Techno I Sony desiste do mercado de PCs e anuncia 5 mil demissões (06/02/14)

A Sony desistiu do mercado de PCs e resolveu vender toda a unidade Vaio ao fundo de investimentos Japan Industrial Partners (JIP), o que acarretará na demissão de 5 mil pessoas - 3,5 mil só no exterior - até março de 2015.

Embora a Sony não tenha revelado a quantia a ser paga pela JIP, fala-se que o acordo gira em torno de algo entre 40 e 50 bilhões de ienes. Tal negociação deve fazer com que o grupo economize mais de US$ 1 bilhão por ano e permitirá dar um foco maior ao setor móvel.

Conforme noticiado pela AFP, a companhia reduziu drasticamente suas previsões financeiras para o ano fiscal que será encerrado em 31 de março. Se antes acreditava que lucraria 30 bilhões de ienes, agora a Sony espera ter prejuízo de 110 bilhões de ienes (o equivalente a US$ 1,08 bilhão).
Isso contando que, nos primeiros nove meses de exercício - entre 1 de abril e 31 de dezembro -, foram lucrados 11,17 bilhões de ienes, ou quase US$ 110 milhões.

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Techno I  Maior erro do Google foi não prever sucesso de redes sociais     (30/12/13)

Em um vídeo de previsões para 2014 da Bloomberg TV, o presidente do Conselho do Google Eric Schmidt admitiu que seu maior erro foi não ter "antecipado o sucesso das redes sociais", mas disse que isso não vai acontecer novamente.

Eric Schmidt : para o ano que vem, o executivo acredita que o uso de dispositivos móveis será um fenômeno predominante

A justificativa de Schmidt é que o Google estava trabalhando em diversas outras coisas. Atualmente, o foco da empresa nesse segmento está concentrado no Google +, que ainda tem menos interações do que o Facebook ou o Twitter.

Para o ano que vem, o executivo acredita que o uso de dispositivos móveis será um fenômeno predominante. “Todo mundo terá um smartphone. A tendência do mobile estava vencendo, e agora venceu”, afirmou.

Ele também comentou sobre os avanços na saúde, segmento em que o Google passou a investir em 2013. "Ainda não sabemos o que vai acontecer na área da genética", disse o Schmidt. O avanço no sequenciamento genético e a possibilidade de ter dados genéticos personalizados "vão ajudar descobertas de tratamento e diagnósticos de câncer durante o próximo ano".

Schmidt também comentou a importância da análise de Big Data e do uso de inteligência máquina-para -máquina como base para novos serviços e a forma como essas informações podem mudar "todos os negócios globalmente".

Além disso, o Google têm investido em tecnologias vestíveis, como o Google Glass, e em robótica, áreas em que a empresa pode apresentar novidades nos próximos anos.

Confira abaixo o vídeo de Eric Schmidt com as previsões para 2014, em inglês.

 

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Techno I  iPad mini Retina chega nesta sexta-feira junto com iPad Air     (05/12/13)

Além do iPad Air, a Apple lança no Brasil, nesta sexta-feira, o iPad mini Retina, a versão mais recente de seu tablet de 7,9 polegadas. A informação foi confirmada no Twitter pela rede de lojas iPlace (veja uma tabela com os prováveis preços na segunda parte deste texto).

Até esta madrugada, ainda havia dúvida sobre a chegada do iPad mini Retina ao Brasil. Lojas como Ponto Frio, Saraiva e Extra já haviam confirmado o lançamento do iPad Air no país. Mas nenhuma delas mencionou o iPad mini Retina. Sabemos, agora, que só as revendas premium da Apple, como a iPlace, vão vender esse tablet. 

A provável razão para isso é a escassez do produto. Nos Estados Unidos, nos primeiros dez dias depois do lançamento, em novembro, o iPad mini era encontrado só na loja online da Apple. Rumores indicam que os fornecedores da Apple na Ásia tiveram dificuldade com a tela Retina do mini, o que limitou o volume de produção.

Esse tablet deve ser oferecido, também, na loja online da Apple e, futuramente, na loja física que a empresa está montando no Rio de Janeiro. Essa loja, no VillageMall, na Barra da Tijuca, será a primeira Apple Store no Brasil. A previsão é que seja inaugurada até março.

Além de ter tela Retina, de alta resolução, o iPad mini Retina se diferencia de seu antecessor por ter hardware muito mais potente. Ele emprega o processador A7, o mesmo do iPhone 5s e do iPad Air. O iPad mini original usa o A5, mesmo processador do iPad 2.

