Rede I Samsung apresenta Wi-Fi 60GHz de alta-velocidade (13/10/14)

A Samsung anunciou neste domingo o desenvolvimento de uma tecnologia que vai oferecer velocidades de dados em Wi-Fi de 60GHz de até 4,6Gbps (Gigabits por segundo), ou 575MB (megabytes) por segundo, o que é cerca de cinco vezes mais rápido do que os dispositivos de consumo atuais oferecem.

Teoricamente, diz a sul-coreana um filme de 1GB levaria “menos de três segundos” para ser transferido entre dispositivos — isso supondo um melhor cenário onde tudo esteja funcionando perfeitamente.

De acordo com a empresa, dispositivos com a nova conectividade já deverão ser lançados em 2015. O plano é para aplicar a nova tecnologia para uma “ampla gama” de produtos, incluindo áudio e dispositivos médicos visuais, telefones e dispositivos relacionados com a internet das Coisas.

“Ao contrário das tecnologias atualmente existentes de Wi-Fi de 2,4GHz e 5GHz, a tecnologia 802.11ad 60GHz Wi-Fi da Samsung mantém velocidades máximas por eliminar a interferência de co-canal, independentemente do número de dispositivos que utilizam a mesma rede”, disse o comunicado da Samsung.

Com sua nova façanha, a tecnologia da Samsung elimina a lacuna entre as velocidades teóricas e as reais.

Até agora, tem havido significativos desafios na adoção comercial de tecnologia 60GHz Wi-Fi, já que ondas milimétricas que viajam pela linha de visada têm fraca penetração e são suscetíveisl a perda de caminho, resultando em mau sinal e sofrível desempenho de dados.

Além disso, a Samsung também melhorou a qualidade do sinal global, desenvolvendo uma tecnologia de controle que otimiza o módulo de comunicações em menos de 1/3000 segundo, em caso de eventuais mudanças no ambiente de comunicação. A empresa também desenvolveu o primeiro método do mundo que permite que vários dispositivos se conectem simultaneamente a uma rede.

Como no caso do espectro de 2,4 GHz e 5 GHz, a faixa dos 60GHz é um espectro de banda não licenciada de todo o mundo, e sua comercialização está prevista já para o próximo ano. A empresa planeja aplicar esta nova tecnologia para uma ampla gama de produtos, incluindo dispositivos audiovisuais médicos e de telecomunicações. A tecnologia também será fundamental para os desenvolvimentos relevantes para a Samsung Smart Home e outras iniciativas relacionadas com a “internet das coisas”. [OGLOBO]

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Rede I Instagram celebra 4 anos com retrospectiva de imagens marcantes     (06/10/14)

Para comemorar aniversário, rede social preparou lista com alguns dos principais momentos de sua trajetória

Em 6 de outubro de 2010, nascia uma rede social que conquistaria a tela dos usuários de smartphones pelo mundo. Fundado pelo brasileiro Mike Krieger e o norte-americano Kevin Systrom, o Instagram conta com mais de 200 milhões de usuários, que publicam, em média, 60 milhões de imagens por dia.

Para celebrar a data, a plataforma divulgou dez imagens que simbolizam os principais momentos de sua trajetória, desde a concepção até ser adquirida pelo Facebook. Veja:


1- A Primeira
Publicada em 16 de julho de 2010, mesmo antes de seu lançamento oficial, a primeira foto do Instagram foi postada por um de seus fundadores, Kevin Systrom, em Baixa Califórnia, no México.

 

2- O ícone
Os fundadores do Instagram, Kevin Systrom e Mike Krieger construíram o primeiro protótipo do Instagram ao longo de seis semanas. Como eram apenas os dois, eles se envolviam em todos os aspectos do produto, incluindo o logo.

 

3- Ambiente de trabalho:
No começo da empresa, Kevin e Mike trabalhavam em um escritório colaborativo em um píer em Embarcadero, São Francisco.

 

4- Decolagem:
O Instagram foi lançado ao público há exatos 4 anos, em 6 de outubro de 2010, e ao final do dia chegou ao primeiro lugar na App Store da Apple. Ja na primeira quinzena de dezembro, o Instagram chegou a 1 milhão de pessoas.

 

5- A recompensa
“Você sabe quem fez o meu dia? Este cara. Primeira vez que vejo uma pessoa desconhecida usando o aplicativo em público”, @kevin, em 4 de outubro de 2010

 

6- Nosso lugar:
Em novembro daquele ano o Instagram se mudou para um pequeno escritório em South Park Street, no bairro de SOMA (South of Market) em São Francisco. Enquanto na entrada havia bastante luz, o espaço de trabalho não tinha janelas.

 

7- Pequeno e desajeitado:
Em março de 2012, mais de 25 milhões de pessoas já haviam baixado o Instagram. Com o time crescendo, o escritório mudou para o outro lado da rua em um espaço maior (desta vez com janelas). Com um pequeno time e a comunidade crescendo, não havia muito tempo para comprar móveis, então o almoço geralmente era no chão.

 

8- Bem-vindo, Android:
No início de Abril de 2012 o Instagram chegou ao Android, abrindo a comunidade para dezenas de milhões de pessoas ao redor do mundo.

 

9- Juntando-se ao Facebook:
Menos de uma semana depois do lançamento do Instagram para Android, em 9 de abril de 2012, o Instagram juntou-se ao Facebook. A foto foi tirada no dia do anúncio, durante a visita ao campus do Facebook. Cinco meses depois, o Instagram se mudou para lá. Neste ponto, a comunidade já passava de 50 milhões de Instagrammers e o time tinha 16 pessoas.

 

10- Sempre melhorando:
Um pequeno, ainda que em expansão, time continuou a desenvolver e melhorar o Instagram. Em maio de 2013, o Instagram lançou o Photos of You, seguido pelo lançamento de vídeos em junho e o Direct em dezembro.

 

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Rede I Artsper: um site para reunir galerias de arte em um só lugar    (29/09/14)

Manoela Borghi

Eles ainda não chegaram aos 30, mas já estão movimentando a cena artística francesa. François-Xavier Trancart (24) e Hugo Mulliez (26) vieram de Lille, e criaram juntos o Artsper, site que reúne galerias de arte contemporânea na internet. O objetivo do site é facilitar o acesso do público às galerias e artistas. 

Como a maioria das galerias de pequeno e médio porte são pouco presentes no universo digital, a dupla viu como oportunidade de mercado a visibilidade oferecida pelo site. A receita deu certo e ao fim do primeiro ano eles comemoram 60000 visitantes mensais, mais de 4000 obras de arte à venda e 250 galerias parceiras. 

Recentemente a empresa recebeu um investimento de 300 mil euros, que vão permitir acelerar o desenvolvimento da marca e a inserção no mercado internacional como uma importante ferramenta para a arte. 

Para os colecionadores ou amantes da arte, é possível encontrar obras a partir de 30 euros. Para saber mais novidades sobre o mundo das artes e sobre uma das start-ups mais promissoras do momento, visite o Facebook deles.

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Rede I Nova rede social Ello quer ser o anti-Facebook    (27/09/14)

“Sua rede social é propriedade de anunciantes”. Assim começa o manifesto de inauguração de uma nova rede social, a Ello. Seu objetivo, em suma, é ser o anti-Facebook – posição já pleiteada por outros projetos antes.

Por enquanto, a Ello opera em beta. Durante esse período de testes, apenas usuários convidados poderão navegar e fazer amigos por lá. No site, é possível pedir um convite para usá-lo.

O objetivo da Ello é sobreviver sem a necessidade de anúncios no site. O modo de negócio do Facebook é usar posts, fotos e compartilhamentos de seus usuários para que seja possível vender espaço bem direcionado a anunciantes.

A nova rede social condena esse negócio. “Nós acreditamos que uma rede social pode ser ferramenta para dar poder. Não uma ferramenta para enganar, coagir e manipular”, diz o manifesto.

O discurso fortemente ideológico da Ello parece ter conquistado muita gente na internet. Ontem, quinta-feira, a rede congelou a abertura de novas contas para convidados. Em um comunicado, eles afirmaram que a rede viralizou e para não ter problemas no serviço, não aceitariam novos usuários por ora.

No Twitter, a jornalista Reyhan Harmanci, da Fast Company, publicou que, de acordo com os fundadores da rede, eles vinham recebendo 34 mil novos pedidos de perfil por hora.
O que a Ello não especifica em seu manifesto é como pretende continuar a operação quando for necessário aumentar o número de funcionário do serviço ou pagar por melhores servidores. O Facebook cria produtos e faz sua manutenção para um total de 1,3 bilhão de usuários e isso demanda bastante dinheiro.

O congelamento de novos convites que aconteceu ontem é a primeira evidência de que sem investimentos ou captação de recursos (no caso do Facebook, de anunciantes) é difícil manter a operação funcionando.

O funcionamento da Ello não é muito diferente das redes sociais atuais. Ela vem com um design bem minimalista e com poucos elementos na tela. É possível dividir as pessoas adicionadas em uma categoria mais próxima, de amigos, ou entre pessoas que você deseja acompanhar as publicações.

A rede não é a primeira a tentar antagonizar com Mark Zuckerberg e o Facebook. Um exemplo foi o Diaspora. A rede foi fundada por amigos em 2010 e captou 200 mil dólares no Kickstarter. Em 2012, a rede havia definhado, de acordo com o New York Times.

Outra, a Path, tinha como ponto divergente do Facebook outra questão: a quantidade de amigos. Nela haveria um limite de 150 contatos. Fundada em 2010, a rede passou por três rodadas de investimento e captou 57,5 milhões de dólares, mas até hoje não desencantou.

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Rede I Facebook domina mapa-múndi das redes sociais    (05/09/14)

Site de Mark Zuckerberg só não domina cenário na Rússia, na China, no Cazaquistão e no Irã

Por Bruno Capelas

Facebook ‘pinta de azul’ o mapa-múndi das redes sociais. FOTO: Reprodução

SÃO PAULO – Em todo mês de junho e de dezembro, o especialista em redes sociais Vincenzo Cosenza atualiza seu “mapa múndi de redes sociais”, mostrando quais são as redes sociais mais utilizadas em cada país. Longe de alguma surpresa, o Facebook domina o mapa com seu azul característico, mas mesmo com dez anos a rede ainda cresce em popularidade no mundo.

No último levantamento de Cosenza, sobre o mês de dezembro de 2013, a rede social era líder em 128 dos 137 países pesquisados. Agora, são 130, com a adesão de Letônia e Moldova ao bloco ‘facebookiano’. Entretanto, a rede social permanece longe de liderar alguns dos países mais importantes da Terra: na China, a prevalência ainda é do QZone, enquanto na Rússia quem domina é o VKontakte, conhecido popularmente como VK. Cazaquistão e Irã também aparecem fora do domínio de Zuckerberg.

Cosenza faz a pesquisa desde junho de 2009 – quando o Orkut ainda dominava o Brasil e 17 redes sociais diferentes eram as mais populares nos países ao redor do globo. Hoje, são apenas cinco, como você pode ver no mapa abaixo.

FOTO: Reprodução

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Rede I Falha no iCloud é principal suspeita em vazamento de fotos nuas de celebridades     (01/09/14)

Por: Felipe Ventura 

Neste domingo, usuários anônimos no 4chan vazaram diversas fotos de celebridades nuas – a atriz Jennifer Lawrence, a modelo Kate Upton, a cantora Avril Lavigne e muitas outras. No Reddit, usuários dizem que o vazamento ocorreu devido a uma falha no iCloud, e fortes indícios apontam para isso.

Uma falha permitia “chutar” a senha de uma Apple ID repetidas vezes até acertar – é o clássico ataque por força bruta. A empresa HackApp, que possui uma ferramenta para segurança de apps móveis, criou o script chamado ibrute que permite aproveitar esta falha.

Ele foi divulgado um dia antes do vazamento das fotos. Vinicius Camacho Pinto, conhecido como K-max, diz que testou o script com sucesso.

A falha não estaria no iCloud em si, e na verdade em uma API utilizada pelo recurso Buscar Meu iPhone: ela não impede o acesso após três tentativas de login, como deveria acontecer.

Se confirmada, esta não seria a primeira falha grave do Buscar Meu iPhone: este ano, hackers usaram o recurso para “sequestrar” dispositivos iOS na Austrália e na Rússia.

A única forma de impedir que alguém acesse sua conta do iCloud após descobrir a senha é ativando a autenticação por dois fatores: com ela, você precisa inserir um código – recebido via SMS – para autorizar o acesso. Mas suspeitamos que a maioria dos usuários não utilize o recurso.

No entanto, há sinais de que hackers estavam acumulando as fotos vazadas há tempos. O Deadspin recebeu uma dica sobre isso há semanas, com os nomes que vazaram ontem, mas sem as imagens. E o Gawker suspeita que os envolvidos sejam usuários do site AnonIB, formado por ex-usuários do 4chan: o site é dedicado a fotos de não-celebridades nuas, mas um grupo de usuários teria obtido há uma semana as fotos que vazaram neste domingo. Um dos usuários diz que estava “rasgando iClouds”, em referência ao serviço na nuvem da Apple.

No Twitter, a Hackapp diz que a Apple corrigiu o problema, mas apenas em alguns países. Infelizmente, o estrago está feito: as atrizes Jennifer Lawrence e Mary Elizabeth Winstead já confirmaram que suas fotos vazadas são reais.

No total, 101 celebridades teriam sido hackeadas, mas não se sabe quantos dos vazamentos são autênticos: Ariana Grande e Victoria Justice dizem que suas fotos vazadas são falsas – uma delas realmente parece feita no Photoshop.

Usuários no 4chan e Twitter estão pedindo por dinheiro via PayPal e bitcoins para publicar mais fotos e vídeos das celebridades nuas. Mas os sites estão reagindo para remover o conteúdo: o Imgur está deletando as fotos vazadas o mais rápido possível, enquanto o Twitter está suspendendo contas que publicarem as imagens.

Um porta-voz da Jennifer Lawrence diz que “as autoridades foram contatadas e vão processar qualquer pessoa que publicar as fotos roubadas” da atriz. Em 2012, um homem de 35 anos foi condenado a dez anos de prisão por vazar fotos nuas de Scarlett Johansson que estavam no BlackBerry dela.

A Apple ainda não comentou o caso. [Vinícius K-max, Engadget, Gawker]

Foto por Eric Charbonneau/Invision for Twentieth Century Fox/AP Images

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Rede I  Irmãs Kardashian são criticadas por usar celular durante homenagem a adolescente morto    (25/08/14)

Público criticou postura de Kim Kardashian, Kendall e Kylie Jenner no Twitter

RIO — Kim Kardashian e duas de suas irmãs, Kendall e Kylie Jenner, foram  altamente criticadas nas redes sociais por seus modos no VMA, prêmio de música  da MTV realizado no último domingo. As três foram vistas trocando mensagens de  texto durante o momento em que o evento promovia uma homenagem a Michael Brown, adolescente negro que foi morto por um policial em Ferguson, no Missouri. A morte de Brown gerou uma série de protestos contra a violência policial e o racismo ao redor dos EUA.

"As irmãs Kardashian tiveram que procurar o que é Ferguson no Google",  ironizou um telespectador no Twitter.

"Eu pagaria um dinheiro sério para ver as Kardashians apontarem Ferguson num  mapa", reclamou outro.

A homenagem incluiu uma citação do autor americano James Baldwin, que dizia  que "nem tudo que possa ser encarado pode ser mudado, mas nada pode ser mudado  até ser encarado".

Em entrevista ao Hollywood Reporter, o presidente da MTV, Stephen Friedman,  disse que o objetivo da emissora era "chamar atenção da audiência para  confrontar primeiramente a nossa própria parcialidade, para que em seguida  possamos mudar".

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Rede I  Pixie Curtis faz sucesso no Instagram com apenas 2 anos     (15/08/14)

Karen Carneti

Uma menina de apenas 2 anos está fazendo sucesso no Instagram por conta de seu status social. Ela é filha de uma socialite e empresária chamada Roxy Jacenko, famosa na Austrália.

A pequena Pixie Rose Curtis (@pixiecurtis) já possui mais de 67 mil seguidores no Instagram. O motivo do sucesso? O que chamamos de “ostentação”. Em suas fotos, a mãe da menina mostra o dia a dia da criança, sempre cercada de luxo.

Entre as imagens, podemos ver fotos dela viajando de avião na primeira classe, com sacolas de marcas de luxo de moda, passeando de helicóptero ou de férias na Europa, para citar apenas alguns exemplos. Ela possui até sua própria linha de laços para cabelo

Sua mãe cobra 200 dólares das marcas que querem aparecer no Instagram de sua filha. Segundo Roxy, o dinheiro recebido está sendo guardado em uma poupança para a garota.

Veja abaixo algumas fotos do Instagram de Pixie:

Pixie

Pixie

Pixie

Pixie

Pixie

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Rede I Twitter promete fechar o cerco a trolls após incidente com filha de Robin Williams    (14/08/14)

Por: Felipe Ventura

A última segunda-feira (11) começou com uma notícia muito triste: o ator Robin Williams cometeu suicídio. Ele vinha sofrendo com depressão, e a causa da morte foi confirmada: “asfixia por enforcamento”.

Como se isso não bastasse, trolls resolveram atacar Zelda Williams (foto acima) depois que ela publicou uma carta de adeus ao pai em seu blog. Ela decidiu abandonar as redes sociais, e o Twitter prometeu combater os trolls mais de perto.

Vários usuários do Twitter postaram replies para Zelda culpando-a pela morte do pai, e enviaram fotos de Robin Williams alteradas no Photoshop com hematomas ao redor do pescoço. As contas responsáveis pelo bullying foram deletadas.

Por causa deste incidente, o Twitter disse que atualizará suas políticas:

Nós não vamos tolerar abusos dessa natureza no Twitter. Suspendemos um certo número de contas relacionadas a este assunto por violar nossas regras, e estamos avaliando como podemos melhorar ainda mais as nossas políticas para lidar melhor com situações trágicas como esta. Isso inclui expandir nossas políticas relativas à automutilação e a informações privadas, e melhorar o apoio aos familiares de usuários falecidos.

É um começo! Infelizmente, não adianta só bloquear o usuário, porque ele cria uma nova conta, e mais outra, e mais outra. A usuária Imani Gandy é perturbada pelo mesmo troll há tempos, e diz: “já bloqueei pelo menos mil contas dele nos últimos dois anos”.

Os trolls do Twitter são implacáveis: no ano passado, diversos usuários criticaram uma mulher por querer colocar a imagem de Jane Austen em cédulas britânicas. Ela disse que recebia pelo menos uma ameaça de estupro por minuto. Depois disso, a rede social ganhou o botão “Denunciar Abuso”, mas ele ainda não resolve.

O que fazer contra os trolls? Já existem algumas opções: com o Block Together, você pode ver quais usuários já bloqueou, e compartilhar essa lista com amigos. Mas isso poderia ir além: como sugere o desenvolvedor Danilo Campos, o Twitter poderia bloquear replies de pessoas com menos de 10 seguidores, ou que criaram contas há menos de 30 dias – isso inibe trolls de criarem novas contas para importunar alguém.

Afinal de contas, ninguém deveria ser obrigado a parar de usar um serviço por causa dos trolls. Eles é que precisam ser combatidos, não nós! Enquanto isso, Zelda Williams diz que vai ficar longe do Twitter e Instagram por um tempo:

[Washington Post e Jezebel]

Foto por Katy Winn/AP Images

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Rede social Pinterest apresenta serviço de mensagens aos usuários    (11/08/14)

                 

A rede social Pinterest, até então restrita apenas ao compartilhamento de imagens, anunciou nesta quinta-feira o lançamento de um novo serviço, o de mensagem, que poderá ser compartilhada por escrito com uma pessoa ou com um grupo de até dez usuários.

Segundo a Pinterest, uma plataforma de imagens elaborada para ajudar a planejar e organizar melhor diversos tipos de projetos, como jantares, viagens ou a reforma do apartamento, esse novo serviço aumentará as possibilidades dos usuários de compartilhar descobertas ou novas ideias com outras pessoas.

Em nota, a rede social recordou o lançamento da opção que possibilita a troca de "pins" (imagens) entre usuários com afinidades similares, introduzida no ano passado e que rapidamente tornou-se muito popular.

De fato, de acordo com os dados da Pinterest, mais de 2 milhões de "pins" são enviados diariamente através desta plataforma, que traz mais de 30 bilhões de "pins" organizados em mais de 750 milhões tabuleiros.

O novo serviço de mensagens funcionará de maneira similar à troca de "pin": após abrir a notificação de comunicação, o usuário pode responder e estabelecer uma conversa, que ficará armazenada na seção dos alertas e junto às notificações.

Neste aspecto, a principal diferença desta iniciativa com outras plataformas de mensagem na Internet é que as conversas se estruturam e se desenvolvem em torno de um "pin" especifico, com objetivo de ajudar os usuários a planejarem algo específico: desde uma reunião de trabalho até um jantar de casal.

Na atualidade, o Pinterest aparece como uma das principais redes sociais do mundo e, segundo os dados do serviço de marketing digital Experian, aparece como a terceira maior nos Estados Unidos, ficando atrás apenas do Facebook e Twitter.

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Rede I Facebook acaba com ‘troca de likes’ para visualização de conteúdo    (08/08/14)

Empresa muda política de plataforma para evitar 'se curtiu, compartilha' e dar destaque a notícias

Por Bruno Capelas

Empresa quer acabar com cultura do “se curtiu, compartilha”. FOTO: Reprodução

SÃO PAULO – Na última quinta-feira, 7, o Facebook atualizou suas políticas de utilização para empresas, apps e sites que se integram à rede social.

