U.Eletrônico I Avicii comenta problema de saúde: 'Eu precisava tirar um descanso' (03/10/14)

Após cancelar todos os compromissos profissionais para 2014, Avicii deu uma entrevista à revista "Billboard" em que comenta seu estado de saúde pela primeira vez. "Eu estava perdendo peso. Eu precisava tirar um descanso", disse.

Fãs do DJ sueco ficaram preocupados com sua aparência após fotos em que ele aparece muito magro serem publicadas em redes sociais. Uma das imagens, divulgada pelo selo de música eletrônica dos EUA Straight Up, no início de setembro, tem a legenda: "Avicii parece estar com 70 anos, parece que realmente precisa de um descanso, com certeza". Ele tem 25 anos.

Segundo a revista, Avicii foi hospitalizado em janeiro de 2012, em Nova York, por 11 dias com pancreatite aguda, supostamente causada pelo consumo excessivo de álcool. Ele sofreu uma inflamação novamente em março de 2013, quando foi internado na Austrália, onde os médicos insistiram que ele removesse sua vesícula biliar. Ele se recusou porque estava lançando seu primeiro LP, "True".

Avicii parou de beber, mas, em março deste ano, sentiu dores de estômago que o obrigaram a retirar-se do Ultra Music Festival de Miami. Não só seus problemas de pâncreas voltaram, como seu apêndice havia estourado. "Tirei um mês de folga, mas não foi realmente um mês de folga", afirmou o DJ à “Billboard”. "Eu estava no estúdio 12 horas por dia, e depois saí direto para a turnê. É difícil dizer não nesta indústria. Você quer tocar e estar em todos os lugares."

Os shows desmarcados incluiam grandes festivais, como o Ultra Music Festival e o TomorrowWorld, e mais apresentações nos EUA e na Ásia. Desde então, o Avicii descansa em sua casa em Estocolmo para se recuperar dessas cirurgias.

'Wake me up'
Avicii lançou em 2013 o disco de estreia "True", com uma das músicas de maiores sucesso no mundo daquele ano, "Wake me up". Segundo representantes do músico à "Billboard", após o descanso neste ano, ele vai começar a trabalhar em um novo álbum para 2015.

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U.Eletrônico  I Jovens preferem a música eletrônica ao rock, diz DJ e produtor brasileiro  FTampa    (17/09/14)

Danilo Monteiro

Apesar de surpreender alguns, a venda dos 180 mil ingressos do Tomorrowland  em menos de três horas não impressionou os profissionais da música eletrônica no país. Visto como o maior nome brasileiro do gênero lá fora, o DJ e produtor FTampa compara o fênomeno desse tipo de som ao rock. "Antes as pessoas queriam ir aos festivais de rock e hoje as pessoas querem ir pros festivais de música eletrônica. A cena sempre é feita por jovens e os jovens de agora escolheram o estilo como opção principal", analisa o DJ que tem músicas lançadas pelo selo do número 1 do mundo, o holandês Hardwell.

Um dos organizadores do maior encontro de música eletrônica da América Latina, o Rio Music Conference, Leo Janeiro, acha que o país é um fator priomordial para o sucesso do gênero nos últimos anos. "O Brasil está há algum tempo nesta rota de grandes eventos. Creio que o fato de sermos um país de dimensões continentais acaba despertando esta vocação natural", afirma o também DJ e produtor musical.

A chegada da Tomorrowland é apenas mais um grande evento que o país recebe há algum tempo como a Sensation, o Ultra Music Festival, Creamfields, entre outros. Para o DJ, Viktor Mora, não é de hoje que as turnês dos maiores nomes da cena estão por aqui. "Pelo menos uma ou duas vezes por ano, todos os grandes nomes da música eletrônica estão vindo para o nosso país. Eles adoram a vibe que tem o povo brasileiro. É unica", diz Mora.

Para reforçar a tese da popularidade, o DJ Bruno Barudi acredita que a música pop ajudou, consideravelmente, a ascensão da e-music no mundo e, por consequência, no Brasil. "Na minha opinião ela [música pop] é a entrada para o público na música eletrônica. Conforme o tempo passa, eles vão aprimorando seus gostos e encontrando a vertente da e-music que mais lhe agradam", opina Barudi.

Os festivais brasileiros

Até que ponto a chegada do Tomorrowland ajuda ou atrapalha na construção da cena nacional? Qual seria o impacto sobre os grandes festivais brasileiros como, por exemplo, Dream Valley e XXXperience? Para os especialistas, a novidade é mais do que bem-vinda.

"Tenho certeza que não (atrapalha), acredito que devem ganhar mais espaço. Principalmente pela elevação de nível dos festivais (nacionais)", ressalta Barudi. "Quanto maiores os festivais, melhor. São em épocas diferentes do ano. A cena cresceu e a tendência é trazer cada vez mais novos seguidores", comemora FTampa. "Nos últimos anos temos visto a preocupação dos organizadores em prestar um serviço à altura do que o público quer, a demanda faz a qualidade subir e não cair", acrescenta Leo Janeiro.

E engana-se quem pensa que o apenas o lado "mainstream" da música eletrônica tem marcado crescimento no Brasil. Os adeptos da cena "undergroud" também tem obtido resultados grandiosos. "No Warung Day Festival, por exemplo, não foi escalado nenhum dos artistas que são grandes conhecidos do público do Tomorrowland, e nem por isto ele deixou de levar quase 10 mil pessoas para sua primeira edição em Maio, em Curitiba", lembra Janeiro.

O Rock in Rio e a música eletrônica

Recentemente, o maior festival de música brasileiro, o Rock in Rio, teve 50% do controle vendido para a empresa americana SFX Entertainment. Os 150 milhões de reais investidos deram frutos ao evento de Roberto Medina. Afinal, foi anunciado uma edição em Las Vegas do evento em 2015. Mas o que isso tem a ver com a música eletrônica?

Robert FX Sillerman, empresário americano bilionário e CEO da SFX Entertainment, é um declarado admirador do gênero. A empresa dele  adquiriu os maiores eventos de e-music dos Estados Unidos e do mundo. A ID&T, empresa responsável por Tomorrowland, Sensation, Mysteryland, entre outros, teve 75% da fatia comprada por ele.

E não para por aí. Eventos como o Electric Zoo, um dos maiores da América do Norte, e Stereosonic, sediado na Austrália, também estão na carteira da empresa norte-americana. O Beatport, maior loja virtual de música eletrônica, foi comprada em 2013 por mais de 50 milhões de dólares. O empresário deixou claro que, além do investimento na internacionalização do RiR, quer abrir as portas para a EDM no festival brasileiro. Não seria surpresa a próxima edição dar mais atenção ao estilo ou, quem sabe, um dia dedicado a ele.

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U.Eletrônico  I Eden | Filme sobre Daft Punk e a música eletrônica francesa ganha primeiro trailer    (11/09/14)

Mia-Hansen Løve dirige o filme, que está na seleção do Festival de Toronto

Eden, filme que conta a história do duo Daft Punk, referência da música eletrônica mundial, ganhou o seu primeiro trailer. Veja abaixo:

O longa conta a história de uma das melhores épocas da música eletrônica francesa, entre os anos 1990 e 2000, falando de Cassius, Air e, é claro, Daft Punk. Quem conduz a trama é do DJ Sven Løve, à epoca um adolescente frustrado que ingressava para a vida noturna. A direção é de Mia-Hansen Løve, irmã de Sven e conhecida por dramas como Adeus, Primeiro Amor e O Pai dos Meus Filhos.

Félix de Givry, Arnaud Azoulay, Vincent Lacoste e Pauline Etienne estão no elenco, entre outros. Eden  estreia na França em 19 de novembro e está atualmente na seleção do Festival de Toronto.

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U.Eletrônico  I Tomorrowland Brasil tem ingressos esgotados em menos de 3 horas   (06/09/14)

 Edição brasileira do festival de música eletrônica tinha 180 mil entradas. Evento acontecerá em 1, 2 e 3 maio em Itu, SP, com até 150 atrações.O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,ingressos-do-tomorrowland-braA produção do festival Tomorrowland informou neste sábado (6) que os 180 mil ingressos para a primeira edição brasileira, que acontece no ano que vem, foram vendidos em menos de três horas. O evento de música eletrônica surgido na Bélgica vai acontecer em Itu, no interior de São Paulo, nos dias 1, 2 e 3 de maio de 2015. O pré-registro para compra de ingressos ia até 5 de setembro, e as vendas começaram um dia depois, ao meio-dia.

Criado em 2005, Tomorrowland acontece anualmente na cidade belga de Boom. A estreia no Brasil terá seis palcos e cerca de 150 atrações. No primeiro lote, os ingressos custam R$ 299 (um dia) ou R$ 699 (passaporte para três dias). São esperadas 60 mil pessoas. Haverá um pré-evento, com uma festa exclusiva para quem ficará no camping do festival.

Neste ano, a edição belga do festival chegou a sua 10ª edição, com transmissão em São Paulo, em um telão, no dia 20 de julho, no parque Cândido Portinari. Ingressos foram distribuidos gratuitamente pela internet. Além dos shows de David Guetta e Steve Aoki (apenas no telão), DJ Marky se apresentou ao vivo.

Tomorrowland 2015 em SP
Quando: 1, 2 e 3 de maio de 2015
Onde: Itu, SP
Quanto: De R$ 299 a R$ 1899
Informações: www.tomorrowlandbrasil.com

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U.Eletrônico  I Usando a deep web, Aphex Twin revela detalhes de novo álbum de música eletrônica   (19/08/14)

Por: Adam Clark Estes

Aphex Twin, nome artístico de Richard D. James, era descrito pelo Guardian como “a figura mais criativa e influente na música eletrônica contemporânea” quando lançou seu último álbum, Drukqs, há 13 anos. Agora, os fãs estão ansiosíssimos: o músico lançou um teaser de uma forma verdadeiramente nerd, direcionando-os para a deep web.

Em um tweet, Aphex Twin postou o link de um endereço no Tor. A página leva um minuto para carregar, como a maioria das páginas na deep web, e revela detalhes de um novo álbum.

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À esquerda, há um bloco de texto simples que parece mostrar a lista de faixas no álbum inédito “Syro”, junto às batidas por minuto (BPM) de cada música. Há também uma parte que remete à vigilância na internet, mostrando a quantidade de tempo que você passou no site, seu endereço IP e sua localização. Há uma versão simplificada deste site na web comum, mas ela não traz os detalhes do álbum – só a parte de vigilância.

À direita, está o logotipo clássico de Aphex Twin, que vem aparecendo em graffitis na cidade de Nova York:

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O logotipo também apareceu em um dirigível verde, que flutuou no céu de Londres neste final de semana. Em um dos lados, ele estava no lugar do “0″ em “2014″ – o álbum deve sair ainda este ano.

Será que Aphex Twin continuará apostando na deep web e vai oferecer o álbum para download via Tor? É esperar para ver. Mas quem está esperando por novidades de Richard D. James desde 2001 certamente faria de tudo para obtê-lo. [Thump]

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U.Eletrônico  I  A volta da MOO  (05/05/14)

Icônica festa carioca, a MOO fez história entre os entusiastas de boa música. Foram mais de 70 edições, de 2004 e 2001, conquistando o título de divisora de águas do cenário do Rio, sem exageros. A boa notícia é que a MOO está de volta. E a primeira festa da temporada 2014, marcada para o dia 10 de maio, na Usina, está dando o que falar.

No som, os DJs Diogo Reis e Badenov – (Alexandre Ostrovsky, o novo residente da MOO) – recebem duas atrações internacionais de peso: a dupla argentina DJs Pareja, do selo Cómeme, e o produtor italiano Rodion, do selo Gomma. A festa promete. [siterg]

Preços:
Pista 1° lote: R$80
www.moo.com.br

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U.Eletrônico  I  Hercules and the Love Affair: novo álbum, novo single    (05/03/14)

Um retorno muito bem vindo ensaia seus primeiros lançamentos para 2014. É o Hercules and the Love Affair, projeto de “organismo vivo” de Andy Butler, que volta esse ano com álbum de inéditas.

E não se trata de um retorno qualquer. O Hercules and the Love Affair já anunciou que seu novo álbum, The Feast of the Broken Heart, marcará uma diferença na sonoridade do grupo. Se antes a aposta era em ritmos de Nu Disco, de batida oitentista, agora eles buscarão se aproximar do eletrônico, com experiências de techno e de acid.

O disco tem previsão de lançamento para o dia 26 de maio, mas o grupo já liberou seu primeiro single do novo material. A música “Do You Feel The Same?” representa a mudança anunciada e deve ganhar lançamento oficial no próximo dia 14 de abril.

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U.Eletrônico  I  Carregado de apelo fashion, duo australiano NERVO toca em Salvador  (28/02/14)

Atração especial do Camarote Salvador neste Carnaval, Miriam e Olivia Nervo falam do gosto pela moda e criam playlist animada para os leitores da Vogue

NERVO, duo australiano de DJ's feito das irmãs Livia a Miriam (Foto: Divulgação)

Nem samba, nem axé. Será feita de música eletrônica parta da programação do Carnaval em Salvador neste ano. É o Nervo, duo australiano composto pelas irmãs Miriam e Olivia desembarcam em solo nacional para participar pela segunda vez do line-up do Camarote Salvador. Na bagagem, além de um set animado, elas trazem também o estilo que fez com que suas performances flertassem com o público do fashion crowd. Em entrevista ao site da Vogue, elas tentam explicar quais foram os elementos dessa conquista. 
Vocês são DJ's. Qual a importância da moda no que fazem?
Nós sempre amamos moda e , felizmente, nosso trabalho permite que a gente brinque com ela um pouco mais do que em um trabalho nine to five. O único problema que temos com a moda é a falta de espaço em nossas malas – mas apresendemos que a chave é não viajar com sapatos demais, pois são pesados e ocupam muito espaço.
O que estão vestindo mais atualmente?
Liv: Estou obcecada por uma jaqueta de lavagem ácida que Mim comprou no Fairfax Flea Market, em Los Angeles. Eu adicionei um filtro dos sonhos que um fã nos deu no braço para adicionar mais cor. Também amo meus tênis de dragão chinês do Jeremy Scott.
Mim: Acabo de comprar uma bolsa Chanel idênctica a que já tinha, ela é uma tote perfeita para viagens. Eu usei a primeira todos os dias, por três anos, até que ela eventualmente se desfez e não pude encarar a vida sem tê-la comigo. Fora isso, adoramos misturar marcas como Kuccia, Blackmilk, Joyrich, Haleh Nemazadeh, OYE e WAH + L.A. Para sapatos, adoramos s Solestruck, que tem uma linha incrível.
Na mala para o Brasil, o que vem dentro?
Biquínis, biquínis, biquínis. Cabo USB, fones de ouvido, óculos escuros da Versace e chapéus Panamá.
Da moda brasileira, conhecem algo?
Sabemos que os biquínis são pequenos, as cores são vivas e as modelos são hot
E de música brasileira?
Gostamos dos ritmos sexy que o Brasil tem. Os brasileiros são cheios de energia e é por isso que amamos tocar aqui. Espeamos que alguém nos ensine a sambar enquanto estivermos circulando pelas festas de Carnaval!
Se tivessem que fazer uma playlist para os leitores da Vogue ouvirem neste Carnaval, o que teria nela?
"Revolution (vocal mix)", R3hab, NERVO, Ummet Ozcan; "We Like To Party (Original Mix)", Showtek; "Eat Sleep Rave Repeat (Calvin Harris Remix)", Fat Boy Slim, Riva Starr & Beardyman; "Countdown (Original Mix)", Hardwell & MAKJ; "Around The Bane (Noir Mashup treatment)", Noir, Haze, Ron Costa, Compact Grey; "COOL (Ben Pearce Remix"), Le Youth; "Got Me Thinkin'", Don Diablo & CID; "Finder (Original Mix)", Ninetoes; "Don't Break My Heart", NERVO & Marco Lys; e "So Good To Me (Original Mix)", Chris Malinchak.

