R - Girls I Farah Baker de Gaza vira sensação na internet com tuítes sobre guerra (11/08/14)

                 

Quando as bombas começam a explodir em Gaza, a adolescente palestina Farah Baker pega seu celular ou laptop antes de buscar cobertura e dispara tuítes que capturam o drama do tumulto e medo que a cercam. 

As publicações dessa garota de 16 anos no Twitter a tornaram uma sensação das mídias sociais durante o conflito na região. Antes uma desconhecida atleta colegial, os seguidores de Farah na Internet saltaram de 800 para 166 mil. 

Morar perto do hospital Shifa, na Cidade de Gaza, onde seu pai é cirurgião, dá a Farah a chance de escutar as escandalosas sirenes das ambulâncias, em acréscimo aos barulhos das explosões dos bombardeios de Israel. 

Farah frequentemente registra esses sons e publica vídeos para fornecer a seus seguidores um relato pessoal da guerra. 

Um tuíte de 1º de agosto incluía um link para um vídeo de uma rua escurecida, pontuado pelos sons de repetidas explosões. Em outro tweet, Farah faz comentários sobre buscar abrigo da artilharia em um dos quartos de sua casa.

"Estou tentando dizer ao mundo sobre o que eu sinto e o que está acontecendo aqui", disse Farah à Reuters em sua casa em Gaza, acrescentando que ela tem tentado "fazer outras pessoas sentirem como se elas também estivesse passando por isso". 

Farah, cuja foto do perfil do Twitter mostra uma assustada garota de olhos azuis, disse estar surpresa com a popularidade que ela consegiu. 

"Eu não esperava isso. Eu estava escrevendo para um pequeno círculo de pessoas, e o número (de seguidores) tornou-se muito alto", disse. 

Ela sonha em se tornar uma advogada, esperando que essa profissão seja uma maneira de defender a empobrecida região de Gaza, um território costeiro que faz fronteira com Israel e Egito.

Não é sempre fácil superar seus medos para enviar um tuíte, mas ela se sente obrigada a fazer isso. "Eu vejo isso como o único jeito que posso ajudar Gaza, mostrando o que está acontecendo aqui. Às vezes, eu mando um tuíte enquanto estou chorando ou com muito medo, mas eu digo a mim mesma que não devo parar", disse Farah.

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R - Girls  I “Pose da cárie” é a nova moda entre as japonesas para parecerem com o rosto mais fino nas selfies   (06/08/14)

Quando todas as tendências relacionadas às selfies pareciam ter chegado ao fim, surge no Japão uma nova mania – posar para a foto com a mão apoiada na lateral do rosto, como se estivesse com dor no dente. Este é o truque das japonesas para reduzir as proporções do rosto e parecerem mais bonitas

A "Pose da cárie" é a nova mania entre as japonesas (Foto: Reprodução Instagram)

Depois das selfies no funeral, com cara de pato, pós-sexo e mostrando o bumbum no espelho da academia, as opções pareciam ter se esgotado. Até que no último mês surgiu no Japão uma nova tendência de autorretrato: a “pose da cárie” ou “mushiba poozu”, em japonês.
A ideia é apoiar a mão em uma das laterais do rosto para que ele pareça mais fino e menor, que é considerado pelas orientais um visual mais bonito. Mas a mania não é uma completa novidade por lá. Há tempos, as capas de revista locais foram tomadas por modelos com a tal pose da dor no dente. Não demorou muito então para que a moda ganhasse as redes sociais.

Para fazer bonito e evitar distorções, é preciso encostar a mão levemente na face, sem pressioná-la. Em seguida, fica a critério de quem está sendo fotografado sorrir ou entrar de vez no clima e fazer cara de dor. [Marie Claire]

NÃO PRECISA PRESSIONAR O ROSTO, APENAS APOIAR A MÃO COM DELICADEZA (Foto: Reprodução Instagram)

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R - Girls  I Quando comecei, havia mais modelos de pele escura, polemiza Naomi Campbell    (25/07/14)

AFP

AFP

Aos 44 anos, ela ainda é um dos rostos mais conhecidos da moda. A modelo Naomi Campbell reivindica o direito de ser franca, que tanto defendia seu mentor e amigo Nelson Mandela, para combater a discriminação em seu ambiente de trabalho.

A britânica de origem africana e sino-jamaicana, que reina há mais de um quarto de século nas capas das principais revistas de moda e nas passarelas de grifes importantes, voltou a falar de sua carreira durante uma entrevista exclusiva à agência francesa de notícias AFP. Mas não esqueceu da responsabilidade que acompanha o sucesso que tem. "Mandela sempre me disse: 'Você tem que aproveitar quem você é para falar em alto e bom som sobre algumas coisas'", revela.
Naomi, que foi amiga desde os anos 90 do ícone da reconciliação racial sul-africano, morto em dezembro de 2013, continua marcada pela herança imensa de quem chamava de "avô". Mas "nem tudo é fácil de dizer ou é facilmente aceitável por todo mundo, e nem todos vão gostar do que você disser", lembra a top, conhecida também por ataques de estrelismo e escândalos na Justiça com funcionários que a acusaram de maus tratos.

Sozinha no pódio

Ela diz que não gosta de estar sempre sozinha no pódio dos desfiles de moda, como única representante das modelos negras; "Uma tendência comum até pouco tempo atrás", afirma.
Claro que, seguindo seus passos, e os das também modelos Beverly Johnson e Liya Kebede, modelos negras mais novas como Jourdan Dunn, Joan Smalls e Chanel Iman conseguiram um lugar especial. A cantora Rihanna e a atriz Lupita Nyong'o também foram alçadas ao posto de ícones da moda, mais ainda falta muito. "Quando comecei minha carreira havia mais modelos de pele escura nas passarelas do que hoje", diz Naomi.
Para a bela adolescente londrina com olhos amendoados e maçãs do rosto salientes, tudo aconteceu de forma inesperada. Aos 16 anos, apenas um ano após ter sido descoberta, já desfilava para o estilista italiano Gianni Versace e fez história aos 18 anos como a primeira modelo negra na capa da edição francesa da revista Vogue. "Sempre tive um respaldo extraordinário de estilistas como Yves Saint-Laurent, Azzedine Alaïa e Karl Lagerfeld. Todos me apoiaram muitíssimo no início da minha carreira, tive sorte", conta.
Ao lado da norte-americana Christy Turlington e da canadense Linda Evangelista, Naomi foi uma das grandes modelos dos anos 90 e nega ter sofrido discriminação racial, tema sobre o qual já falou em diversas entrevistas. "Não posso dizer isso, tive o que quis, pude triunfar graças à ajuda dos estilistas e continuo aparecendo nas capas da Vogue", afirma, pouco antes de partir para uma sessão de fotos da edição italiana da revista.
"Por isso, sinto que devo ajudar agora as jovens modelos, porque sua relação com os estilistas já não é mais a mesma", explica. Segundo ela, os diretores de casting colocam muitos obstáculos para as modelos e suas carreiras parecem depender cada vez mais do humor deles.

"Nunca nos calaremos"

"Quando me diziam 'não', encontrava outra maneira de conseguir o que queria. Agora é um pouco diferente, porque as modelos negras têm medo de falar. Se fazem isso, não são selecionadas", explica. "Temos que ajudar essas meninas, sejam asiáticas, negras ou mestiças", acrescenta.
Naomi Campbell se uniu, em setembro de 2013, a uma iniciativa mundial chamada Balance Diversity, lançada pela modelo Bethann Hardison para denunciar a falta de modelos negras nas passarelas. "Não se trata de um movimento político, é simplesmente um diálogo", diz.
Desde então, segundo ela, algumas pessoas tomaram consciência do problema e tentam melhorar as coisa". "O problema está lá fora, no mundo, na mídia. Então eu acho que as pessoas não têm como escapar como fizeram antes", acrescentou.

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R - Girls  I Artista faz fotos tocantes sobre término de relação: "Todos nós nos apegamos ao passado, mesmo que inconscientemente"   (01/07/14)

Conversamos com a criadora do projeto "Lovers Shirts", que mostra a emoção de mulheres ao vestir a camisa dos ex-namorados

Quando tudo o que resta do relacionamento é uma camiseta, a emoção desencadeada ao tocá-la chega a ser tão intensa quanto a de um contato físico, tamanha a lembrança. A prova está no projeto “Lovers Shirts” (camisas dos amantes) criado pela escritora Hanne Steen e registrado pela fotógrafa Carla Richmond. Com o intuito de abordar as sensações físicas e emocionais provocadas pelo cheiro de um ex-namorado, elas pediram para que algumas mulheres vestissem a camisa de seus ex. E o resultado foi tocante.

Depois que meu último relacionamento terminou, eu me peguei vestindo suas camisas, porque eu sentia falta dele - do cheiro, dos braços me envolvendo. E eu queria fazer um projeto que pudesse explorar profundamente este fenômeno, como uma forma de entender os meus próprios sentimentos de desejo e apego”, contou Hanne em entrevista a Marie Claire.

Por meio do trabalho, a escritora foi então esclarecendo algumas dúvidas: “Será que todas se sentiam da mesma maneira? Como nós damos sentido e sentimento a uma peça de roupa?”. As respostas vieram de algumas voluntárias, de 16 a 90 anos de idade, que foram mantidas por alguns minutos em uma sala, diante de um espelho, e confrontadas com perguntas provocativas capazes de estimular a reflexão e a tradução de seus sentimentos mais profundos.

“É UM TIPO DE LIGAÇÃO COMUM ENTRE NÓS" (Foto: Carla Richmond)

“É como a sensação de uma bandeira, eu não consigo parar de voar”, “É só um pedaço de tecido que eu transformei em uma promessa de que ele nunca me deixaria”, “É um tipo ligação comum entre nós”, “Parte de mim quer rasgá-la fora”, “Me faz me sentir mais forte do que sou”, “Enquanto eu seguro esta camisa, parece que ela nunca estará completamente fora da minha vida”, “Eu a usaria todos os dias, se pudesse”, “Mesmo que seja doloroso, precisamos nos agarrar a algo”, “É a prova de que a gente teve algo. De que passamos por isso. De que aprendemos algo. De que nossos corações foram quebrados. De que fomos amados. De que não fomos amados o suficiente”, desabafaram as entrevistadas assim que se viram vestindo a peça.

Segundo Hanne, a experiência foi extremamente íntima, e a entrega das personagens provou que o desejo de sentir e compartilhar essas sensações é forte, mas são raras as oportunidades que temos para externá-las sem julgamentos.

“EU A USARIA TODOS OS DIAS, SE PUDESSE” (Foto: Carla Richmond)

“Muitas vezes, depois de um término, nos deparamos com comentários do tipo ‘você só precisa deixá-lo partir’ ou ‘você merece mais do que isso’ ou ainda ‘não era pra ser’. São tantos clichês que não fazem justiça à complexidade da experiência humana de amar e perder. E nós achamos que há muito valor em compartilhar isso com os outros, porque nos faz lembrar que somos, no fundo, todos iguais. Estamos unidos pelos mesmos impulsos. Todos nós ansiamos amar e ser amados, lutamos com a intimidade e verdade e nos apegamos ao passado, mesmo que inconscientemente. Assim como todos somos incrivelmente resistentes. A capacidade de amar, apesar da chance da perda e da dor profunda, faz parte da nossa essência como seres humanos”, disse a artista.

À princípio, foram fotografadas 20 pessoas. Todas as imagens foram divulgadas no site que Hanne e Carla criaram para o projeto. Mas a ideia é seguir fotografando o maior número de mulheres e também de homens possível. “Não há ninguém cuja história de amor não queremos ouvir”, finalizou a escritora.

“É A PROVA DE QUE A GENTE TEVE ALGO" (Foto: Carla Richmond)

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R - Girls  I Orgia de luxo: casal participa de sociedade secreta e conta detalhes de noite erótica   (06/05/14)

Gente bonita, bem-sucedida e fã de sexo grupal. Assim é a seleta lista de Madame O, sociedade secreta internacional que há oito anos promove bacanais de luxo em mansões e castelos da Europa. No mês passado, o Brasil entrou na rota dos  organizadores do evento. e Marie Claire – na pele do casal de jornalistas Mariana Weber e Marcos Nogueira – foi conferir de perto tudo sobre essa noite de prazeres sem limites

Fora o preço da viagem até o destino exclusivo da vez – que poder ser um castelo na Toscana ou um hotel sofisticado na Côte d´Azur -, o ingresso custa 500 euros. Mas não basta ter a carteira recheada para ser admitido em uma orgia da Madame O, sociedade secreta europeia que reúne em ambientes luxuosos gente interessada em sexo a três, quatro, cinco, dez. O caminho até essas festanças hedonistas passa por um rigoroso processo de seleção, como a de um clube aristocrático. A sabatina começa com o envio de fotos – com roupa social e de banho, nada de pornografia caseira – e prossegue com um meticuloso questionário que procura identificar sua posição social e seu grau de instrução. Jacques, o chefe francês do grupo libertino, quer saber se você é linda, chique, poderosa e bem-educada. E se seu parceiro está à altura. Gostar do casal é pré-requisito para ele. Sim, do casal, pois as orgias da Madame O são frequentadas por pessoas comprometidas em busca de novos ares para turbinar a vida amorosa. E não espere encontrar por ali o que se vê nos clubes de swing: nessas festas não há espaço para a estética de rendez-vous que predomina na maioria das casas de troca de casais. Da decoração dos ambientes ao dress code, elegância é palavra de ordem.

Casados há 15 anos, os jornalistas Mariana Weber e Marcos Nogueira, conheceram a Madame O em 2009 e, em 2013 foram a algumas festas na França e na Itália. Da experiência, nasceu o livro "Sociedade Secreta do Sexo" (R$ 34,90) escrito por Nogueira e lançado este mês pela editora Leya. Depois de oito anos de bacanais pela Europa, a sociedade de libertinos decidiu que era tempo de investir no Brasil e com uma orgia ainda mais exclusiva. Em vez das máscaras venezianas que dão toques de Stanley Kubrick às festas tradicionais para 200 ou 300 casais, aqui era cara limpa e apenas o grupo mais seleto. Na suíte presidencial de um hotel cinco estrelas de São Paulo, 20 casais, escolhidos a dedo por Jacques para estabelecer os pilares de sua sociedade na Terra Brasilis, formaram o que podemos chamar de a mais nova elite de devassos do país. Nossos repórteres estavam lá e contam tudo o que viram nessa noite de gemidos, orgasmos e roupas de grife voando.

A NOITE POR ELA... Mariana Weber, 35 anos, jornalista

Como no início de qualquer festa, a conversa pré-suruba passa pelas mesmas amenidades que evitam silêncios constrangedores. Fala-se de restaurantes, filhos, massagem e até do show de Hugh Laurie, o doutor House, que acontecia naquela noite de sábado em São Paulo. Mas estamos em um encontro de uma sociedade secreta dedicada ao erotismo, e logo um comentário de uma das convidadas, Priscila, daria uma do que estava por vir: 'Falo com as pessoas sobre todo tipo de assunto. Fico amiga e até acho estranho pensar em transar com elas...' Algumas horas mais tarde, eu a veria arrancar o vestido coquetel e gozar entre três homens e duas mulheres.

Conheço Priscila de outros bacanais. Ou melhor, de duas festas na Itália que eu e Marcos participamos no fim do ano passado. Uma, mais contida, era uma espécie de esquenta para que libertinos de diversos países se conhecessem e se preparassem para a segunda, uma megaorgia que ocupou um palácio em Milão. Quando nos falamos pela primeira vez, Priscila e o marido contaram que já tinham frequentado eventos do tipo, mas não transavam com outros casais. Na faixa dos 40 (aparentando menos, principalmente ela, com corpo sarado de academia), eles gostavam de aquecer o sexo a dois com a visão de outras transas. Agora, a história era outra. Na tensão da voz dela, ficava claro que eles poderiam expandir seus limites esta noite. Como na Europa, as hostesses da festa em São Paulo recepcionam nuas e mascaradas os casais que chegam. Eu e Marcos somos um dos primeiros, junto com um rapaz de meia idade e a mulher. Ele tem jeito de italiano e usa um terno cinza bem cortado. Ela, uma bela morena de sotaque baiano, usa maquiagem cintilante e vestido preto de comprimento mídi com recorte generoso nas costas. Dentro da suíte presidencial, os olhares se cruzam mais do que o aceitável em outro tipo de ocasião. De resto, tudo é muito mais discreto do que se poderia imaginar. Os frequentadores parecem empresários ou profissionais liberais, gente que você encontraria em um almoço de negócios ou em um restaurante de alta gastronomia: seu advogado, a dona de uma loja bacana ou sua dermatologista. Todos falam baixo e se vestem com elegância. A maioria dos homens usa terno. Entre as mulheres, o preto é quase unanimidade, assim como as rendas. Um longo de oncinha salta à vista. De modo geral, estamos todas decotadas, mas sem exagero, seguindo à risca o dress code exigido no convite – que, por sinal, tinha como referência fotos das angels Alessandra Ambrosio e Izabel Goulart, com vestidos da Victoria’s Secret. Só mais tarde veríamos o teor erótico das lingeries, ou a falta delas. Aos poucos, os convidados se instalam na parte mais íntima da suíte: dois quartos e uma área com jacuzzi e sauna. Em nossa primeira incursão, vemos um casal transar (ainda vestido) sobre a cama de um dos quartos. Ele está por cima e tem as pernas dela entrelaçadas em seu corpo. A cena é quente. Ao lado da jacuzzi, uma outra dupla que no início da noite nos chamava atenção pelo jeito 'certinho demais para estar ali', transa encolhida em um sofá. No quarto seguinte, casais se esparramam pela cama e conversam animadamente como se estivessem em uma mesa de bar.

Voltamos ao primeiro quarto, onde já acontecem três transas simultâneas – uma delas é a de Priscila e o marido, Júlio, em um sofá. Ele, sentado, segura a cintura da mulher, enquanto ela, por cima, cavalga com a parte debaixo do vestido levantada e um rebolado eletrizante. No segundo quarto, o papo agora está empolgadíssimo, quase histérico. Um rapaz de cavanhaque, sentado na cama, comenta que aquilo parece mais terapia de grupo do que suruba. Arranca gargalhadas. Depois, pergunta o que aconteceria se algum convidado fosse nu até o bar e pedisse uma bebida. Apostas são feitas, e eu sou convidada a opinar. 'O garçom ia querer participar da brincadeira', respondo, tentando soar natural embora esteja apreensiva em minha condição de observadora próxima demais dos acontecimentos.

Está na hora de alguém tomar uma atitude naquele quarto, e é a parceira do rapaz de cavanhaque, uma bela loira, quem se levanta, tira o vestido preto de alcinha e diz: 'Vou lá!'. Só que não vai. Em vez disso, só de lingerie preta e colar que lembra uma gravata prateada, volta para seu namorado, que a aguarda na cama. Ao lado, outro rapaz se levanta para pegar camisinha e informa: 'Minha mulher quer massagem. Alguém se habilita?'. Inicialmente ninguém se apresenta como massoterapeuta, então ele volta para a cama e começa a beijá-la. Lado a lado no colchão, os dois casais se agarram e arrancam o que resta de roupa. Em segundos, forma-se um emaranhado de braços e pernas e os casais vizinhos trocam de parceiros. O rapaz de cavanhaque beija e acaricia a moça morena que queria massagem. A loira se coloca por cima do namorado da massageada. Vez ou outra, mãos buscam os corpos dos parceiros originais, como que para reafirmar alguma fidelidade.

Sentados em uma poltrona em frente à cama, eu e Marcos temos uma visão privilegiada dessa etapa da orgia. Podemos acompanhar também a transa de uma moça ruiva com seu parceiro à nossa esquerda – ela, só de corpete, se posiciona de costas para ele, sentada em seu colo. A coisa está quente e é bem difícil ficar indiferente. Marcos vem e me beija. Em um esforço para fazer esta reportagem sem precisar descrever mais do que eu gostaria de ver exposto, me levanto e digo: 'Vamos para a sala?'

Nos sofás, duplas conversam, se acariciam, bebem e comem. As garotas nuas da entrada agora bancam as animadoras de torcida com uma performance de carícias sobre um divã. No segundo quarto, uma plateia se excita com a longa transa de dois casais – de lado, elas sobre eles, eles ajoelhados e elas, de costas na cama, apoiando as pernas nos peitos deles. A ação não se abala nem quando, sem querer, um desastrado liga a TV na CNN. No primeiro quarto, a suruba também está instalada e paira no ar um cheiro de corpos e perfumes. Vejo Priscila nua, encostada na parede, trocar beijos com uma mulher e receber sexo oral de outra. Elas estão cercadas por um trio masculino, que se masturba (um dos homens é Júlio). Com a voz rouca, Priscila geme: 'Vou gozar', 'vou gozar…'. E goza ali, cercada de gente. Penso em como será o dia seguinte dela, depois da intensidade daquele momento. Estou exausta, com a cabeça a mil e louca para ir embora. Mas uma festa érotica não acaba quando se cruza a porta. Lembranças vão para casa e perduram por dias, semanas. Ou mais, se você tiver sorte.”

A NOITE POR ELE Marcos Nogueira, 44 anos, jornalista

O prenúncio da noite é ótimo. Nosso taxista ouve música erudita no último volume. A orquestra toca Concerto para Violino em Mi Menor, Opus 46, de Mendelssohn, quando o carro nos deixa na recepção de um hotel cinco estrelas de São Paulo. Nosso destino é a suíte presidencial e, para ter acesso a ela, precisamos dizer a senha a uma funcionária dentro de um tailleur discreto. A moça ouve a palavra mágica e procura em uma lista o nosso nick, codinome usado pelos casais liberais. Com um sorriso protocolar, despede-se enquanto insere no painel do elevador o cartão que nos daria acesso ao andar da festa, um dos mais altos do arranha-céu – o mesmo aposento que outrora fora ocupado por Michael Jackson.

Outro casal nos acompanha na viagem para o alto. O trajeto, sem escalas, demora poucos segundos – segundos de puro constrangimento com estranhos que, como nós, se dirigem à orgia mais sofisticada que o país veria nesta década. Ele, alto, magro e moreno, veste calça social e camisa escura; ela, com o cabelo castanho preso em um coque, usa saia preta e blusa tomara-que-caia prateada. Nós quatro evitamos qualquer contato visual e seguramos a respiração involuntariamente. Na entrada para o setor social do aposento, já com os pulmões cheios de ar, vejo duas moças. Elas mantêm a postura ereta e congelada, como guardas palacianas. Vestem apenas uma capa de tecido acetinado com capuz e máscara veneziana. Tal capa é aberta na frente e deixa à mostra os seios, a vagina e as incontáveis tatuagens das recepcionistas.

Lá dentro, numa ampla sala com vista para o skyline paulistano, o clima é de uma reunião social comum. Há casais espalhados pelos numerosos sofás, mesa de salgadinhos e garçons circulando com vinho, espumante e uísque 12 anos. Aquele encontro seria restrito à elite do meio libertino, a um petit comité de 20 casais, se tanto. Mariana e eu entramos porque conhecemos de longa data Jacques, o francês que organizou a orgia. A trabalho, estivemos em suas festas na Côte d’Azur e em um palácio barroco na Lombardia. Ele nos cumprimenta com beijos – no rosto, diga-se. Logo em seguida encontramos Júlio e Priscila, um casal do interior paulista que conhecemos na orgia da Itália. Mais adiante, cruzamos com Facundo, um argentino que estava na festa de Saint-Tropez.

Minha relação com a Madame O começou em 2009, quando Jacques deu sua primeira festa em São Paulo. Na época, eu trabalhava em uma revista masculina e fui introduzido a um universo que nunca imaginei frequentar: o das orgias de alto luxo. Filiei-me à sociedade libertina e segui o circo de Jacques pela Europa. A palavra 'circo' é apropriada porque o promoter tem uma trupe de artistas que encenam situações eróticas – do burlesco delicado ao hardcore total – para estimular os convidados a esquecer as taças de lado e transar.O Brasil representa 25% dos membros da rede. Depois da festança de 2009 houve mais duas orgias, até que os parceiros (de negócio) que Jacques tinha no país deixaram o meio devido a problemas pessoais. Ele agora busca novos interessados em ajudá-lo a reestabelecer um calendário libertino ao sul do Equador. A festa no hotel é apenas um aperitivo para o grande evento que está sendo planejado para novembro, em São Paulo ou no Rio de Janeiro.

Por volta da 1h, horário previsto para o início da “brincadeira” que, segundo o convite, deveria terminar às 4h, a coisa começa a esquentar. Em tese, eu e Mari passaríamos a noite incógnitos. Nossa condição de jornalistas, porém, é logo revelada a todos por Priscila. E isso não parece incomodar ninguém. Conversamos com nossa amiga interiorana quando, num cruzar de pernas, vejo que ela não usa calcinha. Priscila percebe que eu notei e se encolhe em recato. A poucos metros dali, as duas atrizes encapuzadas trocam carícias tíbias, interrompidas por risinhos nervosos. Jacques se aproxima delas e diz alguma coisa, possivelmente palavras de ordem. Assim que ele se afasta, as moças elevam a temperatura da encenação e passam a se pegar como se não houvesse amanhã. Fazemos a ronda dos quartos. Em um deles, um casal já faz sexo; em outro, um grupo de jovens discute alegremente.