A maioria das mudanças não traz grandes diferenças para o que já vinha sendo feito, mas uma novidade é bastante interessante: a partir de agora, os serviços integrados ao Facebook não poderão incentivar os usuários a curtir a página do aplicativo ou forçar que eles deem like na fanpage para ter acesso a algum tipo de conteúdo, como um vídeo ou uma notícia inteira.

De acordo com o texto, é permitido incentivar a pessoa a fazer login no aplicativo ou check-in em um local, mas nada além disso. A partir de 5 de novembro de 2014, ações como “compartilhe o link para ver o vídeo completo ou curta a página para ler o texto inteiro” não serão mais permitidas. A rede social postou ainda um guia de bom uso de suas práticas.

A mudança faz parte do esforço contínuo do Facebook de se tornar uma plataforma para bom conteúdo – há algum tempo, a rede anunciou que faria com que seu algoritmo privilegiasse notícias no lugar de memes. Entretanto, muitos usuários dizem não notar a diferença. Além disso, a rede tem evitado que páginas cresçam “mendigando” likes.

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Rede I Wikimedia alega que “selfies” de macaco são de domínio público    (07/08/14)

Um fotógrafo inglês chamado David Slater está brigando na justiça com a Wikimedia, que controla a Wikipedia, exigindo direitos autorais de algumas “selfies” de macacos publicadas na enciclopédia virtual.

A Wikimedia diz que o público, não o fotojornalista, mantém os direitos sobre as fotos. Isso porque a macaca nigra roubou a câmera de Slater durante uma sessão de 2011 na Indonésia e tirou milhares de fotos, incluindo algumas selfies e outras em questão.

"Recebemos um pedido de retirada do fotógrafo, alegando que possuía os direitos autorais das fotografias. Nós não concordamos. Então, negamos o pedido”, disse a Wikimedia nesta quarta-feira (6) em seu relatório de transparência.

A foto, que viralizou em 2011, está na Wikipédia sob a licença Commons, e Slater alega que isso está lhe custando royalties. De acordo com o Ars Technica, ele disse que a imagem não deve ser de domínio público. "Eles não têm o direito de dizer que é de domínio público. Um macaco apertou o botão, mas eu fiz todo o resto", disse ele.

A Wikimedia, no entanto, rebateu dizendo que "para exigir direitos autorais, o fotógrafo teria de fazer contribuições substanciais para a imagem final, e, mesmo assim, só teria direitos autorais por essas alterações, não pela imagem subjacente. Isto significa que não há alguém a quem conceder os direitos autorais, então a imagem cai no domínio público".

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Rede I Fotos do Google+ serão independentes, diz site "Bloomberg"    (02/08/14)

Segundo Bloomberg, Google planeja tornar as fotos de sua rede social um recurso independente

Karen Carneti, de

Almofadas do Google : serviço de fotos ficaria mais acessível às pessoas que não utilizam a rede social

São Paulo - Depois de tonar o Hangouts um serviço quase autônomo, sem a necessidade de criação de conta no Google+, o Google agora planeja tornar as fotos de sua rede social um recurso independente, de acordo com o Bloomberg.

Segundo o site, a decisão tornaria o serviço de fotos mais independente e acessível às pessoas que não utilizam a rede social.

O chamado Google + Photos ainda funcionará vinculado ao Google+ mas provavelmente investirá em novas estratégias para a marca, de acordo com fontes anônimas com conhecimento do caso.

“Aqui em nossa câmara escura, estamos sempre desenvolvendo novas maneiras para as pessoas tirarem, compartilharem e dizerem 'X'”, disse o Google em um comunicado enviado por e-mail ao Bloomberg, sem comentar especificamente sobre planos de dar independência ao serviço de fotografia.

Apesar de nada ter sido confirmado ainda, a iniciativa poderia ajudar o Google com seus concorrentes, assim como fez o Facebook ao deixar o Instagram independente da rede social de Mark Zuckerberg, disse o site.

Em outubro do ano passado, quando apresentou novos recursos para o Google+ Photos, a empresa disse que não estava “fazendo nada mais do que revolucionar o campo da fotografia”.

O Google+ Photos permite armazenar e compartilhar fotos que podem ser acessadas de qualquer local com acesso à Internet. Ele também faz backup automático das imagens e oferece ferramentas para melhorias ou efeitos.

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Rede I Twitter compra a Madbits, empresa de inteligência artificial   (30/07/14)

Tecnologia da Madbits pode ser usada pelo Twitter para buscas de imagens ou o uso comercial da análise de imagens postadas por usuários

Por Camilo Rocha

SÃO PAULO – Na mesma semana em que apresentou resultados robustos, veio a público que o Twitter comprou a Madbits, empresa de “deep learning” (“aprendizagem profunda”), área que está na vanguarda da inteligência artificial.

O “deep learning” tem como objetivo fazer sistemas computacionais aprenderem a partir de algoritmos não-lineares, extraindo “conclusões” de diferentes camadas de representação de dados. Por exemplo, um sistema pode identificar uma imagem como sendo de um cachorro apenas a partir de componentes visuais, sem precisar de tags, nomes ou informações escritas.

Ou, como explica o comunicado no site da Madbits que fala da compra: “construímos tecnologia de inteligência visual que entende, organiza e extrai de modo automático informações relevantes de mídia bruta. Entender o conteúdo de uma imagem, com ou sem tags, é um desafio complexo”.

O uso de imagens é cada vez mais presente no Twitter, que rotineiramente introduz novos recursos para esse tipo de conteúdo. Em março, por exemplo, a rede social introduziu duas novas funções em sua versão para celular: a possibilidade do usuário “taguear” pessoas presentes em uma foto (como já pode ser feito no Facebook) e a capacidade de incorporar até quatro fotos em um tweet.

A tecnologia da Madbits pode servir para o Twitter em uma porção de casos. Pode ajudar os usuários a fazer buscas a partir de imagens ou ser usada para analisar imagens postadas para extrair informações depois usadas comercialmente.

Especialistas e empresas de inteligência artificial têm estado na lista de compras de várias companhias de tecnologia nos últimos meses.

- No início do ano, a startup Visual Graph, que desenvolve recursos de reconhecimento visual, foi vendida para o Pinterest,

- No fim do ano passado, o Facebook contratou o especialista em “deep learning” Yann Lecun para seu laboratório de inteligência artificial.

- Em março de 2013, o Google adquiriu a DNNresearch, com foco na área de “deep learning”;

- Entre agosto e dezembro de 2013, o Yahoo comprou as companhias IQ Engines, LookFlow e SkyPhrase. As duas primeiras são especializadas em reconhecimento de imagens e a terceira lida com busca de dados através da linguagem natural;

- O Dropbox adquiriu em setembro de 2012 a Anchovi Labs, responsável por um software de reconhecimento de objetos.

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Rede I Game Of Thrones: veja como foi a repercussão da quarta temporada nas redes sociais    (19/06/14)

Conteúdo de Brasil Post

Golpes de espada, spoilers, cabeças esmagadas e muitos, mas muitos posts sobre Game Of Thrones nas redes sociais. Com o final da quarta temporada do seriado da HBO, é hora de contabilizar os números em torno da produção. Além do novo recorde de audiência na televisão, em se tratando das redes sociais os números em torno da série são ainda mais surpreendentes.

Em um processo que monitorou a repercussão de cada um dos dez capítulos da recente temporada no Facebook, Twitter e Instagram, a agência R18 desenvolveu um curioso infográfico. Trata-se de um agregado de informações com o número de postagens sobre a série, quais estados brasileiros mais discutiram o tema, além de informações sobre qual é o personagem mais citado da série durante a temporada.

Abaixo você acompanha o material na íntegra:

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Rede I Governo dos EUA inicia programa piloto de identificação universal na internet    (06/05/14)

Por: Daniel Junqueira

O governo dos EUA começará a testar nos próximos dias uma identificação online universal para seus cidadãos. A ideia é que eles consigam entrar em diversos sites com o mesmo login, mas isso obviamente traz algumas preocupações em relação à privacidade.

Afinal, estamos falando do governo dos EUA – responsável pela NSA, apaixonada por vigilância e por bisbilhotar o que as pessoas fazem. Quem não é muito fã do trabalho da NSA certamente vai se incomodar com a ideia de usar uma identificação universal em diversos serviços da web – fica muito mais fácil encontrarem você pela rede.

A iniciativa é chamada National Strategy for Trusted Identities (NSTIC), e o plano surgiu em 2011 como uma forma de evitar fraudes pela internet e facilitar o acesso a sites de agências governamentais.

Inicialmente, alguns cidadãos dos estados da Pensilvânia e Michigan poderão usar essa nova identificação para acessar alguns serviços ligados ao governo. Essa fase de teste verificará se a ideia é realmente viável – se for, os planos do governo norte-americano são de que a identificação universal seja expandida e usada em diversos serviços pela internet.

Mas é claro, trata-se de um projeto piloto e ainda sofrerá muita resistência. Não apenas pela questão da vigilância da NSA – também não é exatamente uma boa ideia usar o mesmo login para, digamos, o Facebook e a sua conta bancária. [Engadget]

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Rede I Google deve reduzir integração de seus produtos ao Google+ após saída de Vic Gundotra    (25/04/14)

Por: Felipe Ventura

Ontem, Vic Gundotra anunciou que deixaria o Google após quase oito anos na empresa. Sua saída é imediata. Seu principal projeto era o Google+, combinação de rede social e ferramenta de identificação. Mas, de acordo com diversas fontes, o aspecto social deve ser reduzido daqui para a frente.

Fontes dizem ao TechCrunch que a equipe do Hangouts sairá da divisão Google+, e fará parte da divisão Android; o mesmo deve acontecer com a equipe de Fotos. A rede social tem uma ferramenta de backup automático para fotos e vídeos, mais ferramentas de edição.

É o mesmo que consta no Financial Times:

Uma pessoa familiarizada com o Google diz que a empresa planeja reorientar, em breve, os seus esforços de mídia social. O Hangouts receberá maior destaque, junto às fotos, enquanto a marca Google+ pode ficar em segundo plano, disse a fonte.

Isso não significa o fim do Google+ como rede social. O Google afirma em comunicado:

A saída de Vic Gundotra não tem impacto sobre a nossa estratégia do Google+ – nós temos uma equipe incrivelmente talentosa que continuará a criar ótimas experiências de usuário entre Google+, Hangouts e Fotos.

Mas a integração do Google+ com outros serviços deve ser reduzida. Segundo o TechCrunch, “um estímulo para isso foi que a integração do YouTube ao Google+ não deu muito certo”, mesmo na opinião de quem trabalha na empresa. Aparentemente, havia tensões entre Gundotra e outros devido a essa amarração forçada do Google+ a outros produtos.

E segundo o Wall Street Journal, a saída de Gundotra “vem logo depois de uma reorganização da divisão Google+, que incluiu a saída de vários gerentes de produto”.

O TechCrunch diz algo semelhante:

Fontes nos dizem que o Google ainda não decidiu o que fazer com as equipes que não vão para o Android, e que o Google+ não está “oficialmente” morto – é mais um morto-vivo: “quando você demite o chefe e tira todos os recursos, essa é a situação”.

Larry Page afirma que a gigante das buscas continuará investindo no Google+, e fontes dizem ao Recode que o engenheiro David Besbris substituirá Gundotra. Ele está no Google desde 2008.

Gundotra trabalhou inicialmente na equipe mobile, apostando em produtos como navegação curva-a-curva no Android; criou o evento I/O para desenvolvedores; e lançou o Google+ em 2011.

De acordo com a empresa, a rede social tinha 300 milhões de usuários ativos por mês em outubro, e 540 milhões se forem contados os produtos “socialmente reforçados” do Google. Nisso entram os usuários que não acessam o feed do Google+, mas clicam no botão de notificação do Gmail ou comentam na Play Store, por exemplo. (A integração aos comentários do YouTube só ocorreu em novembro.)

O Google+ nunca foi inteiramente uma rede social para concorrer com Facebook ou Twitter: ele era uma camada adicional para unificar os produtos do Google, e assim identificar você melhor – a fim de vender anúncios personalizados, que valem mais dinheiro. Segundo os rumores, parece que o Google se lembrou disso: o aspecto de rede social deve, aos poucos, perder espaço. [TechCrunch, FT, WSJ via Marketing Land; Recode]

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Rede I Marcas investem em monitoramento de usuários no Instagram     (16/04/14)

Rede social já conta com serviços de analytics para fornecer informações sobre usuários às marcas que querem anunciar na plataforma

A empresa Union Metrics, responsável pela ferramenta de análise TweetReach, do Twitter, agregou ao Instagram um serviço similar nesta quarta-feira, 16. O maior benefício que a empresa passa a oferecer aos seus clientes é a possibilidade de fornecer informações detalhadas sobre os seguidores que interagem com as postagens. Ou seja, as marcas poderão identificar quem são seus maiores fãs e, assim, planejar e executar sua estratégia na rede social.

A Union Metrics não é pioneira nesse segmento. É apenas mais uma entre as diversas ferramentas capazes de monitorar o Instagram, como Curalate, Simply Measured e Nitrogram. A empresa ressalta, porém, que analisa apenas as informações públicas dos usuários em relação às marcas, e não os dados pessoais.

Esse grande interesse em métricas do site é mais uma prova da importância de social data para o mercado. As plataformas são capazes de oferecer milhões de usuários em troca de outros milhões gastos em publicidade. Anunciar nas redes sociais tem se tornado cada vez mais caro e, por isso, encontrar a audiência certa é a solução.

A publicidade ainda é muito recente no Instagram e poucas empresas tiveram a oportunidade de testar o serviço de anúncios. Em entrevista ao Mashable, Hayes Davis, CEO da Union Metrics, reforçou a importância de utilizar a ferramenta de analytics para monitorar o alcance orgânico ou posts não pagos antes de investir em uma plataforma que ainda não é familiar. [Proxxima]

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Rede I Novo visual do Twitter com elementos do Facebook estreia hoje, com novos poderes nos perfis   (08/04/14)

Por: Brian Barrett

O Twitter começou este ano a testar um redesign com elementos do Facebook e Google+. Agora, ele ganhou algumas funções novas – e será distribuído para todos os usuários. Bem-vindo ao Facewitter, ou Twitbook. É bacana!

O redesign não é tão drástico quanto o que circulou em fevereiro, mas ainda é uma mudança bem gritante. Isto é, a menos que você seja um usuário do Facebook. O layout tem a mesma imagem de perfil em cima de um banner, familiar para qualquer pessoa que tenha visitado uma timeline recentemente.

E assim como no Facebook, os usuários do Twitter terão controles para ajustar o que aparece no perfil. Você poderá “fixar” no topo seu tweet favorito ou mais representativo – veja um exemplo acima, no perfil de Michelle Obama

Também há uma parte automatizada: seus “melhores tweets” – ou seja, que “receberam um engajamento maior” – vão ocupar mais espaço na linha do tempo. O tamanho varia de acordo com o usuário, já que seu melhor tweet provavelmente recebeu menos RTs e favs que o pior tweet da Katy Perry. Eis um exemplo, cortesia do Weezer:

twitter perfil weezer

Por fim, você pode decidir qual conteúdo mostrar por padrão: tweets sem respostas; tweets e respostas; ou tweets com fotos/vídeos. Mesmo com esta série de mudanças, o novo perfil ainda consegue se manter relativamente clean.

Mas não há dúvida que o Twitter continua a avançar em território do Facebook, tanto na forma como em função. O novo design e controle de tweets, combinado à nova função de marcar pessoas em fotos, mostram que o Twitter quer se transformar no concorrente, em vez de fornecer uma alternativa real. Se quiséssemos o Facebook, estaríamos no Facebook, não?

Bem, a prioridade do Twitter é atrair novos usuários. Você já está viciado! Para iniciantes, porém, o design familiar semelhante ao Facebook pode ser mais agradável; a capacidade de fixar tweets dá uma sensação de controle em um fluxo quase impossível de navegar; e os “melhores tweets” indicam para o usuário que seus tweets são importantes. No fim, o redesign é para o Twitter, não exatamente para você. Mas, uma hora ou outra, você se acostuma.

As novas mudanças no perfil começam hoje para alguns usuários, e chegarão a todos ao longo das próximas semanas – então tenha calma se o redesign ainda não chegou por aí. [Twitter Blog]

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Rede I Por que o Facebook abandonou um ótimo redesign para o feed de notícias   (31/03/14)

Por: Felipe Ventura

Há um ano, o Facebook mostrava a maior mudança já feita no Feed de Notícias. Ele ficou moderno e deixou de lado aquela cara de 2006. No entanto, o novo design foi testado apenas entre alguns usuários, e enfim abandonado este mês. Por quê? O Facebook culpa os monitores pequenos dos usuários.

Até então, vários relatos diziam que o problema era o engajamento: no novo design, mesmo que tudo fosse agradável, os usuários não passavam mais tempo dentro do Facebook. O empresário Dustin Curtis alega que isto fez a rede social ganhar menos em propagandas, e por isso foi abandonado:

De acordo com várias pessoas com quem falei, o Facebook descobriu durante os testes que usuários no novo feed de notícias tendiam a passar menos tempo no site… Depois que a equipe de dados do Facebook investigou o problema, eles descobriram que o novo News Feed estava funcionando bem demais. Ele estava funcionando tão bem, do ponto de vista de design, que os usuários já não sentiam tanto a necessidade de navegar por áreas fora do Feed de notícias, e por isso passavam menos tempo no site. Infelizmente, essa mudança de comportamento levou a menos visualizações de anúncios, o que levou, em última instância, a uma receita menor.

Mas Julie Zhuo, designer de produto no Facebook, diz que ele está errado: ela explica no Medium que a culpa é de monitores antigos, pequenos e de baixa resolução. Neles, seria mais difícil usar o Facebook, já que o redesign apostava em imagens e elementos grandes.

Acontece que eu tenho – e talvez você tenha – monitores nítidos e impressionantes de alta resolução com 27 polegadas, mas este não é o caso para muitas pessoas no mundo. Monitores pequenos e com resolução baixa são mais comuns ao redor do mundo do que monitores de alta resolução da Apple ou da Dell. E o design antigo que testamos não funcionou muito bem em um netbook de 10 polegadas. Uma única história podia até não caber na janela.

Além disso, muitas pessoas acessam o Facebook todos os dias apenas através de seus PCs – nada de celulares ou tablets. E ainda é comum ver pessoas rolando a página ao clicar e arrastar a barra de rolagem do navegador, porque nem todos têm trackpads ou rodinha no mouse. Se é necessário mais rolagem porque cada história é alta, ou se a navegação requer um movimento maior do mouse, então o site fica mais difícil de usar. Essas pessoas podem não ser early adopters ou usar o mesmo hardware que temos, mas a qualidade de sua experiência importa muito.

Dá para entender isso melhor nas imagens a seguir. O app do Facebook para Windows 8.1 ainda mantém diversos elementos do design descartado. Veja como ele fica em uma tela de 11,6″, comparado ao design atual:

fb app w81 fb novo 2014

Zhou acrescenta que o redesign abandonado, em alguns casos, renderia mais dinheiro de anúncios que o atual, mas o Facebook decidiu que isso não era o melhor para todos. No fim, eles adotaram algo que funcionaria melhor para todos.

Mas o usuário DeeJayQueue tem um bom argumento:

Que tal um dos maiores e mais utilizados sites do mundo aprender a usar técnicas de design que adaptam o conteúdo ao dispositivo de seus usuários, em vez de reduzir tudo ao menor denominador comum?… Eles não podem contratar/ensinar uma equipe de design a criar um site que se adapta ao tamanho da tela?

No post do Medium, Julie Zhou diz que “uma parte enorme dos nossos times de design e engenharia trabalha em mobile”, não na versão para PCs. No fim, o redesign bacana pode ter sido abandonado também com o objetivo de priorizar recursos.

Você testou o design que citamos no post? Se sim, o que achava dele? [Medium via Business Insider]  Gizmodo

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Rede I Como teorias da conspiração e informações falsas se espalham pelas redes sociais     (20/03/14)

Por:

A internet é uma plataforma excelente para disseminar informação, mas isso também tem um lado ruim: ela é excelente para espalhar informações falsas. Não são poucos os casos de boatos espalhados, por exemplo, pelo Facebook, que são considerados verdadeiros, mesmo que não exista fonte confiável alguma falando sobre aquilo.

Um estudo realizado na Northeastern University em Boston (EUA) tentou traçar o caminho dessas informações falsas para saber como elas se espalham.

Os pesquisadores analisaram veículos de notícia conhecidos, páginas políticas (conteúdo partidário criado por pessoas insatisfeitas com a situação sociopolítica) e fontes alternativas de informação (que, pelo estudo, são as páginas que disseminam informações controversas mesmo sem fontes). Eles compararam o comportamento de pessoas que curtem e comentam nesses diferentes tipos de páginas, e como as mesmas pessoas reagem a rumores e notícias falsas espalhados por páginas satíricas.

Enquanto o engajamento em conteúdo postado por sites de notícias tradicionais e ativistas políticos não era muito diferente, os meios alternativos geravam um debate maior. Como explica a Wired:

“Teóricos da conspiração são levados a sites alternativos de notícias, porque acreditam que os veículos tradicionais da mídia são manipulados pelo governo. A consequência é que o desejo de evitar ‘manipulação pela mídia tradicional’ deixa as pessoas ‘mais suscetíveis a informações falsas’”.

