhia.

Mas não é só isso. A Apple também oferece para o consumidor do novo Mac Pro opções de upgrades de hardware que podem deixar os valores ainda mais salgados. Para o segundo modelo, caso o consumidor marque todas as opções de upgrade de hardware e acessórios, o valor pode chegar a mais de R$ 51 mil.

Upgrades de fábrica podem deixar o computador com preço de carro zero KM (Foto: Reprodução/Apple Store)

Upgrades de fábrica podem deixar o PC com preço de carro top zero KM (Foto: Reprodução/Apple Store)


Os computadores contam com processadores de quatro e seis núcleos Intel e duas GPUs AMD. Além disso, eles apresentam suporte para resolução 4K, quatro portas USB 3.0 e seis portas Thunderbolt com velocidade de 20 Gbps. [TechTudo]

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Universo Digital  I Google abre 30 vagas de estágio no Brasil    (17/12/13)

Estão abertas as inscrições para o programa de estágio do Google, são 30 vagas para estudantes universitários com formação prevista para dezembro de 2014. Os interessados trabalharão nos escritório da companhia em São Paulo em áreas como marketing, vendas, jurídico, entre outras.

Os candidatos não precisam ser de São Paulo, pois todas as entrevistas são feitas via Hangouts pelo Google+. "Se não fosse por isso, 15% dos estagiários da última turma talvez não pudessem ter participado", explica, em nota, Daniel Borges, gerente de atração de jovens talentos para a América Latina.

É a quarta edição do Google Business Internship no Brasil. O programa tem duração de seis meses e, segundo Borges, possui uma das taxas de efetivação mais altas do mercado, fora as chances de se conquistar uma vaga no exterior. 80% dos participantes deste ano (o pessoal da foto acima) foram efetivados.

Interessados têm até 9 de fevereiro para se inscrever e fazer inscrição. É só clicar aqui. Os escolhidos integrarão o time no segundo semestre.

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Universo Digital  I iPad Air, o tablet mais potente da Apple, é super leve    (09/12/13)

São Paulo – O iPad Air desembarcou nesta semana no Brasil. Elogiado pela crítica, o novo tablet da Apple está menor, mais leve e mais poderoso que seu antecessor, o iPad 4, que agora está fora de linha. Além disso, ele foi redesenhado: com as bordas reduzidas, o design do dispositivo está mais próximo ao do iPad mini.

O tablet segue com a tela Retina de 9,7 polegadas, mas pesa agora 450 gramas e tem 7,5 milímetros de espessura. Seu processador é o A7 de 64 bits que, de acordo com a Apple, é até duas vezes mais rápido que o chip do iPad 4.

O iPad Air conta ainda com duas câmeras. A frontal tem 1,2 megapixel (MP), enquanto que a traseira oferece 5 MP. Compatível com o padrão brasileiro para a rede 4G LTE, o tablet está disponível por aqui em três versões: 16 GB, 32 GB e 64 GB. O modelo de maior capacidade, 128 GB, não foi anunciado pela Apple no Brasil.

Os preços variam entre 1.750, referente ao o modelo mais simples de 16 GB de Wi-Fi, e podem chegar a até 2,5 mil reais, no caso do iPad Air de 64 GB e Wi-Fi + 4G. [Gabriela Ruic, de ]

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Universo Digital  I iPad Air chega ao Brasil nesta sexta-feira   (04/12/13)

O iPad Air chega às lojas brasileiras nesta sexta-feira, pouco mais de um mês depois do início das vendas nos Estados Unidos. Pelo menos três lojas online --  Ponto Frio, Saraiva e Extra -- divulgaram, no Twitter, o lançamento do novo tablet da Apple nesta quarta-feira. 

Tim Cook apresenta o iPad Air

Tim Cook apresenta o iPad Air: mesmo sem Touch ID, o tablet levinho e veloz encantou os críticos

Nenhuma loja informou os preços do iPad Air no Brasil. Nos Estados Unidos, o preço do tablet vai de 499 a 929 dólares (de 1.190 a 2.210 reais), dependendo da configuração. 

Há alguns dias, o site MacMagazine publicou uma tabela de preços para o Brasil, supostamente obtida por meio de alguma revenda da Apple. Não sabemos se essa tabela está correta. Se estiver, diferentemente do que acontece com os novos modelos do iPhone, os preços serão bastante razoáveis.

A tabela da MacMagazine não inclui o iPad Air com 128 GB de capacidade. A Apple não lançou, no Brasil, o iPad 4 com 128 GB. Assim, é possível que ela também não traga essa variante mais cara do Air. Confira:

Anunciado em outubro, o Air é o tablet mais avançado da Apple. Como seu antecessor, o iPad 4, ele tem tela Retina, de alta resolução, de 9,7 polegadas. Mas é mais fino, mais leve e mais poderoso que ele. Também tem moldura mais estreita em torno da tela, o que o deixa mais compacto que o iPad 4.

As avaliações do iPad Air são muito positivas. Pessoas que testaram o tablet elogiam a leveza, o desempenho impressionante e a ótima duração da bateria. Já os pontos negativos apontados são basicamente a ausência do leitor de impressões digitais Touch ID e a falta de novidades mais radicais.

Vale notar que nenhuma loja mencionou o iPad mini Retina, o irmão menor do iPad Air, com tela de 7,9 polegadas. Nos países onde esse tablet é vendido, algumas pessoas relatam ter dificuldade para encontrá-lo nas lojas.

Aparentemente, o iPad mini Retina está disponível em quantidades limitadas. Por isso, a Apple pode ter decidido não lançá-lo no Brasil neste ano. A empresa continua vendendo, aqui, o modelo original do iPad mini, com preço começando em 1.249 reais, e o iPad 2, desde 1.349 reais.

Veja alguns tuítes enviados por lojas online:

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Universo Digital  I  Google cria tatuagem eletrônica que detecta mentiras    (12/11/13)

São Paulo -- Óculos e relógios inteligentes são só o começo. Uma patente da Motorola Mobility, do Google, mostra que a empresa pensa longe quando o assunto é computação vestível. A patente descreve uma tatuagem eletrônica que funciona como microfone remoto para o smartphone e até como detector de mentiras.

Pinóquio: a tatuagem da Motorola não faz crescer o nariz, mas também denuncia mentirosos

A tatuagem é, na verdade, uma espécie de etiqueta adesiva. Ela fica colada ao pescoço do usuário. Por meio de um minúsculo microfone, a tatuagem capta as conversas e transmite o áudio ao smartphone do usuário.

No documento em que pede o registro da patente, o Google sugere que ela seria útil para agentes de segurança. Eles poderiam se comunicar de forma discreta, sem ter de usar fones de ouvido com microfone.

Mas o mais intrigante é o possível uso dessa tatuagem como detector de mentiras: “Opcionalmente, a tatuagem eletrônica pode incluir um sensor de resposta galvânica para medir a resistência da pele do usuário”, diz o texto da patente. 

“Consideramos que, se o usuário estiver nervoso ou dizendo mentiras, a resposta galvânica da sua pele será diferente daquela de um indivíduo mais confiante, que esteja dizendo a verdade”, prossegue o texto.

O difícil é imaginar alguma situação em que alguém realmente usaria esse detector de mentiras aplicado à pele. Seria, talvez, uma forma de fiscalizar policiais durante uma ação, por exemplo?

O pessoal  do noticiário britânico The Register vasculhou o texto de mais de 4 mil palavras e notou um detalhe interessante: em nenhum lugar aparece escrita a palavra “remover”.

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Universo Digital  I  Google cria tatuagem eletrônica que detecta mentiras    (12/11/13)

São Paulo - O Twitter estreou hoje na Nyse com ações valendo 45,10 dólares, uma alta de 73%. A ação é negociada sob o código "TWTR". Ao abrir o pregão, a rede anunciou em seu perfil no Twitter “#ring”. Nos primeiros 10 minutos de negócios, a valorização chegava a 91%, com papéis cotados 49,41 dólares.

Nyse com o símbolo do Twitter na fachada

Ontem, o Twitter havia anunciado o preço de 26 dólares por ação para as 70 milhões de ações da oferta, acima da faixa de preço proposta anteriormente, de 23 a 25 dólares.

A estreia da rede na Bolsa é a mais esperada desde que outra empresa de internet, o Facebook, fez sua oferta pública inicial – e o fantasma do IPO do Facebook rondou o Twitter desde que a rede anunciou seu IPO.

A rede social de Mark Zuckerberg estreou na Nasdaq em 2012, com o preço de 38 dólares, atingindo o valor de mercado de 100 bilhões de dólares, o que equivalia a 99 vezes seu lucro de 2011. As ações do Facebook caíram no primeiro dia de negociação e continuaram a cair nos meses seguintes e demoraram mais de um ano para repetir a avaliação atingida no IPO.

Preço alto?

Dias antes do início da negociação das ações do Twitter na Bolsa, o apresentador e ex-gestor de fundo de hedge Jim Cramer afirmou que, para ele, o valor limite da empresa é de 20 bilhões de dólares – para isso, o preço da ação teria que ser de, no máximo, 28 dólares.

[Beatriz Olivon & Marcelo Poli, de ]

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Universo Digital  I Nexus 5 revelado: Google lança seu novo representante com Android 4.4 Puro   (30/10/13)

O Nexus 5 deixou de ser um mistério para o mundo nesta quinta-feira (31). Anunciado pelo Google em San Francisco, o sucessor direto do Nexus 4 é também fabricado pela LG, traz consigo o novo Android 4.4 Kit Kat em sua versão pura, 4G e em uma poderosa tela Full HD de 5 polegadas. O destaque, entretanto, continua sendo o preço: por US$ 349 (cerca de R$ 800) é possível adquirir um modelo de 16 GB, branco ou preto, sem contratos com operadoras, nos Estados Unidos.

Nexus 5 é revelado sem festa de lançamento (Foto: Divulgação / Google)

A nova tela IPS de 4.95 polegadas FullHD é o grande atrativo no hardware, protegido pelo Gorilla Glass 3 e com 445 ppi de densidade. Já a câmera tem 8 megapixels e vem com estabilizador ótico e flash LED, além de uma funcionalidade chamada HDR+, evolução do padrão famoso por compensar partes escuras e claras de uma foto. Segundo as impressões do site "The Verge", sua performance "não faz com que donos de um iPhone 5S ou Lumia 1020 achem que estão perdendo alguma coisa".

Nexus 5 continua com bom preço, mas câmera ainda não é o seu forte, segundo as primeiras impressões (Foto: Divulgação / Google)
Nexus 5 continua com bom preço, mas câmera ainda não é o seu forte, segundo as primeiras impressões (Foto: Divulgação / Google)

O coração do Nexus 5 é o processador Snapdragon 800, um quad-core Krait 400 rodando a 2,3 GHz com processador gráfico Adreno 330 e 2 GB de RAM. Como todo smartphone da linha Nexus, o Android 4.4 KitKat brilha em sua versão mais pura, sem interferência de outras fabricantes, do jeito que o Google pensou. Juntos, a performance chega a ser superior ao do Galaxy Note 3 ou do LG G2, segundo o benchmark da Rightware.

No design do Nexus 5, pouca novidade: design minimalista, bordas superior e inferior abalroadas e frente sem botões físicos - semelhante ao Nexus 4. Os botões de volume e bloqueio de tela, em cerâmica, continuam no mesmo lugar, mas o material plástico usado em sua fabricação desaponta perto de tops como iPhone 5S e HTC One.

Alimentado por uma bateria de 2.300 mAh não removível, o Nexus 5 pesa 130 g (9 g mais leve do que o Nexus 4) e é vendido desbloqueado também em uma versão de 32 GB pelo preço de US$ 399 (cerca de R$ 900), nas cores branca e preta.

Junto com o telefone, o Google lançou capas coloridas e bumpers oficiais para o Nexus 5, nas cores preta, vermelha, cinza e amarela por US$ 35 (cerca de R$ 80). Outra novidade foi a base para recarregamento sem fio, semelhante ao lançado pela Nokia para o Lumia 920. Compatível com o Nexus 5 e o Nexus 7 (2013), o acessório ainda não teve o seu preço revelado.

O Nexus 5 é compatível com 3G, 4G LTE, Wi-Fi a/b/g/n/ac, Bluetooth 4.0 LE, A-GPS e NFC, e será vendido, a partir desta sexta-feira, nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, Itália, Austrália, Japão e Coreia do Sul.

Via Google, GSM Arena, The Verge, Righware

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Universo Digital  I Apple lança iPad mais leve e fino    (22/10/13)

Novo sistema operacional para Macs é oferecido sem custo pela primeira vez; iPad Mini ganha versão com tela Retina

SÃO PAULO – Em evento realizado na tarde desta terça-feira, 22, em São Francisco, EUA, a Apple apresentou atualizações dos  seus produtos, como iPads e MacBooks, além de dar mais informações sobre o novo sistema operacional para computadores de mesa e laptops. Chamado Mavericks, ele surpreendeu por ser oferecido de graça pela empresa pela primeira vez.

Os tablets, no entanto, foram o maior destaque. O novo iPad, ainda com 9,7″, entrou na linha dos dispositivos ultraleves da empresa e agora passa a ser chamado iPad Air. Já a maior novidade da versão “Mini” foi o acréscimo da tela com tecnologia Retina.

Números

O CEO da empresa, Tim Cook, subiu ao palco e distribuiu números. Os dois iPhones (5C e 5S) venderam 9 milhões de unidades só no primeiro final de semana, segundo ele. O iOS 7, sistema operacional que acompanhou os dois, foi chamado de “nossa maior revolução desde o lançamento do iPhone”. Atualmente são 200 milhões de dispositivos usando o novo sistema operacional.

O serviço iTunes Radio, que foi uma das novidades do iOS 7, chegou a 20 milhões de usuários e executou 1 bilhão de músicas desde seu lançamento. A App Store, por sua vez, chega a 1 milhão de aplicativos, conta 60 bilhões de downloads e paguu US$ 13 bilhões aos desenvolvedores.

“Não estamos desacelerando a nossa inovação”, disse Cook, em clara resposta às constantes críticas recebidas desde o fim da era Jobs sobre a falta de inovação na empresa, que teria se resumido a atualizar produtos já existentes. Cook aproveitou para cutucar os rivais, leia-se, a Microsoft: “A concorrência é confusa. Eles primeiro foram atrás de netbooks, agora estão tentando transformar PCs em tablets, e tablets em PCs.”

Tim Cook diz que concorrência é “confusa”. FOTO: Reprodução

 

‘Uma nova era para Macs’

Craig Federighi, vice-presidente de engenharia da empresa, sobe ao palco para falar do novo sistema operacional para Macs e Macbooks, o OS X Mavericks. “Nossa maior missão foi melhorar o uso do hardware.” A ênfase do novo OS X Mavericks está em dar ao usuário um melhor uso de sua bateria. Novas versões dos aplicativos do Maps, iBooks, iPhoto, Pages, Numbers e Keynote estarão atualizados no novo OS.

O melhor do sistema operacional, no entanto, não está dentro dele, mas no preço: grátis. Bem que Federighi havia anunciado que a Apple “revolucionaria” no quesito preço nesta tarde – basta pensar que o Windows 8 sai por US$ 200 para o usuário. A atualização poderá ser feita em qualquer Mac fabricado desde 2007, e está disponível para download a partir de hoje.

Macbooks Pro de 13″ foram anunciados, agora com retina display. FOTO: Reprodução

Macs

O vice-presidente de marketing, Phil Schiller, subiu ao palco para falar sobre as novas versões dos MacBooks. A versão de 13 polegadas custará US$ 1299, terá tela de retina e processador com a 4ª geração do chip da Intel Haswell, com 2,4 GHz. A versão de 15 polegadas do novo MacBook custará US$ 1999, também com tela de retina, chip Intel Crystalwell i7 com 2,0 GHz e 8GB de memória DRAM. Se melhorou o desempenho, a preocupação recai sobre a bateria, mas a Apple garante que a bateria terá autonomia de 9 horas. Ambos estarão nas Apple Stores a partir desta terça.

Quanto aos Macs, o hardware impressionou. Disponível a partir de dezembro, por US$ 3 mil, leva-se um Mac com processador de 3.7 GHz, 12GB de RAM e consumindo 70% menos energia do que o modelo anterior. As configurações são grandes (há versões em quad-core, 6-core e 8-core), o armazenamento passa de 1 terabyte e a estrutura suportará até 3 TVs de resolução 4K ligadas simultaneamente – quem se habilita a testar? No fim da apresentação sobre Macs, atualizações dos softwares iPhoto, iMovie e GarageBand foram anunciados. Este último, permitirá a edição de até 32 faixas de áudio diferentes; já o app de trabalho iWork terá novos recursos de compartilhamento na nuvem.

Novos iPads

Tim Cook voltou ao palco para, adivinhe, dar mais números. Segundo o CEO, a empresa já conta 170 milhões de iPads vendidos. Independentemente da quantidade de aparelhos vendidos, o tablet é “usado” quatro vezes mais que as outras marcas, possivelmente se referindo à quantidade de horas de utilização, o que indica que o tablet da Apple tem um uso mais “independente” de demais produtos como notebooks e smartphones do que os aparelhos Android, que não teriam “poder” de substituir o uso de computadores.

Especulações à parte, a Apple lançou o iPad Air, nome que segue o conceito presente na linha Macbook (Air), por se tratarem de aparelhos mais finos e leves. O iPad “emagreceu” em comparação com o antecessor. São apenas 7,5 mm de espessura contra 9,4 mm do iPad anterior (20% menor); 450 contra 640 gramas (30% mais leve). O tablet vem com chip A7 (o mesmo do último iPhone), de 64 bits, câmera de 5 MP e vídeo 1080p. Quanto a preços, para o mercado americano, a versão Wi-Fi chega por US$ 499 e a Wi-Fi e dados, por US$ 629.

O iPad Mini também trouxe novidades. Internamente, seguiu a linha do “irmão maior”, com chip A7 de 64 bits; bateria com autonomia de 10 horas, compatibilidade com 4G e câmera de 5 MP. Por fora, ganhou tela Retina (agora o tablet se chama “iPad Mini Retina”), tecnologia já presente no outro iPad e no iPhone 5S, e capas de proteção coloridas (custando entre US$ 39 e US$ 79). O preço do iPad Mini varia de US$ 399 (Wi-Fi) a US$ 529 (Wi-Fi e dados).

Má fase

A empresa não passa por um bom momento. Os dados sobre tablets aponta uma virada de mesa pelos dispositivos Android, que subiram a fatia de mercado do sistema operacional de 38% para 62,6%, segundo a IDC. Além disso, o iOS 7 da Apple recebeu uma chuva de críticas dos usuários, o iPhone 5C não apresentou vendas tão boas quanto se esperava e o 5S está limitado no mercado. Tantos problemas deram relevância especial ao evento desta terça. Agora é esperar as reações do mercado e do consumidor. [link]

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Universo Digital  I Galaxy Note 3 é maior, mais leve, mais fino e mais rápido   (04/09/13)

São Paulo -- A tela do Galaxy Note II, com 5,5 polegadas, já era grande para um smartphone. Mas o novo Galaxy Note 3 vai mais longe com 5,7 polegadas. A boa notícia é que, mesmo com tela maior, ele é mais fino e mais leve que seu antecessor, pesando 168 gramas. É também mais poderoso.

O Galaxy Note 3 foi apresentado nesta tarde junto com o tablet Galaxy Note 10.1 2014 e o novíssimo relógio inteligente Galaxy Gear. A apresentação aconteceu no evento Samsung Unpacked 2013 Episode 2, que antecedeu a abertura da feira IFA 2013 em Berlim, na Alemanha.

A Samsung investiu bastante no design dessa nova geração da linha Galaxy Note. A tampa traseira agora imita couro e tem até falsas costuras. A canetinha S Pen, usada para desenhar e fazer anotações no smartphone, ganhou desenho simétrico, mais cômodo que o anterior.

Por dentro, há um processador de quatro ou oito núcleos (dependendo da versão do aparelho) que coloca o Galaxy Note 3 no nível dos smartphones mais poderosos no mercado. Há também 3 gigabytes de memória RAM.

A câmera de 13 megapixels é capaz de produzir vídeos full HD na elevada taxa de 60 quadros por segundo. Isso atesta o poder do processador, já que codificar vídeo nessa velocidade não é para qualquer chip.

Os novos modelos do Galaxy Note rodam o sistema Android 4.3 Jelly Bean com a interface modificada pela Samsung. Uma novidade é um menu circular que aparece quando se toca a tela inicial com a caneta, o Air Command. Ele dá acesso rápido aos apps criados para uso com a S Pen.

A Samsung também melhorou a capacidade multitarefa do smartphone. O usuário pode abrir dois aplicativos lado a lado e depois iniciar um terceiro app sobre eles. Outra novidade é o que a Samsung chama de My Magazine, um app de notícias que parece inspirado no Flipboard.

O tablet mais poderoso da Samsung, o Galaxy Note 10.1, também foi atualizado. A edição 2014 traz os novos recursos de software, a caneta S Pen redesenhada e o design que estreiam no Galaxy Note. A tela é do tipo WQXGA, com resolução superior à full HD (2.560 x 1.600 pixels).

O Galaxy Note 10.1 tem 7,9 milímetros de espessura e pesa apenas 535 gramas, 117 gramas a menos que o modelo mais leve do iPad 4. Os novos produtos começam a ser vendidos no dia 25 de setembro em muitos países. A Samsung não divulgou os preços.

Consultada por EXAME.com através de sua assessoria de imprensa, a empresa também não informou quando esses gadgets chegam ao Brasil.

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Universo Digital  I Hugo Barra, ex vice-presidente de produto do Google deixa empresa e motivo pode ser disputa amorosa   (29/08/13)

São Paulo – Hugo Barra, o engenheiro brasileiro a frente do Android no Google, está deixando a empresa depois de quase seis anos. De acordo com o próprio Barra, em post publicado em sua conta no Google+, sua próxima empreitada será uma posição na Xiaomi, uma das maiores fabricantes de smartphones da China. A empresa reconheceu, e comemorou, a chegada do brasileiro ao seu rol de funcionários com um tuíte em seu perfil oficial no Twitter.

Hugo Barra, ex vice-presidente de produto do Google: engenheiro mostra o tablet Nexus 7 em apresentação na Califórnia

Os motivos reais da saída de Barra, contudo, são obscuros. Segundo especulações de fontes ouvidas pelo blog de tecnologia do jornal The Wall Street Journal, o AllThingsD, e divulgadas pelo site Business Insider, a sua súbita demissão pode ter sido motivada por um “climão” que teria acontecido entre o brasileiro e ninguém mais, ninguém menos que Sergey Brin, um dos cofundadores do Google.

De acordo com os rumores, Barra teve um relacionamento amoroso com outra funcionária do Google, chamada Amanda Rossberg. Em seu perfil na rede social do Google, a jovem chegou a publicar, no ano passado, uma foto ao lado do brasileiro.

O envolvimento dos dois teria acabado recentemente e Amanda, que é gerente de marketing do Google Glass, estaria agora saindo com o patrão de Barra, e seu também: Brin. Para quem não se lembra, o desenvolvimento dos óculos de realidade aumentada foi liderado pelo cofundador do Google.

Hugo Barra e Amanda Rossberg, gerente de marketing do Google Glass: depois de envolvimento amoroso entre Barra e Amanda, jovem estaria agora saindo com Sergey Brin

Coincidentemente, o anúncio de Barra e os rumores acerca dos motivos de sua saída vieram à tona quase que simultaneamente com a notícia, divulgada também pelo AllThingsD, de que Brin e sua esposa, Anne Wojcicki, vão se divorciar depois de seis anos de casamento. Segundo a porta-voz do casal, os dois já viviam separados há meses, mas seguem bons amigos.

Esta não seria a primeira vez que problemas amorosos afetam a vida corporativa do Google e a atual CEO do Yahoo!, Marissa Mayer, sabe bem disso. Enquanto era gerente de produto da empresa, especialmente responsável pela ferramenta de buscas, Marissa teve um caso com Larry Page.

Depois do fim do relacionamento, Marissa, que até então estava em ascensão na empresa, simplesmente parou de crescer. Aos poucos, a executiva perdeu projetos e funções até que foi realocada para um então produto secundário nos planos do Google, o Google Maps.

Hugo Barra

Funcionário do Google há cerca de seis anos, a saída de Barra do Android deixa a divisão do sistema operacional desfalcada, especialmente depois que seu fundador, Andy Rubin, deixou a empresa no início do ano.

Nascido em Belo Horizonte e formado em administração e engenharia no Instituto de Tecnologia de Massaschusetts (MIT), Barra viveu em diferentes cidades do mundo até ser convidado por outro brasileiro para se juntar a equipe do Google.

Para se ter noção do seu destaque dentro da empresa, Barra já subiu ao palco da Google I/O, conferência de desenvolvedores da empresa, para anunciar grandes produtos do Android, como o tablet Nexus 7 e, mais recentemente, a versão com Android puro do smartphone Galaxy S4, da Samsung. 

Gabriela Ruic, de

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Universo Digital  I Novo Nexus 7 tem tela full HD, é mais leve e mais potente   (24/07/13)

São Paulo -- Num evento nesta tarde na Califórnia, o Google confirmou o que já vinha sendo antecipado sobre a segunda geração do tablet Nexus 7, que é fabricado pela Asus e vendido com a marca Google. 

Entre os destaques do novo modelo está a tela de 1.920 por 1.200 pixels. É a maior resolução entre os tablets de 7 polegadas no mercado. A densidade de pixels, 323 DPI, também é a maior entre todos os tablets atuais.