De volta à sala, um grupo de quatro pessoas conversa em pé. Facundo, o argentino, explora com a mão esquerda cada centímetro das nádegas de uma mulher que não é a dele, sobre o vestido. Todos na roda fazem cara de paisagem. Com exceção do marido da apalpada, que tem as mãos no bolso e olha para baixo em sinal de visível desconforto. Após alguns minutos, o grupo se dispersa. Mari e eu vamos para o quarto dos jovens e nos sentamos numa poltrona. Sobre a cama, três casais ainda vestidos se divertem. Uma menina se mostra incomodada com a trilha sonora – música lounge – e sugere substituir o iPod da festa por um outro. 'Mas quem traz iPod para a suruba?', reage seu namorado.O quarto inteiro desaba numa gargalhada que, todos sabem, é fruto de uma altíssima tensão sexual.

Em poucos minutos, as piadas evoluem para brincadeiras de matiz francamente erótico. Peças de roupa caem, e os beijos dos casais ficam mais quentes. A cama seria palco da primeira troca de parceiros da noite. Nós ficamos no ambiente até o limite da possibilidade de observar a cena sem participar dela. Mari me conduz até a sala, onde duplas esparsas se pegam nos sofás. Jacques, o dono da festa, está de conversa mole com uma mulher – Claudia, sua esposa, havia ficado na Europa –, com uma mão boba aqui e uns beijinhos ali. Então vamos ao outro quarto para ver três casais numa transa coletiva. Priscila e o marido Júlio estão nesse grupo. Àquela altura, todos os convidados restantes já perderam alguma peça de roupa e se envolveram em algum ato sexual. Menos nós, que estamos lá com o objetivo de ver e registrar mentalmente a experiência toda.

É tarde, muitos já deixaram a festa e decidimos por bem ir embora. Nada contra as orgias de luxo, mas queremos privacidade neste momento: tudo o que vimos e registramos ainda nos será muito útil por várias noites.”

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R - Girls I "Tumblr´s Bling Ring": jovens criam páginas na web para mostrar itens furtados    (29/04/14)

Nova comunidade na web reúne mulheres que sentem orgulho de furtar e exibem roupas e produtos de beleza como prêmios

Chamadas de "Tumblr's Bling Ring", as páginas na web exibem peças furtadas, preços e dicas de como roubar uma loja, sem ser pego (Foto: reprodução)

Uma nova comunidade, liderada por jovens mulheres, está ganhando força na internet e criando muita polêmica. Chamado de "Tumblr´s Bling Ring" - uma referência à gangue de adolescentes obcecados pela fama, que usavam a internet para rastrear as casas de celebridades e levar de lá roupas e objetos - o grupo reúne páginas na web dedicadas aos furtos realizados por suas administradoras.

De acordo com o site norte-americano Jezebel, uma lista com esses perfis foi revelada pelo Tumblr "We Unhallowed": "Encontrei um círculo de ladras adolescentes do Tumblr. É hilário. Elas postam fotos de tudo que roubam", escreveu a dona da página na última quarta-feira (23). Após a publicação, vários endereços foram desabilitados, outros reclamaram por não estarem na ranking e alguns fizeram piada: "Acabo de ver o post que nos chamam de "Tumblrs Bling Ring" e estou lisonjeada. Fiquei famosa. Gratuitamente", escreveu a administradora da página "New Lifterr".
Além das imagens dos itens furtados, geralmente produtos de beleza e peças de roupa assinadas por estilistas famosos, os donos dos Tumblrs compartilham dicas de como levar os objetos sem ninguém perceber, quais ferramentas são úteis na remoção de dispositivos de segurança e sugestões de lugares fáceis de roubar. Eles também publicam os preços de cada item e a soma de cada furto. São milhares de dólares em apenas alguns dias.

AS PEÇAS ROUPADAS PELA DONA DO TUMBLR "LIL LIFTER" (Foto: Reprodução)

 

SEM VERGONHA

A nova onda de Tumblrs não é uma exclusividade norte-americana. Australianas e britânicas também fazem parte da comunidade. O encontro entre elas na web é facilidado pelos posts tagueados pelas hashtags #lift, #haul, #shoplift, #retail redistribution, #steal, #fivefingerdiscount and #stickyfingers.

Além dos furtos, as usuárias têm em comum a ausência de culpa ou vergonha. Muitas delas definem o ato de furtar como um estilo de vida ou passatempo. "Esta é uma maneira para eu ter oportunidade de usar algumas peças de estilistas. Vamos encarar o fato de que eu sou muito boa para ficar usando peças da H & M", escreveu a dona do Tumblr "Life Witch".

"Eu não robo porque preciso, é só porque é engraçado e um desafio. Gosto de me gabar sobre isso aqui porque não tenho com quem falar sobre o assunto", postou a dona do "Cash or Card". "Eu sei que muitas pessoas não concordam com as minhas escolhas, mas são minhas escolhas e tenho minha justificativas para elas. Não, eu não me sinto culpada por isso. O único momento em que sinto alguma coisa é quando pego meu dinheiro no banco pelas vendas dos produtos que fiz no Ebay", completou. [Marie Claire]

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R - Girls  I Bethany Mota: conheça a história da garota que tem mais followers no YouTube do que Lady Gaga   (21/01/14)

Ela tem apenas 18 anos e já ganhou mais de 30 milhões de reais com vídeos sobre moda e beleza

Uma foto em seu perfil no Instagram pode "ganhar" 300 mil likes. Esta, por exemplo, tem 289.210 (Foto: Instagram)

Enquanto Lady Gaga possui, até o momento, 4.324.729 followers em seu canal no YouTube, uma menina de apenas de 18 anos consegue desbancar a cantora. Ela é Bethany Mota, que graças a seus vídeos com dicas de moda e beleza, ganhou 4.843.376 seguidores na plataforma de vídeo.

Nascida na Califórnia, ela começou a carreira segundo o respeitado site Business Insider, por sofrer bullying na escola. "Eu não queria falar com ninguém. Eu não queria sair de casa", disse ela ao veículo. Foi ai que a garota teve a ideia de usar o YouTube como hobby. O que era passatempo se tornou trabalho e, não à toa, Bethany já ganhou mais de 14 milhões de dólares (em torno de 32 milhões de reais). Ela se auto-intitula como "Youtuber", mas se promove em muitas redes sociais. Seu perfil no Instagram, por exemplo, tem mais de 2 milhões de followers. Tá bom pra você?

A IMAGEM DO LOOK DO DIA GANHOU MAIS DE 350 MIL CURTIDAS (Foto: Instagram)

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R - Girls  I Os filmes que discutem a sexualidade das mulheres  (18/01/14)

'Ninfomaníaca', de Lars Von Trier, coroa uma leva de filmes dirigidos por homens que discutem de forma nova a sexualidade das mulheres

Enquanto a neve cai lá fora, uma bela mulher em convalescença senta-se à cama e conta a seu anfitrião histórias sobre sexo. Suas histórias. Assim, como uma perversão de As mil e uma noites, começa um dos filmes mais esperados do ano, Ninfomaníaca, do diretor dinamarquês Lars Von Trier, que entrou em cartaz semana passada. Estrelado pela atriz habitual do diretor, Charlotte Gainsbourg, e pela novata Stacy Martin (que encarna a personagem quando jovem), o filme tinha a intenção de causar escândalo. Anunciou-se o uso de dublês de sexo por causa das cenas explícitas, divulgou-se uma sequência de trailers picantes e mesmo os cartazes do filme sugeriam que todos os atores envolvidos (de Uma Thurmam a Shia LaBeouf) teriam orgasmos desnudos diante do público. Não é o caso. A primeira parte do filme, com uma hora e 50 minutos, que entrou em cartaz agora, oscila entre a ironia e a tristeza. Não choca espectadores adultos e tampouco fornece material inédito aos voyeurs. Antes, desconcerta e oprime. A segunda parte, que estreará em março, com duas horas e dez minutos, promete ser sexualmente pesada – mas também essa expectativa pode ser falsa, resultado do gênio publicitário de Von Trier, sempre engenhoso em criar interesse em torno de seus filmes.  

SEXO TRISTE Charlotte Gainsbourg e Shia LaBeouf, em cena de Ninfomaníaca.Tristeza em lugar de escândalo (Foto: Divulgação)

 
Com a estreia de Ninfomaníaca, completa-se um ciclo de lançamentos que, desde o final do ano passado, tratam do mesmo assunto, a vida sexual das mulheres. Os outros são Azul é a cor mais quente, do franco-tunisiano Abdellatif Kechiche, e Jovem e bela, do francês François Ozon. Azul conta a história de amor entre a estudante adolescente Adèle e Emma, uma jovem pintora. O filme tem três horas, ganhou a Palma de Ouro no festival de Cannes e foi tratado por Steven Spielberg, presidente do júri, como obra-prima. A primeira grande história de amor do século XXI, ele disse. Mas as três cenas de sexo entre as duas mulheres (que somam, talvez, 15 minutos) galvanizaram a discussão sobre o filme e quase azedaram seu lançamento. Jovem e bela é menos pretensioso, embora igualmente voltado ao erotismo feminino. Isabelle, a linda protagonista de 17 anos, prostitui-se nos hotéis de Paris nos intervalos entre as aulas do colégio. Ela é de uma família de classe média, não precisa de dinheiro, mas encontra prazer em submeter-se a tipos variados de homens mais velhos. Ozon debruça-se sobre a situação sem tentar explicá-la inteiramente. O resultado é um filme misterioso e delicado.

“Nenhum dos filmes é erótico. Não foram feitos com o propósito de vender sexo ou de excitar. Eles discutem seriamente a sexualidade feminina”, diz Pedro Butcher, crítico e editor do site Filme B, que acompanha os lançamentos do mercado cinematográfico. Esses novos filmes europeus têm pouco em comum com o clássico erótico Nove semanas e meia de amor, de 1986, ou com o futuro Cinquenta tons de cinza, previsto para 2015, do qual se espera estímulos à libido proporcionais à imensa popularidade do livro, sobretudo entre as mulheres. Nesses filmes eróticos, a trama funciona quase sempre como desculpa (boa ou má) para que os personagens tirem a roupa. Em Azul e Jovem e bela, assim como em Ninfomaníaca, é diferente. Nos dois primeiros, o sexo é parte importante da história, que não começa nem acaba nele. Em Ninfomaníaca, o sexo ocupa o centro da trama, mas despido de glamour ou sedução, quase como doença. Nos três casos, não existe a afetação sensual que caracteriza (e esvazia) o tal cinema erótico. “Esses diretores tratam a nudez e o sexo com naturalidade”, diz Marcelo Hessel, editor do site de cinema Omelete. “Seus filmes refletem sobre o sexo, não o exploram.” 

Embora dirigidos por homens, os três filmes são narrados do ponto de vista das mulheres, o que também constitui novidade. Em Azul, a câmera de Kechiche parece enfeitiçada por Adèle, personagem interpretada pela estreante Adèle Exarchopoulos. São os sentimentos dela, o corpo dela e o cotidiano dela em cena, o tempo inteiro. Vale o mesmo para o filme de Ozon e, ainda mais, para Ninfomaníaca. São filmes femininos, embora distantes do estereó­tipo feminista. Isso reflete algum tipo de mudança social. No passado, os filmes famosos sobre sexo costumavam ter um olhar masculino. O último tango em Paris, de 1973, primeiro escândalo sexual do cinema moderno, gira em torno de Paul, um americano atormentado de meia-idade, interpretado por Marlon Brando. Ele se entrega ao sexo sem pudores com uma jovem desconhecida num apartamento em Paris. O império dos sentidos, de 1976, censurado no mundo inteiro, mostra sem filtros o mergulho no sexo e na morte de um casal de amantes no Japão de 1936. A loucura dela é o motor da trama, mas é a destruição dele que parece interessar ao diretor Nagisa Oshima. As personagens femininas dos dois filmes entraram para a história do cinema, mas as duas atrizes envolvidas – Maria Schneider e Eiko Matsuda – tiveram suas carreiras destruídas e suas vidas pessoais abaladas pela repercussão escandalosa de suas atuações.

Agora o escândalo é menor, ou quase inexistente – e isso se reflete, negativamente, nas bilheterias. Azul está em cartaz há cinco semanas, em nove salas de cinema em todo o Brasil. Apesar de longas reportagens na imprensa, atraiu apenas 75 mil pessoas. O editor do Filme B prevê que chegará a 100 mil espectadores, considerada uma boa marca para “filmes de arte”. Jovem e bela foi visto somente por 27 mil pessoas. Para efeito de comparação, a comédia Até que a morte nos separe 2, lançada em 740 salas, já vendeu 1,7 milhão de ingressos. “O último tango causou controvérsia e lotou cinemas no mundo todo”, diz But­cher. “Agora não é mais assim.” Mesmo com o lançamento maior e provocativo de Ninfomaníaca, que conseguiu 40 salas, não se espera uma grande bilheteria. Parece que o público, anestesiado pela pornografia sem limites na internet, não se escandaliza mais – e tampouco se interessa pelo que o cinema tem a dizer sobre o sexo. A forma de tratar (ou não tratar do assunto) é ditada pelo grande cinema comercial americano, cada vez mais pudico devido ao sistema de classificação etária de seus filmes. Cenas de sexo e nudez tornam a exibição imprópria para audiências juvenis e destroem as chances de uma boa bilheteria, conquistada, invariavelmente, nas férias escolares. Por isso, os diretores abusam do erotismo adolescente, repleto de frases e imagens insinuantes, mas evitam tratar o sexo de frente. Isso contribui para o que os críticos chamam de juvenalização da produção de Hollywood (uma inflação de filmes de aventura “para a família”) e deixa o cinema europeu mais ou menos sozinho no trato da sexualidade adulta.

Essa situação traz seus próprios problemas. Kechiche foi acusado por suas atrizes de ter passado dos limites na repetição das cenas de sexo entre as duas. Léa Seydoux disse que se sentiu “como uma prostituta” e que não trabalharia mais com o diretor. Ao mesmo tempo, ele foi acusado por Julie Maroh, autora da história em quadrinhos que deu origem ao roteiro de Azul, de ter feito um filme “masculino” com a história de duas lésbicas. Ele ficou furioso. “Quer dizer que, por ser homem, não posso filmar a história de duas mulheres?”, disse.
 Com as inevitáveis polêmicas, esta última leva de filmes europeus sugere que a tarefa de discutir o sexo de forma adulta no cinema está em boas mãos. Apesar das provocações e do tom de farsa adotado por Von Trier, apesar da forma como ele interfere com longos e inúteis parênteses na narrativa, seu Ninfomaníaca é, no mínimo, perturbador. Às vezes, parece lírico, outras vezes ridículo – como na cena em que o clube das devassas juvenis recita, em tom de oração, o mantra “mea vulva, mea vulva, mea maxima vulva” –, mas jamais é banal.  Frequentemente, pode ser tocante. O diretor de Melancolia (2011), Anticristo (2009) e Dogville (2003) não filma para nos deixar indiferentes. [Época]

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R - Girls  I Michelle Obama e Beyoncé: amigas e feministas?    (11/01/14)

Do Washington Post

WASHINGTON - Michelle Obama e Beyoncé Knowles são mulheres poderosas casadas  com homens poderosos. São amigas. Suas famílias convivem. Elas trocam elogios  publicamente e apoiam os respectivos projetos.

Poucos ficariam surpresos por Beyoncé estar em Washington para o 50º  aniversário da primeira-dama este mês. (O marido de Beyoncé, Jay-Z, toca na  cidade em 16 de janeiro, véspera do aniversário.) Com o desenvolvimento da  amizade, estas duas mulheres têm sido - conscientemente ou não - nomes do  feminismo do século 21.

- Elas são mulheres incrivelmente competentes que não têm apenas carreiras em  flor, mas casamentos e filhos em flor. Essa é uma mensagem feminista muito  inspiradora - diz Anna Holmes, escritora baseada em Nova York e fundadora do  site Jezebel - Não é artificial, mas, por padrão, aparece como muito  revolucionário.

É complicado, claro. Mas, em conjunto, as declarações públicas e as escolhas  feitas por Michelle Obama e Beyoncé representam uma linha feminista específica  de pensar sobre as mulheres, o trabalho e a família que, para estudantes do  feminismo, poderia muito bem ser chamada de “Beyoncismo”.

A mais recente contribuição da estrela pop global para seu gênro de feminismo  veio no mês passado, com o lançamento surpresa de um álbum visual autointitulado  com a canção “*** Flawless” (Infalível). Ela traz trechos de uma palestra da  escritora nigeriana Ngozi Adichie Chimamanda chamada “Todos nós devemos ser  feministas”. Na versão em vídeo da canção, Beyoncé ergue o punho enquanto  Adichie define uma feminista como alguém que “acredita na igualdade social,  política e econômica dos sexos.”

Michelle Obama, que não se declarou uma feminista de forma ostensiva, tem  usado sua plataforma para discutir questões semelhantes. Em uma recepção na Casa  Branca para o Dia Internacional da Mulher em 2011, a primeira-dama falou sobre a  importância da igualdade salarial, celebrou mulheres que romperam barreiras e  citou a escritora Alice Walker: “Então, nossas mães e avós têm mais  frequentemente, de forma anônima, transmitido a centelha criativa, a semente da  flor que elas próprias nunca esperavam ver”.

Para Mark Anthony Neal, professor de cultura popular negra na Universidade de  Duke, o exemplo dado pelas duas - aos olhos do público, construindo o sucesso  como parecem querer - é inédito.

- Do ponto de vista da América negra, seria difícil pensar em outra época em  que tivemos dois exemplos do que significa ser uma mulher negra bem-sucedida em  seus próprios termos.

Enquanto negociam as questões em torno das mulheres e do poder na cena  pública, a primeira-dama e a popstar têm atraído críticas por como eles se  mostram e sua escolha por cuidar da família em detrimento da carreira. Michelle  Obama, que estudou em Princeton e Harvard, se intitulou “mãe-em-chefe”. Beyoncé  batizou sua turnê de “The Mrs. Carter Show World Tour”, em uma homenagem ao  marido. A cantora também foi critica por pensadoras feministas por não  economizar na hora de mostrar sua sexualidade.

Essa crítica leva às perguntas: Pode uma estrela do pop ser feminista se ela  gira sobre um carro em um clipe? Pode uma primeira-dama ser feminista se ela  cuida de um jardim e fala pouco sobre sua formação em Direito?

As conversas em curso sobre a primeira-dama e Beyoncé fazem parte de um  renascimento robusto de discussão sobre o feminismo nos últimos anos. O novo  disco de Beyoncé gerou dezenas de ensaios dissecando sua música e seu feminismo.  Um artigo controverso na “Politico Magazine” chamando Michelle Obama de  “pesadelo feminista” foi um dos mais lidos da revista de 2013.

- Estou tocada com as pessoas que querem falar sobre o feminismo e as vidas  das mulheres - diz Holmes. - Mas há momentos em que essas discussões se  transformam em um teste de pureza que não é particularmente útil.

Stephanie Coontz, que escreve sobre o feminismo e história familiar, vê as  duas mulheres fornecendo acomodação “para o fato de que ainda estamos presas a  certos tipos de escolhas e comportamentos limitados.” As pessoas não prestam  atenção suficiente aos constrangimentos que levam as mulheres a escolher ações  ou identidades particulares, diz Coontz, que leciona na Evergreen State College,  em Olympia, Washington.

- O que pode ser uma escolha que pode empoderar individualmente uma mulher  ainda pode perpetuar um conjunto de opções limitadas para as mulheres; que você  pode ser uma mulher de carreira forte ou uma mulher profissional; ou puritana,  ou objeto sexual - diz ela.

Beyoncé pareceu responder indiretamente a tais críticas em suas letras,  professando a posse sobre sua carreira e sua vida familiar. “Levei algum tempo  para viver a minha vida. Mas não ache que eu sou apenas sua esposinha”, ela  canta em “*** Flawless”.

Fãs de Michelle Obama esperam que ela esteja mais livre para responder a seus  críticos em seus anos pós-Casa Branca.

- Muitos de nós esperam ansiosamente para ler o livro de memórias de Michelle  Obama - diz Neal. - Ela pode ter sacrificado um pouco de sua ambição pessoal  para apoiar seu marido, mas nós não achamos que ela não vai voltar para o mundo  e ser o tipo de mulher que ela era antes.

Beyoncé e Michelle Obama formam uma sociedade de admiração mútua de alto  padrão e parecem ter uma verdadeira amizade. Sua conexão pública foi  estabelecida quando Knowles cantou “At Last” para o casal Obama dançar no baile  inaugural de 2009. No ano seguinte, Beyoncé e seu marido visitaram a Casa  Branca. Na mesma época, a cantora gravou “Move Your Body”, uma música em apoio  ao programa de defesa de exercícios físicos da primeira-dama. Michelle Obama  levou as filhas para shows de Beyoncé mais de uma vez. Quando a revista “People”  perguntou à primeira-dama com quem ela gostaria de trocar de lugar, Michelle  Obama escolheu Beyoncé, dizendo que ela gostaria de ter sido uma grande  cantora.

Beyoncé e seu marido também apoiaram a campanha de reeleição do presidente  Barack Obama, com um evento cujos ingressos custavam US$ 40 mil. E a cantora  escreveu uma carta aberta e um poema celebrando Michelle Obama como uma  inspiração.

O relacionamento deles não agradou alguns. Allison Samuels, autora de “What  would Michelle do?” (“O que Michelle faria?”), sugeriu em uma coluna no ano  passado que Beyoncé não é a amiga ideal para a primeira-dama, dadas as letras e  roupas por vezes controversas.

A amizade, que outros celebram, e a fama de ambas ressaltam a relação  histórica entre as mulheres negras e feminismo, diz Neal, que se considera uma  “feminista negro”.

- O feminismo negro é algo que é muito orgânico e muito maleável, dependendo  de um indivíduo - diz ele. - Nunca foi um conjunto particular de ditames. Quando  feministas brancas estavam reivindicando o seu lugar no mercado de trabalho, as  mulheres negras estavam trabalhando e sendo mães há gerações. Tanto Beyoncé como  Michelle Obama vêm da classe trabalhadora e da classe média. Isso influenciou-as  como esposas e mães

Kevin Allred, que dá um curso da Universidade Rutgers intitulado “Politizando  Beyoncé”, concorda.

- Elas permitem explicitamente um foco sobre o direito das mulheres negras à  autodeterminação - diz.

Observar as duas mulheres em relação a seus maridos também diz muito, afirma  Rebecca Traister, autora de “Big Girls Don’t Cry”, sobre a eleição de 2008.

Ela aponta que Michelle conheceu o marido quando foi designada para ser sua  mentora no escritório de advocacia onde trabalhava, e que Beyoncé conheceu o  marido quando ela era adolescente, mas disse à revista “Seventeen” que ela  decidiu que não se casaria antes dos 25 anos porque queria ser si mesma em  primeiro lugar.

- É difícil expressar o quão revolucionário é ver mulheres poderosas que  vivem em parcerias de igualdade com homens poderosos - diz Traister, que está  trabalhando em um livro sobre as mulheres solteiras. - Temos que lembrar o quão  novo isto é em termos do que ser uma esposa deveria ser.

O presidente e a primeira-dama são um “casal igualado em termos de  personalidade, em termos do tipo de energia que emana deles”, Traister  acrescenta. E Beyoncé continua a inovar em sua carreira e amadurecer como  artista, mesmo com o sucesso do marido.

Isso leva a uma questão importante sobre os homens ao lado dessas mulheres,  diz Holmes.

- Talvez devêssemos falar sobre se Jay-Z e Barack Obama são feministas -  afirma ela.

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R - Girls  I Sexo, chantagem e internet  (03/12/13)

As estudantes Giana Laura, de 16 anos, e Júlia Rebeca, de 17 anos, nunca se conheceram. Separadas pela extensão geográfica do país – Giana em Veranópolis, Rio Grande do Sul, e Júlia em Parnaíba, litoral do Piauí –, suas histórias se cruzaram nas manchetes da imprensa, por causa de um desfecho trágico. Com apenas quatro dias de diferença, as duas jovens se mataram, pela mesmíssima razão. Elas haviam descoberto que imagens íntimas delas, compartilhadas com pessoas em quem confiavam, se multiplicavam pela internet. Envergonhadas e desesperadas, totalmente inexperientes, decidiram fugir de uma situação que lhes parecia intolerável. Ao escolher o suicídio, tornaram-se vítimas, mais um par de vítimas, de um perigo assustadoramente próximo da nova geração: a exposição excessiva na internet, e suas terríveis consequências.