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U.Eletrônico  I  Ellie Goulding e Skrillex se unem para “Because”    (18/02/14)

Divulgada por Goulding, nova criação do duo surpreende mais uma vez

Ellie Goulding e Skrillex: parceria...

Uma parceria inesperada foi divulgada por Ellie Goulding esta semana. A cantora, que participou do programa da DJ Annie Mac na BBC Radio 1, apresentou uma mixtape bastante variada. E, em meio a ela, chamou atenção a sua parceria com o músico Skrillex.

“Because” é uma faixa que se apropria da pegada melódica de Ellie e baixa o tom de Skrillex, conhecido por seu ritmo mais pesado. O duo já se uniu anteriormente nas faixas “Summit” e “Bittersweet”. O resultado, portanto, só vem a reforçar a qualidade da dupla.

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U.Eletrônico  I  Roland Aira: este pode ser o futuro da música eletrônica    (14/02/14)

Por: Mario Aguilar

Por um mês, a Roland mostrou aos poucos seus misteriosos produtos “Aira” com uma série de vídeos que invocavam as clássicas baterias eletrônicas TR-808 e TR-909 Rhythm Composer, que estão entre os melhores hardwares para criação de som, mesmo 30 anos após o lançamento. Mas a nova série Aira não é nostalgica. Ela pode ditar o futuro da música eletrônica – e, melhor ainda, ela é para todo mundo.

Os equipamentos Aira são para apresentações e para produção

Como você já deve ter percebido, a linha Aira não é formada por um único produto, e sim por uma série de ferramentas digitais usando modelos complexos para conseguir sons clássicos. O lançamento inicial inclui uma bateria eletrônica baseada na 808 e 909 (TR-8 Rhythm Performer), um sintetizador baseado no clássico TB-303 (TB-3 Touch Baseline), um vocoder avançado (VT-3 Voice Transformer), e um sintetizador chaveado avançado (System 1: Plug-Out Synthesizer).

Entrerei nos detalhes de cada produto mais para frente, mas, antes, vamos dar uma olhada no cenário geral. O objetivo da Roland é projetar ferramentas que sejam úteis tanto para produção como para apresentações. Máquinas antigas como o 808, 909 e 303 são usadas em apresentações ao vivo, mas foram criadas para serem usadas em estúdio. A ideia, Casey Bishop, da Roland, me contou, é fazer ferramentas que “você possa usar em estúdio durante o dia, e em uma apresentação à noite”. Como todos os equipamentos modernos de música eletrônica, a linha Aira conta com uma interface para computadores, mas foi criada para não depender de softwares. De acordo com Bishop, o manual da TR-8 tem apenas uma página. Aprender como tocar esses instrumentos é fácil. Usá-los para fazer músicas fantásticas é o grande desafio.

TR-8: três baterias eletrônicas clássicas em uma embalagem moderna

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Vamos começar com o equipamento que mais importa a todos. O TR-08 é uma bateria eletrônica carregada com modelos da TR-808 e TR-909, assim como a TR-808 “long decay”, uma popular modificação para a TR-808.

Para imitar o som dos equipamentos clássicos, da Roland usou um algoritmo de modelagem em nível de componente. Em outras palavras, em ver de usar samples para tentar usar engenharia reversa de um instrumento digital que soa como os originais, a Roland projetou um algoritmo que modela o comportamento dos 808 e 909 originais no capacitor. Desta forma, o som da bateria varia dependendo de como o padrão construído usa energia – contanto que a máquina esteja puxando voltagem através de um circuito analógico.

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No geral, é a mesma coisa: 16 pads embaixo com 16 faders logo acima, formando os controles principais. O sequenciador pode gravar até 32 passos em tempo real, e você pode populá-lo com sons de 16 kits diferentes feitos a partir de 11 instrumentos. Cada um deles tem controles individuais para ajuste e decaimento.

A Roland colocou alguns toques novos, também, incluindo efeitos de delay e reverb que podem ser configurados a passos individuais, assim como instrumentos individuais – então você não precisa adicionar delay viciado apenas para percussão e/ou para batidas específicas no sequenciador. Além de reverb e delay, há também uma entrada externa bloqueada para fazer efeitos a partir de um módulo externo.

Há também uma nova ferramenta chamada Scatter, que será usada em toda a linha Aira. Scatter é uma coleção de 10 efeitos com intensidade variada, feitos para imitar alguns dos efeitos clássicos de pós-produção adicionados pelos produtores musicais. Quando ativado, o efeito de scatter corta, reverte, entre outras coisas. Você reconhecerá os sons dos efeitos imediatamente, e provavelmente é a primeira vez que isso poderá ser feito ao vivo, sem a ajuda de um computador. Para reiterar, a ideia por trás do Aira é fazer as pessoas se afastarem do computador e usarem instrumentos de música eletrônica como instrumentos.

O que mais? O TR-8 obviamente é analógico e MIDI I/O. A saída digital é de 32-bit 96 kHz – o mesmo em todos os instrumentos. Ele estará disponível a partir do mês que vem por US$ 500.

TB-3: um compositor de linha de baixo com touchscreen

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Como o TR-8, o TR-3 foi criado a partir de um produto clássico, o TB-303. Desta vez, no entanto, a Roland optou por substituir as teclas clássicas por um touchpad para tocar o instrumento. O motivo é que o 303 original tinha um som fantástico, mas a combinação de sintetizador chaveado e sequenciador de passos era difícil de se usar. O touchpad capacitivo responsivo permite tocar o instrumento e controlar os padrões com mais facilidade do que antes. E, além disso, ele também permite desenhar curvas de modulação de envelope e decaimento com o dedo.

O TB-3 conta com quatro bancos. O primeiro tem o set clássico do 303, e os outros são para linhas de baixo, ligações e um para coisas malucas. Ele será lançado em março por US$ 300.

VT-3: Muito mais do que um simples vocoder

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É difícil saber exatamente quando foi isso (Daft Punk? Kanye West?) mas o vocoder clássico se tornou um marco na música pop. Sabendo disso, a Roland desenvolveu um novo produto que é apenas para transformação vocal. É ridiculamente simples de ser usado. Plugue no seu microfone, gire a chave para uma das opções (vocoder, 2 auto-tunes diferentes, megafone, e mais), e então mude a intensidade. Há um botão de robô que faz o som se transformar em algo parecido com um robô. E caso você já tenha configurado o vocoder robótico, terá um som robótico duplo. O som produzido por isso é incrível e variado, e custará apenas US$ 200.

System-1: um sintetizador digital expansível

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O novo sintetizador System-1 não é um novo modelo para um sintetizador antigo, e sim resultado de experiências de engenheiros sobre como exatamente um sintetizador deveria ser. Ele ainda usa um modelador nível componente para imitar o comportamento de um circuito analógico.

O System-1 é um sintetizador com dois osciladores capaz de toques monofônicos ou polifônicos de até quatro vozes. Seu layout é bem familiar para quem já usou um sintetizador na vida.

O melhor recurso provavelmente é a opção Plug-Out que permite mudar entre o mod padrão do System-1 ou algum carregado do seu computador. A Roland planeja oferecer modelos de muitos dos seus sintetizadores clássicos, mas ainda não forneceu muitos detalhes sobre isso. Será lançado em abril ou maio por US$ 600.

Conclusão

Após brincar um pouco com os equipamentos Aira e, o mais importante, observar Casey Bishop, da Roland, usá-lo bastante, parece que temos aqui hardwares bastante sólidos e versáteis. Certamente não será algo para nerds que não querem se afastar do computador. Nem vai agradar puristas analógicos que se ofendem com qualquer coisa digital – o mundo dos sintetizadores e das baterias eletrônicas está cheio desses anti-digitais.

O que temos aqui é um hardware feito para ser tocado como e para ter som de um instrumento. É uma combinação bem atrativa de versatilidade e simplicidade de uso. Sem dizer os preços bastante competitivos, especialmente considerando quão caro um 808 custa. Vamos deixar julgamentos finais para quando eles forem lançados, mas a Roland parece estar próxima de algo grande com os equipamentos Aira.

Fotos e vídeo por Michael Hession

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U.Eletrônico  I  Paris Hilton assume que não é uma boa DJ, e sim a mais bem paga da área     (09/01/14)

O truque está armado quando se recebe um convite onde Paris Hilton é eleita a DJ da noite… Se você já passou por essa situação, sabe muito bem que a herdeira não passa de uma gafe quando o assunto é discotecagem. A coluna page Six, do jornal New York Post, revelou neste domingo (09.02), que a moça tem total consciência de seu golpe, e aproveitou a mídia para esclarecer as coisas: “Os sites sempre distorcem minhas palavras. Sempre digo que sou a mais bem paga DJ do mercado, não a melhor do mundo”, disse. Disso a gente não tinha dúvidas.

Com contrato assinado com a gravadora Lil Wayne’s Cash Money Records, a moça, atualmente com 32 anos, tem mais alguns CDs para gravar e para quem não se lembra, Paris lançou um álbum musical – um fracasso! -, em 2006. Será que ela consegue enganar mais alguém depois dessa? Vamos aguardar…

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U.Eletrônico  I  Morning Glory: A pista de dança como alternativa saudável   (03/01/14)

Ficar trancafiado em um escritório o dia inteiro pode ser superestressante, principalmente se você é daqueles que têm dias tão cheios que, para economizar tempo, às vezes acabam pedindo um delivery podrão e comendo na frente do computador mesmo.

Morning Glory, em Londres: café, sucos e ferveção antes do trabalho, todo mês Divulgação/Alice Pererell

Mas lá pelas terras nórdicas, alguns trabalhadores suecos encontraram uma maneira de descarregar a tensão no horário de almoço — nada a ver com agências de publicidade moderninhas que oferecem aulas de ioga durante o expediente. Por uma hora, eles se jogam em uma pista de dança.

Batizado de Lunch Beat, o movimento nasceu em junho de 2010 em Estocolmo e não demorou para virar moda. Criado por Molly Ränge, hoje o evento já se espalhou para mais de 55 cidades pelo mundo, atraindo centenas de trabalhadores uma vez por mês para curtir uma boate no meio do expediente. Com globo de luzes, máquinas de fumaça, projeções e música eletrônica bombando nas caixas de som, o Lunch Beat recria toda a atmosfera de uma boate, com a diferença que por lá o barman serve café, sucos e sanduíches em vez de bebidas alcoólicas.

Os organizadores garantem que dançar na hora do almoço aumenta a produtividade para o resto do dia, e que as pessoas voltam para o escritório mais criativas, felizes e com mais energia. O Lunch Beat já foi até destaque no Sunt Liv (Vida Saudável), um site criado por sindicatos e empregadores locais que promove a saúde pública e bons ambientes de trabalho.

E a moda parece estar se espalhando pelo mundo. Enquanto algumas pessoas vão para a academia antes do trabalho — e outras ficam lutando com o botão de “soneca” do despertador —, em Londres alguns trabalhadores preferem começar o dia suando horrores na pista de dança da animadíssima Morning Glory (expressão que em inglês é gíria pra ereção matinal).

A festa acontece mensalmente das 6h30m às 10h30m, mas está longe de ser um after hours. Com um monte de gente do staff fantasiada de unicórnio, pulando, rodando bambolês, distribuindo abraços e fazendo coreografias malucas, a pista ferve com trabalhadores de todas as idades dançando loucamente sob efeito de muita cafeína e vitamina C. Em seguida, todos tomam uma ducha, trocam de roupa e vão começar o dia no escritório.

Um dos idealizadores é o bailarino de dança contemporânea e massagista Nico Thoemme, 27 anos, que montou a Morning Glory com a amiga e organizadora de eventos Samantya Moyo, da mesma idade. O objetivo deles é acabar com o costume de só dançar quando se está completamente bêbado. Até agora já aconteceram sete edições da festa, e os planos são de expandir o modelo para outros países e realizar eventos em ambientes corporativos.

Parece coisa de gringo, mas em 2013 rolou um evento parecido em São Paulo, quando uma marca de chicletes organizou uma balada do meio-dia às 15h com comidinhas e bebidas não alcoólicas à vontade, atraindo o público dos escritórios para um break em um clube perto da Avenida Paulista.

Será que a moda pega por aqui? [Carol Luck - Transcultura]

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U.Eletrônico  I  Ídolo do eletrônico, Moby não sai de casa   (18/12/13)

Carol Nogueira
Colaboração para a Folha, De Los Angeles

É irônico que a canção "The Perfect Life", de Moby, tenha conquistado os telespectadores da novela "Amor à Vida" (Globo, 21h) como tema do casal Rafael (Rainer Cadete) e Linda (Bruna Linzmeyer). A história de superação do advogado apaixonado pela garota autista parece cair como uma luva para o momento que o músico vive.