O iPad mini Retina também inclui o M7, o chip da Apple que processa informações de posição e movimento. Seu uso permite poupar o processador principal, o que reduz o consumo de energia, prolongando a vida da bateria. Segundo a empresa, ele trabalha até 10 horas navegando na web sem recarga.

Outra novidade é que, diferentemente da geração anterior, tanto o iPad mini Retina como o iPad Air têm opção de conexão 4G compatível com as redes celulares brasileiras. 

Nenhuma loja publicou preços dos novos tablets da Apple. O site MacMagazine obteve uma tabela de preços não oficial, supostamente fornecida por alguma revenda. Ainda não sabemos se esses preços estão corretos. Confira:

Em comparação com os preços americanos, os valores divulgados pela MacMagazine são entre 27% e 58% maiores. A diferença é maior nos modelos mais baratos. Mas esses preços, se confirmados, serão até razoáveis em comparação com os dos novos modelos do iPhone, chegam a custar até 90% mais no Brasil que nos Estados Unidos. 

Uma dúvida que persiste é sobre o lançamento, no Brasil, das versões do iPad Air e do iPad mini com 128 GB de memória. Esses modelos não aparecem na tabela de preços da MacMagazine. Como a Apple não vendeu, aqui, o iPad 4 com 128 GB, é possível que aconteça o mesmo com o iPad Air e o iPad mini.

Com o lançamento do iPad Air, o iPad 4 deve deixar de ser vendido. Já o iPad 2 e o iPad mini original vão continuar à venda como opções mais baratas.

Maurício Grego, de ___________________________________________________________________________________

Techno I  Tudo se move no relógio de pulso Visus – exceto os ponteiros      (29/11/13)

Normalmente, em um relógio, são os ponteiros de hora e minuto que fazem a viagem de 360 graus. Mas neste inovador relógio de pulso Visus, da Mykonos Design, ambos ficam parados – são os números que se movem.

Os cículos das horas, minutos e segundos giram constantemente. Então, para saber as horas, você precisa ver quais números estão acima da linha vermelha. Por exemplo, o modelo preto do lado esquerdo indica um horário por volta de 2h22, enquanto a versão branco marca 2h34.

Ambos estão disponíveis por US$ 50, o que não é tão caro. Quando você tiver dificuldade em saber as horas com ele, o arrependimento não vai ser tão grande. [AHAlife via The Awesomer]   Andrew Liszewski - Gizmodo Brasil

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Techno I  Android está perto de ultrapassar iPad no mercado de tablets  (03/06/13)

Quem acompanha o mercado de tablets não vai se surpreender. A participação da Apple, que era próxima de 100% em 2010, vem caindo continuamente. Agora, chegou o momento de os tablets com Android superarem o iPad em vendas, afirma a ABI Research.

“É inevitável que os tablets com Android ultrapassem a linha iPad, ainda que não vejamos nenhum fabricante que, individualmente, possa ameaçar a liderança da Apple”, diz Jeff Orr, diretor da ABI, num comunicado da empresa. 

O iPad mini deverá ser o tablet mais vendido pela Apple já neste trimestre

Nas contas da ABI, a Apple fechou o primeiro trimestre com cerca de 50% do mercado de tablets. Mas o maior crescimento acontece na faixa de aparelhos baratos (até 200 dólares no mercado internacional) com tela de 7 polegadas. E quase todos os tablets nessa faixa rodam Android. 

“Agora que os tablets já estão disponíveis comercialmente há mais de quatro anos, o mercado cresce movido pelo baixo custo, que vem colocando esses dispositivos ao alcance de mais pessoas”, diz Orr. 

A ABI observa que tanto o preço médio dos tablets como seu tamanho vêm caindo. Esse movimento se acentuou no ano passado. “Em vez de desalojar a Apple da faixa de dispositivos de 10 polegadas, os fabricantes encontraram um segmento que eles podiam conquistar – o dos tablets de 7 polegadas”, diz a ABI. 

A resposta da Apple, o iPad mini, fez sucesso e acabou afetando as vendas do modelo maior, que é mais lucrativo para a empresa. A ABI estima que 49% dos tablets vendidos pela Apple no primeiro trimestre são iPad mini.