PERIGO Flagrante capturado pelo celular. Uma pesquisa sugere que quase 40% já enviaram ou receberam conteúdo explícito envolvendo a si próprio ou conhecidos (Foto: Marcos Lopes/ÉPOCA,produção Cuca Ellias)

As circunstâncias em que as imagens foram divulgadas ainda estão sob investigação. A polícia de Parnaíba apura como um vídeo de poucos segundos, em que Júlia aparece numa relação sexual com uma jovem e um rapaz, se difundiu num aplicativo de bate-papo usado em celulares, o WhatsApp. “É provável que ela mesma tenha compartilhado com alguns amigos num grupo do aplicativo”, afirma o delegado Rodrigo Moreira Rodrigues, da Delegacia Regional da Polícia Civil de Parnaíba. Em Veranópolis, a polícia suspeita que um amigo de 17 anos de Giana enviou a alguns colegas uma imagem da garota com os seios desnudos, capturada por webcam numa conversa entre eles, há seis meses.  

As mortes de Giana e Júlia soam como tragédias repetidas. Casos semelhantes se sucedem em outros países. Nos Estados Unidos, Jesse Logan, de 18 anos, se suicidou, em 2008, depois que seu ex-namorado divulgou fotos nuas feitas por ela. No ano seguinte, Hope Witsell, de apenas 13 anos, tomou a mesma decisão quando fotos dela seminua foram divulgadas em sua escola, e ela virou alvo de bullying. Com o acesso quase universal a celulares e tablets, divulgar flagrantes de momentos privados é uma questão de poucos – e irresistíveis – cliques. Fotos que revelam o corpo e vídeos de momentos a dois são capturados por câmeras cada vez mais poderosas e enviados ao parceiro ou pretendente, como parte do jogo de sedução. Ou como prova de confiança. A prática, comum entre adolescentes no mundo inteiro, ganhou até nome: “sexting”, um neologismo formado pela mistura das palavras sexo e texting (o ato de mandar mensagens de texto pelo celular).
O sexting seria inofensivo não fosse por uma fatalidade estatística: muitas dessas imagens acabam divulgadas publicamente e viram motivo para linchamento moral. Algumas vítimas não suportam a humilhação e fazem o que fizeram Júlia e Giana. Quem resiste à brutal exposição e à torrente de piadas descreve a experiência como devastadora. “Ele tirou minha vida, não tenho mais vida. Não consigo sair, não consigo estudar, trabalhar”, disse ao programa Fantástico, da TV Globo, uma jovem de 19 anos de Goiânia conhecida como Fran. Ela acusa um ex-parceiro (ele nega) de ter divulgado no WhatsApp vídeos e fotos em que ela se expõe nua para ele, fazendo gestos alusivos a sexo. As imagens se espalharam pela internet e começaram a ser imitadas de forma jocosa até por pessoas famosas, sempre associadas ao nome da jovem. Fran disse que teve de deixar o emprego como vendedora de loja, afastou-se da faculdade e mudou de aparência, na tentativa de não ser mais reconhecida nas ruas. 
O potencial de que novos casos se repitam é enorme. Parece quase impossível manter imagens íntimas a salvo do olhar público, uma vez que elas sejam feitas. Uma análise da Internet Watch Foundation sugere que, de todo o material feito de forma amadora e encontrado em sites, 88% fora distribuído sem o consentimento de seus autores. O vazamento pode ser até obra de hackers, que invadem arquivos digitais e espalham imagens por sites na internet. As celebridades costumam estar entre as principais vítimas. Em muitos casos, o perigo está onde menos se espera: os responsáveis pela divulgação têm a confiança da própria vítima. É o paquera cuja conquista decide exibir para amigos. Um ex-namorado ou ex-marido magoado, que torna públicas as lembranças de tempos mais felizes – e íntimos. As vítimas quase sempre são mulheres. Além de imagens, costumam ser divulgados o perfil em redes sociais, números de telefone e outras informações que permitem identificar onde a vítima mora. “É um desejo de onipotência do agressor”, diz o psicólogo José Leon Crochík, da Universidade de São Paulo. “Ao divulgar essas imagens, ele quer mostrar que domina o outro, que pode destruí-lo pela ridicularização.”

O vazamento de imagens é proporcional ao tamanho do fenômeno. Um levantamento da consultoria de tecnologia eCGlobal Solutions, com quase 2 mil brasileiros de mais de 18 anos, revela que 32% dos homens já enviaram fotos em que aparecem nus e 17% já mandaram vídeos. Entre as mulheres, 29% compartilharam imagens em que aparecem sem roupa, e 9% vídeos. Em 2012, o Portal Educacional entrevistou quase 4 mil estudantes com idades entre 14 e 17 anos. Entre eles, 6% afirmaram já ter mostrado partes íntimas do corpo para desconhecidos por meio da webcam ou ter aparecido nus ou seminus em fotos na rede. Apesar de a incidência entre jovens ser menor, ela é mais preocupante. “Eles têm mais dificuldades de medir consequências e são mais impulsivos”, afirma o psiquiatra Jairo Bouer, colunista de ÉPOCA. Por isso, há chances maiores de que o conteúdo do que fazem se torne público. Quem fez não teme divulgar, e quem recebe não mede as consequências destrutivas de distribuir. Ao mesmo tempo, as implicações de um escândalo desse tipo podem ser críticas para os jovens. O repertório emocional deles é limitado para lidar com a crueldade pública e a censura social, como as mortes de Júlia e Giana tristemente demonstram.
A popularização do sexting sugere uma mudança de comportamento. Em parte, ela é causada pela onipresença da tecnologia. Os jovens têm nas mãos, em tempo integral, um dispositivo que permite fazer registros e compartilhá-los imediatamente: o celular. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, jovens entre 10 e 17 anos lideram o aumento do uso de celulares no Brasil.  Na faixa entre 15 e 17 anos, 67,5% dos adolescentes têm um aparelho. Esses celulares têm programas (chamados de aplicativos) como o WhatsApp, que permitem transmitir imagens instantaneamente e sem custo para grupos ou pessoas determinadas. A popularidade desses aplicativos cresce entre os adolescentes. Eles fogem das redes sociais, cujo conteúdo fica explícito para centenas de amigos e para os pais. A maior rede social do mundo, o Facebook, já sentiu os efeitos dessa mudança demográfica. No começo do mês, executivos da empresa admitiram estar perdendo usuários jovens. Os aplicativos de bate-papo para onde os jovens migram, porém, dão a eles uma falsa sensação de segurança. De grupo em grupo, as imagens íntimas se espalham pela rede e se tornam dolorosamente públicas. Não é por acaso que os últimos escândalos de sexting começaram pelo WhatsApp. Quando tecnologias como o Google Glass, óculos-computador do Google, chegarem ao mercado, o impacto sobre a privacidade será ainda maior. Esse tipo de aparelho permite capturar imagens sem que quem seja filmado se dê conta da invasão. É muito mais difícil se proteger de um vídeo ou de uma foto indesejada.
Diante de um cenário tão alarmante, é de perguntar por que os jovens ainda se permitem fotografar e filmar em situações de intimidade. A resposta, terrivelmente simples, é que mostrar aspectos da vida cotidiana é parte da rotina diária deles. Em parte, isso é influenciado por celebridades como Pamela Anderson e Paris Hilton, cujos vídeos em cenas de sexo doméstico circularam na internet no início dos anos 2000. Eles glamorizaram uma situação que era, essencialmente, uma brutal exposição de intimidade. Desde então, as fronteiras entre o público e o privado se tornaram ainda mais borradas. “A nova geração entende a privacidade de uma maneira diferente”, diz a psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “Hoje você conhece o banheiro da casa deles pelas fotos que tiram no espelho. Seria uma exibição impensável décadas atrás.” Os autorretratos que dominam as redes sociais são conhecidos como “selfies”, palavra de origem inglesa que significa “próprio”. São tão populares que o termo foi incorporado em agosto à versão digital do dicionário Oxford – e, há duas semanas, escolhido pelos editores do dicionário como a palavra do ano.   

Sexo e exposição na rede (Foto: ÉPOCA)

O fato de que muitos façam não significa que a sociedade seja compreensiva com quem cai na rede. A paulista G.N., de 28 anos, não pôde contar nem com o apoio da família quando o ex-namorado publicou fotos dela nua num perfil falso no Orkut, em 2006. “Eu passava o dia inteiro procurando minhas fotos e meus perfis falsos na internet”, diz G.N. As imagens haviam sido enviadas por ela durante o relacionamento à distância com um primo que morava na Itália e pedia provas de amor. Terminado o namoro, ele ainda mandou as fotos aos pais de G.N. pelo correio. Ela diz que eles não apoiaram sequer que ela denunciasse a violência e a culparam pelo vazamento das fotos. O problema nunca foi resolvido. Até hoje, G.N. esconde o rosto em redes sociais, para evitar ser identificada. Usa pseudônimo no crachá da empresa.
Vítimas de crimes, as mulheres expostas na internet não conseguem ver seus agressores punidos com rigor. “É difícil conseguir penas severas. Por isso, paira uma sensação de impunidade”, afirma Wanderson Castilho, presidente da E-NetSecurity, empresa de segurança da informação. São poucas as vítimas que aceitam passar por um processo judicial desgastante e levam a denúncia inicial adiante. Quando o fazem, esbarram na dificuldade de provar quem vazou as imagens. Foi o que aconteceu com a carioca M., hoje com 22 anos. Ela tinha 15 anos quando vídeos seus com conteúdo sexual foram parar na internet. M. foi vítima do ciúme da namorada de um ex-parceiro. A garota descobriu os vídeos íntimos que M. mandara a ele durante o relacionamento e a chantageou. M. não cedeu à pressão, e o vídeo foi parar nas mãos dos colegas de escola. Até hoje, sete anos depois, pode ser encontrado na internet, com direito à identificação, com nome e o bairro onde ela morava. M. chegou a registrar queixa na polícia. A denúncia não avançou porque ela não conseguiu provar que a garota era a responsável pelo vazamento. M. teve de se conformar em viver escondida sob um codinome. “Sinto falta de poder falar meu nome. Ele era lindo”, diz.  

Romário - "Em vez de solidariedade, as vítimas recebem convites para se prostituir. É um absurdo!" (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

Quatro projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados tentam desfazer as ambiguidades das leis atuais que encobrem os agressores. Os projetos de autoria do deputado João Arruda (PMDB/PR) e da deputada Rosane Ferreira (PV/PR) pretendem alterar a Lei Maria da Penha, para incluir explicitamente como violência psicológica a divulgação não autorizada pela internet de imagens, dados, vídeos ou áudios íntimos. Os projetos de lei apresentados pelos deputados Eliene Lima (PSD/MT) e Romário (PSB/RJ) sugerem criar uma nova lei no Código Penal, para tornar crime específico a divulgação desse tipo de material. “Minha proposta prevê detenção e indenização por despesas decorrentes dos problemas causados, como a necessidade de troca de domicílio, escola, faculdade, emprego, tratamentos médicos”, diz Romário. Os projetos de lei aguardam parecer na Comissão de Seguridade Social e Família. Não há previsão de quando serão votados.  

Na letra da lei (Foto: ÉPOCA)

Se, de um lado, é preciso punir com maior rigor os agressores, de outro é preciso aumentar a vigilância sobre o que cai na rede. Quem pode ajudar nessa tarefa são as empresas por trás dos grandes mecanismos de busca, das redes sociais e dos programas de bate-papo. No Brasil, não há uma lei específica sobre a responsabilidade de companhias como Facebook e Google pelos conteúdos criminosos que circulam em suas páginas. Mas elas podem responder na Justiça pelo conteúdo ilícito publicado por seus usuários – desde que sejam informadas desse conteúdo. Basta uma notificação extrajudicial ou um e-mail mandado por um canal de comunicação do site. A partir daí, o prazo para a remoção de imagens e textos é de 24 horas. Se a empresa não o fizer, pode virar ré em processo civil. Um dia, porém, é tempo mais que suficiente para causar um estrago irreversível na vida de gente normal. A velocidade com que as imagens e vídeos são compartilhados garante isso. A situação poderá piorar ainda mais para as vítimas se o Marco Civil da internet, em discussão no Congresso, submeter a retirada dos conteúdos a decisão judicial, como consta da última versão do texto. Isso transformaria a vida da vítima num inferno.
Ela teria de contratar um advogado e ir até um juiz para pedir a retirada. Demoraria ainda mais para que as imagens fossem bloqueadas. O texto também desobriga as empresas de guardar as informações de acesso dos usuários. Elas são fundamentais para localizar aqueles que, protegidos pelo anonimato, publicam fotos e imagens ilícitas. Os provedores conhecem o computador de origem, dia e hora de todas as postagens. Se as informações não forem armazenadas, a identificação dos criminosos e as provas do crime desaparecerão.

FUTURO Um dos fundadores do Google, Sergey Brin, usa o Google Glass para assistir a desfile. As tecnologias que permitem capturar imagens secretamente podem aumentar a insegurança (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

As empresas se dizem atentas aos crimes cometidos em suas redes e afirmam ter criado, nos últimos anos, campanhas e recursos técnicos para combater pornografia infantil, crimes de racismo e ameaças de morte. Afora esses casos, elas se recusam a controlar o que pode ou não pode ser publicado. “Lidar com conteúdo controverso é um dos maiores desafios que enfrentamos como empresa. Temos uma proibição clara relacionada à pornografia infantil e em outras áreas, mas determinar o que é ofensivo ou deixa de ser é mais complicado. O Google sempre tenderá a favorecer a liberdade de expressão”, afirma o Google por e-mail. O Facebook diz coisa semelhante: “Temos controles rígidos para remoção de conteúdos que violem nossas políticas, como nudez ou outro conteúdo de sugestão sexual, discurso de ódio, ameaças reais ou ataques diretos a um indivíduo ou grupo. O melhor caminho para que um conteúdo seja analisado e possivelmente removido é a denúncia pelos canais do Facebook. Toda denúncia submetida é analisada por nossa equipe”.

Intimidade violada (Foto: AP e reprodução (5))

Para uma adolescente desesperada, pode não ser o suficiente. As redes sociais, que parecem aos jovens tão amigáveis, podem se converter, repentinamente, num ambiente hostil e insensível. Quando estranhos começam a marcar suas fotos no Facebook e a divulgá-las com insultos, os mecanismos de reprodução da internet demonstram sua enorme crueldade. Para lidar com uma situação desse tipo, pode-se ligar ou escrever para a empresa, mas provavelmente será tarde demais. Algum dano estará feito. É possível recorrer à lei para identificar e punir os agressores, mas talvez seja demorado, ou mesmo inútil. No fundo, a maneira mais segura de lidar com o risco de exposição na internet é evitar se expor em imagens potencialmente constrangedoras. No mundo ideal, não haveria problema em que um casal de namorados trocasse fotos nus ou se filmasse na intimidade. No mundo real, é possível que essas imagens sejam vistas pelos outros e acabem circulando nas redes, onde se transformarão em piada para estranhos sem escrúpulos. O lado seguro da calçada nem sempre é o mais divertido. Mas nele, com sorte, adolescentes como Giana e Júlia ainda estariam vivas. [Marcela Buscato e Júlia Korte, com Camila Guimarães e Ana Luiza Cardoso  - Época]

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R - Girls  I Jovens asiáticas fazem cirurgias plásticas radicais; veja antes e depois   (27/11/13)

A Coreia do Sul é um dos países líderes de cirurgias plásticas na Ásia. Ao  contrário da brasileiras, que entram na faca principalmente para mudar a  aparência dos seios, bumbum e barriga, as asiáticas fazem mudanças radicais no  rosto. Por vezes, tão extremas que a pessoa fica irreconhecível.

Antes e depois da cirurgia: mulher parece ser duas pessoas diferentes

Antes  e depois da cirurgia: mulher parece ser duas pessoas diferentes Foto:  BK Plastic Surgery

Um dos principais hospitais especializados do país é o ID Hospital. Fundado  em 1995, ele se define como a primeira clínica a realizar uma cirurgia plástica  nos dois maxilares. O carro-chefe da instituição são justamente as cirurgias  maxilo-faciais, que mudam o formato do rosto. Nas fotos de antes e depois  divulgadas no site da instituição é possível notar que a maioria das mulheres  procuram afinar seus queixos, deixando o rosto menos quadrado.

A aparência dela fica muito diferente

A  aparência dela fica muito diferente Foto: ID  Hospital

O hospital BK Plastic Surgery ocupa um arranha-céu em Seul, capital da Coreia  do Sul. Eles oferecem grande variedade de cirurgias plásticas. Uma das  principais é a que cria pálpebras nos olho — as asiáticas costumam ter a  pálpebra praticamente plana, sem cavidade — e os deixa com forma mais amendoado  — e ocidentalizado. A que afina o nariz e deixa ele mais “empinado” também faz  sucesso no centro cirúrgico.

Antes e depois: visual

Antes e depois:  visual "mais feminino", segundo o site Foto: BK Plastic  Surgery

Muitas mulheres de outros países viajam para a terra de Psy em busca de  novidades que deixam seus rostos com aparência mais ocidental. Segundo o site  Memolition, em 2012, mais de 15 mil turistas foram à Coreia apenas para fazer  cirurgias plásticas.

Queixo da paciente foi muito reduzido depois da cirurgia ________________________________________________________________________________

R - Girls  I Eva Longoria critica o showbizz: "Hoje, é fácil se tornar uma estrela sem ter talento"    (08/10/13)

A atriz, que é uma das embaixadoras da L’Oréal Paris, luta principalmente pela causa das mulheres latinas nos Estados Unidos. Para a Marie Claire Itália, ela fala sobre beleza, força feminina e amor

Ela tem 38 anos, um casamento desfeito, três irmãs, nove tias e mais de seis milhões de followers no Twitter. Famosa principalmente pelo seriado "Donas de Casa Desesperadas", Eva Longoria hoje se dedica - além da carreira - a uma causa especial: a de embaixadora  L’Oréal Paris com foco na defesa do imigrantes latinos, principalmente das mulheres.

Vale lembrar neste ano ela se formou em "Chicano Studies", um curso master de Ciências Políticas na Universidade da Califórnia concentrado na cultura dos mexicanos nos Estados Unidos. Em entrevista para a Marie Claire Itália, ela fala sobre o universo feminino, o poder e a beleza das mulheres:

Marie Claire - Como foi voltar à escola?
Eva Longoria - Hoje sou uma estudante melhor porque sou mais curiosa. A parte mais difícil foi gerir o tempo e dedicar-me completamente a compreender certas dinâmicas do passado.

MC - Quem são seus modelos de referência?
EL- As mulheres com quem eu cresci. Eu não precisei ir muito longe para ver um exemplo de quem eu queria ser.

OUTRA FOTO DE DIVULGAÇÃO DE EVA À FRENTE DA MARCA DE BELEZA (Foto: Divulgação)

MC - Como é a sensação de ser um ícone para gerações seguintes mulheres diferentes?
EL - Eu acho que os jovens devem ter mais modelos positivos para se inspiram porque há muitos aspectos negativos, tais como aqueles que fazem vídeos sensuais ou outras coisas terríveis. Hoje, é fácil tornar-se uma estrela sem ter talento, por isso quando alguém me diz que quer ser famosa eu digo que ele pode se tornar um famoso médico, um advogado famoso, um cientista. Há muitas maneiras de ser (re) conhecidos.

MC - O que faz uma garota mais forte?
EL - O que recebo dos outros. Quando viajei durante a campanha de Obama, eu tive a oportunidade de conhecer pessoas sem emprego, que têm problemas com o sistema de saúde, com a educação formal ... Foi muito construtivo me colocar no lugar deles. Participar de  situações opostas às que vivemos nos rendem mais completas.

MC - Além de pessoas comuns muitas vezes você também encontra belas atrizes: como se tornar inesquecível?
EL - A maioria dos que eu me lembro não são famosos, são em sua maioria pessoas comuns que fazem coisas maravilhosas para a sua comunidade e seu país.

MC - O que realmente faz as pessoas extraordinárias?
El - O que é dado e que é recebido.

EVA PARA A L'ORÉAL PARIS (Foto: Divulgação)

MC - Você está muito empenhada em melhorar a vida dos outros. Que mudança que você gostaria para si?
EL - Ter uma família, mas não escrever que "eu gostaria que as crianças de amanhã," eu não dei um ultimato, é o desejo de alcançar ao longo do tempo.

MC - Você parece ser muito determinada e confiante, o que te assusta?
EL - A idéia de falhar, de não fazer a coisa certa.

MC- Se, por um dia fosse a mulher mais forte do mundo, o que você faria?
EL - Eu daria o poder imediatamente para as mulheres, eles iriam abrir todas as portas e eu diria para obterem os papéis que permitem tomar decisões importantes.

MC - Você foi o produtora de "Pronta para Amar" (reality show que arranja casais): o que desencadeia a química entre as pessoas?
EL - Para cada par é diferente: há homens que têm uma idéia de uma mulher conservadora. Há aqueles que preferem ao lado dele uma líder ...

MC - Vamos finjir que estamos em um date arranjado. Diga como um homem pode te seduzir:
EL - Me divertindo! Mesmo um pouco de nervoso, eu conseguiria rir.

MC - E agora como se descrever para um homem que não quer ver novamente?
EL - Eu diria que eu sou forte, obstinada e independente. Isso geralmente assusta a maioria dos homens. E então eu diria a ele que eu ganho mais do que ele!

MC - Você disse que seu homem ideal deve ser divertido e ter um bom vocabulário: quais são as palavras que você mais gosta?
Eu amo as palavras "reciprocidade",  "extraordinário"  e "anistia".

MC - Qual é o momento do dia que você está mais feliz?
Quando levanto, depois da meditação - que é uma das coisas que mais gosto de fazer.

MC - Qual é a melhor parte de ser uma embaixadora da L’Oréal Paris?
EL - O fato de que falo a tantos tipos de mulheres no mundo. Gosto de representar a diversidade, mas eu cresci com "porque eu valho à pena ". Gosto também de dar apelo às mulheres para investir em si mesmas, que vai além da maquiagem.

MC - Qual é a força da beleza?
EL - Beleza é a segurança, inteligência. Viva as mulheres inteligentes!

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R - Girls  I “Algumas meninas arrancam dentes para parecerem mais magras”, diz modelo russa Katia Elizarova  (25/09/13)

Katia Elizarova deu entrevista franca sobre o lado ruim da sua cobiçada profissão

A carreira de top, com o glamour, cachês milionários, viagens e o status de celebridade atrai centenas de garotas no mundo todo. Porém, nem tudo é tão bom quanto aparenta, de acordo com entrevista reveladora da modelo russa e participante de reality show Katia Elizarova para o jornal britânico “The Times”.

KATIA TEM 13 ANOS DE CARREIRA COMO MODELO (Foto: divulgação)

“Se você é modelo e sua agência não lhe paga por meses, você fica sem dinheiro até para comer. Então vem algum cara e diz: ‘estamos dando uma festa no clube, chame suas amigas’. É claro que você topa e acaba em um clube com 20 homens caindo de bêbados, querendo lhe drogar e fazer outras coisas”, revelou a modelo de 27 anos, que começou na profissão aos 14 e já trabalhou para grifes como Versace, Valentino e Chanel.

Katia explicou também que nos últimos 12 anos viu coisas que a deixaram chocada. “São meninas de 16, 17 anos que estão bulímicas e a única coisa que ingerem para não engordar é cocaína. Algumas delas retiram alguns dentes da boca para aparentarem ter o rosto mais fino”, explicou. A russa, que estrela agora um novo reality show no canal Fox do Reino Unido, completou que, no Japão, a pressão pela silhueta finíssima é maior e que ela e suas colegas eram pesadas diariamente após o almoço.

KATIA EM CAMPANHA DE BEACHWEAR (Foto: divulgação)

Katia ainda modela, mas se esforça principalmente no combate à opressão do peso em jovens modelos. Ela participa de debates sobre magreza excessiva, nos quais conscientiza as garotas dos riscos que elas correm ao se submeterem a este tipo de esforço. [Marie Claire]

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R - Girls  I  Gisele Bündchen para H&M    (14/08/13)

Gisele Bündchen para campanha de outono da gigante sueca H&M.

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Rihanna lança segunda coleção para a fast fashion River Island   (12/08/13)

Prints de camuflagem, itens utilitários de inspiração no guarda-roupa masculino e muita atitude: é assim a segunda coleção assinada por Rihanna para a rede fast fashion River Island. Depois da própria cantora apresentar alguns destaques dos novos itens em vídeo o lookbook com as novidades da parceria acaba de ganhar a rede.Fã de produções ousadas com tempero hiphop, Rihanna levou para a nova série de peças o melhor de seu estilo dentroe fora dos palcos, com direito à provocação com a série de calcinhas que lembram cuecas masculinhas e que levan seu apelido, RiRi, bordado nos elásticos (acima). Tops amplos curtinhos, saias na altura da canela que marcam a silhueta, vários itens com listras p&b e um conjunto all black que lembra as versões em couro de agasalhos esportivos que a popstar costuma desfilar também devem fazer sucesso nas araras da label.