Portanto, a busca por informações além do que é publicado nos meios de comunicação tradicionais faz com que muitas pessoas acreditem em informações falsas. E, por serem mais expostos a conteúdo muitas vezes de procedência duvidosa, essas pessoas acabam interagindo mais com essas informações. Como Walter Quattrociocchi, um dos pesquisadores, explicou:

Não estou dizendo que todos os rumores são falsos, mas o problema é como as pessoas selecionam conteúdo para formar sua própria crença. Nós queremos entender como eles interagem com pessoas afiliadas a facções opostas.

O estudo foi feito durante as discussões políticas anteriores às eleições italianas e envolveu 2,3 milhões de pessoas. Você pode conferir a pesquisa completa no link a seguir (em inglês): [arxiv via Wired UK]

Imagem via Shutterstock

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Rede I Após álbum de Beyoncé, Apple pressiona gravadoras para lançamentos exclusivos no iTunes   (13/03/14)

A cantora Beyoncé no final de 2013 lançou seu quinto álbum "surpresa" exclusivamente no iTunes Store quebrando muitas barreiras do mercado fonográfico, que estavam acostumados com aquele arroz com feijão – divulgação em massa entre os fãs, aparições em talk shows, rádios e afins –, a novidade obteve um enorme retorno em vendas digitais para a Apple que agora anda pressionando as gravadoras a seguir o mesmo método usado pela mulher de Jay-Z. As informações são do jornal Los Angeles Times.

A receita da Apple é bem simples, quanto mais artistas lançarem seus discos exclusivamente no iTunes Store, a busca por plataformas de streaming de músicas como Spotfy, Rdio, Beats diminui. O medo da Apple na procura desses sites de streaming é que o público vai ouvir a música antes e não terá interesse em comprar no iTunes.

Esse fator é refletido no balanço de vendas da gigante de Cupertino, os downloads digitais de álbuns caíram cerca de 5,7% de 2012 para 2013 (1,34 bilhões de unidades em 2012 para 1,26 bilhões de unidades em 2013). Por isso, o interesse na exclusividade com os artistas, só Beyoncé vendeu 878 mil álbuns em tempo recorde, sem nenhum tipo de divulgação ou aviso prévio. 

O executivo responsável pelo iTunes Robert Kondrk estaria preocupado com essa queda nas vendas de músicas digitais. Em janeiro, numa reunião entre ele e vários executivos de diversas gravadoras ele foi bem ácido, exigindo que os novos álbuns fossem vendidos no iTunes sem a opção de comprar as faixas em separado e dando preferência à Apple. 

Segundo fontes disseram ao LA Times, a Apple estaria negociando com grandes gravadoras uma janela especial de lançamentos, semelhante ao que alguns estúdios de Hollywood impõem a seus filmes recém-lançados em determinados cinemas, tornando assim a empresa como uma porta de entrada exclusiva aos artistas. 

Parece que toda a conversa está surgindo efeito, pois o novo álbum do rapper Kid Cudi, “Satellite Flight”, lançado na semana passada, foi exclusivo em lojas digitais, tendo o iTunes como a principal vitrine. Ele estreou em 4º lugar na parada de álbuns da Billboard, vendendo 87 mil unidades.

Moral da história, a gigante da maça não quer correr o risco de ser abocanhada por serviços de streaming, ela quer ficar ainda mais competitiva no cenário de venda de músicas digitais. Por ora, fique com clipe de "Partition", do álbum "Beyoncé", o mais vendido no iTunes (até o momento). [André Fernandes]

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Rede I Esta é a sala onde nasceu a internet    (06/03/14)

Por: Alissa Walker

Mesmo que a internet seja algo tão onipresente hoje em dia, não é fácil encontrar o 3420 Boelter Hall, local onde tudo começou. Trata-se de uma pequena sala no porão de um grande edifício no campus da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA).

Nesse local pouco auspicioso, surgiu a rede que permite a você ler esta história onde e quando quiser. Embora a internet em si tenha muitos autores, este é amplamente considerado como o seu local de nascimento. A sala, com pintura verde-limão e chão de linóleo riscado, é o lugar onde foi instalado o primeiro nó da ARPANET; onde foi estabelecido o protocolo de comunicação; e onde foi enviada a primeira mensagem através da rede, para outro nó na Universidade Stanford.

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“Quantas revoluções você imagina quando vê – a poucos metros! – onde ela começou? Esta máquina é onde a internet ganhou vida, e onde falou suas primeiras palavras”, diz Leonard Kleinrock, cientista da computação que dá nome ao Centro Kleinrock para Estudos da Internet. Atualmente, o centro mantém vários projetos de pesquisa, e conserva este ambiente em toda a sua glória dos anos 60 – é Mad Men para nerds.

Kleinrock, enquanto fazia pós-graduação no MIT, desenvolveu uma teoria matemática de comutação de pacotes. Nela, os dados são divididos em “pacotes” que podem ser trocados através de uma rede, permitindo que vários usuários possam acessá-los em diferentes plataformas. Esta é a tecnologia na qual a internet é baseada.

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Isso era de grande interesse para o Departamento de Defesa, mais especificamente para sua Agência de Projetos de Pesquisa Avançada (ARPA, que mais tarde virou DARPA). Eles sabiam que poderiam usar a comutação de pacotes para divulgar trabalhos, pesquisas e software para o público de forma mais eficiente.

A ARPA enviou à equipe uma solicitação de proposta, buscando uma equipe para construir, instalar e gerir um programa piloto que usaria este novo tipo de rede. Uma equipe de engenheiros de computação da Bolt Beranek & Newman (BBN) ganhou o contrato, e construiu uma máquina enorme chamada de IMP (Processador de Mensagens de Interface) – basicamente, o primeiro roteador.

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Eles colocaram o primeiro nó da rede na UCLA, onde Kleinrock se tornou professor, e a faculdade ficou responsável por testar o sistema e realizar experimentos. Sua equipe projetou uma rede que poderia enviar mensagens usando a infraestrutura de dados existente – as linhas do sistema telefônico.

Em 29 de outubro de 1969, uma equipe reunida no 3420 Boelter Hall tentou enviar a primeira mensagem ao Instituto de Pesquisa de Stanford: “LOGIN”. Eles conseguiram digitar as primeiras duas letras, aí o sistema caiu. Assim, a primeira mensagem enviada pelo que viria a ser a internet foi “LO”.

Uma hora depois, eles tentaram de novo, e deu certo. Até dezembro de 1969, quatro nós foram permanentemente instalados na UCLA, no Instituto de Pesquisa de Stanford, Universidade de Utah e Universidade da Califórnia em Santa Barbara. Em 1975, já havia 57 IMPs. Em 1981, eram 213. O resto é história.

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Mas, mesmo que a internet tenha se tornado parte do nosso cotidiano, a relevância histórica destas máquinas foi quase destruída. Apenas dois IMPs sobreviveram até os dias de hoje. Na UCLA, o “roteador” foi substituído por uma nova tecnologia em 1982, e levado para uma sala dos professores na faculdade. Ele ficava perto de um bebedouro, até ser resgatado por Kleinrock. Ele também conseguiu salvar um computador SDS Sigma 7, com o tamanho de uma geladeira, que foi usado para guardar aquela primeira mensagem “LO” enviada por rede.

Em 2011, o centro Kleinrock foi inaugurado nesta sala – que como observa Bradley Fidler, costumava ser maior. Ele atua como diretor do centro, e prestou atenção meticulosa aos detalhes para manter a sala no estilo dos anos 60. Parece que recuperar o local original foi o maior desafio: a sala foi transformada em um laboratório de informática para os alunos atuais. Por isso, eles tiveram que convencer a faculdade a subdividi-la – já que não sobram salas de aula por lá.

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Quase todos os móveis são da época, resgatados de armazéns da UCLA ou encontrados em outros lugares, e as luzes são originais porque… bem, porque nunca foram modernizadas. O tom verde da parede foi recriado a partir de fotografias e das memórias vívidas da equipe. O único anacronismo, se podemos chamá-lo assim, é um roteador wireless – escondido por um alto-falante de madeira na parede.

Por muito tempo, mesmo aqueles que trabalharam no projeto não entendiam o significado histórico do que haviam feito. “Nós não sabíamos o que estávamos fazendo”, diz Kleinrock. “Nós nem sequer tiramos uma foto.” O jornal da faculdade publicou uma notinha, mas o feito passou despercebido.

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A rede cresceu, mas só ganhou impulso após a invenção do e-mail em 1972. “Nosso trabalho inicial era fazer computadores conversarem com pessoas, ou com outros computadores. Nós não prevíamos que pessoas usariam isso para falar com outras pessoas”, diz ele. Em 1973, o e-mail já correspondia a 75% do tráfego de ARPANET.

Essa foi a outra coisa bacana sobre a cultura inicial da internet: a ARPA não era possessiva, mesmo tendo encomendado o projeto para o que deveria ser uma ferramenta relacionada à defesa nacional. “Não havia barreiras; se você quisesse usá-la, era só usar”, diz Kleinrock. “Nós confiávamos em todos, e conhecíamos todo mundo até o final dos anos 80. A internet cresceu graças a comunidades abertas e a um ambiente compartilhado.”

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Eu visitei o espaço com Andrew Blum, autor do livro Tubos – o Mundo Físico da Internet. Este é o primeiro livro que eu li para entender a fisicalidade da rede, começando por esta sala, indo pelos cabos submarinos que atravessam o Atlântico, até os centros de dados massivos espalhados pelo mundo.

Era o dia em que a Comcast anunciou sua fusão com a Time-Warner: duas empresas enormes de banda larga se unirão em uma só nos EUA. Foi uma notícia mal-recebida por ser um potencial golpe à neutralidade de rede, um princípio que defende que provedores de acesso não prejudiquem qualquer tipo de tráfego – como YouTube ou BitTorrent.

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Estávamos a poucos metros do IMP, e falamos sobre a chance de ter que viver com essa entidade gigantesca – basicamente um monopólio no mercado de banda larga. Mas Fidler oferece um futuro melhor. “Há uma tendência crescente para falar sobre a internet como ‘a nuvem’, o que é totalmente errado, porque a internet não é algo no céu que faz o que quer”, diz ele. “A internet muda quando as pessoas tomam decisões coletivas para mudá-la!”

Ele acredita que a sala e seus 40 anos de história podem nos ajudar a entender que a internet foi, e ainda é, movida por humanos. “Talvez haja muita gente no debate sobre a neutralidade da rede que se resignou ao inevitável, o que quer que isso seja. Mas essa é a abordagem errada para todos”, diz ele. “Quando você está em uma sala como o antigo nó da ARPANET na UCLA, você se lembra que as pessoas deram forma à internet, e ainda fazem isso, e todos nós podemos fazer parte dessas decisões.” [Gizmodo]

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Fotos: cortesia do Kleinrock Center for Internet Studies

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Rede I Selfie de Ellen DeGeneres usando um Galaxy Note 3 no Oscar é a foto mais retuitada da história    (03/03/14)

Na madrugada de hoje (3) foi realizada mais uma cerimônia do Oscar, o prêmio  mais importante da indústria cinematográfica. O filme “12 Anos de Escravidão”  venceu na principal categoria, a de Melhor filme, enquanto “Gravidade” foi o  mais premiado da noite, com sete estatuetas.

 

Entretanto, um dos destaques do show foi um tweet da apresentadora Ellen  DeGeneres. Como parte de uma campanha promocional da Samsung – uma das principais patrocinadoras do evento – Ellen foi à plateia com um Galaxy Note 3 e ao lado de  nomes como Jennifer Lawrence, Brad Pitt, Kevin Spacey e Meryl Streep tirou uma  foto no estilo selfie.

A imagem foi compartilhada em seguida no perfil oficial do Twitter da apresentadora e, dali em diante, se encaminhou para um recorde. Com mais de  2,4 milhões de RTs até o momento do fechamento desta matéria, o tweet já o mais  retwettado da história, superando uma mensagem de Barack Obama, em 2012, que  havia alcançado a marca de 779 mil RTs.
Uma das concorrentes da Samsung, a Nokia, não perdeu a oportunidade de fazer  uma bricadeira com a situação. A foto foi tirada com a câmera frontal do Galaxy  Note 3, que não tem uma resolução tão boa quanto a câmera traseira. O perfil  norte-americano da Nokia também  deu RT na imagem, mas incluiu o seguinte comentário: "Chega de fotos borradas,  Ellen!", numa referência à baixa resolução da imagem.

Outra curiosidade: dos bastidores, a apresentadora publicou ainda outras  fotos suas no Twitter ao lado de atores famosos. O detalhe, percebido pelo site  9to5Mac, é que todas essas fotos foram publicadas a partir de um iPhone.

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Rede I Quem aguenta tanto exibicionismo nas redes sociais?    (10/02/14)

Marcela Buscato, com Isabella Carrera

Quem nunca postou no Instagram, a rede social de imagens, uma foto da praia ou da piscina para cutucar os colegas confinados sob a luz fluorescente do escritório? Quem nunca atualizou sua localização no Facebook para mostrar o endereço do restaurante badalado? Um exame de consciência, que nem precisa ser minucioso, revelará que, sim, muitos de nós já incorremos em um (ou dois, ou três...) ataque de exibicionismo virtual. Mesmo quem passa incólume pela tentação conhece (um ou vários) amigos que não resistem em exibir a última viagem, a noite divertidíssima ao lado dos amigos, o filho mais encantador do mundo, as flores enviadas pelo melhor dos maridos. A ostentação – material e de felicidade – virou uma praga virtual.
O comportamento já ganhou até apelido. Quem se autopromove é chamado de bragger, uma palavra de origem inglesa que significa algo como “fanfarrão”. E não adianta se gabar e tascar a hashtag #brag­ger. A admissão da culpa não é desculpa, nem protege contra o ressentimento: uma pesquisa feita por um site de compras do Reino Unido sugere que a principal razão para usuários de redes sociais excluírem alguém de sua lista de amigos é o exibicionismo. Quase 70% dos 820 entrevistados disseram ter encerrado uma amizade virtual por dor de cotovelo.
A mania de se gabar virtualmente é tão ostensiva que já despertou a atenção da ciência. Começam a aparecer os resultados de uma série de estudos destinados a entender por que as redes sociais podem despertar nossos piores sentimentos – de soberba a inveja – e os efeitos de remoê-los em velocidade 4G.   


Pesquisadores da Universidade Humboldt, em Berlim, entrevistaram 357 universitários e descobriram que o principal sentimento despertado pela vida virtual é a inveja. Quase 30% relataram nutrir esse sentimento ao ver, no Facebook, posts sobre atividades de lazer dos amigos e indícios de sucesso de qualquer espécie (acadêmico, profissional, sexual). Mesmo os exibidos sentem inveja. Cerca de  20% afirmaram chatear-se por sentir que sua própria ostentação não é notada suficientemente pelos amigos.
A percepção de ser ignorado cria um círculo vicioso: confrontados com a soberba alheia, os usuários das redes sociais podem adotar atitudes de autopromoção ainda mais intensas, suscitando inveja e, consequentemente, mais exibicionismo. “Há muitas semelhanças entre os usuários de uma rede social: amigos em comum, mesma formação e origem cultural”, diz Hanna Krasnova, uma das autoras da pesquisa. “Os estudos sugerem que as pessoas tendem a invejar gente parecida com elas.”
O psicólogo americano Ethan Kross, da Universidade de Michigan, conseguiu medir as consequências desse círculo de ciúme virtual. Ele acompanhou por duas semanas usuários do Facebook e percebeu que, quanto mais tempo passavam conectados, mais insatisfeitos com a própria vida diziam se sentir. O efeito era mais pronunciado entre os voluntários que encontravam pessoalmente os amigos com frequência. “Ainda não temos uma boa explicação para essa associação e exploraremos alternativas em outros estudos”, diz Kross. Uma das possibilidades: quem mantém uma relação próxima com os amigos na vida real talvez seja mais atento às pessoas e, por isso, perceba com clareza quando alguém está se gabando. O resultado é que sofrem mais: de inveja e de vergonha alheia.
O advogado Cássio Mosse, de 28 anos, diz cruzar frequentemente com amigos com vocação para bragger. Há aqueles que fazem questão de contar para todo mundo onde estão naquele momento (#partiuacademia, #bomdiapraia). Outros chegam a cruzar o limite entre realidade e ficção na tentativa de impressionar. Mosse diz que um conhecido tirava fotos com roupas que não comprara, dentro do provador das lojas, para posar de bem vestido. Ele diz que avisa os amigos cujo exibicionismo passa dos limites do que ele considera tolerável. Mas precisa ser um comentário sutil, para o amigo não se ofender. “Um deles publicava muitas fotos de comida, e eu disse, brincando, que pararia de ver porque não queria ficar com fome”, diz Mosse. Ele excluiu  de sua lista conhecidos que abusam das postagens para causar inveja. “No fundo, a pessoa quer mostrar para o mundo quem ela gostaria de ser”, diz Mosse.
Por trás desse impulso, aparentemente mesquinho, há uma necessidade muito humana. “Buscamos ser aceitos”, diz a psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mas a versão editada de nossos melhores momentos pode ter o efeito contrário e nos afastar do grupo. “As pessoas acham que uma frase ou uma foto resumem a vida de alguém. Isso não é verdade”, diz Luciana.

Em meio a tantas manifestações de exibicionismo e inveja, pesquisadores se perguntam se as redes sociais são apenas um reflexo – concentrado – de nossos piores instintos e se amplificam características desabonadoras de nosso caráter. Em defesa das redes sociais, é preciso enfatizar que a tendência para se gabar não apareceu com a tecnologia.  Com ou sem internet, estima-se que o objetivo de 40% de nossas falas diárias é fornecer informações para os outros sobre nós mesmos e expressar nossas opiniões sobre o mundo. Pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, descobriram uma das razões neurológicas desse falatório autocentrado. Eles fizeram imagens do cérebro de voluntários enquanto respondiam a perguntas sobre eles mesmos e sobre outras personalidades, como o presidente Barack Obama. Quando as respostas eram pessoais, uma das áreas cerebrais associadas à sensação de recompensa era ativada. Isso não acontecia quando as questões versavam sobre outras pessoas. Em etapas posteriores do estudo, os voluntários chegaram a recusar dinheiro para falar sobre celebridades. Preferiam falar sobre eles mesmos. De graça. “Falar sobre nós mesmos desperta um tipo de recompensa primitiva, semelhante à sensação de comer e fazer sexo”, escreveram os autores da pesquisa, liderada pelo neurocientista Jason Mitchell.
O psiquiatra americano Elias Abou­jaoude diz que a internet ampliou predisposições humanas como o gosto por se gabar. Como diretor da Clínica de Transtorno Obsessivo Compulsivo da Escola de Medicina da Universidade Stanford, Aboujaoude acompanhou inúmeros pacientes viciados em internet. Diz ter concluído que o mundo virtual libera uma parte de nossa personalidade guiada apenas pelos desejos. Nele, os limites que aprendemos e as censuras que nos impomos perdem sua eficácia. “A internet pode, inconscientemente, mudar a personalidade das pessoas”, diz Aboujaoude, autor do livro Virtually you: the dangerous powers of the e-personality (algo como Quase você: os perigos da e-personalidade, sem edição no Brasil). Essa mudança de personalidade, diz Aboujaoude, não fica confinada apenas ao mundo virtual. Pode afetar nosso comportamento na vida real. “O estilo de interação que usamos no ciberespaço está passando para a vida off-li­ne. Ficamos parecidos na vida real com a imagem de nossos avatares.”
Ainda não existem dados que possam confirmar se alguém se torna mais vaidoso por se expor excessivamente na internet. Talvez tenhamos a sensação de que as pessoas estão mais exibicionistas somente porque as redes sociais tornaram a ostentação mais visível. Dois pesquisadores da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos, chegaram a essa conclusão. Eles pediram a 130 usuários do Facebook que respondessem a um questionário para avaliar tendências narcisistas, caracterizadas pela necessidade de suscitar admiração alheia e exagerar na percepção de sua própria importância. Depois, avaliaram o conteúdo publicado pelos voluntários na rede social. Descobriram que as pes­soas com maior tendência ao narcisismo eram as que mais publicavam conteúdo para se promover, como fotos em que aparecem atraentes ou sensuais e frases fazendo propaganda delas mesmas. “Isso não quer dizer que todo mundo que está nas redes sociais é narcisista”, afirma o psicólogo Keith Campbell, um dos autores da pesquisa. “Apenas que os narcisistas usam esses sites em seu benefício.” Nada muito diferente do que fariam ao vivo. Na internet, o alcance da autopromoção é maior. E da irritação que ela causa também.
As redes sociais são mais que uma plataforma de autopromoção e uma fonte de inveja. Amizades nascem, se renovam e se aprofundam ali. Conhecimento é disseminado de uma forma sem precedentes. Indignações sociais e políticas, assim como manifestações culturais, ganham corpo e se materializam. Assim como a alegria, o amor, a solidariedade. Da mesma forma que a vaidade, a inveja e a irritação. Não há como fugir disso numa plataforma baseada nas relações humanas. A saída é manter o humor. Rir da falta de desconfiômetro alheio. Da nossa dor de cotovelo. E vice-versa. [Época]

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Rede I Facebook confirma instabilidade no acesso de usuários   (08/02/14)

Na noite dessa sexta-feira, quem tentava entrar no site por volta das 20h encontrava uma mensagem de erro, que pedia ao usuário tentar o acesso novamente

Facebook: a rede social criada pelo americano Mark Zuckerberg completou sua primeira década de existência nesta semana

São Paulo - A assessoria de imprensa do Facebook confirmou uma instabilidade no acesso de seus usuários, na noite desta sexta-feira (7). Quem tentava entrar no site por volta das 20h encontrava uma mensagem de erro, que pedia ao usuário tentar o acesso novamente. 