Há cerca de dois anos, Moby, que sempre foi conhecido por pregar um estilo de vida saudável e é seguidor da rigorosa dieta vegana, revelou que luta contra o alcoolismo.

Para tentar deixar a doença no passado, ele se mudou de sua cidade natal, Nova York, para Los Angeles, onde se tornou mais caseiro.

O músico americano Moby, que lançou em outubro 'Innocents', seu 11º álbum gravado em estúdio

"Quando eu bebia, tudo o que eu queria era ficar acordado a noite toda bebendo e tomando drogas até 6h. Agora, estou mais feliz jantando com amigos em casa. Em São Paulo ou Nova York, todos moram em apartamentos pequenos, então as pessoas se encontram na rua. Aqui, você conhece alguém no quintal de casa", conta Moby.

Ele mora em um pequeno castelo encravado nas colinas de Hollywood Hills, abaixo do famoso letreiro. Foi no sofá de sua sala que ele recebeu a reportagem da Folha para falar, entre outros assuntos, sobre o hit que emplacou na novela e o seu novo disco, "Innocents", o 11º álbum de estúdio de sua carreira.

"Fico feliz que minha música seja usada em um romance autista. Estou familiarizado com essa condição. Trabalho com o Instituto para Música e Função Neurológica, organização de Oliver Sacks, que pesquisa como a música afeta o cérebro. Eles tiveram muito sucesso com pacientes autistas", diz.

TIOZINHO DO TECHNO

Há mais de duas décadas na cena eletrônica, Moby viveu na pele as transformações do gênero e sua ascensão nos Estados Unidos, onde hoje é quase tão popular quanto o country ou hip-hop.

"Eu gosto de escutar esse tipo de música quando estou dentro de uma boate a 1h da manhã, mas jamais ouviria em casa. A ideia de colocar 'electro house' para tocar às 9h, quando estou preparando o meu café, soa meio estranha", ironiza Moby.

Aos 48 anos, ele faz menções à idade aqui e ali. Diz, porém, não se incomodar com o envelhecimento. Entre suas novas resoluções está a de não fazer tantos shows --para divulgar "Innocents", por exemplo, o músico fez apenas três, todos em Los Angeles, a poucos metros de sua casa, para os quais foi a pé.

"Eu poderia fazer turnê oito meses por ano e tentar produzir discos para a Katy Perry, mas pra quê?", diz Moby.

Claro, ele é hoje um dos artistas de música eletrônica mais ricos do mundo, com patrimônio estimado em US$ 30 milhões (cerca de R$ 70 milhões), segundo o site Celebrity Net Worth. "Prefiro ficar em casa compondo. É criativamente mais satisfatório."

PROJETOS FUTUROS

Em 2014, o principal disco de Moby, "Play", faz 15 anos, mas ele diz que não deve comemorar a efeméride. Ao invés disso, se prepara para fazer algo em 2015, quando completa 25 anos de carreira.

"Quero lançar um disco com versões acústicas das minhas músicas, além de remixes e versões ao vivo."

No mesmo ano, diz que pretende fazer uma visita ao Brasil. "Lembro bem da primeira. Era uma turnê rave, em 1993, passei por Porto Alegre, Curitiba e São Paulo. Não tinha muitos clubes e nem cultura 'raver' ainda no Brasil... Foi um fracasso (risos)."

Ele também investiu recentemente em um restaurante vegano de Los Angeles, o Crossroads, que está fazendo sucesso entre as celebridades.

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Livro "Area 1983-1987" reúne memórias de boate que entrou para a história de NY (22/11/13)

O lendário clube de Nova York Area abriu as portas em setembro de 1983 e funcionou por apenas quatro anos — o suficiente pra entrar para a história da cena noturna da cidade, em um tempo em que VIPs eram pessoas de todas as classes e, na fila da boate, você corria o risco de esbarrar em frequentadores como Andy Warhol ou Madonna.
DJ. O artista americano Jean-Michel Basquiat e o pintor italiano Francesco Clemente Divulgação / Fan Zhong
Para celebrar essa época memorável da vida noturna da cidade, Eric Goode, um dos sócios-proprietários do clube, e sua irmã Jennifer Goode reuniram fotos, cartas e outras recordações de suas festas memoráveis no livro “Area 1983-1987”, lançado pela Abrams Books na semana passada.

“Quando inauguramos o Area nunca achamos que fosse durar”, diz Eric Goode no prefácio do livro. “As pessoas medem o sucesso de algo pela sua longevidade, mas tudo relacionado ao Area estava ligado à sua impermanência.”

Impermanência essa que, a cada seis semanas, transformava totalmente os 1.200 metros quadrados do clube de acordo com algum tema, como ficção científica, história natural e confinamento, com direito a tanques com tubarões, piscina, corujas vivas, performances e instalações superelaboradas feitas por frequentadores célebres como Keith Haring, Andy Warhol e Basquiat (namorado de Jennifer Goode na época). O banheiro era um clubinho à parte, onde rolava de tudo, entre orgias e um mercado eclético, em que o público encontrava de sanduíches de frango a jaquetas do Comme des Garçons a preço de custo.

Foi uma das boate mais concorridas da Nova York dos anos 1980, onde escritores, diretores, artistas e pessoas de todos os tipos se jogavam juntos na pista de dança. O clube ficou conhecido por colecionar frequentadores famosos. Entre os que batiam cartão por lá estavam Grace Jones, Boy George, Calvin Klein, Keith Richards e Malcolm Forbes (o chefão da revista “Forbes”), todos dividindo a pista — e a fila! — com o resto do público.

— O critério para entrar não era baseado em riqueza. Chegar de limusine era péssimo! — conta Goode.

— Eu me lembro perfeitamente de estar na pista do Area em 1987 e perguntar ao meu colega de quarto na época como se chamava aquela música incrível que eu estava ouvindo pela primeira vez. Ele respondeu: “isso se chama house music, é original de Chicago” — conta Roberto Chalu, empresário carioca que vivia em Nova York à época e teve a sorte de frequentar o clube pouco antes de seu fechamento.

Com o tempo, foram surgindo outras boates, e a pista de dança do Area foi diluída entre outras casas noturnas da cidade. Hoje, 30 anos depois de sua abertura, é possível entrar naquele mundo folheando as 367 páginas do livro — e sonhar um dia ter dançado naquela pista. [Carol Luck - Transcultura]

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U.Eletrônico  I  DJ Renato Ratier: "Brasil pode ser um dos maiores mercados de música eletrônica"   (02/11/13)

O DJ e produtor Renato Ratier tem um pequeno império dedicado à música eletrônica. Dono da casa D.Edge, sediada em São Paulo e que, em breve, terá uma unidade no Rio de Janeiro, também é sócio da casa noturna Warung, no litoral de Santa Catarina.

Ratier é um nome conhecido da cena eletrônica brasileira por seus 17 anos como DJ e 13 à frente da casa paulistana D.Edge. Recém-chegado de uma turnê europeia e asiática, locais onde mostrou o novo trabalho, lança o disco em São Paulo neste sábado (2), na Grand Metrópole.

Aos 41 anos, Ratier traz seu primeiro álbum autoral, que levou cinco meses para ficar pronto. Com 17 faixas, "Black Belt" mistura influências de ambient e deep house, além de refletir a "a maturidade e o momento da vida", conta ao iG .

"(Lançar um álbum) é um processo que demora mais tempo, requer desenvolvimento, é muito mais complexo em relação a lançar uma faixa", explica. Antes desse trabalho, que chega nos formatos de CD, digital e vinil triplo, o DJ havia lançado apenas discos com menos faixas em formato EP.

"A cena eletrônica comercial deu uma banalizada e pessoas com acesso à arte acabaram virando as costas e procurando outras coisas. Mas na música eletrônica sempre teve qualidade", analisa sobre a atual tendência do mercado.

"Nunca mudei meu estilo para agradar", sentencia sobre sua fidelidade à música eletrônica nas casas noturnas que comanda. "Não é porque agora está mais pop que eu vou tocar Lady Gaga. Respeito quem faz, cada um faz à sua maneira."

Segundo Ratier, o mercado brasileiro de música eletrônica ainda tem muito a oferecer. "Vejo o Brasil cada vez melhor nesse cenário e pode se tornar um dos maiores mercados de música eletrônica. Agora está se construindo uma história por selos brasileiros". O disco "Black Belt" está sendo lançado pela D.Edge Records.

Confira abaixo um set list de Renato Ratier para o site Glamurama.

Renato Ratier lança "Black Belt"
Sábado, 02/11, às 23h, na Grand Metrópole (av. São Luiz, 187, São Paulo)
Ingressos: R$ 90
Informações no site da D.Edge

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U.Eletrônico  I  Bate papo com Peter Hook, ex-baixista do New Order e do Joy Division     (05/10/13)

“Boa música não tem data de validade”. A declaração é do ex-baixista do New Order e do Joy Division, Peter Hook, que passou por São Paulo em uma apresentação única no Cine Joia na noite dessa sexta-feira (04.10), à frente de seu novo grupo, Peter Hook and The Light. Encontramos o cantor para uma entrevista exclusiva, onde o músico falou sobre a evolução de sua música desde sua participação nos dois grupos lendários e sobre a relação do jovem com a música. De quebra, ainda abusamos da boa vontade do músico e pedimos para olhar o que ele tem ouvido em seu iPod, o que acabou nos surpreendendo com o que encontramos.

De fala clara e direta, Hook é daqueles que olha nos olhos enquanto fala, um tipo raro hoje em dia. Do alto de seus 57 anos, viu gerações de jovens dançarem sucessos como “Love Will Tear Us Apart”, “Bizarre Love Triangle” e “Blue Monday”. Protagonista de um dos divórcios mais dramáticos do mundo da música, com sua saído do New Order, em 2006, diz que tem, com ele, a segurança de que sua obra ainda é muito ouvida por jovens audiências. “Quando olho para a pista, o que mais vejo são jovens, o que é surpreendente, se pensar que nosso som tem mais de 30 anos”, afirma.

Nosso momento com o músico aconteceu antes de um DJ set na flagship da Chilli Beans, nos Jardins. De lá, ele seguiria para o show, onde interpretou sucessos dos dois primeiros álbuns do New Order, Movement e Power, Corruption & Lies. Apesar disso, no entanto, a relação de Peter com os outros membros fundadores da banda ainda é complicada: “Nos falamos apenas por advogados, o que é muito triste, na verdade”, contou Peter. Concordamos nisso.

Apesar dos entraves, no entanto, Peter é um otimista e aponta que a música de hoje conta com bons artistas. De seu gênero favorito, o dance, destaca nomes como Skrillex e Disclosure. No entanto, ele fala que acompanha artistas que lançam grandes hits, como o Black Eyed Peas, por exemplo. E então queremos saber: o que Peter Hook ouviria em seu iPod, afinal? Ele tira o iPhone que estava em seu lado e nos explica que, na verdade, aquele era o telefone da esposa dele, e que o dele, com mais de três mil músicas, tinha quebrado. Poderíamos parar por aí, mas, abusados, pedimos para ver, mesmo assim, a playlist do aparelho. As oito músicas, de artistas como Jay Z e Katy Perry, fazem Pete explodir em risos e se explicar “É de minha esposa! É de minha esposa!”.

Nos despedimos dele para que ele possa assumir a cabine do DJ. De lá, viramos público na pistinha. Em nossa volta, uma audiência jovem vibra e fotografa o artista com seus celulares. Peter ri e coloca uma versão mixada de “Love Will Tear Us Apart”, do Joy Division, e bota todos pra dançar, como no começo de sua carreira, como se o tempo não tivesse passado, como se fosse, ele mesmo, atemporal. [siterg]

Peter Hook, ex-membro do New Order e do Joy Division, fez show com sua banda, Peter Hook and The Light, em SP. Abaixo, você confere quem passou por lá...

Ana Claudia Michels e Augusto de Arruda Botelho...

...Carolina Cleto...

...Guile de Lima, Peter Hook e Flavio Machado idelizadores do show...

...Caito Ortiz e Leslie Markus...

...Jack Bates, filho de Peter Hook...

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U.Eletrônico  I  Calvin Harris lidera lista da revista "Forbes" de DJs mais bem pagos do mundo    (28/08/13)

O músico escocês Calvin Harris ficou no primeiro lugar na lista de DJs mais bem pagos do mundo, publicada pela revista "Forbes". O artista, que se apresentou no Brasil em 2012, no Lollapalooza, arrecadou cerca de R$ 107,5 milhões no último ano - mais do que Jay-Z e Katy Perry. 

Os Djs Tiësto e David Guetta aparecem em seguida na lista, com R$ 74,8 milhões e R$ 70 milhões, respectivamente.

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U.Eletrônico  I  Classixx e uma dance music quase perfeita   (01/08/13)

Não é qualquer um que tem o talento de colocar vocais em uma faixa de dance music. Um bom exemplo é a dupla Classixx.

Os dois caras, Michael David e Tyler Blake, parecem transportar para as músicas o clima ensolarado da Los Angeles em que moram. Tempos atrás, os dois soltaram a irresistível “I’ll Get You”, com os vocais de Jeppe. A faixa arrancava gritos nas pistas.

A dupla lança agora o primeiro disco, “Hanging Gardens”, e o primeiro single, “All You’re Waiting For”, mostra como a dupla trabalha bem com vocais – aqui, ficam sob a responsabilidade de Nancy Whang, ex-LCD Soundsystem.

O vídeo da faixa segue abaixo, mas o melhor vem em seguida: o remix de Switch, que retrabalha os vocais, retira um pouquinho do climão house e trasnforma tudo em uma festa disco. Impecável. [Thiago Ney]

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U.Eletrônico  I  DJ argentino Martin Avaro faz paisagens sonoras para empresas    (20/05/13)

Os sons do mar, do mato ou do vento podem aumentar a produtividade dos profissionais. Quem afirma é o argentino Martin Avaro, 28, que trabalha como paisagista sonoro.

Na prática, ele vai ao campo ou à praia ou a outros locais com a natureza intacta e grava os ruídos. Ele pretende levar esses sons até empresas que queiram reproduzi-los nos seus escritórios, com objetivo de aumentar a produtividade dos funcionários.

Avaro diz que quem ouve as gravações associa os sons da natureza a uma sensação de amplitude, e isso faz com que a pessoa fique calma, "esclareça o pensamento" e passe a produzir mais.

Ele compara esse efeito ao uso do ar condicionado. "É um conforto para diminuir os níveis de ansiedade e de nervosismo que geralmente existem no ambiente laboral", afirma.