O novo Nexus 7 tem moldura mais fina em torno da tela. Graças a isso, ele é menor e pesa 50 gramas a menos que seu antecessor. Enquanto o modelo original tinha apenas uma câmera, o novo traz duas: uma traseira de 5 megapixels e uma frontal de 1,2 megapixel.

A nova geração do Nexus 7 também traz o habitual upgrade no processador que, segundo o Google, é 80% mais poderoso que o modelo anterior. Mesmo assim, o novo modelo suporta 1 hora a mais de trabalho sem recarga da bateria. A autonomia é de 10 horas navegando na web ou 9 horas exibindo vídeo.

O novo Nexus 7 traz o sistema operacional Android 4.3 Jelly Bean, também anunciado hoje. Essa nova  versão do Android também está sendo liberada para atualização de outros tablets e smartphones da linha Nexus. 

O Nexus 7 de segunda geração será vendido em três versões. A mais simples, com acesso à internet via Wi-Fi apenas e 16 GB de capacidade de armazenamento, vai custar 230 dólares nos Estados Unidos. A opção mais completa, com conexão 4G LTE e 32 GB de capacidade, sairá por 349 dólares. 

O novo Nexus 7 está sendo lançado em oito países, mas o Brasil não é um deles. O Nexus 7 original demorou vários meses para chegar aqui oficialmente. Assim, é difícil prever quando o novo modelo virá.

Outra questão é o preço. O Nexus 7 faz sucesso nos Estados Unidos principalmente por causa da ótima relação custo/benefício. Aqui, porém, o modelo original é vendido por cerca de mil reais, preço superior ao de outros tablets de 7 polegadas, o que o torna menos atraente.

O vídeo abaixo apresenta o novo Nexus 7. Falado em inglês, ele mostra um menino que precisa fazer uma palestra mas sente medo de se expor. A inspiração de grandes oradores e do filme “O discurso do rei” o ajudam. Confira:

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Universo Digital  I Yahoo! compra Qwiki, app para criar vídeos curtos automatizados    (02/07/13)

O Yahoo! anunciou nesta terça-feira (2) que comprou o Qwiki, aplicativo para iPhone que permite misturar imagens, música e vídeos para criar automaticamente filmes de curta duração e compartilhá-los com amigos.

A novidade foi divulgada no blog oficial de ambas as empresas, mas nenhuma delas revelou o valor da compra. O site especializado em tecnologia "AllThingsD" diz que o Yahoo! pagou entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões pela start-up de Nova York, citando fontes familiares com a aquisição.

Diferentemente de algumas outras compras recentes, o Yahoo! vai manter o aplicativo do Qwiki em funcionamento. Mas a equipe da start-up agora passa a trabalhar no escritório da companhia, também em Nova York.

Com o Qwiki, o Yahoo! é mais um gigante da tecnologia a entrar na onda dos vídeos curtos, junto com o Twitter --que é dono do Vine, app de filmes de até 6 segundos-- e o Facebook --que adquiriu o Instagram no ano passado e adicionou ao serviço, recentemente, a capacidade de gravar vídeos de até 15 segundos.

RENOVAÇÃO

Desde outubro de 2012, sob o comando da CEO Marissa Mayer, o Yahoo! já comprou mais de doze empresas. A maior aquisição foi a do Tumblr, uma das redes sociais de maior crescimento dos últimos anos, por US$ 1,1 bilhão. O valor ultrapassou em US$ 100 milhões a compra do Instagram pelo Facebook.

Todas essas aquisições, acreditam os analistas, servem para renovar a imagem do Yahoo!, expandir sua base de usuários e aumentar a lucratividade da empresa --missões destinadas a Mayer, que assumiu o cargo em julho do ano passado.

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Universo Digital  I iPad mini chega ao Brasil na próxima terça-feira   (21/06/13)

São Paulo — Demorou, mas o iPad mini, que a Apple anunciou em outubro do ano passado, finalmente será lançado no Brasil. O tablet estará disponível a partir da próxima terça-feira, dia 25. A informação apareceu nesta manhã em sites de lojas online como Fnac, Ponto Frio e Extra.

O iPad mini já é encontrado em algumas lojas, mas chega via importação direta, sem o aval e a garantia da Apple. Agora, ele deve ser vendido oficialmente, supostamente com fabricação no Brasil. Nenhuma das lojas que anunciaram o tablet divulgou o preço. Nossa estimativa é que comece em torno de 1.200 reais.

O tablet de 7,9 polegadas da Apple tem tela de resolução convencional (não Retina) e usa o mesmo processador A5 do veterano iPad 2. Mais fraquinho que o iPad 4, o mini é também mais barato. Nos Estados Unidos, enquanto o iPad 4 mais simples custa 499 dólares, o preço do iPad mini começa em 329 dólares, 34% menos. 

Graças ao preço e à conveniência, o pequeno tablet faz enorme sucesso. O tamanho reduzido e o peso de pouco mais de 300 gramas permitem segurá-lo com uma só mão sem cansar o braço. Ele agrada especialmente às mulheres por ser mais prático que o iPad 4 para carregar na bolsa.

Uma estimativa da empresa NPD DisplaySearch indica que 63% dos tablets vendidos pela Apple neste ano serão iPad mini. A conta foi feita com base em informações de empresas asiáticas que fornecem a tela e outros componentes para o tablet.

No mercado internacional, a expectativa, agora, é pela chegada da segunda geração do iPad mini. A Apple deve anunciá-la em algum momento no segundo semestre. O novo modelo deve trazer processador mais potente e retoques no design. Mas o desejado iPad mini com tela Retina talvez não vire realidade tão cedo.

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Universo Digital  I Johnny Ive aplica ´plástica radical´ ao iOS     (10/06/13)

São Paulo - A grande estrela de design de produtos da Apple, Johnny Ive, apresentou remotamente, nesta segunda-feira (10), em São Francisco o novo ´look and feel´ do sistema operacional móvel iOS, utilizado em 600 milhões de dispositivos, de acordo com a Apple.

Telas do iOS7: design clean matou o esquimorfismo

Nas palavras de Tim Cook, CEO da Apple, esta foi a maior mudança no iOS desde sua estreia, em 2007, quando Steve Jobs revelou ao mundo a primeira versão do iPhone.  

“Eu penso que há uma beleza profunda na simplicidade, nas coisas que são claras e eficientes”, afirmou Ive ao mostrar as novas telas da sétima versão do iOS.

Ive particiou da conferência WWDC apenas por meio de um vídeo. O designer não subiu ao palco do Moscone Center, em São Francisco, onde Tim Cook conduziu o aguardado keynote da Apple.

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AirDrop: transferência de arquivos sem fio chega ao iOS

A tela inicial e os ícones dos aplicativos nativos, como agenda, câmera, música e contatos, por exemplo, foram totalmente redesenhados. Na verdade, todos os apps nativos do iOS foram redesenhados completamente.

O principal traço do iOS 7 é a morte do esquimorfismo, nome dado à técnica de desenhar elementos virtuais à semelhança de objetos reais, como o aplicativo de livros da Apple, que simula uma estante de madeira.

Agora, os ícones e telas de transição apresentam design notadamente mais ´clean´ e com maior uso de cores e transparências. Em alguns momentos, é possível ver contornos 3D nos ícones. Isto ocorre, por exemplo, quando eles são arrastados de um lado para outro da tela.

Entre as novas funcionalidades do iOS 7 está um recurso que permite a vários apps rodarem ao mesmo tempo no smartphone ou iPad, uma espécie de “multitarefas de verdade”. O sistema de notificações também foi alterado e, agora, parece-se mais com o Google Now, reunindo todas as informações de atualizações nos aplicativos e conteúdos do usuário numa única tela.

O app de câmera também foi alterado e agora permite também tirar fotos nativas “quadradas”, num claro movimento da Apple para adaptar seu sistema ao sucesso do Instagram, que registra fotos quadradas. O sistema operacional também oferece agora um aplicativo nativo de lanterna, que usa o flash LED do iPhone como fonte de luz. “Se você estiver dormindo e precisar de uma lanterna, basta pegar o iPhone”, disse Eddy Cue, engenheiro da Apple.

O novo iOS ganha uma nova central de controle, que pode ser acionada com um único movimento na tela, facilitando o acesso rápido às configurações do dispositivo. O sistema móvel também suportará agora o recurso AirDrop, que permite a transferência de arquivos entre dispositivos compatíveis sem fio. 

A Apple apresentou no WWDC também modificações no assistente de voz Siri, que ganha uma versão em voz masculina (antes só havia opção de voz feminina) e suportará comandos de voz também em francês e alemão. Não há suporte da Siri ao idioma português. A Apple também exibiu ainda algumas características do iOS7 que facilitarão sua integração ao painel de automóveis, permitindo que montadoras criem carros que possam interagir com o iPhone para serviços como mapas, GPS e outras aplicações.

O novo iOS 7 estará disponível apenas para os iPhones 4, 4S e 5 e, mesmo assim, alguns recursos ficarão restritos ao iPhone 5. O mesmo ocorrerá com o iPad. Apenas os tablets de segunda, terceira e quarta geração suportarão o upgrade. Segundo a Apple, o novo iOS deve ficar disponível para os usuários apenas em meados de outubro.

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Universo Digital  I Samsung revela primeiro tablet Android com chip da Intel    (03/06/13)

Seul - A Samsung disse, na segunda-feira, que vai usar processadores da Intel para acionar uma nova versão de um dos seus tablets de primeira linha que utilizam o sistema operacional Android.

Sua decisão de começar a usar Intel em um dispositivo Android dá fôlego para a fabricante de chips norte-americana, conforme se apressa para marcar posição no mercado de dispositivos móveis, no qual a princípio a empresa foi lenta para reconhecer e investir. O anúncio da Samsung confirma uma informação da Reuters e relatos da mídia em 30 de maio.

A Samsung usou anteriormente chips projetados com a tecnologia de eficiência energética da empresa britânica ARM Holdings em seus principais dispositivos móveis.

A empresa sul-coreana anunciou dois novos tablets na segunda-feira, um tablet de 8 polegadas e o Galaxy Tab 3 de 10,1 polegadas, que usa chips da Intel.

O tablet de 10,1 polegadas, que compete com iPad, da Apple, será equipado com processador dual core de 1,6 GHz da Intel e terá a última versão do sistema operacional Android, do Google.

A Intel foi dominante na indústria de computadores pessoais por décadas, mas foi devagar em produzir chips que apelavam para os fabricantes de smartphones e tablets, quando o mercado explodiu após o lançamento do iPhone da Apple, em 2007, e do iPad em 2010.

O novo tablet de 10,1 polegadas suporta conexões de rede 3G e 4G e tela terá resolução de 1280 x 800.

A Samsung disse que os novos produtos estarão disponíveis globalmente este mês, mas não forneceu detalhes do preço.  

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Universo Digital  I Kim Dotcom,  fundador do Mega e do Megaupload  diz ser dono de patente de segurança usado pelo Twitter     (25/05/13)

Fundador do Mega e do Megaupload diz que sistema de autenticação em duas etapas usado pelo Twitter foi criado por ele

SÃO PAULO – Depois de o Twitter anunciar na quarta-feira, 22, a adoção de um sistema de autenticação em duas etapas para aumentar a segurança dos usuários no site, o criador do Megaupload, Kim Dotcom, usou sua conta no próprio Twitter para dizer que esse mecanismo de autenticação foi criado por ele.

Para provar o fato, colocou o pedido de patente, feito em 1998 e publicado dois anos depois, na internet. O pedido está em nome de Kim Schmitz, nome usado por ele até 2005, quando passou a se chamar Kim Dotcom.

O sistema de autenticação em duas etapas já é usado por diversos sites, entre os quais o Google e o Facebook. Dotcom diz que nunca recebeu nenhum centavo dessas empresas e foi irônico ao falar sobre o Twitter. “O Twitter lançou a autenticação em duas etapas. Usando minha invenção. E eles não vão nem mesmo verificar minha conta!?”

Dotcom diz não ter a intenção de processar essas empresas. Em vez disso, sugere que todas continuem usando o sistema gratuitamente e, em troca, ajudem a financiar os custos dos seus processos judiciais – algo em torno de US$ 50 milhões, segundo ele.

“Google, Twitter, Facebook, eu peço a ajuda de vocês. Nós estamos todos no mesmo barco. Usem minha patente de graça. Mas, por favor, me ajudem a financiar minha defesa”, postou.

Dotcom afirmou também que em breve a autenticação em duas etapas estará disponível no Mega. Ligia Aguilhar - Link

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Universo Digital  I YouTube lança canais com assinaturas pagas  (09/05/13)

Serviço começa a funcionar hoje em dez países, incluindo o Brasil; canais terão assinaturas mensais a partir de US$ 0,99

SÃO PAULO – Depois de meses de especulações e rumores, o YouTube confirmou nesta quinta-feira, 9, o lançamento de canais pagos no site de vídeos. Com isso, as pessoas poderão assinar e pagar uma taxa mensal a partir de US$ 0,99 para assistir ao conteúdo publicado por produtores no site. A plataforma, no entanto, ainda está em “fase piloto”, de acordo com o YouTube, e estreia hoje oferecendo conteúdo feito por “um pequeno grupo” de canais parceiros.

Os canais pagos vão funcionar inicialmente em dez países, incluindo o Brasil, onde os preços das assinaturas são oferecidos em real. Porém, não há canais com conteúdo brasileiro. Além do País, fazem parte da lista Austrália, Canadá, França, Japão, Coreia do Sul, Rússia, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.

Entre o conteúdo pago já oferecido pelo YouTube, os canais mais conhecidos são o do UFC, que traz vídeos de lutas clássicas, e o National Geographic Kids, com programação infantil. O canal do UFC, porém, não está disponível para usuários brasileiros. Já o National Geographic Kids têm assinaturas de R$ 7,90 (mensal) ou R$ 59,90 (anual).

Os valores cobrados por cada canal variam, mas segundo o YouTube, começam em US$ 0,99 por mês. Todos os canais que fazem parte do projeto oferecem 14 dias de acesso gratuito, como teste. Os vídeos podem ser acessados em computadores, celulares, tablets e TVs com acesso à web.

“Este é só o começo”, diz texto publicado no blog do YouTube assinado pela equipe do site. “Nas próximas semanas, vamos oferecer a ferramenta paga mais amplamente para outros parceiros que se qualificam no projeto. E à medida que novos canais aparecerem, vamos nos certificar que você (o usuário) possa descobri-los.”

Segundo o YouTube, atualmente 1 milhão de canais do site geram receita com a visualização dos vídeos e recebem uma parte da receita com publicidade veiculada nos filmes. Para o site, os canais pagos serão mais uma opção para os criadores de conteúdo gerarem receita com os vídeos produzidos.

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Universo Digital  I Galaxy Note 3, com processador octa-core e tela FullHD, tem imagem vazada   (02/05/13)

O Galaxy Note 3 é o novo centro das atenções da Samsung, depois o lançamento do badalado Galaxy S4. Uma imagem do suposto foblet foi divulgada pelo site chinês MyDrivers, pouco antes do SamMobile revelar as especificações do modelo. De acordo com a fonte, o Note 3 teria tela FullHD de 5,99 polegadas e processador octa-core rodando a 2,0 GHz.

A próxima geração da família Note deve ganhar ainda um acréscimo considerável na quantidade de memória RAM: 3 GB. Para efeitos de comparação o Galaxy S4 e o Xperia ZQ, dois dos principais tops de linhas atuais, possuem 2 GB cada. O modelo de código GT-I9500 terá ainda 32 GB de espaço para dados, com suporte a cartão microSD e sairá de fábrica rodando Android 4.2.2 Jelly Bean.
O site ainda descreve ainda uma versão do Galaxy Note 3 com processador Exynos quad-core de 1,7 GHz. Tal indicação mostra que é possível que o aparelho seja lançado em diferentes versões, assim como o Galaxy S4, que tem um modelo octa-core somente com 3G e outro quad-core com conexão 4G.
Que tecnologias você espera encontrar nos próximos smartphones? Conte suas ideias no Fórum do TechTudo!
Rumores anteriores já haviam apontado que o Note 3 faria uso de uma nova tecnologia Super AMOLED no display, desenvolvida em material plástico, que deixaria o aparelho com apenas 8 milímetros de espessura, inferior aos 9,4 mm do Note 2. Assim como os dois primeiros aparelhos da linha Note, é provável que o novo foblet seja apresentado na feira IFA 2013, dia 6 de setembro, em Berlim. Apesar dos boatos, no entanto, a Samsung não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Via Android Authority

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Universo Digital  I LinkedIn lança organizador de contatos    (25/04/13)

Contacts promete organizar todos os contatos pessoais de um usuário e pode ser usado também por meio de um aplicativo 

 

Na tentativa de aumentar o engajamento dos usuários, o LinkedIn anunciou nesta quinta-feira, 25, a ferramenta Contacts, que pretende ajudar o usuário a organizar e manter contato com seus colegas de trabalho e potencial empregadores a partir de uma página dentro da própria rede social ou de um aplicativo para iPhone.

O sistema organiza uma lista de todos os contatos do usuário coletando informações de outras fontes como e-mails, o Outlook profissional, listas de endereço, calendários e o próprio LinkedIn. A empresa diz que o algorítimo criado garante que apenas contatos reais serão adicionados à lista, excluindo spam.
O LinkedIn Contacts também cria filtros a partir das últimas trocas de e-mail, telefonemas e mensagens enviadas por meio da própria rede social. Dessa forma, o usuário pode identificar e visualizar as pessoas com quem perdeu contato, as conexões mais recentes e outros usuários com quem mantém contato regularmente.

 

Esse mesmo sistema possibilita que o usuário guarde também registros de sua atividade com um determinado contato, como a data e o local do último encontro e os projetos nos quais trabalharam juntos. Notificações sobre aniversários e mudanças de cargo ou emprego também serão enviadas para estimular a interação.

A ideia por trás do sistema é aumentar o engajamento e fazer com que as pessoas acessem o site não só quando estão procurando um emprego, mas também no dia a dia.

O LinkedIn Contacts é resultado da compra, em 2011, da plataforma de organização de contatos Connected. Com ela, a rede social pretende aumentar o engajamento dos seus usuários para que o LinkedIn não seja acessado apenas por aqueles que estão em busca de um emprego.
Inicialmente, o LinkedIn Contacts será lançado apenas para uma base restrita de usuários dos Estados Unidos. Segundo a empresa, nas próximas semanas o sistema será aberto a todos os usuários do país e, depois, mundialmente. Ligia Aguilhar

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Plano da Apple alivia pressão sobre o presidente Tim Cook       (24/04/13)

Ele quer que investidores pensem na Apple menos como uma iniciante de hiper crescimento, e mais como uma companhia madura com o dividendo mais lucrativo do mundo

Ben Berkowitz e Poornima Gupta, da
São Paulo - Tim Cook quer que os investidores "pensem diferente" sobre a Apple: menos como uma empresa iniciante de hiper crescimento, e mais como uma companhia de tecnologia madura e robusta com o dividendo mais lucrativo do mundo.
Se Wall Street acompanhar este slogan, isso pode aliviar um pouco a pressão sobre o presidente-executivo da companhia, deixar os investidores tranquilos sobre a recente queda do preço de suas ações e dar tempo para a empresa fazer o que diz que faz de melhor: inventar e comercializar novos produtos.

Na terça-feira, a Apple disse que retornaria 100 bilhões de dólares a acionistas até o final de 2015, parte por aumentar seus dividendos em 15 % e parte com o crescimento de seu programa de recompra de ações para 60 bilhões de dólares.

Até certo ponto, o programa de retorno de capital expandido ajudou a mascarar a sua primeira queda de lucro trimestral em uma década, embora analistas digam que a questão mais importante agora é o futuro da Apple em relação aos seus aparelhos.

Cook está tentando redefinir expectativas elevadas em torno de uma empresa universalmente aclamada por sua capacidade de cativar os consumidores e Wall Street.

Mas na terça-feira, Cook fez uma rara admissão a analistas em uma teleconferência -- que o crescimento e as margens da Apple diminuíram.

Roger Kay, presidente da consultoria Endpoint Technologies Associates, disse que a expansão da recompra de ações e o esquema de dividendos deve manter os investidores satisfeitos por um tempo.

No longo prazo, a Apple precisa de outro aparelho de grande sucesso para acelerar seu momento -- e ganhar investidores de volta no longo prazo.

"Eles precisam de algo para entrar em novos setores, seja de TV ou algo que seja fácil de usar, que abra um novo fluxo de receita", disse Epps.

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Universo Digital  I  Facebook Home já está disponível no Brasil      (16/04/13)

O Facebook disponibilizou para download no Brasil na tarde desta terça-feira, 16, o Facebook Home, aplicativo que integra o Facebook às principais atividades do smartphone, reunindo na tela inicial do telefone comentários em postagens, atualizações e mensagens postadas na rede social.

Lançado mundialmente no dia 4 de abril, o download do Facebook Home pode ser feito em telefones com sistema operacional Android na loja Google Play.

Facebook e a nova interface 'Home' para celulares Android que mostra 'news feed' na tela inicial. (Foto: Reprodução/Facebook)

O aplicativo funciona nos dispositivos HTC One X, HTC One X+, Samsung GALAXY S III e Samsung GALAXY Note II e, em breve, também funcionará nos aparelhos HTC One e Samsung GALAXY S4. Para outros modelos, a ferramenta estará disponível nos próximos meses.

Aplicativo. O Facebook também anunciou uma nova atualização para iPhone e iPad. Entre as novidades está sistema “chat heads”, que permite ao usuário acompanhar o feed de notícias ao mesmo tempo em que conversa com um amigo no bate-papo. Para falar com um amigo basta tocar nas “chat heads” e para fechá-las, o usuário deve arrastá-las para a parte inferior da tela.

Outra novidade é a opção de inserir adesivos nas mensagens publicadas na rede social. Além das opções básicas, o usuário pode adquirir mais modelos na Loja de Adesivos.

O Facebook diz ainda que a versão para iPad vai permitir que o usuário veja as histórias “com mais brilho”.

A atualização do Facebook para iOS estará disponível nesta terça na App Store. Já as “chat heads” e e os adesivos para iPhone serão implementados, segundo a empresa, nas próximas semanas.

Veja como funciona o Facebook Home:

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Universo Digital  I  Microsoft não violou patente do Google, diz comissão dos EUA   (22/03/13)

A Microsoft não violou uma patente de propriedade da Motorola Mobility, subsidiária do Google, ao desenvolver seu popular console de videogame Xbox, afirmou um juiz administrativo da Comissão de Comércio Internacional (ITC, na sigla em inglês) em decisão preliminar emitida nesta sexta-feira.

Motorola Mobility: companhia acusou a Microsoft de infringir cinco patentes ao apresentar suas queixas em 2010. Quatro dessas reclamações foram retiradas do processo.

A decisão final da ITC deve acontecer em julho.

A disputa sobre o console da Microsoft está relacionada a uma guerra de patentes maior sobre smartphones travada entre Apple, Microsoft e as fabricantes de telefones que utilizam o software Android, do Google, incluindo sua subsidiária Motorola Mobility.

A Motorola acusou a Microsoft de infringir cinco patentes ao apresentar suas queixas em 2010. Quatro dessas reclamações foram retiradas do processo.

Apenas uma patente permanece, segundo documentos da ITC. Essa patente permite que dispositivos se comuniquem sem a necessidade de fios a curta distância.

Se a ITC considerar que uma companhia viola uma patente, o produto pode ser barrado de importação para os Estados Unidos.

"Estamos satisfeitos com a consideração do juiz de que a Microsoft não viola a patente da Motorola e estamos confiantes de que essa determinação será afirmada pela comissão", disse o vice-presidente corporativo da Microsoft, David Howard, em comunicado por e-mail.

O Google se disse desapontado com a decisão.

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Universo Digital  I  Twitter completa 7 anos de atividade   (21/03/13)

Criada em 2006, rede social relembra em vídeo os momentos mais marcantes ao longo dos últimos anos

Tweet de Barack Obama anunciando a reeleição – o mais retwittado da história

SÃO PAULO – Nesta quinta-feira, 21, o Twitter completa sete anos. Criada em 2006, a rede social conta hoje com mais de 200 milhões de usuários ativos, que trocam cerca de 400 milhões de tweets diários. Para celebrar a data, foi divulgado no blog da empresa um vídeo que mostra a criação e a evolução do Twitter ao longo dos anos, relembrando momentos e eventos importantes que popularizaram a rede social.

O vídeo destaca o papel do Twitter na transmissão rápida de informações, com seus 140 caracteres por tweet.  A rede social foi se consolidando como a ferramenta para cobrir e comentar eventos em progresso, como  a Copa do Mundo de 2010, a Primavera Árabe e o tsunami que atingiu o Japão, ambos em 2011, e as Olimpíadas de Londres, em 2012.

“Conforme crescemos, o Twitter se tornou a praça pública verdadeiramente global – o lugar público para se interar das últimas notícias, trocar ideias e se conectar às pessoas em tempo real”, escreveu no blog da empresa Karen Wickre, diretora editorial. O vídeo também relembra que o Twitter chegou até o espaço, com o tweet do astronauta e comandante Chris Hadfield (@Cmdr_Hadfield).

Inspirada na comunicação via SMS, a rede social foi criada em março de 2006 por Jack Dorsey e Biz Stone. No dia 21, @Jack twittou: “just setting up my twttr” (apenas configurando meu twttr). O serviço foi lançado em julho daquele ano.