Para completar, Rihanna também criou gorros, botas com saltos poderosos e sandálias para quem quer apenas finalizar uma produção com o estilo da cantora. Os itens da nova coleção, de inverno 2014, desembarcam nas araras da marca britânica em setembro e novembro.

Close nos acessórios e nas lingeries assinadas por Rihanna para sua nova coleção para a River Island (Foto: Divulgação)

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R - Girls  I  Katy Perry for ELLE UK   (31/07/13)

Katy Perry é a musa da september issue da ELLE britânica, em fotos de Mariano Vivanco. Para a publicação, a cantora abriu o coração e falou sobre o reatamento com seu namorado John Mayer: ”Ele se afastou. Isso foi um grande ‘hello’ para mim. Percebi que eu poderia perder a pessoa que eu amava e eu tive que lidar com algumas coisas, questões que eu acho que muitas mulheres têm. Você pode ser forte em um aspecto da sua vida mas submisso em outro”.

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Katy também comentou sobre o suposto romance com Robert Pattinson, que não passou de um rumor. ”Eu mandei uma mensagem de texto para Kristen (Stewart) dizendo: “Eu sei que você já viu tudo isso, mas você sabe que eu nunca iria desrespeitar você. Eu não sou assim. Estou apenas tentando ser uma amiga para ele, mas infelizmente eu tenho um par de seios”. 

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R - Girls  I  Tatuagem do século XX: as mulheres corajosas que enfrentaram o preconceito e aderiram à arte    (07/06/13)

Na época, os corpos femininos tatuados eram levados até ao circo para espetáculos

A tatuagem começou a ser mais difundida no fim do século XIX. As primeiras mulheres que aderiram à arte chegavam a ser fotografadas. Maud Wagner foi a precursora das tatuadoras femininas americanas em 1911. The New York Public Library

Os desenhos no corpo levaram as mulheres para o circo. Com mais de 565 tatuagens, a americana Betty Broadbent começou a fazer apresentações na década de 1930 e participou até em concurso de beleza. The Library of Congress

Na mesma época, uma jovem faz uma tatuagem de um cavalo em seu peito. Shutterstock

Em 1928, o tatuador inglês George Burchett faz desenhos de uma cobra na coxa de uma mulher. Burchett era chamado de rei dos tatuadores. Shutterstock

Depois de quase cem anos, a mulher ainda sofre um certo preconceito ao se tatuar. Um estudo recente pelas capitais brasileiras sugere que mulheres tatuadas são mais promíscuas. Absurdo, não? Shutterstock

Algumas constatações são bizarras, como a que diz que 82% das mulheres com tatuagens de estrela preferem sexo selvagem, enquanto 42% daquelas que escolhem borboletas já participaram de uma orgia. Shutterstock

Pam Nash é conhecida pelo cenário japonês tatuado em suas costas.Há quem diga que ela foi uma das pessoas mais fotografadas do tradicional estúdio inglês Bristol Tattoo Club, de 1951. Shutterstock

As inspirações para os desenhos no corpo sempre foram variadas. Em 1936, uma fã do ator Gary Cooper, duas vezes vencedor do Oscar, tem o galã tatuado nas costas. Shutterstock

Pela primeira vez na história, mulheres superam homens em posse das tattoos nos Estados Unidos. Shutterstock

A pesquisa, realizada em 2012, verificou que 59% delas têm tatuagens, contra 41% deles. Mais de mil pessoas participaram do levantamento. Shutterstock

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The Frozen Ground I Filme estrelado por Nicolas Cage e John Cusack ganha novo trailer (08/06/13)

A filha de Michael Jackson, que foi levada às pressas a um hospital durante a madrugada desta quarta-feira (5) após ingerir uma dose alta de Motrin, está internada na ala psiquiátrica do West Hills, em Los Angeles. De acordo com a People, Paris deve ficar internada por pelo menos 72 horas.

"Ser uma garota de 15 anos sensível é difícil, independentemente de quem você é. É pior ainda quando você perdeu alguém muito próximo. Por favor, respeitem a privacidade dela e da famíla", pediu Sandra. No dia 25 de junho, a morte de Michael Jackson completa quatro anos.

Segundo o TMZ, Paris teria deixado uma carta de despedida e ainda teria cortado os pulsos com uma faca. O conteúdo, no entanto, não foi revelado pela fonte da publicação.

Ela foi retirada de sua casa em Calabasas, em Los Angeles, por volta das 2h, depois de uma ligação à emergência afirmando que ela teria tentado suicídio após ingerir uma dose alta de medicamentos.

Em entrevista ao site da revista People, uma pessoa próxima à jovem disse que ela andava deprimida e sentindo muito a falta do pai. "Paris andava muito, muito deprimida. Ela vinha tendo ataques de raiva, chutando, gritando e se cortando", disse a fonte. "Ela sente muito a falta do pai. Ela era o centro do mundo de Michael e agora está tudo diferente. Ela diz que se sente sozinha e que não se sente amada."

Outra pessoa ligada à garota afirmou que este não é o primeiro atentado contra a própria vida feito pela jovem de 15 anos. "Ela já tentou, mas desta vez foi mais sério e não para chamar atenção". Segundo o informante, tudo aconteceu após Paris ter sido proibida de assistir ao show do cantor Marylin Manson. De acordo com a publicação, ela correu para o quarto gritando e batendo a porta.

"Ontem todos os meus problemas pareciam tão distantes. Agora, parece que eles vieram para ficar", escreveu Paris no Twitter (Foto: Reprodução)
 

Em resposta ao caso, o advogado de Debbie Rowe, a mãe de Paris, disse ao TMZ que agradece a preocupação de todos e pediu para que respeitassem a privacidade da família. Paris Jackson estuda para ser atriz e está envolvida em grupos esportivos no colégio em que estuda. Nos últimos meses, a adolescente estreitou os laços com a mãe biológica, depois de ter passado boa parte da infância afastada de Debbie.

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R - Girls  I  Médica Kristi Funk destaca rápida recuperação de Angelina após cirurgias: 'Valente'   (15/05/13)

A atriz norte-americana Angelina Jolie estava de pé e já trabalhando com "grande energia" em seu próximo projeto cinematográfico quatro dias após ser submetida a uma dupla mastectomia preventiva, disse sua cirurgiã nesta terça-feira (14).

A doutora Kristi Funk felicitou a "valente" atitude positiva da atriz, de 37 anos, durante as três operações a que se submeteu - duas em fevereiro e uma em abril - para remover o tecido mamário e reconstruir os seios. "Acho que a recuperação é reflexo da expectativa. Angelina esperava se sentir bem e estar ativa", escreveu Funk, em um texto publicado na página do Pink Lotus Breast Center, a clínica em Beverly Hills (oeste de Los Angeles) que cuidou de Angelina.

Em uma breve entrevista coletiva antes da publicação do texto, Kristi disse que a clínica, fundada por ela, "aplaude as audazes decisões de Angelina Jolie". Em um artigo intitulado "Minha opção médica", publicado no jornal "The New York Times", a atriz explicou que decidiu se submeter à operação porque tem um gene defeituoso que aumenta seu risco de desenvolver câncer.

Brad Pitt, com quem Angelina tem seis filhos, esteve presente nas três cirurgias. "Seu companheiro estava lá para cumprimentá-la assim que ela acordasse da anestesia (...) em cada uma das operações", disse Funk.

A principal cirurgia foi em 16 de fevereiro e "transcorreu fluidamente", escreveu a doutora. Dois dias depois chegaram as boas notícias: "liguei para Angelina para confirmar nossa maior esperança: todo o tecido mamário era benigno".

"No quarto dia depois das mastectomias, eu fiquei muito satisfeita de encontrá-la não apenas com boa disposição e com grande energia, mas com duas paredes de casa cobertas com novas ilustrações de um projeto que está dirigindo". "Enquanto falava, seis drenagens cirúrgicas estavam penduradas em seu peito, três de cada lado, ajustadas com um cinturão elástico ao redor da cintura", completou a médica.

A última operação foi realizada em 27 de abril, dez semanas depois das mastectomias, para a reconstrução mamária. O texto da clínica está disponível em inglês no site. O artigo relata os detalhes dos procedimentos cirúrgicos e os medicamentos prescritos ao longo do processo.

Angelina Jolie ao lado de sua mãe, Marcheline Bertrand, durante a pré-estreia do filme 'Pecado original', em julho de 2001, em Hollywood. Marcheline morreu em 2007 com câncer (Foto: REUTERS/Fred Prouser/Files)

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R - Girls  I  Drica Moraes: "A vida é absolutamente maior e melhor agora"    (27/04/13)

Vencida a batalha contra a leucemia e os quase 200 capítulos de "Guerra dos Sexos", a atriz se dedica ao teatro e ao filho Matheus, que agora vai ganhar também um pai

Drica Moraes chega séria ao Teatro Sesc Pompéia, em São Paulo, onde está em cartaz com a peça “A Primeira Vista”. Pede apenas a “sua água” e “seu café”, do jeito que a produtora sabe que ela gosta, e dá o sinal para começar a entrevista. O clima sóbrio dura pouco e logo Drica já está “falando sem editar”, característica que se atribui mais tarde.

Ela também diz que hoje é uma pessoa sem medo algum de ser feliz. Fora e dentro do palco. Em cena, aliás, pula, canta, tira a roupa, toca Ukulele (instrumento de cordas similar ao cavaquinho), beija na boca sua companheira de cena e amiga de vida, Mariana Lima , e arrebata o público em mais uma interpretação. “São duas mulheres revendo suas vidas, passando a limpo suas historias com um olhar muito irônico, sarcástico, mordaz. É muito texto e ator e o máximo que se pode extrair disso.”    

Esse entusiasmo tem motivo: após ter enfrentado a leucemia e pensado que não iria sobreviver, “o diagnóstico parece um atestado de morte”, ela agora vê a “graça e o prazer das coisas simples da vida, banais”.

Foi no hospital, em 2010, que recebeu de Mariana o texto da peça. “Eu li aquilo, achei maravilhoso, mas estava no meio do tratamento. Tive que pedir um tempo até voltar, um tempo indefinido, que durou um ano e meio”. Mas aí Drica voltou com tudo. E esteve também em “Guerra dos Sexos”, que chega ao fim nesta sexta-feira após quase 200 capítulos (26).

Na trama, ela deu vida à engraçada Nieta e trabalhou com Reynaldo Gianecchini , que também voltava de um tratamento de câncer na medula. Falavam pouco sobre o que tinham enfrentado, mas se enxergaram cúmplices. “A gente apenas vivia. Depois que se passa por uma coisa pesada como esta, a gente não fica falando sobre isso. Tinha momentos em que a gente comentava um com outro, falava como era duro aquilo, mas não ficávamos revivendo. A gente vai tocando e aproveitando muito a benção, a graça de podermos trabalhar juntos.”

Sobre a novela, Drica tem sentimentos ambíguos. Por um lado foi um desafio – “curto fazer um tipo, uma italiana, tive que colocar peruca, peito, bunda, ombreira, tudo de espuma, bem grande, porque estava bem magra –, por outro sabe que Nieta, sua personagem, chegou a ser patética por demorar a trama toda para enxergar as maldades da filha Carolina (Bianca Bin): “Me cobravam para dar logo uma surra nela, mas novela é isso, tem quase 200 capítulos e você repete uma cena à exaustação, vai ficando patético. E aí no final tem um grande desfecho e acaba a novela”.

Além do palco, da TV e do amor dos amigos, foi o filho Matheus , seu “santo remédio”, adotado em 2009, quem a ajudou a virar a página da leucemia. “Ele agora está ganhando um pai. Meu namorado está adotando o Matheus, que está numa nova fase da vida, muito feliz. A adoção que eu digo é principalmente afetiva e depois que vai para o papel, para a parte mais burocrática.”

A nova fase é para todos. É também de desprendimento, um dos princípios do budismo, religião que ela se diz “mais chegada”. “Falo uma língua louca com tudo que diz respeito à religião. Mas faço uma mistura totalmente pessoal e própria”, diz Drica, que se desfez de sua casa e de vários objetos pessoais. “Perdi coisas muito valiosas financeiramente, mas a vida é absolutamente maior e melhor agora, sem estas coisas. Elas talvez estivessem me atrapalhando. Quando você tem uma doença é porque alguma cosia precisa sair da sua vida.”

Serviço: 

"A Primeira Vista"             

Teatro Sesc Pompéia              

R. Clélia, 93 - São Paulo - SP             

Sextas e sábado às 21h. Domingos às 18h             

até 26/05

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R - Girls  I  Divulgadas fotos de Angelina Jolie em ensaio sensual aos 16 anos, clicado por Sean McCalls      (20/04/13)

Fotografada por Sean McCalls há 21 anos, atriz já mostrava que tinha sexy appeal na adolescência

Angelina Jolie se tornou um símbolo sexual mundial e explodiu no cinema após sua participação no filme Gia - Fama e Destruição (1997), quando tinha 22 anos. De lá pra cá, a atriz se tornou referência de sensualidade, atitude e talento. Porém, neste sábado, seus fãs puderam conhecer seu lado ninfeta, com a divulgação de um ensaio, até então, desconhecido do público.

Com apenas 16 anos, a atual mulher de Brad Pitt foi clicada pelas lentes do fotógrafo Sean McCalls, em um ensaio preto e branco, recheado de olhares ousados e poses sensuais da aspirante a modelo e futura estrela do cinema. O rolo de filme que continha o ensaio, segundo McCalls, havia se perdido e só foi encontrado agora.

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Gwyneth Paltrow adere à tendência preto e branco    (18/04/13)

Gwyneth em p&b: de vestido Dior, em Londres e, ao lado, de tubinho Kaufmanfranco em Paris (Foto: Getty Images)

O preto e branco, combinação que dominou as passarelas do verão 2013 internacional, acaba de ganhar uma adepta de estilo. Na última semana, Gwyneth Paltrow levantou a bandeira dos neutros combinados nas premières de Homem de Ferro 3 (que estreia no Brasil em abril): em três dias foram três vestidos com a proposta p&b: em Munique, a escolha foi um branco Kaufmanfranco com faixa preta na cintura; em Londres, o tubinho de alfaiataria Christian Dior; em Paris, o vestido com transparências e geometrismos Bibhu Mohapatra.

Ainda na capital francesa, Gwyneth mostrou que, além do p&b, tem outra trend em mente: as transparências localizadas, como no macacão preto da estilista brasileira Barbara Casasola

Em Paris, o macacão Barbara Casasola com transparência localizada, mesmo efeito presente no vestido preto e branco Bibhu Mohapatra (Foto: Reprodução)

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R - Girls  I  Em SP, cantora Rita Ora exibe novos cabelos e posa para campanha de moda   (27/03/13)

Depois de desembarcar no País exibindo o novo corte de cabelo, mais curtinho, revelado via Instagram, a cantora contou com um dia intenso de trabalho na sessão de fotos para a fast fashion na companhia do modelo Evandro Soldati. O shoot, clicado por Jacques Dequeker com beleza de Max Weber, foi descontraído e teve direito a mesa no clima da Páscoa e uma companhia especial, o cachorrinho Nicki, que ganhou a afeição da popstar e até um clique especial nas redes sociais de Rita.

Três cliques compartilhados pela cantora em sua chegada ao Brasil: o look de seu primeiro dia, com regata Chanel, saia JW Anderson e sapatos Burberry; à direita, o novo corte de cabelo e um clique para comemorar a marca de um milhão de seguidores na rede social (Foto: Reprodução/Instagram - @RitaOra)

Maxc Weber com a starlet e o modelo Evandro Soldati nos bastidores dos cliques (Foto: Reprodução/Instagram - @CeA_Brasil e @MaxWeber)

Depois das fotos, Rita participa de um encontro com a imprensa – com papo exclusivo com a Vogue na agenda. Nas páginas edição de abril da revista, você conhece toda a trajetória, tanto musical, quanto de estilo, da starlet que despontou em 2012 e encantou as plateias globalizadas (e nomes da moda), ao longo do ano.

Rita Ora e Evandro Soldati antes de encararem as lentes de Jacques Dequeker (Foto: Reprodução/Instagram - @CeA_Brasil)

Mesa comemorativa em clima de Páscoa do shoot; à direita, o cãozinho Nicki, que conquistou a cantora (Foto: Reprodução/Instagram - @CeA_Brasil)

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R - Girls  I  “Tive mais de 900 parceiros sexuais”, afirma a terapeuta sexual americana Cheryl Cohen Greene    (23/03/13)

A terapeuta sexual americana já levou 900 homens ao orgasmo e mostrou a eles como agradar uma mulher. Sua história rendeu um livro e o filme As Sessões, recém-lançados no Brasil. No cinema, ela é interpretada por Helen Hunt. Aqui, trechos do livro e uma entrevista com essa militante do prazer que radicalizou a ideia de que sexo ensina, cura, alegra. E pode até inspirar amor.

Intimidade: Imagem da capa do livro "As Sessões" (Foto: Latinstock)

Tive mais de 900 parceiros sexuais. Não fiz sexo com todos eles, mas fiz com a maioria.” As primeiras linhas do livro "As Sessões", que conta a história da terapeuta sexual americana Cheryl Cohen Greene, recém-lançado no Brasil pela editora BestSeller, chocam pela franqueza. Mas não se engane: este não é um livro erótico e, sim, sobre erotismo. A autora revela-se uma mulher doce e apaixonada pela vida, que defende o sexo livre como forma de aumentar o autoconhecimento e a qualidade da intimidade entre parceiros. Terapeuta sexual há mais de 40 anos – aos 68 ela continua na ativa – Cheryl nasceu na cidade de Salem, em Massachusetts, e logo na adolescência descobriu como o mundo poderia ser cruel com mulheres que, como ela, gostam de sexo.

Nos anos 1950, foi chamada de “tarada” por namorados e reprimida por pais católicos. Superou a culpa cristã aos 19 anos, quando conheceu Michael, o pai de seus dois filhos, um filósofo libertário, com quem, no início dos anos 70, viveu um casamento aberto e mudou-se para a Califórnia. Ali, tornou-se terapeuta sexual, adotando métodos dos sexólogos pioneiros William Masters e Virginia Johnson, que inclui relacionar-se intimamente com os clientes. Com um deles, Bob, casou-se antes de se separar de Michael e vive há 30 anos uma relação feliz e, hoje, monogâmica.

Um capítulo da incrível história de Cheryl também virou filme. O diretor Ben Lewin baseou-se em um artigo do poeta Mark O’Brien, um cliente paralítico que perdeu a virgindade aos 36 anos com a terapeuta. Interpretada no cinema por Helen Hunt - indicada ao Oscar deste ano de melhor atriz coadjuvante –, Cheryl ganhou fama instantânea e muitos elogios da estrela: “Ela irradia uma visão humanista sobre o corpo e tudo o que ele é capaz de fazer. Acha uma aventura ver os netos crescendo, ajudar alguém a ter um orgasmo ou fazer um filme”, disse Helen durante o lançamento do longa. A mesma visão franca e libertária de Cheryl aparece na entrevista que ela concedeu por telefone à Marie Claire e nos trechos que selecionamos de seu livro. Confira.

A  autora Cheryl Cohen Greene já levou 900 homens ao orgasmo (Foto: Liz Hafalia)

TRECHO DO LIVRO: “Qual a diferença entre você e uma prostituta?’ Esta é a pergunta que mais ouço. Às vezes, ela é feita timidamente; outras, soa como uma acusação disfarçada (…). Procurar uma prostituta é como ir a um restaurante. Você escolhe algo do cardápio, come e, depois que vai embora, o proprietário espera que volte e recomende o lugar aos amigos. Consultar um terapeuta do sexo é como ir a uma escola de culinária. Você aprende as receitas, desenvolve suas habilidades, amplia seu paladar e, em seguida, sai pelo mundo com seu conhecimento recém-adquirido. Se tudo correr bem, você cria refeições deliciosas, repetidas vezes, para degustadores selecionados.”

MARIE CLAIRE Como se sentiu ao compararem sua profissão de terapeuta sexual a de prostituta?

CHERYL COHEN Sinto apenas que preciso explicar a diferença, pois muitas pessoas concluem que eu simplesmente recebo dinheiro para fazer sexo. Respeito as prostitutas, mas estar com uma delas significa aproveitar o prazer do momento. Minha intenção é outra. Meus clientes chegam confusos, com medo, ansiosos. Eu ensino o que éuma vulva, por exemplo, informo sobre sexo seguro e, sobretudo, proponho exercícios para que conheçam o próprio corpo, descubram o que dá ou não prazer
TRECHO DO LIVRO: Durante minha carreira, tive clientes de todos os tipos e classes econômicas.O mais jovem deles tinha 18 anos, e o mais velho, 89. Eles são presidentes de empresas, motoristas de caminhão, advogados, carpinteiros. Alguns são lindos, outros têm uma aparência normal. Trabalhei com um septuagenário virgem, um universitário que sofria de ejaculação precoce e homens de todas as idades, muitos se queixam de impotência ou não sabem como se comunicar na esfera sexual (...).”

MC Como os pacientes chegam até você?

CC Eu não os chamo de pacientes, pois isso indicaria que estão doentes. Prefiro chamá-los de clientes. Eles sempre chegam por meio de um terapeuta licenciado e nós trabalhamos juntos durante todo o processo: os clientes me encontram numa semana, na outra vão ao psicoterapeuta. Após cada sessão, eu reporto ao outro profissional tudo que aconteceu e planejamos o que vamos fazer na próxima semana

Cheryl,  quando era musa para artistas. À direita, Helen Hunt no papel da terapeuta  (Foto: Corbis e Latinstock)

TRECHO DO LIVRO: Em Berkeley, eu servia de modelo para alunos da escola de arte local e para alguns artistas experientes. Comecei a desenvolver, primeiro, uma aceitação e, posteriormente, uma apreciação por meu corpo. De vez em quando, via lampejos de excitação nos rostos dos artistas, o que me surpreendia e deliciava. Meu corpo não mudara, mas minha percepção dele certamente estava mudando. Quando olhava para as pinturas e desenhos que faziam de mim, via-o através dos olhos dos artistas. As gorduras que julgava tão horríveis, na verdade, começavam a me parecer atraentes. (...) Estava fazendo as pazes com meu corpo, que eu considerara um infortúnio por muito tempo. Pela primeira vez, comecei a pensar que a noção de beleza não era fixa e como a ideia de um corpo perfeito era instável.”

MC A idade afetou a libido? Considera-se sexy?

CC Aos 68 anos, minha vida sexual não está no comando, eu estou no comando! E hoje, quando faço sexo, estou muito mais presente. Eu e meu marido somos tão felizes, que não acho que estamos descendo ladeira abaixo e, sim, que vivemos uma nova fase. É claro que enfrentamos desafios, superei o câncer duas vezes, passei por uma reconstrução de seio, mas sempre voltei para a minha sexualidade, porque isso me afirma como ser humano. Outro dia, um jornalista inglês insistia em me perguntar como alguém poderia me achar sexy aos 68 anos. Sinto muito por ele, mas aos 80 espero explorar novas facetas da minha libido.

TRECHO DO LIVRO: Assim como muitos pedófilos, Bradley fora sexualmente abusado na infância por um homem da família (...). Ele concordara como tratamento, reportava-se ao funcionário que acompanhava sua liberdade condicional regularmente e não havia indicação de que cometera outro crime. (...) Quando ele chegou, estava determinada a fazer o melhor que podia. No entanto, ao abrir a porta e ver aquele homem magro e de cabelos negros, senti calafrios. Ele era, em uma palavra, horripilante. Fiz perguntas superficiais (...). Descrevi o processo da terapia (...). Em seguida, chegou a hora de ir para o quarto. Senti um frio no estômago (...). Uma voz em minha cabeça gritava: ‘Saia daí imediatamente’.”

MC A sessão com um pedófilo relatada no livro foi a sua pior experiência? CC Sim, ele foi o único paciente que me assustou de verdade. Assim que começou a falar sobre o que tinha feito no passado, foi horrível. Eu e sua outra terapeuta sabíamos que ele havia molestado uma criança, mas na sessão ele contou que foram várias e que havia uma garota que ele estava perseguindo naqueles dias. Eu ouvi o que ele disse e encerrei a consulta. Nós o denunciamos à polícia e ele foi preso.
TRECHO DO LIVRO: Em 31 de outubro de 1981, Bob e eu fomos de carro até Reno e nos casamos. A cerimônia foi realizada por uma juíza de paz. Ela leu uma bênção de casamento dos índios nativos americanos (...). Fomos para o hotel Harrah’s e o sexo foi um dos melhores das nossas vidas. (...)O compromisso que Bob e eu tínhamos um como outro era inabalável e, agora, oficial — bem, mais ou menos. Não podia ser legal, porque eu ainda estava casada com Michael. (...) Ele ficou furioso, mas não me importei. Eu sofrera a humilhação de saber sobre sua família extraconjugal e, se ele estava zangado porque eu me casara pela segunda vez, azar o dele. (...)”