Apesar de não dizer quantas empresas contrataram os serviços até agora, revela que o preço começa em R$ 3.500.

Uma delas foi o salão Pietro Trindade, de São Paulo. A sócia Cibelie Trindade, 34, explica que os sons servem tanto para os profissionais como para os clientes.

Rogério Oliveira, 32, dono de um estúdio digital chamado Ativ, que faz desde embalagens até sites para outras empresas, testou as paisagens sonoras com os funcionários, mas achou que o investimento era muito alto.

Mas, segundo Oliveira, o sistema funciona. "Percebi que acaba-se ignorando barulho de carro e do telefone e foca-se mais na criação, que é nosso negócio."

Além de fazer essas paisagens sonoras, Avaro é DJ de música eletrônica. Foi assim que chegou, em 2010, a São Paulo, "uma das cidades com mais poluição sonora no mundo e, por isso, boa para implementar esse sistema".

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U.Eletrônico  I  Romanthony, cantor da música "One More Time", do Daft Punk, morre no Texas     (19/05/13)

Romanthony, mais conhecido pelo grande público por cantar a música "One More Time", da dupla francesa Daft Punk, morreu no início deste mês, mas a notícia só foi divulgada neste domingo (19). Anthony Moore, seu verdadeiro nome, que também era um produtor influente, faleceu em sua casa em Austin, no estado do Texas, Estados Unidos, em 7 de maio. As informações são do site NME.

O site 5 Chicago confirmou a notícia com a irmã de Romanthony, Mellony Moore, atráves do Facebook. A causa da morte não foi divulgada.

Amigos e colaboradores do mundo da música eletrônica fizeram homenagens ao produtor e expressaram suas condolências à família. Boys Noize tuitou: "É muito triste, Romanthony e eu estavámos trabalhando em uma música tão boa, ele disse que era a melhor música que já tinha escrito".

Erol Alkan escreveu "RIP Romanthony" (em tradução: descanse em paz Romanthony).

Romanthony começou sua carreira como produtor  em Nova Jersey no início dos anos 90, com o lançamento das músicas "Make This Love Right" e "Let Me Show You Love". Ele lançou seu álbum de estreia, "Romanworld", em 1997.

O produtor e cantor passou a colaborar com uma série de artistas, mas ao gravar os vocais de "One More Time" e  "Too Long" do Daft Punk, ambas do álbum "Discovery", ele se tornou conhecido pelo grande público da música eletrônica.

Veja o clipe de One More Time

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U.Eletrônico  I  Daft Punk revela a inédita "Get Lucky" em novo trailer     (30/03/13)

Daft Punk apresentou um teaser de seu novo álbum, Random Access Memories, no final do primeiro dia do festival Coachella. Além de um trecho da música "Get Lucky", o grupo confirmou a participação de Julian Casablancas, Pharrell Williams, Nile Rodgers e outros no trabalho. Confira:

O lançamento do disco está marcado para o dia 20 de maio.

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U.Eletrônico  I  Um papo com Mark Ronson: Paul McCartney, hip hop e discotecagem     (30/03/13)

Além de produtor de nomes como Amy Winehouse, Rufus Wainwright, Lily Allen, Duran Duran e, mais recentemente, Paul McCartney, Mark Ronson é um experiente DJ, que toca em grandes festivais e festas da turma da moda, passando pelo casamento do ex-Beatle.

Mark Ronson no Posh Club, em Jurerê Internacional, na última quinta-feira (28.03) (Foto: Reprodução/Facebook Posh Club)

Nesta semana, ele discotecou pela terceira vez no Brasil, em uma festa em Florianópolis da Fendi (grife da qual é embaixador), na noite de quinta-feira (28.03). Vogue conversou com o inglês, educadíssimo e bem mais alto do que as fotos sugerem, em sua passagem por São Paulo, antes da noite em Jurerê Internacional, leia na sequência.

Como DJ, você passeia por muitos gêneros: vai do rock ao rap, passando pelo pop. Mas o que você realmente gosta de tocar?

Toco esses gêneros porque realmente gosto de todos. Claro que há fases em que prefiro um a outro. Mas o rap foi o responsável por eu ter me tornado um DJ: gosto da ideia do DJ, tocando com dois toca-discos, scratching [Mark começou a tocar rap em festas ainda garoto]. Quando você toca algo por muito tempo, se interessa por outras coisas. Mas agora há vários nomes interessantes no hip hop, como A$AP Rocky. Toquei muito hip hop nos festivais desse verão.

Você planeja antes o que vai tocar ou sente a pista, a plateia e decide na hora?

Acho que tenho certas rotinas; quando você pratica a discotecagem, gosta de colocar isso em ação. Mas na maioria das vezes, preciso ser bem maleável e ir seguindo a plateia.

Existem músicas que você sempre toca e sabe que a as pessoas sempre vão dançar?

Na maioria das vezes, toco canções minhas como "Valerie" e "Bang Bang Bang", mas Prince é um nome que sempre está no meu set.

Você se sente mais confortável produzindo ou discotecando? Discotecar é algo que você também faz relaxado?

Na verdade, é assustador tocar para dez, vinte mil pessoas em um festival. Não discoteco as mesmas coisas que DJs [de música eletrônica], como Calvin Harris e Swedish House Mafia. Eu toco hip hop e trabalho muito no set, em como unir as músicas. É mais fácil produzir com uma banda de dez músicos, vocês se tornam uma família.

Como foi trabalhar com Paul McCartney?

Foi bem assustador, afinal ele é um Beatle. Paul é uma grande produtor e já trabalhou com os melhores. Tentei mostrar coisas que ele não faria sozinho. A melhor parte é que eu aprendi muito apenas olhando ele trabalhar. (Bruna Bittencourt) 

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U.Eletrônico  I  DJ Skrillex coloca fogo no próprio cabelo sem querer durante comemoração de seu aniversário     (18/01/13)
O DJ Skrillex, famoso por seu trabalho com o gênero musical dubstep e conhecido por suas longas madeixas, ateou fogo no próprio cabelo acidentalmente na noite de terça-feira (15).

O fato aconteceu durante a comemoração de seu 25º aniversário, enquanto Skrillex estava tentando assoprar as velas de seu bolo.

O DJ se distraiu enquanto posava para uma foto e, em poucos segundos, as chamas tinham alcançado seus cabelos.

Rapidamente, ele apagou o fogo com as mãos e começou a rir com os convidados da festa.

Skrillex venceu por três vezes o prêmio Grammy e é de Los Angeles. Sua música eletrônica é conhecida por ter tornado o gênero dubstep mais famoso comercialmente. Ele se apresentou no Brasil em 2012, na primeira edição nacional do festival Lollapalooza, em São Paulo.

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U.Eletrônico  I Pet Shop Boys apresenta "Leaving", o terceiro single de seu novo disco, Elysium   (31/08/12)
O Pet Shop Boys revelou "Leaving", o terceiro single de seu novo disco, Elysium. Confira no player abaixo, o vídeo com a letra da música:
Antes desta faixa, a banda já havia liberado "Winner" e "Invisible". O lançamento de Elysium está marcado para o dia 11 de setembro.
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U.Eletrônico  I Connor, filho de Tom Cruise fará turnê como DJ pela Europa   (29/07/12)
Connor Cruise parece ter encontrado sua vocação nas pick-ups e será assessorado pelo mesmo empresário do Black Eyed Peas
 
Connor Cruise, filho de Tom Cruise e Nicole Kidman, pode ter apenas 17 anos, mas acaba de assinar com o mesmo empresário do grupo Black Eyed Peas, William Derella, para assessorar sua carreira de DJ que está numa crescente incrível.
 
Em agosto, Connor parte para uma turnê por diversos países da Europa, informou neste domingo (29) o jornal "New York Post".
 

Derella é famoso por ajudar o grupo de Fergie e Will.i.am a faturar milhões ao redor do mundo, e está planejando o mesmo com Connor. O papai Tom até ofereceu seu jatinho para que o filho possa viajar de um país ao outro com mais facilidade.

Com o novo visual, os cabelos raspados dos lados, Connor mostrou suas habilidades como DJ na última quinta (26), no evento "Live Your Life", da marca de roupas American Eagle, na Times Square, em Nova York.

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U.Eletrônico I Jennifer Lopez divulga clipe de "Goin' In"   (29/07/12)

Jennifer Lopez liberou o clipe de "Goin' In", que fez ao lado do rapper Flo Rida. Confira no player abaixo mais uma música com a mistura de dance e hip hop feita pela cantora:
A música está no recém-lançado álbum Dance Again: The Hits.
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U.Eletrônico  I Connor, filho de Tom Cruise coloca o público para dançar em festa da Comic Con  (13/07/12)
Connor Cruise deixou de lado a polêmica do divórcio de seu pai, Tom Cruise, e foi o DJ de uma festa realizada na noite de quinta-feira (12) na Comic Con, realizada em San Diego, na Califórnia.
Ele chegou ao evento, que reúne apaixonados por quadrinhos e cultura pop, em um jato particular, para agitar a balada promovida no Hotel Hard Rock pela IGN Entertainment para comemorar o lançamento do jogo Resident Evil 6.

"Ele parecia muito otimista e estava ótimo", disse uma fonte à revista "People". "Ele parecia estar se divertindo muito ao tocar para a multidão. Todo mundo realmente embarcou na música que estava tocando". Após exercitar seu papel, Connor não quis prolongar a estadia. "Todos estavam tentando conversar um minuto com ele após o set list, mas ele foi embora logo depois", continuou a fonte.

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U.Eletrônico  I George Michael | Ouça o novo single "White Light"   (30/06/12)
George Michael divulgou o novo single "White Light", que comemora os 30 anos do primeiro sucesso do Wham! - grupo que revelou o cantor - e revela um pouco da péssima fase pela qual Michael passou no final do ano passado. "Passei três semanas em estado gravíssimo, a beira da morte. Foi o mês mais difícil da minha vida", contou à NME.

Para mostrar que se recuperou bem, "White Light" começa com um simbólico "I'm back". Confira no player abaixo:

A partir de setembro, George Michael fará uma turnê pela Inglaterra, onde apresentará seus maiores sucessos ao lado de uma orquestra. Ainda não há informação se os shows sairão do Reino Unido.  Thiago Romariz

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U.Eletrônico  I  Paris Hilton fazendo jus à sua fama na pista do D-Edge   (25/06/12)
Fazendo jus à sua fama de party girl, Paris Hilton deu tudo de si durante a sua passagem por São Paulo. Depois de se apresentar no festival Pop Music, nesse sábado (23.06), a moça foi comemorar a sua estreia oficial como DJ em outra pista. Escolheu o D-Edge, casa de Renato Ratier, como QG da noite que, obviamente, virou dia. E foi ali num camarote, entre amigos e champanhe, que a patricinha ficou até às 8h da manhã.
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U.Eletrônico  I  The Brothers Spin direto de Londres para a festa da John John em São Paulo   (23/05/12)
Depois de se tornarem DJ’s oficiais das festinhas de Madonna e colocarem muita gente para dançar mundo afora, como na gala do BrazilFoundation em Miami, os irmãos Sean e Anthony Souza vão voltar a São Paulo na próxima semana. Direto de Londres, onde vivem, os filhos do super RP de Valentino, Cacá de Souza, baixam por aqui para a festa da marca de jeanswear John John. O local? Ainda secreto, assim como a identidade da estrela internacional que vem para a ocasião.
Os eventos em torno da John John, no dia 31, quinta-feira, começam cedo, na flagship store na rua Oscar Freire, também com o lançamento do perfume da marca, desenvolvido pelo top perfumista francês Bertrand Duchafour. Depois, todos pra pista! Luiza Souza - siterg

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U.Eletrônico  I  Sónar 2012: saiba como foram os dois dias de festival e assista aos vídeos   (14/05/12)

Sónar SP ©Divulgação

A 2ª edição do Sónar São Paulo aconteceu neste fim de semana (sexta-feira, 11, e sábado, 12) no Parque do Anhembi, em Santana, e trouxe à capital paulistana mais de 50 atrações musicais. Nomes já estabelecidos, como os alemães do Kraftwerk, os escoceses do Mogwai ou os franceses do Justice, dividiram os três palcos do festival com artistas menos conhecidos do grande público, mas que são verdadeiras promessas, como o britânico James Blake e o brasileiro Silva. A proposta do evento, criado em 1994 em Barcelona, na Espanha, é essa mesmo: atuar como plataforma para os novos talentos, unindo a vanguarda ao mainstream.

Além da música – em sua maioria eletrônica e experimental, já que o evento se chama Festival Internacional de Música Avançada e New Media – o Sónar apresentou uma programação repleta de efeitos audiovisuais marcantes e até um espaço dedicado à exibição de documentários e curtas e longas-metragens, chamado SonarCinema. Carla Valois I Com a colaboração de Juliana Knobel

Dia 1 (sexta-feira, 11 de maio)

James Blake (DJ set)

James Blake em sua apresentação como DJ no primeiro dia de Sónar ©Juliana Knobel/FFW

Pela primeira vez no Brasil, o cantor, multi-instrumentista e produtor inglês James Blake fez não apenas uma, mas duas apresentações no Sónar. Na sexta-feira (11.05), o músico tocou um set especial como DJ no palco principal, o SonarClub – entrou pontualmente no horário marcado, às 21h30, mas o público ainda não era muito grande; talvez por se tratar de um dia de semana muitas pessoas chegaram ao festival após as 22h.

Muti Randolph & Clara Sverner

Clara Sverner ©Juliana Knobel/FFW

Apesar do atraso de 30 min, a apresentação de Clara Sverner no palco SonarHall foi emocionante e um espetáculo audiovisual inovador. Em paralelo a cada nota tocada pela pianista, efeitos gráficos de imagem e luz, desenvolvidos por seu filho, o designer carioca Muti Randolph, apareciam no telão ao fundo. A intenção do projeto é transformar a experiência de um recital, trazendo interação e possibilidades imaginativas ao espectador.

Kraftwerk

Kraftwerk ©Juliana Knobel/FFW

A apresentação mais esperada da noite, e talvez de todo festival. Os alemães do Kraftwerk entraram no SonarClub sob uma ovação da plateia, já muito mais numerosa após a saída de James Blake. O show, em 3D, baseou-se em uma série de performances que o grupo fez em abril no MoMA (Museu de Arte Moderna), em Nova York. “The Robots” foi a primeira música a ser tocada e a ela se seguiram outros clássicos da banda, como “Spacelab”, “Numbers” e “Autobahn”.