No ano seguinte, dois recursos: as famosas hashtags (#) e os retweets. A popularidade veio então em 2007, no festival texano South by Southwest Interactive (SXSW), que triplicou o número de tweets diários até então.

Aposta. O Twitter lançou suas operações no Brasil oficialmente há três meses, com foco comercial. Com contratações a caminho e um escritório ainda provisório em São Paulo,  a empresa divulgou em evento seus planos para o mercado publicitário nacional. A intenção, de acordo com o diretor-geral do Twitter no Brasil, Guilherme Ribenboim, é a apresentar a ferramenta e as possibilidades que as operações no País trazem para a publicidade.

Até o fim do ano, os três desejos de Ribenboim são: criar projetos de sucesso no mercado publicitário nacional, formar a melhor equipe possível e trabalhar com empresas de mídia, personalidades, fabricantes de celulares para incentivar e facilitar o uso do Twitter e melhorar o conteúdo disponível na ferramenta.

A empresa continua buscando profissionais para trabalhar em seu escritório em São Paulo. No site de empregos do Twitter, há dez vagas abertas no Brasil. Anna Carolina Papp

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Universo Digital  I  O Galaxy é um anti-iPhone?   (15/03/13)

Desde que a Samsung lançou a linha Galaxy S, em 2010, o mundo da mobilidade virou palco para a batalha entre a sul-coreana e a Apple. Usuários do mundo todo passaram a defender a excelência das marcas em tom de briga de futebol, algo como Corinthians versus São Paulo.

De um lado os consumidores da Apple se gabam por terem em mãos o pioneiro do mercado. De outro, 'galaxyanos' se vangloriam por serem donos de um produto ligeiramente mais barato e com mais recursos. Enquanto o iPhone representa a elite, o Galaxy é visto como democrático.

"O iPhone me parece algo de quem não conhece a fundo o produto. iPhone é moda, marca e marketing", opina Ricardo Varoli, usuário do Galaxy SI. "Acho que a maioria quer um iPhone pelo que a marca representa, mas não tem dinheiro e opta pelo Galaxy. Há ainda quem ache complicado o esquema de sincronização com o iTunes, chip menor ou tela frágil, e também acaba escolhendo o Galaxy", completa.

Seja qual for o motivo, Ricardo avalia que o smartphone da Samsung se tornou uma espécie de anti-iPhone, já que muitos usuários da marca acabam buscando no aparelho aquilo que não encontram no produto da Apple. Às vezes, chegam até a cutucar os que escolhem a maçã.

"Nós [usuários de Samsung] queremos mostrar que é possível ter mais que uma porcaria [iPhone] por menos dinheiro", brinca Ricardo. "O Galaxy é mais barato e melhor, simplesmente isso", enfatiza.

A liberdade no software Android é frequentemente apontada como ponto positivo. O Galaxy é democrático e não possui tantas regras impostas pela fabricante, como acontece com a concorrente. No entanto, aos olhos dos "Applemaníacos", esta é a pior falha do Google.

"O Android é muito mais livre e oferece a possibilidade de ter e criar apps sem as frescuras de aprovação da Apple Store. Mas este crivo da Apple nos protege de aplicativos malfeitos e maliciosos", observa Pedro Jansen, que trocou o Galaxy I pelo iPhone 4S. "Como o Android e o Galaxy sempre vão depender do hardware ou software pra ter uma experiência satisfatória, a Apple segue seu caminho sem grandes problemas", finaliza.

Pedro Chavedar, usuário da Apple que não se considera um 'fanboy', discorda que a escolha do Galaxy se dê por retaliação à empresa da maçã. Para ele, trata-se de uma opção de consumo que varia de usuário para usuário. Alguns escolhem pelo preço mais acessível, outros pelo design, recursos e afinidades com o sistema operacional. Tem ainda o quesito integração, que, de acordo com Pedro, confere ponto positivo ao Galaxy por oferecer conexões com os serviços do Google, como Gmail, Google Docs ou Google Drive.

"Não vejo a compra do Galaxy como represália, mas acho que quem gosta da Apple não vai nem pensar no Galaxy. Isso talvez aconteça no caso contrário...", diz Pedro.

Segundo o professor de marketing digital da ESPM, Vitor Lima, a preferência pela Apple pode ser explicada por um sentimento ímpar por parte dos consumidores, algo que não acontece com a Samsung. O fato de a empresa ter contribuído com episódios revolucionários da tecnologia, como o lançamento do Macintosh e do iPod, ajuda a fortalecer o poder da marca.

"A escolha pela Apple é irracional e baseada em sentimento. Quem adquire o iPhone, compra, além do aparelho, status e estilo de vida. Já os que preferem o Galaxy são mais racionais e compram o produto pelos atributos e não por estima", compara.

O coordenador de marketing digital da ESPM, Pedro Waengerther, concorda, mas lembra que apesar dos perfis dos consumidores serem bem diferentes, isso não impediu a Samsung de decolar no mercado de smartphones. Atualmente a companhia é dona de uma grande fatia do mercado de mobilidade mundial. No Brasil ela possui 42% do mercado, segundo dados do Gartner.

"Conquistar vínculo afetivo como a Apple conseguiu é difícil, mas as diferentes estratégias da Samsung também atingem objetivos, como aumentar volume de vendas", finalizou o especialista.  Stephanie Kohn

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Universo Digital  I  Samsung lança primeiro comercial do Galaxy S4   (03/03/13)

A Samsung divulgou uma novidade sobre o Galaxy S4 nesta segunda-feira (4). A empresa publicou, em sua conta oficial do YouTube, um vídeo teaser do lançamento do aparelho, que ocorrerá na próxima semana. Com um pouco mais de um minuto, o clipe mostra um menino, que seria uma espécie de “mensageiro do segredo” da Samsung, recebendo um pacote secreto.

Samsung lança primeiro comercial do Galaxy S4. (Foto: Reprodução)

Alguns rumores sugeriam que o executivo que entra na sala durante a sequência estaria falando no próprio Galaxy S4. Entretanto, isso não teria sentido, uma vez que o aparelho é, supostamente, o “segredo escondido na caixa”. Além disso, visualmente, o dispositivo utilizado pelo empresário não se assimila muito ao que já foi divulgado sobre o novo carro-chefe da Samsung.

O anúncio termina com uma mensagem de “continua”, ou seja, já podemos esperar mais vídeos em breve. O jeito é aguardar que os próximos comerciais da companhia sul-coreana revelem um pouquinho mais sobre o aparelho. De qualquer maneira, o lançamento do Galaxy S4, marcado para o próximo dia 14, durante o Samsung Unpacked, em Nova York, está muito próximo. Gisele Goes - Tech Tudo

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Universo Digital  I  Samsung blinda Android para enfrentar BlackBerry   (02/03/13)

BRIAN X. CHEN
IAN AUSTEN
DO "NEW YORK TIMES", EM BARCELONA

A Samsung Electronics, que continua a complicar a vida da Apple, agora tem outro alvo: a BlackBerry.

Os smartphones da Samsung vendem bem no mundo inteiro, mas a companhia até recentemente os direcionava ao mercado consumidor e não ao empresarial.

Mas nos últimos 12 meses, a sul-coreana Samsung vem discretamente reforçando a segurança do software Google Android que aciona seus aparelhos, para oferecer modelos mais seguros para uso empresarial.

O software protegido, conhecido como Knox (referência a Fort Knox, o local em que o governo dos Estados Unidos guarda suas reservas de ouro), foi exibido em uma feira internacional do setor de telefonia móvel, esta semana em Barcelona. A Samsung informou que sua nova versão protege os usuários contra malware.

A companhia espera que o novo software torne os celulares Samsung atraentes para os departamentos de informática empresariais, que costumam se preocupar com o roubo de dados sensíveis dos aparelhos de seus funcionários, expostos à ação de hackers. Os executivos de informática estão entre os mais leais dos clientes da BlackBerry porque os aparelhos da companhia contam com segurança reforçada, e a companhia opera uma rede privada e fechada para troca de dados entre seus aparelhos.

PARCERIA

A Samsung anunciou ter formado uma parceria com a General Dynamics, uma grande companhia do setor de defesa norte-americano, para garantir que seus aparelhos cumpram os rigorosos requisitos de segurança das agências governamentais dos Estados Unidos. Os executivos da Samsung informaram que o Knox começará a ser usado nos smartphones da companhia no segundo trimestre, em um novo modelo Galaxy. É provável que o aparelho em questão seja o Galaxy S IV, cuja apresentação está marcada para 14 de março em um evento em Nova York.

A companhia também vem dedicando maior atenção aos clientes empresariais, em sua publicidade. Veiculou diversos comerciais divertidos durante a cerimônia de entrega do Oscar, no domingo, demonstrando a utilidade de seus aparelhos para uma empresa. A Samsung afirmou que já tem provas claras de que seus aparelhos estão prontos para uso empresarial. Milhares de seus smartphones e tablets Galaxy já estão em uso por comissários de bordo da American Airlines, técnicos de TV por assinatura da Dish Networks e profissionais de saúde da Boston Scientific.

"Vamos liderar o mercado empresarial", diz Tim Wagner, vice-presidente de vendas empresariais na Samsung e ex-executivo da BlackBerry. "Quando a Samsung escolhe liderar em uma dada área, ela se torna líder".

A Samsung se tornou a maior vendedora mundial de televisores e celulares, mas persuadir os profissionais de informática a apostar seus empregos em um novo sistema de segurança será difícil. Executivos da BlackBerry insistem em que o BlackBerry continua a ser líder no mercado de celulares inteligentes para uso profissional.

VULNERABILIDADE

Mas a companhia está vulnerável. Os celulares Android e Apple iPhone no ano passado ultrapassaram o BlackBerry como modelos mais usados pelos profissionais de todo o planeta, de acordo com estudo do grupo de pesquisa IDC.

O estudo constatou que mais empresas estavam adquirindo iPhones para seus funcionários, e que os modelos Android eram os mais populares entre os profissionais que compram celulares para uso no trabalho. Isso coloca a Samsung, a maior fabricante mundial de aparelhos Android, em condição de se tornar importante fornecedora no mercado empresarial. Para atrair os usuários empresariais, a Samsung acrescentou recursos especiais ao Android. Uma ferramenta permite que o usuários crie "perfis" separados para uso pessoal e empresarial, uma característica que a nova linha BlackBerry 10 também oferece.

No perfil profissional, o usuário pode utilizar apenas aplicativos aprovados e monitorados pelo pessoal de tecnologia de sua empresa. No perfil pessoal, ficam armazenadas as fotos, jogos e agenda pessoais, e esses dados não estão acessíveis para o setor de informática da companhia. Se o funcionário decidir deixar a companhia, o departamento de informática poderá apagar os dados de seu perfil empresarial, deixando intocados os dados pessoais.

O perfil empresarial também conta com recursos de segurança. Caso o aparelho seja infectado por malware, os programas nocivos não serão capazes de invadir os apps e os dados protegidos pelo perfil empresarial, disse Rhee Injong, vice-presidente do grupo da Samsung que desenvolveu o Knox.

A Samsung também formou parceria com a AirWatch, companhia que produz ferramentas para que os departamentos de tecnologia de empresas administrem os celulares dos funcionários. A AirWatch cuidará das alterações mais complexas nos perfis empresariais em uso nos aparelhos Samsung, como por exemplo restrições ao uso de certas redes Wi-Fi ou de certos aplicativos.

FLEXÍVEL

John Marshall, presidente-executivo da Airwatch, disse que o benefício da abertura da Samsung era que as empresas poderiam especificar com precisão o software para uso em seus aparelhos, e também gerir melhor os celulares de trabalho dos funcionários. Ele afirmou que, porque a BlackBerry tem um software próprio para gestão de seus aparelhos por companhias, a flexibilidade que ela oferece é limitada. Mas a BlackBerry alega que sua abordagem oferece segurança maior e maior consistência.

A Samsung também está colaborando com criadores de aplicativos. O Catch, um app que permite fazer e compartilhar anotações, empregará o sistema de perfis para permitir que as pessoas dividam suas anotações de forma a separar o conteúdo visível para amigos pessoais do conteúdo visível para colegas de trabalho.

"Isso vai facilitar muito para as pessoas, porque o app que usam para colaboração pessoal com amigos e parentes agora também poderá ser usado no trabalho", disse Andreas Schobel, vice-presidente da Catch, em entrevista.

O recurso Balance, do BlackBerry, permite que empresas e governos mantenham segregados os dados e apps usados para o trabalho, nos BlackBerry 10 de seus funcionários. Caso um aparelho seja perdido ou roubado, ou o funcionário seja demitido, os departamentos de informática podem apagar remotamente os dados sigilosos.

CRÍTICAS

David Smith, vice-presidente executivo de computação móvel da BlackBerry, sugeriu que a variação proposta pela Samsung para o sistema Balance deixava a desejar. "Um BlackBerry Balance pode manter informações empresariais realmente seguras, e garantir a privacidade das informações pessoais do usuário", ele afirmou em comunicado.

Smith também reiterou a alegação constante da BlackBerry no sentido de que seus produtos são especialmente seguros.

"Não importa o que anuncie qualquer um de nossos concorrentes, uma coisa não vai mudar", afirmou Smith. "A plataforma mais segura para a computação móvel é um aparelho BlackBerry funcionando na plataforma BlackBerry".

O primeiro modelo da linha BlackBerry 10, o Z10, deve chegar ao mercado dos Estados Unidos neste mês.

Alex Stamos, vice-presidente de tecnologia da Artemis Internet, uma companhia de segurança na computação, afirmou que seriam necessárias mais informações e meses de estudo a fim de avaliar o grau geral de segurança do sistema Samsung. Ele afirmou que recursos para separar dados e apps pessoais e de trabalho estavam disponíveis para aparelhos Android da parte de diversos fornecedores, entre os quais a Good Technology e a Fixmo.

CAUTELA

Stamos recomendou cautela aos executivos de informática.

"É preciso proteger computações que operam em um recipiente seguro de um sistema operacional no qual você não confia", afirma.

Mas porque a Samsung fabrica celulares, seu novo sistema terá uma distinção significativa ante aos demais produtos de segurança para o Android. Como no caso do BlackBerry, disse Stamos, a Samsung incorporará um sistema de verificação ao hardware de seus aparelhos, para confirmar que a segurança e sistema operacional do celular não tenham sido comprometidos.

"Isso torna muito mais difícil invadir um aparelho", ele disse. "E é bem mais próximo do que um BlackBerry faz".

Chris Hazelton, analista da 451 Research, escreveu um relatório detalhado no qual define o Knox como "fortaleza" para os dados empresariais em aparelhos móveis. Disse que, ao dividir os apps pessoais e empresariais em áreas separadas, o Knox talvez permita até que funcionários do governo usem aparelhos pessoais no trabalho.

'PADRÃO OURO'

Chetan Sharma, consultor de comunicação móvel que já trabalhou com diversas operadoras de telefonia, diz que o BlackBerry continua a ser o grande favorito dos departamentos de informática que têm fortes preocupações com a segurança. Mas acrescentou que não é certeza que essa situação perdure. Segundo ele, a Samsung está em posição forte para iniciar um ataque.

"Acho que o sistema de e-mails do BlackBerry continua a ser o padrão ouro", disse. Mas apontou que a dura realidade para a BlackBerry é que as pessoas preferem usar seus celulares pessoais no trabalho. Uma segurança mais forte se tornará ainda mais importante com o ingresso da Samsung no mercado de pagamentos móveis. Na feira em Barcelona, a Samsung também demonstrou seu novo aplicativo Wallet, que permitirá que as pessoas paguem suas compras usando futuros modelos Galaxy. Também anunciou parceria com a Visa para pagamentos móveis. Tradução de Paulo Migliacci  

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Apple não tem rivais em inovação, diz CEO da Apple, Tim Cook    (12/02/13)

O CEO da Apple, Tim Cook, apresentou a empresa que comanda como uma companhia “sem limites para criar” e sem o temor de parecer presunçoso afirmou que a Apple não possui rivais quando o tema é inovação. As declarações de Cook foram feitas na tarde de hoje durante sua participação na conferência sobre tecnologia e internet promovida pelo banco Goldman Sachs.

Cook, que a exemplo de Steve Jobs raramente dá entrevistas ou fala em público, com exceção dos keynotes para exibir os produtos da Apple, conversou por uma hora com analistas financeiros e enfrentou questões delicadas como as más condições de trabalho na China, onde estão os fornecedores da Apple, e a ação que o grupo de investidores liderado pela Greenlight Capital move contra a Apple. Veja abaixo os temas abordados por Tim Cook na conferência.

Inovação - Na avaliação de Cook, a Apple é uma empresa sem limites para inventar e que, atualmente, não possui rivais a altura quando o assunto é inovação. “Não diga para alguém da Apple que algo não é possível, pois esta expressão não existe para nós. Nós já mudamos o mercado várias vezes e surpreendemos os usuários oferecendo produtos que eles nunca tinham visto antes, mas agora não podem viver sem”, disse.

Guerra com acionistas - Cook afirmou ainda que o grande volume de capital no caixa da empresa será usado em projetos de inovação. O CEO não descartou a criação de novas categorias de gadgets, embora tenha evitado comentar rumores como a aguardada estreia da TV da Apple e de um suposto relógio da marca, o iWatch.

O executivo disse ainda que a companhia tem sim muito dinheiro em caixa, mas usará esses recursos para investir em programas de inovação. Alguns acionistas processam a Apple na Justiça americana pedindo que a companhia compartilhe seu capital com os acionistas minoritários. “Esta é uma questão boba, que se tranformou num grande show midiático. Nosso objetivo é inovar e nada além disso poderá trazer mais benefícios para nossos acionistas”, disse.

Canibalização e novos produtos - Durante a conferência, Tim Cook admitiu que algumas categorias de produtos podem canibalizar outros, como um iPad de 10 polegadas, outro de 7 polegadas, diversas versões de iMac e MacBook. “Se nós não canibalizarmos, alguém o fará em nosso lugar. Então, vamos criar tantos produtos quanto nossos consumidores desejarem, desde que eles ofereçam ao usuário uma grande experiência. Para nós, não é tão importante saber as specs de cada produto. O usuário não está de olho na velocidade de cada componente de seu computador, mas ele deseja ter uma grande experiência, viver um momento ´a-ha´, em que se sinta positivamente surpreendido”, disse Cook.

Investimentos e aquisições - Tim Cook afirmou que a Apple esteve próxima de comprar algumas empresas inovadoras mas, ao analisá-las de perto, acabou desistindo. Segundo Cook, as candidatas a aquisição não passaram no teste de qualidade da Apple. O executivo afirmou, no entanto, que continua em busca de boas oportunidades no mercado. “Nós estamos observando algumas empresas”, admitiu.

Cook também disse que ao longo de 2012 a companhia gastou 8 bilhões de dólares com salários e bônus de desenvolvedores, valor um bilhão superior ao investido em 2011. Estes números, segundo Cook, mostram o comprometimento da empresa em ter os melhores talentos ao seu lado.

iPhone popular - Cook descartou criar uma versão de baixo custo do iPhone para competir com features phones que rodam Android. “Nós não vamos criar nenhum produto que não seja ótimo, não penso em criar algo simples, com uma experiência ruim. Nosso foco é criar grandes produtos”, disse. O CEO da Apple disse ainda acreditar que o mercado de smartphones vá crescer 400% nos próximos cinco anos, assegurando alta rentabilidade à companhia e a seus acionistas.

Fornecedores chineses – Cook disse que a Apple está totalmente comprometida em apenas contratar fornecedores que respeitem boas condições de trabalho, independente do país onde as fábricas de montagem de iGadgets estejam. Cook participará, na noite de hoje, de evento ao lado de Michel Obama, a primeira-dama dos Estados Unidos.

Na ocasião, o presidente americano Barack Obama fará o conhecido ´Discurso sobre o Estado da Nação´. É praxe que as pessoas convidadas para sentar-se ao lado da primeira-dama sejam citadas no discurso do presidente. Há expectativas de que Obama anuncie que a Apple voltará a fabricar parte de seus gadgets nos Estados Unidos, gerando empregos localmente.  Felipe Zmoginski, de

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5 milhões de iPhones já foram desbloqueados com o Evasi0n   (09/02/13)

Liberado nesta semana, o Evasi0n, novo sistema para desbloqueio do iPhone, do iPad e do iPod touch, vem se mostrando imensamente popular. O jailbreak (literalmente, “fuga da prisão”), como é conhecido o procedimento de desbloqueio, permite instalar aplicativos proibidos pela Apple no aparelho.

Jay Freeman, que administra o Cydia – uma espécie de App Store alternativa – disse ao site Forbes que, até quinta-feira à noite, já havia registrado 5,2 milhões de iPhones, 1,4 milhão de iPads e 400 mil iPod touches desbloqueados pelo Evasi0n. Somando tudo, são 7 milhões de dispositivos com Evasi0n que se conectaram ao Cydia em apenas quatro dias.

Não é de hoje que usuários de iPhone e iPad desbloqueiam seus dispositivos. Na época em que só a AT&T americana vendia o iPhone, a manobra servia para tornar o smartphone compatível com outras operadoras. Hoje, a principal motivação para o jailbreak é instalar apps proibidos pela Apple. A empresa, como se sabe, administra os dispositivos com mão de ferro. Só aplicativos publicados na loja oficial App Store são permitidos. E é a Apple quem decide se um app pode ou não ser publicado.

No mundo livre dos dispositivos desbloqueados, o usuário instala o que quer. Mas corre mais riscos, já que a chance de que um aplicativo nocivo entre no smartphone ou tablet é maior. Além disso, o jailbreak nem sempre funcionou bem. Muitos dos métodos empregados no passado eram do tipo “thetered”. Se o usuário desligasse seu iPhone, precisaria conectá-lo ao computador para um novo desbloqueio (não é o caso do Evasi0n, que funciona de maneira autônoma).

A Apple sempre se pronunciou contra o jailbreak que, segundo ela, anula a garantia do aparelho. Além disso, sempre que lança uma nova versão do iOS, a empresa trata de fechar a brecha por onde o desbloqueio é feito. Cada versão do sistema exige um software de desbloqueio específico. Por isso, Steve Jobs disse, certa vez, que o jailbreak é um jogo de gato e rato.

A Apple tem ampliado sua vantagem com o tempo. O jailbreak do iOS 6 demorou mais para ser desenvolvido que os de versões anteriores do sistema. O Evasi0n, produzido pelo grupo hacker evad3rs, funciona com iOS 6.0 e 6.1. Mas não há certeza de que vá funcionar com versões futuras do sistema.

Para usá-lo, instala-se um aplicativo num computador com Windows, Mac OS X ou Linux. Depois, por meio do cabo USB que acompanha o iPhone e o iPad, conecta-se o dispositivo ao computador para fazer o jailbreak. O processo todo demora menos de 5 minutos. E, claro, quem decidir realizá-lo estará fazendo isso por sua própria conta e risco.  Maurício Grego, de

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Apple anuncia versão do iPad 4 com 128GB    (29/01/13)

Após rumores de que a atualização do software iOS 6.1 trazia referências para um iPad de 128GB, a Apple oficializou a informação nesta terça-feira, 29.

iPad de 4ª geração em uma loja: nova versão estará disponível a partir do dia 5 de fevereiro, nas cores preto ou branco

A empresa divulgou um comunicado onde confirma o lançamento da versão de 128GB de seu iPad 4ª geração com Retina Display.

O novo iPad, no entanto, não traz nenhuma outra novidade além, claro, do novo software iOS 6.1, que oferece suporte a redes LTE de mais operadoras, correção de erros e outras melhorias.

“Com o dobro da capacidade e uma seleção de mais de 300 mil aplicativos nativos para iPad, empresas, educadores e artistas possuem ainda mais motivos para utilizar o tablet para todas as suas necessidades”, afirma a Apple em comunicado.

A versão de 128GB do iPad 4 estará disponível a partir do dia 5 de fevereiro, nas cores preto ou branco, por US$ 799 no modelo Wi-Fi e US$ 929 pelo modelo com 4G+Wi-Fi.

Por enquanto, só há informações para a venda do iPad 4 com 128GB nas lojas físicas e online da Apple nos Estados Unidos.  Monica Campi, de

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Apple perde o posto de empresa mais valiosa do mundo    (25/01/13)

A Apple (AAPL) perdeu o título de empresa mais valiosa do mundo para o grupo de energia Exxon Mobil Corp, após as ações da empresa fabricante de iPhones e iPads afundarem 12% no pregão desta quinta-feira. A queda, motivada pela preocupação com a desaceleração do crescimento da empresa levou as ações para a maior perda do índice S&P 500 e a Apple a perder mais de 50 bilhões de dólares em valor de mercado.

Com vendas do novo iPhone abaixo do esperado, Apple perde o posto de maior empresa do mundo

As vendas do novo iPhone nas festas de fim de ano ficaram abaixo do esperado e levantaram temores de que a empresa pode estar perdendo seu domínio no setor de smartphones.

A Apple informou na quarta-feira que vendeu 47,8 milhões de iPhones no trimestre até dezembro, número recorde, mas abaixo da previsão média de analistas, que era de 50 milhões de unidades. Como resultado, a emrpesa teve o crescimento mais lento de lucro trimestral desde 2003.

No pregão de hoje, os papéis continuam em queda. Na mínima do dia, chegaram a desvalorizar 3,18%, negociados a 437,31 dólares.

No ano, as ações acumulam queda de 18%, sendo o pior desemepenho entre as ações de grande peso negociadas na bolsa americana. Tamanha queda levou o valor de mercado da Apple a cair para 412 bilhões de dólares e ceder o posto de ação número 1 para a Exxon Mobil, que é avaliada em 417 bilhões de dólares.

