Suspense I The Frozen Ground I Filme estrelado por Nicolas Cage e John Cusack ganha novo trailer (08/06/13)

The Frozen Ground, filme que conta com Nicolas Cage, o rapper 50 Cent, John Cusack e Vanessa Hudgens  no elenco, ganhou o seu novo trailer:

Longa-metragem de estreia do diretor e roteirista Scott Walker, a trama narra a história real do maníaco Robert Hansen (Cusack), que ao longo de 12 anos raptou 24 mulheres, que ele levava à mata do Alasca para serem caçadas. Quando uma jovem sobrevive (Hudgens), um patrulheiro local (Cage) conta com a ajuda dela para capturar o homicida.
The Frozen Ground estreia em 23 de agosto nos EUA.

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Suspense  I  "Terapia de Risco" investiga relação entre conforto emocional e capitalismo  (16/05/13)

Como em "Confissões de uma Garota de Programa", em "Terapia de Risco", o diretor Steven Soderbergh arma um jogo duplo. Aquele filme, protagonizado por uma atriz pornô, não era sobre as dores e alegrias de uma prostituta de luxo, mas sobre relacionamentos, que não envolvem necessariamente sexo, mas que são pautados como mercadoria.

Neste novo suspense, "Terapia de Risco", o cineasta parece estar falando dos perigos do vício em remédios. O filme até é sobre isso, mas só na superfície.

Novamente, Soderbergh fala do capitalismo, da transformação da felicidade em mercadoria, em lucro, ao depender de ser proporcionada por antidepressivos. Não à toa a fotografia (assinada pelo próprio diretor, escondendo-se atrás de um pseudônimo) evoca o clima, as cores e texturas dos comerciais desse tipo de droga.

Na primeira metade de "Terapia de Risco", diversos personagens, não apenas a protagonista, Emily (Rooney Mara), encontram conforto em comprimidos. Mas a trama, assinada por Scott Z. Burns ("Contágio"), promete algumas reviravoltas e deixa claro que há algo de mais doentio na sociedade norte-americana do que apenas a depressão de um povo passando por uma séria crise econômica.

Vemos Emily levando uma vida aparentemente normal e equilibrada até que seu marido, Martin (Channing Tatum), saia da prisão, onde cumpria pena por fraude financeira. Nesse momento, apesar da euforia de recebê-lo de volta, a garota cai em depressão. Depois de jogar o carro contra a parede de um estacionamento, ela volta à terapia e é tratada pelo dr. Jonathan (Jude Law).

Sabiamente, o diretor se dá ao trabalho de construir personagens. Vemos que o médico também está com alguma dificuldade financeira, sua mulher (Vinessa Shaw) está desempregada e quase deprimida. Para evitar que ela caia numa crise mais grave, ele providencia algumas pílulas de tempos em tempos.

Mas, uma vez que Emily não responde ao tratamento, o médico resolve mudar a medicação. Convenientemente, ele receita um remédio produzido por um laboratório que está pagando para ele testar o novo remédio em seus pacientes. Depois disso, a garota passa a ter uma energia de vida que não experimentava há tempos. Mas também sofre sérios efeitos colaterais, como paranoia e sonambulismo.

Essa primeira parte é narrada com riqueza de detalhes do metiê médico e farmacológico. E o filme se mostra tão rico em suas possibilidades que, realmente, é surpreendente quando toma outros caminhos a partir dos sintomas desenvolvidos por Emily.

Como em "Os Homens que não Amavam as Mulheres", Rooney Mara mostra que é uma das melhores atrizes da sua geração, por ser capaz de transformar-se de uma cena para outra. Olhando em retrospecto, quando finalmente sua personagem deixa cair a máscara, percebe-se o quanto tudo faz sentido.

A partir do momento em que Emily, num surto de sonambulismo, comete um assassinato, "Terapia de Risco" ganha outro ritmo, outro enfoque e outra personagem começa a se destacar, a dra. Victoria (Catherine Zeta-Jones), antiga terapeuta da protagonista.

Nesse momento, o longa parece se transformar num drama de tribunal, com o julgamento de Emily, procedimentos investigativos e negociações. Novamente, trata-se de uma mera desculpa para Soderbergh mostrar o que realmente lhe interessa: a cobiça. E o personagem de Jude Law se transforma num herói, ainda que tenha falhas.

Soderbergh anunciou que este será seu último filme para o cinema. Seu mais recente trabalho, "Behind the Candelabra", faz parte da seleção do Festival de Cannes, e depois será exibido na TV a cabo.