Com duração de cerca de 1h30, a apresentação emocionou e empolgou os presentes. Apesar dos mais de 40 anos de carreira, o Kraftwerk mostrou que está atualizado e é ainda um dos grandes expoentes da música contemporânea.

Criolo

Criolo empolgou a plateia do SonarHall ©Divulgação

A grande atração brasileira da noite, Criolo empolgou a plateia do Palco SonarHall com um show que, apesar de ter se iniciado durante a apresentação do Kraftwerk, estava repleto de pessoas. O rapper deixou as cadeiras do auditório vazias – à frente do palco os presentes dançavam e cantavam os sucessos do paulista, como “Não existe amor em SP”, “Subirusdoistiozin” e “Samba Sambei”.

Chromeo

Chromeo ©Juliana Knobel/FFW

O duo canadense de electro-pop atraiu o público remanescente do festival para o SonarClub e, de acordo as palavras do vocalista Dave 1, esse foi o “primeiro show” de verdade da dupla no Brasil (anteriormente eles haviam vindo ao país para tocar em uma festa fechada para poucas pessoas). Os presentes dançaram e cantaram as músicas do Chromeo, que, em cerca de 1h de apresentação, misturou hits, como “Tenderoni” e “You’re so Gangsta”, a canções novas sem que a plateia perdesse o interesse.

Dia 2 (sábado, 12 de maio)

Gang do Eletro

Os paraenses da Gang do Eletro ©Divulgação

Diretamente do Pará, a Gang do Eletro foi uma das primeiras atrações do segundo dia de Sónar. Apesar da quantidade relativamente pequena de pessoas, algo compreensível para o horário (17h30), o palco SonarVillage foi dominado pela animação do quarteto, que mistura em suas canções elementos da música caribenha e eletrônica ao tecnobrega e ao carimbó, criando o que a banda denomina “eletromelody”.

DJ Waldo Squash, Marcos Maderito, William Love e Keila Gentil fizeram uma apresentação memorável, assim como seu figurino fosforescente, e mostraram o que o Pará tem de mais divertido ao público paulistano.

SILVA

O capixaba Silva em apresentação no Sónar ©Divulgação

Uma das promessas da nova música brasileira, Lúcio Silva de Souza, ou simplesmente Silva, apresentou-se no palco intimista do festival, o SonarHall. Com apenas 23 anos, o capixaba é violonista de formação clássica, mas também toca vários outros instrumentos – no concerto de sábado, Silva contou somente com o auxílio de um baterista. Apesar de só possuir um EP com cinco faixas, lançado no final de 2011, as cerca de 400 pessoas presentes no auditório cantaram com real conhecimento as faixas do álbum – além de outras compostas mais recentemente e disponibilizadas online pelo músico.

Alva Noto & Ryuichi Sakamoto

A dupla Alva Noto & Ryuichi Sakamoto em apresentação no Sónar São Paulo ©Divulgação

A dupla formada pelo alemão Alva Noto (Carsten Licolai) e o japonês Ryuichi Sakamoto apresentou-se no SonarHall e lotou o auditório com sua música experimental – elementos característicos da sonoplastia, como barulhos conseguidos eletronicamente, unidos ao piano clássico, criaram um amálgama sonoro.

Sakamoto é um compositor brilhante e já colaborou com diversos artistas brasileiros, como Caetano Veloso e Gilberto Gil, além de ter sido fundador, no final dos anos 1970, da Yellow Magic Orchestra. A plateia presente no concerto contemplou a execução das músicas da dupla em profundo silêncio.

Mogwai

Os escoceses do Mogwai ©Divulgação

Os escoceses do Mogwai já têm uma carreira sólida – a banda foi formada em 1995, em Glasgow – e são conhecidos como percussores do “post-rock”. A apresentação do quinteto foi uma das prestigiadas do festival: o palco SonarHall ficou completamente lotado de pessoas que, em pé ou sentadas, assistiam maravilhadas a maestria instrumental do grupo, que constituiu a atração mais rock n’ roll do evento.

Cee Lo Green

Cee Lo Green ©Divulgação

Aparentemente deslocado no line-up do Sónar, Cee Lo Green fez uma apresentação divertida no palco principal do evento, o SonarClub. Muito simpático, o cantor americano interagiu bastante com a plateia e comemorou com doses de tequila a vinda ao Brasil.

James Blake

James Blake em sua apresentação ao vivo no Sónar São Paulo ©Divulgação

A segunda apresentação de James Blake no festival foi um show intimista no palco SonarHall, onde o músico mostrou seu repertório para uma plateia atenta e silenciosa. Apesar dos problemas com o som, que muitas vezes não suportavam as notas graves presentes no trabalho do inglês, o show foi muito bonito.

Justice

Justice no Sónar São Paulo ©Divulgação

Gaspard Augé e Xavier de Rosnay, mais conhecidos como a dupla francesa por trás do Justice, lotaram o SonarClub com suas batidas eletro-pop. A plateia não parou de dançar um minuto e os hits do primeiro álbum do duo, em especial “D.A.N.C.E”, foram os momentos mais animados da apresentação.

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U.Eletrônico  I  Megacoleção do lendário DJ britânico John Peel começa a ser listada na internet   (01/05/12)

A coleção de 25 mil vinis do DJ britânico John Peel vai começar a ser listada na internet.

Morto em 2004 após sofrer um ataque cardíaco quando estava de férias em Cuzco, no Peru, Peel foi um dos apresentadores de rádio mais reverenciados da Grã-Bretanha. Seu programa na Radio 1 da BBC foi tido por mais de três décadas como um dos principais veículos para música nova no país.

Peel ganhou fama por seu ecletismo, tocando os mais variados gêneros em seu programa, e por ter ajudado a divulgar inúmeros artistas independentes.

Ele foi um dos primeiros radialistas na Grã-Bretanha a tocar gêneros como rock psicodélico, progressivo, punk, hip hop, reggae, death metal, dance music e indie rock.

O ecletismo de Peel se reflete na seleção dos primeiros 100 discos que serão divulgados em ordem alfabética pelo projeto The Space, organizado pelo John Peel Centre e que pretende ainda recriar o estúdio caseiro de Peel online.

Entre os artistas destacados na primeira leva estão Abba, ABC, AC/DC and Adam & The Ants. Os discos não serão disponibilizados online, mas as páginas terão links para outros sites em que os álbuns poderão ser ouvidos.

A cada semana serão listados discos diferentes, com as fichas que Peel criava para eles, contendo comentários e suas músicas favoritas de cada disco.

A ideia é que, até outubro, um total de 2.600 discos tenham sido listados.

Na BBC, Peel foi um dos DJs que mais tempo permaneceu no ar, à frente da Radio 1, de 1967 até 2004. Sua vasta influência também foi observada nos Estados Unidos e no continente europeu, onde fãs podiam ouvir o seu programa no Serviço Mundial da BBC.

Só faltaram Beatles e Stones... As chamadas ''Peel Sessions'', comandadas por ele, também marcaram época. O radialista convidava bandas para gravarem, nos estúdios da BBC, sessões exclusivas para o programa.

Peel costumava brincar dizendo que praticamente todo mundo passou por ali, exceto os Beatles e os Rolling Stones.

Entre os que ganharam ''Peel Sessions'' figuram nomes tão diversos como David Bowie, Captain Beefheart, Can, The Fall, The Jesus And Mary Chain, Joy Division, Bob Marley, The Smiths e White Stripes.

Ele costumava dizer que entre suas sessões favoritas estavam as da banda punk feminina The Slits e da de reggae Culture.

De acordo com Andrew Stringer, o diretor do John Peel Centre, ''este é apenas o primeiro passo e um portal fantástico para fazer justiça à carreira de John Peel. Quer as pessoas escutassem seus programas ou não, a história ofical foi influenciada por ele, porque nada era considerado esquisito demais e ele estimulava as pessoas a ampliar seus horizontes''.

Stringer indaga: ''Será que o movimento punk teria existido sem John? Eu duvido muito''. BBC

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U.Eletrônico  I  Björk cancela show no festival Sonar São Paulo  (25/04/12)

A cantora islandesa Björk cancelou oficialmente sua apresentação no Brasil, que aconteceria no festival Sónar São Paulo em 11 de maio. A notícia foi confirmada pela produção do evento em comunicado à imprensa e no site oficial.

Rumores do cancelamento já rondavam entre os fãs desde que a cantora anunciou, no último dia 17, que não concluiria a turnê na cidade de Buenos Aires, por culpa de um nódulo em suas cordas vocais.

"Depois de exames detalhados, médico especialista da cantora recomendou repouso imediato das cordas vocais a fim de debelar os nódulos inflamados. Desde que Björk cancelou, sob orientação médica, dois shows na Argentina, quando esta condição surgiu, ainda é muito cedo para que volte a tentar cantar sob o risco de causar uma lesão permanente em sua voz. Mesmo querendo muito se apresentar, Björk não poderá fazer este show", diz o comunicado.

Com a saída de Björk, o Sonar perde a sua principal atração. Ainda restam nomes como Cee Lo Green, Justice, Chromeo, James Blake e Mogwai. O evento acontece na Arena Anhembi, Zona Norte de São Paulo.

De acordo com a organização do festival, serão anunciadas nas próximas 48 horas as informações sobre o procedimento de reembolso ou troca de ingressos.

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U.Eletrônico  I Santigold | Ouça na íntegra o novo álbum, Master of My Make-Believe    (19/04/12)

A cantora Santigold  liberou online seu novo álbum, Master of My Make-Believe. Ouça na íntegra e confira a nova leva de músicas marcadas por sobreposições    de percussão e sintetizadores.

A já divulgada "Go!", parceria com Karen O, puxa a fila para os singles "Big Mouth" e "Disparate Youth". O disco começa a ser distribuído em alguns mercados na próxima semana, com lançamento global marcado para 30 de abril. Ouça (via Don't Skip).

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U.Eletrônico  I Ouça a nova música do Hot Chip, "Night and Day"      (18/04/12)

O grupo britânico de electro-pop Hot Chip divulgou uma nova música de seu novo álbum, In Our Heads. Depois do single "Flutes", é a vez de "Night and Day",    que acaba de estrear na BBC Radio 1. Ouça abaixo, pelo player da Domino Records.

In Our Heads  será lançado no dia 12 de junho. Confira abaixo a lista de faixas:

01. "Motion Sickness" 02. "How Do You Do" 03. "Don’t Deny Your Heart" 04. "Look At Where We Are" 05. "These Chains" 06. "Night And Day" 07. "Flutes" 08. "Now There Is Nothing" 09. "Ends Of The Earth" 10. "Let Me Be Him" 11. "Always Been Your Love"

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U.Eletrônico  I Lunch Beat: A “balada do almoço” subverte o cotidiano dos empregados europeus  (05/04/12)

Há dois anos, alguns trabalhadores suecos, descobriram um jeito pouco comum de passar a hora do almoço: suando a camisa na pista de dança ao som de música eletrônica pulsante. A ideia virou moda em Estocolmo e, aos poucos, vai se espalhando por outras cidades europeias.

“É absolutamente fantástico!”, exclama Asa Anderson, 33, que havia saído do trabalho em uma cafeteria para chacoalhar o esqueleto na pista. “É a minha primeira vez aqui. Estou muito feliz, extasiada. Estou coberta de suor e cheia de energia. É impossível ficar melhor do que isso”, exagera.

A primeira Lunch Beat, nome que virou a marca do evento, aconteceu em junho de 2010 em um estacionamento subterrâneo da capital sueca. Apenas 14 pessoas compareceram. Apesar do movimento baixo, no entanto, aqueles que participaram se divertiram tanto que logo marcaram outro encontro. A notícia se espalhou e agora a cidade tem festas todo mês acontecendo na hora do almoço, sempre com público garantido.

 

O sucesso fez com que eventos similares começassem a aparecer em outros países como Finlândia e Sérvia. Em abril deste ano acontece a primeira Lunch Beat de Portugal, na cidade do Porto.

A festa começa sempre ao meio-dia e tem duração de uma hora. Segundo um dos organizadores, Daniel Odelstad, 31, a não disponibilização de bebidas alcoólicas gera um clima bastante diferente das baladas noturnas.

“As pessoas estão sóbrias e a festa acontece durante um dia de trabalho. É muito curta e intensa”, diz Daniel. “Você tem que entrar lá e dançar. Uma hora passa muito rápido”.

É com esta recomendação em mente que cerca de 500 pessoas pagam 100 coroas suecas (R$ 27) para entrar no Kulturhuset, um centro cultural localizado na região central de Estocolmo.

Odelstad explica que qualquer um pode organizar uma Lunch Beat, desde que sejam seguidas algumas regras básicas. “A primeira regra é que você tem que dançar”, disse enquanto checava alguns convites na entrada. “Se você não quer dançar durante o intervalo de almoço, é melhor ir passar esse tempo em outro lugar”, recomenda.

E a festa não pode demorar horas para animar porque o tempo é curto. Mesmo os suecos, um povo tradicionalmente reservado, se animam assim que o DJ solta as primeiras batidas. Secretários e assistentes se misturam a executivos de terno. Jovens e pessoas na meia-idade dançam todos juntos.

O preço das entradas é usado para pagar o aluguel e os sanduíches – a garantia de que ninguém voltará ao trabalho faminto. As festas não visam o lucro.

Mas será que não é desagradável voltar ao escritório depois de uma hora dançando? Aparentemente não. “É maravilhoso”, diz Ellen Bengtsson, 29, que comparecera à festa com um grupo de mais de dez colegas. “Depois todos voltamos juntos e suados”, diverte-se.

Associated Press/Jona Kallgren                   

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U.Eletrônico  I Flight Facilities: cancelado  (07/03/12)

Notícia triste… o duo australiano Flight Facilities, responsável, entre outras coisas, pelo hit ”Crave You”, cancelou a sua apresentação em São Paulo, marcada para esta sexta-feira (09.03), no Club Yatch. Ocorre que a dupla teve um probleminha com o visto… pior pra gente, que perde um ótimo show.
Quem se apresenta no lugar é o duo carioca The Twelves, Vitor Kurc e Gui Scott. Para quem já tinha comprado o ingresso, o valor será extornado na próxima fatura do cartão, basta entrar em contato pelo telefone (11) 3231-3705 ou via email bilheteria@cinejoia.tv. Além disso, os nomes estarão na lista VIP da noite sexta-feira (09.03). Basta entrar em contato pelo e-mail damnfridays@gmail.com até às 18h do dia da festa.