Exxon Mobil

O grupo de energia Exxon Mobil (XOM) recuperou sua posição de primeira empresa em valor de mercado - lugar que ocupou em 4 dos últimos 6 anos - com uma alta acumulada de 6% neste ano.

Segundo as estimativas de analistas consultados pela Bloomberg, no dia 1º de fevereiro, quando divulga seus resultados, a empresa pode anunciar que seus lucros do quartro trimestre cresceram 2%, se recuperando de três trimestre de queda.

Beatriz Souza, de

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Rival do Spotify, Deezer chega ao Brasil com grande acervo e seis meses de acesso gratuito   (20/01/13)

Enquanto o famoso serviço americano de streaming de música, Spotify, não chega ao Brasil, seu rival europeu, Deezer, acaba de desembarcar no país. Com um acervo de cerca de 20 milhões de músicas, o site estreia em território nacional oferecendo seis meses gratuitos de música para todos os seus usuários.

“Acreditamos que é um serviço que o usuário precisa de tempo para se acostumar e reconstruir sua biblioteca musical” declarou Mathieu Le Roux, diretor geral da Deezer na América Latina, em entrevista a EXAME.com. “Por isso investimos nessa estratégia de oferecer um período gratuito, que será parcialmente financiado pela publicidade no site”, explicou.

O site conta com três planos diferentes. O primeiro deles, Premium Plus, custa 14,90 reais por mês. Este plano permite ouvir músicas mesmo sem conexão com a internet e através do app para smartphones e tablets. Também oferece funcionalidades como a construção de listas de reprodução, além de permitir que o usuário siga amigos e artistas. É possível ainda realizar o upload de músicas armazenadas no computador, mas que não poderão ser compartilhadas com outras pessoas por questões de copyright.

O segundo plano é o Premium, que custa 8,90 reais. Com exceção do serviço off-line, a assinatura desta conta inclui todas as funcionalidades do perfil mais caro. Já o plano mais básico, o Discovery, permite o acesso a apenas duas horas de música por mês e é gratuito.

Completamente integrado com as redes sociais, logo em seguida do cadastro é possível começar a ouvir músicas de artistas e bandas que tenham recebido o “curtir” do usuário no Facebook. Os mais conectados também podem recomentar playlists e compartilhar músicas através das redes sociais.

Durante o período promocional, os usuários terão acesso como se fossem pagantes do plano Premium. Porém, quem desejar ouvir suas músicas prediletas no metrô, por exemplo, poderá experimentar gratuitamente, por apenas quinze dias, o acesso à conta Premium Plus, que dispensa a conexão de internet para a reprodução.

“Quando este período experimental terminar, será enviado um e-mail para renovação por mais quinze dias”, disse Le Roux. Esta possibilidade, porém, está sujeita ao cadastro do cartão de crédito. Quando a promoção expirar, quem optar por não assinar nenhum dos dois planos poderá, ainda sim, continuar a ouvir suas músicas no plano Discovery.

Deezer

Criado há sete anos na França, o site está hoje disponível em 160 países e conta com mais de 3 milhões de assinantes em todo o mundo. Com a ajuda do Brasil e outros países da América Latina, explicou La Roux, o Deezer pretende atingir metas ambiciosas. De acordo ele, o objetivo é chegar a 1 bilhão de euros em faturamento.  Gabriela Ruic

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Hashtag simboliza fim de uma era para a "Newsweek"  (24/12/12)

Quase 80 anos depois de sua primeira edição, o último exemplar impresso da revista Newsweek começou a ser vendido nesta segunda-feira, com um símbolo irônico, marcando sua transição para a era Twitter, com um formato totalmente digital.

Mulher folheia a última edição impressa da "Newsweek": o Washington Post vendeu a Newsweek ao multimilionário californiano Sidney Harman por um dólar em 2010

A segunda maior revista semanal de notícias dos Estados Unidos estava enfrentando uma forte queda nas receitas de publicidade impressa, diminuindo de forma constante e sofrendo com a migração de leitores para portais com notícias gratuitas.

Para o site de sua "última edição impressa", fechada dia 31 de dezembro, a editora Tina Brown usou uma foto aérea de arquivo da sede da revista em Nova York como fundo de sua mensagem: "#LASTPRINTISSUE" (última edição impressa) com a palavra "impressa" em tinta vermelha.

"Agridoce! Desejem-nos sorte!", diz o tweet postado por Brown.

O Washington Post vendeu a Newsweek ao multimilionário californiano Sidney Harman pela quantia simbólica de um dólar em 2010, antes de um acordo com o conglomerado de Internet IAC para fundir a revista semanal ao site de opinião The Daily Beast.

Em meio a uma feroz rivalidade de décadas com a tradicional revista Time, a Newsweek publicou capas mais audaciosas e, frequentemente, controversas.

Seu primeiro número, publicado no dia 17 de fevereiro de 1933, contou com sete fotografias da semana impressas na parte dianteira, incluindo uma de Adolf Hitler em Berlim declarando: "A nação alemã deve ser construída novamente do zero". ___________________________________________________________________________________

Twitter ganha recurso para editar fotos   (11/12/12)

O Twitter acaba de ganhar uma novidade interessante em sua versão para smartphones: é a possibilidade de editar fotos direto do serviço.

Agora, usuários não precisam mais recorrer ao Instagram ou outros aplicativos para aplicar efeitos em suas fotos. Eles podem editar e compartilhar as imagens direto no app do Twitter.

A atualização trouxe 8 filtros diferentes para colocar nas fotos, além de recursos como o corretor automático e a ferramenta de corte.

Recursos como zoom, recorte de imagem e equilíbrio de cores também estão disponíveis.

A solução foi desenvolvida em parceria com a Aviary, que já possui um app com as mesmas funções, além de ter emprestado tecnologia para o Flickr.

Com o novo recurso, o Twitter dá um passo para tentar frear o crescimento acelerado do Instagram.

A queda de braço entre as empresas começou em agosto deste ano, quando o serviço de microblog bloqueou a busca de novos contatos para o Instagram a partir de sua base de usuários.

Na semana passada, foi a vez do Instagram dar o troco, não permitindo mais que o Twitter incorporasse em seu feed as imagens postadas por seus clientes.

A relação entre os dois serviços começou a estremecer em abril deste ano, quando o Facebook anunciou a compra do Instagram por cerca de 1 bilhão de dólares. O Twitter também estava no páreo para adquirir a rede social de fotos criada por Kevin Systrom e pelo brasileiro Mike Krieger.

O novo recurso já está disponível no aplicativo para Android e deve chegar em breve para o iPhone.

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Mapas da Apple deixam motoristas perdidos na Austrália    (10/12/12)

Por - Luke Hopewell - Gizmodo Australia

A polícia de Victoria, na Austrália, está recomendando que as pessoas não usem os mapas do iOS 6 por preocupações de segurança. Quais são as preocupações? Nada demais, só algumas pessoas perdidas em um parque remoto.

O Murray Sunset National Park está localizado cerca de 70 quilômetros da cidade de Mildura, no estado de Victoria, e qualquer software de mapeamento minimamente decente poderia afirmar com certeza que os dois lugares são bastante diferentes. Mas não o Apple Maps.

Nas últimas semanas, a polícia de Mildura respondeu chamadas de emergência de motoristas que se perderam após serem mandados para lá pelo Apple Maps. O software acredita que Mildura está localizada no meio do parque.

Não há água no parque e as temperaturas podem chegar a 50 graus celsius no sol do verão, diz a polícia, tornando este um caso bastante sério. Alguns motoristas localizados pela polícia chegaram a ficar 24 horas sem comida ou água e andaram longas distâncias em terrenos perigosos para conseguir sinal telefônico.

Depois de resgatar motoristas perdidos na árida região do Parque Nacional Murray Sunset, polícia australiana pede que turistas usem outros métodos que não o app da Apple

A polícia fez seus próprios testes e descobriu que o Apple Maps de fato está mandando motoristas para o meio do nada, e agora alerta para essas pessoas não usarem o serviço do iPhone até que a Apple conserte-o. Isso é bem pior do que a vez que a Apple mandou pessoas que buscavam um hospital para a casa de um estranho. [Victoria Police]

ATUALIZAÇÃO: A Apple corrigiu o erro do Maps, colocando a cidade de Mildura no seu devido lugar – a 70km do parque nacional.

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Kristin Paget,  hacker que trabalhou para a Microsoft, é a nova contratada da Apple   (08/12/12)

Kristin Paget, nova funcionária da Apple: ela é conhecida por melhorar a segurança do Windows

Kristin é especializada em encontrar brechas de segurança em sistemas operacionais. Na Apple, ela deverá pesquisar falhas nos sistemas iOS e Mac OS, diz a publicação americana Wired. A Apple não confirmou suas funções – mas ela deverá trabalhar para reforçar a segurança dos dois sistemas, uma das atuais preocupações da empresa.

A hacker é bastante conhecida no mercado por conta das suas descobertas de falhas de segurança. Sua fama a levou à Microsoft. Na empresa, ela era uma das responsáveis por reforçar a segurança do Windows Vista, sistema operacional da Microsoft.

Na época do lançamento do software, em 2005, a empresa era duramente criticada por causa das falhas de segurança.

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Mais caro do mundo, iPhone 5 no Brasil custa o mesmo que TV 3D   (07/12/12)

Mais uma vez, o Brasil é vencedor de um título nada bom: país com o iPhone mais caro do mundo. Após a operadora TIM revelar os preços do smartphone (desbloqueado) que chega na próxima semana, comparamos o valor inicial com outros 14 países.

Como esperado, o iPhone 5 mais barato do mundo é vendido nos Estados Unidos, em que o modelo desbloqueado sai por 1.354 reais. Logo ali do lado, no Canadá, está o segundo iPhone 5 mais barato do mundo, por 1.471 reais.

Assim como no lançamento do iPhone 4S, a Itália ocupa a segundo posição, bem atrás do Brasil. Por lá, o iPhone 5 desbloqueado é vendido a partir de 1.974 reais.

Além disso, vale notar que o preço inicial do iPhone 5 no Brasil é suficiente para comprar uma TV LED 3D de 40 polegadas, ou mais, conforme pesquisa da Macworld Brasil em revendas nacionais, como Americanas e Submarino – em muitos casos, a TV era ainda mais barata que o iPhone 5.

Se pegarmos o preço mais alto do iPhone 5 por aqui, 3 mil reais pelo modelo de 64GB, é possível se espantar ainda mais. Com esse valor, é possível comprar dois videogames Xbox 360 com Kinect e dois jogos – o kit custa entre 1.400 reais e 1.500 reais nos sites consultados.

Mais caro que iPhone 4S na época do lançamento

Outro ponto que vale notar é que o iPhone 5 estreia no país custando bem mais do que o iPhone 4S, quando foi lançado por aqui no final de 2011. Por 2.400 reais, o novo modelo custa cerca de 500 reais a mais do que o modelo de entrada do seu antecessor na época do lançamento - atualmente, o 4S desbloqueado custa 2 mil reais nas operadoras e na loja da Apple Brasil.

Confira abaixo o ranking de preços do iPhone 5 no mundo (não foram computados ainda os preços dos países que recebem o aparelho na próxima semana, como Rússia e Coreia do Sul). Luiz Mazetto - IDGNow!

Ranking preços do iPhone 5 no mundo

1- Brasil (2.400 reais)

2 - Itália (1.974 reais)

3 - Portugal (1.896 reais)

4 - México (1.854 reais)

5 – Alemanha (1.839 reais)

6 - França (1.839 reais)

7 - Áustria (1.839 reais)

8 - Nova Zelândia (1.820 reais)

9 - Espanha (1.812 reais)

10 - Luxemburgo (1.798 reais)

11 - Reino Unido (1.774 reais)

12 - Austrália (1.748 reais)

13- Suíça (1.632 reais)

14- Canadá (1.471 reais)

15- EUA (1.354 reais)

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Morre The Daily, o primeiro jornal para tablets    (03/11/12)

O jornal digital The Daily, o primeiro do planeta a ser produzido exclusivamente para tablets, especialmente o iPad, encerrará suas atividades no próximo dia 15 de dezembro. Segundo comunicado à imprensa assinado por Rupert Murdoch, dono do conglomerado News Corp. ao qual pertence o jornal, não foi possível atingir a audiência necessária para comprovar que o modelo de negócio empregado à publicação seria bem sucedido no longo prazo.

“O The Daily foi um corajoso experimento em publicação digital e um veículo importante para a inovação”, disse o magnata. “E é por isso que vamos aproveitar tudo o que aprendemos no The Daily e aplicar em outras propriedades”, explicou Murdoch. De acordo com a nota, Jesse Angelo, ex-editor chefe e fundador do veículo digital, assumirá a posição de editor do jornal The New York Post, enquanto que toda a tecnologia, e parte da equipe, do The Daily também serão absorvidas pelo Post.

A nota de despedida da turma do The Daily, assinada por Angelo e Greg Clayman, também editor, confirmou que o jornal digital não atingiu as metas de audiência e agradeceu a lealdade de seus leitores. Além disso, informou que todas as assinaturas que continuarem ativas após a última edição do veículo terão seus valores devolvidos aos usuários.

The Daily

Lançado em 2011, o jornal digital foi o primeiro a ser veiculado exclusivamente como app no iPad. Meses depois, o The Daily desembarcou em outros dispositivos como o iPhone, tablets com Android e também no Kindle Fire, da Amazon.

Sinais de problemas no The Daily começaram a surgir em julho, quando uma leva de demissões atingiu a redação. Na ocasião, 50 pessoas foram demitidas de uma equipe formada por 170 profissionais.

Ainda em julho, Angelo havia publicado uma nota dizendo que os rumores de que o The Daily estava indo mal eram “desinformados e não verdadeiros” e pediu que seus leitores ignorassem o fato. De acordo com informações publicadas no site Slate, o jornal digital da News Corp. estava perdendo 30 milhões de dólares por ano, mesmo cobrando 1 dólar por semana aos usuários do app no iPad.  Gabriela Ruic

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Google adquire BufferBox, um serviço de entrega de encomendas   (01/12/12)

Depois de testar carros autônomos para a entrega de encomendas, o Google  comprou a BufferBox, uma startup canadense especializada em armazenar e entregar  produtos de forma personalizada e qualquer hora do dia.

Diferente da entrega padrão – muitas vezes feita por entregadores/carteiros – a BufferBox disponibiliza uma rede de estações onde os consumidores podem  escolher e retirar seus produtos, de forma segura e sempre disponível.

De acordo com o diretor de engenharia do Google, Steve Woods, o  buscador continuará a apostar na ideia do BufferBox como uma “experiência emocionante” de entregas ao consumidor final. http://googlediscovery.com/

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Anúncios do Facebook irritam usuários, diz o vice-presidente de produto do Google+, Bradley Horowitz    (29/11/12)

A batalha entre as redes sociais Google+ e Facebook escolheu a publicidade online como a mais recente trincheira. Dessa vez, o ataque partiu do vice-presidente de produtos da rede do Google, Bradley Horowitz.

App do Facebook em smartphone: acumular anúncios nos feeds frustra usuários e marcas, afirmou o vice-presidente de produtos da rede do Google, Bradley Horowitz

Durante conferência organizada pelo site Business Insider, o executivo disse literalmente que o Facebook é uma rede social do passado - e os culpados são os seus anúncios. A maneira como eles são incorporados no feed de notícias “irrita os usuários", provocou.

"Imagine que eu esteja conversando com a minha filha. A última coisa oportuna é que no meio disso apareça um cara com uma bandeja tentando me vender um sanduíche. Estou tentando me comunicar e conectar com alguém. Não importa se eu gosto de hambúrguer, simplesmente não é o momento correto pra pendurar um deles na minha frente. Há lugares e momentos certos para isso”, disse.

Acumular anúncios nos feeds dos usuários não está apenas irritando as pessoas, mas frustando as marcas também, apontou Horowitz. “A ideia não é empurrar propagandas para conseguir o dinheiro logo, mas oferecer conteúdo relacionado ao que as pessoas buscam”, prosseguiu. "Queremos uma rede que funcione ergonomicamente, como a nossa atenção, e não acho que os produtos de hoje em dia façam isso". info

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Marissa Mayer, CEO do Yahoo!, fala sobre Deus, família, Yahoo! e smartphones   (29/11/12)

Em sua primeira entrevista como CEO do Yahoo!, Marissa Mayer falou sobre a estratégia da empresa para avançar nos smartphones e tablets, que são seu principal foco no momento. Também disse que suas prioridades são “Deus, a família e o Yahoo!, nessa ordem”. A entrevista foi dada à jornalista Pattie Sellers, da revista Fortune, num evento na noite de terça-feira.

O reforço do Yahoo! na área de dispositivos móveis começou com a distribuição de novos smartphones aos funcionários nesta semana. Em lugar dos BlackBerry que usavam antes, eles agora podem escolher entre uma lista de aparelhos que inclui iPhone 5, Galaxy S III, Lumia 920 e alguns modelos da HTC. Qual o mais escolhido? O iPhone, revela Marissa.

A ideia por trás disso, explica ela, é que o pessoal do Yahoo! tenha os mesmos dispositivos que os clientes possuem. “Era importante que nossos engenheiros, vendedores e outros profissionais realmente entendessem Android, iPhone e Windows Phone”, diz ela. “Queremos que que os engenheiros sintam isso, que os vendedores digam: ‘Ei, achei um app sensacional. Deveríamos fazer isto no nosso app’”.

Marissa observa que o Yahoo! já tem muitos dos serviços que as pessoas mais usam nos smartphones: e-mail, previsão do tempo, cotações financeiras, notícias, compartilhamento de fotos. Falta a empresa aproveitar melhor a oportunidade trazida pelos dispositivos móveis.

Para isso, o Yahoo! precisa tornar esses serviços mais amigáveis aos smartphones, diz Marissa. Mas uma coisa que a empresa não terá é um serviço de mapas: “Já trabalhei com mapas antes. É muito caro, muito difícil de fazer bem feito. A Apple está descobrindo isso. Então, não vamos fazer mapas”, diz Marissa.

Ela também se mostra preocupada com a evasão de profissionais do Yahoo! nos últimos anos. “A empresa passou por uma período turbulento”, diz. “Quero que o Yahoo! seja o melhor lugar para trabalhar, que tenha uma cultura fantástica. Estamos trabalhando duro para mostrar às pessoas as oportunidades que temos lá”.

Parafraseando o treinador de futebol americano Vince Lombardi, Marissa diz que, para ela, as prioridades são “Deus, a família e o Yahoo!, nessa ordem”. Ela conta que, quando foi, grávida, do Google para o Yahoo!, achava que o novo trabalho seria difícil e, cuidar do bebê, divertido. “Mas fiquei surpresa ao perceber que o trabalho é realmente divertido”, diz. “E cuidar do bebê é fácil, muito mais fácil do que dizem”.  Maurício Grego

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Galaxy S4 terá tela FullHD de 4,99 polegadas, diz site coreano Asiae    (26/11/12)

Não é mais novidade que o Galaxy S4 pode ser lançado com uma tela FullHD (1080p), mas de acordo com o site sul-coreano Asiae, o display do aparelho terá 4,99 polegadas e capacidade de reproduzir 441 pixels por polegada. Para fins de comparação, o Google Nexus 4 exibe 318 ppi e o iPhone 5, 326 ppi.

Conceito do Galaxy S4 da Samsung (Foto: Reprodução/Concept Phones)

O site informou também que o próximo Galaxy trará a mais nova geração de processadores Exynos da Samsung. O chip quad-core de 1,8 GHz ainda virá acompanhado de uma memória para armazenamento de 64 GB. As novas peças, apesar de mais modernas, serão mais finas, o que contribuirá para que o novo smartphone tenha espessura menor que o atual Galaxy S3.

Outros rumores apontam que o Galaxy S4 virá equipado com uma nova câmera digital de 13 megapixels, muito superior ao modelo de 8 MP que equipa a geração atual de smartphones da Samsung. A imprensa e os fãs da marca aguardam a apresentação do novo modelo na edição 2013 da feira de tecnologia CES, que acontecerá em Las Vegas em janeiro. Até lá, novas informações devem surgir.

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Nokia traz laboratório de aplicativos móveis ao Brasil    (21/11/12)

A Nokia divulga nesta quarta-feira, 21, um plano de ações para fomentar os ecossistemas de Windows Phone e Serie 40 no Brasil. O destaque é o anúncio do mLabs, laboratório para desenvolvimento local de aplicativos móveis, que será projetado a partir de 2013.
A chegada do mLab Brasil é resultado de um acordo entre Nokia, Governo Federal e Inatel. Além disso, no próximo biênio, a empresa investirá mais de R$ 20 milhões em ações junto aos desenvolvedores de aplicativos para Windows Phone  e S40.
Segundo comunicado, a verba será destinada a dar continuidade aos programas de incentivo e treinamento em universidades, que já começaram a ser feitos no primeiro semestre. Os investimentos são voltadas à comunidade desenvolvedora, estudantes, pequenas empresas e consumidores.
 “A Nokia nunca viveu um momento tão rico em sua relação com desenvolvedores como agora”, afirma Almir Luiz Narcizo, presidente da Nokia do Brasil. “O ecossistema Windows Phone segue aumentando rapidamente, enquanto os esforços com o S40 são promissores”, diz.

mLab
O laboratório, que ficará no Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), em Santa Rita do Sapucaí (MG), oferecerá treinamentos e cursos para interessados em desenvolver para as plataformas utilizadas pela Nokia, além de funcionar como uma incubadora para pequenas e médias empresas do setor.

“O mLab Brasil junta-se a outros projetos da empresa no País com fundo social e empreendedor, como o Instituto Nokia de Tecnologia (INdT) e a Fundação Nokia de Ensino, que já formaram milhares de profissionais capacitados para o mercado”, afirma Narcizo.

A iniciativa foi originanmente criada pela Nokia em conjunto com o governo da Finlândia, com o intuito de fomentar e desenvolver laboratórios e incubadoras locais para criação de aplicativos móveis, normalmente em parceria com universidades. O projeto, que já opera na Armênia, Paquistão, Quênia, Vietnã e África do Sul, também busca dar suporte a pequenas e médias empresas que querem expandir seus negócios e a conexão entre empreendedores digitais.

Crescimento de ecossistemas
Para promover a chegada dos primeiros aparelhos Nokia com Windows Phone 8, o Nokia Lumia 920 e o Lumia 820, a Nokia começa este mês o treinamento de desenvolvedores na evolução da plataforma da Microsoft e amplia as parcerias com universidades pelo Brasil.

“No Brasil, Windows Phone é sinônimo de Nokia, na seara dos desenvolvedores. Graças ao suporte técnico e a estrutura prestados aos parceiros, pudemos alcançar o maior nível de interesse que já registramos em qualquer uma de nossas plataformas”, comenta Daniel Rocha, diretor de Developer Experience da Nokia do Brasil. olhar digital

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Microsoft anuncia saída de Steven Sinofsky, presidente da divisão de Windows    (13/11/12)

A Microsoft anunciou na noite de segunda-feira (12) a saída de Steven Sinofsky, que supervisionou a criação do Windows 8, lançado no fim de outubro.

A empresa não informou a data nem os motivos da saída de Sinofsky, mas destacou em um comunicado que as mudanças pretendem promover o lançamento de "uma nova geração de produtos".

Steven Sinofsky, ex-presidente da divisão do Windows, durante lançamento do Windows 8, no mês passado

Citado no comunicado, o diretor geral da Microsoft, Steve Ballmer, elogiou o trabalho de Sinofsky na empresa. Ele disse que os últimos produtos Windows "marcam o início de uma nova era" para o grupo.

Sinofsky foi um dos principais apresentadores no Windows 8 e do tablet Surface durante o lançamento em Nova York. Ele agradeceu o "profissionalismo e a generosidade" dos colegas e da Microsoft, que chamou de "empresa fantástica".

A saída de Sinofsky, que tinha 23 anos de casa, é a última e a mais proeminente de um executivo da Microsoft, que luta para ter presença importante no mercado de computação móvel frente a rivais como Apple e Google.

O movimento foi inesperado, e nem a Microsoft nem Sinofsky deram qualquer explicação sobre isso. Um executivo na companhia que pediu para não ser identificado disse que a decisão foi "mútua" e que não espera que Sinofsky assuma em breve um cargo em outra empresa.

Sinofsky era visto como possível futuro executivo-chefe da Microsoft. "É uma notícia chocante. É muito surpreendente", disse o analista Brendan Barnicle, da Pacific Crest Securities. "Como muitas pessoas, eu pensava que Sinofsky estava no caminho de ser um potencial sucessor de Ballmer."

Sinofsky, 47, começou a trabalhar na Microsoft em 1989 e foi assistente técnico de Bill Gates.

Ele será sucedido por Julie Larson-Green, que vai liderar a divisão de hardware e software Windows, e por Tami Reller, que continuará como vice-presidente financeira da unidade Windows. Os dois reportarão diretamente para Ballmer.

France Press I Reuters

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Apple e HTC firmam acordo mundial de patentes   (11/11/12)

Segundo a  Cnet, Apple e HTC firmaram um acordo de patentes para que, além de encerrar disputas atuais, as patentes dos próximos 10 anos sejam compartilhadas pelas fabricantes.

"Estamos felizes em chegar a um acordo com a HTC", afirmou o CEO da Apple, Tim Cook, em um comunicado. Peter Chou, CEO da HTC afirmou que a empresa "está satisfeita em resolver essa disputa com a Apple".