Em sua obra -especialmente dos últimos anos, que inclui a série iniciada com "11 Homens e 1 Segredo", "Magic Mike" -, o diretor tem investigado os efeitos do capitalismo sobre a vida das pessoas comuns, evidenciando suas contradições. Reuters

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Suspense  I  Daniel Radcliffe contra a Yakuza no suspense policial Tokyo Vice   (01/04/13)

Segundo o Deadline, Daniel Radcliffe vai estrelar Tokyo Vice, suspense que o diretor de videoclipes e comerciais Anthony Mandler dirigirá no início de 2014.

No roteiro do dramaturgo J.T. Rogers, baseado em fatos, Radcliffe viverá o jornalista americano Jake Adelstein, que termina batendo de frente com o chefão da Yakuza Tadamasa Goto enquanto trabalha como repórter criminal para o jornal japonês Yomiuri Shinbun.

O filme tem como base o livro homônimo de memórias de Adelstein, em que o jornalista expõe o "John Gotti do Japão" (como Goto ficou conhecido, em comparação com o célebre mafioso novaiorquino da família Gotti) e, como resposta, ganha ameaças de morte. Jake Adelstein ainda trabalha como repórter investigativo; seu novo livro, The Last Yakuza, sairá nos EUA em 2014.

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Suspense  I  "A Hora Mais Escura": um guia para entender o filme sobre a caça a Bin Laden    (15/02/13)

“A Hora Mais Escura”, controverso filme de Kathryn Bigelow que estreia nesta sexta-feira (15) no Brasil, resume em 2 horas e 37 minutos os dez anos da caça do governo americano pelo criador da rede terrorista Al-Qaeda, Osama bin Laden. Em ritmo acelerado, personagens soltam referências a acontecimentos históricos e siglas em inglês, sem tempo para muita explicação.

KSM? ISI? UBL? Para facilitar a compreensão do longa, indicado a cinco Oscar, o site iG preparou um guia de fatos, personagens e expressões.

O inimigo: Osama bin Laden nasceu em uma família de elite da Arábia Saudita e liderou uma campanha radical e violenta para recriar um império muçulmano. Com os ataques aos Estados Unidos em 11 de Setembro de 2001, que deixaram quase 3 mil mortos, redefiniu o terrorismo no século 21 e se tornou o homem mais procurado pelo governo norte-americano.  

A operação: O líder terrorista foi morto em 2 de maio de 2011 na superprotegida mansão onde vivia em Abbottabad, no Paquistão. A operação foi conduzida por uma unidade de elite do Exército americano, conhecida como Seals. Segundo autoridades, o corpo foi jogado no mar para evitar que o túmulo se tornasse um lugar sagrado. Fotos nunca foram divulgadas.

"Zero Dark Thirty": O título do filme em inglês, que literalmente quer dizer “zero escuro trinta”, é um termo militar para “meia-noite e meia”, a hora em que Bin Laden foi morto.

Prisões secretas da CIA: Os chamados "black sites" eram centros de detenção em locais desconhecidos, usados pela agência de inteligência dos EUA para movimentar, prender e interrogar suspeitos de terrorismo, muitas vezes com tortura. Tais centros foram autorizados dias depois dos ataques de 11 de Setembro pelo então presidente George W. Bush, mas ele só admitiu sua existência cinco anos depois. Em 2009, o novo líder Barack Obama ordenou o fechamento das prisões.

Diretor da CIA: Em "A Hora Mais Escura", o ator James Gandolfini é creditado como intérprete do “diretor da CIA”, sem identificação nominal. No entanto, ele foi caracterizado para se parecer com Leon Panetta, que ocupava o cargo na época e hoje é secretário de Defesa dos EUA. O ator disse ter mandado uma carta ao secretário pedindo "desculpas por tudo", inclusive pela peruca usada em cena. Panetta não comentou a atuação de Gandolfini, mas disse que o filme é “ótimo”. “Algumas partes dão uma boa noção de como as operações de inteligência funcionam. Mas acho que, no fim das contas, as pessoas têm de entender que não é um documentário, é um filme”, afirmou.

Geronimo: Codinome de Osama bin Laden. Segundo o jornal The New York Times, no momento da operação o presidente Obama e seus assessores estavam reunidos na Casa Branca, enquanto Panetta narrava, em uma tela de vídeo, o que estava acontecendo no Paquistão. Em certo momento, o diretor da CIA disse: "Geronimo EKIA". Era a sigla em inglês para “inimigo morto em ação” (“enemy killed in action”). Houve um silêncio na sala, até que presidente falou: "Nós o pegamos".

ISI: Abreviação em inglês para a Agência de Inteligência do Paquistão, cuja cooperação com a comunidade internacional foi questionada em diversos momentos. Muitos analistas consideram ser impossível que a ISI não soubesse que Bin Laden se escondia no país.

UBL: São as iniciais de Usama bin Laden, como o líder terrorista é chamado nos documentos da CIA e do FBI (polícia federal americana). Como não há um padrão universalmente aceito para adaptar palavras e nomes árabes para o inglês, a grafia muda dependendo da fonte. Osama bin Laden, porém, é a mais comum.