Esse modelo foi responsável por 39% da receita da empresa com tablets. Para Orr, o iPad mini deve se tornar o modelo mais vendido da Apple neste trimestre. Maurício Grego, de

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Techno I  Amazon fecha acordo com editoras e chega ao Brasil até dezembro   (13/11/12)

Fontes do mercado editorial confirmam a iminência do fechamento do acordo  entre a Amazon.com com a distribuidora de livros digitais DLD, que engloba as  editoras Rocco, Sextante, Objetiva e Record.

O acordo, que vem sendo costurado há mais de um ano entre as editoras e a  maior varejista on-line do mundo, deverá ser assinado em breve — ainda este mês — e prevê a estreia da operação da Amazon no Brasil entre o final de novembro e  a primeira quinzena de dezembro.

A princípio, a livraria fundada por Jeff Bezos venderá no Brasil seu leitor  Kindle e títulos de ebooks. A Amazon anuncia em seu site oficial que está abrindo 15 vagas de trabalho em São Paulo.

Segundo a Reuters apurou há alguns meses, a potência americana do e-commerce  deve oferecer um catálogo de dez mil livros digitais em português para o Kindle.  A estratégia 100% digital permitiria à varejista minimizar custos no país.

— O Brasil seria o primeiro país em que a Amazon entra apenas com produtos  digitais, e essa decisão foi tomada por motivos logísticos e dificuldades  tributárias — disse então à agência uma fonte da indústria.

A Amazon é a mais recente empresa americana a buscar uma fatia do mercado de  e-commerce brasileiro de US$ 10,5 bilhões. Espera-se que o segmento cresça 25%  neste ano, impulsionado pelo aumento da classe média do país. Essa seria a mais  recente incursão da Amazon em mercados emergentes, após seu ingresso na China,  em 2004, e na Índia, neste ano.

Para adquirir fatia de mercado rapidamente no Brasil, a Amazon provavelmente  venderá o Kindle a um preço subsidiado de R$ 500 (US$ 239) — três vezes mais  caro que nos Estados Unidos, mas abaixo de produtos rivais no mercado  brasileiro, disse a agência. IDG NOW!

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Óculos do Google terão modo automático para fotos, diz Sergey Brin   (28/07/12)

O cofundador do Google Sergey Brin revelou detalhes das especificações dos óculos da empresa, que devem chegar ao mercado em 2014.

Sergey Brin, cofundador do Google, utiliza os óculos da empresa durante evento

Em um e-mail privado enviado a desenvolvedores, Brin revelou que pretende incluir uma função que permitirá ao produto tirar fotos automaticamente a cada 10 segundos.

O cofundador afirmou que testou este novo modo durante uma viagem (veja imagem a seguir) e que os óculos enviaram todas as fotos para sua conta no Google+.

A imagem possui uma resolução baixa, de 512 x 384 pixels (menor que um megapixel), porém acredita-se que esta não seja a capacidade total do Google Glass. É possível que este novo modo utilize resoluções mais baixas para não causar problemas de armazenagem.

“Iniciamos o Project Glass acreditando que, ao trazer a tecnologia para mais perto, poderíamos deixá-la também mais longe. Isto porque, seja viajando, fazendo trilhas ou brincando com seus filhos, os óculos permitirão que você aproveite e compartilhe seus momentos sem necessariamente estar amarrado à tecnologia”, afirmou Brin.

Os primeiros óculos serão enviados aos desenvolvedores em 2013 e para os consumidores finais os mesmos estarão disponíveis possivelmente em 2014. Durante a conferência Google I/O, a empresa revelou o preço do dispositivo em US$ 1,5 mil, porém não se sabe ainda qual será o valor cobrado para o varejo.

Photo-from-Glass

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Tablet Nexus 7 do Google esgota nas principais lojas de varejo nos EUA   (16/07/12)

Os consumidores que decidirem comprar o Nexus 7, primeiro tablet com a marca Google, a partir de hoje, terão que esperar. Lançado no mês passado, o Nexus 7 já está esgotado na maior parte das lojas de varejistas que começaram a vender o aparelho, como GameStop, Staples e Sam's Club. O produto, que concorre com o Kindle Fire (Amazon), é vendido nos EUA a partir de US$ 199.

O tablet começou a ser entregue pelas lojas de varejo que fizeram pré-venda na última sexta-feira (13). A partir de então, os varejistas e o site do próprio Google passaram a exibir um aviso de que o tablet está esgotado. Segundo o site Cnet, algumas lojas de varejo online não mostram nenhuma previsão de entrega, enquanto outros afirmam que, ao comprar hoje, o tablet será entregue num prazo máximo de duas semanas.