As disputas começaram em março de 2010, quando a Apple acusou a HTC de violar 10 de suas patentes. Somente duas infrações foram confirmadas em junho de 2011. Dois meses depois, a HTC acusou a Apple pela infração de cinco patentes.

Com a troca de acusações, a HTC acabou com dois aparelhos para o mercado norte-americano presos no limbo. Os modelos One X e Evo 4G LTE foram impedidos de entrar nos EUA até que uma inspeção fosse concluída. Depois de algumas semanas, no entanto, nenhuma infração foi identificada e os aparelhos foram liberados.

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Apple já desenvolve iPad mini com tela Retina, diz site chinês DoNews     (08/11/12)

O iPad mini foi lançado no dia 2 de novembro, mas especulações acerca de sua próxima versão já começam a circular pela internet. De acordo com informações do site chinês DoNews, a Apple já está desenvolvendo um modelo do pequeno tablet com tela Retina.

iPad mini: tablet de 7,9 polegadas da Apple chega ao mercado com tela de resolução igual ao display do iPad 2, ou seja, 1.204 x 768

Uma das maiores críticas em relação ao recém-lançado dispositivo é justamente a sua tela. A Apple vem, desde o início do ano com o novo iPad, incorporando a tela Retina a todos os seus lançamentos. Até mesmo a nova versão do iPod touch já conta com o display de alta resolução. E é justamente por isso que a incorporação de uma tela com resolução 1.204 x 768, equivalente ao iPad 2, foi vista com estranheza.

Ainda de acordo com os chineses, a empresa responsável pela fabricação da tela Retina de 7,9 polegadas será a AU Optronics. A nova versão do tablet, contudo, não seria lançada tão logo. Para a equipe do DoNews, o iPad mini com tela Retina deve ser anunciado apenas no segundo semestre de 2013. Gabriela Ruic

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Smartphone do Facebook já está em fase de testes, diz site britânico Pocket-lint   (05/11/12)

Novas informações voltam a alimentar os boatos de que o Facebook irá, em breve, lançar o seu próprio smartphone. Segundo o site britânico, Pocket-lint, os taiwaneses da HTC estão desenvolvendo o dispositivo móvel, que, inclusive, já está sendo testado sob a alcunha de HTC Opera UL.

O modelo, de acordo com o que foi revelado por uma “fonte confiável” aos britânicos, “é o smartphone do Facebook, feito para o Facebook”. Mas além de confirmar que o tal aparelho é, de fato, o tão especulado dispositivo oficial da rede social, a fonte também disse que seu lançamento está “atrasado”.

Segundo outra fonte consultada pelo Pocket-lint, o aparelho virá equipado com processador Qualcomm Adreno 305, contará com tela HD e, por enquanto, rodará a versão 4.1 do Android, conhecida como Jelly Bean.

As especulações sobre os planos do Facebook para lançar um smartphone começaram a surgir no começo do ano. Há muito se suspeitava que a empresa de Mark Zuckerberg e a HTC haviam firmado uma parceria para o desenvolvimento do aparelho, que poderia ser lançado em meados do ano que vem. Gabriela Ruic

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Após ordem judicial, Apple publica carta de retratação à Samsung   (26/10/12)

A Apple publicou nesta sexta (26) na versão britânica de seu site uma carta em que diz que a Samsung não copiou o design do iPad ao criar tablets da linha Galaxy. A divulgação ocorre após uma ordem judicial de julho.

Apple terá de comunicar publicamente que o iPad (esq.) não foi copiado pela Samsung no Galaxy Tab (dir.)

À época, o juiz responsável pelo caso, Colin Birss, disse à rede Bloomberg que a decisão tinha como fim compensar "danos à imagem" causados pelos processos iniciados pela empresa americana contra a rival no Reino Unido.

A empresa terá de publicar texto semelhante em jornais nacionais do país.

Na carta, a Apple se limita a descrever a decisão judicial.

"No dia 9 de julho, a Alta Corte de Justiça da Inglaterra e do País de Gales determinou que os tablets Galaxy Tab 10.1, Tab 8.9 e Tab 7.7 não infringem patente de design da Apple. No julgamento, o juiz fez importantes considerações ao comparar os visuais dos produtos da Apple e da Samsung:

'A simplicidade extrema do design da Apple é chocante. No geral, é composto por superfícies lisas e pouco decoradas na parte da frente, com uma borda muito fina e com a parte traseira limpa.

Há um canto bem definido em torno dessa borda e uma combinação de curvas, tanto nos cantos quanto nos lados. O design parece, a um determinado usuário, um objeto que o ele gostaria de pegar e segurar. É discreto, suave e simples. É bacana.

A impressão do usuário em questão em sobre os tablets Galaxy, da Samsung, é a seguinte: desde a parte da frente eles parecem ser da mesma família de design que os produtos da Apple, mas os dispositivos Samsung são muito finos, quase se posicionando fora dessa família e com detalhes peculiares na traseira.

Eles não têm a mesma discrição e simplicidade que há no design da Apple. Não são tão bacanas.'"

A fabricante do iPhone termina o texto citando casos em que bateu a sul-coreana nos tribunais, especificamente na Alemanha e nos EUA.

Reprodução
Carta aberta à Samsung que a Apple foi obrigada a publicar, na versão britânica do seu site
Carta aberta à Samsung que a Apple foi obrigada a publicar, na versão britânica do seu site

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Galaxy S3 e iPhone 5 são triturados por liquidificador em teste de resistência   (21/10/12)

O Galaxy S3 e o iPhone 5, dois dos principais smartphones atuais, tiveram suas resistências postas à prova novamente: desta vez por liquidificadores. O responsável pela atrocidade é o canal do YouTube Will it blend?, que tritura os mais variados tipos de objetos e alimentos para testar a capacidade dos liquidificadores da empresa Blendtec.

O apresentador Tom Dickson é o responsável pela destruição dos smartphones. O intuito do teste é, além de testar a força do eletrodoméstico, constatar qual dos smartphones se desintegra primeiro. E mesmo com seu corpo de alumínio, o iPhone 5 se desfez mais rápido que o Galaxy S3, que resiste inteiro por mais tempo às lâminas giratórias.

No fim da experiência, porém, os dois aparelhos estão no mesmo estado: totalmente em pó. O apresentador, ao abrir as tampas e sentir o cheiro da fumaça tóxica, diz que o iPhone 5 solta uma “fumaça de Siri”, enquanto afirma que a fuligem do Galaxy S3 tem cheiro de "Jelly Beans" (jujuba, em português).

O divertido (e cruel) canal já mostrou triturações de muitos outros objetos eletrônicos. Em outras ocasiões, os vídeos apresentaram a destruição de um iPhone 4S, de um Kinect e até do jogo Halo 3, que literalmente foram “passados no liquidificador”.

Confira abaixo o vídeo da destruição do Galaxy S3 e do iPhone 5:


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Novo conector é maior ponto fraco do iPhone 5   (07/10/12)

Por David Pogue

Se você estivesse fazendo uma aula na faculdade chamada iPhone 1, seu professor poderia identificar três fatores que tornaram o smartphone da Apple um sucesso sem tamanho.

Segundo, componentes superiores. Como a maior empresa de tecnologia do mundo, a Apple tem maior poder com seus fornecedores de peças. Ela pode incorporar novas tecnologias frequentemente – o vidro Gorilla resistente a riscos, por exemplo, ou a tela supernítida Retina – antes de seus rivais.

Terceiro, compatibilidade. A onipresença do iPhone levou a um universo de acessórios para ele. Entre num quarto de hotel, e provavelmente haverá um conector para iPhone embutido no rádio-relógio.

Se tivesse de escrever uma monografia para essa aula, você poderia abrir com este argumento: ao criar o novo iPhone 5 (US$ 200 com contrato nos Estados Unidos), a Apple fortaleceu suas duas primeiras vantagens – mas entregou a terceira de bandeja para seus rivais (n              ota da redação: o iPhone 5 não tem data para lançamento no Brasil, mas o País pode estar no grupo de 100 nações que receberão o iPhone 5 até o fim do ano).

Design

Comecemos com o design. O novo aparelho, todo preto ou branco, é lindo. Especialmente o preto, cujo brilhante corpo de vidro e alumínio traz as linhas de design de um bombardeiro fantasma.

Havia muitos rumores de que o iPhone 5 teria uma tela maior. Seria ela enorme, como em muitos telefones Android? Aquelas telas gigantescas ficam desconfortáveis no bolso, mas são fantásticas para mapas, livros, sites, fotos e filmes.

Conforme se revelou, a tela atualizada do iPhone nem se aproxima do tamanho Imax de seus concorrentes. São os mesmos 5,8 centímetros de largura, mas com a altura maior em 1,3 centímetros – 176 minúsculos pixels.

É uma boa mudança, mas não revolucionária. Você ganha uma fileira extra de ícones na tela inicial, mais mensagens nas listas de e-mails, teclas maiores no teclado virtual em modo paisagem e uma visão mais ampla de todos os aplicativos incluídos. Os aplicativos que não sejam da Apple podem ser alterados para preencher a nova tela. Até lá, eles ficam no centro de uma tela maior, flanqueados por barras negras quase imperceptíveis.             
Com 0,76 centímetro, o telefone é surpreendentemente mais fino do que antes – o mais fino do mundo, segundo a Apple. Ele também é mais leve, com pouco menos de 113 gramas; ele desaparece em seu bolso. Este iPhone é tão leve, alto e fino que está no caminho certo para se tornar um marcador de livro.

Componentes

Segunda vantagem: componentes. Não há recurso revolucionário desta vez, não há nova Retina ou Siri (a leitura de pensamentos terá de esperar pelo iPhone 13). Mesmo assim, quase todos os recursos foram aprimorados, com foco no que importa: tela, som, câmera, velocidade.

O iPhone 5 é um aparelho 4G LTE, significando que, em algumas cidades sortudas dos Estados Unidos, você consegue velocidades de conexão absurdamente rápidas (a Verizon possui mais cidades com LTE, com a AT&T num distante segundo lugar e a Sprint na retaguarda).

O próprio telefone também tem mais velocidade. Seu novo processador é duas vezes mais rápido, diz a Apple. Poucas pessoas reclamavam da velocidade do modelo anterior, mas este certamente ganha.

Agora a tela possui melhor reprodução de cores. A câmera frontal captura vídeo em alta definição (720p). A bateria oferece o mesmo tempo de conversa (oito horas), mas soma duas horas adicionais para navegação na web (oito horas) – mesmo em redes LTE. Em termos práticos, são menos dias em que a bateria morre durante o jantar – algo bastante comum com os aparelhos 4G.

A câmera é uma das melhores já colocadas num celular. Suas fotos com pouca luz arrasam os mesmos esforços num iPhone 4S. Seu tempo de uma foto a outra melhorou em 40 por cento. E você pode tirar fotos mesmo enquanto grava um vídeo (alta definição de 1080p, naturalmente). Tudo bem até aqui. Mas agora vem o terceiro ponto, a compatibilidade universal.

Hoje em dia, o conector de recarga do iPhone/iPad/iPod (que já existe há uma década) está em toda parte: carros, relógios, alto-falantes, docks, até mesmo dispositivos médicos. Mas o novo iPhone não é compatível com nenhum deles.

Conector
A Apple chama o substituto de conector Lightning. Ele é muito mais resistente do que o antigo conector, e muito menor – 0,79 centímetro de largura, contra 2,1 do anterior. E não há lado certo para cima – você pode conectar o cabo dos dois lados. Ele faz um clique satisfatório ao se encaixar, e mesmo assim sua remoção é suave. É o modelo de um importante conector moderno.

Bem, está ótimo. Mas ele não se encaixa em nenhum acessório, carregador ou dock existente. A Apple vende um plugue adaptador por US$ 30 (ou US$ 40 com um cabo de 20 centímetros).

Se possui alguns acessórios, você pode facilmente gastar US$ 150 em adaptadores para um telefone de US$ 200. Isso não é apenas um tapa na cara dos clientes fiéis – é um direto bem no meio dos olhos.

Mesmo com o adaptador, nem todos os acessórios funcionam com o Lightning, e nem todos os recursos do velho conector estão disponíveis; por exemplo, você não pode enviar a saída de vídeo do iPhone a um cabo de TV.

A Apple diz que a mudança era inevitável – o velho conector, passados 10 anos, precisava desesperadamente de uma atualização. Talvez sim, mas a Apple simplesmente abriu mão de uma de suas maiores vantagens competitivas.

Software

O novo telefone vem com novo software, chamado iOS 6, cheio de pequenas e grandes melhorias – disponibilizado para download grátis também para iPhone 3GS, iPhone 4 ou iPhone 4S.

As maiores atrações do iOS 6 são um aplicativo completamente novo de mapas e GPS (a Apple abandonou o Google Maps e criou seu próprio aplicativo); novos talentos para a Siri, a assistente ativada por voz (agora ela responde a perguntas sobre filmes recentes, esportes e restaurantes); e respostas prontas (e disponíveis a um toque na tela) para chamadas telefônicas (como "Estou dirigindo, ligo para você mais tarde").

Há também um novo modo panorama para a câmera, que se mostra útil com muito mais frequência do que você poderia esperar. Conforme você vira o telefone ao seu redor, ele funde diversas imagens numa única foto ultra-grande-angular de 28 megapixels. Diferentemente de outros aplicativos e aparelhos com modo panorama, este é totalmente automatizado e oferece uma pré-visualização da paisagem que se materializa enquanto você faz as fotos.             
Você deveria comprar o novo iPhone, agora que os melhores aparelhos com Windows Phone e Android oferecem velocidade, beleza e recursos impressionantes?

O iPhone 5 não faz nada para alterar os prós e contras dessa discussão. Os aparelhos com Windows Phone oferecem um design incrível, mas ficam seriamente para trás em aplicativos e acessórios.

Os telefones Android sobram em opções: você pode ter uma tela enorme, por exemplo, uma entrada para cartão de memória ou chips NFC (comunicação de campo próximo, para trocar arquivos com outros telefones NFC ou comprar produtos em certas lojas com apenas um toque). No geral, porém, o Android tem mais bugs, é mais caótico e fragmentado – nem sempre se pode atualizar o software do aparelho quando surge uma nova versão.

Os iPhones não oferecem tanta escolha ou personalização. Mas eles são mais elegantes e consistentes no design, com um catálogo de aplicativos mais completo (embora fortemente regulamentado). Eles oferecem o controle por voz da Siri e a melhor loja de música/filmes/TV – e o tamanho e peso do aparelho foram reduzidos a quase nada.

Conclusão

Se você possui um iPhone 4S, comprar o iPhone 5 significaria quebrar seu contrato de dois anos com a operadora e pagar uma dolorosa multa; talvez não valha a pena pela coleção de pequenos ajustes da versão 5. Mas se você teve a disciplina de esperar durante algumas gerações de iPhone – uau, você se deu muito bem.

Mesmo assim, a mudança do conector é uma grande pena. A Apple não se preocupa em perder vendas e a lealdade do consumidor?

Na verdade, a Apple tem um longo histórico de matar tecnologias, de forma dispendiosa e inconveniente, que o público havia aprendido a amar – mesmo aquelas que a própria empresa havia originalmente desenvolvido e promovido. Mas a vida continua, e de alguma maneira a Apple fica ainda maior.

Assim, se você quisesse concluir sua monografia aferindo o impacto do novo conector sobre a popularidade do iPhone, o mais indicado seria escrever: "muito pequeno (suspiro)". Pensando bem, todos nós já fizemos essa aula antes.

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Provador virtual Digital Look permite experimentar roupas sem vesti-las   (07/09/12)

Ferramenta Digital Look transforma tela de LCD em espécie de espelho e provador de roupas que mostra, em 3D, até o movimento do tecido no corpo

O processo de comprar uma roupa está prestes a se tornar muito mais rápido e fácil, para a alegria de quem não resiste a uma nova compra. E o melhor de tudo é que nem será necessário vencer a ocasional preguiça de provar peça por peça. Ainda sim, porém, será possível se enxergar usando a roupa. Essa é a ideia por trás de uma tecnologia chamada Digital Look, desenvolvida pelos cariocas da Creapix Tecnologia Criativa.

A ferramenta funciona em uma tela de LCD, que se transforma em uma espécie de espelho e provador virtual. Nela, são exibidas as peças de roupas da coleção de determinada marca e, através de gestos, a pessoa poderá escolher a roupa a ser experimentada e que será então disposta sobre o seu corpo. Através de modelagem em 3D, a pessoa consegue se ver com a peça nas três dimensões, e ainda observa o movimento do tecido.

A Creapix tem intenções de levar a tecnologia para fora das lojas, em aeroportos ou cidades nas quais a marca ainda não está presente, por exemplo, segundo explicou Bruno Castro, sócio da empresa. E a expectativa é que isso comece a acontecer a partir de dezembro de 2012.

Nessa próxima fase, a Digital Look irá além do papel de provador virtual, passando também a participar do processo de compra através de um aplicativo para smartphone. Quando isso acontecer, o usuário precisará apenas apontar o smartphone, Android ou iPhone, em direção ao QR Code que será exibido na tela de LCD. “Depois disso, o consumidor será levado ao e-commerce da marca para finalizar a compra e receberá a peça em casa”, explicou Castro.

Desenvolvida ao longo de dois anos de programação, a ferramenta foi lançada como piloto durante o Fashion Business 2012. O interesse de grandes marcas na tecnologia foi quase imediato. Em pouco tempo, contou Castro, a empresa começou a trabalhar com nomes da moda feminina como Folic e Shop 126.

E é com as marcas que fica a responsabilidade de envio do arquivo com o desenho das roupas para a Creapix. Elas então são modeladas em 3D e recebem a aplicação de um efeito físico que dá o movimento ao tecido virtual. Em seguida, são importadas ao software, prontas para serem “provadas” pelos consumidores e, em breve, compradas através do smartphone. Gabriela Ruic

Confira no vídeo abaixo, produzido pela Creapix, a Digital Look em ação:

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Alexander Macgillivray, diretor jurídico do Twitter defende liberdade de expressão pensando no faturamento    (04/09/12)

Alexander Macgillivray, diretor jurídico do Twitter, diz que lutar pela liberdade de expressão é mais que uma boa ideia. Acredita que seja uma vantagem competitiva para sua empresa.

A convicção explica por que ele dedica tanto tempo e dinheiro do Twitter a contestar decisões de autoridades, nos Estados Unidos e no exterior. Na semana passada, sua equipe jurídica estava contestando uma liminar que determinava que os posts de um membro do movimento Occupy Wall Street fossem retirados do Twitter.

Alex Macgillivray, diretor jurídico do Twitter, durante reunião em San Francisco

Uma semana antes, a companhia havia entrado em disputa com autoridades indianas que desejavam retirar mensagens que viam como inflamatórias. No ano passado, Macgillivray contestou o Departamento da Justiça americano em sua caça aos partidários do WikiLeaks que utilizam o Twitter para se comunicar.

"Nós prezamos a reputação que temos por defender e respeitar a voz do usuário", disse Macgillivray em entrevista na sede do Twitter. "Acreditamos que isso seja importante para a nossa companhia e a maneira pela qual os usuários pensam em usar ou não o Twitter, em comparação a outros serviços".

Nem sempre funciona. E às vezes essa missão colide desagradavelmente com outro imperativo que o Twitter enfrenta: transformar esse canal de expressão da opinião pública em um negócio lucrativo.

ABERTURA DE CAPITAL

É um imperativo que se tornará muito mais agudo quando a empresa abrir seu capital e o Twitter passar a enfrentar pressões para lucrar rápido e manter bom relacionamento com os governos dos países nos quais opera; a maioria dos usuários do serviço vive fora dos Estados Unidos, e a companhia está abrindo escritórios no exterior.

A transformação torna mais delicada a função de Macgillivray. Em um momento no qual as companhias de Internet lutam para controlar tamanha porção daquilo que podemos dizer e fazer online, será que o Twitter poderá defender a privacidade, a liberdade de expressão e a lucratividade ao mesmo tempo?

"Eles monetizarão os dados de que dispõem, e talvez não possam tomar grandes liberdades", disse Ryan Calo, professor de Direito na Universidade de Washington. "Não prevejo que o Twitter venha a perder o rumo, mas o momento é de atenção".

Jonathan Zitrain, professor na escola de Direito da Universidade Harvard, define a questão como desafio e oportunidade para Macgillivray, que foi seu aluno. O executivo, conhecido como @amac, a assinatura de sua conta no Twitter, exerce uma função que pode influenciar o setor de Internet como um todo.

"Se @amac conseguir ajudar a definir um percurso, o Twitter pode servir como modelo de responsabilidade empresarial em uma internet na qual cada vez mais software e conteúdo estão sob o controle de grandes empresas", afirmou Zittrain em mensagem de e-mail. Ele acrescentou que o desafio para Macgillivray é "não só se tornar pioneiro de uma forma sábia de passar por isso mas implementá-la enquanto o uso do Twitter continuar a crescer explosivamente. É como realizar uma tarefa complicada de manutenção em uma turbina a jato enquanto o avião está em voo".

REPUTAÇÃO ABALADA

O Twitter encontrou certa turbulência nas últimas semanas, quando pareceu ter esquecido seus princípios. A companhia suspendeu por breve período a conta do jornalista inglês Guy Adams, que vinha usando sua presença no Twitter para criticar repetidamente a cobertura olímpica da rede de TV americana NBC, empresa parceria do Twitter.

Silenciar Adams causou indignação pública (expressada no Twitter, naturalmente), e a tarefa de explicar, pedir desculpas e amenizar danos coube a Macgillivray. No blog da empresa, ele admitiu que um funcionário do Twitter responsável por promover parcerias com grandes empresas vinha monitorando a conta de Adams e havia aconselhado a NBC a apresentar queixa à companhia. O Twitter, por sua vez, suspendeu a conta de Adams por uma violação de um dos termos de serviço da empresa --Adams havia usado o Twitter para publicar o endereço de e-mail de um executivo da NBC.

Macgillivray ordenou que a conta fosse desbloqueada e apresentou um pedido público de desculpas a Adams. Ele disse que era "inaceitável" que o Twitter vigiasse os tuítes, ainda que não tenha informado se o funcionário responsável pela violação foi ou não punido. "Não devemos e nem podemos estar envolvidos na monitoração pró-ativa e filtragem de conteúdo, não importa quem seja o usuário em questão", ele escreveu.

O pedido de desculpas explícito sobre a censura às críticas contra a NBC pode ter servido para evitar um processo contra a companhia. Macgillivray, afinal, é um advogado corporativo experiente.

Reunião do Twitter em San Francisco; Macgillivray é o terceiro da esquerda para a direita

OBSERVADOR E OBSERVADO

O entrevero revela parte da crise de identidade enfrentada pelo Twitter. O serviço tanto serve de megafone a excêntricos quanto como fonte valiosa de informações de negócios. E com valor de mercado de US$ 8 bilhões, sua estratégia de negócios vem sendo observada atentamente. A companhia recentemente introduziu novas maneiras de elevar seu faturamento publicitário, enquanto Wall Street aguarda sua abertura de capital.

Macgillivray insiste em que, como uma empresa de mídia convencional que trabalhe com distribuição de informações, o Twitter também estabelece separação firme entre o lado do dinheiro e o do conteúdo postado por usuários, em suas operações. Ele define o sistema como uma separação de poderes.

"Não queremos que interesses de negócios afetem nosso juízo quanto a conteúdo", argumentou. "Isso contraria nosso interesse empresarial. Contraria a confiança dos usuários no serviço".

Outras empresas de tecnologia e comunicações tropeçaram repetidamente em problemas de liberdade de expressão e privacidade. O Yahoo! forneceu informações que ajudaram as autoridades chinesas a condenar um jornalista, em 2005. O Google em 2010 saiu do mercado chinês depois que hackers daquele país roubaram códigos de software e violaram as contas de ativistas dos direitos humanos chineses no Gmail. O Google e o Twitter publicam relatórios anuais que revelam o número de pedidos de informações apresentados por autoridades nacionais. O Facebook, outras das grandes fontes de informações pessoais na Web, não o faz, e insiste no uso de nomes reais, o que, segundo seus críticos, pode colocar dissidentes e pessoas que expressem opiniões controversas em risco.

Macgillivray, 40, nascido em Toronto, estudou nas universidades de Princeton e Harvard. Trabalhou no Wilson Sonsini Goodrich & Rosati, um conhecido escritório de advocacia do Vale do Silício, e depois foi advogado do Google por seis anos, comandando, entre outras coisas, um processo ainda não resolvido sobre a digitalização de livros fora de catálogo pela companhia. Foi contratado pelo Twitter em setembro de 2009.

Desde então, o Twitter vem habilidosamente construindo uma reputação de proteção à liberdade de expressão, mesmo em suas formas mais impopulares. Defende vigorosamente o uso de pseudônimos. Permitiu que dissidentes dos países árabes e hackers ativistas como o grupo Anonymous utilizassem seus serviços. Enfrentou repetidas pressões dos governos de países nos quais opera.

INTERNET 'SUPRA-NACIONAL'

Sua política oficial, anunciada este ano quando o Twitter começou a expandir suas operações internacionais, é a de remover posts em países específicos somente sob pedido individual, e em caso de os posts violarem as leis nacionais.

No mês passado surgiu um confronto quando as autoridades indianas afirmaram que certas contas no Twitter estavam fomentando o ódio religioso e solicitaram que o Twitter as bloqueasse. O Twitter cancelou meia dúzia de contas que violavam as normas internas da companhia, a maioria das quais contas que imitavam o primeiro-ministro indiano.