Divulgação / Casa Branca

Tensos, Obama e sua equipe acompanham desenrolar da operação que matou Bin Laden (02/05/11)

 

KSM: Sigla usada para se referir a Khalid Sheikh Mohammed, considerado o mentor dos ataques de 11 de Setembro e um dos aliados mais próximos de Bin Laden. Foi capturado no Paquistão em 2003 e torturado pela CIA. Três anos depois, foi enviado à prisão de Guantánamo, em Cuba. Hoje, aguarda julgamento em um tribunal militar por seu envolvimento na tragédia de 2001.

Abu Faraj al-Libi: chefe operacional da Al-Qaeda, foi capturado em 2005 e ainda está sob custódia dos Estados Unidos. Como Khalid Sheikh Mohammed, sabia da identidade do mensageiro que levou a CIA a descobrir o paradeiro de Bin Laden.

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"Não Tenha Medo do Escuro" explora suspense ao limite  (14/10/11)

Produção de Guillermo del Toro segue a fórmula de seus filmes anteriores, como o protagonista infantil e as construções góticas

 

Nas mãos do mexicano Guillermo del Toro, construções góticas, labirintos e recintos escuros despertam, ao mesmo tempo, medo e curiosidade. Vistos pelos olhos de uma criança, essa mistura pode se transformar num convite para entrar em locais em que a luz não penetra e onde podem estar escondidos os piores pesadelos, como na estreia "Não Tenha Medo do Escuro."

 

O título (tradução literal do nome original) é uma armadilha que vai atrair a curiosidade de Sally (Bailee Madison), uma menina que se muda para um casarãocomprado pelo pai (Guy Pearce) e que está sendo restaurado por ele e por sua nova namorada, Kim (Katie Holmes), ambos arquitetos. A casa foi habitada no passado por um pintor e seu filho, desaparecidos misteriosamente. As cenas iniciais dão as primeiras pistas de que os porões escondem algum segredo.

 

A criança, que veio a contragosto, não se mostra disposta a dar uma oportunidade a Kim, em quem vê uma rival da mãe, que ficou em outra cidade e parece não estar em condições de criá-la ou então de não querer mais a tarefa. A tentativa de fuga da realidade leva a menina a procurar desvendar cada canto misterioso da casa, como se procurasse um refúgio.

Ao descobrir o porão, ela não tarda a encontrar uma passagem estreita, fechada com grades de ferro, de onde parece ouvir vozes que chamam seu nome. A curiosidade supera o medo e é o que basta para ela decidir abrir a grade e descobrir de quem são as vozes que a chamam para brincar.

Mas agora é o medo que prevalece, pois Sally descobre que libertou seres perigosos. Ela tenta alertar o pai, que não dá importância. Ele acredita que ela pode estar com algum distúrbio psicológico por causa do afastamento da mãe e da mudança repentina para a casa no interior.

Ao contrário de filmes de horror atuais, o diretor evita ser explícito e explora o suspense ao limite, colocando sempre o foco em Sally, em perigo constante, mas que não consegue ser ouvida pelos adultos. Como se estivesse sozinha no mundo, ela precisa se proteger com os poucos recursos de que dispõe. E, até mais da metade do filme, pouco sabemos do real perigo que a espreita.

O medo de Sally contagia quem a acompanha do lado de cá da tela e torce para que nada de mal lhe aconteça. É um conto de fadas, mas o final pode não ser feliz. Reuters

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The Divide | Suspense pós-apocalíptico do diretor francês Xavier Gens, ganha ótimo trailer  (12/10/11)

The Divide, o novo filme do diretor francês Xavier Gens (Frontiers, Hitman - Assassino 47), suspense de sobrevivência pós-apocalíptico, ganhou um novo trailer. A prévia é extremamente tensa. Assista: 

A trama tem como pano de fundo uma Nova York pós-apocalíptica, quando um grupo de oito pessoas se refugia no porão do prédio onde moram para fugir da hecatombe. O porão foi transformado em abrigo atômico pelo paranoico Mickey (Michael Biehn). Contém três salas conectadas e pilhas de comida e água. Mas o terror invade o porão quando homens armados, com roupas de isolamento radioativo, entram à força, abrindo fogo. A partir daí, o porto seguro se torna um beco sem saída. Os sobreviventes tentam entender porque estão sendo atacados, enquanto revidam para impedir a carnificina completa.

A produtora ContentFilm descreve The Divide como uma mistura de Assalto à 13a. DP com O Senhor das Moscas. Milo Ventimiglia, Rosanna Arquette, Ashton Holmes, Courtney B. Vance e Lauren German também estão no elenco. O roteiro foi escrito por Karl Mueller.

The Divide ainda não tem data de estreia definida.

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