O Nexus 7 vem com a nova versão do Android, 4.0 ou Jelly Bean, além de tela de 7 polegadas com resolução de 1.280 x 800 pixels, processador Tegra 3 com quatro núcleos e câmera frontal de 1.2 megapixels, para videoconferências. O produto é vendido em duas versões: com 8 GB e 16 GB de memória interna. Ele foi fabricado pela Asus em parceria com o Google.

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Hackers Heroes of the computer revolution: livro conta história dos heróis da revolução tecnológica  (18/03/12)

Com o título original Hackers: Heroes of the computer revolution, o livro de Steven Levy conta a história da tecnologia e da internet e de como o computador evoluiu para se tornar essa máquina tão fundamental na vida de todos nós. Considerado pela PC World como o melhor livro sobre tecnologia dos últimos vinte anos, Os Heróis da Revolução - Como Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill Gates, Mark Zuckerberg e outros mudaram para sempre as nossas vidas detalha, em 464 páginas, desde a cultura hacker dos anos 50 e 60 até as mídias sociais de hoje, mostrando os personagens principais desta revolução.

Baseado em mais de uma centena de entrevistas pessoais feitas pelo autor entre 1982 e 1983 (a primeira edição foi em 1984), o livro é um relato amplo das motivações, ideias, ocorrências, descobertas, das circunstâncias e relações daqueles que o autor chama de verdadeiros hackers ("artistas brilhantes que foram capazes de enxergar como o computador é uma ferramenta revolucionária").

O livro fala das ideias e do trabalho de pessoas como Richard Greenblatt e Bill Gosper (fundadores da comunidade hacker), Lee Felsenstein (fundamental para o desenvolvimento do computador pessoal), John Harris (programador, criador de clássicos games do Atari), Richard Stallman (o "último dos verdadeiros hackers") e dezenas de outros. E se o subtítulo da edição brasileira fala em Steve Wozniak, Jobs (visionário não hacker, diz o livro), Bill Gates e Marck Zuckerberg, é certamente para tornar mais familiar o universo tratado.

Levy aborda todas as gerações de hackers e seus feitos - mas não espere histórias de invasões, roubos e defacements: trata-se da invenção das primeiras máquinas e redes, do seu uso inicial para defesa, o surgimento dos PCs, os games e seu mundo de interatividade e o advento da web 2.0. "O tipo de hacker sobre o qual eu escrevi era motivado pelo desejo de aprender e construir, não roubar e destruir", disse o autor em artigo publicado na revista Wired em abril de 2010, quando completaram-se 25 anos da publicação do livro e ele revisitou a obra, inclusive conversando novamente com alguns dos entrevistados. O artigo integra esta edição brasileira, reproduzido no Posfácio.

A apresentação dos hackers como os verdadeiros motores criativos, como gênios que se arriscam pelo bem de todos, querendo inovar e melhorar - em contraponto à noção de que são todos criminosos socialmente inábeis com motivos escusos - permeia o livro. "Por trás da inventividade, encontrei algo ainda mais maravilhoso - os verdadeiros hackers, não importa onde ou quando surjam, compartilham um conjunto de valores que se tornou um credo para a era da informação. Tentei codificar aquele código tácito deles em uma série de princípios que chamei de a Ética Hacker. Espero que essas ideias - particularmente a crença hacker de que 'A Informação Deve Ser Livre' - possam ajudar as pessoas a olhar para os hackers sob uma luz diferente", diz Levyi.

O autor Steven Levy é jornalista, escreve há mais de 30 anos sobre tecnologia, publica artigos nas revistas Wired, Harper's, Macworld, New Yorker, New York Times Magazine, Premiere e Rolling Stones e foi editor  de tecnologia na NewsWeek. Já recebeu diversos prêmios, é graduado pela Temple University e tem mestrado em literatura pela universidade Penn State.

Seu último livro, In The Plex: How Google Thinks, Works, and Shapes Our Lives (Google a Biografia: Como o Google, Pensa, Trabalha e Molda Nossas Vidas na edição brasileira)é um mergulho no universo do Google e no seu funcionamento e foi lançado no ano passado. Nascido em 1951, Levy vive hoje em Nova York com a mulher, a jornalista e autora Teresa Carpenter, e um filho.