Essa é uma realidade da era digital. Nações soberanas têm suas leis. Companhias de Internet têm suas regras.

Não é só no exterior que o Twitter nada contra a corrente. E a companhia nem sempre vence. Nos Estados Unidos, o governo venceu, em seu caso contra a companhia sobre o WikiLeaks. O Twitter foi derrotado em todos os seus recursos e recebeu ordem judicial de entregar ao Departamento da Justiça dados sobre três simpatizantes do WikiLeaks, entre os quais mensagens diretas que os três trocaram entre si no Twitter.

O Twitter afirma realizar esforços especiais para proteger a privacidade de seus usuários. As fotos postadas no Twitter, com ferramentas fornecidas pela empresa, não contêm informações adicionais tais como localização, a menos que o usuário opte explicitamente por inclui-las. Os dados de localização podem ser removidos com facilidade. Contas deletadas são apagadas completamente depois de 30 dias.

O Twitter informa os usuários quando as autoridades solicitam informações sobre eles, a não ser que um tribunal proíba que isso seja divulgado.

PALAVRAS DE DOMÍNIO PÚBLICO

Este ano, a maior batalha do Twitter acontece em um tribunal criminal do Estado de Nova York, que ordenou que a empresa entregue às autoridades todos os posts de um homem de Brooklyn acusado de conduta desordeira em um protesto do Occupy. O juiz Matthew Sciarrino Jr. concedeu liminar determinando que a empresa forneça os dados. O Twitter informou ao acusado no caso, Malcolm Harris, que de acordo com a decisão do juiz suas palavras não mais pertenciam a ele, pois ele as havia transferido ao Twitter para difusão mundial.

A equipe de Macgillivray recorreu na segunda-feira, alegando que os tweets são propriedade do usuário.

"Queremos ser o mais úteis que pudermos para as pessoas", disse o advogado. "E certamente pensamos naquilo que o Twitter representa para alguém que defenda crenças impopulares".

SOMINI SENGUPTA
DO "NEW YORK TIMES", EM SAN FRANCISCO

Tradução de Paulo Migliacci

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Google faz anúncio de seu tablet Nexus 7 na sua página de busca nos EUA   (28/08/12)

Um raro anúncio do tablet Nexus 7 na página de busca do Google vem sendo interpretado como uma forma de a empresa se preparar para a chegada do iPad mini, da Apple

A recusa em publicar anúncios na página inicial de buscas é sempre citada quando se conta a história do Google. Sergey Brin e Larry Page argumentavam que esses anúncios incomodariam demais o usuário. Mas parece que isso não vale para os produtos do próprio Google. Hoje, os americanos que foram ao buscador encontraram, lá, um anúncio do tablet Nexus 7.

O Google já recorreu a esses anúncios na página inicial em pelo menos mais duas ocasiões no passado, para divulgar o browser Chrome e o smartphone Nexus One. O anúncio animado de hoje apareceu para os americanos, mas não para os brasileiros já que o Nexus 7 não é vendido no Brasil. Exibido na parte inferior da página, ele mostra a parte superior do Nexus 7 junto com a frase: “O parquinho está aberto. O novo tablet de $199 do Google”. Um link leva à loja Google Play, onde os interessados podem encomendar o tablet.

A ação publicitária provocou, na internet, o inevitável comentário de que o Google estaria se preparando para a iminente chegada do iPad mini, da Apple. O objetivo seria vender o máximo possível agora e garantir uma posição de destaque no ranking dos maiores fabricantes de tablets. Ontem o Google lançou o Nexus 7 na Alemanha, na França e na Espanha. Agora, ele está à venda em dez países.

O anúncio animado do Nexus 7 surge na parte inferior da página inicial do Google nos Estados Unidos

Como acontece com o iPhone 5, o iPad mini é assunto de uma torrente de rumores. Os mais recentes indicam que essa versão menor e mais barata do iPad será anunciada em outubro, cerca de um mês depois da apresentação do iPhone 5. Com tela de 7,85 polegadas, o iPad mini poderá ser vendido por preços que começam em 300 dólares nos Estados Unidos.

O Google vende o Nexus 7 por 199 ou 249 dólares no mercado americano, dependendo da capacidade. Assim, se o preço que vem sendo previsto se confirmar, o iPad mini vai custar 50 dólares mais que o Nexus 7 mais simples. Com a força da marca Apple e a tela ligeiramente maior, esse iPad compacto será um concorrente muito forte para o tablet com Android do Google.

Kindle Fire

Além da Apple, há outro concorrente que pode estar encorajando o Google a intensificar a divulgação do Nexus 7: a Amazon. A empresa de Jeff Bezos marcou um evento para o próximo dia 6. Não se sabe exatamente o que ela vai anunciar, mas uma nova versão do tablet Kindle Fire é uma possibilidade.

O Kindle Fire original fez muito sucesso no final do ano passado, levando a Amazon a terminar 2011 como a número dois no mercado mundial de tablets, atrás apenas da Apple. Mas esse tablet já está ultrapassado frente ao Nexus 7. Assim, se a Amazon quiser continuar no jogo, ela tem de apresentar um modelo novo o mais rapidamente possível. Maurício Grego - Exame

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Júri decide que Samsung infringiu patentes da Apple  (24/08/12)

A Apple saiu vitoriosa na disputa judicial que eletrizou o mercado de smarphones nos últimos trinta dias. O júri do processo contra a rival Samsung decidiu que a coreana infringiu ao menos seis patentes de serviço e uma de design em veredito anunciado nesta sexta-feira, que também determinou multa de US$ 1,05 bilhão a favor da Apple.

Galaxy S II, da Samsung, e Iphone 4, da Apple: júri decidiu a favor da americana sobre a violação de seis patentes de serviço e uma de design

Na opinião dos nove jurados, smartphones e tablets Samsung violaram patentes relacionadas a funções de tela multitoque, incluindo os gestos para ativar funcionalidades e acionar o zoom na tela. As informações são do Wall Street Journal.

Durante a deliberação do júri, o maior caso de danos registrados pela venda de um aparelho foi do tablet Galaxy 10.1 3G, que, segundo o documento apresentado à juíza Lucy Koh, gerou uma perda de 1,5 bilhão de dólares à Apple. Nenhuma das acusações feitas pela Samsung foi aprovada pelos jurados.

As duas gigantes da tecnologia estão se enfrentando nos tribunais desde 31 de julho, em um dos confrontos mais acompanhados dos últimos anos. O resultado da batalha jurídica entre as duas empresas que vendem mais da metade dos smartphones e tablets do mundo irá reverberar em toda a indústria de dispositivos móveis, que luta para alcançar a dimensação da dupla.

Originalmente, a Apple pediu 2,5 bilhões de dólares referentes ao uso indevido de diferentes propriedades intelectuais, enquanto que a rival contra-atacou com um pedido de 519 milhões de dólares alegando que recursos de seus aparelhos estão presentes no iPhone. Mirela Portugal

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Facebook sofre êxodo de diretores após IPO   (03/08/12)

Nesta semana, mais dois executivos do Facebook postaram em suas páginas pessoais da rede social que estavam seguindo novos rumos profissionais e deixando a companhia. As baixas são a terceira em menos de dois meses e, coincidentemente ou não, elas estão ocorrendo após o desastroso IPO da empresa criada por Mark Zuckerberg.

Mark Zuckerberg : empresário está perdendo seus executivos

Ethan Beard, diretor de parcerias, e Katie Mitic, diretora de marketing, anunciaram suas saídas no dia primeiro de agosto. A justificativa dos dois executivos era de que ambos queriam experimentar outras áreas empresariais e que estavam prontos para seguir novos caminhos. Beard trabalhava para o Facebook desde 2008 e Katie estava há dois anos na companhia

Em meados de junho, Bret Taylor, diretor de tecnologia, anunciou que estava deixando a companhia para dar andamento a outros sonhos profissionais.  Na ocasião, o executivo afirmou que sua saída era algo natural e que o momento, após o IPO, era também bastante oportuno.

O executivo havia ganhado cerca de 300 milhões de dólares com a abertura de capital do Facebook e a vontade de investir em um negócio próprio somada a um momento não muito feliz para ao Facebook podem ter provocado a saída tão rapidamente de Taylor.

A verdade é que a rede social, além do desafio de driblar o fracasso de seu IPO, enfrenta também o desafio de reter seus talentos e executivos-chaves de suas operações. Taylor e Beard, por exemplo, desempenharam papel fundamental na construção de relacionamentos com parceiros estratégicos da companhia, como o Zynga.

Problema

O Facebook abriu seu capital em meados do mês de maio, mas bem antes disso, o mercado aguardava eufórico o IPO da companhia de Zuckerberg. A expectativa era que a empresa conseguisse captar cerca de 20 bilhões de dólares, mas ficou com 16 bilhões. Os números frustraram o mercado e os acionistas que investiram na companhia.

Na época, um grupo de investidores chegou a abrir um processo contra a rede social acusando-a de fraude. A denúncia estava ligada à ocultação de algumas informações importantes, como a queda severa na receita da companhia antes do IPO.  De acordo com o processo, a rede social reduziu suas previsões de rendimento para o ano, mas a informação não foi compartilhada com todos.

O Facebook já perdeu mais da metade de seu valor de mercado desde o IPO. Valendo agora menos de 50 bilhões de dólares, é realmente de se pensar se vale a pena continuar se dedicando a uma companhia que tem chance de afundar e ver os seus negócios virarem água. exame.com

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Investimento da Apple fará Twitter valer US$ 10 bilhões, segundo o jornal New York Times   (28/07/12)

A Apple considera investir "centenas de milhões de dólares" no Twitter para comprar parte do capital do microblog e integrar seus produtos à rede social criada por Dick Costolo. A informação é do jornal New York Times, que cita “fontes próximas ao assunto” e "executivos da Apple".

Dick Costolo, CEO do Twitter terá que tomar uma decisão importante

Segundo o Times, as duas companhias não estão em negociação neste exato momento, mas seus representantes discutiram o assunto em um encontro recente e, depois, deixaram as conversas “temporariamente congeladas”.

O negócio faria sentido para a Apple por introduzir a companhia no universo das redes sociais, uma vez que seus rivais Facebook e Google já possuem produtos neste segmento. A Apple, por sua vez, mantém apenas o Ping, uma rede social que sugere músicas para usuários do iTunes e nunca foi considerada um grande sucesso.

Ao associar-se ao Twitter, a Apple controlaria uma das redes sociais mais importantes da web e poderia explorar seus recursos sociais em benefício de seus produtos. Segundo um analista do IDC ouvido pelo New York Times, os recursos sociais podem se tornar tão relevantes para o sucesso (ou não) de um gadget quanto o conteúdo foi para o iPhone em sua estreia, em 2007.

Atualmente avaliado em US$ 8 bilhões, o Twitter ascenderia ao patamar de empresa de US$ 10 bilhões após receber o investimento e apoio da Apple, disseram analistas ouvidos pelo The New York Times

Por este raciocínio, o fato do iPhone nascer integrado ao iTunes e, depois, contar com boa oferta de conteúdo na App Store, ajudou o smartphone a decolar no passado. Agora, a integração com ferramentas sociais cumpriria esse papel. Nesse cenário, a Apple gostaria de ter sua própria rede social para ter maior poder de barganha no mercado.

Dinheiro, como se sabe, não é problema para a Apple, empresa altamente capitalizada. No último trimestre, por exemplo, a companhia faturou 35 bilhões de dólares e obteve lucro líquido (após recolher impostos) de mais de 8 bilhões de dólares.

O Twitter, por sua vez, também não precisa de dinheiro com urgência. Em recente conferência com analistas, Dick Costolo, CEO e co-fundador do microblog, explicou que sua empresa tem mais de um bilhão de dólares em reservas e, neste momento, opera já com lucratividade, monetizando o serviço com tuites patrocinados e outras ações de marketing.

Costolo já recebeu diversas ofertas para vender sua empresa, a mais agressiva delas veio por parte do Google, e resistiu a todas elas. Desta vez, porém, o desfecho pode ser diferente. Segundo o Times, a Apple não propõe a compra do Twitter, mas apenas tornar-se um sócio, um investidor. E os valores discutidos são bem mais altos que no passado.

Mais do que dinheiro, a Apple poderia dar mais musculatura ao Twitter, integrá-lo a seus serviços digitais como Mapas, iTunes e dispositivos móveis, como o iPhone e iPad, ajudando o microblog a voltar a crescer em audiência, um problema real do Twitter que, nos últimos anos, passou a anotar perda de usuários ativos. Felipe Zmoginski

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Software com interface de 'Minority Report' sai do cinema para a vida real   (25/07/12)

O software que aparece no filme "Minority Report - A Nova Lei", em que Tom Cruise navega por uma enorme tela movimentando apenas as mãos, pode chegar ao mundo real.

A interface desenvolvida pelo cientista John Underkoffler foi comercializada pela companhia Oblong Industries como uma maneira de filtrar grandes quantidades de vídeos e outros tipos de informações.

Ainda que possa ser usado pela polícia e por serviços de inteligência, o software não é um programa de investigação "pré-crime" como o ilustrado no longa-metragem de ficção científica dirigido por Steven Spielberg.

Tom Cruise em "Minority Report - A Nova Lei" (2002), filme baseado em obra de Philip K. Dick

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O diretor-executivo da Oblong, Kwin Kramer, garante que o programa pode ajudar na busca por informações em meio a um "um grande arquivo de dados". Ele pode ainda promover videoconferências aprimoradas, permitindo que os participantes compartilhem dados de diversos dispositivos, como smartphones e tablets, integrados em uma ampla tela.

"Acreditamos que o futuro da computação terá múltiplos usuários, telas e dispositivos", explicou Kramer à France-Presse.

"Esse sistema é útil em problemas relacionados a um grande fluxo de trabalho", acrescentou.

Um componente-chave do sistema é sua interface gestual, um ambiente operacional espacial que a companhia chama de g-speak.

Esse artifício veio de um projeto desenvolvido por Underkoffler quando ainda era um cientista do prestigiado MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) para o filme "Minority Report", antes de se tornar o principal cientista da start-up Oblong.

"Temos versões demo desse tipo de software que demonstram perfeitamente a experiência do usuário do 'Minority Report', permitindo que você avance ou retorne pelas telas a qualquer momento, ou dê zoom para observar os detalhes", descreveu Kramer.

Ele contou que o mesmo software pode ajudar empresários a "ter melhor colaboração, visualização e análise de uma grande quantidade de informações".

"Você pode ter muitos dados, mas é complicado fazer uso de tudo", disse Kramer.

"Pode estar em diferentes máquinas e, assim, fica difícil de acessar. Com o programa, diversas pessoas poderão ver o conteúdo."

Interfaces gestuais têm sido desenvolvidas para outras empresas, incluindo a Microsoft, com o Kinect, mas a Oblong afirma ter sistemas mais sofisticados que podem usar o Kinect e outros aparelhos.

O sistema, altamente sensível, usa uma luva especial para garantir uma maior precisão do que a mão ou outros elementos normalmente usados.

Mas a grande pergunta feita à Oblong é: como os usuários podem obter o software de "Minority Report"?

O vice-presidente de vendas da companhia, David Schwartz, disse que recebeu "ligações de pessoas no serviço militar dizendo: 'Eu quero a interface de 'Minority Report'".

Ele conta ainda que o sistema pode ser usado para versões mais realistas das interfaces supertecnológicas de programas de TV, como "CSI".

O que torna a versão real do software diferente da vista no filme é que a Oblong não fornece a análise necessária para se tornar uma ferramenta "pré-crime", nome dado na ficção ao programa por meio do qual a polícia do futuro podia prever os crimes e evitar que acontecessem.

Isso não impede que uma companhia ou organismos que trabalham para a Justiça usem o software e acrescentem suas próprias redes de análise.

"Achamos que a polícia e os serviços de inteligência armazenam grandes bases de dados, e nossa tecnologia é a líder", diz Kramer.

Ele disse que Oblong ainda não tem clientes ligados ao governo dos Estados Unidos ou de outros países, mas oferece "um provedor central de tecnologia".

Ainda assim, a Oblong aproveita o seu papel nos filmes para invadir a realidade, mesmo que o software não seja exatamente igual ao da produção cinematográfica de 2002.

"Acho que muita gente olha para as interfaces de 'Minority Report' e imagina que poderiam usar esse sistema tão flexível em seus próprios escritórios ou estúdios de design", comenta Kramer.

"Não é ficção científica, é real", conclui.

DA FRANCE-PRESSE, EM WASHINGTON

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Nexus 7, do Google: demanda maior que a esperada coloca freio nas vendas   (23/07/12)

O Google se preparou para receber muitos pedidos da versão de 8 GB do tablet Nexus 7, primeiro a receber a marca da empresa, mas a maior demanda recaiu sobre a versão mais cara do aparelho, com 16 GB. Com isso, o Google interrompeu as vendas do Nexus 7 de 16 GB nos Estados Unidos e também no Reino Unido.

De acordo com fontes do jornal britânico The Guardian, as vendas da versão com menor capacidade do Nexus 7 seguem comparativamente baixas em relação à versão de 16 GB do tablet. A versão de 8 GB é apenas vendida por meio da loja do Google, enquanto o Nexus 7 de 16 GB está disponível também por meio de lojas de varejistas.

Agora, ao visitar a página do produto na loja do Google, só é possível se cadastrar para receber uma notificação de quando o tablet estará disponível no site. A Asus, empresa que fabrica o Nexus 7 para o Google, deve aumentar a produção, mas as novas unidades do produto podem demorar a chegar nas lojas e no estoque da própria loja do Google.

De acordo com estimativas da consultoria IHS iSuppli, a versão de 16 GB do Nexus 7 é mais lucrativa para o Google do que a versão de 8 GB. O tablet custa US$ 159,50 para ser fabricado e é vendido por US$ 249. Isso representa um custo de apenas US$ 7,50, mas com lucro maior à versão de 8 GB.

Concorrentes à vista

Fontes afirmam que a Amazon e a Apple estão trabalhando em novos concorrentes para o tablet Nexus 7, do Google. No caso da Apple, a empresa estaria preparando uma versão do iPad de 7,8 polegadas, chamada iPad Mini, mas a empresa não confirma as informações. A Amazon, por outro lado, pode lançar uma linha de diversos tablets, entre eles um de 10 polegadas, nos próximos meses.

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Marissa Mayer, a nova presidente do Yahoo  (16/07/12)

O Yahoo! anunciou Marissa Mayer como presidenta-executiva, informou a companhia nesta segunda-feira. A  indicação será efetivada a partir de 17 de julho.

"Estou honrada e encantada por poder liderar o Yahoo, um dos primeiros destinos para mais de 700 milhões de internautas. Estou ansiosa para trabalhar com essa equipe dedicada para colocar no mercado produtos inovadores, conteúdo e experiências personalizadas para usuários e anunciantes em todo o mundo", informou a executiva em comunicado.

Histórico

Marissa foi a 20ª pessoa contratada para trabalhar no Google e a primeira engenheira a ser contratada, logo após a fundação da empresa em 1998.

Depois de alguns anos, ela foi nomeada vice-presidente de buscas e, mais recentemente, Marissa ganhou a área de geolocalização para cuidar, considerada por analistas como a próxima grande aposta do Google.

Considerada uma das executivas de tecnologia mais bonitas, ela se autointitula “geek” e integrava também um comitê de elite do Google para tomar decisões estratégicas sobre produtos.

Com o lançamento do Google+, Marissa foi adicionada em mais de 50 mil círculos pelos usuários, prova de sua crescente influência no mundo de tecnologia.

Marissa é a terceira presidente-executiva do Yahoo! em um ano, após o ex-presidente Scott Thompson deixar a empresa depois de ser acusado de ter inflado seu currículo acadêmico.

* Com Reuters e Valor Online

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Nexus 7 I 4 coisas boas e 4 ruins no novo tablet do Google    (28/06/12)

Um tablet barato, com duas marcas respeitáveis estampadas na embalagem, pode ser o que falta para o sistema Android decolar nesse tipo de aparelho. E é isso que o Google e sua parceira Asus anunciaram na quarta-feira, durante o Google I/O. Se as duas empresas conseguirem atender à demanda sem engasgos, o novo tablet Nexus 7 pode se tornar um grande sucesso.

Hugo Barra, diretor de gerenciamento de produtos do Google, anuncia o Nexus 7, tablet da empresa

Mas o Google diz que seu objetivo não é ultrapassar outros fabricantes de aparelhos com Android. A meta seria inspirar esses fabricantes, apontando um caminho para eles. E o caminho parece promissor. Por enquanto, o Nexus 7 está à venda em apenas quatro países – Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. Veja quatro pontos positivos e quatro negativos do tablet do Google.

Onde o Nexus 7 acerta

1Conteúdo abundante

A principal função de um tablet é oferecer acesso a conteúdo da internet. O Google já oferece 600 mil apps (mas poucos foram criados para uso em tablets) em sua loja online Google Play. A loja também tem o que a empresa descreve como a maior coleção de e-books do mundo, além de músicas e filmes. No Google I/O, a empresa anunciou que passa a vender também programas de TV. E isso se complementa, é claro, com acesso a todos os serviços disponíveis na web, incluindo o YouTube e as redes sociais.

2Hardware potente e completo

No hardware, o Nexus 7 iguala o iPad 2 e supera, de longe, o Kindle Fire, da Amazon. Na prática, isso significa que quem comprar o Nexus 7 não deve reclamar de lentidão ou de baixa qualidade das imagens. A resolução de 1.280 por 800 pixels é muito boa para uma tela de 7 polegadas. Do tipo IPS, essa tela oferece amplo ângulo de visão. O processador tem quatro núcleos principais e doze núcleos de processamento gráfico. É poder computacional suficiente para rodar jogos complexos com animações 3D de qualidade.

O Nexus 7 também tem um bom conjunto de sensores, incluindo GPS, giroscópio e acelerômetro. Tem, ainda, uma câmera frontal para videoconferência. Para completar, vem com a conexão sem fio NFC, que facilita a comunicação com outros aparelhos a curta distância. Resumindo, o Nexus 7 é um modelo básico, mas que traz a tecnologia mais recente a bordo.

3 – Bateria de fôlego

O Google divulgou que o Nexus 7 aguenta de 8 a 10 horas de uso sem recarga da bateria (o tempo depende das atividades que o usuário realiza no tablet). Nesse aspecto, ele não fica atrás dos principais concorrentes.

4 – Preço certo

Na versão com 8 gigabytes de capacidade, o Nexus 7 custa 199 dólares nos Estados Unidos. É o mesmo preço do Kindle Fire, da Amazon, e metade do que custa o iPad 2, o tablet mais barato da Apple. O exemplo do Kindle Fire mostra que o preço baixo pode ser um atrativo decisivo. Mesmo sendo comercializado apenas nos Estados Unidos, o tablet da Amazon chegou a ser o segundo mais vendido no mundo no final do ano passado.

Na versão com 16 gigabytes de capacidade, o preço do Nexus 7 sobe para 249 dólares. É um valor ainda atraente para um tablet com a mesma capacidade do iPad 2 atualmente à venda, que custa 399 dólares.

Assista a seguir ao vídeo de apresentação do tablet Nexus 7 (em inglês):

O que pode desagradar no tablet do Google

1 – Os apps não são tão interessantes

Boa parte do sucesso do iPad deve-se aos ótimos aplicativos criados para ele. Alguns têm qualidade visual impressionante, especialmente na tela de alta resolução do novo iPad. No lado do Android, infelizmente, o cenário não é tão interessante.

Por causa da enorme variedade de tamanhos de tela dos dispositivos com Android, o Google encoraja o desenvolvimento de apps capazes de se adaptar a qualquer formato. E o resultado nem sempre é bom. Alguns aplicativos, quando vistos no tablet, parecem ser apenas versões ampliadas de títulos concebidos para smartphones, que não aproveitam bem a tela maior.

2 – São só 7 polegadas

A tela de 9,7 polegadas do iPad representa um bom compromisso entre portabilidade e espaço para visualizar sites da web, filmes, fotos e páginas de revista, por exemplo. Muitos usuários podem estranhar a telinha menor do Nexus 7, onde esses conteúdos vão ficar mais apertados. Naturalmente, o tamanho escolhido pelo Google também tem vantagens. Ele barateia o tablet e o torna mais fácil de segurar e carregar. O Nexus 7 pesa só 340 gramas, contra 650 gramas do novo iPad.

3 – Não há 3G

A falta de conexão pela rede celular 3G (ou 4G) pode tornar o Nexus 7 pouco atraente para empresas e alguns usuários. Vendedores e outros profissionais que trabalham em campo geralmente precisam do 3G para se manter ligados à rede corporativa e à internet. Mas muita gente já tem um smartphone capaz de compartilhar o acesso à internet via Wi-Fi (tanto o Android como o iPhone fazem isso), o que torna o 3G dispensável no tablet.

4 – Apenas uma câmera

Diferentemente do iPad, que tem duas câmeras, o Nexus 7 conta com apenas uma. Ela fica na frente, para uso em videoconferências. O raciocínio por traz disso é o mesmo aplicado ao 3G. Se o usuário já tem um smartphone com uma boa câmera, ele não vai sentir falta de uma câmera de maior resolução no tablet.

Também falta, no Nexus 7, um conector para cartão de memória, item presente em outros tablets com Android. Esse conector permitiria, ao usuário, expandir a capacidade de armazenamento do aparelho.  Maurício Grego

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Facebook lança loja de aplicativos   (08/06/12)

O Facebook lançou uma loja de aplicativos, parecida com a do iPhone da Apple, numa tentativa de se firmar como uma importante plataforma de entretenimento on-line.