MC Como foi o seu primeiro casamento, com Michael? Era um típico relacionamento aberto dos anos 70?

CC Meus filhos eram pequenos nessa época, eu não queria abrir o casamento nem perder meu marido. Eu o amava e ele não estava interessado em ficar só comigo, então, acabei aceitando. Vivi um casamento aberto por quase 30 anos, mas eu só namorei com outras pessoas por um ano e meio, mais ou menos. Eu e Michael nos separamos em 1992. Saí desse casamento com o coração partido, pois ele rompeu nosso acordo e teve filhos de uma namorada. Isso foi devastador para mim, embora eu já estivesse com Bob há 11 anos, desde que terminamos sua terapia.

À esquerda, com o primeiro marido, Michael. Ao lado, casamento com Bob, ex-cliente (Foto: Corbis)

TRECHO DO LIVRO: Bob já não era mais meu cliente (...) e passáramos horas absorvidos no sexo maravilhoso (...). Eu esperava algo fantástico, mas o que tive foi o sublime. Com os olhos e membros colados em um abraço passional, gozamos juntos pela primeira vez (...). Começar um relacionamento amoroso com um ex-cliente era arriscado, mas nossos caminhos se cruzaram, o momento era certo e, sem dúvida alguma, valeu a pena correr o risco.”

MC Algum cliente já se apaixonou por você?

CC Isso acontece com uma certa frequência, porque, mesmo que eu não transe com cliente, meu trabalho é evocar sentimentos, fazer que eles expressem e entendam sua sexualidade. Quando eles se declaram, eu digo: “Compreendo o seu amor, você nunca fez isso com outra mulher, nunca tocou ou foi tocado e é ótimo que você se sinta assim”. Mas eu sempre lembro que o número de sessões é limitado (de seis a oito, geralmente), e ao final de cada uma, converso como terapeuta do cliente, para que esses sentimentos sejam trabalhados. A emoção não me assusta, ela faz parte do processo terapêutico. E eu também posso me envolver, me apaixonar. Tanto que me casei comum dos meus clientes! Bob e eu estamos juntos há 30 anos.

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R - Girls  I  Atriz Anna Friel, de "Pushing Daisies" vai participar de série sobre o Vaticano    (02/03/13)

A atriz Anna Friel, que interpretou Charlotte em "Pushing Daisies" (2007-2009), será uma das protagonistas da série "The Vatican", do canal Showtime.

O programa vai retratar a luta pelo poder, as rivalidades e os mistérios que correm nos bastidores da Igreja Católica.

Friel irá interpretar Kayla Duffy, irmã do cardeal Thomas Duffy (Kyle Chandler). Na trama, os dois estarão sempre em conflito, já que Kayla tem vida sexual ativa e lança críticas ferozes à igreja.

O episódio piloto da série será dirigido por Ridley Scott ("Gladiator"), que também é o produtor-executivo do programa.

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Elle Fanning, a irmã fashion de Dakota, conquista Marc Jacobs e Lagerfeld    (26/02/13)

Com cabelos loiros, olhos claros e muito carisma, ela acumula experiências no currículo. São quase 40 filmes – incluindo o ainda inédito “Ginger & Rosa” – atuações ao lado de astros como Sean Penn e Jeff Brigdes e a admiração de Marc Jacobs e Karl Lagerfeld. E ainda nem completou 15 anos!

A vida de atriz começou cedo, aos dois anos de idade. De tanto acompanhar a irmã Dakota Fanning nos sets de “Uma Lição de Amor”, ela acabou ganhando um papel na produção e se apaixonando pelo clima dos estúdios. Doze anos depois continua fazendo filmes e coleciona um sucesso atrás do outro, como O Curioso Caso de Benjamin Button, Super 8 e o recente Compramos um Zoológico.

Hollywood e a moda na palma das mãos

O primeiro papel de destaque veio pelas mãos de Sofia Coppola, no filme “Um lugar qualquer”. Encantada com a personalidade e o talento de Elle, a diretora não hesitou em dar a ela um dos papéis principais do filme. A jovem interpreta a filha do protagonista, um astro decadente que vive à beira da piscina do lendário hotel Chateau Marmont.

Elle fotografada por Juergen Teller para a campanha da Marc by Marc Jacobs. 

Além de Marc Jacobs, foi convidada por Karl Lagerfeld para assistir o desfile da Chanel. No tapete vermelho seus looks são assinadaos pelas  irmãs Laura e Kate Mulleavy, da Rodarte, que também a vestem para o Halloween.

Estilo teen com perfume vintage

Como é para Elle conviver com seus mitos? “Quando vemos essas pessoas na televisão, acabamos pensando que elas não são reais, que são apenas nomes. Mas depois que conhecemos, vimos que elas são normais, gente como a gente”, explica. Mais do que isso, são o passaporte para a moda, assunto que ocupa a maior parte de suas horas vagas.

De Marc Jacobs no festival de Veneza, de Prada na premiére de Amanhecer e com um estilo grunge no lançamento do filme Um lugar qualquer. Fotos: AFP

Entre o colégio, os filmes e as aulas de balé, Elle presta muita atenção ao que vai vestir, chegando a colecionar referências em pastas no seu computador. É ela, inclusive, que dá conselhos fashion para a irmã mais velha.  No guarda-roupa, vestidos românticos, com estampas florais e cores claras convivem pacificamente com coturnos e peças com um toque grunge. O que não entra de jeito nenhum? Qualquer coisa que a faça parecer mais velha. “Acredito que tem hora pra tudo. Não vou tentar apressar nada, nem meu estilo”, explica.

Mais do que parecer adulta, a Elle interessa ser autêntica. “Por muito tempo, me recusei a usar jeans. Eu gostava de usar calças de cintura alta, mas os jeans faziam com que eu não me sentisse única”, afirma. Um dos seus passatempos preferidos é garimpar peças vintage com a avó. “Eu tenho paciência para olhar arara por arara atrás de coisas interessantes”.

Elle açucarada

As versões açucaradas de modelos de Derek Lam, Marchesa e Erdem para a New York Magazine. Fotos: Will Cotton/ Reprodução

Com este olhar incomum para a moda, Elle desperta a curiosidade e o interesse de diversas publicações, que querem desvendar o senso apurado de estilo da adolescente. Uma delas é a “New York Magazine” que, para sua última edição, convidou o artista Will Cotton para fotografar a menina em um editorial inusitado.

Em meio a glacês, merengues, balas, doces e confeitos, a atriz posou com versões açucaradas de vestidos reais desenhados por Marc Jacobs, Dior, Erden, Chanel, Marchesa,  Dolce & Gabbana, entre outros. Nada mais apropriado para traduzir a doçura – e a paixão pela moda – de Elle Fanning. Lilian Pacce

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Saoirse Ronan I Jovem atriz revelada em 'Desejo e Reparação' encarna vampira e alienígena  (25/02/13)

Saoirse Ronan atua desde criança e, aos 13, foi indicada ao Oscar por "Desejo e Reparação". Agora, aos 18, faz um filme que pode transformá-la numa estrela. "A Hospedeira" é baseado num romance de Stephenie Meyer, autora da saga "Crepúsculo".

No longa-metragem, que estreia em 29/3, a atriz de origem irlandesa e de nome estranho --"significa "liberdade" em gaélico"-- interpreta Melanie, uma menina que se torna hospedeira de uma alma alienígena parasita.

Foi durante as filmagens que ela completou 18 anos. "Estávamos no Novo México, no meio do deserto, e a maquiadora decorou meu trailer com flores e confetes", disse a atriz durante o Festival de Toronto.

No evento, ela também apresentou "Byzantium", de Neil Jordan, de "Entrevista com o Vampiro", com Tom Cruise e Brad Pitt (1994), que volta ao tema com uma história de mãe e filha vampiras. O filme tem estreia prevista para o dia 13/6.

Apesar da pouca idade, Saoirse já tem papéis muito diferentes em sua breve carreira. Como a jovem vítima de estupro e homicídio de "Um Olhar do Paraíso" (2009) e a assassina treinada pelo pai de "Hanna" (2011).

Nascida em Nova York, em 1994, filha única de um ator e uma dona de casa, Saoirse frequenta sets de filmagens desde que era um bebê de colo. Seu pai costumava levar a filha pequena para os trabalhos que fazia ""Brad Pitt a carregou no colo nas filmagens de "Inimigo Íntimo" (1997).

Quando tinha três anos, a família se mudou para a Irlanda.

Ainda mora lá, numa pequena vila, e mantém o sotaque carregado. Seus pais, Paul e Monica Ronan, aprovam ou vetam cada um de seus projetos. Ou pelo menos era assim, antes de ela completar 18 anos. "Não faria um filme só porque eles querem", afirma. Mas houve casos, por exemplo, em que os dois acharam que ela não estava pronta para fazer determinada cena e vetaram. Sem grandes dramas, segundo a atriz.

Ela sabe o que quer: prefere interpretar mulheres que não são meras coadjuvantes dos homens. Como fazem as atrizes Susan Sarandon, Rachel Weisz e Cate Blanchett, com quem contracenou.

Seus próximos filmes são o drama "How I Live Now" e "The Grand Budapest Hotel", com Jude Law e Ralph Fiennes, dirigido por Wes Anderson. Mas o que promete as maiores emoções é fazer parte do elenco de "How to Catch a Monster", um suspense, estreia de Ryan Gosling na direção. Mariane Morisawa - De Toronto - Folha

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R - Girls  I  Cafe Barbie abre em Taiwan     (03/02/13)

Se você é fã da Barbie, saiba que seu novo lugar favorito é na China. Isso porque acaba de inaugurar um café inspirado na boneca e em seu mundo cor de rosa em Taiwan. A decoração, as comidas, o bar, o uniforme dos atendentes, tudo possui o toque feminino que encanta mulheres de todos os cantos do planeta. Além de degustar pratos, você também pode comprar bonecas e móveis inspirados no universo cheio de detalhes da boneca.[Geekologie]

Fotos: Geekologie.com

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Ellen Oléria , vencedora do 'The Voice', diz: 'Manterei os pés no chão'   (31/12/12)

Negra, homossexual assumida, criada em uma região pobre do Distrito Federal, Ellen Oléria venceu o ''The Voice Brasil'', um das atrações de maior sucesso da Rede Globo em 2012, com alegria, mas sem alarde. Com 30 anos de idade, 13 de carreira - e de resistência contra diversos tipos de preconceito -, a brasiliense parecia esperar, serena, pelo seu grande dia.

Ellen Oléria , vencedora do 'The Voice' (Foto: Diego Bresani-Estudio California)

E já se foram 14 longos dias, desde a final do programa. Entre ensaios e entrevistas, Ellen já se acostumou, ao longo dessas duas semanas, com o carinho das pessoas nas filas de supermercado, com o pedido constante de fotos e com a nova conta bancária - que ficou R$ 500 mil mais gordinha com a premiação. "Houve uma verdadeira comoção em Brasília... Um sentimento muito bonito. As pessoas vêm falar com satisfação e emoção, pedem para tirar foto... Parece um sonho mesmo'', conta Ellen.

A comoção foi tão grande que a Secretaria de Cultura e o Governo do Estado se uniram para garantir a presença da moça na festa de Revéillon do Distrito Federal, sua terra natal.

O compromisso de Ellen de se apresentar na virada de ano carioca - condição para o vencedor do reality show - não foi problema. Um jatinho vai transportar a artista de Brasília, onde se apresentará na primeira hora da noite, ao Rio de Janeiro, onde ela cantará no palco principal do evento, na praia de Copacabana. Um tratamento digno de diva pop, mas Ellen garante: ''Vou segurar a onda e manter os pés no chão''.

Com um carro novo na garagem, um contrato assinado com a gravadora Universal Music, o assédio multiplicado nas ruas e a missão de embalar mais de dois milhões pessoas em uma das maiores festas de réveillon do mundo, Ellen finalmente conheceu o lado glamouroso da profissão. A Claudia Leitte , uma das "técnicas" do ''The Voice'', cairia como uma luva para este momento.

Sobre a possibilidade de ser logo esquecida, como muitos participantes de realitys musicais, ela garante: ''Não tenho medo. Há quatro anos eu me apresentei em Salvador e ouvi as pessoas pedirem músicas de minha autoria. As pesssoas conheciam o meu trabalho. A música, qualquer música, não só a minha, é mais importante do que eu. Ela transcende''.

Fã de Milton Nascimento, Elis Regina e Gilberto Gil, Ellen também já conquistou seus próprios fãs famosos, como Miguel Falabella e Edson Celulari , que se derreteram em elogios ao parabenizá-la pela vitória. Misturando bossa, funk, hip-hop, MPB, samba, soul e poesia, a nova estrela agora se prepara para conquistar outro punhado de admiradores na praia de Copacabana. "É a primeira vez que passo o Ano Novo no Rio, e vai ser logo me apresentando! Isso é muito especial. Vencer o programa me deu essa oportunidade maravilhosa de viver da música, e é só nisso que eu penso: poder trabalhar com o que eu gosto'', comemora. Ego

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Síria Dana Bakdounis, de 21 anos, abre debate de costumes ao postar foto sem véu no Facebook   (21/11/12)

Páginas e discussões no Facebook em torno da revolta na Síria têm se multiplicado enquanto os embates entre rebeldes e o regime, que duram quase dois anos e mataram milhares, continuam.

Mas a jovem Dana Bakdounis, de 21 anos, aproveitou o momento para acirrar o debate sobre o direito das mulheres ao postar uma foto sem véu, justificando um desejo por "sentir a beleza do mundo, o sol e o ar".

Criada na Arábia Saudita, um dos países mas conservadores do mundo árabe, Dana decidiu retirar pela primeira vez o véu usado durante toda a vida em agosto do ano passado.

Na época, ela já acompanhava e interagia com a página "A Revolução das Mulheres no Mundo Árabe" no Facebook. Com mais de 70 mil membros, o site acabou se tornando um fórum de debate sobre direitos das mulheres na região, com participações ativas de mulheres e homens, árabes e não árabes.

Mas sua contribuição que causou mais furor foi a fotografia postada em 21 de outubro. "O véu não era para mim, mas eu tinha de usá-lo por causa da minha família e da sociedade. Não entendia por que meu cabelo estava coberto. Queria sentir a beleza do mundo, o sol e o ar", diz.

Polêmica

Olhando diretamente para a lente da câmera, com o cabelo cortado muito curto à mostra, Dana segura um documento oficial com sua foto usando véu, e abaixo um bilhete que diz: "A primeira coisa que tirei foi meu véu. Estou ao lado da revolução das mulheres no mundo árabe porque, durante 20 anos, não me permitiram sentir o vento no meu cabelo e no meu corpo."

A imagem acabou causando muita polêmica, com mais de 1,6 mil likes, quase 600 compartilhamentos e mais de 250 comentários. Entre as reações houve muitas manifestações de apoio e pedidos de amizade. Muitas mulheres copiaram a ideia, postando fotos sem véu, mas Dana também enfrentou rejeição.

Vários de seus contatos na rede social decidiram encerrar a amizade. As relações com a mãe, que desaprovou o protesto e chegou a receber ameaças de morte contra a filha, ficaram estremecidas. "Tudo mudou para mim desde que tirei meu véu", conta a jovem.

Controvérsia

Algumas das mensagens recebidas de outras mulheres apoiavam a decisão de Dana, embora outras tenham dito que o uso do véu é uma "bênção" e os alvos de ativismo deveriam ser as empresas e órgãos que discriminam as mulheres que usam o adereço.

No Facebook, os administradores da página sobre os direitos das mulheres acusaram a rede social de terem removido do ar a foto de Dana em 25 de outubro, quatro dias depois de ter sido postada.

Além disso, a jovem foi bloqueada, e os administradores do site também tiveram suas contas bloqueadas. Eles dizem que a página como um todo ficou bloqueada entre 29 de outubro e 5 de novembro e as cópias da foto que foram postadas por outras pessoas também foram removidas.

Questionada, a direção do Facebook diz que houve um equívoco ao aplicar algumas de suas regras. "As imagens da mulher não violaram nossos termos. Ao contrário, um erro foi cometido no processo de resposta a um alerta de conteúdo controverso", diz um membro do Departamento de Relações Públicas da empresa, acrescentando que "o que tornou essa situação pior foi o fato de termos cometido múltiplos erros durante alguns dias, e que levamos tempo para ratificar cada um desses erros".

Mudanças

Com o protesto, Dana tornou-se uma das ativistas pró-direitos das mulheres mais conhecidas da Síria. Ela diz que pretende agora tirar uma foto de dentro do país. "Quero fazer outra fotografia, dessa vez na Síria, só para mostrar que posso lutar contra a injustiça e o poder. Com a minha câmera, posso ajudar as pessoas e apoiar o Exército Livre da Síria", diz.

Os rebeldes lutam contra o regime do presidente Bashar al-Assad e exigem sua renúncia. Os embates levaram o país a uma guerra civil e, segundo a ONU, dezenas de milhares já morreram.

A posição de Dana é crucial, já que há cada vez mais relatos da presença de grupos islâmicos fundamentalistas lutando ao lado dos rebeldes oposicionistas, o que poderia indicar que uma vitória política da coalizão rebelde não mudaria necessariamente os costumes rígidos do país.

"(Uma Síria) repleta de direitos, com justiça entre homens e mulheres, quero justiça e porque já tenho minha liberdade, e eu não estou com medo de nada agora, agora posso fazer o que eu acreditar que é a coisa certa a fazer." BBCBrasil

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Leyla Asherova, relata drama como escrava em loja na Rússia por mais de dez anos   (17/11/12)

A história de Leyla Asherova, mantida como escrava em uma loja de Moscou por mais de dez anos e forçada a entregar sua filha, ilustra como imigrantes de países como Uzbequistão e Cazaquistão podem sofrer na Rússia.

Ela é uma das 11 imigrantes que trabalhavam em condições de escravidão em um mercado da capital russa e que foram liberadas por ativistas de organizações que combatem o tráfico de pessoas.

Leyla chegou a Moscou há uma década, quando ainda tinha 16 anos, para trabalhar como balconista de uma loja em dos subúrbios do leste de Moscou, acreditando tratar-se de uma boa oportunidade. Mas ela jamais foi paga pelos serviços.

"Quando eu cheguei, logo no primeiro dia, eles levaram meu passaporte. Aí percebi que a dona da loja estava espancando uma das meninas. Ela puxava o cabelo e chutava a garota com muita força. Foi quando eu me dei conta de que tinha vindo parar no lugar errado", conta.

Rotina de escravidão

Ela relembra que era forçada a trabalhar durante muitas horas seguidas, com pouca alimentação, e sempre temendo ser alvo de violência. "A dona da loja me batia muito. Uma vez ela me espancou por mais de duas horas sem parar. Eu ainda tenho marcas nas pernas, no corpo e no rosto. Ela me bateu até mesmo quando eu estava grávida", diz.

Leyla está grávida novamente, após dar à luz duas crianças no cativeiro. Uma delas, o menino Bakhyr, de seis anos, está com ela no abrigo em que os imigrantes resgatados estão morando provisoriamente. A segunda, Diana, que teria cinco anos, foi tirada da mãe à força.

Mais tarde Leyla ficou sabendo que a menina teria morrido ao cair de uma varanda, mas ela não tem certeza sobre a veracidade da história. "Quando ela (a dona da loja) me contou que minha filha estava morta, fiquei completamente paralisada. Não senti pânico ou qualquer outra emoção, só pensei que precisava fazer alguma coisa para garantir que ela não ficasse impune por isso".

Leyla diz que o pai das crianças pertence à família da dona da loja. Ela não usou a palavra estupro, mas relatou que o homem a espancava com muita frequência.

Ela foi libertada quando um grupo de ativistas invadiu o mercado e encontrou muitas pessoas dormindo nos fundos da loja. A maioria nunca tinha recebido permissão para cruzar a porta de entrada do estabelecimento.

Polícia e subornos

Leyla conta que pedir para algum cliente da loja ligar para a polícia seria inútil, já que a dona do mercado oferecia subornos regulares a diversas autoridades e policiais. Ela diz que os policiais costumavam devolver à dona da loja todas as meninas que tentavam fugir.

Ao tentar reportar o caso ao Comitê de Investigação russo, órgão semelhante à Polícia Federal no Brasil, ela recebeu como retorno uma tentativa de prisão por imigração ilegal, mas após uma longa negociação, ativistas conseguiram libertá-la mais uma vez.

As investigações sobre o período de dez anos em que foi mantida como escrava foram encerradas, mesmo sem avançar e sem incluir a prisão de nenhum dos acusados.

BBCBrasil

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 ‘The Riddle Of Kate Moss’ | Cover + Full Editorial | Kate Moss por Mert & Marcus para Vanity Fair US | Dezembro 2012    (02/11/12)

The Riddle Of Kate Moss I “Com mais de 25 anos de carreira, Kate Moss mostrou muito seu corpo, mas raramente sua alma”. É com essa frase que a “Vanity Fair” resume sua edição de dezembro, com Kate na capa e no recheio que promete ser nitroglicerina pura. À publicação, a top falou, pela primeira vez e abertamente, sobre sexo, drogas, rock’n'roll, maternidade e até sobre seu talento para se envolver em confusão. Os detalhes de seu romance com Johnny Depp também estão nas páginas da revista. Para melhorar, os cliques são da dupla Mert Alas & Marcus Piggott. Ou seja, a edição promete ser icônica – assim como Kate é.

Edits: The Libertine

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New Faces I As novas modelos que mais se destacaram na temporada internacional    (05/10/12)

por FFW

Terminadas as quatro semanas de moda internacionais de maior relevância (Nova York, Londres, Milão e Paris), o Models.com já apontou alguns novos rostos que se destacaram na temporada. Confira abaixo:

Antonina Vasylchenko ©Reprodução

Nome: Antonina Vasylchenko Origem: Ucrânia Agência: IMG Models Desfiles que fez na temporada de Verão 2013: Dolce & Gabbana, Missoni, Jil Sander, Prada, Iceberg, Sportmax e Calvin Klein.

Nastya Kusakina ©Reprodução

Nome: Nastya Kusakina Origem: Rússia Agência: Women Desfiles que fez na temporada de Verão 2013: Roberto Cavalli, Giorgio Armani, Emporio Armani, Alberta Ferretti, Proenza Schouler, Oscar de la Renta, J. Mendel, Vera Wang e Donna Karan.

Ji Hye Park ©Reprodução

Nome: Ji Hye Park Origem: Coreia do Sul Agência: Elite Desfiles que fez na temporada de Verão 2013: Blumarine, Marni, Dolce & Gabbana, Emporio Armani, MaxMara, Ralph Lauren, Anna Sui, Marc by Marc Jacobs, Narciso Rodriguez, Alexander Wang e DKNY.

Grace Mahary ©Reprodução

Nome: Grace Mahary Origem: Somália Agência: Ford Models Desfiles que fez na temporada de Verão 2013: Balenciaga, Marios Schwab, Emilio Pucci, Fendi, MaxMara, Mary Katrantzou, Prada, Oscar de la Renta, Marc Jacobs, Zac Posen e Louis Vuitton.

Tilda Lindstam ©Reprodução

Nome: Tilda Lindstam Origem: Suécia Agência: IMG Models Desfiles que fez na temporada de Verão 2013: Balenciaga, Salvatore Ferragamo, Versus, Roberto Cavalli, Blumarine, Versace, Bottega Veneta, Emilio Pucci, Marni, Fendi, Dolce & Gabbana, Jil Sander, Burberry, etc.

Asia Piwka ©Reprodução

Nome: Asia Piwka Origem: Polônia Agência: Marilyn Model Mgmt Desfiles que fez na temporada de Verão 2013: Iceberg, Bottega Veneta, Marni, Antonio Berardi, Missoni, Christopher Kane, Calvin Klein, Michael Kors, Marc Jacobs, Alexander Wang, Belstaff, Donna Karan, Rodarte, etc.

Irina Kravchenko ©Reprodução

Nome: Irina Kravchenko Origem: Ucrânia Agência: Ford Models Desfiles que fez na temporada de Verão 2013: Balenciaga, Sportmax, Versus, Iceberg, Roberto Cavalli, Bottega Veneta, Marni, Missoni, Jil Sander, Prada, Narciso Rodriguez, Marc Jacobs, Belstaff, Victoria Beckham, Alexander Wang, etc.