 

Flight Facilities: Dupla australiana toca em São Paulo  (29/02/12)

Uma notícia que está deixando os fãs de música eletrônica bem animadinhos.

É que os Australianos do Flight Facilities, um dos nomes mais celebrados no atual cenário da música eletrônica, desembarcam no Brasil para uma apresentação exclusiva em São Paulo

A dupla misteriosa – que não divulga seus nomes por nada! – tem na bagagem remixes para nomes como Holy Ghost!, Cut Copy, Bag Raiders além dos singles “Crave You” (2010) e “Foreign Language” (2011).

O cenário para a festança será o Club Yatch casa paulistana dos sócios Cacá Ribeiro, Facundo Guerra e Bob Yang.

Serviço

Flight Facilities Djs: Vitor Kurc e Gui Scott 09/03 (Sexta Feira) 23:30 Club Yatch Rua Treze de Maio 703, Bela Vista Mesas e Camarotes: (11) 32313705

Ingressos: aqui

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U.Eletrônico  I Daft Punk | Ouça dois álbuns remixados como trilha de Nintendo  (22/02/12)

Dois álbuns do Daft PunK foram remixados como trilhas de games de Nintendo. Se você já era fã dos efeitos 8 bit usados na trilha de Scott Pilgrim Contra o Mundo, talvez possa conhecer o movimento Chiptunes, que limita músicas aos sons que um console oitentista era capaz de produzir.

Alguns entusiastas do gênero remixaram uma coletânea com os principais hits do Daft Punk, em 2009, e agora acabam de lançar um disco com as principais músicas da trilha sonora de Tron: O Legado. Ouça pelos players abaixo e faça o download no site Da Chip. Carina Toledo

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Gravações originais do Joy Division e New Order são encontradas no restaurante de Jamie Oliver  (18/02/12)

Um verdadeiro tesouro musical foi desenterrado, para frisson geral dos amantes de Joy Division e New Order, bandas icônicas da música pós- punk, e precursoras do eletrônico. A história beira o bizarro, mas a gente explica. Acontece que Jamie Oliver – sim, o chef  de cozinha mais midiático da tevê – durante uma reforma em seu novo restaurante, em Manchester, encontrou vários cofres, com joias, armas e, acredite se puder, gravações originais dos grupos liderados por Ian Curtis. Sim, caro leitor, os domínios do restô, construído no edifício do antigo Bank of England, guardava relíquias avaliadas em cerca de U$1, 5 milhões, segundo o Huffington Post.

Ainda, segundo a descrição do local, o prédio de três andares foi construído em 1928 pelo arquiteto Edwin Lutyens, e seu porão era usado para as pessoas guardarem bens preciosos como as gravações, que a gente aqui não vê a hora de escutar.

Mas nem adianta se apressar, pois está tudo em poder das autoridades locais, que estão à procura dos verdadeiros donos e tal. Love will tear us apart. Again. siterg

 

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Dupla britânica The Ting Tings faz show em São Paulo por R$ 160  (15/02/12)
 
A venda de ingressos para o show da dupla britânica The Ting Tings no Cine Joia (centro de São Paulo), em 1º de maio, começa nesta quinta-feira (16). O valor do primeiro lote é R$ 160 --no segundo, passa para R$ 190, e, no terceiro, para R$ 220.
 

Os fãs podem adquirir as entradas pelo Tickets for Fun ou pelos locais de venda oficiais, listados no site. Formado por Katie White e Jules de Martinio, o duo tem entre os hits as músicas "That's Not My Name" e "Shut Up and Let Me Go".

Além de passar por São Paulo, os artistas também se apresentam em 30 de abril no Rio de Janeiro.

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Show "Don't Think" do Chemical Brothers no Japão tem pre-estreia no Brasil  (25/01/12)
 
Don't Think, show de comemoração de 18 anos do Chemical Brothers, terá sua pré-estreia oficial na próxima quinta-feira (26) no UCI do Shopping Jardim Sul, em São Paulo, e em mais 20 cidades de todo o mundo. Dirigida por Adam Smith, responsável pelos efeitos visuais da dupla britânica desde seu início, a apresentação foi filmada durante o Fuji Rock Festival, em julho de 2011.
"Depois de tentar por muitos anos fazer um projeto deste, nós finalmente decidimos fazê-lo. A escolha do Fuji Rock Festival foi porque o lugar é simplesmente único, bem na base da montanha, e o Chemical Brothers tem uma conexão especial com o lugar, onde já tocaram várias vezes", disse Smith com exclusividade ao Terra.

 

O filme, que também será exibido em fevereiro em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Curitiba, Salvador e Recife, é o primeiro com som 7.1 Dolby a ser exibido no Brasil.

Com uma grande produção visual e musical, o Chemical Brothers é conhecido por suas apresentações quase sinestésicas e apresentar essa experiência foi um dos objetivos do diretor. "Queríamos que as pessoas no cinema sentissem como se estivessem lá de verdade, surpreendendo-se com os efeitos do palco e também com as coisas que se passam em volta", explicou. "O show tem que ser uma experiência e acho que foi o melhor set visual que fizemos".

O filme de 1h30 de duração é repleto de explosões de paintball, exibição no telão de palhaços e insetos, acompanhadas por hits como Hey Boy Hey Girl, Star Guitar e Block Rockin' Beats.

"Don't Thinké tirada de uma letra deles e parece encaixar perfeitamente com a música, o visual e a atitude do show. Não pense, apenas faça", contou.

Serviço
São Paulo - UCI Jardim Sul: 26 de janeiro (estreia mundial) e 3 e 4 de fevereiro
Rio de Janeiro - UCI New York City Center: 1º e 2 de fevereiro
Fortaleza - UCI Ribeiro Fortaleza Iguatemi Shopping: 2 e 3 de fevereiro
Curitiba - UCI Palladium 2 e 3 de fevereiro
Salvador - UCI Orient Iguatemi Salvador: 3 e 4 de fevereiro
Recife -Kinoplex Recife Shopping: 3 e 4 de fevereiro

A venda antecipada de ingressos para as sessões de pré-estreia e estreia já começou. As entradas custam R$ 50 (inteira) e podem ser adquiridas nas bilheterias do cinema e no site www.ingresso.com.br .   

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Disco resgata repertório dos bailes Voguing, que inspiraram coreografia de Madonna  (09/12/11)
Em 1990, Madonna lançava “Vogue”, um dos maiores sucessos de sua carreira cuja coreografia do videoclipe virou febre nos dancefloorsde todo o planeta e entrou para a história da cultura pop.

O que pouca gente sabe é que o fenômemo do Voguing nasceu nos anos 80, nos clubes das comunidades gays negras e hispânicas do Harlem (Nova York). O movimento nasceu como uma reação dessas comunidades à exclusão social que viviam. Misto de desfile, competição e dança, o Voguing teve complexos códigos originais, também inspirados em poses de modelos que fotografaram para a Vogue.

Fascinada pelas manifestações culturais marginais, a fotógrafa francesa Chantal Regnault participou nos anos 80 e 90 de inúmeros “bailes” de voguing em Nova York e compôs, ao longo dos anos, um grande arquivo fotográfico das festas.

Depois de muitos anos guardadas, suas fotos viraram livro editado pela gravadora britânica Soul Jazz. Lançado em 31 de dezembro passado, Voguing and the Ballroom Scene of New York, 1989-92 conta com centenas de fotos, entre retratos e cenas de grupo, que resgatam a atmosfera elétrica dos clubes nova-iorquinos e a moda subversiva de seus ícones.

Em complemento ao livro, a gravadora lança em janeiro de 2012 um CD/LP homônimo com faixas de Masters at Work, MFSB, Junior Vasquez, Diana Ross, Armand Van Helden, Loose Joints, First Choice, entre outros. Um condensado de criatividade e extravagância. Genial. (Paris todo dia)

O vídeo abaixo é a versão completa (1h16′) de Paris is Burning (1990), documentário realizado por Jennie Livingstone sobre os bailes de Voguing dos anos 80.

Abaixo, o videoclipe de Madonna

Fotos: © Chantal Regnault

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Basement Jaxx: fim?  (12/11/11)
Em 1994, quando surgiu, o Basement Jaxx foi febre entre 10 de 10 jovens no mundo todo. No final dos anos 90, estouravam em várias paradas do mundo todo. Mas, é aquela história, né? O que é bom, dura pouco: a dupla formada por Felix Buxton e Simon Fatcliffe diz que está preparando o que deve ser seu último álbum da carreira.

Simon, contou que o término não é “para sempre”. Ele e Felix ainda pensam em trabalhar juntos, mas de outras formas, como produzindo trilhas para filmes e tal. Continuam este ano mas, já sabem: quando sair o disco, termina tudo. (siterg)

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Os deejays e produtores Paulinho Boghosian e André Torquato lançam Torquato & Boghosian, pela Yoruba Records  (07/11/11)

Pra turma da pista,  um disco bom pra turbinar sua playlist: será lancado hoje (07.11) o Torquato  & Boghosian (Yoruba Records), álbum conjunto dos deejays e  produtores Paulinho Boghosian e André Torquato. No cardápio, deep house music  com influências da old school, mais  timbres eletrônicos modernos, percussão  africana e, claro, uma pitada do baticum nacional.

O álbum será vendido, a princípio,  em formato digital, na Itunes Store (a U$0,99 cada track) e no Beat Port (a  U$1,99 cada track). A primeira gig é no SWU, no dia  13 de novembro. A gente se vê lá? (siterg)

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Andy Rourke, ex - baixista da banda The Smiths é DJ convidado em festa em SP   (27/08/11)

O Beco 203 (centro de São Paulo) recebe neste sábado (27) Andy Rourke, o baixista da lendária banda britânica The Smiths, famosa por hits como "Ask me".

Andy Rourke apresenta seu set de DJ e é uma das atrações da festa "O Rock Morreu? Não Aqui", que começa às 23h59. Nos picapes, Gabriel Machuca e Lu Riot também oferecem rock aos fãs.

Para entrar, a casa cobra R$ 25 ou R$ 20, com nome na lista pelo site do Beco 203.

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Festa 'Street Parade' de música eletrônica reúne quase 1 milhão na Suíça (13/08/11)

'Street Parade' foi realizada neste sábado (13), em Zurique.
Evento chega à sua vigésima edição como um dos maiores do gênero.

Desfile da Triton na SPFW (Foto: Um homem pula de uma ponte na 'Street Parade', festa de música eletrônica realizada anualmente em Zurique, na Suíça. Para sua vigésima edição, realizada neste sábado (13), o evento espera receber mais de 900 mil pessoas para dançar ao som de ritmos de música eletrônica )
Um homem dança com uma máscara de porco durante a 'Street Parade', festa de música eletrônica realizada anualmente em Zurique, na Suíça. Para sua vigésima edição, realizada neste sábado (13), o evento espera receber mais de 900 mil pessoas para dançar ao som de ritmos de música eletrônica (Foto: Reuters)
Um homem pula de uma ponte na 'Street Parade', festa de música eletrônica realizada anualmente em Zurique, na Suíça. Para sua vigésima edição, realizada neste sábado (13), o evento espera receber mais de 900 mil pessoas para dançar ao som de ritmos de música eletrônica (Foto: Reuters)
Um homem pula de uma ponte na 'Street Parade' (Foto: Reuters)
Frequentadores da 'Street Parade', realizada neste sábado (13), na Suíça. (Foto: Reuters)
Frequentadores da 'Street Parade', realizada neste sábado (13), na Suíça. (Foto: Reuters)
Frequentadores da 'Street Parade', realizada neste sábado (13), na Suíça. (Foto: Reuters)
Frequentadores da 'Street Parade', realizada neste sábado (13), na Suíça. (Foto: Reuters)

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U.Eletrônico l Festival Multiplicidade traz performances multimídia ao Brasil (26/06/11)

O trabalho do artista digital Daito Manabe

O festival Multiplicidade juntará dois artistas digitais no Brasil no próximo dia 30. O norte-americano Zach Lieberman e o japonês Daito Manabe se reunirão em uma única performance multimídia que usa o corpo humano como inspiração.

Lieberman é um artista digital que sempre usa softwares criados por ele mesmo, usando as habilidades do corpo para brincar com a tecnologia, segundo nota da assessoria de imprensa do evento. Recentemente, ele foi o responsável pela criação do EyeWriter, que ajuda pessoas com paralisia a desenhar com os olhos.

Manabe é conhecido pelo seu projeto Eletric Stimulus, em que obtém sons a partir da captação dos movimentos dos diferentes músculos do seu rosto.

O Multiplicidade ocorre no Oi Futuro Flamengo (Rua Dois de Dezembro, 63, Rio de Janeiro), no próximo dia 30, às 19h30. A entrada custa R$ 15.

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Festival eletrônico Kaballah & Orbital reúne 30 atrações em Itu neste sábado; veja serviço (02/04/11)

Hoje (dia 2), a Arena Maeda, em Itu, será palco para um grande festival de música eletrônica, o Kaballah & Orbital. Resultado da junção de duas tradicionais "raves", a megabalada deixa o trance como coadjuvante e aposta em bons nomes de house, tecno e electro, como o DJ alemão Boys Noize, o francês Vitalic e o duo holandês Mason. Confira o serviço e o line-up completo.

O DJ e produtor francês Vitalic, que se apresenta no festival Kaballah & Oribital, na Arena Maeda, neste sábado (2).