O comunicado oficial divulgado pelo Facebook diz: "No início da noite, tivemos uma instabilidade técnica que impediu que algumas pessoas acessassem o Facebook por um curto período de tempo. Resolvemos o problema rapidamente e já estamos 100%. Sentimos muito por qualquer inconveniente que possa ter causado"

A queda no acesso foi curto, e o período de instabilidade não passou de uma hora. No Twitter, usuários americanos também reclamavam de problemas.

Criada em 2004, a rede social criada pelo americano Mark Zuckerberg completou sua primeira década de existência nesta semana.

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Rede I Twitter fecha 2013 com US$ 645 milhões em perdas líquidas   (05/02/14

Os números são mais benévolos com a rede social se for eliminado o impacto das verbas financeiras, amortizações, impostos e desvalorização

 

Logo do Twitter na Bolsa de Nova York: o Twitter estreou em Wall Street em novembro com um preço por ação de US$ 26

Los Angeles (EUA) - O Twitter fechou 2013 com US$ 645 milhões em perdas líquidas, valor oito vezes maior do que o registrado em 2012 e que responde à compensação em ações garantidas aos empregados no ano da abertura da cotação na bolsa, informou nesta quarta-feira a companhia.

O Twitter faturou nos últimos 12 meses US$ 664 milhões, 109,7% a mais que no mesmo período do ano anterior, e um terço disso, US$ 242 milhões, foram entre outubro e dezembro.

Em termos anualizados, a receita trimestral do Twitter aumentou 116,1%, enquanto suas perdas líquidas, sem descontar o efeito da bolsa, passaram de pouco mais de US$ 8 milhões no último trimestre de 2012 para US$ 511 milhões no mesmo período de 2013.

O Twitter estreou em Wall Street em novembro com um preço por ação de US$ 26.

Hoje seus títulos terminaram o pregão em US$ 65,9, apesar de terem desabado 13% assim que foram conhecidos os resultados  econômicos da companhia californiana.

Os números são mais benévolos com a rede social se for eliminado o impacto das verbas financeiras, amortizações, impostos e desvalorização.

Sem levar em conta essas despesas, o Twitter teria quase quadruplicado sua receita em 2013 e teria moderado suas perdas, que seriam de US$ 34 milhões, 2,4% a menos que as registradas em 2012, e inclusive teria gerado lucro no último trimestre do ano, de US$ 9 milhões.

Esses números superaram as expectativas dos analistas que, no entanto, mostraram sua inquietação pelo lento crescimento dos usuários do Twitter, de apenas nove milhões no último trimestre comparado com o trimestre anterior.

Foi especialmente esse dado, e não as esperadas perdas, o que afundou o valor na bolsa da rede social nas negociações realizadas fora de hora.

'O Twitter terminou um grande ano com nosso trimestre mais sólido até o momento', afirmou o CEO da empresa, Dick Costolo.

O Twitter fechou 2013 com 241 milhões de usuários mensais ativos, 30% a mais que em 2012, e 76% acessam a rede social por dispositivos móveis, smartphones ou tablets.

Entre outubro e dezembro, a receita publicitária do Twitter subiu 76% em termos anualizados. EFE

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Rede islandesa Vivaldi mira usuários preocupados com vigilância    (03/02/14)

Segundo fundador, Vivaldi pretende capturar usuários que querem evitar anúncios agressivos e a espionagem de governos

 

Segurança: Vivaldi está atraindo usuários com dados criptografados e a promessa de não utilizar o conteúdo de mensagens privadas para gerar publicidade

Oslo - A nova plataforma de mídia social Vivaldi pretende capturar usuários que querem evitar anúncios agressivos e a espionagem de governos, disse à Reuters seu fundador, Jon von Tetzchner.

Com sede na Islândia, um país conhecido por seu comprometimento com a privacidade e liberdade de expressão, a Vivaldi está atraindo usuários com dados criptografados e a promessa de não utilizar o conteúdo de mensagens privadas para gerar publicidade.

"Nosso foco inicial são os 'nerds' de computador, porque eles normalmente têm mais demandas por funcionalidade, segurança e privacidade", disse von Tetzchner, fundador do navegador de Internet Opera Software. "Mas muitas pessoas comuns também se preocupam com essas coisas e nós daremos boas-vindas a todos".

A recém-criada Vivaldi.net atualmente oferece serviço de email, de compartilhamento de fotos, bate-papo, uma plafatorma de blogs e fóruns de discussões.

"Houve muito foco à segurança ultimamente, e está principalmente ligado a governos. Mas acredito que também seja uma questão para as empresas", disse von Tetzchner.

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Rede I Facebook pode perder força assim como acontece com as doenças contagiosas   (23/01/14)

Por: Jamie Condliffe

Se você vê o Facebook como uma praga em dinâmica social, você pode não estar muito errado. Pesquisadores da Universidade de Princeton afirmam que a popularidade da rede social se espalhou como uma doença contagiosa – mas, conforme vamos nos tornando imunes, ela vai morrendo.

Ao comparar a ascenção do Facebook com curvas de crescimento de epidemias, os cientistas alegam que – assim como a peste bubônica – o Facebook gradualmente vai perder a força. Eles vão além e dizem que a rede social perderá 80% dos seus usuários nos próximos três anos. Os pesquisadores escreveram um artigo que pode ser lido aqui:

Ideias, como doenças, se espalham contagiosamente entre pessoas até que finalmente morrem, e foram descritos com sucesso como modelos epidemiológicos… Ideias são espalhadas através de contato comunicativo entre diferentes pessoas que compartilham ideias entre si. Manifestantes de ideia perdem interesse na ideia e não mais manifestam as ideias, o que pode ser considerado um ganho de “imunidade” em relação à ideia.

John Cannarella e Joshua Spechler, ambos de Princeton, modelaram redes sociais usando equações comumente usadas para mapear a propagação e recuperação de epidemias. Em seguida, testaram os dados recolhidos a partir do MySpace para checar se eles modelaram precisamente quando começou a bombar e a queda, e então aplicaram ao Facebook. Assim, chegaram à previsão da queda da quantidade de usuários em 80% até 2017.

Mas é claro, não está claro se as equações usadas para modelos de epidemia vão prever com precisão o declínio do Facebook – existem muitos outros fatores para definir o possível sucesso ou fracasso do site que uma equação nem sempre consegue prever. Mas com o chefe financeiro do Facebook David Ebersman admitindo recentemente que o site “de fato viu um declínio nos usuários diários, especialmente entre adolescentes” nos últimos três meses, nunca sabemos o que vem pela frente. [arXiv via Guardian]

Imagem via Pan Xunbin/Shutterstock

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Rede I Facebook está morto para adolescentes, revela pesquisa   (30/12/13)

São Paulo - O Facebook está “morto e enterrado” para adolescentes, revela um estudo europeu ao qual o jornal The Guardian teve acesso. Segundo a pesquisa realizada em oito países , jovens entre 16 e 18 anos estão deixando o Facebook de lado e migrando para Twitter, Instagram, WhatsApp e Snapchat.

"Dislike": rede social está sendo abandonada por público adolescente que prefere, hoje, redes como Instagram e Snapchat

Daniel Miller, antropólogo europeu que liderou a equipe da pesquisa, observou em seu relatório que os jovens usam o Instagram e o Snapchat no período escolar, e que há uma evasão na rede por conta do uso intensivo do Facebook por parte dos pais.

“O Facebook não está apenas em decadência, está basicamente morto e enterrado. A maioria se sente envergonhada por ser associada à rede”, afirmou Miller ao The Guardian.

“Antes os pais se preocupavam com os adolescentes no Facebook, mas agora eles dizem que suas famílias querem que eles permaneçam lá, compartilhando coisas sobre suas vidas”, disse Miller.

Os entrevistados disseram ao pesquisador que nenhum dos aplicativos supera o Facebook em termos de integração, mas acham que o WhatsApp é mais prático para mandar mensagens, por exemplo.

“O momento crucial na decisão do jovem deixar o Facebook é certamente o dia em que sua mãe lhe envia um pedido de amizade”, aponta o pesquisador.

Por fim, os adolescentes não se importam com os serviços alternativos menos funcionais e sofisticados, e não se preocupam com questões de segurança e privacidade na web, conclui a pesquisa. André Fernandes, de

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Rede I Após Emmy, séries originais do Netflix são indicadas ao Globo de Ouro    (14/12/13)

Após fazer história com o Emmy vencido por sua série original “House of Cards” há alguns meses, o Netflix viu seus seriados próprios receberem nada menos que seis indicações ao Globo de Ouro de 2014, atrás apenas da HBO, que registrou 9 indicações ao prêmio.

Carro-chefe do Netflix, o drama político “House of Cards”, liderou mais uma vez ao receber quatro indicações, incluindo Melhor Drama, Melhor Ator (Kevin Spacey), Melhor Atriz (Robin Wright) e Melhor Ator Coadjuvante (Corey Stoll).

Os outros seriados do Netflix que também receberam indicações ao Globo de Ouro foram o drama “Orange is the New Black”, para Melhor Atriz em Drama (Taylor Schilling), e a consagrada comédia “Arrested Development”, cuja última temporada foi produzida pelo serviço de streaming e valeu uma indicação a melhor ator de comédia para o protagonista Jason Bateman.

Recentemente o Netflix anunciou que a aguardada segunda temporada será liberada em fevereiro de 2014 (veja o trailer abaixo). Como sempre acontece com os seriados originais da plataforma, todos os episódios são liberados de uma vez para os usuários.

Disponível no Brasil há pouco mais de dois anos, o Netflix oferece assinaturas a partir de 16,90 reais mensais por aqui e é compatível com uma diversidade de aparelhos, como Smart TVs, PCs, smartphones, tablets, videogames, Apple TV, entre outros. [IDGNow!]

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Rede I BuzzFeed: versão brasileira chega ao Brasil nesta sexta   (17/10/13)

Um dos maiores passatempos online está prestes a ganhar uma versão tupiniquim: trata-se do site de entretenimento BuzzFeed, que, a partir desta sexta (18.10) passa a ter uma versão em português.

Motivo para honra brasileira, sim, senhor: nosso país é o primeiro a ganhar uma versão internacional do site. O motivo? O Brasil é a turma da internet: por aqui, viralização e compartilhamento ganham proporções ainda maiores que em outros países.

Então não estranhe se sua timeline começar a se encher de listas do tipo “27 lições que aprendemos com Os Ursinhos Carinhosos” ou “31 lugares na França que Vão Fazer Você Chorar”: é tudo parte do jogo.

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Rede  I “Sharknado”, o filme mais tosco do ano, bomba no Twitter    (14/07/13)

São Paulo -- A cidade de Los Angeles é atingida por um furacão e sofre grandes inundações. Isso já seria bizarro, já que não há registro de furacões no sul da Califórnia há décadas. Mas há mais. Trombas d'água (que o filme chama de tornados) erguem os tubarões no ar e lançam uma chuva desses peixes vorazes sobre a cidade.

A trama prossegue com abundante banho de sangue (veja o trailer no final do texto). Por causa desse roteiro mirabolante, “Sharknado” (o nome mistura “shark”, tubarão, com tornado) vem sendo chamado de o filme mais tosco do ano.

Nos Estado Unidos, “Sharknado” foi ao ar na quinta-feira à noite no canal de TV paga Syfy. Virou fenômeno nas redes sociais. A imprensa americana noticiou que, durante a exibição, mais de 5 mil mensagens foram publicadas por minuto no Twitter sobre ele. São 80 tuítes por segundo.

Mas audiência de 1,4 milhões de espectadores (medida pela Nielsen e noticiada pelo site Variety), não é excepcional, o que mostra, mais uma vez, que bombar no Twitter não implica grande sucesso na TV. Certamente muitos dos que tuitaram nem viram o filme.

Eles terão outra chance. O canal Syfy já avisou que “Sharknado” será reprisado, e que haverá sequência. No Twitter a atriz Mia Farrow limitou-se a dizer: “OMG OMG OMG”, onde “OMG”, claro, é a abreviatura de “Oh my God!”:

A seguir, o trailer dessa ”obra prima” da sétima arte:

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Rede I Anonymous no Brasil lança rede social   (15/04/13)

O grupo hacker Anonymous no Brasil anunciou nesta quarta-feira (15) o lançamento de sua nova rede social.

Chamada de Anony Social, a rede social tem layout similar ao do Facebook, com espaço para publicar e compartilhar conteúdos, curtir posts e até mesmo um botão "não gostei" para as postagens. Segundo os criadores, a página já possui centenas de usuários cadastrados.

“Criamos ela [rede social] para facilitar nossa ações de forma anônima. Não é necessário informar dados reais para criar um cadastro e não censuramos os usuários”, disse o grupo.

O serviço ainda está em fase de testes e por isto durante os primeiros dias alguns erros podem aparecer. Mas o Anonymous afirmou que realiza atualizações e correções todos os dias para manter a segurança dos dados.

O site está disponível para qualquer usuário interessado. De acordo com o grupo, o lançamento não tem relação com a rede social AnonPlus, anunciada também pelo Anonymous em julho de 2011. Monica Campi

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Rede I Jack Dorsey, cofundador do Twitter e criador do sistema de pagamento Square: “Não mudei. Ainda ando de ônibus”   (13/04/13)

Aos 37 anos, o cofundador da rede de microblog Twitter tem uma fortuna estima em US$ 1,1 bilhão e é apontado como um dos empresários mais inovadores do mundo. Mas diz que o dinheiro e o sucesso não lhe subiram à cabeça.

O americano Jack Dorsey é um sujeito contido. Mantem a voz sempre no mesmo tom e ritmo. É econômico nas expressões faciais. Quase não gesticula. Em nada lembra o estilo pessoal de Steve Jobs, o fundador da Apple, de quem era amigo e com quem é frequentemente comparado. Mas Dorsey vem construindo uma reputação tão respeitada quanto à de Jobs. Aos 37 anos, ele criou dois negócios de muito sucesso e acumulou uma fortuna estimada em US$ 1,1 bilhão. Há sete anos, lançou a rede de microblogs Twitter, que tem 200 milhões de membros e mudou a forma como nos comunicamos com suas mensagens de 140 caracteres. Foi o executivo-chefe da empresa até 2008, quando se afastou do seu dia a dia. Há dois anos, voltou. Hoje é presidente do conselho e dedica a maior parte do seu tempo a outra companhia, o Square, que oferece um sistema de pagamento por celular e movimenta US$ 12 bilhões por ano. Dorsey virou uma constante nas listas dos empresários mais inovadores do mundo. “O importante é não deixar a ideia na cabeça”, diz. Ele afirma não prestar muita atenção aos elogios ou ao dinheiro. Não quer se distrair do propósito de suas empresas. "Não mudei. Ainda vou de ônibus para o trabalho”, afirma. Dorsey está no Brasil pela primeira vez. Veio conhecer o segundo maior mercado do Twitter no mundo (são 40 milhões de usuários, só atrás dos Estados Unidos), onde a empresa acaba de abrir um escritório. Também quis ver de perto o país que sediará a Copa do Mundo e as próximas Olimpíadas, eventos em que a rede social costuma bater recordes de popularidade. Na sede do Twitter, em São Paulo, Dorsey falou a ÉPOCA:  

ÉPOCA: Qual foi o momento mais crítico do Twitter?

Jack Dorsey: Houve muitos. O começo, a ida para outros países, criar um modelo de negócio. Por isso é ótimo criar uma startup. Na maior parte do tempo, você vive dia a dia e em algum momento estabiliza, acha um balanço. Hoje há uma enormidade de mensagens publicadas no Twitter ao redor do mundo com pessoas compartilhando o tempo todo o que está acontecendo. Agora precisamos manter nossa relevância, garantir que entregamos o conteúdo para quem interessa imediatamente. Fazer isso é difícil em uma rede em tempo real.

ÉPOCA: Porque o senhor deixou a empresa?

Dorsey: Nunca sai completamente. Troquei de papel com outro cofundador. Evan Williams virou CEO e eu, presidente do conselho. Nesse meio tempo criei o Square e voltei quando me pediram.

ÉPOCA: A empresa estava com problemas?

Dorsey: Não. É bom ter mais gente que conhece como tudo começou. Também era preciso tornar o Twitter mais simples, rápido e fácil de usar. Podia ajudar com isso.

ÉPOCA: Então ninguém o forçou a sair como foi noticiado?

Dorsey: Bom...[Risos]. É complicado. Trocamos de papéis.

ÉPOCA: Recentemente o Twitter lançou o aplicativo Vine. Porque fazer uma rede social de vídeo?

Dorsey: O Vine era uma empresa pequena. Quando seus fundadores vieram me visitar, soube na hora que tínhamos que comprá-la ter porque era o mesmo que nós, em alguns pontos até melhor, só que em vídeo. Como o Instagram com fotos. Mas no Vine não apenas se vê o oceano, você o ouve.

ÉPOCA: O Vine tinha algumas falhas e alguns o consideraram inacabado. Era a intenção lança-lo antes de estar pronto?

Dorsey: Estava pronto. Sempre dirão que algo é inacabado porque não tem uma função específica. O que não é inacabado? Essa é uma péssima atitude. Se as pessoas não podem usar, você não sabe o que elas gostaram. Tem que começar em alguma hora senão nunca lança um produto. O importante é melhorar rápido.

ÉPOCA: Qual o maior erro que um empreendedor pode cometer?

Dorsey: Não colocar sua ideia em prática. É fácil criar desculpar para não começar algo. Tem que uma ideia ao menos num papel para você mesmo pensar sobre ela. Muita gente mantém tudo na cabeça e nunca age.

ÉPOCA: E qual foi o seu maior erro?

Dorsey: Não ter contratado funcionários rápido o suficiente e demorado para demitir. A maioria das startups contrata rápido e demite devagar. É como num relacionamento. Encontrar boas pessoas e romper com outras não é fácil. Eventualmente você aprende.

ÉPOCA: O senhor hoje é investidor de algumas empresas. Como é estar no outro lado?

Dorsey: Não sou investidor. Só fiz quatro pequenos investimentos e foi por causa das pessoas que queria apoiar. Isso não me faz feliz. Fico feliz por meus amigos fazerem sucesso. Mas nunca seria o meu trabalho. Um investidor precisa estar sempre disponível e tenho pouco tempo por causa do Twitter e do Square. Parei depois do Instagram. Provavelmente não farei novos investimentos.

ÉPOCA: Como é gerenciar duas companhias ao mesmo tempo?

Dorsey: Por um ano fui ao Twitter todos os dias e dividi meu tempo entre as empresas. Queria garantir que estávamos no caminho certo e contratando boas pessoas. Agora sou vou lá às terças-feiras. Hoje só gerencio o Square, que está se internacionalizando e isso dá muito trabalho.

ÉPOCA: O senhor diz que quer trazer o social de volta ao comércio. Como assim?

Dorsey: O comércio está quebrado. Ficou muito difícil. Para os negócios pequenos, era caro ou complicado aceitar cartões. Oferecemos a eles uma forma de aceitar cartões. Ontem almocei no Rio e demorou dez minutos para conseguirmos pagar a conta. Poderia ter gastado esse tempo com algo mais importante. Com o Square, você faz o seu pedido, recebe e vai embora. Nem precisa tirar o celular do bolso. Só usa o seu nome para pagar. É assim que o comércio era e deveria voltar a ser. Pra isso a tecnologia tem que desaparecer.

ÉPOCA: O Square vem para o Brasil?

Dorsey: Estamos estudando quais serão nossos próximos mercados e olhamos muito para o Brasil. Aqui há muitos comerciantes pequenos e muitas ineficiências também. Veja o tempo que levei para pagar uma conta. Isso também acontece na Europa. Mas como o Twitter você lança e está disponível ao redor do mundo. Mas com o Square não podemos fazer isso. Precisamos criar relações com os bancos, entender a lei local, verificar a identidade dos clientes. Isso gera muitos custos.

ÉPOCA: Porque está demorando tanto para o pagamento móvel se popularizar?

Dorsey: A indústria financeira está confortável. Não tem muitos incentivos para mudar. É grande e complicada. Muita gente nela é paga para dizer não para coisas novas. Além disso, os outros meios de pagamento que existem não são ótimos. Aproximar um telefone da máquina não é necessariamente mais rápido que usar um cartão. Tudo que é novo precisa ter um valor significativo para as pessoas mudarem seu comportamento.

ÉPOCA: Mudar a forma como vendemos e compramos é uma meta ambiciosa.

Dorsey: Como tudo grande que se faz no mundo, você tornar isso tangível, imaginar o que se quer e construir em etapas. Quebrar um objetivo em pequenas partes e ter a disciplina para executá-las.

ÉPOCA: O senhor diz que não quer criar uma disrupção, mas uma revolução. Pode explicar?