Esther Heesch ©Reprodução

Nome: Esther Heesch Origem: Holanda Agência: Next Models Desfiles que fez na temporada de Verão 2013: Balenciaga, Salvatore Ferragamo, Marni, Jil Sander e Prada

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Diretora e produtora sueca Erika Lust faz filmes de sexo em que mulheres são protagonistas e público-alvo   (26/08/12)

A diretora e produtora sueca Erika Lust faz filmes de sexo em que as mulheres são protagonistas e público-alvo: "Quero lutar pelo direito de ver um bom filme de sexo", diz

Uma mulher janta com o marido em um restaurante pequeno e acolhedor. Apesar de ligeiramente inebriada, registra a entrada de outro casal, que senta perto e começa o mesmo ritual -menu, vinho, pratos. Mas algo chama a atenção da primeira mulher: algemas. A moça ao lado, elegantemente vestida, tem as duas mãos atadas com o "acessório" enquanto seu marido lhe serve o jantar, leva a taça de vinho à sua boca...

"Alucinei! Quando vi aquela mulher algemada, eu me dei conta de que eles estavam trazendo a público uma fantasia. Queria usar isso imediatamente em algum trabalho", conta a diretora de cinema pornô para mulheres Erika Lust.

A sueca de 35 anos é célebre em seu meio por contrariar as normas do gênero e rechear suas histórias com uma atmosfera "erotic chic", produção cuidada, corpos de dimensões variadas e performances sexuais bem animadas. Tudo pensado a partir das fantasias e desejos femininos.

"Meus filmes mostram a viagem emocional de mulheres em busca do seu prazer. Elas são as protagonistas das minhas histórias", explica.

 

NORMAL

Daquele jantar insólito e sensual nasceu "Handcuffs", um curta-metragem que é o hit dos hits da Lust Films, a produtora que criou com o publicitário Pablo Dobner, seu marido há 12 anos. No curta, a protagonista fica completamente hipnotizada pelo casal e por suas algemas. Tanto que acaba interferindo na fantasia alheia. "No jantar real, não cheguei a ver como eles transaram. Mas imaginei!", lembra.

"As pessoas pensam que uma diretora de cinema pornô deve ter uma vida de orgias, mas não é nada disso."

"Estou casada com o mesmo homem há 12 anos, temos duas filhas pequenas, dirigimos uma empresa juntos. É tudo muito normal", afirma. "Seja lá o que normal quer dizer."

POLÍTICA

Em menos de 10 anos, Erika construiu, em Barcelona, sua própria produtora, na qual faz filmes com orçamento médio de 100 mil euros, e conseguiu, por meio de 15 sites, não apenas vender sexo mas fazer pensar sobre sexo e suas conexões com o discurso político.

Erika é formada em Ciências Políticas na Universidade Lund, na Suécia, onde estudou a fundo o feminismo. Sonhava poder mudar as possibilidades e ambições das mulheres trabalhando, por exemplo, para a ONU ou produzindo material de alto quilate acadêmico.

"Queria fazer algo para mudar a situação feminina no mundo e, assim, parecia natural que acabasse na academia ou em algum organismo internacional."

"Por isso, meus filmes pornôs vêm acompanhados de um discurso político, que, para mim, é fundamental", explica, rodeada de vibradores e apetrechos de sua loja, com pôsteres e imagens de alta voltagem erótica pelas paredes.

Apesar da resistência a ser apresentada como uma "bombshell" escandinava, Erika ressalta que seu "ofício" a levou a tratar abertamente de desejo, luxúria e sensualidade -e não só de um discurso feminista.

"Quando fiz meu primeiro curta ("The Good Girl", 2004), estava completamente perdida. Não tinha a mínima ideia de como dirigir uma cena de sexo", conta. Naquela ocasião, ela escalou, em uma agência de atores de cinema "adulto", o brasileiro Lucas Foz e a tcheca Claudia Claire.

"Tive muita sorte porque a química entre os protagonistas foi incrível, apesar da minha experiência nula. Eles estavam fazendo bom sexo", ri. Hoje, ela tenta fazer com que suas atrizes indiquem com quem gostariam de fazer as cenas, como aconteceu em "Cabaret Desire", seu último projeto, premiado com o Oscar do gênero, o Feminist Porn Awards.

INSPIRAÇÃO

"O casting é o momento mais delicado e custoso. Eu tenho que sentir a química entre eles e a deles comigo. Mas, sobretudo, eu preciso me sentir atraída por eles também", ensina Erika. Mas jura que a atmosfera de suas histórias filmadas nunca passou para a vida real.

"Sou mais a típica boa amiga do que um objeto de desejo. Fico amiga dos atores. Sem falar que, em quase todos os meus filmes, eu estava grávida ou amamentando!", conta, rindo.

Sobre o futuro imediato, a inquieta Erika já tem dois projetos na mão, um filme "mais 'mainstream', com erotismo, mas sem sexo explícito", e outro mais "normal". Além disso, atualmente, sua empresa está investindo em dar um "Erika touch" também à loja virtual (erikalust.com ).

Ali, brinquedos eróticos de design aeroespacial ganham vida com um filmete realizado por ela. "Muita gente não sabe como funcionam os brinquedos e acho que muita coisa acaba na gaveta sem uso. As pessoas querem explorar um pouco mais a sua sexualidade, querem sexo mais variado. E buscam inspiração para isso."

"Acho que meus filmes são inspiradores nesse sentido, para homens e para mulheres que querem ver sexo real e se excitar com isso", finaliza.

PATU ANTUNES
DE BARCELONA

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Em biografia, goleira americana Hope Solo fala que foi concebida na prisão e lembra crise na seleção   (15/08/12)

Biografia da goleira musa dos Estados Unidos começou a ser vendida na terça-feira

Já está a venda o livro "SOLO: A Memoir of Hope", que conta a história da musa do futebol Hope Solo. A publicação fala da carreira da goleira da seleção dos Estados Unidos até o embarque da equipe para as Olimpíadas. Em Londres, Solo e as companheiras ganharam mais uma medalha de ouro e o um depoimento sobre a conquista deve ser incluído em uma versão digital do livro.

A Espn.com adiantou alguns detalhes da publicação nesta semana. A bela atleta fala da relação com seu pai e conta que nasceu em 1981, depois de sua mãe ter tido um encontro conjugal com seu pai na prisão. Ele cumpria pena por fraude.

A goleira fala ainda do que ela chama de "comportamento auto-destrutivo" e lembra como foi lidar com a morte se seu pai dois meses antes da Copa do Mundo de 2007. Solo diz que levava cinzas de seu pai nas luvas e jogada um pouco no gramado antes dos jogos na China.

Mas o torneio no continente asiático traz outras lembranças, detalhadas no livro. Hope Solo acabou na reserva e os Estados Unidos perderam para o Brasil por 4 a 0 na semifinal.

"Foi uma decisão errada. E acho que qualquer pessoa que entende do jogo sabe disso. Não tenho nenhuma dúvida que teria feito aquelas defesas", escreve Solo, que ainda lembra que chegou a ser empurrada pelo técnico Greg Ryan em uma preleção.

Ela ainda fala do segundo lugar na Copa de 2011, de como foi posar nua para a edição Body Issue da revista Espn e da participação do programa Dança dos Famosos dos Estados Unidos.

O livro tem apenas versão em inglês e custa US$ 14,99 (cerca de R$ 30).

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Penélope Cruz é a nova estrela do calendário Campari 2013   (02/08/12)

O encontro da Espanha e Itália foi além do recente filme de Woody Allen, Para Roma com Amor. A madrilenha Penélope Cruz foi anunciada nessa terça-feira (31) como a nova estrela do calendário Campari 2013. Depois de mulheres como Jessica Alba, Salma Hayek e Eva Mendes, foi a vez de Penélope ser fotografada em Milão. Pelas lentes de Kristian Schuller, a musa woody-alleana e amoldovariana apareceu em fascinantes vestidos vermelhos, tal como uma lady in red. “Os fãs de Campari vão adorar as imagens. O tema é intenso, cativante e chique”, disse Penélope, que se prepara para a próxima comédia de Pedro Almodóvar.

Atriz, entre muitos, durante a sessão de fotos do calendário Campari.

Um segundo vestido vermelho (sempre vermelho!) rendado e sexy para Penélope Cruz

A atriz confere o trabalho do fotógrafo Kristian Schuller no monitor.

Os sapatos usados pela atriz, caso você queira indicar para sua namorada…

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Hot stuff: Top Rosie Huntington-Whiteley nua em foto de Terry Richardson   (24/07/12)

Hot stuff. É isso o que nos diz a imagem abaixo, que traz a top model e atriz britânica Rosie Huntington-Whiteley posando nua para o fotógrafo Terry Richardson. 

A imagem integra a edição alemã de agosto da revista masculina GQ, da qual ela é também a capa. Aos 25 anos, a modelo é conhecida por seu corpo, que exibiu ao carregar asas na passarela da Victoria’s Secret e entre robôs no filme de ação Transformers – O Lado Oculto da Lua.

Sem roupa alguma, ela exibiu suas (agora ainda mais) famosas curvas em uma edição passada do calendário Pirelli, de 2010, fotografada por Richardson – uma experiência da qual ela se lembra com carinho, principalmente por ter sido ambientada na Bahia. Ainda que tenham sido feitas cerca de dois anos atrás para a famosa folhinha, as imagens vêm à tona para deixar os leitores da revista boquiabertos novamente no próximo mês.

Atualmente, Rosie se prepara para o lançamento de uma linha de lingeries feita em parceria com a rede inglesa Marks & Spencer. Além disso, passa um período no continente africano, onde grava sua participação no longametragem Mad Max: Fury Road sob o comando do diretor George Miller (e ao lado da também modelo Abbey Lee, mais as atrizes Zoe Kravitz, Riley Keough e Adelaide Clemens).

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Kristen Stewart deslumbrante no editorial "Hollywood's Rebel Belle"  por Mario Testino para a Vanity Fair de Julho  (29/06/12)

A atriz Kristen Stewart está deslumbrante e impecável no editorial "Hollywood's Rebel Belle" clicado pelo renomado Mario Testino para a Vanity Fair de julho/2012. Com um ar de soberania e looks couture de cair o queixo apostados pela stylist Jessica Diehl a jovem atriz mostra que tem porte e atitude de uso para a alta-costura e também para dividir a cena com figuras icônicas como o kaiser da moda Karl Lagerfeld. Dá uma olhada!

via mnn

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Candice Swanepoel estrela ensaio sensual para o novo catálogo de moda praia e lingerie da grife Victoria's Secret (08/06/12)

Top sul-africana estrela novo catálogo da Victoria's Secret

Candice Swanepoel participou de mais uma ensaio sensual para o novo catálogo de moda praia e lingerie da grife Victoria's Secret e mostrou porque, aos 23 anos, é uma das modelos mais bem pagas do mundo. De acordo com uma lista divulgada pela revista "Forbes", a modelo sul-africana lucrou em 2011 mais de 6 milhões de reais.
Candice já desfilou para grifes de peso como Tommy Hilfiger, Dolce & Gabbana, Fendi, Chanel, Diane von Fürstenberg, Givenchy e Jean Paul Gaultier. A modelo namorada desde os 17 anos o modelo brasileiro Hermann Nicoli.

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Nua, Rihanna é capa da revista "Esquire" Britânica   (31/05/12)

Rihanna posou seminua e cobrindo os seios apenas com os braços para um ensaio na revista "Esquire" inglesa do mês de julho. Clicada por Matt Irwin, a cantora também estampa a capa da publicação.

Em sua página no Instagram, Rihanna mostrou algumas das fotos que fez. Além da que aparece seminua, a cantora também publicou duas onde usa um top vazado. Na época em que o ensaio foi feito, ela ainda estava com as madeixas loiras.

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Rachel McAdams e Noomi Rapace em momento de intimidade no thriller erótico Passion,  de Brian De Palma    (16/05/12)

Passion, remake do filme francês de 2010 Crime d'Amour, o novo trabalho do cineasta Brian De Palma, que não filma nada desde Guerra sem Cortes, de 2007, ganhou a sua primeira imagem oficial de Rachel McAdams e Noomi Rapace em momento de intimidade.

A trama da nova versão combina suspense, mistério e erotismo, passa-se no Reino Unido e acompanha uma mulher que perde a cabeça quando sua chefe lhe rouba uma ideia. Rachel McAdams e Noomi Rapace fazem as personagens, originalmente interpretados por Kristin Scott Thomas e Ludivine Sagnier.

Dominic Cooper e Karoline Herfurth também estão no elenco, entre outros. As vendas de Passion a potenciais distribuidores internacionais acontecerão neste mês no Festival de Cannes. Já o Crime de Amor original saiu em DVD no Brasil em abril. MH

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O estilo cool de Chloe Sevigny durante tarde na praia em Miami   (29/04/12)

Chlose Sevigny aproveitou um tempo livre para curtir o clima quente em praia de Miami na tarde desse sábado (28.04). A atriz provou que, mesmo nas areias, ela mantém seu famoso estilo cool com óculos de sol retrô e um biquíni p&b estampado, revelando sua ótima forma aos 37 anos e se divertindo ao longo do dia tirando fotos do local.

Na hora de deixar a praia com uma amiga, Chloe investiu em um vestido branco leve e completou o look descontraído com um chapéu de palha com faixa preta e uma bolsa de couro, confira nas imagens.

Fotos: Reprodução / INF Daily

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Katy Perry se descuida e vestido revela seio arranhado   (19/04/12)

Katy Perry, 27, mostrou um pouco mais do que gostaria na noite de quarta-feira (18), durante o ASCAP POP Music Awards, realizado no Hollywood Renaissance Hotel de Hollywood, Califórnia. Em um momento, a alcinha esquerda do vestido da cantora caiu, e acabou revelando alguns arranhões no seio. O modelo ousado, cheio de pedrarias, é da última coleção da grife Temperley London.
Segundo o site "Entertainment Wise", Katy Perry estaria namorando o guitarrista da banda Florence and The Machine, Robert Ackroyd. Os dois foram vistos juntos em noite do Festival de Música Coeachella, realizado no último fim de semana. Katy Perry está solteira desde novembro, quando se divorciou de Russell Brand após 14 meses de casamento.

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Apresentadora Alexa Chung é criticada no twitter pela sua magreza excessiva   (18/04/12)

A modelo e apresentadora inglesa Alexa Chung anda recebendo críticas via Twitter com relação a sua magreza excessiva. 

Nesta segunda-feira (16), a it girl resolveu deletar uma foto do seu perfil no Instagram, após seus seguidores entrarem em um debate sobre a imagem. A foto traz Alexa ao lado da mãe e deixa em evidência suas pernas finas. "Vou ser bem honesta. Eu olho para essa foto e penso: essa mulher não está comendo. Além disso, fico preocupada com a situação das mulheres no mundo", dizia um dos tuítes sobre o assunto. 
No começo de fevereiro, a apresentadora chegou a admitir para o site da revista OK! , que frequentemente "esquece" de comer. Mesmo assim, Alexa ficou chateada com as reclamações e rebateu no Twitter:"As pessoas são de tamanhos diferentes. Eu não estou tentando ser inspiração para ninguém".

YASMIN BRUNET RECLAMA NO TWITTER

Outra pessoa que também anda chateada com as críticas sobre magreza excessiva é a modelo Yasmin Brunet, filha de Luíza Brunet. "Que ficção que as pessoas estão tendo ao falar mal das magras. É só aparecer alguém mais magro que já é anoréxico. Parece que é contra a lei", tuitou. 
A atriz e cantora Miley Cyrus é outra celebridade que, recentemente, perdeu bastante peso e anda sendo criticada nas redes. Marie Claire

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McQ, marca secundária da Alexander McQueen é destaque em editorial da Wonderland  (13/04/12)

Parece que usar peças de apenas uma grife em editoriais está virando tendência. A Interview escolheu apenas roupas da coleção de verão 2012 da Stella McCartney e a Wonderland optou pelos itens da McQ, marca secundária da Alexander McQueen. Em um clima com leve pegada rock and roll, a dupla Dempsey Stewart e Jester foi clicada por Mark Kean. O styling é assinado por Julia Sarr Jamois . [FashionGoneRogue]

Fotos: fashiongonerogue.com

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Liza Mineli quer ser babá de filha de Beyoncé e Jay-Z  (03/03/12)

Liza Minnelli se ofereceu para tomar conta de Blue Ivy Carter. A atriz de 65 anos formou uma forte amizade com a Beyoncé quando foi anunciado que ela iria aparecer no remake de A Star Is Born- que originalmente foi estrelado pela mãe de Liza, Judy Garland - e agora quer ajudar como pode com a pequena Blue de um mês.

"Liza já deus boas dicas para Beyoncé para o filme e elas se tornaram muito próximas ultimamente", uma fonte disse à revista National Enquirer.  "Liza também pegou um carinho por Blue Ivy e se ofereceu para cuidar da menina a qualquer momento. Beyoncé educadamente disse a Liza que ela pode levá-la, apesar de ser improvável que isso aconteça, porque ela contratou muitas babás e quase nunca sai do lado da filha. "

Liza deu vários presentes para Ivy. Beyoncé e seu marido Jay-Z ficaram espantados com sua generosidade. A fonte acrescentou: "Liza foi tão generosa, comprou uma mamadeira de ouro e um monte de outros presentes. Liza sempre quis adotar, mas, infelizmente, isso nunca aconteceu, então ela mima os filhos de outras pessoas."

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Lindsay Lohan: O retorno (02/03/12) 

Em entrevista ao comediante Jimmy Fallon, no "Late Night With Jimmy Fallon", Lindsay, num vestido branco justérrimo, contou que será a nova apresentadora do "Saturday Night Live". Por um episódio apenas, ok? O convite, continuou ela, rolou há poucos dias. Rápida no gatilho, a atriz, que andava bem parada, topou no mesmo momento. O programa vai ao ar no próximo dia 3 março nos EUA. A atriz disse também que fará o papel de Elizabeth Taylor nos cinemas. siterg

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Agyness Deyn: Top britânica afirma ser 6 anos mais velha  (29/0211

Não, Agyness Deyn não está fazendo aniversário. Acontece que a modelo mais cool  do mundo afirmou, nesta terça-feira (27.02), ser seis anos mais  velha do que costumava dizer. Pois é, a moça disse em entrevista ao jornal britânico  The Guardian, que mente sua idade desde que começou a desfilar, quando  tinha 18 anos. E por ser considerada velha para iniciar a carreira, ela e sua  agência resolveram mentir uns…  6 anos!

Especulações sobre a idade da top  existem a tempos, a gata até ganhou comunidade no Facebook em 2007 chamada  ‘’Agyness Deyn, você não tem 18 anos’’. A parte boa é que a  top já pode comemorar seus 29 anos em paz. siterg

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Izabel Goulart posa para revista “Sports Illustrated” no Panamá  (14/02/12)

Izabel Goulart mostrou sua boa forma e sua sensualidade em ensaio para a "Sports Illustrated"

Depois de sua rápida passagem pelo Brasil para prestigiar o baile da Vogue, nessa sexta-feira (10), no qual desfilou com um colar de R$ 4 milhões, Izabel Goulart estrela editorial da revista “Sports Illustrated”.

Sensual, a top mostrou sua boa forma no mar da ilha de San Blas, no Panamá. Em poses ousadas, a modelo ainda fotografou de topless.





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Lindsay Lohan posa com o seio à mostra e dá pista do próximo trabalho segurando o livro "Furious Love" (07/02/12)

Atriz americana aparece segurando o livro "Furious Love", sobre a história do casamento Elizabeth Taylor com Richard Burton

Lindsay Lohan, 25, posou com o seio à mostra para as lentes de Terry Richardson. Com ar desleixado e cabelo despenteado, a estrela americana foi fotografada no Chateau Marmont de West Hollywood, Califórnia, e talvez tenha dado uma pista de seu próximo trabalho como atriz. Depois de inúmeros boatos de que viveria Elizabeth Taylor em produção para a televisão, LiLo aparece nas imagens segurando o livro "Furious Love: Elizabeth Taylor, Richard Burton, and the Marriage of the Century", que narra a história do casamento de Liz Taylor com Burton. A relação seria o tema do filme biográfico "Elizabeth & Richard: A Love Story", que não será exibido nos cinemas.

"Conversei com Lindsay Lohan diretamente, e com seus representantes, mas também falamos com outras atrizes, como Megan Fox", disse o produtor executivo do longa Larry Thompson para a revista "People" em janeiro. "É uma seleção muito rigorosa. Estou procurando alguém para representar a realeza de Hollywood!". Desde o começo, Lindsay Lohan foi a preferida para o papel.

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Lea Michele  I Veja as fotos da nova garota propaganda da marca de roupas Candie’s  (25/01/12)

Lea Michele, a Rachel de Glee, é a nova garota propaganda da famosa marca de roupas Candie’s. Voltada para o público adolescente, a campanha traz a cantora em momentos bem teens. Confira:

newsnowevents.com

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Carolina Thaler: Brasileira que virou queridinha da Dior desfila no Fashion Rio Inverno 2012  (07/01/12)

A Dior tem uma nova musa: a catarinense Carolina Thaler (19). Natural da cidade de Lajes, a modelo da Ford Models, marcou presença no último desfile da marca e desfilou também para a John Galliano –  que faz parte do mesmo grupo – chamando atenção da equipe de estilo. Apontada pelo site de tendências Style.com como uma das modelos mais promissoras da nova safra, Carolina desembarca no Rio de Janeiro para os desfiles da semana de moda carioca, que entram cartaz nos dias 10 a 14 de janeiro. Afastada das passarelas brasileiras por conta da agenda internacional, Carolina Thaler ficou dois anos sem desfilar no Brasil. No Fashion Rio ela poderá ser vista nos desfiles de Andrea Marques, Agatha, Alessa, Cantão, Coven, Espaço Fashion, Maria Bonita Extra, New Order, Patachou, 2nd Floor entre outras. (fabio lage)

Carol no desfile da John Galliano verão 2012

Carol no desfile da Dior verão 2012

Foto: Cortesia Ford Models

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Japão: o terceiro país mais rico do mundo é também um lugar onde as mulheres são vistas como subservientes  (16/12/11)

A alta tecnologia, presente nas atividades mais básicas do dia a dia, e a modernidade das ruas impecavelmente limpas de Tóquio dão a impressão de que embarcamos numa viagem rumo ao futuro, mas num ponto o Japão está bem mais atrasado do que outras nações industrializadas. As mulheres são subaproveitadas no mercado de trabalho. Nas diretorias das grandes corporações, reinam os ternos e gravatas. Mulher em cargo estratégico é cena rara. O lugar das japonesas ainda é em casa, cuidando dos filhos, ou servindo chá nas empresas para os gerentes do sexo masculino, mesmo que elas tenham um diploma universitário nas mãos.

No último ranking de igualdade entre os sexos (“Gender Gap 2011”), divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, o Japão _ terceira maior economia do planeta _ ocupa o 98o lugar numa lista de 135 países. Um estudo recente do Center for Work-Life Policy (CWLP), uma ONG baseada em Nova York que estimula a diversidade no mercado de trabalho, mostra que 74% das japonesas com nível universitário pedem demissão de seus empregos seis meses depois da contratação, contra 31% das americanas e 35% das alemãs, por exemplo. O resultado é fruto de uma cultura corporativa tradicional que não estimula a participação feminina: as mulheres ganham menos que os homens e não recebem incentivos como auxílio-creche, além de as companhias ainda valorizarem as longas jornadas _ mais difíceis para quem tem um filho esperando a mãe em casa. Uma moral social ultrapassada também pode ser responsabilizada. Espera-se das mulheres que elas sejam donas de casa perfeitas e supervisionem sozinhas a educação das crianças. Na época das reuniões entre pais e professores, é comum ver um exército de mães vestidas da mesma maneira _ tailleur preto, colar de pérola e saltinho médio _ a caminho das escolas de Tóquio.

Num momento em que o Japão discute a necessidade de se reinventar, diante de uma estagnação econômica que se arrasta há duas décadas e do encolhimento da população, reformas para aumentar a força de trabalho feminina são consideradas urgentes. As grandes companhias admitem o problema, mas as mudanças são lentas. Qualquer pessoa que observa o funcionamento de uma empresa japonesa percebe um quadro evidente: as mulheres estão, em geral, em cargos subalternos. Nos encontros sociais, cabe a elas encher primeiro o copo dos homens. Como o sistema de creches também é precário para um país rico, na hora de decidir entre a família e a carreira, elas ficam sem muitas opções. O mesmo desnível entre os sexos se reflete nos ministérios e no Parlamento. Segundo cálculo feito pelo banco Goldman Sachs, seria possível expandir em até 15% o Produto Interno Bruto (PIB) do Japão se novos postos de trabalho para mulheres fossem criados.

“No nível mais básico, diversidade no Japão significa ter mais mulheres trabalhando. O país precisa de mão de obra e o recurso mais óbvio são as mulheres. Não acho que o Japão tenha uma escolha nesse sentido. A mulher tem que ter um papel mais fundamental e mais responsabilidades nos negócios e na sociedade do que tem atualmente”, afirmou Carlos Ghosn, brasileiro de origem libanesa que administra uma das mais importantes montadoras do mundo, a aliança Renault-Nissan. Marie Claire

Colaboração especial de Claudia Sarmento, de Tóquio

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Julia Restoin-Roitfeld cria coleção para a fast fashion chinesa Me & City  (26/11/11)

Rosto de campanhas da Lâncome, Tom Ford e Accessorize, Julia Roitfeld volta a posar como modelo, mas, desta vez, para uma linha que ela mesma criou. A diretora de arte, filha da ex-editora da Vogue francesa Carine Roitfeld, desenhou uma coleção de inverno para a fast fashion chinesa Me & City.