A rede social anunciou seu App Center em um post de blog na quinta-feira à noite, confirmando seu primeiro passo mais relevante em direção ao florescente mercado de jogos e aplicativos de produtividade e estilo de vida.

A loja de aplicativos estará disponível só para usuários dos EUA a partir desta sexta-feira, abrindo para cada um dos 901 milhões de usuários do Facebook nas próximas semanas. Ela vai oferecer 600 apps, incluindo o popular "Draw Something" e o Pinterest, e novos jogos como "Jetpack Joyride" e "Ghosts of Mistwood".

"O App Center oferece recomendações personalizadas, e permite procurar aplicativos que seus amigos usam", disse Matt Wyndow, do Facebook, em um post de blog.

"Ele só lista apps de alta qualidade, baseado na reação das pessoas que já usaram o aplicativo."

A novidade tem o objetivo de manter usuários do Facebook na rede social por mais tempo e dar a eles menos razões para trocar o site por uma plataforma rival.

No entanto, o foco em aplicativos para aparelhos móveis deve atrair críticas daqueles que os consideram nocivos para o futuro da internet como uma rede aberta. O Facebook já encarou críticas de rivais da internet como o Google por conta da forma como controla o que pode e o que não pode ser lançado em sua plataforma.

A loja de aplicativos ficará disponível para os aplicativos de iOS e Android do Facebook, assim como para seu principal site. Usuários poderão usar apps baixados no site para seus dispositivos móveis.

Os apps se tornaram rapidamente uma parte da vida diária de donos de smartphones pelo mundo. Cerca de 31 bilhões de downloads de apps foram feitos no ano passado, segundo a empresa de análise da indústria Juniper Research. Guardian

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Robert Moog é homenageado por Doodle do Google   (23/05/12)

O Google+ está comemorando, nesta quarta-feira (23/05), os 78 anos do nascimento de Robert Moog com um Doodle animado. Tido como pai do sintetizador, Moog fundou a empresa Moog Music Inc. com o objetivo de produzir sintetizadores utilizados por grandes artistas americanos.

Diferente de muitos Doodles divulgados pelo Google, a homenagem a Robert Moog tem uma história um pouco diferente. A animação levou quatro meses para ficar pronta e foi produzida por dois funcionários do Google, durante os 20% do tempo de trabalho em que eles podem se dedicar a projetos fora de suas funções principais.

Ryan Germick, da equipe de Doodles do Google, é fã de Moog e se uniu ao amigo de trabalho e engenheiro Joey Hurst para reproduzir, em um navegador, um sintetizador analógico como os feitos por Moog. A dupla, que havia trabalhado também no projeto do Doodle em homenagem a Les Paul, se baseou em um sintetizador analógico original, projetado por Moog, para desenvolver a animação que estampa a página principal do Google.

Como na homenagem a Les Paul, o usuário também poderá gravar as suas criações feitas no sintetizador virtual do Google, que conta com até quatro canais de áudio. Após gravá-lo, o usuário poderá copiar o link e enviar aos amigos ou, caso tenha um perfil no Google+, compartilhar diretamente pela rede social.

Para quem não faz a menor ideia de como funciona um sintetizador, a Bob Moog Foundation disponibilizou o vídeo abaixo (em inglês) que ensina a utilizar o equipamento.

Via Mashable

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Galaxy S III chega no Brasil no fim do mês e custará aproximadamente R$ 1.899 desbloqueado nas operadoras   (03/05/12)

Nova versão do smartphone mais importante da Samsung aposta em tecnologias de reconhecimento de voz, rosto e movimentos

LONDRES – Com um mega-evento em Londres, a Samsung apresentou nesta quinta-feira, 3, seu principal lançamento do ano: o Samsung Galaxy S III. O aparelho chega às lojas no dia 29 de maio, incluindo no Brasil, disponível em todas as operadoras, segundo a Samsung.

“Será a primeira vez que o Brasil estará no grupo inicial de países a receber um lançamento mundial”, disse Michel Piestun, vice-presidente de telecomunicações da Samsung brasileira. Ele lembrou que o Brasil é o quinto mercado mundial para a empresa. O preço ainda não está definido.

Sua maior novidade é uma porção de tecnologias de reconhecimento do usuário, como voz, rosto e movimentos. Através delas, muitas operações podem ser realizadas. No exemplo da demonstração, a pessoa digita uma mensagem para um amigo, muda de ideia e resolve telefonar para a mesma pessoa. O movimento de levar o telefone à orelha faz o aparelho sair do aplicativo de mensagens e discar para a pessoa em questão.

Outro exemplo mostrado foi como o telefone “dorme” assim que o usuário distancia o rosto do aparelho. Quando volta a encará-lo, o Galaxy S III reconhece os olhos do usuário e acende de novo.

A função “Social Tag” reconhece rostos de pessoas conhecidas do usuário em fotos que esteja cadastradas nos contatos e dá opções para compartilhar a foto para eles por email, rede social ou mensagem de texto.

O telefone vem com um assistente que obedece a comandos de voz, uma espécie de resposta da Samsung ao Siri, do iPhone 4S. Pela demonstração no evento, o sistema da Samsung parece se resumir mais a cumprir funções relacionadas à operação do telefone. Menos complexo que o Siri, que consegue, por exemplo, sugerir um restaurante baseado na sua geolocalização.

O sistema reconhece oito línguas, incluindo espanhol da América Latina e europeu. Representantes da Samsung Brasil que estavam no evento garantiram que a opção para português deve ser incorporada em breve.

O processador foi de 1,2 GHz (no Galaxy S II) para 1,4 MHz no processador de quatro cabeças (quadcore), um dos boatos que se confirmaram. Já o especulado serviço de nuvem que a Samsung lançariua junto com o telefone não se concretizou. Em vez disso, quem comprar o aparelho ganha 50 GB no DropBox. Outra opção é o AllShare, de compartilhamento com amigos do usuário.

A câmera continua com o mesmos 8 MP do Galaxy S II, mas com alguns recursos extras para compartilhar fotos. Uma novidade aqui se chama “Best Photo”, que promete escolher a melhor foto de uma sequência tirada rapidamente. A empresa garante também maior rapidez na hora de acionar a câmera: menos de um segundo para bater uma foto.

A tela é Super AMOLED em alta definição (HD) e tem 4,8 polegadas, 22% maior que a versão anterior. O celular em si, porém, não teve o mesmo incremento de tamanho, sendo apenas 16% maior. O sistema operacional é Android 4.0 (Ice Cream Sandwich).

Uma série de opcionais (vendidos à parte) será lançada com o smartphone, com destaque para um carregador de bateria Wi-Fi.  Camilo Rocha - link

Especificações: Tela: 4,8” Super Amoled HD display Armazenamento: 16/32/64GB Na nuvem: 50 GB gratuitos no Dropbox por dois anos Cores: azul e branco Bateria: 2,100mAh Câmera: 8MP traseira; 1.9 MP dianteira Resolução: 720 x 1280 pixel Dimensões: 13,6 x 7 x 0,8 cm Peso: 133g Sistema operacional: Android 4.0.4 Processador: Exynos 4 Quad (1.4GHz) Memória RAM: 1 GB

Veja um vídeo com a demonstração do aparelho


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LG desiste de Windows Phone e opta por Android   (01/04/12)

A fabricante de eletrônicos LG anunciou, na Coréia do Sul, que deixará de desenvolver novos smartphones movidos a Windows Phone.  De acordo com a companhia asiática, a decisão deve-se ao fato da plataforma da Microsoft não gerar retorno financeiro.

Na mesma nota, a LG explica que concentrará seus esforços no desenvolvimento de smartphones movidos a Android, plataforma supostamente mais capaz de atrair novos consumidores.

A decisão da LG é uma má notícia para a Microsoft, que vê diminuir o número de parceiros que embarcam seu sistema mobile. Atualmente, os dois maiores fabricantes de Windows Phone são a Nokia e a HTC, ambas companhias que receberam recursos da Microsoft para apoiar seu sistema operacional. No caso da Nokia, a companhia finlandesa recebeu US$ 1 bilhão para tornar o Windows seu sistema preferencial para smartphones.

No mercado americano, as vendas do Lumia 900, com Windows embarcado, têm gerado resultados surpreendentemente positivos tanto para a Nokia quanto para a Microsoft, o que pode ofuscar modelos de outros fabricantes com Windows.

A LG anotou, ainda, que continuará pesquisando tecnologias ligadas à plataforma mobile da Microsoft, o que indica que a corporação pode mudar sua decisão no futuro.

Atualmente, o Windows Phone possui a desvantagem de só rodar em smartphones com processador de um único núcleo, o que deve ser superado até o final deste ano, com a estreia do Windows Phone 7.0.  Felipe Zmoginski

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Steve Wozniak , co-fundador da Apple, diz que o Windows Phone é mais intuitivo que Android  (29/04/12)

Quando questionado sobre qual seu aparelho padrão, Wozniak afirma ser o iPhone

 

Em uma conversa com A New Domain, Steve Wozniak, co-fundador da Apple, expressou sua opinião sobre o Windows Phone e estabeleceu comparações com Android a iOS. Sem medir palavras, Wozniak afirma que no sistema da Microsoft os aplicativos são mais bonitos e intuitivos.

"Estou meio chocado. Cada tela [no Windows Phone] é muito mais bonita do que nos mesmos aplicativos para Android e iPhone", disse Wozniak ao A New Domain. Conhecido por suas declarações controversas e por ser um grande entusiasta de toda e qualquer tecnologia, Wozniak destaca a interface do sistema da Microsoft.

Segundo ele, o principal trunfo é posicionar o usuário onde ele quer sem muito sofrimento, afirmando inclusive que o iOS é mais "estranho" nas interações em comparação com o Lumia que ele utiliza.

Mas também há críticas, principalmente em relação ao sistema de reconhecimento de voz do Windows Phone em relação a outros plataformas. Quando questionado sobre qual seu aparelho padrão, Wozniak afirma ser o iPhone. Cauã Taborda

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Liberdade da web está ameaçada, diz Sergey Brin, co-fundador do Google   (15/04/12)

Em entrevista ao jornal "The Guardian", Sergey Brin critica países que querem restringir a web, Apple, Facebook e a indústria do entretenimento

Brin: liberdade da web sofre maior ameaça de todos os tempos. "É assustador", diz.

São Paulo – Em entrevista ao jornal britânico “The Guardian”, publicada neste domingo, o co-fundador do Google Sergey Brin disse que está maior do que nunca a ameaça aos princípios de abertura e acesso universal que são as bases da criação da internet. Brin alertou sobre a existência de “forças poderosas que se alinharam contra a internet aberta por todos os lados e ao redor do mundo. Estou mais preocupado hoje do que no passado. É assustador”, disse ao Guardian.

Essa ameaça, segundo Brin, viria da combinação dos governos que cada vez mais tentam controlar o acesso e a comunicação de seus cidadãos, da indústria do entretenimento que tenta debelar a pirataria, e a ascensão de empresas como Facebook e Apple, que controlam que software pode ser lançado em suas plataformas.

Visto como Pivô da saída parcial do Google da China em 2010 por conta de preocupações em relação a censura e ciberataques, Sergey Brin hoje acredita que estava errado quando, há cinco anos, não pensava que a China ou qualquer outro país poderia de fato restringir a internet por muito tempo.

Embora esteja mais preocupado com os esforços de países como China, Arábia Saudita e Irã de censurar e restringir o uso da internet, Brin disse ao jornal britânico que a ascensão do Facebook e da Apple, que possuem suas próprias plataformas e controlam o acesso de seus usuários, poderiam restringir a inovação e balcanizar a web. “Há muito a ser perdido. Por exemplo, toda a informação contida em apps – esses dados não podem ser indexados e, portanto, não aparecem nas buscas”, diz Brin.

Segundo Brin, ele e Larry Page não teriam conseguido criar o Google se a internet fosse então dominada pelo Facebook. “Você tem que jogar segundo as regras deles, que são muito restritivas. Fomos capazes de criar uma ferramenta de busca porque a web era tão aberta”, observa. Brin ainda criticou o Facebook por dificultar aos usuários a troca de dados para outros serviços. “O Facebook tem sugado os contatos do Gmail há muitos anos”, diz.

Pirataria e a indústria do entretenimento

Em relação à indústria do entretenimento, Brin chamou seu comportamento de “tiro no pé ou pior”, por conta do lobby em favor da legislação que visa a bloquear sites que oferecem material pirateado. O co-fundador do Google afirmou que a aprovação dos projetos antipirataria SOPA e PIPA teriam levado os Estados Unidos a usar a mesma abordagem tão criticada usada pela China e pelo Irã.

Segundo Brin, a indústria do entretenimento não atentou para o fato de que as pessoas continuariam baixando conteúdo pirateado enquanto isso fosse mais fácil do que usar material legítimo. “Há muitos anos que não faço isso, mas quando você vai para um site pirata, você escolhe o que quiser, baixa e funciona. Quando você precisa passar por todos aqueles obstáculos para comprar conteúdo legítimo, as barreiras funcionam como desincentivos”, explica.

Privacidade dos dados

Sergey Brin também reconheceu na entrevista que muita gente se preocupa com quanto dos seus dados está ao alcance do governo americano por ficarem armazenados nos servidores do Google. Ele disse que a empresa é periodicamente forçada a entregar essas informações e às vezes impedida, por meio de restrições legais, de notificar seus usuários de que isso será feito.

“Nós seguramos bastante e conseguimos resistir a muitos desses pedidos. Fazemos todo o possível para proteger os dados. Se nós pudéssemos ter uma varinha mágica e não ficar sujeitos à lei americana, seria ótimo. Se nós pudéssemos estar sob uma jurisdição mágica em que todos no mundo confiassem, seria ótimo. Nós fazemos o melhor que pode ser feito”, completou Brin.  Julia Wiltgen

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Instagram ultrapassa 5 milhões de downloads no Google Play (10/04/12)

São Paulo – Mais um número impressionante pode ser incluído ao rol de sucessos do Instagram, o app mais falado do momento. Números divulgados pelo site The Next Web revelam que o aplicativo ultrapassou a marca dos 5 milhões de downloads, apenas seis dias depois de aberto para aparelhos Android.

O registro encerra uma semana agitada e de boas notícias para a startup. Criado pelo brasileiro Mike Krieger e o americano Kevin Systrom, o Instagram foi comprado ontem pelo Facebook por 1 bilhão de dólares, dos quais 100 milhões devem ir direto para o bolso de Krieger.

Lançado em 2010, porém apenas em versão iOS, o Instagram, na época, levou seis meses para alcançar marca atingida em menos de uma semana no Google Play. Desde então se especulava quando, afinal, o app desembarcaria em outros sistemas operacionais.

Os planos para Android foram revelados no fim do ano passado e começaram a se concretizar no dia 24 de março, quando uma página de cadastro para o sistema foi colocada no ar. O hotsite recebeu mais de 430 mil registros em poucos dias.

O lançamento oficial do app para Android aconteceu no dia 3 de abril e, como era de se esperar, foi e continua a ser um sucesso. Em mais um registro surpreendente, Systrom revelou no dia seguinte ao anúncio que o app estava recebendo, em média, 2 mil registros por minuto. Gabriela Ruic

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Nova versão do iPad já tem estoque esgotado  (12/03/12)

Os clientes que já encomendaram a nova versão do iPad provavelmente terão que esperar mais do que os que vão comprá-la nas lojas, já que o estoque do aparelho esgotou, informou nesta segunda-feira a imprensa americana.

Na semana passada, foi apresentada a nova versão do dispositivo, que estará disponível nas lojas da Apple a partir de 16 de março. Cada pessoa poderá encomendar apenas dois iPads.

Segundo o jornal "Wall Street Journal" e outros meios de comunicação americanos, o estoque de tablets disponíveis foi superado pela demanda. Os clientes que o encomendaram antecipadamente talvez tenham que esperar de duas a três semanas para recebê-lo.

A Apple atualizou o aparelho com uma resolução de tela de alta definição como a dos iPhone 4 e 4S, aperfeiçoou o processador e tornou o aparelho compatível com redes 4G.

As versões anteriores do iPad fizeram sucesso no mercado e no ano passado foram vendidos mais de 40 milhões de aparelhos. Alguns analistas calculam que neste ano esse número poderá chegar a 60 milhões.

O novo iPad será lançado com preços que oscilam entre US$ 499 para o modelo mais básico e US$ 829 para a versão mais completa, e coexistirá com o iPad 2, que passa a ter um desconto de US$ 100.

Essa manobra comercial permitirá que a Apple atraia consumidores para os quais o fator preço é determinante e que queiram comprar tablets de baixa concorrência. EFE

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Nasa diz que sofreu 13 ataques de hackers no ano passado  (04/03/12)

Kennedy Space Center, da NASA

Nova York - A Nasa afirmou que hackers roubaram credenciais de funcionários e conseguiram acesso a projetos críticos para missões no ano passado em 13 grandes violações às redes que poderiam prejudicar a segurança nacional dos EUA.

O inspetor-geral da Administração Nacional de Aeronáutica e do Espaço, Paul Martin, depôs esta semana no Congresso sobre as violações, que parecem estar entre as mais significativas dentre uma série de problemas de segurança em agências federais.

A agência espacial descobriu em novembro que os hackers, trabalhando de um endereço de IP (Internet Protocol) da China, invadiram a rede do Laboratório de Propulsão de Jatos (JPL, sigla em inglês) da Nasa, relatou Martin durante o seu depoimento divulgado na quarta-feira. Um dos laboratórios principais da Nasa, o JPL administra 23 espaçonaves que conduzem missões espaciais ativas, incluindo missões a Júpiter, Marte e Saturno.

Ele disse que os hackers tiveram acesso completo ao sistema, que os permitiu modificar, copiar ou deletar documentos delicados, criar novas contas de usuários e implantar novas ferramentas hackers para roubar as credenciais dos usuários e comprometer os sistemas da Nasa. Eles também puderam modificar os acessos ao sistema para esconder suas ações.

Em outro ataque no ano passado, invasores roubaram credenciais para acessar o sistema da Nasa de mais de 150 funcionários.

Martin disse também que a Nasa tem sido devagar para codificar ou embaralhar os dados nos computadores laptops para proteger a informação de cair nas mãos erradas.

Um porta-voz da agência espacial disse à Reuters na sexta-feira que estavam implementando as recomendações feitas pelo inspetor-geral.

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Microsoft pode lançar Office para iPad junto com iPad 3  (25/02/12)

A Microsoft desconversa, mas há quem aposte que ela vai apresentar uma versão para iPad do Office em março, no lançamento do iPad 3 

São Paulo — Uma debate baseado quase totalmente em rumores vem movimentando tanto fãs da Apple como usuários dos produtos da Microsoft: a empresa de Redmond estaria preparando uma versão do Office para iPad? Há alguns dias, o jornal The Daily divulgou ter visto protótipos dos aplicativos quase prontos para o lançamento. A Microsoft respondeu que as imagens publicadas pelo noticiário eram falsas, mas não negou a existência do software.

Não há nenhuma certeza de que esses aplicativos vão, mesmo, virar realidade. Mesmo assim, começa a surgir a expectativa de que o Office para iPad seja apresentado durante o evento de lançamento do iPad 3, que a Apple deve realizar nas próximas semanas. A Microsoft já tem alguns aplicativos para iPhone e iPad, incluindo versões para iOS do OneNote, software para organização de informações que faz parte do pacote Office.

Segundo The Daily, estão a caminho edições para iOS dos três aplicativos principais do Office: o processador de textos Word, o editor de apresentações PowerPoint e o aplicativo de planilhas Excel, além de uma nova versão do OneNote. Esses apps teriam elementos da linguagem de design Metro, usada na elaboração da interface com o usuário do Windows 8 e do Windows Phone 7.

Por que o iPad

A notícia, naturalmente, traz algumas dúvidas. A Microsoft se prepara para lançar seu próprio sistema operacional para tablets, o Windows 8. Rodar aplicativos típicos de PC pode ser um diferencial desse sistema, especialmente para uso corporativo. Por que, então, a empresa iria oferecer os apps para o tablet rival?

O fato é que o Windows 8 ainda vai demorar. Os primeiros tablets com esse sistema só devem chegar às lojas no final do ano. E, ainda que façam sucesso (algo de que muita gente duvida), eles só devem atingir uma base instalada significativa depois de vários meses nas lojas. A Microsoft pode ter percebido que, se esperar o Windows 8 para lançar o Office para tablets, ela pode perder usuários para os aplicativos concorrentes da Apple e do Google. Lançar já uma edição para o iPad seria uma maneira de tentar evitar isso.

O lado da Apple

A expectativa de que o anúncio dos apps seja feito durante a apresentação do iPad 3 traz outra dúvida: por que a Apple traria sua rival ao palco para falar de aplicativos que vão competir com seus títulos da série iWork? O fato é que empresas habituadas com o Office relutam em adotar Numbers, Pages e Keynote, os aplicativos da Apple correspondentes a Excel, Word e PowerPoint, respectivamente. Apps alternativos, como Documents to Go e QuickOffice, também são raros nas empresas.

Os títulos da Microsoft, amplamente usados nas corporações, podem tornar o iPad mais palatável a elas. É algo que, obviamente, interessa à Apple. Ocupar logo um espaço no mundo corporativo seria uma maneira de evitar que os tablets com Android ou aqueles baseados no Windows 8 cheguem primeiro a ele.

Resumindo, parte da resposta às questões trazidas pelo suposto Office para iPad está no inimigo comum que Apple e Microsoft possuem – o Google. A Microsoft é líder em aplicativos de escritório, mas o Google tem avançado com seus Google Apps. A Apple ainda não encontrou um rival à altura na área de tablets. Mas o Android já é líder em smartphones e ganha espaço, aos poucos, nos tablets. Qualquer manobra contra o Google faz sentido para as duas empresas. Maurício Grego

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Tribunal da China ordena suspensão da venda do iPad no país  (20/02/12)

Pequim - A disputa da Apple pela marca iPad se aprofundou nesta segunda-feira porque a empresa chinesa que se diz dona do nome do produto obteve uma decisão judicial que impede a comercialização do tablet na China. Xie Xianghui, advogado da Shenzhen Proview Technology, disse que o Tribunal Intermediário Popular da cidade de Huizhou, na província de Guangdong, no sul da China, ordenou na sexta-feira que os distribuidores suspendessem as vendas de iPads no país.

A decisão, que teve ampla difusão na imprensa estatal chinesa, pode não ter longo alcance. Em sua batalha com a Apple, a Proview está utilizando ações em vários lugares e também pedindo que autoridades comerciais em 40 cidades impeçam as vendas do produto. A Apple Inc. disse hoje por meio de nota que o caso ainda está pendente na China continental. A empresa apelou para o Tribunal Superior de Guangdong contra uma decisão anterior a favor da Proview.

A Apple afirma que detém os direitos da marca do iPad na China. "Compramos os direitos mundiais da Proview em dez países diferentes há vários anos. A Proview se recusa a honrar seu acordo com a Apple na China e um tribunal de Hong Kong tem apoiado a Apple neste assunto", disse a porta-voz da companhia, Carolyn Wu.

A Shenzhen Proview Technology é uma subsidiária da Proview International Holdings, que tem sede em Hong Kong. A empresa registrou a marca iPad na China em 2001 e diz que o nome foi usado para um computador descrito como "Dispositivo Pessoal de Acesso à Internet", que empregava a tecnologia de painel de toque. A companhia diz que planeja pedir à agência alfandegária chinesa para bloquear a importação e a exportação de iPads.

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Facebook planeja linha do tempo para empresas  (19/02/12)

Segundo rumores, o Facebook estaria fazendo parcerias com grandes corporações para elas serem as primeiras a terem o recurso
Recurso deverá ser diferente quando comparado ao oferecido para os usuários comuns
São Paulo – A rede social Facebook deve estrear, até o final desse mês, o recurso de Linha do Tempo para as empresas.
As empresas poderão usar o serviço para contar sua história detalhadamente, desde a sua fundação, com imagens e vídeos institucionais.

O recurso, no entanto, deverá ser diferente quando comparado ao oferecido para os usuários comuns. Ele virá com ferramentas avançadas para as empresas criarem interações com os usuários e oferecer serviços e vendas de produtos.

A Linha do Tempo será liberada aos poucos . Segundo rumores, o Facebook estaria fazendo parcerias com grandes corporações para elas serem as primeiras a terem o recurso – e, assim, ajudar na propaganda. Fabiano Candido, de

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Apple deve anunciar iPad 3 na primeira semana de março, diz site All Things D  (09/02/12)
O site All Things D diz que a Apple se prepara para fazer o evento de lançamento do iPad 3 na primeira semana de março
Se as fotos que circularam nesta semana na web forem autênticas, o iPad 3 será mais espesso que o iPad 2 (acima)
São Paulo — O site All Things D publicou hoje que a Apple está preparando o evento de lançamento do iPad 3 para a primeira semana de março. O evento deve acontecer em São Francisco, no Yerba Buena Center for the Arts, onde a Apple já fez outras apresentações antes. O All Things D já acertou antes ao antecipar datas de eventos da Apple. Assim, são boas as chances de que a informação, não oficial, esteja correta.
Nesta semana, também surgiram novas fotos de um suposto gabinete do iPad 3. As fotos foram publicadas pelo site Repair Labs e mostram uma tampa traseira similar à do iPad 2. Mas há diferenças sutis nela. A tampa tem os furos para os parafusos que prendem a placa eletrônica do tablet em posições diferentes. A conclusão da Repair Labs é que a Apple mudou o desenho interno para acomodar uma bateria maior, o que também pode deixar o iPad 3 ligeiramente mais espesso que seu antecessor.