Dorsey: Uso muito o dicionário. O significado das palavras e como as usamos é muito importante. Há três termos que normalmente definem o Vale do Silício com os quais não concordo. O primeiro é empreendedor, a pessoa que abre uma empresa. Para mim, empreendedor é estar disposto a assumir riscos. Dá para ter essa atitude em um governo ou uma empresa. Também se fala demais em fundadores. É um engano porque a fundação é só o começo. Se ficarmos falando sobre ela, nunca avançamos. Os fundadores tiveram uma grande ideia, mas era algo não terminado. Outras pessoas a melhorão. Se uma companhia não tiver diversos momentos de fundação, ela não sobrevive. Por fim, disrupção significa mover as coisas sem ordem. É caótico, como um terremoto e tsunamis. Não é o que quero. Quero uma revolução. Fazer mudanças, mas com propósito, visão, liderança, ordem e direção.

ÉPOCA: O senhor sempre fala com muita convicção sobre propósitos e valores. Parece ter muito claro seus objetivos. O que o faz ser assim?

Dorsey: Fui criado como católico. [Risos] Meus pais sempre buscavam por significado e propósito. Eram muito focados e abriram seus próprios negócios. Meu pai abriu uma pizzaria aos 19 anos. Fez isso não para abrir uma empresa, mas por amar fazer pizzas. Não deu certo porque ele havia combinado com o sócio que não namorariam funcionários para preservar o negócio e a amizade. Uma semana depois meu pai estava apaixonado, deixou o negócio e eu nasci dez meses depois. Tem que ter foco. Se você se distrai, o combustível acaba, seja o dinheiro, a energia ou as ideias acabam.

ÉPOCA: Porque o senhor acredita que programar muda a forma como pensamos?

Dorsey: Ao programar, você aprende como decisões são tomadas, como as regras afetam um sistema. Isso melhora dramaticamente como você pensa sobre problemas, você os quebra em partes menores e mais simples. É um exercício simples e profundo. Dar ordens a uma máquina é parecido com o que acontece em nosso cérebro. É ligar e desligar interruptores, só que em vez de dados, temos células mudando de posição.

ÉPOCA: Como fazer sucesso e se tornar bilionário tão jovem o afetou?

Dorsey: Nunca mudei de comportamento. Ainda vou de ônibus para o trabalho. Sou do Missouri, um estado muito humilde. Você não pode se deslumbrar com os elogios ou o dinheiro. Não era esse seu propósito. As coisas ficam mais fáceis, andam mais rápido, mas ainda é tão difícil quanto porque eleva o nível do que você precisa fazer em seguida.

ÉPOCA: Como lidar com a pressão de sempre ter de elevar o nível? Há um limite em algum ponto.

Dorsey: Existe? Se você acredita, então, sim. Caso contrário você identifica o limite e o ultrapassa. E faz isso de novo. Não é uma pressão ruim. É algo que nos torna melhores. Funcionou para mim.

ÉPOCA: O senhor tem um jeito contido. Fala sempre no mesmo tom e ritmo. Não é expansivo. É tímido?

Dorsey: Valorizo muito a autoconsciência. Conheço a mim muito bem e tenho muita convicção. Espero a hora certa de falar.

ÉPOCA: Como é ser comparado a Steve Jobs?
Dorsey:
Recebo com muita humildade. Sempre comparamos o que é novo ao que já conhecemos. Se ele não existisse, eu seria comparado a outro. Ao mesmo tempo, não foi só ele. Havia todo um time na Apple. Normalmente colocamos tanta ênfase no indivíduo em vez de valorizar o grupo. A maior lição de Jobs para mim foi que não se deve seguir os passos de outra pessoa. Você trilha seu próprio caminho. O importante é enxergar oportunidades e agir na hora.

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Rede  I Internet sofre maior ataque da história    (27/03/13)

A internet ficou lenta, nos últimos dias, por causa de um massivo ataque de negação de serviço a servidores em diversos países. Segundo o noticiário britânico BBC, o ataque afetou serviços populares, como a Netflix, e está sendo investigado por polícias e especialistas em segurança. Alguns já o descrevem como o maior ataque do gênero da história.

Uma briga entre um grupo antispam europeu e uma empresa de serviços de data center holandesa seria a razão para os ataques

A BBC diz que o problema começou com uma briga entre o Spamhaus, grupo europeu de combate ao spam, e a Cyberbunker, empresa holandesa de serviços de data center. O Spamhaus incluiu servidores da Cyberbunker numa lista de emissores de spam. A lista é usada pelos programas antispam para filtrar os e-mails.

O grupo diz que a empresa está por trás dos ataques, que teriam sido lançados em retaliação ao bloqueio. No site da Cyberbunker, há uma nota acusando a Spamhaus de incluir a empresa na lista de bloqueio indevidamente. A Cyberbunker também diz que se reserva o direito de hospedar qualquer coisa em seus servidores "exceto pornografia infantil e coisas relacionadas com terrorismo".

A técnica usada pelos criminosos é a de negação de serviço. Para realizar um ataque desse tipo, primeiro um grande número de computadores são infectados com um programa maligno que permite controlá-los à distância. Depois, esses computadores zumbis são usados para inundar os servidores-alvo com solicitações de dados.

A sobrecarga acaba impedindo o funcionamento dos servidores e da rede à qual estão ligados. Em geral, um ataque desse tipo envia algumas dezenas de gigabytes por segundo ao servidor-alvo, o que é suficiente para derrubá-lo. Mas, no caso do Spamhaus, o fluxo chega a 300 gigabytes por segundo, volume capaz de congestionar a internet.

Os ataques vêm sendo realizados desde o último dia 18, em seguidas ondas. O alvo principal são os 80 servidores de DNS do Spamhaus espalhados por diversos países. Esse tipo de servidor traduz endereços como abril.com.br para um código numérico conhecido como endereço IP. Isso é necessário para que cada pacote de dados encontre seu destino.

O Spamhaus já havia sido vítima de ataques similares no passado e também já havia acusado a Cyberbunker de estar por trás deles em outras ocasiões. Segundo a BBC, grandes empresas, como o Google, colocaram seus recursos à disposição para absorver a sobrecarga de dados e evitar um colapso na internet.

Maurício Greco, de

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Rede I Conheça “Batgirl Spoiled”, a websérie independente da Batgirl    (22/03/13)

“Batgirl Spoiled” é uma websérie que está sendo produzida por um grupo de fãs que queriam realizar uma série com foco na Batgirl Stephanie Brown. A atração já tem episódio online disponível e você pode conferir.

A Action & Comics divulgou algumas informações sobre a websérie e o seu primeiro episódio, entitulado “Bindside”. Trata-se de uma produção independente realizada unicamente por fãs, então tendo isso como base, é possível esperar um bom material. A intérprete de Stephanie Brown é Marisha Ray e esta é a terceira Batgirl na “Fan Série”. Assista ao teaser:

O elenco conta com Jessica Kent como Oráculo, Tara Strand como Harley Quinn, Robin Sol como a Mulher-Gato, Jennifer Newman como Canário Negro, Taliesin Jaffe como O Charada, Tim Powers como Pinguin e Eric Cash como o vilão Tentacles. A direção e edição é de Damian Beurer e o roteiro ficou com Zack Sax Carr West. A série contará com aparições de personagens clássicos do universo das HQs do Batman e pode ser acompanhada pelo Youtube, neste link.  Jessica Veridiana

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Rede  I Papéis do WikiLeaks expõem ação política do Vaticano na América Latina   (23/02/13)

GENEBRA - O regime cubano, a "ameaça" de Hugo Chávez, a crise em Honduras ou mesmo os acordos comerciais do Brasil. O Vaticano sob o pontificado de Bento XVI, longe de ter uma postura de mero espectador, adotou iniciativas políticas nos bastidores para influenciar a situação na América Latina nos últimos anos e defender seus interesses.

É o que revelam mais de 130 telegramas vazados pelo site WikiLeaks, e obtidos com exclusividade pelo Estado, apontando para as entranhas das relações políticas do Vaticano desde 2005 na região latino-americana, que representa mais de 40% de seus fiéis no mundo.

Tentando ter um papel político central no continente, a Santa Sé tratou de algumas das crises no hemisfério com o presidente dos EUA, Barack Obama. Documentos revelam que o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, fez propostas concretas para o governo americano sobre a situação em Honduras quando se reuniu, em 10 de julho de 2009, com o presidente Obama.

Num telegrama de 15 de julho de 2009, a embaixada americana na Santa Sé relata um encontro de diplomatas americanos com monsenhor Francisco Forjan em que o Vaticano rejeita chamar a retirada de Manuel Zelaya da presidência como um "golpe de Estado". A Igreja pedia ao governo americano que insistisse com seus parceiros para que explicassem ao público as "ações anticonstitucionais de Zelaya que precipitaram a crise". O líder da Igreja nesse assunto era o cardeal Oscar Rodriguez Maradiaga, arcebispo de Tegucigalpa e hoje considerado como um dos potenciais candidatos a papa.

Um dos temas mais constantes nas reuniões entre diplomatas americanos e cardeais do Vaticano é a situação de Cuba. Um telegrama de 19 de agosto de 2009 revela que uma viagem de cardeais e bispos americanos a Cuba naquele ano não era apenas uma visita episcopal. A meta era também a de pressionar o governo de Havana em relação aos prisioneiros políticos, um pedido de Washington.

O telegrama escrito pela representação americana em Cuba conta que o cardeal de Boston, Sean O'Malley, um dos que estarão no conclave, reuniu-se com o presidente da Assembleia Nacional de Cuba, Ricardo Alarcón. O documento revela que os cardeais e bispos relataram ponto a ponto ao governo americano como havia sido a conversa com Alarcón. "Apreciamos o fato de a delegação (de religiosos) ter levantado os problemas de prisioneiros políticos", indicou o telegrama.

No dia 15 de janeiro de 2010, o Vaticano fez uma sugestão concreta ao governo americano para enfraquecer o regime cubano: baratear os custos de ligações entre Cuba e os EUA. A proposta foi apresentada por monsenhor Nicolas Thevenin, conselheiro político de Bertone. "Isso poderia ter um impacto positivo na promoção de uma mudança política", indicou.

A Venezuela de Hugo Chávez é apresentada pela Santa Sé como a grande preocupação na região. Para Accattino, um endurecimento da posição dos EUA diante de Cuba poderia acabar ajudando Chávez, "o novo sucesso de Fidel Castro na América Latina". "A diferença é que ele tem os recursos do petróleo", alertou. O Vaticano, em diversas conversas com diplomatas americanos, deixou claro que Caracas vinha pressionando a Igreja e transformado a Santa Sé em um de seus alvos de crítica.

Pressão contra Chávez. Três anos antes, no dia 1.º de fevereiro de 2007, o embaixador americano em Caracas, William Brownfield, e o cardeal Jorge Urosa Savino se reuniram na casa do núncio apostólico na capital venezuelana para discutir a possibilidade de que o papa Bento XVI usasse sua viagem que faria naquele ano ao Brasil para pressionar Chávez. Uma viagem oficial a Caracas estaria descartada pelo Vaticano. "Chávez não o convidaria", disse o cardeal.

Os dois passaram a debater a possibilidade de que o avião que traria o papa de Roma a São Paulo, em maio, fizesse uma parada de 45 minutos em Caracas, com a justificativa de reabastecer. Nesse período, o papa receberia bispos e faria uma declaração. "O cardeal concordou que qualquer parada teria uma importância simbólica", indicou o telegrama, apontando para a reação positiva de Savino. A escala acabou não ocorrendo. Jamil Chade, estadao.com.br

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Rede I Após sucesso viral, "Harlem Shake" é a música mais vendida do iTunes nos EUA   (19/02/13)
Depois do sucesso no YouTube, "Harlem Shake" passa Rihanna e One Direction em vendas no iTunes americano.

A música "Harlem Shake", do produtor nova-iorquino Baauer, chegou ao número um das mais vendidas no iTunes americano, informou nessa segunda-feira (18) a revista "Entertainment Weekly".

De acordo com a publicação, a música, lançada em maio de 2012, ultrapassou "Stay", da Rihanna, e "One Way or Another (Teenage Kicks)", do One Direction, após o sucesso do vídeo que surgiu no YouTube no início de fevereiro e ganhou milhares de paródias.

Ainda segundo a "EW", não é certo se as pessoas que estão comprando a música realmente gostam dela ou apenas estão a usando para fazer mais vídeos.

O YouTube informou que, desde que o hit explodiu nas redes sociais, cerca de 4 mil vídeos de "Harlem Shake" são enviados por dia.

Baauer, produtor da música, preferiu não comentar o sucesso do meme, que começou a se espalhar pela internet no dia 30 de janeiro, quando o videologger Filthy Frank usou o clipe em uma compilação.

Desde então, "Harlem Shake" já teve 10 milhões de visualizações no YouTube, e incontáveis paródias.

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Rede I Documentário “The Pirate Bay – Away From the Keyboard” faz sucesso no YouTube    (13/02/13)

O filme “The Pirate Bay – Away From the Keyboard” (“TPB AFK”) atingiu 1,1 milhão de exibições no YouTube em quatro dias, além de milhares de downloads. É um número notável para um vídeo falado em sueco e com tema um tanto nerd. Ele retrata três fundadores do site de compartilhamento de arquivos The Pirate Bay em sua batalha legal contra estúdios de Hollywood e outros detentores de direitos autorais.

Em 2009, os três foram condenados pela justiça sueca por promover a pirataria de conteúdo na internet. Foram sentenciados a um ano de prisão e a uma multa equivalente a 3,5 milhões de dólares. O documentário dirigido pelo sueco Simon Klose retrata o caos em que se transformou a vida dos fundadores nesse período.

Hoje, um deles – Gottfrid Svartholm – está na prisão depois de ter sido deportado do Camboja para a Suécia. O site continua no ar. Em alguns países da Europa, porém, há ordens judiciais determinando o bloqueio do acesso a ele.

O Pirate Bay não armazena o conteúdo compartilhado. Ele apenas fornece endereços que permitem, a aplicativos específicos, como o uTorrent, encontrar os arquivos na internet. Esses arquivos são transferidos diretamente do computador de um usuário para o de outro. Neles, há desde conteúdo de livre distribuição – como o próprio filme de Klose – até músicas e vídeos duplicados ilegalmente.

Klose conheceu Peter Sunde, outro dos fundadores, em 2008. Começou a rodar o documentário naquele mesmo ano. “Uma razão para fazer este filme é que eu não acreditava na afirmação de que o compartilhamento de arquivos ameaça a criatividade. Para mim, o acesso irrestrito à cultura deflagrou a revolução online, onde todas as formas imagináveis de expressão artística explodiram em criatividade”, diz Klose no site do filme.

“Por um lado, muitos dos meus amigos artistas sofrem com a queda nas vendas. Por outro lado, as possibilidades de produzir, vender e distribuir a arte mudaram para melhor. Eu ficava pensando que deve haver maneiras de construir uma próspera economia digital que incorpore essas novas ferramentas em vez de criminalizá-las”, prossegue ele.

Parte da verba para o documentário veio de uma campanha no site de financiamento coletivo Kickstarter. O filme estreou no 63º Festival Internacional de Cinema de Berlim no último dia 8 e começou a ser distribuído online simultaneamente.

“TPB AFK” ganhou legendas produzidas por voluntários em vários idiomas, incluindo o português. É distribuído sob licença Creative Commons e pode ser livremente baixado e compartilhado pelos usuários.

Há várias maneiras de ver o documentário. Podem-se pagar 10 dólares no site dos autores (para contribuir com o projeto) ou baixar o arquivo via BitTorrent. Também é possível encomendar um DVD por 17 euros. E há cópias publicadas no YouTube para visualização gratuita, incluindo esta com legendas em português:

 
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Rede I Kaspersky Labs descobre maior rede de espionagem online do mundo (19/01/13)

A Kaspersky Labs revelou que nos últimos cinco anos uma campanha coordenada de malware vem obtendo informações confidenciais e de inteligência geopolítica a partir de sistemas diplomáticos, governamentais e científicos em todo o mundo.

Batizado de Rocra (abreviação de “Red October”), o malware explora falhas conhecidas no Word e Excel para obter acesso aos sistemas com base na engenharia social ou ataques phishing para enganar os usuários a abrir arquivos infectados.

Segundo a Kaspersky, até o momento foram identificados 300 computadores infectados com o malware.

Após infectar, a principal parte do malware baixa módulos adicionais que o permitem realizar diversas tarefas como obter dados de dispositivos móveis ou drives USB conectados ao computador (incluindo arquivos deletados) até mesmo obter dados de e-mail do Outlook ou os remotos POP3 e IMAP.

O “Rocra” seria administrado por uma rede controlada por 60 servidores, com os IPs em sua maioria localizados na Rússia e Alemanha. A Kaspersky diz não haver evidências do local exato, mas afirma que os criminosos têm origem em países de língua soviética.

A notícia relembra os casos de malware espião conhecidos como o Stuxnet e o Flame, que foram considerados armas cibernéticas perigosas por espionar governos. No entanto, a Kaspersky afirma não ter encontrado conexão entre os códigos maliciosos.

Durante os cinco anos que esteve em operação, o “Rocra” pode ter roubado milhares de terabytes em dados, que por sua vez podem ter sido vendidos no mercado negro ou utilizados para novos ataques.

A investigação ainda está ativa e a Kaspersky disse que irá liberar mais detalhes sobre os servidores que controlam o “Rocra” dentro dos próximos dias. Monica Campi

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Rede I Jornal britânico Guardian encerra seu app social no Facebook   (17/12/12)

São Paulo — O Guardian foi pioneiro ao criar um aplicativo social para leitura de notícias no Facebook, há cerca de um ano. O app chegou a ter 6 milhões de usuários por mês, um número impressionante. Agora o jornal britânico está encerrando o aplicativo. Os leitores estão sendo direcionados ao site do jornal para ver as notícias.

Na página do aplicativo no Facebook, uma faixa exibe o aviso: “O app do Guardian está mudando. Saiba mais”. Um clique nela leva a um post num blog do jornal. Sem revelar os motivos para a mudança, o gerente de produto Anthony Sullivan diz, no blog, que a atividade social em torno das notícias vai, agora, acontecer no próprio site da publicação. Mas os leitores vão continuar podendo usar as credenciais do Facebook para fazer login no jornal.

Sullivan afirma que o app do Guardian já chegou a ter 6 milhões de usuários por mês. Mas o Facebook mudou, em abril, os critérios para a exibição de posts na rede social. A mudança fez a audiência cair para a metade. Quando o aplicativo foi encerrado, estava em 2,5 milhões por mês, número ainda alto mas obviamente abaixo do potencial demonstrado antes.

O Guardian certamente deseja a audiência do Facebook, que Sullivan chama de “difícil de atingir”. O que o jornal parece ter aprendido é que, no Facebook, é a turma de Zuckerberg quem está no comando. O fim do aplicativo sugere que o Guardian quer captar leitores na rede social, mas prefere que eles leiam as notícias onde a exibição delas está sob o controle do jornal.

“O ponto chave é que o usuário vai estar no controle e se ele não estiver interessado em compartilhar, isso não vai influir na experiência de acessar nosso conteúdo”, diz Sullivan. exame.com

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Rede I Laura Olin, chefe de campanha on-line de Obama conta como escolheu a foto mais curtida da história   (12/12/12)

"Mais quatro anos." Foi assim que o perfil do presidente americano Barack Obama no Twitter anunciou a vitória nas eleições deste ano. Acompanhando a mensagem, uma foto do democrata abraçando a mulher dele, Michelle. Foi a imagem mais retuitada e a mais curtida no Facebook desde o início dessas redes.

Chefe de campanha on-line, Laura fala ao celular nos bastidores da Convenção Democrata, na Carolina do Norte

As mãos que digitaram os poucos caracteres e os olhos que escolheram a fotografia são da finlandesa naturalizada americana Laura Olin, 31, coordenadora da campanha de Obama nas redes sociais.

Acordada havia 19 horas no momento em que selecionou a foto --e "exausta", segundo ela--, Laura diz não ter refletido muito sobre a escolha da imagem, clicada no Estado de Iowa, em agosto, pela fotógrafa Scout Tufankjian, que trabalhou na campanha.

"Muito do uso de redes sociais se resume a exercer bom senso, particularmente em uma campanha presidencial", diz Laura, em entrevista à Folha por e-mail. "Depois que publiquei a foto, fui para a festa da vitória e não acessei o Twitter até a manhã do dia seguinte."

Quando acordou, Laura viu que a mensagem ultrapassava 300 mil retuítes --superando o então líder, o cantor canadense Justin Bieber, cuja mensagem havia sido compartilhada 223 mil vezes.

Até agora, 817 mil pessoas repostaram o tuíte de Obama. Ao mesmo tempo, no Facebook, a imagem foi curtida 4,4 milhões de vezes.

PSICOLOGIA E POLÍTICA

Formada em psicologia e em política pela Universidade de Virgínia em 2003, Laura passou a se interessar pelo uso de redes sociais em campanhas políticas no mesmo ano, quando o então governador do Estado de Vermont, o democrata Howard Dean, lançou sua pré-candidatura à Presidência.

"Ele estabeleceu os princípios básicos que usamos até hoje", afirma Laura. Por meio de blogs, Dean foi o primeiro a fazer arrecadação on-line de fundos para a campanha.

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Rede I Twitter quer lançar filtros de fotos inspirados no Instagram   (10/12/12)

Com o fim da integração de fotos do Instagram diretamente na timeline do Twitter, o microblog planeja adotar um dos principais atrativos da rede social adquirida recentemente pelo Facebook: a possibilidade de aplicar filtros às imagens. O lançamento já teria até data mercada, segundo informações do AllThingsD, e estaria disponível aos usuários antes das festas de fim de ano.