A coleção de 20 peças inclui vestidos e saias de couro, longos, camisas, casaco de pele com estampa de onça, peças rendadas, suéteres decotados. Tudo superfeminino e sexy, bem ao estilo de Julia.

A diretora de arte está grávida do seu namorado, o modelo Robert Konjic, mas, quando a campanha foi clicada não havia nem sinal da barriguinha.

Vale lembrar: nesta semana, Rihanna e Rachel Bilson também anunciaram suas estreias como estilistas.

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Aos 45 e sem maquiagem, Cindy Crawford mostra que ainda é top  (25/11/11)
Aos 45 anos e sem maquiagem, Cindy Crawford mostra por que foi uma das supermodelos dos anos 90. A top foi fotografada em Los Cabos, no México, nessa quinta-feira (24.11), onde passava o feriado de Ação de Graças com a família (o marido Rande Gerber e os dois filhos Presley, 12 anos, e Kaia, 10). De biquíni e saída de praia azul com decote assimétrico, Cindy foi flagrada andando pelo hotel, mesmo onde George Clooney e sua nova namorada Stacey Keibler estão hospedados. (Vogue)
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Mulheres que jogam games fazem mais sexo, diz estudo  (18/11/11)
Mulheres que jogam games on-line fazem mais sexo do que as que não jogam, diz estudo feito pela Harris Interactive a pedido da Gamehouse.

Das jogadoras, 57% fazem sexo e 38% têm relações sexuais pelo menos uma vez na semana. O percentual cai para 52% e 34%, respectivamente, para as mulheres que não jogam.

Modelos promovem jogo durante a Paris Games Week, que ocorreu no mês passado

A pesquisa ainda diz que, das mulheres que jogam games on-line:

  • 42% socializam pessoalmente pelo menos uma vez por dia (entre as que não jogam, esse percentual é de 31%);
  • 86% socializam em redes sociais (entre as que não jogam, esse percentual é de 71%);
  • 38% praticam esportes ou exercícios (entre as que não jogam, esse percentual é de 34%);
  • 36% têm entre 18 e 34 anos, e 23% têm 55 anos ou mais;
  • 64% estão em um relacionamento sério;
  • 61% jogam para aliviar o estresse;
  • 58% jogam para diminuir o tédio.

Segundo o estudo, as mulheres são maioria no mundo dos jogos on-line --55%, contra 45% de homens. A pesquisa foi realizada com mais de 2.000 pessoas, apenas nos Estados Unidos, durante o mês de outubro. O site Cnet publicou um gráfico com mais dados da pesquisa.

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 R - Girls I Estudante universitária de 20 anos Aliaa Magda Elmahdy, posa nua em blog e provoca indignação no Egito. Veja as fotos (17/11/11)

CAIRO - A estudante universitária de 20 anos Aliaa Magda Elmahdy postou fotos de si mesma nua em seu blog para protestar contra restrições à liberdade de expressão e provocou indignação no Egito, sendo condenada tanto por conservadores como por liberais.

Alguns liberais temiam que a atitude poderia prejudicá-los aos olhos dos muito conservadores antes das eleições parlamentares de 28 de novembro em que eles estão concorrendo com partidos fundamentalistas islâmicos. A nudez é extremamente rejeitada pela sociedade egípcia, mesmo como uma forma de arte.

Aliaa escreveu em seu blog que as fotos - que mostram a ativista de pé usando apenas meias - são "gritos contra uma sociedade de violência, racismo, sexismo, assédio sexual e hipocrisia". O blog já teve 1,5 milhão de acessos desde que ela colocou as fotos no início da semana. As informações são da Associated Press.

Agência Estado

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Naomi, Cindy, Helena, Eva & Yasmin | Harper's Bazaar UK Dezembro 2011  (11/11/11)

CINDY CRAWFORD COMO JOHN TAYLOR & NAOMI CAMPBELL COMO SIMON LE BON

Nessa que é uma das melhores produções criativas de 2011, estreladas por super tops como Naomi Campbell, Cindy Crawford, Helena Christensen, Eva Herzigova e Yasmin Le Bon para o vídeo de 'Panic Girl' do grupo Duran Duran ,e para as páginas da edição de Harper Bazaar UK de Dezembro. Com styled de Vanessa Coyle, e direção de Jonas Akerlund. Dá uma olhada!

EVA HERZIGOVA COMO NICK RHODES &YASMIN LE BON COMO GUITARRISTA ANONIMO

HELENA CHRISTENSEN COMO ROGER TAYLOR

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Conheça Lindsey Wixson, a modelo que é a sensação da hora  (06/11/11)

Imagine uma adolescente normal, de uma cidadezinha do Kansas, Estados Unidos, que tem o sonho de ter um lindo vestido para o baile de formatura desenhado por Jason Wu – o mesmo que assinou o vestido que Michelle Obama usou no baile de posse do marido. Imagine também sofrer bullying na escola,  cair na passarela na frente de centenas de pessoas e ter o episódio registrado no YouTube. Tudo isso – e muito mais – faz parte da história de Lindsey Wixson, a modelo de apenas 17 anos que tem conquistado passarelas, campanhas e páginas de revistas com sua boquinha de passarinho. A moda vive um momento Lindsey e foi ela a escolhida para estampar a capa da primeira edição da revista do style.com.

Lindsey na capa da revista do style.com ©Reprodução

Em pouco tempo de carreira, Lindsay já fotografou com os melhores  fotógrafos (Terry Richardson, Steven Meisel), para as melhores revistas  (”Vogue” italiana, “V”, “Pop”) e estrelou grandes campanhas (Miu Miu,  John Galliano, Alexander McQueen).

Lindsey Wixson para Alexander McQueen ©Reprodução

Seus lábios carnudos em formato de coração e seus dentes separados chamaram a atenção do mundo da moda. Na escola, esses elementos também chamavam atenção, mas de um jeito ruim. Ela era motivo de piada no colégio.

Lindsey com seu Jason Wu de formatura ©Reprodução/Twitter

No ano passado ela largou a escola para se concentrar em sua carreira de modelo, mas em abril foi para o seu baile de formatura. O vestido? Foi presente de Jason Wu, que entrou em contato com a moça logo depois de ela ter dado uma entrevista falando que seu vestido de formatura dos sonhos seria assinado por ele. Mas como a vida de Lindsay poderia estar em um filme – é clichê, mas é difícil negar – ela teve de sair mais cedo do baile porque começaram a jogar doces nela. Ainda assim, ela lembra como uma “noite divertida, foi uma experiência que eu senti que precisava ter”, afirmou.

Nas passarelas, Lindsey também tem experiências malucas e dramáticas: em maio deste ano, ela caiu – várias vezes – na passarela em um evento beneficente promovido pela veterana Naomi Campbell. Meses depois, em setembro,  tropeçou enquanto desfilava para a Versace.

Desfilando (e caindo) na passarela da Versace ©Imaxtree/©Reprodução

O que pode parecer uma experiência humilhante para muita gente, Lindsey tira de letra. “Se você é uma modelo, tem que saber como caminhar, não é?”, falou rindo em entrevista ao jornal britânico “Telegraph”.

No ano passado, foi impedida de fazer vários desfiles na temporada de Paris, porque teve uma reação alérgica à maquiagem da marca Viktor & Rolf. Na passarela, as modelos apareciam com os rostos todos pintados de vermelho e a pele da jovem respondeu mal à aplicação. Depois do episódio, Lindsey carrega seu próprio hidratante para as semanas de moda.

Make alérgico na passarela de Viktor & Rolf ©Imaxtree

Apesar de tantas idas e vindas, a vida agitada de top mexe com seu lado caseiro. Como viaja muito sozinha e passa longas temporadas fora de casa, ela sente saudades dos pais e volta pra sua ninho sempre que possível. “Quero que minha base seja em casa, com meus pais. Eu mal os vejo, então se eu me mudar, perco o centro. E eles são muito importantes, me mantém no chão e saudável”, contou ao jornal.

E sabe o que ela seria se não fosse modelo? “Continuaria no Kansas e provavelmente seria confeiteira. Minha avó me ensinou a fazer torta. Ela dizia ’se você sabe fazer uma torta, você pode fazer qualquer coisa’”.Cacau Araújo - ffw

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Scarlett Johansson  estrela capa de dezembro da revista Vanity Fair  (02/11/11)

Depois do sucesso viral de suas misteriosas fotos sensuais, Scarlett Johansson decidiu gracejar, de vestido branco e costas nuas, a capa de dezembro da revista Vanity Fair. A capa e o ensaio foram clicados por Mario Sorrenti, fotógrafo convocado para assinar o calendário Pirelli de 2012. Sobre toda a confusão com as fotos que apareceram na internet, a atriz contou estar bem confortável: “Eu conheço meus melhores ângulos. Elas (as fotos) foram para o meu marido. Não há nada de errado com isso. Não é como se estivesse fazendo pornô. Mas também não há nada de errado com isso”. [VanityFair]

Fotos: stylebistro.com

modismonet.com

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Rosie Huntington-Whiteley brilha na Vogue Alemanha de novembro   (24/09/11)
A bela topmodel Rosie Huntington-Whiteley e toda sua sensualidade à flor da pele ganham as páginas da edição de novembro/2011 da Vogue Alemanha. Clicada por ninguém menos que o talentoso Alexi Lubomirski, Rosie é sexy total em looks e acessórios de peso que vão de Burberry Prorsum à Cartier. Ficou demais, dá uma olhada!

 

 

 

 

 

 

artmodepassion

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Grife queridinha de Katy Perry do estilista Jean-Charles de Castelbajac, tem novo dono  (15/09/11)

Katy Perry é uma das principais fãs da marca e escolheu vestido do estilista para evento na Austrália em maio deste ano. Foto: Getty Images

Katy Perry é uma das principais fãs da marca e escolheu vestido do estilista para evento na Austrália em maio deste ano

Além das mudanças de comando na parte de estilo, muitas marcas que tiveram papel importante na história da moda também estão mudando de mãos, a maioria delas por questões econômicas. As tentativas de recuperação da Emanuel Ungaro desde sua venda em 2005; a falência das operações da Christian Lacroix; a venda da alemã Escada para grupo indiano e a contratação do stylist de Lady Gaga, Nicolas Formichetti, para o estilo da Thierry Mugler, fechada em 2003 e relançada em 2008, são apenas alguns dos exemplos recentes.

A mais nova aquisição é a da marca do estilista Jean-Charles de Castelbajac pela empresa coreana EXR Korea Co., que já havia adquirido a licença para produção da grife na Ásia há três anos. A empresa teve sua falência decretada em maio deste ano e, segundo informações publicadas pelo site WWD, 18 dos atuais 24 funcionários serão mantidos.

Castelbajac será mantido como diretor de criação e a apresentação da coleção verão 2012 acontece no próximo dia 4 de outubro, em Paris, e foi batizada de Rustica Galactica. O estilista criou sua marca em 1979 e a irreverência sempre foi uma das características de suas peças, incluindo elementos da pop art, como referências a Andy Warhol e a personagens de desenhos animados. Entre suas fãs, está a cantora Katy Perry.

Castelbajac vinha assinando parcerias com diversas empresas para lançamentos de linhas especiais, incluindo a Kipling, que colocou no mercado coleção de bolsas e mochilas criadas pelo estilista.  (Michelle Achkar)

Katy Perry usa vestido de Jean-Charles de Castelbajac com o rosto do então candidato à presidência dos EUA Barack Obama em premiação da MTV Europa em 2008 Foto: Getty Images

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Prévia exclusiva das fotos de Ali Lohan para a campanha de verão 2012 da marca de jeans PRVCY (14/08/11)

Veja agora uma prévia exclusiva das fotos de Ali Lohan para a campanha de verão 2012 da marca de jeans PRVCY. A jovem de 18 anos, irmã mais nova de Lindsay, posou para a campanha de verão 2012 da marca de jeans e o canal E! conseguiu uma prévia exclusiva das fotos.

Fotos: forums.superiorpics.com ________________________________________________________________________________________________________________________________________________

R - Girls I Os novos fetiches da Victoria’s Secret  (27/07/11)

A Victoria’s Secret nas entre safras de suas coleções sempre lançam ou uma linha exclusiva utilizando suas super modelos, as famosas “angel’s” ou lançam uma nova brincadeirazinha de fetiche. Desta vez o tema é anjo ou diabo a dualidade sensual do papel que uma mulher pode assumir. A angel’s deste ensaio é a linda Candice Swanepoel. Fotos: VS

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novos fetiches da victoria's secret lingerie amarela

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Bip Ling: a jovem blogueira londrina que tem conquistado o mundo virtual (23/07/11)

Bip Ling ©Reprodução

Uma londrina tem tomado conta da blogosfera, documentando de forma despretensiosa o que ela acha  legal. Foi simples assim que  despertou o interesse do mundo da moda. Seu nome é Bipasha Ling, mais conhecida como Bip. A jovem de 21 anos acreditava que  estava apenas escrevendo um diário on-line, que ninguém prestaria atenção no que ela vinha fazendo, mas não foi bem isso o que aconteceu. Vamos começar pelo nome, Bip Ling, que já é bem bom.

Bip já foi estudante de arte e relações públicas.  Hoje, além de blogar, a moça é DJ e vende sua arte pelo blog.  Aliás, seu site traz elementos que traduzem bastante sua personalidade, como os bichinhos que ela insere em suas fotos e sua mania pelo Meu Querido Ponei.  Até os blogueiros famosos de streetstyle começaram a fotografá-la; grandes marcas passaram a mandar presentes; e, na última semana de moda londrina, em fevereiro, ela já estava sendo convidada para sentar na primeira fila.

Além de blogueira, ela é DJ ©Reprodução

Agora, Bip, bonitinha que é, assinou contrato com a agência Storm Models e deve ser lançada como garota-propaganda de duas grandes campanhas de moda. “Existem várias blogueiras por aí, mas o blog de Bip é uma reflexão peculiar de sua vida profissional e pessoal, seus gostos e visões”, defendeu uma representante da agência em uma entrevista a um jornal de Londres.

Mas o senso de estilo de Bip não é uma coincidência; sua mãe, Tanya Ling, é ilustradora de moda e já trabalhou para a “Vogue” e para designers como Christian Lacroix. Seu pai, William Ling, é dono da Fashion Illustration Gallery, em Londres. “Eu nasci no mundo criativo, então se eu vou postar algo, eu mudo essa coisa para a forma como eu a vejo”, contou Bip.

Em seu blog, fotos são ilustradas com desenhos, que, segundo ela, mostram como ela se sente sobre aquele look. O jeito divertido e espontâneo de Bip já lhe rendeu até trabalhos para a “Vogue” inglesa, com gravação de vídeo e tudo. Ela também já foi estrela de editorial na revista “Glossy” e destaque na “Teen Vogue”. Todo mundo está de olho na moça, vamos ver se ela veio para ficar. (Cacau Araújo - ffw)

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Ex-editora da Vogue Paris, Carine Roitfeld assina campanha de Jean Paul Gaultier   (21/06/11)

Depois de assinar o styling da mais recente campanha da Chanel, a ex-editora da Vogue Paris, Carine Roitfeld aparece como a responsável pelo estilo da nova campanha da Jean Paul Gaultier. Fotografada por Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin, dupla que esteve no  Brasil durante o SPFW, a campanha tem a grisalha Kristen McMenamy como estrela.

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Trabalhar com moda está na moda l Cinco profissionais de diferentes áreas contam como é a profissão de cada um (18/06/11) 

Cumprimentar modelos com dois beijinhos no rosto, ter acesso irrestrito a backstages e ganhar brindes cobiçados fazem uma credencial do São Paulo Fashion Week parecer um passaporte irrestrito a um mundo esteticamente lindo e cheio de glamour.  E, de fato, trabalhar com moda tem lá suas glórias. É por isso que tanta gente que implora por um convite na porta do prédio da Bienal também sonha estudar moda e pertencer a alguma das panelinhas desse universo.

Mas se alguém ainda acha que viver de moda, em qualquer área, é só diversão, ledo engano. Alguns profissionais chegam a trabalhar mais de doze horas por dia durante a semana de desfiles e a maioria precisou ralar muito para chegar lá. Inclui-se, aí, varrer o chão e servir cafezinho.

Por isso, antes de se jogar de cabeça em um curso de estilismo, vale a pena saber o que gente gabaritada tem a dizer sobre a própria área e saber bem quais – e como – são as possibilidades de entrar no mundinho fashion.

 

                        Jornalistas acompanham o desfile da Cavalera na fila A (AgNews)

Jornalismo de Moda: O repórter especializado em moda e beleza estudou jornalismo na faculdade e fez cursos livres, pós-graduação e outras especializações na área. Ele freqüenta desfiles, entrevista estilistas e profissionais de beleza e é responsável por traduzir para o leitor os conceitos das coleções e como aquilo chegará à vida dele. O estudo é fundamental para analisar coleções, contextualizar tendências e identificar referências e materiais. Mas, apesar da necessidade de ter conhecimentos específicos na área, ficar bitolado não é o melhor caminho para ser um profissional de sucesso. “Um bom jornalista de moda precisa querer ser alguma coisa que não seja jornalista de moda também”, afirma Nina Lemos, repórter do jornal Folha de S. Paulo. Para ela, mais importante do que conhecer todas as páginas da nova edição da Vogue Itália e todos os looks das grandes editoras, como Anna Wintour e Anna Dello Russo, é enxergar além da moda. “Eu acho que quem pensar só em moda está pensando pouco, porque tem muita coisa acontecendo. A pessoa que for ligada também em política e estiver antenado com o que acontece no mundo vai ser um bom jornalista de moda”.

 

Assessoria de Imprensa: O assessor de imprensa é responsável por intermediar as relações entre uma empresa e os repórteres. Quando um jornalista quer entrevistar um profissional, ele procura o assessor de imprensa dele ou da empresa em que o possível entrevistado trabalha e negocia a pauta. O assessor também é responsável por manter os veículos informados sobre todas as novidades do cliente, como novas coleções, novas lojas e ações promocionais. Tânia Otranto, sócia da agência Mkt Mix, que presta serviços de assessoria para marcas como Colcci e Triton, se formou em publicidade e propaganda e teve o primeiro contato com a moda namorando um modelo e fazendo bicos em ensaios fotográficos também. Para ela, versatilidade é importante para o profissional da área. “O bom assessor tem que ter jogo de cintura. Ele lida com muitos egos e precisa ser muito neutro e entender os dois lados, o do assessorado e o do jornalista que o procura”, afirma. Além disso, é preciso disposição para enfrentar as semanas de moda. “A equipe começa a trabalhar quase dois meses antes fazendo convites, planejando pautas e pré-agendando entrevistas”, diz.


                               Marcos costa prepara modelo no backstage (AgNews)

Cabeleireiro e maquiador: Todos os desfiles das semanas de moda têm profissionais renomados cuidando do cabelo e maquiagem das modelos. Os penteados, as cores e cada detalhe, dos grampos aos cílios postiços, são definidos pelo profissional de beleza, em consenso com o estilista, antes da correria da semana de moda começar. “Um bom profissional de beleza tem que ter, em primeiro lugar, um ótimo senso estético”, explica Marcos Costa, cabeleireiro e maquiador que participa do SPFW desde a primeira edição, há 15 anos, quando o evento ainda se chamava Morumbi Fashion. Para trabalhar na área, Marcos aconselha o iniciante a começar como assistente de um bom profissional. “Comecei em 1983 como assistente de um cabeleireiro que fez capa da Vogue Itália”, conta. Outra dica de Marcos é se manter sempre atualizado e ser versátil. “Também tem que estudar muito, ler livros, revistas comerciais e conceituais e praticar na mãe, na avó, na prima de treze anos...”, afirma.

 

                                          Desfile de Jefferson Kulig no SPFW (AgNews)

Estilista: O estilista cria e assina as coleções apresentadas nos desfiles. Ele escolhe os materiais que serão usados (e essa escolha normalmente é influenciada pela economia), define o conceito da coleção e cria as peças que o expressam, para apresentar no desfile, e as que serão comercializadas. Mas, para chegar a esse patamar, é preciso servir muito cafezinho. “Primeiro você estuda, aí você vai lidar com moda. Não importa, vai varrer chão de empresa, vai trabalhar em uma loja de tecido... Mas tem que estar em contato com a área para saber o que é tecido, o que as pessoas fazem...”, aconselha o estilista Jefferson Kulig. “As pessoas vão a uma loja comprar algo e falam coisas que podem fazer parte do seu processo criativo. Não queira só estar lá criando, porque isso você vai fazer só depois de cinco ou dez anos ralando”, explica.

Para Jefferson, um bom estilista precisa, também, ser um bom empresário. “Tem que ter um lado empreendedor e fazê-lo andar junto com o lado artístico, senão você não sobrevive”, explica. E mesmo depois de chegar ao SPFW, o estilista precisa continuar trabalhando duro. “Tem uma diferença entre fazer moda e usar moda. Quando você faz moda, o glamour dura cinco minutos, o resto é só ralação”, afirma Jefferson. “Eu já peguei muito assistente que não agüentou o pique. Eles gostam do glamour, de usar moda, mas não gostam de fazer”.

 

                                Modelos desfilam para Água de Coco no SPFW (AgNews)


Modelo: De todas as profissões, essa é a que mais exige sorte. Afinal, saber se equilibrar sobre enormes saltos não basta, e nem todo mundo nasce com as longas pernas de Ana Hickmann, os belos olhos de Adriana Lima e o “algo mais” de Gisele Bündchen. “Normalmente elas têm que ser esguias, altas e ter uma beleza individual”, explica Marco Aurélio Casal de Rey, booker e diretor da Ford Models. “A gente tem que achar uma beleza que não se pareça com alguém. A modelo tem que ter algo especial que chame atenção”, define. Além disso, é importante se portar como profissional. “O temperamento conta bastante. O mercado é grande e uma menina não pode ser metida a estrela porque o mercado hoje em dia não quer mais digerir esse tipo de coisa, ele quer pessoas fáceis de trabalhar”, ensina Marco.

 

Booker: O booker é o profissional das agências que gerencia a carreira das modelos. Ele acompanha as meninas em castings e negocia trabalhos. Para Manuela Martinez, booker da Ford, o profissional “precisa ter uma certa sensibilidade nas relações humanas, porque a gente lida com pessoas o tempo inteiro. Precisa ter muito jogo de cintura e ser um bom negociador”, explica. Um bom booker deve ser uma pessoa bem ativa. “O dia-a-dia de agência é intenso, a gente nunca sabe o que esperar. Não tem uma rotina, cada dia é uma situação diferente, tem reuniões, tem que ir a vários lugares, lidar com muita gente”, diz Manuela.

Para entrar no mercado, as dicas da booker são: “Começar como assistente, ter muita força de vontade e ser extremamente dedicado, porque tem muita gente querendo fazer e pouca gente que faz bem. Acho que a pessoa tem que ter algum conhecimento de moda, falar inglês e se informar muito”.

Nathália Ilovatte, iG São Paulo

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Chloë Sevigny prepara desfile para a Opening Ceremony (26/05/11)

                                                     Chloë Sevigny ©Reprodução

A atriz Chloë Sevigny, ganhadora do Globo de Ouro de melhor atriz pela série “Big Love”, está se preparando para um novo desafio à frente do seu posto de estilista da multimarcas Opening Ceremony: a próxima coleção que Chlöe assinará para a OC será apresentada na passarela. “Estou focada em organizar meu primeiro desfile”, disse a atriz/estilista ao site “Style.com”. “Nunca fiz isso antes, então é um pouco assustador. Ainda estou no início, mas já estou procurando espaços, modelos e selecionando a música. É bem legal fazer isso”, completou.

O desfile será da coleção Resort de Chlöe Sevigny para a Opening Ceremony e acontecerá em Nova York em junho. Esse será a primeira vez que uma linha da OC aparece na passarela; geralmente as coleções são lançadas em eventos ou festas.

A coleção atual de Chloë Sevigny para a Opening Ceremony ©Reprodução

A parceria entre Chlöe e Opening Ceremony começou em 2008. A atriz, queridinha entre os mais alternativos, já até mostrou sua linha na Fashion Week de Londres (mas sem desfile!). No currículo de criações de Chlöe como estilista para a OC, estão quatro coleções, incluindo linhas unissex, nas quais meninos e meninas podiam usar as mesmas roupas, cada um à sua maneira.