O DJ e produtor francês Vitalic, que se apresenta no festival Kaballah & Oribital, na Arena Maeda, neste sábado (2)

 

Main Stage
20h - Ulisses Nunes
21h30 - Kanio
23h - Bruno Barudi
24h - Electrixx Live
1h - Felguk Live
2h - Mason Live
3h - Popof Live
4h30 - Vitalic Live
6h - Boyz Noize
7h30 - Moguai
9h - Mark Knight
10h30 - Joachim Garraud

Trance Stage
20h - Tatto
21h - Mush
22h - 220 V
23h - Wrecked Machines
01h - Bizzare Contact
02h30 - Krunch
04h - Pixel
05h30 - Sub6
06h30 - Krome Angels
07h30 - Day Din
08h30 - Liquid Soul
10h - Freq

D-Edge Stage
22h - Davis
24h - Diogo Accioly vs Ravene Voluz
02h - Oliver Huntemann
04h30 - Kings Of Swingers
07h30 - Jesse Rose
10h - Popof (DJ set)

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Onde
Arena Maeda - rod. do Açúcar, km 18,6, Chácara São João - Itu, tel. 0/xx/15/4009-8855

Quando
Sábado (2): 20h às 12h

Quanto
R$ 75 a R$ 115 (2º lote) e R$ 85 a R$ 135 (3º lote), p/ site www.aloingressos.com.br

Classificação
Proibido para menores de 18 anos

Estacionamento
R$ 15 (p/ moto), R$ 30 (p/ carro) e R$ 40 (p/ vans)

Excursões
Psycobus (informações p/ tel. 8803-0883) e Thelles Trance Bus (informações p/ tel. 3083-2134 e 8958-1516)

Alimentação
Haverá dez lanchonetes com lanches rápidos e alguns pratos

Posto Médico
Além de dois posto médico, haverá também duas unidades de UTI móveis

Dicas
Calçados resistentes e confortáveis são indicados para aguentar a maratona de DJs. É sempre bom levar capa de chuva, já que o tempo na região costuma ser instável

Mais Informações
www.kaballah.com.br

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Drops de música: Fleet Foxes, Nick Cave, Fever Ray e +! (11/03/11)

  

Karin Dreijer, a vocalista e idealizadora do Fever Ray ©Reprodução

Robin Pecknold, o vocalista da banda de folk americana Fleet Foxes, anunciou no twitter do grupo nesta semana que gravou três faixas acústicas — sendo uma delas um dueto com Ed Droste, o vocalista da também-indie Grizzly Bear.

Você pode baixar o EP com os três áudios gratuitamente, e no player, ouça “I’m Losing Myself”:

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Quem também lança material inédito é o Chemical Brothers, grupo-fundamento da música eletrônica. O trabalho mais recente deles aparece na trilha sonora de “Black Swan”; agora, assinam a trilha original inteira do filme de ação “Hanna”. Três previews já estão on-line, e contam com os beats característicos da banda. Nos 60 segundos de “Quaside Synthesis” já dá para ter uma idéia que a obra inteira deve ser mais que apropriada para pistas de dança (ao contrário da trilha do Daft Punk para “Tron: O Legado”).

Ouça um trecho no player e mais no site oficial do filme.

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O projeto eletrônico UNKLE anunciou nesta quarta-feira (09.03) uma parceria improvável: “Money And Run” tem vocais do homem mais macabro do rock, Nick Cave — vale lembrar que ele é vocalista do Nick Cave And The Bad Seeds e autor do disco “Murder Ballads”, composto por canções sobre assassinatos passionais. O single faz parte do EP “Only The Lonely”, já disponível para compra no site oficial da banda.

Ouça:

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E por falar em coisas macabras, o Fever Ray (projeto electro-gótico de Karin Dreijer, da banda sueca The Knife) lançou uma faixa inédita para a trilha sonora de “A Garota da Capa Vermelha”, uma adaptação dark de “Chapéuzinho Vermelho” com Amanda Seyfred — eleita pela revista “Interview” como nova musa de Hollywood — e dirigida por Catherine Hardwicke, de “Crepúsculo” e “Aos 13″. Muito apropriadamente, o nome da canção (pesada e com vocais distorcidos) é “The Wolf” (O Lobo).

Ouça:

 

(Gabriel Marchi - FFW)
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Creamfields acontece no sábado em Florianópolis com Dj Erick Morillo, como  principal atração do festival de música eletrônica  (20/01/11)

DJ é principal atração do festival de música eletrônica, que ainda terá Etienne de Crecy e Loco Dice

Erick Morillo está de volta ao Brasil. Um dos DJs mais populares do planeta, o colombiano radicado nos Estados Unidos é a principal atração da edição brasileira do festival Creamfields, que acontece neste sábado (22) em Florianópolis. "Costumo ir ao Brasil umas duas vezes por ano", disse o DJ, que passou pelo país pela última vez em outubro do ano passado. "Mas tocar no verão é sempre mais gostoso".

Além do Creamfields em Santa Catarina, Morillo se apresenta em outras quatro cidades: Rio de Janeiro (19), Brasília (20), Recife (21) e São Pedro (23), no litoral de São Paulo. "No Creamfields, como é um local maior, vou apostar em batidas mais fortes", explica. "Nos lugares menores, mais intimistas, posso tocar sons mais sombrios".

Quando perguntado se prefere tocar em lugares grandes ou pequenos, o DJ sai pela tangente. "Gosto dos dois. São climas bem diferentes, não consigo dizer qual é melhor", despista. "O importante é estar em conexão com o público. E isso é possível tanto em locais grandes quanto pequenos", explica.

Nascido em 1971, Morillo iniciou sua carreira no início dos anos 1990 e ficou mundialmente famoso em 1993, com o sucesso "I Like To Move It" (ressucitado mais de dez anos depois na trilha sonora da animação "Madagascar"). Até hoje, é um dos nomes mais populares da house music, a ponto de ser o grande nome da edição brasileira de um dos festivais de música eletrônica mais importantes do mundo.

Antes de embarcar para o Brasil, ele estava ocupado em Miami com a gravação de dois discos, ambos com lançamento previsto para o meio do ano. "Eles vão sair no verão. O nosso verão, não o de vocês", ri. "Os dois são álbuns de remixes. Um deles será bem house, cheio de vocais femininos. O outro ainda não está sendo definido".

Além de Morillo, o Creamfields terá nomes como o francês Etienne de Crecy, o alemão Loco Dice e o israelense Guy Gerber, além do trio inglês Above & Beyond, eleito 5º melhor grupo ou artista pela revista britânica DJ Magazine, em 2010.

Entre os brasileiros, os destaques são Gui Boratto, Anderson Noise e a estreia da dupla Cromo Audio, formada pelo DJ Rodrigo Ferrari e pelo VJ Spetto.

A edição brasileira do Creamfields acontece neste sábado (22), no Stage Music Park (Rodovia Mauricio Sirotsky Sobrinho, 2500, Jurerê Internacional), em Florianópolis, das 19h às 6h.

Os ingressos para o primeiro e segundo lotes já estão esgotados. Veja abaixo os preços do terceiro lote:

Ingresso – Pista - 3º Lote
R$ 80 (feminino)
R$ 120 (masculino)

Ingresso – Camarote (em pé)
R$ 200 (feminino)
R$ 300 (masculino)

Ingresso – Camarote (mesas)
R$ 6.000 a R$ 15.000

Venda pela internet
www.blueticket.com.br

Venda pelo telefone
(48) 4062 0065

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DJ alemão Michael Mayer toca em clube eletrônico da Barra Funda (05/01/11)

O alemão Michael Mayer, que se apresenta nesta quinta-feira (6), no clube D-edge, está entre os principais nomes quando o assunto é tecno.

O músico é dono de um dos selos de música eletrônica mais importantes do globo, a Kompakt, em cujo "casting" há nomes como os alemães Superpitcher e Koze e os brasileiros Gui Boratto e Dada Attack.

Seu trabalho solo remonta ao fim da década de 1990, quando começou a realizar DJ sets, produzir e remixar faixas. Nesse tempo, além de muito tecno (e minimal, vertente na qual a Kompakt é especialista), Mayer também flertou com o indie rock, com a house e com o pop, incrementando seu estilo e derrubando barreiras mais tradicionais da música eletrônica.

Um dos exemplos é o bem sucedido projeto Supermayer, parceria com o DJ Superpitcher em que ficou clara a intenção de simplesmente fazer música dançante abusando de referências que vão bem além da eletrônica "cabeçuda" (aquela clássica, que não se mistura) defendida por muitos produtores.

Para a apresentação desta quinta-feira no clube da Barra Funda, espera-se encontrar essa faceta mais versátil do alemão -- como seus sets são longos, ritmos como o tradicional tecno de Detroit se juntam ao minimalismo alemão, sem deixar de lado vocais típicos da house music. Uma viagem das boas, como poucos e experientes "disc-jóqueis" sabem fazer. (Anderson Santiago)

Informe-se sobre o local

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DJ Spooky toca no Brasil (27/11/10)

O DJ e artista multimídia Paul D. Miller, o DJ Spooky, vem ao Brasil. Ele participará de uma palestra e tocará no festival de arte Multiplicidade 2010 (http://www.multiplicidade.com/site) , que acontecerá no Rio de Janeiro. Ele se apresentará no Oi Futuro Casa Grande (Rua Dois de Dezembro, 63. Flamengo) na terça-feira, 30, às 21h. A apresentação faz parte da abertura da mostra Live Cinema, que apresentará artistas de todo o mundo que fazem cinema ao vivo – ou, como define o evento, “execução simultânea de sons e imagens por artistas visuais que apresentam suas obras ao vivo diante dos espectadores”. No dia seguinte, às 20h, ele dará uma palestra sobre o som na Arte Contemporânea no Oi Futuro Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, 54, Ipanema).Tatiana de Mello Dias 

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U.Eletrônico  I Banda americana Scissor Sisters traz sua disco music atualizada a São Paulo (23/11/10)

Enquanto todas as atenções estavam direcionadas ao Estádio do Morumbi, onde Paul McCartney fazia o terceiro e último show de sua turnê pelo Brasil, uma atração bem menos conhecida fazia sua festa a alguns quilômetros dali. O Scissor Sisters, banda americana famosa pelo hit "I Don't Feel Like Dancing", fez sua apresentação única apresentação no Brasil para um público pequeno mas bastante animado, e inclusive fez piada com o ex-beatle. Antes de tocar "Paul McCartney", música do segundo disco do grupo, a vocalista Ana Matronic disparou: "nosso show é mais divertido que o dele". Diversão, realmente, foi o tom da noite: a disco music atualizada da banda tem tudo a ver com festa, e foi esse o clima da noite no Via Funchal. Destaque para o vocalista Jake Shears, que fez a alegria da plateia (majoritariamente gay) ao ficar com cada vez menos roupa à medida que o show seguia.

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U.Eletrônico  I Daft Punk deve participar no show do Phoenix no Planeta Terra (19/11/10)

A dupla eletrônica Daft Punk deve fazer uma participação no show da banda francesa Phoenix neste sábado no festival Planeta Terra, que acontece no Playcenter, em São Paulo. A assessoria do evento não confirma a informação, mas diz que o Daft Punk está mesmo em São Paulo e que há essa possibilidade, mas se acontecer, será "surpresa". No mês passado, a dupla participou do show do Phoenix no Madison Square Garden, em Nova York, também de surpresa. Os ingressos para o festival já estão esgotados. (Carol Nogueira)

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U.Eletrônico  I  Massive Attack apresenta eletrônica hipnótica em São Paulo, no HSBC Brasil (17/11/10)

Sobre o palco do HSBC Brasil, seis silhuetas envolvidas por muita fumaça cenográfica deram início, nesta terça-feira (16), ao braço paulistano da turnê do Massive Attack no Brasil. Antes de passar por São Paulo, a banda se apresentou em Belo Horizonte, na segunda (15). Os ingleses apareceram por volta das 22h50, quase uma hora atrasados. Seguiu-se uma hora e meia de show, em que eles executaram canções de seu recém-lançado “Heligoland” (2010) e revisitaram trabalhos anteriores como “Blue lines” (1991) e “Mezzanine” (1998). Fazia 12 anos que o Massive Attack não tocava no Brasil. Mas sua fórmula não mudou desde então: eles somam batidas eletrônicas lentas a teclados hipnóticos e graves. O resultado ao vivo é um som denso e viajante, que também dá espaço para quem quiser dançar discretamente.

O produtor e vocalista Robert Del Naja, cabeça do projeto, começou a apresentação acompanhado por outros cinco músicos: dois bateristas, guitarrista, baixista e tecladista. Juntos, abriram a noite com “United snakes”, do EP “False flags” (2006). Ao fundo do palco, num telão horizontal, eram exibidas frases de gente como o russo Mikhail Bakunin ou estatísticas de homicídio em países em desenvolvimento. Com o passar das canções, se revezavam os responsáveis pelo microfone: o grandalhão Grant “Daddy G” Marshall, co-fundador do grupo, emprestou sua voz grave às excelentes “Risingson”, “Mezzanine”, “Splitting the atom”... A inglesa Martina Topley Bird se apresentou durante “Teardrop” e “Psyche”. Ainda houve tempo para o jamaicano Horace Andy fazer uma dancinha na beira do palco, enquanto cantava de olhos fechados à sinistra “Angel”, hit incluído na trilha de “Snatch: porcos e diamantes”. Foi um dos momentos em que o público mais gritou e fez barulho.

A cantora Deborah Miller ficou responsável por outro sucesso aguardado pelo público. “Unfinished sympathy”, de “Blue lines”, apareceu na primeira parte do bis (após uma segunda pausa, eles ainda voltaram para uma derradeira canção). E, antes de retornar de vez ao camarim, os ingleses mostraram que também são iniciados no dub jamaicano: fecharam o espetáculo eletrônico à meia-noite e meia com “Karmacoma”, de “Protection” (1994). Quem chegou cedo também pôde conferir ao show de abertura feito por Martina Topley Bird, que começou a tocar por volta das 21h20. A surpresa não havia sido anunciada pela organização. Sozinha sobre o palco, ela tocou e cantou canções de “The blue god” (2008) e do novo “Some place simple”, deste ano.

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U.Eletrônico  I DJ Paul Oakenfold que remixou Madonna, U2 e Michael Jackson vai tocar na Villa Daslu (29/09/10)

O trance e a house music vão invadir a Villa Daslu, em São Paulo, nesta quinta-feira. É lá que os clubes Kiss & Fly e Mokai vão se juntar para receber o DJ britânico Paul Oakenfold. Ele tem no currículo remixagens para Michael Jackson, U2, Justin Timberlake e Madonna – inclusive, tocou antes da cantora pop em suas apresentações no Brasil, em 2008. Vários empresários da noite paulistana se uniram para armar essa festa, entre eles Rubens Zogbi, Gutti Camargo, Rico Mansur, André Queiroz e Luca Salvia.(Vivi Mascaro)

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U.Eletrônico  I DJ e produtor Gui Boratto vira referência no exterior da nova música eletrônica feita no Brasil (13/09/10)

Ele não usa bongôs ou atabaques em suas produções eletrônicas. Também não acelera nos beats para animar corpos ávidos nas pistas de dança. Mas apesar da ausência de atributos exoticamente latinos ou tipicamente dançantes, o produtor e DJ Gui Boratto se tornou o mais conhecido representante da música eletrônica brasileira no exterior. Virou a mesa do techno e fez as pessoas dançarem de forma diferente. Com uma linguagem melódica, lenta e minimalista ele vem conquistando a Europa - e recheando os sets de DJs de todo o mundo.