O cofundador do Twitter Jack Dorsey tem postado fotos com efeitos que fariam parte de novo aplicativo

A novidade deve estar disponível em breve com uma atualização no aplicativo oficial do Twitter, de acordo com fontes próximas ao tema ouvidas pelo site especializado. Apesar de ainda estar em fase de testes, o aplicativo tem sido aparentemente utilizado pelo cofundador e presidente executivo do conselho administrativo do Twitter, Jack Dorsey, para postar diversas fotos em preto e branco - a partir de um aplicativo não revelado por ele.

Com a iniciativa, o Twitter pretende aproveitar o alto índice de fotos que devem ser postadas nas redes sociais durante o período de Natal e Ano-Novo. O último grande feriado nos Estados Unidos (o Dia de Ação de Graças) levou o Instagram a bater recordes: mais de 10 milhões de fotos foram publicadas na ocasião, que registrou o maior número de arquivos publicados em um único dia no aplicativo. Cerca de 200 fotos sobre o assunto foram publicadas a cada segundo naquela data.

A remoção de um elemento-chave de sua integração com o Twitter marcou o mais recente confronto entre o Facebook e o Twitter, iniciado em abril. A ligação das empresas tem sido tensa desde então. Um porta-voz do Twitter procurado pelo AllThingsD se recusou a comentar o assunto.

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Rede I Microsoft ataca Google Shopping com novo site Scroogled    (28/11/12)

Desde que a Microsoft  lançou seu buscador Bing, em 2009, ela trava uma dura disputa contra o Google, que se mantém inabalado em sua posição de líder em pesquisas na web. A mais recente tentativa da turma de Steve Ballmer é um hotsite chamado Scroogled, em que ela ataca o que chama de “práticas desleais do tipo pague para aparecer” do serviço Google Shopping.

Google Shopping, um serviço de pesquisa de preços no estilo do Buscapé, está disponível em 13 países, incluindo o Brasil. Em maio deste ano, o Google passou a incluir, nos resultados de busca do Shopping, apenas produtos de lojas que pagam para figurar neles. Essa é uma prática comum entre os comparadores de preços.

No Google Shopping americano, as lojas podem pagar para aparecer primeiro no ranking. Mas o usuário também pode ordenar os resultados por preço ou por avaliação. Foi essa característica que a Microsoft resolveu usar contra a rival. Ela promete nunca ordenar os resultados do Bing em função do pagamento (a versão brasileira desse buscador não inclui comparação de preços).

O site Scroogled diz: “Quando as escolhas são limitadas e ordenadas pelo pagamento, os consumidores são enganados. Para um resultado de busca honesto, tente o Bing”. O nome Scroogled, parte da gíria geek americana, parece ter sido cunhado em 2007 pelo escritor Cory Doctorow. É uma mistura de "screwed"  (que pode ter o sentido de enganado) com Google. 

A versão americana do Google Shopping deixa claro que os lojistas pagam para que os produtos sejam listados e para que apareçam em destaque. Há até uma página em português explicando isso aos eventuais usuários brasileiros: “Nos Estados Unidos, o Google Shopping é um site comercial onde o pagamento é um dos vários fatores usados para classificar as listagens de produtos”, diz o texto. 

Segundo o site NetMarketShare, o Google tem 85% do mercado mundial de buscas na web. O Yahoo! vem em segundo lugar, com 8%; e o Bing, em terceiro, com apenas 4%. Nos Estados Unidos, onde a Microsoft investiu mais no Bing, esse buscador está na segunda posição, com 12% do mercado. Isso não abalou, é claro, a liderança do Google, que tem 75% de participação lá. Já no Brasil, o Google tem praticamente um monopólio, com 97% do mercado.

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Rede I Samsung lança Overly Attached Computer com  web-celebridade  Laina Walker   (20/11/12)

A parceria Samsung e Viral Factory sempre rendeu bons vídeos, principalmente para a divisão de mobile, praticamente uma empresa à parte do resto da gigante corena.

Para o vídeo desta nova empreitada, a Samsung contratou uma web-celeb chamada Laina Walker que, diz a lenda, ficou famosa por um vídeo em resposta ao videoclipe “Boyfriend”, de Justin Bieber, em que seu personagem era uma namorada grudenta-e-ultra-ciumenta, mesclando uma cara angelical com um olhar psicopata. Virou até meme.

Porém o produto tem menos de glamour, ainda que esteja na crista da onda: o SSD (Solid-State Drive), responsável pelas incríveis performances dos novos computadores quando comparados ao bom e velho HDD (Hard Disk Drive). Nessa era de tablets, ultrabooks, tablets-que-viram-notebooks, smartphones e afins, os grisalhos computadores e notebooks parecem ter perdido o amor de seus donos.

E é justamente sobre isso que o filme trata: uma mensagem do seu computador grudento e ciumento, companheiro em tantas coisas erradas que você já fez nessa Internet, pedindo uma memória melhor para reconquistar o seu amor. Com um pequeno incentivo que só um(a) namorado(a) extremamente perturbado(a) sabe dar.

O vídeo disponível no canal da Samsung já soma mais de 2 milhões de views em menos de uma semana, fora a repercussão em outros vídeos que a imitam ou comentam o caso. Pelo visto, mais um gol da Viral Factory.

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Rede I Twitter apresenta função para envio de mensagens por e-mail   (16/11/12)

O Twitter apresentou na quinta-feira uma nova função que permite enviar tweets por correio eletrônico a partir do twitter.com para aqueles que não integram a rede social.

"Você pode fazer o retweet de qualquer mensagem para seus seguidores do Twitter, mas às vezes você deseja compartilhar com outro grupo, como seus colegas de quarto na faculdade ou seus pais ou um amigo, que ainda não estão no Twitter", escreveu o engenheiro Stefan Filip no blog da empresa.

"Por isto introduzimos a possibilidade de enviar por correio eletrônico de um tweet diretamente a partir do twitter.com", completou.

A função estará disponível nas próximas semanas, informou Filip.

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Rede I Google estreia serviço de banda larga nos EUA; velocidade chega a 600 Mbps   (13/11/12)

O Google deu início nesta terça (13) aos testes de seu serviço experimental de banda larga, chamado Google Fiber, na região metropolitana de Kansas City, compreendida entre os estados de Kansas e Missouri.

Imagem postada no Twitter por Mike Demarais, que está usando o Google Fiber, mostra teste de velocidade

Mike Demarais, da empresa iniciante Threedee, situada em uma das chamadas "fiberhoods" (regiões atendidas pelo serviço), postou em seu Twitter um teste de velocidade realizado com a conexão: 696 Mbps para download e 620 Mbps para upload.

"Acabamos de começar a usá-lo, e estive paralisado em frente ao meu laptop durante as últimas horas. É inacreditável. Provavelmente não vou sair mais de casa", disse Demarais ao site "Ars Technica".

Quadro do filme promocional que o Google fez para o Fiber, seu serviço experimental de banda larga

O Google, que está cobrando dos usuários US$ 70 (cerca de R$ 144) por mês, prometia velocidades de 1 Gbps para o serviço.

No Brasil, serviços de banda larga de duas das maiores provedoras com velocidade de 100 Mbps e de 200 Mbps custam R$ 399 e R$ 299, respectivamente.

"Estivemos trabalhando em algumas casas nas últimas semanas para assegurar que o serviço fosse ótimo", escreveu Alana Karen, diretora do projeto Google Fiber, em um post no blog do Fiber.

 
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Rede I Google fatura com publicidade mais que toda mídia impressa dos EUA   (13/11/12)

O Google, sozinho, está faturando mais com publicidade do que todos as revistas e jornais dos EUA inteiro. A revelação, surpreendente, é da empresa Statista, que publicou nesta terça (13) um levantamento referente ao primeiro semestre do ano.

Segundo o estudo, o Google faturou quase 21 bilhões de dólares com anúncios entre janeiro e junho deste ano - 1,6 bilhão a mais que a publicidade em toda a mídia impressa nos Estados Unidos no mesmo período.

A empresa diz que trata-se de uma comparação injusta, pois o Google atua em nível mundial. "De qualquer forma, mostra o quão grande é o negócio de publicidade do Google, e o quanto o impresso caiu nos últimos anos".

De fato, a gangorra é impressionante. Em 2005, os veículos impressos faturaram mais de 70 bilhões em publicidade nos EUA. O Google ficou abaixo dos 5 bilhões.

“O Google, fundado há 14 anos, faz mais dinheiro com publicidade do que uma indústria que está por aí há mais de 100 anos”, resume a empresa. IDG Now

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Rede I Ciberbullying: no trabalho, vítimas sofrem mais e são mais indefesas   (04/11/12)

Bullying virtual é um fenômeno considerado mais frequente entre adolescentes, mas também aparece no ambiente corporativo Foto: Blue Square Thing/Flickr.com/Reprodução

O bullying virtual - que inclui abusos por e-mail, texto ou postagens em redes sociais - no ambiente de trabalho tem um efeito mais forte sobre as vítimas do que o assédio convencional por colegas, indica estudo da Universidade de Sheffield, realizada por pesquisadores de psicologia ocupacional. A mesma pesquisa mostra que, além de serem mais afetados pelo assédio na internet, os empregados geralmente são menos socorridos, uma vez que as testemunhas de casos de ciberbullying tendem menos a agir em favor dos colegas.

"Em geral, aqueles que são vítimas de ciberbullying tendem a ter maior tensão mental e satisfação menor no trabalho", diz Iain Coyne, da Universidade de Nottingham, parceira na pesquisa.

Segundo o pesquisador, em um dos estudos realizados o efeito do ciberbullying se mostrou mais devastador do que o bullying convencional. Além disso, descobriu-se que o impacto de presenciar o bullying virtual foi diferente do visto no convencional.

"Na literatura convencional, as pessoas que testemunham situações de assédio também apresentam evidências de redução do bem-estar. No entanto, na nossa pesquisa, isso não aparece no caso do ambiente virtual. As testemunhas (do ciberbullying) são bem menos afetadas", declarou Coyne.

Para Coyne, uma das razões para tal reação pelas testemunhas pode estar no que ele chama de "natureza remota do ciberespaço", que levaria as pessoas a dar menos ênfase ao sofrimento da vítima. "Isso pode afetar a reação da testemunha ao bullying e potencialmente determinar se ele vai tomar alguma atitude, como reportar ou interferir", completa o pesquisador.

Dado: 80% já sofreram assédio na rede

No estudo, que será apresentado ainda este ano, os pesquisadores devem dar sugestões de como os empregadores podem lidar com o bullying virtual em suas equipes, especialmente do ponto da vista da prevenção.

O estudo incluiu três pesquisas separadas entre empregados de várias universidades do Reino Unido. As perguntas para os entrevistados tratavam sobre suas experiências com o ciberbullying no ambiente de trabalho. "Nós demos uma lista do que poderia ser classificado como bullying, como ser humilhado, ignorado ou alvo de fofoca, e perguntamos se eles enfrentam esse tipo de assédio online e com que frequência", explica o Dr Coyne.

Dos 320 entrevistados, cerca de oito em cada 10 experimentaram uma das ações de ciberbullying descritas pelo questionário pelo uma vez nos últimos seis meses. Os resultados também mostraram que entre 14% e 20% dos participantes experimentam esse tipo de assédio em base semanal - frequência similar à do bullying convencional.

Fenômeno encarado como novo por pesquisadores, o ciberbulling tem, até o momento, sido associado ao comportamento de jovens, com estudos e casos mais chamativos também focados em crianças e adolescentes, e no ambiente escolar.

Um dos casos recentes mais emblemáticos do bullying é o da adolescente Amanda Todd, 15 anos, que se matou por enforcamento depois que imagens nas quais ela aparece mostrando os seios começaram a circular pelo Facebook e em outros sites. Mesmo depois de ter mudado de cidade e de escola, o assédio não parou. Seu perfil no Facebook virou um memorial que atraiu 750 mil curtidas dias após sua morte. A mobilização para descobrir o culpado envolveu até o grupo hacker Anonymous.

Outros países também relatam casos de violência iniciada na internet. Em setembro, por exemplo, um juiz britânico chamou o Facebook de "combustível da violência" ao sentenciar um garoto que tinha agredido outro depois de uma discussão na rede social.

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Rede I Apple planeja serviço de rádio, diz jornal "The Wall Street Journal"  (07/09/12)

A Apple planeja lançar um serviço de rádio similar ao Pandora, de acordo com a publicação The Wall Street Journal. O serviço contará com estações personalizadas e com função que recomenda músicas e artistas. A rádio é grátis e contará com anúncios.

O software que mostra as estações poderá ser instalado no iPhone, iPad, iPod Touch e talvez será liberado aos computadores com o sistema operacional Windows. Já os smartphones e tablets que rodam o sistema Android não poderão baixar o aplicativo.

O jornal diz também que a Apple não comenta rumores, mas uma fonte próxima ao assunto confirmou que a empresa atualmente negocia o acesso ao acervo de músicas das gravadoras. Rafael Ferrer

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Rede I A TV do futuro é um grande iPad`, diz Reed Hastings, CEO e co-fundador do Netflix    (01/09/12)

O filme Apolo 13, estrelado por Tom Hanks em 1995, ajudou a mudar o curso da vida de Reed Hastings. Não pelo conteúdo da história inspirada no resgate de uma missão espacial americana, mas pela multa que recebeu por atrasar a entrega da fita.

Reed Hastings, CEO e co-fundador do Netflix

Os 40 dólares já eram, em 1997, uma despesa insignificante para o fundador de uma das 50 maiores empresas de software do mundo àquela época. Mas serviram de estalo para idealizar um sistema de locação de DVDs pelo correio, com mensalidade fixa.

O nome da companhia – Netflix – mirava na inovação proposta por ele: o de transmissão online de filmes, séries e programas de TV. No mundo todo, a empresa reúne hoje mais de 25 milhões de assinantes. No Brasil e na América Latina, o serviço de 14,99 reais atingiu em um ano a marca de 1 milhão de usuários, passando a ser uma opção principalmente para os fãs das séries.

A previsão do CEO e co-fundador da empresa, que chega nesta quinta-feira a São Paulo para comemorar o primeiro aniversário brasileiro, é de que em 20 anos quase a totalidade da transmissão de vídeo estará na web, com grande integração com redes sociais, principalmente o Facebook - site onde tem cadeira no conselho de diretores e do qual recentemente adquiriu 1 milhão de dólares em ações, no momento de queda. “Não penso nas oscilações de curto prazo”, afirmou, por telefone, na seguinte entrevista ao site de VEJA:

Os campeões de audiência reúnem milhões de pessoas diante da TV em um mesmo horário. Essa forma de assistir televisão vai morrer?

As transformações serão diferentes para cada tipo de programação. As grandes transmissões de esporte pressupõem todos os espectadores ligados ao mesmo tempo. Esta é uma categoria que terá vida longa no modelo de broadcast tradicional, pois há algo especial na sensação de compartilhar aquele momento em frente à TV com milhares de torcedores. Não vejo este comportamento desaparecendo. Isso é muito diferente de quando a pessoa está surfando nos canais, sem certeza sobre o que quer ver. Esta é a parte da televisão que é muito melhor na internet, porque a forma de escolher é mais precisa. Esta separação já está acontecendo. Se você sabe o que quer ver, como seu esporte preferido ou um novo episódio específico de novela, a TV tradicional é muito boa. Mas ela não é boa se você está procurando um conteúdo interessante.

Isso significa que os canais no futuro não vão competir diretamente nas faixas de horário?

Este é o ponto central. Por 70 anos, tivemos apenas a TV linear. Primeiro por transmissão por antenas, depois por cabo e satélite. Por muito tempo, a graça esteve em ter à disposição mais e mais canais lineares, que transmitem a mesma programação para todos os clientes. A próxima grande onda são as redes de TV na internet. Na TV ‘on demand’ você pode ver uma série e, se gostar, ver o primeiro episódio, ou toda a temporada. É o espectador quem escolhe se verá o programa ao voltar do trabalho ou às duas da manhã. Essa flexibilidade tremenda vem da natureza da internet e dos serviços sob demanda. Penso que surgirão muitas novas redes como a Netflix e a HBO Go, que são os grandes exemplos hoje em dia.

Essa mudança de padrão deve acontecer em que prazo?

Há um crescimento rápido da transmissão de TV pela internet. Numa comparação não muito exata, é uma repetição do que se deu com os telefones celulares. Há 20 anos, a maioria das pessoas usava aparelhos conectados à rede de telefonia fixa. Hoje, as vantagens da telefonia celular são indiscutíveis, e por ela é feita a maioria dos telefonemas. Com o vídeo, o padrão atual ainda é o broadcast, com todos os clientes recebendo o mesmo sinal. Hoje em dia, só 2% ou 3% de todo o conteúdo de TV é transmitido pela internet. Acredito que em 20 anos o vídeo pela web será 98% de todo o conteúdo exibido no mundo.

A relação do usuário com a TV deixa de ser passiva?

A opção estará com o consumidor, que poderá assistir de forma passiva ou não. A TV por internet pode ficar num mesmo canal, o dia inteiro, exatamente como no broadcast. Mas a tecnologia dá a ele o poder de decisão. Mesmo numa transmissão esportiva, em que um grande número de pessoas tem interesse na final de um campeonato, os usuários terão como escolher a forma de receber esse conteúdo. Quem estiver em um canal pela internet terá a opção de assistir por ângulos e câmeras diferentes. No caso de uma partida entre dois times regionais, será possível mostrar mais as jogadas e os jogadores preferidos do usuário. A mudança envolve todo o mercado. A diferença é também pelo lado dos canais e anunciantes, que podem direcionar publicidade específica para públicos com perfis escolhidos. Estamos falando de uma tecnologia que pode proporcionar anúncios únicos por pessoa, pois é possível saber exatamente quem é aquele espectador.

Atualmente é possível comprar TVs que acessam a internet, são controladas por voz e movimento, como os videogames. O aparelho de TV do futuro terá mesmo tantas funções?

O que acontece agora com as TVs inteligentes já aconteceu com os smartphones. Elas são o futuro. Mas inicialmente nem todo mundo se interessa pelos modelos com novas funções, como acesso à internet e todo o conjunto de aplicativos que se pode baixar e usar no dia a dia. E é claro que nem todo mundo pode pagar por isso. Mas esses custos vão cair mais e mais, tornando o produto acessível, ao mesmo tempo em que mais pessoas se convencem de que há inovações úteis, mesmo que não seja alguém muito interessado em tecnologia de ponta. Pense nas TVs como iPads gigantes. Elas terão aplicações, serão flexíveis para o usuário. Será algo conveniente para ter na casa. Alguns modelos poderão ter tela sensível ao toque, exatamente como os tablets, e formas diferentes de controle, como o acionamento por voz e gesto. A diferença principal estará no acesso à rede e na atualização constante, como ocorre com os computadores.

De que forma os grandes produtores de conteúdo, como os estúdios de Hollywood, estão lidando com essas transformações?

Se você é uma parte pequena dos pagamentos para quem produz conteúdo, não há como receber muita atenção. Quando começamos a transmitir filmes e programas de TV por streaming fomos ignorados pelos grandes estúdios. Afinal, nós éramos responsáveis por uma parcela pequena do que eles recebiam. Agora que temos um número de assinantes suficiente para fazer grandes cheques para a indústria, os produtores passaram a gostar do que fazemos. É assim que o mercado funciona.

Uma crítica dos usuários no Brasil é em relação à falta de filmes novos.

Quanto mais assinantes reunimos, mais pagamos aos produtores de conteúdo. E se podemos pagar mais, podemos ter mais e melhores atrações. Ultrapassamos a marca de um milhão de usuários no Brasil e na América Latina, e isso cria possibilidade para termos mais acordos e mais conteúdo nesses mercados. Desde o dia 18 de agosto nossos clientes nesses mercados têm acesso ao filme Jogos Vorazes, o maior lançamento do ano nos cinemas. Para os brasileiros, esse título chega apenas cinco meses depois da primeira exibição nas salas. Nosso público nos Estados Unidos só terá acesso a ele em abril do ano que vem. O prazo para estreia de uma atração na Netflix varia de acordo com as políticas e contratos de cada estúdio, mas o que sempre tentamos é buscar os títulos mais populares.

No Brasil, a Rede Globo é a que mais produz e exibe programas de sucesso, entre eles as novelas. Como é a relação da Netflix com a emissora?

Por ser uma rede de grande sucesso, a Globo tem a capacidade de decidir exatamente como e com quem licenciar seu conteúdo. Ela escolhe a forma mais lucrativa e interessante de negociar seus produtos. Temos uma boa relação com a Globo Internacional, e oferecemos conteúdo da emissora fora do Brasil, em toda a América Latina e nos Estados Unidos. Mas eles não nos deixam licenciar conteúdo para exibição pela Netflix no Brasil. Temos relativamente pequeno conteúdo de TV brasileira, em comparação com outros países em que estamos presentes. No México, temos o que é produzido pela Televisa e Azteca, por exemplo. Apenas no Brasil a Globo não está interessada. É um direito deles. Quando começamos nos Estados Unidos, em 2008, a atitude era similar. Hoje temos conteúdo de todas as emissoras e estúdios. Leva tempo para as pessoas entenderem o que fazemos, e como isso é diferente. Nosso negócio é adicionar, não canibalizar. Ninguém deixa de assinar uma TV a cabo porque assinou a Netflix. Não temos notícias, esportes, programas como American Idol ou reality shows. Oferecemos conteúdo de TV em série, e no caso de programas de TV as pessoas podem assistir como se lessem um livro: um episódio após o outro, no ritmo e no momento em que bem entendem.