Há pelo menos três razões para que o iPad 3 necessite de uma bateria de maior capacidade. A primeira é que, espera-se, ele deverá ter tela de maior resolução que a do iPad 2, semelhante à Retina Display do iPhone 4 e do 4S. Com mais pixels para processar, armazenar e exibir, o consumo de energia será maior.

O processador também deve ser mais potente que o do iPad 2. Espera-se que o novo tablet traga um também novo chip, o A6, sucessor do atual A5. Qualquer que seja a solução adotada pela Apple para acelerar o processador (como aumentar o número de núcleos de processamento), ela pode elevar o consumo de energia se não houver outros melhoramentos capazes de limitá-lo.

Nesta foto, o local da bateria do iPad está assinalado com a letra B. Ele é maior no gabinete que, alegadamente, pertence ao iPad 3 (à esquerda) do que no do iPad 2 (direita)

Por fim, há especulações de que o iPad 3 poderá trazer uma conexão celular 4G LTE, para acesso veloz à internet móvel. Os smartphones que já possuem esse recurso – como a versão LTE do Google Galaxy Nexus, da Samsung – têm se mostrado vorazes consumidores de energia. Se a Apple resolveu acrescentar o LTE ao iPad, é provável que ele precise de uma bateria de maior capacidade para que o tempo de uso entre recargas não se reduza.

As fotos divulgadas pela Repair Labs também mostram mudanças na área onde fica a câmera principal do iPad. Embora não seja possível saber que tipo de câmera será instalada, ela deverá ser diferente da que existe no iPad 2 – isso se as fotos forem mesmo do iPad 3, algo que não é possível confirmar ainda. Essa troca é esperada. O iPhone 4Straz uma câmera melhor que a do iPhone 4. É natural que a Apple atualize também a do iPad, que é fraquinha, com resolução inferior a 1 megapixel.

A Repair Labs é uma empresa de assistência técnica de aparelhos eletrônicos. Sua sede fica em Wichita, no estado americano do Kansas. A empresa diz que recebeu as fotos do suposto iPad 3 de pessoas ligadas a indústrias chinesas. O site chinês Apple.pro também publicou fotos da traseira de um suposto iPad 3. As imagens, de baixa qualidade, mostram um aspecto muito similar ao do iPad 2, sem diferenças importantes visíveis.

Acredita-se que o iPad 3 já esteja sendo fabricado no China. A dinâmica do mercado exige que o tablet ganhe uma nova edição todos os anos. E tanto a versão inicial como o iPad 2 foram apresentados no primeiro trimestre do ano. Isso deve acontecer também com o iPad 3. É bastante provável que, depois do lançamento do novo modelo, a Apple continue vendendo o iPad 2, que teria seu preço reduzido. Assim, ela passaria a atender a duas faixas de preço distintas. Foi o que a empresa fez na área de smartphones, onde os modelos iPhone 4S, 4 e 3GS convivem nas lojas, com diferentes preços.  Mauricio Grego

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Zuckerberg defende limite para publicidade no Facebook   (06/02/12)

Cerca de um ano atrás, quando ficou claro que a abertura de capital do Facebook era questão de "quando" e não de "se", a vice-presidente de operações da maior rede social do mundo, Sheryl Sandberg, contratou Caroline Everson, que na ocasião comandava a publicidade mundial da Microsoft.

Conquistar uma executiva com o histórico de Everson foi uma grande vitória --antes de trabalhar para a Microsoft, ela havia ocupado cargos publicitários importantes na Viacom, Disney e MTV Networks. A contratação também representou um claro sinal da maior companhia mundial de redes sociais para as agências de publicidade norte-americanas: "Queremos trabalhar com vocês".

Até que Everson chegasse como vice-presidente mundial de marketing, a relação entre o Facebook e o setor publicitário convencional era de polida indiferença, nos bons momentos, e de antagonismo declarado, nos piores.

O presidente-executivo Mark Zuckerberg disse que vê o Facebook mais como maneira de conectar pessoas do que como negócio, e insiste em limitar o impacto da publicidade sobre a experiência dos usuários.

De fato, sua relutância em encher a rede social de anúncios é vista por muitos como um dos motivos pelos quais o Facebook prosperou enquanto o grande rival de seus primeiros dias, o MySpace, expirou.

"Mark tem uma postura evangélica quanto à publicidade", disse Martin Sorrell, presidente-executivo do grupo WPP, a maior rede de agências publicitárias do mundo. "Ele vê o Facebook como veículo para abrir comunicações, e não para monetizá-las".

Mas já que 85% de seu faturamento de US$ 3,7 bilhões em 2011 derivou da publicidade, o Facebook percebeu que precisava criar uma cooperação mais ampla com as agências antes da sua oferta pública inicial de ações, e do escrutínio público intenso quanto à maximização de seus lucros que ela acarretará.

Fontes do setor publicitário identificam Everson, em companhia de David Fischer, vice-presidente mundial de parcerias de negócios e marketing, e Blake Chandlee, vice-presidente mundial de relacionamento com agências, como o trio que comanda a ofensiva de sedução do Facebook.

"As coisas mudaram muito nos últimos 12 meses", disse Michael Hayes, presidente de publicidade digital na Initiative, sobre a postura do Facebook quanto ao setor publicitário. "Antes eles não se relacionavam conosco, mas agora estão tentando estabelecer um relacionamento. Vejo clara intensificação no interesse de trabalhar conosco". DA REUTERS

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Por Megaupload, Anonymous ataca sites dos EUA  (19/01/12)

São Paulo - O grupo de hackers Anonymous retomou os ataques na noite desta quinta-feira (19), após breve período de silêncio.

A decisão do grupo de atacar o governo foi logo após a imprensa americana divulgar que o Megaupload foi retirado do ar pelo FBI pelo crime de disseminar conteúdo pirata. O anúncio foi feito pelo grupo por volta das 19 horas, em sua página no Twitter (@anonops).

Para derrubar os sites, o Anonymous usou a técnica de negação de serviço – neste tipo de ataque, milhares de requisições são enviadas aos servidores atacados, que saem do ar por causa da quantidade de requisições.

Além do governo americano, o grupo também atacou empresas que apoiam o projeto Sopa, uma lei que tramita no governo americano para punir com severidade os sites de compartilhamento de arquivos.

Entre as páginas atacadas está a do FBI, bem como da Universal Music, da Motion Picture Association of America e da Associação da Indústria de Gravação da América.

O grupo nomeou o ataque de #OpMegaupload e #OpPayback. Segundo informações do próprio grupo, cerca de 5 mil hackers participaram da ação, considerada uma vingança ao governo americano.

Megaupload

O Megaupload, considerado um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo e utilizado por mais de 1 bilhão de usuários, saiu do ar depois que o FBI indiciou o site de pirataria. Quatro executivos responsáveis pelo site foram presos. Além disso, três diretores do endereço serão processados.

Segundo agências internacionais, o proprietário do Megaupload está sendo acusado por grandes gravadoras e estúdios de violar leis antipirataria e causar prejuízos de mais de  500 milhões de dólares ao abrigar contéudo pirateado, como filmes e músicas, e permitir o compartilhamento desses arquivos.

A página do Megaupload está fora do ar desde o início desta noite e não traz nenhum aviso. Não há previsão para o restabelecimento do serviço. Vanessa Daraya

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Mea Culpa I Apple aponta trabalho infantil e mais abusos em fornecedores  (13/01/12)

Pela primeira vez, empresa divulga lista completa de parceiros e reconhece que há problemas com alguns deles

Fornecedor da Apple: empresa admite irregularidades com parceiros

São Paulo – A Appledivulgou pela primeira vez, nesta sexta-feira, uma lista completa de seus fornecedores. O mais importante, porém, é que a empresa reconheceu que há problemas com alguns deles, como trabalho infantil e abuso na carga horária dos empregados.

A Apple admitiu, por exemplo, que encontrou seis casos em curso de fornecedores que utilizam mão-de-obra infantil. Outros 13 casos foram rastreados de ocorrências do mesmo tipo no passado.

O documento é resultado de 229 auditorias realizadas pela empresa em fornecedores no ano passado. O número de inspeções é 80% maior que o de 2010. Para os analistas, a divulgação do relatório é a resposta da Apple ao crescente fluxo de notícias negativas envolvendo seus fornecedores.

O último caso ocorreu no início deste mês, quando 150 funcionários da chinesa Foxconnameaçaram saltar da cobertura da fábrica, naquilo que seria um suicídio em massa. Os empregados protestavam contra as condições de trabalho em uma das linhas de produção.

Além do trabalho infantil, a Apple constatou abuso no número de horas trabalhadas – o código de conduta da empresa estabelece um máximo de 60 horas semanais para os fornecedores -, más condições sanitárias, irregularidades no pagamento de salários, falta de segurança na operação de equipamentos e testes de gravidez para a admissão de mulheres.

“Eu gostaria de realizar melhorias significativas nestas área e eliminar qualquer caso de trabalho infantil”, afirmou o presidente da Apple, Tim Cook, na divulgação do relatório. Márcio Juliboni, de

Veja, abaixo, a íntegra do relatório divulgado pela Apple.

 

Lista de fornecedores da Apple

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Google Plus tem 625 mil novos membros por dia, diz analista Paul Allen, fundador da Ancestry.com  (28/12/11)

O Google+, a mais recente aposta da gigante das buscas nas redes sociais, atingiu 62 milhões de usuários, e vem registrando uma média de 625 mil novos membros diariamente. Os números foram divulgados pelo analista Paul Allen, fundador da Ancestry.com. Segundo postagem de Allen em sua conta na rede social, o número de novos usuários no Google+ tem se acelerado a cada dia.

Esse crescimento pode ser causado pelos "feriados, os comercial na TV, as inscrições no Android, os apelos de marcas e celebridades ou uma combinação de todos esses fatores", avalia o analista. Segundo ele, se continuar nesse ritmo, o Google+ atingirá 100 milhões de usuários em 25 de fevereiro do ano que vem, e 200 milhões até 3 de agosto. Até o fim de 2012 a rede do Google deve alcançar os 300 milhões de usuários.

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Google terá tablet em seis meses, diz Eric Schmidt ao "Corriere della Sera"  (20/12/11)

Eric Schmidt, executivo do Google, revelou ao "Corriere della Sera"que a gigante das buscas está trabalhando em um tablet próprio. Segundo ele, a expectativa é que ele chegue ao mercado em seis meses.

Eric Schmidt, presidente do conselho do Google, fala à imprensa durante visita à filial coreana da empresa

"Nos próximos seis meses planejamos colocar no mercado um tablet de altíssima qualidade", disse Schmidt. O aparelho pode ser a nova investida da empresa na família Nexus, que já conta com três smartphones considerados os "aparelhos do Google". O tablet enfrentaria o iPad, que domina o mercado, e que deve ter sua terceira versão lançada ainda no primeiro trimestre de 2012.

Sobre o mercado de smartphones, Schmidt disse ao jornal italiano que "veremos uma competição brutal entre Apple o Android, do Google. É o capitalismo". Na biografia "Steve Jobs", o cofundador da Apple disse que destruiria o Android se fosse necessário.

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Nokia manterá sede na Finlândia, diz CEO Stephen Elop  (19/12/11)

Presidente executivo da Nokia, Stephen Elop, negou rumores de que empresa finlandesa mudaria sede para os EUA

HELSINQUE – Stephen Elop, primeiro não-finlandês a dirigir a Nokia, minimizou rumores, neste domingo, 18, de que a companhia poderia transferir sua sede de Espoo, subúrbio de Helsinque, para os Estados Unidos.

“Enquanto eu for presidente, a sede fica em Espoo”, disse Elop à rádio YLE. “É nossa casa, nosso sentido de pertencimento.”

Elop, que é canadense, deixou seu posto de presidente da divisão de empresas da Microsoft em setembro de 2010 para a liderança da Nokia.

A companhia, desde então, cortou milhares de empregos na Finlândia, aumentando temores de que poderia também transferir a sede da empresa.

/ REUTERS

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Galaxy e iPhone devem liderar vendas de smartphones em dezembro  (16/12/11)

Helsinque - O tão aguardado iPhone 4S e os diversos novos produtos da Samsung Electronics provavelmente se destacarão entre as vendas de celulares inteligentes na temporada de festas de final de ano, apesar do efeito adverso das incertezas quanto à economia mundial.

A Apple, que perdeu a posição de maior fabricante mundial de smartphones para a Samsung no trimestre passado, pode reconquistar a liderança com a corrida dos consumidores para adquirir o novo iPhone, depois de esperar 16 meses pelo lançamento de um novo modelo.

Como milhares de outras pessoas, Vanessa Pigeon, 36, na semana passada aproveitou uma oferta de sua operadora de telefonia móvel e substituiu um BlackBerry antigo pelo iPhone mais recente. "Gostei do design, e queria mudar há muito tempo", disse.

No Reino Unido, muitas vezes visto como indicador ante os demais mercados europeus, o iPhone conquistou robustos 43 por cento do mercado em outubro, deixando para trás os celulares equipados com a plataforma Android, do Google, de acordo com o grupo de pesquisa Kantar Worldpanel ComTech.

"Na verdade, só a família iPhone e a família (Samsung) Galaxy estão sendo muito vendidas. Todas as demais marcas estão ficando com os restos," disse Neil Mawston, analista do grupo de pesquisa Strategy Analytics, em Milton Keynes, no Reino Unido.

A HTC e a Research in Motion -quarta e quinta maiores fabricantes de celulares inteligentes- também já haviam alertado sobre vendas fracas no período de festas. O final do ano é uma temporada de vendas crucial para os fabricantes de smartphones, já que os consumidores muitas vezes substituem seus modelos nessa época.

Os fabricantes devem vender 142 milhões de celulares inteligentes no quarto trimestre, 42 por cento acima do total do ano passado, de acordo com pesquisa da Reuters com analistas.

"No momento, ainda temos dúvidas sobre o efeito sazonal do Natal, porque a demanda vista até o momento é fraca", disse Bonnie Chang, analista da Yuanta Securities, em Taipei. Reuters

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Google+ lança concorrente aos eventos do Facebook  (10/12/11)

Empresa está desenvolvendo o Schemer, que atualmente está em fase beta e disponível apenas por convite

No aplicativo os usuários poderão publicar atividades que gostariam de fazer e convidar seus contatos para compartilhar a iniciativa

São Paulo - Enquanto se integra a outros produtos do Google, a rede social Google+segue discretamente criando alternativas às ferramentas do Facebook. A bola da vez é o "Schemer", uma versão dos "Eventos" criada pela gigante de buscas.

O Schemer atualmente está em fase beta e disponível apenas por convite. Ali, usuários podem publicar as atividades que gostariam de fazer e convidar seus contatos para compartilhar a iniciativa.

Também é possível navegar por outros eventos a partir de sugestões públicas de outros internautas. E o Schemer recomenda atividades baseadas no que seria relevante para cada usuário - sair com os amigos e para locais próximos de casa, por exemplo.

O Mashable, que noticiou a novidade, destaca que o Google pode juntar o recurso com o "Calendário" e, assim, ter três produtos em uma mesma funcionalidade: o internauta procura o que fazer pelo Schemer, compartilha pelo G+ e marca na agenda do Calendário.

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Eric Schmidt diz que Google compra uma empresa por semana e Android está na frente do iPhone  (07/12/11)

O presidente executivo do Google, Eric Schmidt, participou essa semana de uma conferência chamada Le Web na França. Lá o executivo acabou confirmando o que muitos já suspeitavam: o Google gosta mesmo de comprar empresas, seja pelo talento dos seus funcionários ou por enxergar potencial no serviço. Segundo Schmidt o Google compra uma empresa por semana atualmente.

Eric Schmidt (Foto: Divulgação)

A afirmação bate com os dados liberados em outubro pelo Google sobre o seu último trimestre fiscal, em que a empresa afirmou que foram compradas 57 empresas até agora. Para conseguir isso o Google tem cerca de 43 bilhões de dólares em dinheiro em caixa para gastar.

Além disso, o presidente executivo da maior empresa de web do mundo também deu declarações surpreendentes sobre o Android. Segundo ele, a plataforma móvel livre já está na frente do iPhone em números de funcionalidades e características. Schmidt disse que aparelhos com Android são mais baratos, vendem mais unidades, estão disponíveis em um maior número de lojas e o Ice Cream Sandwich também está à frente do iOS.

Não é algo surpreendente que o presidente de uma empresa acredite na própria plataforma, mas as afirmações de Schmidt não conseguiram convencer a platéia. Quando um dos membros da audiência perguntou porque atualmente os aplicativos são escritos primeiro para iOS e depois para Android, o executivo respondeu que dentro de 6 meses o que deve acontecer é o oposto.

Via TechCrunch

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Conheça algumas das mulheres mais importantes do setor de tecnologia em todo o mundo  (05/12/11)

À frente de áreas técnicas e de negócios em grandes empresas de tecnologia, as mulheres mostraram que elas podem contribuir, e muito, para melhorar dispositivos, redes sociais e serviços de internet que, todos os anos, atendem milhões de pessoas em todo o mundo. Conheça as mulheres mais poderosas do mundo da tecnologia em 2011 na lista abaixo:

Marissa MayerIdade: 36 anos Cargo: vice-presidente de serviços de geolocalização no Google

Marissa foi a 20ª pessoa contratada para trabalhar no Google e a primeira engenheira a ser contratada, logo após a fundação da empresa em 1998. Depois de alguns anos, ela foi nomeada vice-presidente de buscas e, mais recentemente, Marissa ganhou a área de geolocalização para cuidar, considerada por analistas como a próxima grande aposta do Google. Considerada uma das executivas de tecnologia mais bonitas, ela se autointitula “geek” e integra também um comitê de elite do Google para tomar decisões estratégicas sobre produtos. Com o lançamento do Google+, Marissa foi adicionada em mais de 50 mil círculos pelos usuários, prova de sua crescente influência no mundo de tecnologia.

Sheryl SandbergIdade: 41 anos Cargo: diretora de operações do Facebook

Depois de deixar o Google em 2008, onde era vice-presidente de vendas online e de operações, Sheryl assumiu a operação do Facebook e se tornou o braço direito de Mark Zuckerberg, fundador e atual CEO da rede social. Desde a sua chegada, ela ajudou a formar a equipe de vendas de publicidade do Facebook, forma escolhida pelos executivos para tornar a rede social rentável. Além disso, ajudou no marketing - o que ajudou Zuckerberg a criar a maior comunidade de pessoas na web, com mais de 800 milhões de pessoas. Considerada por analistas de mercado como “uma das mulheres mais poderosas do Vale do Silício”, região dos Estados Unidos que concentra a maior parte das empresas e startups de tecnologia, Sheryl também trabalha com membro do conselho de empresas como Wall Disney e Starbucks. Em 2011, ela foi nomeada como uma das 50 mulheres de negócios mais poderosas do mundo pela revista Fortune.

<span>A mais nova da lista, Marissa Mayer lidera a vice-presidência dos serviços de mapas e geolocalização do Google</span> - <strong>Foto: Getty Images</strong> <span>Sheryl Sandberg já trabalhou para o governo americano e hoje é o braço direito de Mark Zuckerberg, fundador do Facebook</span> - <strong>Foto: Getty Images</strong> <span>Cyntia Breazel, do MIT, é a mulher por trás da criação de rôbos pessoais que possam se expressar de maneira semelhante aos humanos</span> - <strong>Foto: Getty Images</strong> <span>Mary McDowell, vice-presidente da divisão de celulares da Nokia, é a maior aliada do CEO da empresa, Stephen Elop, para realinhar estratégia</span> - <strong>Foto: Getty Images</strong> <span>Fundadora da HTC, Cher Wang é também conselheira da VIA Technologies, empresa em que seu marido é CEO. Os dois formam um dos casais mais ricos do mundo</span> - <strong>Foto: Getty Images</strong> Katie Jacobs Stanton Idade: 41 anos Cargo: vice-presidente de estratégia internacional do Twitter

Desde que Katie foi contratada em julho de 2010, o Twitter se tornou mais “internacional”. A executiva abriu dois escritórios, sendo um no Japão e outro no Reino Unido, para entender melhor a demanda dos usuários de fora dos Estados Unidos, que hoje representam 70% de todas as mensagens publicadas no microblog. Em 2003, Katie começou sua carreira executiva como gerente do Google Finanças. Sete anos depois, ela se juntou à Casa Branca como diretora de participação dos cidadãos, antes de ser contratada pelo Twitter. Para Katie, a expansão do Twitter deve acontecer nos próximos anos por meio de dispositivos móveis. A executiva já estabeleceu 200 parcerias com operadoras em 65 países, o que aumentou para 40% o número de usuários que acessam o serviço por aparelhos móveis. Um dos desafios da executiva será frear a expansão do microblog chinês Sina Weibo, que já reúne 200 milhões de usuários.

Mary McDowellIdade: 47 anos Cargo: vice-presidente da divisão de celulares da Nokia

Na Nokia desde 2004, mas há apenas um ano à frente da divisão de celulares, Mary assumiu o novo cargo em meio a uma crise na Nokia que, por conta de usar o defasado sistema operacional Symbian em seus smartphones, perdeu mercado para os smartphones mais modernos, como iPhone e os aparelhos com Android. Ao lado de Stephen Elop, CEO da Nokia, ela ajudou a empresa a mudar o rumo, optando por adotar o Windows Phone, da Microsoft, como plataforma principal para smartphones.

Antes de entrar na Nokia, Mary trabalhou por 17 anos na HP-Compaq, onde foi contratada em 1986 como engenheira de sistemas. Nos últimos cinco anos na companhia, ela ocupou o cargo de vice-presidente e gerente-geral do grupo de servidores. Atualmente, além de trabalhar na Nokia, Mary é membro do conselho da Autodesk.

Cynthia BreazealIdade: 44 anos Cargo: diretora do grupo de robótica pessoal do Massachussets Institute of Technology (MIT)

Em sua tese de doutorado, Cynthia Breazeal, desenvolveu o robô humanóide Kismet, que se expressa de maneira semelhantes aos humanos. Professora associada do Media Lab do MIT, Cynthia se formou em Engenharia Eletrônica e de Computadores na Universidade da Califórnia (EUA). O robô Kismet foi reconhecido pela revista Wired como um dos melhores robôs de todos os tempos, por explorar aspectos sociais e emocionais na interação com humanos. Em 2006, ela desenvolveu Leonardo. A pesquisadora já foi nomeada pela MIT como uma das 100 maiores inovadoras no mundo com menos de 35 anos.

Cher WangIdade: 52 anos Cargo: fundadora e conselheira da HTC

Pela fundação da HTC, hoje a sexta maior fabricante de smartphones do mundo, Cher se tornou uma das maiores líderes da indústria de tecnologia no mundo e também uma das mulheres mais ricas de Taiwan (China). A empresa foi a primeira a lançar um aparelho com o sistema operacional Android, do Google, e também uma das pioneiras a apostar no Windows Phone, versão remodelada do sistema operacional da Microsoft. Além de executiva bem-sucedida, Wang forma com seu marido, Wen Chi Chen, presidente da fabricante de chips VIA Technologies, um dos casais mais ricos do mundo, com fortuna estimada em US$ 3,5 bilhões pela revista Forbes.

Mitchell BakerIdade: 53 anos Cargo: presidente do conselho da Mozilla Foundation

Formada em Direito, Mitchell se tornou uma das mulheres mais poderosas da tecnologia por seu trabalho à frente da Fundação Mozilla, primeiro como CEO e, mais recentemente, como presidente do conselho. A fundação é responsável por desenvolver e fomentar o uso do navegador Mozilla Firefox, atualmente na terceira posição do ranking global de navegadores divulgado pela StatCounter. Atualmente, Mitchell enfrenta o desafio de manter o Firefox como um navegador relevante para os usuários, num momento em que o Chrome, navegador do Google, cresce a passos rápidos. Em entrevista recente, ela afirmou que um dos objetivos atuais da Mozilla é melhorar seu aplicativo de navegação na web em dispositivos móveis. (iGtech)

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Anúncio do smartphone Galaxy S II, da Samsung, brinca com o fanatismo dos admiradores da Apple  (23/11/11)

São Paulo — Um bem humorado comercial da Samsung faz piada com os fãs da Apple. O filme mostra longas filas na calçada, em várias cidades americanas, onde jovens aguardam a abertura de uma loja. É uma cena conhecida de todos os que já acompanharam a chegada de um novo modelo do iPhoneàs lojas da Apple.

Na fila, alguém comenta que está tão animado que poderia ficar lá durante três semanas. Outra pessoa reclama da falta de conexão 4G em seu smartphone, que é, supostamente, um iPhone. Uma terceira diz: “Os blogs estão dizendo que a bateria parece fraca.”

Aparece, então, um rapaz com um Galaxy S II, da Samsung, que atrai a atenção das pessoas. Um jovem com visual descolado e um Mac (disfarçado com adesivos) no colo diz: “Eu nunca poderia ter um Samsung. Sou criativo”. Outro rapaz, perto dele, responde: “Você é um barista.”

Apesar da competição feroz entre as duas empresas, o comercial é leve e bem humorado. Ele tenta destacar a atitude nada racional dos fãs que fazem fila em frente às lojas da Apple, é claro. Mas também reconhece, implicitamente, a popularidade e a força da marca da maçã entre esses fãs. Veja o vídeo (em inglês) abaixo.

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