O estilo de Chlöe é moderno e despojado, a cara da OC. Tanto nos tapetes vermelhos quanto nas fotos dos paparazzi, a atriz aparece caprichada. No quesito maquiagem, ela nem liga que tem lábios finos e quase sempre aposta no batonzão. ( Cacau Araújo - ffw)

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Lindsay Lohan faz a festa na revista Blank de Maio (07/05/11)

Entre um tribunal e outro Lindsay Lohan sempre da um jeitinho de encaixar umas fotos. A atriz é a capa da edição de maio da revista Blank. O ensaio explora uma estética à la night dos anos 70 e Lindsay faz um papel que ela conhece bem: party girl. No último ano a atriz fotografou para a Complex, Vanity Fair, Vogue Itália, Maxim, Grazia e a edição alemã da GQ, entre muitos outros. Pelo visto ser mala paga bem. [modismo]

Fotos: dailymail.co.uk

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Top Raquel Zimmermann aparece musculosa em foto de tributo a Alexander McQueen (16/04/11)

A “Vogue” americana resolveu prestar um tributo ao estilista Alexander McQueen, que se suicidou em fevereiro do ano passado. Para isso, reuniu um supertime de modelos em um editorial com roupas icônicas de sua carreira. Entre elas estão Raquel Zimmermann – que aparece impressionantemente musculosa na foto – e Carol Trentini. Confira abaixo:

Raquel Zimmermann posa musculosa e transparece os seios. Foto: Steven Meisel

Karen Elson


Coco Rocha


Karlie Kloss


Caroline Trentini


Raquel Zimmermann


Stella Tennant

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Atriz Jessica Alba Vogue Italia Abril (08/04/11)

A atriz Jessica Alba, que nunca arrisca muito nas roupas, maquiagem ou penteado, decidiu dar uma chance ao lado mais alternativo da moda neste ensaio para edição de abril da Vogue Italia. Mas mesmo fotografada por Michelangelo Di Battista e usando peças incríveis da Prada e Christian Dior, Alba consegue fazer a mesma cara de sono em todas as fotos!  [Styleite]

 

Fotos: styleite.com

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Atriz Anne Hathaway faz turismo em Santa Teresa (21/03/11)

Anne Hathaway aproveitou a tarde desta segunda-feira (21) para fazer turismo no Rio de Janeiro. A atriz está no Brasil para divulgar o filme “Rio”, no qual contracena com Jamie Foxx, que também está no Rio,foi passear no bairro de Santa Teresa, onde almoçou e entrou em lojas de artesanatos. Anne estava acompanhada de uma turma. Mais tarde, eles seguiram para o Castelo Valentim, para admirar a vista do alto.

A atriz chegou ao País na noite desse domingo (20) e está hospedada no hotel Fasano, no Arpoador.

Anne Hathaway almoçou ao lado de amigos e do namorado Adam Shulman em Santa Teresa, Rio de Janeiro

Anne Hathaway almoçou ao lado de amigos e do namorado Adam Shulman em Santa Teresa, Rio de Janeiro

Depois a atriz resolveu conhecer os artesanatos da região

Depois a atriz resolveu conhecer os artesanatos da região

olhou algumas peças, conversou com os amigos....

olhou algumas peças, conversou com os amigos....

...escolheu algumas coisas...

...escolheu algumas coisas...

... e pediu ajuda da vendedora

... e pediu ajuda da vendedora

Anne Hathaway admira a paisagem do alto do castelo Valentim

Anne Hathaway admira a paisagem do alto do castelo Valentim

A atriz atenta aos pontos turísticos no Rio

A atriz atenta aos pontos turísticos no Rio

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Britney deixa à mostra tatuagens íntimas em ensaio para revista Out  (12/03/11)

britney

Britney Spears mostra que apesar de alguns dizerem o contrário está sim em boa forma. Para provar isso a cantora posou para a revista Out no ensaio mais revelador que fez nos últimos anos, período em que esteve bem fora dos padrões estéticos. Britney veste um maiô bem cavado, deixando à mostra as tatuagens que tem na região da virilha. Caras, bocas e tatuagens à mostra. Veja fotos abaixo. [Daily Mail]

britney

 britney

britney

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Kelly Osbourne é a nova garota-propaganda de "Material Girl" (23/02/11)

A ex-gordinha Kelly Osbourne foi escolhida para estrelar a nova campanha da "Material Girl", linha de roupas assinada pela pop star Madonna e por sua filha, Lola, 14.

Prestes a ocupar os cabides da Macy's, uma das lojas de departamento mais famosas dos EUA, a nova coleção da marca caiu como uma luva em Kelly, que também mudou radicalmente seu estilo nos últimos tempos.

Confira abaixo as primeiras fotografias da campanha.

Kelly Osbourne estrela campanha da marca "Material Girl"
Uma das fotos da nova campanha da "Material Girl": Kelly super em forma
Kelly Osbourne estrela campanha da marca "Material Girl"
Mais um look da nova coleção criada por Madonna e Lola
Kelly Osbourne estrela campanha da marca "Material Girl"
Esse visual é só para quem pode
Kelly Osbourne estrela campanha da marca "Material Girl"

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 Atriz Elle Fanning vira ícone de estilo em curta-metragem fashion (11/02/11)

© Reprodução/Nowness

Não é exagero dizer que, do alto de seus 12 anos de idade, Elle Fanning arrasa. A garota, irmã de Dakota Fanning, que está sendo chamada pela mídia especializada de “ícone de estilo”, é estrela do mais recente filme de Sofia Coppola _”Somewhere”_, que ganhou o Leão de Ouro no Festival de Veneza, e já esteve em produções como “Babel” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”. Acrescenta-se a lista mais um item, o curta-metragem da grife Rodarte, das irmãs Kate e Laura Mulleavy, dirigido por Todd Cole (que já trabalhou com a Rodarte em 2010 no curta Aanteni, com a modelo Guinevere Van Seen), “The Curve of Forgotten Things”, liberado esta semana no site Nowness .(vídeo abaixo)  

O filme, descrito pelo próprio diretor como “a história de uma garota que existe fora do tempo em um lugar mágico só existente na Califórnia”, é recheado de referências à Califórnia dos anos 70 _como a floresta Redwood, a extração do ouro e a influência asiática_, e consegue envolver o expectador em toda a atmosfera que permeia a Rodarte _a câmera usada para a filmagem, inclusive, usa lentes originais da década de 70, e os tons predominantes do filme seguem a paleta da coleção de verão da marca. Elle, protagonista do curta, passeia pelos cômodos de uma construção histórica (A Baldwin House), trocando magicamente de roupa de um cômodo a outro, com batom e cílios postiços dourados, cabelo liso penteado de lado e com prendedor _também dourado_, exatamente como as modelos usaram no desfile de Verão 2011 da marca, tudo arrematado pela trilha sonora etérea da banda indie Deerhunter (que é da Georgia, estado natal de Elle Fanning). Sobre o título do curta, Todd explicou “É o nome de um poema de Richard Brautigan _poeta e novelista americano. O poema e o filme são sobre coisas esquecidas _ciclos e o passar do tempo”.

Bastidores das filmagens de “The Curve of Forgotten Things” © Reprodução/Nowness

Elle, que é musa da dupla Mulleavy (também responsável pelo figurino do comentadíssimo “Cisne Negro”), vestiu Rodarte na première de “Somewhere” em Nova York, e contou ao Nowness que dentre as peças que usa no curta-metragem, suas preferidas são o conjunto de calça de cintura alta e blusa azul, por causa da cor e pela aparência antiguinha e retrô do conjunto. E onde a jovem atriz usaria o look? “Eu usaria em um ‘Free Dress Friday’ (tipo sexta-feira sem unifome) na escola!” Ela também coleciona peças vintage _sendo a década de 50 sua preferida de sempre, a de 60 a escolhida para vestidos e os anos 70 para shorts e calças de cintura alta_, faz balé e tem como lugar nº1 em Los Angeles o “Blonde Room”, salão de beleza onde Marilyn Monroe se tornou loira _e que Elle visitou pela primeira vez em seu aniversário de oito anos de idade.

Elle Fanning na première de “Somewhere” em NY, vestindo Rodarte © Reprodução

E já que “The Curve of Forgotten Things” tem a ver com isso, Elle Fanning acredita em mágica? “Claro! Quando você para de acreditar em mágica, você está muito crescido e se levando a sério demais. Peter Pan tinha um ponto!”

© Reprodução/Nowness

(Stephanie Noelle - FFW)

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Lindsay Lohan mostra bastidores de ensaio no Twitter (20/01/11)

-Twitter/-Reprodução

Lindsay Lohan está de volta ao trabalho! A atriz, que deixou a clínica de reabilitação em janeiro depois de três meses internada, postou em seu Twitter uma foto dos bastidores de um ensaio fotográfico para a revista japonesa "JJ".

Na quarta-feira, 19, a atriz se apresentou ao departamento de condicional para fazer o acompanhamento de seu caso. Desde que deixou a clínica, Lindsay foi submetida a diversos de testes para verificar se fez uso de álcool e drogas e passou em todos.

Twitter /-Reprodução

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A ‘new supermodel’ Abbey Lee Kershaw pela V Magazine (09/01/11)

Sem dúvida alguma o ano 2010 foi definitivamente da modelo australiana Abbey Lee Kershaw e é por essa razão que ela foi condecorada a ‘new supermodel’ pela V Magazine no ensaio ‘A is for Abbey’. Fotografada por Sebastian Faena, a modelo posa em peças anos 70 de Yves Saint Laurent, Louis Vuitton, Versus, Burberry Prorsum e Salvatore Ferragamo. [Fashionising]

 

Fotos: fashionising.com

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Taylor Momsen estrela campanha do novo perfume ‘Parlez Moi D’Amour’ de John Galliano D’Amo" (23/12/10)

Quem estampa a campanha do novo perfume por John Galliano, ‘Parlez Moi D’Amour’, é ninguém menos que a gossip girl roqueira Taylor Momsen. A atriz, que também assinou a trilha sonora do vídeo da campanha, posa com um ar romântico nas imagens sem dispensar seus olhos de panda.

Assista o video:

 

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Editorial Girls on Films, pela dupla de fotógrafos “She is Frank” (15/12/10)

A dupla de fotógrafos “She is Frank” assinou o editorial Girls on Film com o trio de modelos Alice Burdeu, Melody Lee e Zoey V para a última edição da Factory. Com looks glamourosos, as modelos posam em cenários caseiros contrastando com peças escolhidas por Philip Boon.  [FashionGoneRogue]

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Conheça a estilista Marie-Louise Vogt (14/12/10)

A estilista alemã Marie-Louise Vogt diz se inspirar no corpo feminino e na natureza para compor suas divertidas peças de tricô. Com um toque meio Missoni, meio indie, Vogt anda sendo muito requisitada para peças de editoriais. Veja mais sobre a estilista aqui. [HunterGathererer]

 

 

 

 

 

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 Modelo Freja Beha Erichsen mostra seu lado modelo publicitária em campanha de jóias Harry Winston (11/12/10)

harrywinston

A modelo Freja Beha Erichsen, que este ano foi presença constante em passarelas de marcas importantes, mostra agora seu lado modelo publicitária em campanha de jóias Harry Winston. O editorial clicado por Patrick Demarchelier para as comemorações de final de ano da marca, mostra a modelo usando peças brilhantes e chamativas. Veja fotos.[Fashiongonerogue]

 

harrywinston

Foto: fashiongonerogue.com

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PJ Harvey lança novo disco “alegre e enérgico” em 2011: Ouça a primeira faixa (24/11/10)

O último disco solo de Harvey foi “White Chalk”, de 2007, onde trocou a guitarra pelo piano, um desvio gótico na estrada rocker que Harvey caminhou em sua carreira. Sai no dia 14 de Fevereiro pela gravadora Island Records.Foi gravado em Dorset, terra natal da cantora, com os produtores Flood, Mick Harvey e John Parish.“Não tínhamos regras nas gravações”, explicou Harvey ao semanário digital NME. “Por alguma razão, estávamos todos em um momento bom, com muita energia, intensidade e vitalidade ao mesmo tempo. Foi uma experiência muito agradável, e acho que o disco registrou toda essa energia”. Em outra entrevista no meio deste ano, ela ainda revelou que boa parte do disco foi gravado com um instrumento chamado autoharpa.A primeira faixa do álbum, homônima, já foi tocada ao vivo no programa de TV Andre Marr Show. PJ Harvey vai lançar seu disco de estúdio em fevereiro de 2011, informa a NME. Em entrevista à revista britânica, Harvey contou que “Let England Shake” chega às lojas dia 14 de fevereiro, pela gravadora Island Records.

O último disco solo de Harvey foi “White Chalk”, de 2007, onde trocou a guitarra pelo piano _um desvio gótico na estrada rocker que Harvey trilhou ao longo da carreira. Pouco depois, lançou “A Woman A Man Walked By”, em parceria com o músico de blues John Parish. Gravado na ilha de Dorset, terra natal da cantora, o álbum conta com os produtores Flood, Mick Harvey e Parish. ”Não tínhamos regras nas gravações”, contou Polly Jean. “Por alguma razão, estávamos todos em um momento bom, com muita energia, intensidade e vitalidade ao mesmo tempo”. “Foi uma experiência muito agradável, e acho que o disco registrou toda essa energia”, completou. Em entrevista à BBC no meio deste ano, ela ainda revelou que boa parte do disco foi gravado com um instrumento chamado autoharpa. A primeira faixa do álbum, homônima, já foi tocada ao vivo no programa de TV Andre Marr Show. (Gabriel Marchi)


_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Nunca fui linda', diz atriz Fernanda Torres (11/11/10)

A atriz Fernanda Torres posou para a revista "TPM", para a qual também falou sobre a plenitude de seus 45 anos. “Os 40 anos são uma idade de muita completude, ao mesmo tempo em que dá para enxergar a curva da vida. Você entende que o tempo passa, e passa rápido, então é uma época de muita felicidade e compreensão da mortalidade. Porque aos 20 anos, você é imortal”, disse ela à publicação. “Nunca fui saudosista porque nunca fui linda. Se a mulher é um fenônemo, ela vai envelhecer um fenômeno e talvez sinta mais. Mas nunca fui a bombshell” __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Déjà Vu: revista “Glamour” 'recicla' foto de Lady Gaga em sua capa (08/11/10)

Lady Gaga é o rosto que estampa a edição de dezembro da revista francesa “Glamour”. Com maquiagem carregada nos olhos, peruca rosa pink e um acessório brilhoso na cabeça, Gaga pode causar a sensação de déjà vu nos leitores mais atentos. É que a mesma imagem estampou a capa da revista canadense “Flare” um ano atrás. Depois do mesmo vestido Balmain emplacar sete capas quase no mesmo mês, será que podemos apostar em uma crise criativa? (gnt) ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Atriz Maria Ribeiro faz ensaio sensual para revista "Trip" (29/10/10)

Maria Ribeiro exibiu suas curvas para um ensaio da revista "Trip" de novembro. A atriz, que é um dos destaques do filme "Tropa de Elite 2" no papel da personagem Rosane, é capa e "Trip Girl" do mês de novembro da publicação. Para a edição, Maria foi homenageada com um texto do dramaturgo Domingos de Oliveira: "É difícil escrever um artigo assim sem o marido ficar com ciúme. Preciso não olhar muito para as fotografias. Caio Blat, não sei como dizer, mas afirmo que você pode se considerar bem aquinhoado pelo destino. Apesar de pequenina, MARIA sem dúvida apresenta uma paisagem de muitos vales e montanhas com grutas e rios generosos, uma paisagem para ser enfrentada por um explorador sem medo e com muito tempo disponível. A impressão que me da é que cada centímetro de MARIA pode se transformar em inesquecíveis aventurosos quilômetros. Eu diria que MARIA é magia, calmaria, aristocracia, acrobacia, euforia, nostalgia, anarquia e alegria. Facilitaria a poesia se todas as mulheres chamassem MARIA".

Maria e Domingos trabalharam juntos na peça "Confissões de Adolescente". Recentemente, ela produziu um documentário, intitulado "DOmingos", sobre ele. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Atriz Rosario Dawson faz ensaio sexy e revela: 'Não sou muito focada na carreira' (26/10/10)

Rosario Dawson mostrou todo seu lado mulher fatal para as páginas da revista "Malibu Magazine". A atriz foi fotografada Sheryl Nields e revelou em entrevista que a carreira de atriz não é uma prioridade em sua vida: "Não sou 100% focada na minha carreira. Tenho outras coisas por que sou apaixonada. Fundei o Voto Latinho em 2004 e fui uma ativista minha vida toda. Então para mim, sucesso significa algo diferente do que para algumas pessoas. Não é apenas sobre estar em filmes. Sucesso é ter uma relação ótima com minha família", contou. ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Amy Winehouse estrela campanha publicitária (25/10/10)

Amy Winehouse é a garota-propaganda de sua nova linha de roupas, lançada em parceria com a tradicional grife inglesa Fred Perry. Com cara de boa moça e cheia de poses graciosas, a cantora inglesa estrela o catálogo da marca. De acordo com o site de notícias "Daily Mail", as peças custarão entre 22 e 100 libras. Em recente entrevista para a revista "Harper's Bazaar", Amy falou sobre seu estilo, que considera bastante influenciado pela moda dos anos 50, e sobre o dia de modelo que teve com as fotos da grife. "Não sou muito boa [ como modelo], na verdade. Sou cantora, trabalho com música, não sou a melhor pessoa para ficar posando e brincando de modelo."

___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Modelo Arlenis Sosa no ensaio “Synchronized Swim” da Elle (19/10/10)

A modelo Arlenis Sosa é puro verão para o ensaio “Synchronized Swim” ou “nado sincronizado” da edição de novembro da Elle. Fotografada por Carter Smith, a beldade dominicana usa peças coloridas de marcas como Gucci, Oscar de la Renta, Christian Dior e outros.(modismonet.com)

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Filha de Mick Jagger, Georgia Jagger posa de lingerie em comercial (14/10/10)

Filha do rolling stone Mick Jagger, a modelo Georgia Jagger posou de lingerie para a marca de roupa Hudson Jeans. As novas fotos da marca foram publicadas nesta quinta-feira, 14.

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(Fernanda Tavares e Fernanda Motta em ação) Fernanda Motta e Fernanda Tavares são as estrelas da campanha da próxima temporada da Loungerie, marca de roupas íntimas brasileira. A dupla de tops foi escolhida para representar a nova fase da marca, que está se relançando no mercado com uma imagem mais fashion. Confira as imagens do backstage, nas quais a dupla de 'fernandas' abusa da sensualidade. Os cliques são assinados por J.R Duran, e o make e cabelo por Max Webber.

Fernanda Motta

Fernanda Tavares

A dupla fazendo a mesma pose para J.R. Duran

Fernanda Motta e Fernanda Tavares: beldades ao quadrado ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Ali Lohan é a nova modelo para a coleção primavera/verão 2011 da marca 6126 (28/09/10)

Ali Lohan, 16 anos, é a nova modelo para a coleção primavera/verão 2011 da marca 6126 de sua irmã, a atriz Lindsay Lohan, e já está preocupando pelas poses e pouca roupa que decidiu usar no ensaio. A linha, segundo Lohan, é inspirada em Marilyn Monroe e “é uma homenagem às mulheres modernas que entendem que auto-confiança pode ser encantador e sofisticação clássica está sempre na moda”. Algo muito Lindsay Lohan. Fotos: dailymail.co.uk

_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Top brasileira Raquel Zimmermann brilha na passarela da Gucci na semana de moda de Milão (22/09/10)

Raquel Zimmermann brilha na passarela da Gucci na semana de moda de Milão A top brasileira Raquel Zimmermann vestiu um macacão saruel bem diferente no desfile que a grife Gucci apresentou hoje na semana de moda de Milão. O look, todo preto, é quebrado por um batom ultravermelho e traz franjinhas na parte de cima. A diretora criativa da Gucci, Frida Giannini, disse que a coleção foi desenvolvida para “amazonas modernas, uma tribo intelectual de mulheres exóticas vistas por lentes urbanas”. __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Fotógrafo Russel James lança livro só com imagens de modelos da Victoria's Secret nuas (20/09/10)

(Rosie Huntington) Russel James pode ser considerado um cara de sorte. O fotógrafo está acostumado a clicar tops como Miranda Kerr e Rosie Huntington. Em seu novo livro, chamado "V2", ele reúne imagens das modelos da Victoria's Secret nuas. As fotos foram feitas em uma praia das Ilhas Virgens Britânicas.

Rosie Huntington posa nua para o fotógrafo Russel James

Miranda Kerr e Candice Swanepoel __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Veja mais fotos do ensaio de Scarlett Johansson para grife Mango (20/09/10)

Essas são novas fotos do ensaio que Scarlett Johansson fez para o catálogo da grife Mango. A atriz é garota-propaganda da rede de lojas.

___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Taylor Momsen tira a roupa em novo clipe "Make Me Wanna Die" (18/09/10)

Taylor Momsen tirou a roupa e ficou apenas de lingerie em cenas do novo vídeo de sua banda, The Pretty Reckless. A cantora e atriz, que ficou conhecida por conta de sua personagem na série de TV "Gossip Girl", mostrou seu lado mulherão no clipe da música "Make Me Wanna Die". De acordo com o site do jornal inglês "Daily Mail", a canção faz parte do disco de estreia do grupo, que chegou ao mercado no mês de maio. (ASSISTA ao vídeo abaixo) Além de seu papel na série teen e de sua carreira musical, Taylor recentemente fotografou para a campanha "Material Girl" desenvolvida por Madonna em parceria com sua filha mais velha, Lourdes Maria. Ela também participou de um editorial para a grife britânica de roupas New Look e emprestou seu rosto para a campanha da nova fragrância do estilista John Galliano.

___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Os óculos nerds realmente voltaram (17/09/10)

Os óculos “nerds” estão de volta. O desfile de Tracy Reese em Nova York que aconteceu esta semana mostrou justamente a nova tendência com estes pares meio Harry Potter meio bibliotecária sexy. Foto: nymag.com ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Coleção de Alexa Chung em parceria com a Madewell esgota (15/09/10)

Garotas do mundo todo querem se vestir como ela. A bolsa de maior sucesso da Mulberry leva seu nome, e tem fila de espera. Karl Lagerfeld disse que a considera a epítome da garota moderna. Seu cabelo é um sucesso. Portanto, quando a Madewell, cuja dona é a mais famosa J.Crew, anunciou uma parceria com a apresentadora Alexa Chung, nada pareceu mais natural. A coleção foi apresentada no começo do ano, mas só começou a vender no dia do Fashion’s Night Out, 10 de setembro (online, onde elas já estão esgotadas, a venda começou um dia antes). Os preços vão de US$ 48 a US$ 295 por diversos itens: malhas, camisetas, shorts, vestidos, macacões, sapatos…

Apesar da parceria já ser considerada um hit, Alexa disse ao blog “The Cut” que não sabe se haverá uma 2ª leva: “Depende de muitos fatores, principalmente quão ocupada estou porque gosto de estar bem envolvida com o processo de design. Se eu não estiver por aí, não pode acontecer e, obviamente, se eles não quiserem pode não acontecer também.” Quer dizer… Madewell: ela está afim, se vocês estiverem! (Ana Pinho)

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Cantora Lykke Li estrela curta-metragem e campanha de jeans (15/09/10)

Lykke Li, a rainha do deserto. Ao menos em “Solarium”, curta-metragem estrelado por ela e dirigido por Moses Berjson, lançado nesta segunda-feira (13/09). “Uma enorme decepção amorosa e uma depressão pós-turnê levou uma Lykke Li alucinada para o deserto, com uma câmera super 8 nas mãos e alguns amigos”, explicou em sua página do Myspace. Com uma trilha sonora original criada pela cantora, ela aparece em um cenário árido fazendo poses, em clima de editorial de moda. Lykke, que explodiu mundialmente ao lançar o disco “Youth Novels” e o hit “Little Bit” _que foi trilha de incontáveis desfiles no Brasil e exterior_ agora é rosto e corpo do jeans “Curves ID”, da Levi’s, ao lado de Pixie Geldof e Miss Nine, vide a imagem acima.(Gabriel Marchi)

 

 
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Lindsay Lohan usa vestido curtinho em novas fotos para grife italiana Fornarina (13/09/10)

Foram divulgadas, nesta segunda-feira, 13, mais duas fotos do ensaio que Lindsay Lohan fez para a marca de roupas italiana Fornarina. No último fim de semana, Lindsay gravou um vídeo para o VMA em que faz piada com a tornozeleira antiálcool que é obrigada a usar. ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Naomi Campbell dança na rua para Fashion’s Night Out (11/09/10)

Apesar das maluquices, a modelo inglesa Naomi Campbell ainda consegue surpreender aos 40 anos. Durante o Fashion’s Night Out em Nova York que ocorreu ontem, Campbell festejou seus 25 anos de carreira na frente da loja da Dolce & Gabbana com uma apresentação de dança…”contemporânea”. A modelo também estava na missão de vender camisetas estampadas de fotos famosas tiradas ao longo de sua carreira para seu projeto de caridade “Fashion For Relief”.

 

 

 

 

 

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