Não é natural que as emissoras tenham medo do avanço de serviços como a Netflix?

Não. Nos Estados Unidos sempre houve o debate a respeito disso, sobre sermos bons ou maus, ou quem vai matar quem nesse negócio. O caso do seriado Mad Men é um bom exemplo para isso. Quando a quinta temporada começou a ser exibida, a audiência da série tinha um milhão de espectadores a mais que a temporada anterior. A razão para isso, acreditamos, é o fato de muitas pessoas terem assistido aos episódios antigos na Netflix. Isso criou, então, expectativa pelos novos episódios. Esta atração tem cinco anos agora, mas o episódio mais assistido na Netflix continua sendo o primeiro, da primeira leva. Isso é um ótimo exemplo de como ajudamos a construir a audiência. Vemos isso acontecer também com Breaking Bad, Sons of Anarchy, e até comédias como How I Met Your Mother. As TVs não podem oferecer tudo de uma vez, mas nós podemos. E isso cria expectativa para a temporada seguinte.

O que impede que mais títulos brasileiros, além da Globo, entrem na grade da Netflix?

Procuramos o que as pessoas assistem, de acordo com o número de horas exibidas. Quando viemos ao Brasil pela primeira vez, ficamos impressionados com o sucesso de Chaves no país. Incluímos essa atração e ela foi muito bem. Pensamos: “Como é possível?” Nós analisamos o custo relativo de cada tipo de conteúdo e decidimos pensando em investir com base em quem vai assistir ao título. A complexidade desse processo é que as pessoas têm gostos muito diferentes. Licenciamos o que elas realmente assistem, e não o que dizem querer assistir. Se perguntadas, muitas pessoas dizem que querem grandes filmes de qualidade. É comum encontrar quem afirma gostar de Scorcese e Woody Allen, mas que, pelo que constatamos, passa mais tempo assistindo a filmes de monstros e zumbis. Nós sabemos exatamente o que nossos assinantes estão assistindo.

Há particularidades no assinante brasileiro?

No Brasil, adicionamos mais comédia e mais programas infantis. Já temos alguns humoristas, como Rafinha Bastos, e vamos começar com o Pânico! em novembro. Galinha Pintadinha é um dos títulos mais populares do nosso catálogo e tem sido ótimo para nós. Também temos mais animações e conteúdo do UFC. Depois da exibição mundial das lutas, imediatamente negociamos e adicionamos à programação.

O Brasil tem uma produção crescente de cinema independente, e isso também está fora do serviço. Esses filmes não interessam?

Um dos problemas dos filmes independentes no Brasil é que são muito difíceis de licenciar. O modelo de propriedade de filmes é muito complexo. Há muitas pessoas envolvidas no financiamento, e os direitos não estão concentrados em uma instituição específica ou pessoa. Veja o que acontece com a Petrobras. Ela financia muitos filmes, mas geralmente não controla os direitos. Ser capaz de construir um acordo de licenciamento por atacado é fundamental no nosso negócio. O melhor para nós é negociar o licenciamento de 30, 50, 100 filmes de uma só vez. Nas produções independentes no Brasil, quando começamos a conversar, vemos que elas têm diferentes participações de propriedade – uma para a música, outra para outra parte, e assim por diante. A negociação se arrasta ou se torna impossível.

Uma nova lei brasileira exige uma conta mínima de conteúdo nacional na TV por assinatura. Foi criada também uma taxação para serviços de vídeo sob demanda. Como isso afeta a Netflix?

Os países têm legislações próprias em relação à televisão e à internet, e em alguns há tensões. Queremos que clientes brasileiros tenham mais opções. Estamos estudando as novas regras, e de que forma isso pode afetar nosso negócio. A tecnologia de transmissão de vídeo por internet não é boa só para a Netflix, ou só para as redes, mas para o mercado como um todo. Seria uma pena sacrificar essa inovação, e esperamos que isso não aconteça.

As ações da sua companhia sofreram uma queda abrupta de mercado em 2011 e vêm se recuperando. Recentemente, o senhor adquiriu um milhão de dólares em ações do Facebook, num momento de tendência de queda. Que aprendizado se pode extrair dessas oscilações nas empresas de tecnologia?

Gosto de analisar o mercado pensando no que vai acontecer daqui a 20 anos ou mais, não nas oscilações de valor de curto prazo. É assim que devemos agir como gestores. Acredito que as inovações da tecnologia para o lado social terão papel muito forte no futuro, e isso se conecta com o que prevejo para a Netflix. Meu foco é construir uma empresa global, que atenda dezenas de milhões de espectadores. Sou muito confiante e otimista em relação ao crescimento do número de pessoas assistindo TV pela internet nos próximos cinco, dez e vinte anos. E vejo que a tendência é amigos interagindo em relação ao que assiste e gosta de ver na TV. Isso me leva a enxergar futuros longos e brilhantes para as duas companhias.

Paralelamente aos negócios, o senhor sempre teve atuação em educação. As novas tecnologias estão fazendo sua parte para promover avanços nessa área?

Meu primeiro trabalho depois da faculdade foi como professor de matemática na África. Vi pessoalmente o desafio que os países em desenvolvimento têm pela frente para formar professores de qualidade. Isso é particularmente importante e difícil quando falamos de matemática e ciências. É preciso garantir acesso universal à educação de qualidade, dos primeiros anos até a faculdade. Se tivermos sucesso nisso, teremos um mundo mais pacífico. A internet e a tecnologia oferecem oportunidades imensas para promover educação. O YouTube é o maior distribuidor de vídeos no planeta, e um dos grandes exemplos de como isso pode ser usado a serviço da educação é Khan Academy, um grupo que distribui vídeos gratuitos com aulas de várias matérias. Sou um dos colaboradores da organização, que recentemente passou a oferecer gratuitamente, a qualquer um com acesso à internet, aulas de introdução à programação e à ciência da computação. Eles não são os únicos. Ações como essas são a prova de que os países precisam investir em conexão de qualidade. Ser capaz de oferecer internet rápida em larga escala vai ser decisivo para a competitividade dos países nos próximos 50 anos. Veja

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Rede I Facebook mergulha no mundo móvel para fugir da crise   (25/08/12)

Na sede do Facebook, há aparelhos móveis por toda parte. Os visitantes são registrados em iPads na recepção. Os funcionários do café da empresa usam iPads como caixas registradoras.

Em lugar de enviar e-mails, os funcionários do Facebook preferem o sistema de mensagens da companhia, que envia textos tanto a seus aparelhos móveis quanto a seus computadores.

O Facebook claramente tem os aparelhos móveis em mente, ainda mais agora que as pessoas dedicam mais tempo ao site em seus apps do que nos computadores.

E, em Wall Street, os investidores pressionam a rede social de Mark Zuckerberg para que ganhe domínio do mundo móvel, acelerando seu crescimento e permitindo a recuperação das ações, que acumulam queda de 50%.

Mas o desafio do Facebook é descobrir a melhor maneira de distribuir anúncios lucrativos aos usuários de aparelhos móveis sem ocupar demais as pequenas telas desses dispositivos e causar frustração que resulte em perda de assinantes.

Executivos do Facebok dizem que a companhia está mergulhando no mundo móvel, começando por novas versões de seu app para o iPhone, lançadas anteontem.

Os usuários se queixavam da lentidão dos aplicativos, e mais de metade dos que classificaram o app do Facebook para o iPhone na Apple App Store lhe deram uma estrela, de cinco possíveis.

Os novos aplicativos são mais rápidos porque foram reescritos na linguagem de programação específica dos aparelhos da Apple.

Os apps são parte do que os executivos do Facebook definem como transformação da empresa em organização que prioriza os aparelhos móveis. Desenvolver produtos móveis se tornou prioridade.

"Nós reordenamos a empresa e adotamos o setor móvel como foco, basicamente", disse Mike Schroepfer, vice-presidente de engenharia do Facebook.

Como parte da reforma, as equipes de produto foram arranjadas para que possam produzir versões móveis dos novos recursos ao mesmo tempo em que estas são desenvolvidas para o site.

INVERSÃO

Antes, a companhia introduzia as novidades em seu site e depois uma equipe de conversão traduzia os recursos rapidamente para os aparelhos móveis.

O Facebook também tenta espalhar o conhecimento sobre o segmento móvel pela companhia.

Os principais engenheiros do grupo conduzem sessões semanais de treinamento para 20 funcionários, que aprendem como programar para aparelhos Apple e Android. Cerca de cem engenheiros trabalham em versões móveis dos produtos do Facebook. Brian X. Chen - New York Times

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Rede I Instagram chega aos 80 milhões de usuários  (26/07/12)

Após ser comprado pelo Facebook em abril e lançar sua versão para Android, o serviço ganhou cerca de 30 milhões de novos usuários

O Instagram, rede social para o compartilhamento de fotos, atingiu a marca de 80 milhões de usuários. O número foi divulgado no blog oficial do Instagram.

Após ser comprado pelo Facebook em abril e lançar sua versão para Android, o serviço ganhou cerca de 30 milhões de novos usuários.

Outra importante marca alcançada pelo serviço é a quantidade de fotos compartilhadas, que já passam de 4 bilhões.

O Instagram tem crescido continuamente desde seu lançamento em outubro de 2010.

O serviço terminou seu primeiro mês com 300 mil usuários, seu primeiro ano com 12 milhões e já tinha aproximadamente 30 milhões em um ano e meio de atividade.

Logo que o Facebook comprou o serviço, em abril de 2012, anunciou que ele tinha chegado a 50 milhões de usuários - para agora chegar aos 80 milhões.

O caso foi comparado à compra do YouTube pelo Google em novembro de 2006, por 1,65 bilhão de dólares. Na época da aquisição, o site tinha cerca de 100 milhões de visitas por dia – número que cresceu para 4 bilhões de visitas diárias até janeiro de 2012.  Christian Costa

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Rede I Google vai integrar Drive a sistema operacional Chrome OS   (26/04/12)

O novo serviço de armazenamento na nuvem Google Drive será bastante integrado ao sistema operacional Chrome OS, disse o executivo da empresa Sundar Pichai.

As informações são da "Wired".

Lançado no último ano, o Chrome OS já está funcionando em alguns notebooks da Samsung e da Acer. Um dos diferenciais do sistema é o seu funcionamento integrado à nuvem.

Google Drive, serviço de armazenamento de arquivos do Google, em diferentes plataformas

"Com os Chromebooks, [o Google Drive] fica ainda mais potente, porque ele começa a funcionar naturalmente. Seu drive local já é o Google Drive", disse Pichai, que é vice-presidente sênior de Chrome e Apps.

Se o usuário do Chrome OS desejar, basicamente tudo o que ele costuma salvar em seu computador será armazenado no Google Drive. "Nós... efetivamente integraremos o [Google] Drive no sistema de arquivos nativo do Chrome OS", disse Pichai.

De acordo com o executivo, a integração entre ambos os serviços deverá ser implantada na 20ª versão do Chrome OS. Por enquanto, o Google ainda está na fase de testes da 19ª versão. Folha

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Rede I Conheça os perfis mais populares da Pinterest  (25/02/12)

Confira quem são os usuários com mais seguidores em toda a rede social, de acordo com estatísticas do site Zoomsphere

São Paulo – A Pinterest é uma espécie de mural virtual, no qual seus usuários adicionam imagens, referências e dicas sobre os mais diversos temas. Lançada em 2010, a rede social vem galgando milhões de usuários que a firmam como a rede social mais quente do momento. Exemplo disso é a quantidade de perfis cadastrados: são mais de 10 milhões, uma audiência formada majoritariamente pelo público feminino.

O Zoomsphere, site que produz estatísticas das principais redes sociais, apresenta números que permitem listar quais os usuários com maior número de seguidores em toda a Pinterest. Não é nenhuma surpresa que a lista seja dominada por mulheres, mas também há representantes da ala masculina.

Os fundadores da rede, Ben Silbermann e Evan Sharp aparecem entre os dez mais, segundo a Zoomsphere. Entretanto, por algum motivo, no momento da produção desta matéria suas páginas estavam inacessíveis. Portanto, foram substituídos pelos perfis seguintes. Confira abaixo a lista completa:

Jane Wang

O site Mashable levantou a suspeita de que a pessoa dona do perfil com mais seguidores na rede social é ninguém mais, ninguém menos que a mãe de Ben Silbermann. Se o boato é verdade ou não, pouco importa: Jane contabiliza mais de 2 milhões de seguidores em 89 boards sobre os mais variados assuntos.

Jennifer Chong

A designer Jennifer ocupa a segunda posição com 1,028 milhão de seguidores. Em seu perfil, ela se descreve como uma amante da gastronomia e entusiasta da fotografia. Compartilha imagens e referências em 50 boards diferentes, a maioria deles sobre design gráfico e assuntos relacionados às artes.

Christine Martinez e seu cachorro Miles

A dupla de Oakland, Califórnia, se descreve como amante da Pinterest e, além de contabilizarem pouco mais de 985 mil seguidores, se expressam em 42 boards diferentes. Praticamente todos eles são muito femininos, entre temas motivacionais e referências de moda, passando também por um board dedicado inteiramente ao colorido mundo dos doces.

Maia McDonald

Também de Oakland, Califórnia, Maia ocupa a quarta posição entre os mais populares da rede social, com 914,608 seguidores até o momento. A usuária conta com 35 boards, a maioria relacionada à gastronomia, entre receitas de saladas, massas e sobremesas.

Leah Dent

Leah Dent é co-fundadora de um estúdio de design em Perth, Austrália. Como era de se esperar, os 42 boards editados por Leah tem o design como tema, com referências de ilustrações, tipografia e objetos. A australiana contabiliza cerca de 866 mil seguidores.

Caitlin Cawley

A americana Caitlin, estudante de design na MICA (Maryland Institute College of Art) é uma fã do traçado forte e colorido, chamado “bold pattern”. A jovem organiza referências de moda em vários boards dedicados especificamente para vestidos, sapatos, acessórios e esmaltes. Caitlin ocupa a 6ª colocação entre os mais populares da Pinterest, com aproximadamente 828 mil seguidores.

Mike D

O usuário Mike D conta com 819,115 mil seguidores. Ao contrário da mulherada, o americano é mais enxuto na quantidade de boards, com apenas 16. Os temas transitam entre o design, tipografia, cores discretas e temas sem frescura. Exemplos são o board sobre comida – no qual uma das primeiras imagens é um prato com ovo frito - e outro sobre gadgets tecnológicos.

Joy Cho/Oh Joy

Blogueira, designer e amante da gastronomia, Joy está na 8ª colocação na lista. A jovem contabiliza 818,931 seguidores em 47 boards. Os boards são, em sua maioria, relacionados à moda e referências alegres e coloridas, como balões e flores.

Anna H.

Essa usuária divulga pouca informação sobre si mesma, e sabe-se apenas que é residente de Vermont, EUA. Independente disso, Anna está na 9ª colocação entre os perfis com mais seguidores. A usuária tem 50 boards que, como de costume para as mulheres, são sobre temas como moda, gastronomia, inspirações e decoração.

10º Daniel Bear Hunley

Com 797,980 seguidores, outro americano aparece na lista dos perfis mais populares. Hunley se descreve como psicólogo amador e “gentleman”. A elegância do seu perfil é escancarada em 30 boards que tratam de gastronomia, referências de drinks, decoração e jardinagem, tudo com uma pegada bem masculina.

Gabriela Ruic, de

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Rede I Twitter chega aos 500 milhões de usuários, diz site Twopcharts  (23/02/12)

O Twitter bateu nesta quarta-feira (22) a marca de 500 milhões de usuários registrados, segundo o Twopcharts, site especializado em análise de dados do microblog.

Somente nas últimas 24 horas, foram criadas 960 mil novas contas e por segundo são registradas em média 13 novos perfis, ainda segundo o site.

A última vez que o Twitter compartilhou o número de usuários registrados foi em abril do ano passado, quando o número de usuários registrados era de 200 milhões.

O Twitter não confirmou oficialmente a informação e não comentou a metodologia utilizada pelo Twopcharts. No site oficial do serviço há apenas dois dados: 100 milhões de usuários ativos e 250 milhões de tuítes enviados por dia.

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Rede I 10 redes sociais que você não pode ignorar  (19/02/12)

A enorme abrangência do Facebook, com seus 845 milhões de participantes, pode dar a impressão de que a rede social de Mark Zuckerberg é a única que importa no momento. Mas não é verdade. Tanto para uso pessoal como na divulgação de marcas e serviços, redes sociais especializadas oferecem, em muitos casos, ótimas oportunidades para interagir com outras pessoas. Detalhamos, aqui, dez redes sociais que você não pode ignorar se não quiser ficar para trás. Clique nas fotos para vê-las.

 

1. Pinterest

Por que é importante

A Pinterest é o fenômeno do momento entre as redes sociais. Voltada para o compartilhamento rápido de fotos e informações da web, ela atrai pela facilidade de uso e pela elegância e diversidade do conteúdo publicado. Na Pinterest, cada foto presa por um alfinete virtual a um painel possui um link para seu site de origem. Por isso, essa rede gera muito tráfego para outros sites. Um estudo do site Shareaholic mostra que ela manda mais visitantes para outros endereços que Google+, YouTube e LinkedIn juntos.

Quem usa

Inaugurada há menos de um ano, a Pinterest segue aberta apenas a convidados. A base de usuários é estimada em 10,4 milhões de pessoas, sendo que mais de 10 milhões são americanas. Esses números vêm crescendo velozmente. Dois terços dos inscritos são do sexo feminino. Entre os fãs da Pinterest no Facebook, 97% são mulheres.

Como usar

Publique fotos atraentes – incluindo algumas do seu site ou blog (para conseguir um convite, peça a alguém já inscrito ou forneça seu endereço de e-mail na página inicial). Assim, as pessoas vão querer clicar para saber mais sobre essas fotos. Empresas podem publicar imagens de produtos e de eventos.

 

2. Tumblr

Por que é importante

A rede de miniblogs Tumblr viu suas visitas crescerem 680% no Brasil em 2011. Nela, é muito fácil compartilhar textos, fotos e vídeos. Um recurso de “reblog” permite que o conteúdo seja reproduzido por outros usuários, propagando-se de forma viral. Isso sugere uma vocação para campanhas de marketing.

Quem usa

O Tumblr tem 44 milhões de blogs e é especialmente popular entre o público mais jovem.

Como usar

Prefira publicar textos curtos, fotos e vídeos – em vez de textos longos. O Tumblr tem um “jardim de temas” com muitas opções, e as páginas podem ser personalizadas pelo usuário. Use as ferramentas de rede social para divulgar seus posts.

 

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Rede I A usuária @AjaDiorNavy do twitter, noticiou morte de Whitney Houston antes de agências  (13/02/12)

O primeiro tuíte sobre a morte da cantora Whitney Houston, no último sábado (11), aconteceu 42 minutos antes de a primeira agência de notícias publicar a informação, segundo o site Mashable.

Por volta das 16h15 do horário local (21h15 no horário de Brasília), a usuária @AjaDiorNavy tuitou: "Minha tia Tiffany, que trabalha para a Whitney Houston, acabou de encontrá-la morta na banheira". A Associated Press foi a primeira agência de notícias a confirmar a informação --publicou a notícia às 16h57, citando o agente da cantora.

A usuária @AjaDiorNavy, que noticiou a morte de Whitney Houston 42 minutos antes da primeira notícia

De acordo com a polícia, a cantora foi declarada morta às 15h55 do horário local. Ainda não há uma versão oficial para a causa da morte.

Entre os músicos que comentaram a morte de Whitney Houston no Twitter, o rapper Lil Wayne foi o que teve mais repercussão, com 29 mil retuítes. O seguiram Justin Bieber (15 mil), Nicki Minaj (9.000), Katy Perry (8.000) e Mariah Carey (6.000).

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Rede I 36 milhões conseguiram emprego pelas redes sociais nos EUA em 2011  (17/12/11)

Nada menos que 36,6 milhões de pessoas conseguiram emprego por meio das redes sociais em 2011. Segungo um estudo do Social Times, o Facebook é o que mais ajudou: 18,4 milhões encontraram emprego por lá. Depois, vem o LinkedIn, 10,2 milhões, e o Twitter, 8 milhões.

Traduzindo: 16% das pessoas que conseguiram empregos em 2011 no país conseguiram a vaga pelas redes sociais. Em 2010, foi só 11%. Rodrigo Martins

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Rede I Google Music tem armazenamento gratuito como trunfo  (26/11/11)

Após oito anos de existência da iTunes Store, loja virtual da Apple para venda de músicas, o Google decidiu enfrentar o desafio de vender música on-line. E anunciou na última semana a abertura do Google Music, ferramenta para compra e armazenamento de músicas na nuvem.

O serviço está disponível apenas nos EUA, e não há previsão de lançamento no Brasil. Por aqui, só é possível usá-lo alterando o IP do computador --há programas na internet que fazem isso, como o OpenVPN.

 Michael Siliski, gerente de produto sênior do Google, apresenta o serviço de música digital da empresa

O Google Music funciona como uma página simples no navegador e tem integração fácil com aparelhos com Android. A venda de músicas é feita pelo Android Market.

Apesar da presença de três grandes gravadoras (EMI, Sony e Universal) e de 23 selos independentes, a discoteca de vendas do Google ficou sem a gigante Warner.