Hoje, com dois álbuns gravados pelo selo alemão Kompakt e de remixes assinados para artistas como Moby, Pet Shop Boys e Massive Attack, ele é figura fácil no line up dos mais importantes clubes europeus e festivais de música eletrônica. No ano passado, foi o único representante brasileiro na lista dos 100 melhores DJs do mundo da consagrada revista DJ Mag - ainda que 98ª posição, marcou presença. A faixa No Turning Back (do segundo álbum, Take My Breath Away) foi a sexta música mais comprada no Beatport, um dos maiores sites de venda online de música eletrônica para DJs. E essa mesma faixa ganhou o título de melhor música de minimal/techno na 25º Annual Internation Dance Music Awards (IDMA). A lista de premiações é extensa. De volta de uma maratona de 28 apresentações na Europa, incluindo o Sonar, de Barcelona, e o segundo show no festival de jazz de Montreux, na Suíça, ele administra uma concorrida agenda de shows por todo o Brasil - em outubro, é a vez de se apresentar no festival SWU, em Itu.

Em uma sexta-feira 13, vou acompanhar sua performance no clube paulistano Hot Hot. Já na porta, topo com ele, rodeado por amigos. Apesar da fila grande, poucos relacionam a música com o seu rosto - de modo diverso do que acontece em países como a França, onde pedem autógrafo. De camiseta polo preta, jeans e tênis, ele abre um sorriso descontraído enquanto apresenta os amigos. Mostra seu case que não parece grande, mas pesa 20 kg. "O meu live é super compacto. Hoje posso improvisar o quanto quero com máquinas leves e pequenas, como é o caso do meu Lemur", explica. "Sem ele, eu precisaria de umas 10 maquininhas." Quando entra no clube, recebe abraços e beijinhos da hostess e dos funcionários da casa. Uma delas diz com voz aguda: "Arrasa Gui!", enquanto ele se prepara para o set na área VIP. Falo com um de seus amigos, o diretor de publicidade e documentarista Cadu Datoro, que o conhece há cerca de cinco anos. Ele é o autor de videoclipes como o do hit Beautiful Life e passou um ano em turnê com Boratto: eles combinavam o live act com as projeções das imagens. "Na cena eletrônica brasileira, foi a primeira vez que um artista pensou um disco com um conceito visual por trás, com tudo sincronizado", elogia. "Ele não mudou nada desde que o conheço: é o mesmo de quando ficava nervoso por abrir um evento grande como o Skoll Beats."

Realmente: Boratto emana uma aura de simpatia fácil. Quando sobe à cabine, abraça o DJ e produtor DaDa Attack, com quem vai dividir a primeira parte do set. Coloca na mesa o seu Mac e o tal Lemur - uma central de controle touch screen que dispara pistas, efeitos e loops. Na prática, esse aparelho possibilita que ele altere e recrie suas composições ao vivo. Em suma, Boratto age como um DJ, mas tocando apenas suas próprias músicas e remixes assinados. Mas apesar da complexidade tecnológica, tudo parece uma brincadeira de menino: com simples toques de dedo ele contagia a pista de dança, que lota quando começa o seu set.

As pessoas se agitam quando escutam músicas mais conhecidas. Há uma cobrança por hits, ou o público de música eletrônica evolui junto com o produtor? "Eles querem ouvir músicas novas. Tanto que não toco mais Beautiful Life, ou só faço isso em cidades onde me apresento pela primeira vez." Pergunto ainda se a mecânica não acaba se repetindo nas inúmeras apresentações. "Cada uma é diferente", garante. "Brinco e improviso. Aumento os vazios, mudo o tempo de alguns trechos e faço viradas diferentes."

Em meio ao público dançante na faixa dos 20 anos, um garoto no gargarejo da cabine fotografa o produtor sem parar com o seu celular, e vibra mais do que todos os outros. "Já vi uns dez shows do Gui, tanto em São Paulo como em Santa Catarina", conta o fã, Jorge Fernando Briner, estudante paulistano de 22 anos. "A música dele é diferente dos outros DJs que seguem uma única vertente. Ele mistura techno e tech-house, e acaba fazendo um som autoral." Na confusão de rótulos da música eletrônica, o próprio Boratto classifica seu som como tendo um pouco de house, minimal e trance... até chegar na definição de emo-techno.

Canal doméstico

Alguns dias depois, em uma tarde ensolarada, alcanço seu apartamento no charmoso bairro paulistano de Higienópolis. Seus gestos amistosos pouco mudam, seja na pista ou na iluminada sala de estar caseira. É aqui, entre uma mistura decorativa de móveis de inspiração clássica e contemporânea que ele compõe suas músicas - de segunda a quarta-feira, no intervalo dos shows. Arquiteto por formação, o paulistano de 36 anos relaciona linhas plásticas e notas. "A música tem questões espaciais como a arquitetura trata, com espaços cheios e vazios", comenta. "São quase a mesma coisa." O amplo apartamento ele divide com a mulher - a designer de interiores Luciana Villanova Boratto, retratada em uma grande tela de Isabelle Tuchband na sala de jantar - a filha de 5 anos, e a tartaruga Filomena, que gosta de se aninhar entre os fios da aparelhagem de Boratto nos dias frios.

Mas, não por acaso, os instrumentos chamam mais atenção que os aparatos eletrônicos. As ideias para novas composições sempre nascem a partir de uma melodia, que ele toca na guitarra ou no vistoso piano de cauda. "Não consigo compor só no laptop, sou old school nisso." E, diga-se, é ele mesmo quem toca os sons de guitarra e linhas de baixo que se misturam aos beats eletrônicos. Uma de suas manias, aliás, é colecionar sintetizados antigos: tem cerca de 30 deles. A música orgânica corre em suas veias desde cedo. O caçula de quatro irmãos teve avô maestro, Noé Lima. Só que logo foi fisgado por outro estilo mais visceral, digamos, que o erudito. Aos 9 anos, o pequeno Guilherme rendeu-se aos altos decibéis do rock: adorava Kiss e Black Sabath.

Começou a insistir com a mãe para fazer aulas de guitarra - mas ela só aquiesceu ao pedido quando ele concordou em aprender piano ao mesmo tempo. "Ia de cara amarrada para a aula de piano e ficava a semana inteira tocando guitarra", lembra ele, que logo valorizaria o aprendizado com o teclado. Teve várias bandas de rock. Mas no meio dos anos de 1980, começou a construir uma ponte: encantou-se pelos sintetizadores e passou a explorar suas sonoridades. Na transição, integrou o grupo de dance Sect e trabalhava criando música para publicidade.

E passou a produzir artistas tão ecléticos como Daniela Mercury e Peninha, e trabalhar com nomes como Pato Banton (produção), Manu Chao (remixes), Fernanda Porto (composição) e Steel Pulse (produção). Até para a clássica Construção, de Chico Buarque, ele assinou um remix com Zé Pedro. Mas o pulo do gato aconteceu quando ele foi convidado a remixar duas faixas da trilha do filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles. Pela primeira vez, ele assinou as faixas com o seu nome, com um tremendo retorno positivo. Foi então que em 2005 trouxe à tona composições autorais como Arquipélago. Só que não ouviu elogios no primeiro momento. "Mostrei a música para DJs brasileiros conhecidos da época e eles acharam lento, devagar", lembra. Mas Michael Mayer, um dos diretores da Kompakt e figura chave da cena eletrônica alemã como DJ e produtor, gostou tanto do material que propôs gravarem um álbum inteiro. Bastaram poucos meses para os DJs brasileiros tocarem sua música.

No momento, ele está finalizando um remix para uma composição de Mayer e já trabalha no material do terceiro álbum, previsto para sair no começo de 2011 pelo mesmo selo alemão, e pela 3 Plus/ ST2 no Brasil. "É gostoso o reconhecimento. Também me sinto bem abrindo portas para outros produtores brasileiros." Ao que atribui tamanho sucesso internacional? "Músicas como Beautiful Life abriram portas para um público diferente, que não gosta necessariamente de música eletrônica. Então tenho dois públicos: do cara mais underground e especialista até o mais mainstream."

AS APOSTAS DE BORATTO

Depois da invasão europeia estrelada pelo drum and bass do DJ Marky, Gui Boratto integra uma segunda geração que produz as próprias músicas e desponta no planeta. "Há ótimos DJs brasileiros, mas ainda poucos produtores. O Brasil saiu atrás nisso", diz. Mesmo assim, anima-se ao falar sobre novos talentos nacionais em diversas vertentes da música eletrônica. Hoje, as fronteiras entre produtores e DJs estão mais fluidas. "As duas áreas estão próximas e usando a mesma linguagem." Sobre o DJ clássico, que seleciona música de repertórios alheios, ele recomenda a ação de um educador de ouvidos. "Ele deve insistir em mostrar músicas novas: as pessoas vão aprendendo a gostar. É assim que surgem micromovimentos. É preciso dosar a medida entre agradar e educar."

Abaixo, ele elege suas apostas entre produtores brasileiros que também atuam como DJs. 1) o multiartista (e também arquiteto) DaDa Attack (Saulo Pais) 2) o duo de house Dubshape (de Alê Reis e João Lee, filho de Rita Lee) 3) o techno do Click Box (dos produtores Marco AS e Pedro Turra) - Killer on the Dance Floor (dos DJs e produtores Phillip A, Ali Disco B e Fatu) 4) Propulse (do produtor Fabiano Zorzan) - Dudu Marote (ou Prztz, como é conhecido agora) 5) o duo carioca The Twelves (de João Miguel e Luciano Oliveira) TOP TEN CASEIRO _ Quando escuta música em casa, a seleção de Gui Boratto passa pelas bandas dos anos de 1980 que tatearam a fronteira entre o rock e o eletrônico nascente. Mas ele também se emociona com Piazzolla, Tom Jobim...(Fabiana Caso - O Estado de S. Paulo)

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U.Eletrônico  I  Djs se unem para criar faixa em tributo aos mortos na Love Parade (04/09/10)

Três dos mais famosos (e bem pagos) DJs do mundo se uniram para criar uma música em tributo aos mortos na Love Parede, na Alemanha, no último dia 21 de julho. Paul Oakenfold, Armim Van Buuren e Paul Van Dyk batizaram a faixa de Remember Love e com o nome DJs United, irão lançá-la na semana que vem. Todos os lucros serão destinados às famílias dos mortos e feridos no trágico evento.

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U.Eletrônico  I Fever Ray cria “zumbis de Wall Street” em figurino de novo show (04/09/10)

Ser macabro está na moda. A começar pelo Fever Ray, banda sueca de Karin Dreijer (metade da dupla eletrônica The Knife) que sempre explora sons e visuais dark em seus shows e videoclipes. Na última semana, o grupo liberou imagens do figurino e maquiagem da nova turnê pelos Estados Unidos, criados pelo diretor e cenógrafo Andreas Nilsson (que já dirigiu clipes super bacanas de MGMT e Yeasayer).

(Burguesia decadente e economistas de Wall Street são inspirações de Andreas Nilsson para o Fever Ray) O diretor falou sobre o conceito por trás das criações em um inspirado _e assustador_ depoimento: “Os tempos têm sido medievais. A Nasdq tem sofrido. Os bancos, os investidores. O Fever Ray tem sofrido também. As coisas têm sido ruins. Mas no dia 9, o Fever Ray se ergue como zumbis de Wall Street, que agora voltam para sugar as últimas gotas da humanidade. Liderados por Karin, os guerreiros da selva monetária estão prontos para te dar o último pedaço de alegria burguesa antes que o mundo inteiro ao seu redor imploda”. + Site oficial: feverray.com + Myspace: myspace.com/feverray

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U.Eletrônico  I  Veja o clipe de Shout Out Louds – Spöken (27/08/10)

O Shout Out Louds soltou uma versão em sueco para “Is There A Ghost”, do Band of Horses. A versão tem até outro nome, Spöken (“fantasma” em sueco). No lugar das guitarras épicas da original, uma atmosfera estilo Air.

 
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U.Eletrônico  I UMF - Ultra Musica Festival ganha versão paulistana em novembro (26/08/10)

O Brasil vai receber mais um grande festival internacional de música. O UMF - Ultra Musica Festival, tradicional evento que acontece anualmente em Miami, vai ganhar uma versão por aqui. O UMF promete uma estrutura grandiosa em São Paulo, no dia 6 de novembro, com uma pegada mais voltada para a música eletrônica. O line-up completo ainda não foi anunciado, mas o twitter oficial já fala de Fatboy Slim, Moby, Carl Cox, Above&Beyond, Groove Armada, Kaskade, Afrobeta e Yousef.

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O quarto álbum dos noruegueses do Röyksopp, 'Senior', chega às lojas no dia 13 de setembro (15/08/10)

Para quem não agüentava mais esperar, a banda colocou em seu site a faixa “The Drug” para streaming. A página descreve a canção como “uma sublime fatia de música eletrônica que se torna devastadora com a exposição repetitiva”. Senior é um álbum instrumental e promete trazer um lado mais dark e melancólico do som do Röyksopp, que lançou em 2009 Junior, um disco mais pop e acessível. Os dois álbuns foram gravados juntos. 

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U.Eletrônico  I  Dupla de música eletrônica Orbital deve lançar disco em junho (31/05/10)

A dupla inglesa de música eletrônica Orbital anunciou que vai lançar um disco, após seis anos sem qualquer material novo. Segundo o site da revista “NME”, o novo álbum terá apenas dois singles, “Don't stop me” e “The gun is good”, e estará pronto no dia 20 de junho. O lançamento coincide com a apresentação da dupla em Glastonbury. Os irmãos Phil e Paul Hartnoll serão umas das atrações do festival, que comemora este ano 40ª de existência. O show acontece em 27 de junho.

Das 50 bandas que você deve ver antes de morrer

Classificado pela revista "Q" como um das 50 shows que qualquer pessoa deve ver antes de morrer, o Orbital fez uma pausa em suas apresentações em 2004 e retornou à ativa no ano passado. O Orbital esteve no Brasil uma vez, quando fez elogiados shows na edição de 1999 do extinto festival Free Jazz, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

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