Nos números, a diferença é sensível: enquanto a iTunes Store oferece 20 milhões de músicas para venda, o Google Music tem 13 milhões. O preço das canções varia de US$ 0,69 a US$ 1,29. Na iTunes Store, começa em US$ 0,59 e chega a US$ 1,39.

Porém, para os brasileiros, comprar músicas no Google Music é uma tarefa árdua. É preciso ter um cartão de crédito expedido nos EUA.

Por isso, a ferramenta mais interessante do serviço no país é a gratuidade da nuvem do gigante das buscas.

Sem cobrar, o Google abriu espaço para todos os usuários colocarem até 20 mil faixas de sua própria coleção nos servidores da empresa. Assim, é possível acessá-las de qualquer computador com conexão à internet.

Mas colocar as músicas na nuvem requer uma boa conexão com a internet: se o número de faixas for alto e a taxa de upload for baixa, o processo pode demorar dias.

Em contrapartida, a Apple oferece o iTunes Match: por US$ 25 anuais, o usuário pode sincronizar sua discoteca particular com a vasta oferta da iTunes Store. Aqui, só as músicas não encontradas na loja necessitam de upload, diminuindo o tempo de espera.

INDIE

Por US$ 25, bandas independentes têm a oportunidade de colocar suas músicas à venda no Google Music. A solução vem por meio do Artist Hub, espécie de Myspace do serviço, com página dedicada à banda. Cada música vendida rende 30% de seu valor ao Google.

LEONARDO MARTINS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

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Rede I Vazam imagens de rede social da Microsoft  (17/11/11)

São Paulo - O filão das redes sociais pode ganhar, em breve, mais um concorrente de peso para competir com o Facebook e com o Google+. Isso porque vazaram, ontem, as primeiras imagens da Socl, apontada como a nova rede social da Microsoft.
De acordo com o site The Verge, que teve acesso à plataforma, a Microsoft estaria testando o serviço com um grupo seleto de usuários vinculados ao FUSE Labs, incubadora de ideias da empresa.
A Socl funcionaria como uma plataforma mista para serviço de busca, compartilhamento de conteúdo e rede social – assim como o Google+.
Como outras redes sociais, a Socl tem seu layout dividido em três colunas: a primeira, à esquerda, usada para exibir contatos; uma central, para o compartilhamento de conteúdo; e uma terceira, para recursos extras e anúncios. Além disso, ela conta com uma caixa superior para a realização de buscas.
O serviço também teria um recurso para a realização de videoconferências, assim como o Hangout, do Google+. De acordo com o The Verge, o site é quase todo construído em HTML5, o que joga mais uma pá de terra sobre os caixões do Silverlight e do Flash.
Com a Socl, a Microsoft teria uma rede social própria para alimentar as buscas sociais do Bing, hoje integradas ao Facebook. A Microsoft não confirma os rumores sobre o projeto. Vinicius Aguiari - Info

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Rede I Buscador Bing ganha espaço na batalha contra o Google  (16/08/11)

O ataque da Microsoft ao Google no terreno das buscas na internet e da publicidade vinculada às pesquisas pode ser o mais complicado desafio empresarial da atualidade. É certamente um dos mais custosos: a Microsoft gasta pelo menos US$ 5 bilhões por ano nessa tarefa.

Como líder disparado entre os buscadores, o Google tem vantagens. Ele possui o maior número de pessoas digitando termos de busca --bilhões por dia--, o que gera mais dados para os algoritmos que garimpam os resultados. Ter tanta gente atrai anunciantes. E "Google" é sinônimo de pesquisa, a escolha habitual.

O buscador Bing, da Microsoft, disponível em 40 idiomas, tem ampliado seu tráfego desde o lançamento há dois anos e já responde por mais de 14% das buscas no mercado americano, segundo a comScore, empresa de pesquisas do mercado digital. Somando-se a isso as buscas que a Microsoft faz para o Yahoo, em parceria iniciada em 2010, a empresa chega a 30% de domínio no campo das tecnologias de buscas.

The New York Times

Para enfrentar o Google nas buscas, a Microsoft quer fazer do Bing um "motor de decisão"

Para enfrentar o Google nas buscas, a Microsoft quer fazer do Bing um "motor de decisão"

Mas, nos últimos dois anos, o Google manteve intacta a sua participação de dois terços no mercado dos EUA, e os custos da Microsoft continuam subindo. No último ano fiscal, a divisão de serviços on-line da empresa --principalmente o seu negócio de buscas-- perdeu US$ 2,56 bilhões.

A Microsoft diz que sua meta é tornar as buscas mais inteligentes. As pesquisas hoje, diz a empresa, localizam principalmente tópicos ou nomes --de gente, cidades, produtos etc.

"Tudo são substantivos", diz o chinês Qi Lu, presidente de serviços on-line da Microsoft. "Mas o futuro da pesquisa está nos verbos --discernindo a intenção do usuário para lhe dar o conhecimento necessário para completar tarefas."

A Microsoft chama isso de "motor de decisão", em vez de motor de busca. Novas classes de informações vão ajudar. A Microsoft tem uma parceria com o Facebook, incluindo um recurso para que os resultados do Bing destaquem links "curtidos" por amigos do usuário. É, segundo Lu, um passo no sentido de incluir opiniões confiáveis numa busca --e não só as mais populares, como uma busca convencional faz tão bem.

Os dados de localização oferecem outro manancial de informações. O objetivo, diz Lu, é que você fale com o seu smartphone --"filme e jantar para dois na sexta-feira"--, e o software acesse os seus dados pessoais (sua localização, suas preferências gastronômicas e cinematográficas) e entre em aplicativos para reserva de restaurantes e cinema.

Em suma, é um motor de buscas que é parte um software-assistente inteligente e parte um leitor de mentes.

No Bing, o conceito de "motor de decisão" é evidente na sua capacidade de agregar e apresentar tipos específicos de informações nos resultados de uma busca. A Microsoft tem investido em serviços de viagens, por exemplo. Digite "voos para San Francisco" no Bing, e ele procura todos os voos, além de prever se a tarifa tende a subir ou cair. Esse recurso se baseia na tecnologia da Farecast, uma "start-up" que a Microsoft adquiriu por US$ 115 milhões em 2008.

O Bing também utiliza tecnologia da Medstory, um buscador relacionado à saúde que a Microsoft comprou há quatro anos. Digite "diabetes", e aparecerão uma definição curta e links para artigos em publicações profissionais de saúde, além de links para doenças correlatas, medicamentos e posts recentes do Twitter sobre diabetes.

"O que a Microsoft está tentando fazer é oferecer contexto e estrutura ao usuário --mais um mapa do mundo da informação do que apenas uma classificação", diz Esther Dyson, uma investidora de "start-ups" e veterana analista de tecnologia.

Stuart Isett/The New York Times

A partir da esq., Brian MacDonald, Qi Lu, Harry Shum e Yusuf Mehdi, da equipe do Bing

A partir da esq., Brian MacDonald, Qi Lu, Harry Shum e Yusuf Mehdi, da equipe do Bing

Mas o Google está inovando também. Em abril, ele adquiriu a ITA Software, cujo serviço coleta e organiza dados na internet sobre voos comerciais. No ano passado, o Google havia comprado o Metaweb, que usava um vasto banco de dados para decifrar com eficiência o significado dos termos nas buscas. E, em 2008, adquiriu a Powerset, especializada na tecnologia de busca semântica.

"Ambos estão dando passos importantes para tornar a busca mais inteligente", diz Oren Etzioni, cientista da computação da Universidade de Washington. O Bing é elogiado pela melhora na qualidade das buscas e pela elegante página inicial.

Laura Desmond, executiva-chefe da Starcom MediaVest, uma agência de estratégia publicitária, diz que a participação da Microsoft no volume de tráfego dos seus clientes vindo de anúncios em buscas saltou de 14% para 24% em nove meses.

A Microsoft ainda não está traduzindo o seu tráfego de buscas em um faturamento comparável. A receita por busca no Yahoo ainda é inferior ao valor que o próprio Yahoo obtinha quando gerenciava a publicidade nas suas buscas.

Mas pode haver uma abertura. Charlene Li, fundadora do Altimeter Group, uma firma de pesquisas tecnológicas, considera-se uma "enorme usuária do Google". No entanto, ela diz que agora prefere o Bing para encontrar voos e restaurantes.

"A maior esperança da Microsoft é fazer cada vez mais gente migrar para o Bing atrás de tarefas específicas, como viajar", diz ela. "Caso as pessoas gostem, elas poderão usar o Bing de forma mais ampla."

STEVE LOHR

DO "NEW YORK TIMES"

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Rede I Campanha "Pare Rupert Murdoch" mobiliza web (04/03/11)

SÃO PAULO – Uma campanha mundial organizada pela Avaaz.org, rede de ativistas para mobilização social global via internet, tem como foco o magnata das comunicações, Rupert Murdoch.

No manifesto, que já obteve a adesão de 324 mil internautas (objetivo é conseguir 500 mil), o dono da News Corp é acusado de fazer uso de seu império midiático para enfraquecer governos democráticos, promover divisão, intolerância e guerra.

“Em 24 horas, quase metade da mídia britânica poderá ser comprada por um dos piores magnatas da mídia global”, diz o comunicado (ver o texto inteiro abaixo).

Nesta semana, a Grã-Bretanha aceitou a proposta da News Corp, do magnata Rupert Murdoch, para a compra total das ações da transmissora de TV por satélite BSkyB, por 14 bilhões de dólares.

A batalha pela aquisição acendeu um grande debate na Grã-Bretanha sobre a dominância dos veículos da mídia controlados por Murdoch.

Reino Unido: Pare Rupert Murdoch

Em 24 horas, quase metade de toda a mídia britânica poderá ser comprada por um dos piores magnatas da mídia mundial.

Rupert Murdoch explorou seu vasto império midiático para forçar a guerra no Iraque, eleger o George W Bush, espalhar o preconceito contra muçulmanos e imigrantes, e bloquear ações globais contra as mudanças climáticas. Ele prejudica governos democráticos ao redor do mundo ao ameaçar governantes eleitos com uma cobertura midiática perversa e muitas vezes falsa, quando eles não se aliam a ele.

O Reino Unido tem um papel chave na Europa e no mundo. Se o Murdoch tiver controle sobre a mídia britânica, ele a usará para enfraquecer o apoio do Reino Unido, União Européia e ONU sobre os direitos humanos e a democracia. O Reino Unido está em pé de guerra com a compra do Murdoch, até mesmo o governo eleito com a ajuda do Murdoch está dividido ao meio quanto à decisão desta semana. A solidariedade global fortaleceu os protestos pró-democracia do Egito -- ela pode ajudar a Grã Bretanha também. Vamos gerar um chamado global urgente para parar o Rupert Murdoch. Assine a petição pedindo para o Primeiro Ministro Cameron e o Vice-Primeiro Ministro Clegg! Rogerio Jovanelli

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Rede I Cofundador do Google Larry Page assume presidência da empresa (21/01/11)

Confundador do Google Larry Page assume a presidência da empresa. Foto: Reuters

Confundador do Google Larry Page assume a presidência da empresa

O presidente-executivo do Google Eric Schmidt irá deixar o cargo para dar lugar ao cofundador da empresa Larry Page, em um anúncio surpreendente que vem depois de a companhia divulgar resultado trimestral acima das expectativas.

As ações da empresa de internet subiram cerca de 2%, para US$ 639, no after-market. Page, que fundou o Google junto com Sergey Brin, assumirá o dia-a-dia da operação como presidente-executivo. Schmidt, que estava no posto desde 2001 para trazer uma gestão profissional à companhia, será o novo chairman, se concentrando em acordos e relacionamento com o governo, entre outras coisas. Brin, por sua vez, será o responsável por projetos estratégicos.

A mudança abrupta no comando do Google ocorre após o presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, ter anunciado uma licença médica, deixando Tim Cook no comando das operações diárias da empresa. O Google disse que as mudanças na diretoria foram feitas como parte de um plano para simplificar a estrutura decisória e tornar mais claras as responsabilidades dos principais executivos.

O Google também divulgou resultado para o quarto trimestre que superou as previsões de Wall Street. A receita líquida, que exclui as tarifas pagas a sites parceiros, foi de US$ 6,37 bilhões, contra estimativa média de analistas de US$ 6,06 bilhões, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S. O lucro líquido excluindo itens foi de US$ 8,75 por ação, acima dos US$ 8,10 por ação projetados por analistas.

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Rede I Novo ataque de spam se espalha pelo Twitter (18/01/11)

Novo Twitter

Twitter: rede é alvo de spam

São Paulo – Um novo tipo de ataque spam está se espalhando pelo Twitter através das mensagens diretas (DM).

As DMs suspeitas trazem um link com um convite, para que usuários interessados se cadastrem para testar o iPhone 4.

Algumas das mensagens, em inglês, oferecem a possibilidade de o usuário testar até mesmo um suposto novo modelo de iPhone. “Apple want testers for the new iPhone with camera built in” (“A Apple precisa de testadores para o novo iPhone com câmera embutida”), diz um dos convites.

Clicar no link levará o usuário para uma página maliciosa, que irá instalar um malware no computador. Aos usuários que perceberem que sua conta está enviando DMs para seus seguidores, a recomendação é informar os contatos que se trata de um ataque spam e modificar a senha no Twitter. (Monica Campi)

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Rede I Wikipedia faz 10 anos com eventos pelo mundo (15/01/11)

SÃO PAULO – Em 15 de janeiro de 2001, Jimmy Wales e Larry Sanger deram início ao que seria um dos fenômenos da internet na década.

Estava criada a Wikipédia, a enciclopédia digital, colaborativa e gratuita que, hoje, possui mais de17 milhões de artigos em 270 idiomas.

Por mês, são mais de 400 milhões de usuários únicos, que acessam suas páginas para buscar ou editar conteúdos.

Com tamanha popularidade, não é à toa que a Wikipédia esteja lançando uma página comemorativa pelo seu 10º aniversário. São mais de 430 eventos em todo o mundo que irão celebrar a data – e é possível criar e incluir seu próprio evento no site.Além disso, está sendo disponibilizado o logo de 10 Anos para que qualquer um possa customizá-lo.

Com a palavra, Jimmy Wales, um dos fundadores da Wikipédia.

Paula Rothman, de INFO Online

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Rede I Web passa TV como fonte de notícias dos jovens (06/01/11)

Mulher usando computador

Para a faixa etária entre 18 e 29 anos, a web se tornou principal fonte de notícias nacionais e internacionais

São Paulo - Aos poucos a internet consegue tomar o mercado de notícias da televisão nos Estados Unidos. Um estudo realizado pela Pew Research Center revelou que a inversão já é realidade entre os mais jovens e tem mudado os hábitos de leitura entre os mais velhos.

Na faixa etária entre 18 e 29 anos, a web se tornou principal fonte de notícias nacionais e internacionais. Dos entrevistados, 65% citou a rede, quase o dobro do que acontecia em 2007, quando apenas 34% das pessoas com menos de 30 anos tiveram essa resposta. Já a quantidade de jovens norte-americanos que prefere a televisão caiu de 68% para 52%.

No geral a TV ainda é principal, citada por 66% dos consultados – ainda assim, abaixo dos 74% de três anos atrás e nada comparado aos 82% que tinha em 2002. Já a internet, preferida por 41% das pessoas, deu um salto em relação a 2007, quando tinha apenas 24%.

Entre os que estão na faixa de 30 a 49 anos, a internet está, segundo a Pew Research, prestes a ultrapassar a televisão, de acordo com a tendência vista nos últimos anos. Em 2010, foi preferida por 48% dos entrevistados contra os 63% da televisão, mas em 2007 a diferença era bem maior e a internet tinha somente 32% ante 71% da TV.

A internet também tem tomado espaço dos jornais entre os mais velhos. Segundo a pesquisa, enquanto em 2007 17% das pessoas entre 50 e 64 anos usava a internet e 41%, o jornal, como principal fonte de informação, no ano passado, a web subiu para 34% e os jornais caíram para 38%. 

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Rede I OpenLeaks será rival do WikiLeaks, diz site (14/12/10)

O antigo assistente de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, promete lançar em breve um site rival que, segundo ele, será mais transparente que o original.

Batizado de "Openleaks" (www.openleaks.org) e dirigido por Daniel Domscheit-Berg, antigo segundo em comando de Assange no WikiLeaks , o site no momento não oferece conteúdo além do logotipo e da mensagem "chegaremos em breve".

Em entrevista ao site de tecnologia OWNI, Domscheit-Berg se recusou a entrar em detalhes sobre sua disputa com o WikiLeaks, mas sugeriu que o site original se havia desviado de sua missão.

"Nos últimos meses, a organização deixou de ser aberta, se afastou de sua promessa quanto ao conceito de fonte aberta", disse, acrescentando que o Openleaks planejava oferecer meios para que informações vazadas sejam publicadas, sem ele mesmo publicá-las.

As autoridades dos Estados Unidos e de outros países adotaram medidas repressivas contra o WikiLeaks e Assange desde que o site começou a publicar milhares de cabogramas diplomáticos confidenciais dos Estados Unidos, que causaram embaraços aos interesses norte-americano e a outras partes em todo o mundo.

O australiano Assange, 39, fundou o WikiLeaks em 2006, e está sob a custódia da polícia britânica em fundação de um mandado europeu de prisão expedido pela Suécia, onde ele está sendo procurado para interrogatório sobre alegações de crimes sexuais, que ele nega.

Domscheit-Berg, que no passado era parte do grupo de hackers alemães Chaos Computer Club, disse que o Openleaks começaria a operar em modo experimental no começo de 2011, e ganharia dimensões maiores no futuro. No momento, o site conta com uma equipe de 10 pessoas.

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Rede I Beatles chegam à loja iTunes (16/11/10)

Conforme noticiado hoje pela manhã, as músicas dos Beatles estão disponíveis na loja de música online iTunes, da Apple, a partir de hoje. A loja está disponível em 25 países, mas não funciona no Brasil. A Apple lançou um site com vídeos e outras informações sobre o anúncio de hoje. O acordo entre os Beatles e a Apple chega após anos de negociações da empresa de Steve Jobs com a gravadora EMI, que tem os direitos das músicas do grupo. Em agosto deste ano, Yoko Ono, viúva de John Lennon, afirmou que um acordo ainda estava longe. Catálogo _ Todos os 13 álbuns de estúdio dos Beatles estarão disponíveis na iTunes. Além deles haverá também três álbuns de coletâneas. Nos Estados Unidos, cada álbum simples custará US$ 12,99. Álbuns duplos serão vendidos por US$ 19,99 e faixas individuais por US$ 1,29. (iG)

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Rede I Facebook cria página especial entre usuários (29/10/10)

O Facebook anunciou ontem a oferta de um novo aplicativo que permite relacionar a “amizade” de dois usuários. Chamado de Friendship Pages, o recurso possibilita criar um mural com todo o conteúdo que os amigos compartilharam em comum, como atualizações, fotos taggeadas, eventos e amigos em comum. ”Quando dois amigos compartilham uma série de experiências, a página realmente começa a refletir a sua amizade”, escreveu Wayne kao, engenheiro responsável pelo projeto. Caso um terceiro usuário seja amigo das duas pessoas envolvidas na amizade, ela também poderá visualizar a relação. O Facebook não especifica quando a nova função será disponibilizada para usuários brasileiros. (Vinicius Aguiari)

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Rede I Paul McCartney faz acordo com HP para digitalizar legado (23/09/10)

O cantor Paul McCartney e a gigante da tecnologia Hewlett-Packard anunciaram uma parceria na quarta-feira (22), a fim de preservar os trabalhos e o legado do legendário beatle em formato digital. O acervo de McCartney compreende imagens, trabalhos artísticos, filmes, vídeos e cópias de músicas que serão digitalizadas em uma "nuvem privada" na internet nos servidores da HP, segundo os termos do acordo. "Sempre tive interesse em ideias criativas e novas formas de alcançar pessoas, então isso é realmente uma iniciativa empolgante para mim", disse o músico em comunicado. A HP já está trabalhando com a produtora de McCartney para construir um sistema que proteja a biblioteca digitalizada do artista.

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Rede I Dicionário on-line "Linguee" pesquisa na internet para fazer tradução (19/09/10) 

Com o slogan "A web é um dicionário", o Linguee (www.linguee.com.br) propõe uma forma diferente de tradução. Ele é uma ferramenta de busca que usa a internet como banco de dados. O serviço é baseado num robô de pesquisa que vasculha milhares de documentos on-line bilíngues para encontrar a palavra ou expressão que você quer traduzir. Para utilizá-lo, basta inserir o termo na página inicial do buscador, que é bem parecida com a do Google.

O resultado são traduções com contexto e exemplos de frases traduzidas por diversas pessoas. O Linguee é muito eficaz quando se procura uma expressão regional, difícil de ser traduzida por dicionários comuns. Se um termo tem traduções diferentes, o serviço mostra qual a opção mais utilizada nos textos encontrados. Como o serviço busca em documentos já escritos, quanto maior a frase, menos preciso o sistema é. Para usuários cadastrados, há a possibilidade de dar pontos negativos ou positivos para uma tradução --o que influencia na colocação dela nos resultados exibidos. O Linguee está disponível nas versões alemão-inglês, espanhol-inglês, francês-inglês e português-inglês. As próximas línguas a serem incorporadas são o chinês e o japonês.

ALEXANDRE ORRICO

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