O livro Título - Os Heróis da Revolução: Como Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill Gates, Mark Zuckerberg e outros mudaram para sempre as nossas vidas Autor - Steven Levy Editora - Évora Preço sugerido: R$ 59,90 Páginas - 464

Steve Jobs - Como engenheiro, Jobs era medíocre; seu ponto forte era (...) ver como os computadores podiam ser úteis além do sonhado por hackers puros como Steve Wozniak. Era também esperto o bastante para entender que um rapaz de 22 anos, sempre vestido de jeans e descalço não era a pessoa adequada para gerenciar uma grande empresa de computadores;(...) contrataria um executivo de alta linhagem, bem remunerado para gerenciar a Apple.

Stephen "Woz" Wozniak-  Construiu a Apple Computer para o seu prazer e dos seus amigos. (...)venceu um concurso de ciências aos 13 anos por construir uma máquina ao estilo de um computador que podia somar e subtrair. Alan Baum, seu colega na Homestead High School, lembra: "Eu vi o cara rabiscando uns diagramas em uma folha de papel. Eu disse: 'O que é isso?'. Ele respondeu: 'Estou projetando um computador'. Ele ensinou a si mesmo como fazer aquilo".

Bill Gates - Se ele fosse adolescente de novo, seria hacker biológico: "Criar vida artificial com a síntese de DNA. É algo equivalente a programar em linguagem de máquina", diz Gates, cujo trabalho à frente da Bill and Melinda Foundation o levou a se tornar um expert autodidata em doenças e imunologia.

 

Lee Felsenstein - Ele e os hackers de hardware desde Albuquerque até a Bay Area. O feliz subproduto das ações deles foi a indústria dos computadores pessoais, que levou a mágica a milhões de pessoas. "A tecnologia tem que ser considerada mais do que somente as peças inanimadas do hardware", afirma Felsenstein.

Marck Zuckerber - Ele é sempre acusado de ter virado as costas para os ideais dos hackers porque nega que outros sites tenham acesso às informações dadas pelos usuários do Facebook. Segundo ele, a verdade é justamente o oposto; sua empresa pega carona  e constrói em cima do livre fluxo da informação. "De tudo o que leio, essa é de fato uma parte central da cultura hacker, como 'a informação quer ser livre' e todas essas coisas."

Richard Stallman - O que mais gostava no Laboratório de Inteligência Artificial no Tech Square era que "não havia obstáculos artificiais, coisas que insistiam em tornar difícil a realização de projetos, coisas como burocracia, segurança e a recusa de compartilhar conhecimento com os outros".

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Apple na mira de protestos contra maus-tratos de funcionários da Foxconn, na China  (09/02/12)

São Paulo – Grupos de manifestantes, reunidos através dos sites SumOfUs.org e Change.org estão planejando protestos globais em Apple Stores, informa a CNNMoney. O motivo seria recentes acusações de maus-tratos e más condições de trabalho enfrentadas pelos  maior fornecedora da Apple, na China.

Manifestantes pretendem ir para lojas da Apple em diversas cidades do mundo para protestar contra maus-tratos na China

A realização da manifestação acontece duas semanas depois que Mark Shields, ativista do Change.org que se descreve como “usuário da Apple”, colocou no ar petição que já conta com mais de 200 mil assinaturas. No documento, solicita-se que a empresa, liderada por Tim Cook, desenvolva estratégias de proteção aos trabalhadores que prestam serviço para a companhia.

Já na petição do SumOfUs.org, o grupo fala em “iPhone ético” e pede que Cook examine com cuidado as condições de trabalho dos funcionários de seus fornecedores.De acordo com as informações da CNNMoney, protestos são esperados para acontecer hoje em grandes lojas da Apple espalhadas por cidades como Nova York, São Francisco, Washington, Londres, Sidney e Bangalore.

As condições de trabalhadores em fábricas chinesas, responsáveis pela produção de peças para praticamente todas as grandes companhias de tecnologia do planeta, não são nada novas. A Foxconn, inclusive, enfrenta há meses denúncias de maus-tratos e ameaças de suicídios coletivos por parte de seus funcionários.

Em janeiro deste ano, o New York Times publicou uma reportagem investigativa na qual expõe, em detalhes, a situação dos funcionários da Foxconn. Uma mulher ouvida pela equipe contou que ganha menos de um dólar por hora para fabricar os amados, e caríssimos, gadgets da Apple. Gabriela Ruic - exame

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Trabalhar no Google é mais difícil do que entrar na USP  (23/11/11)

O presidente do gigante de buscas no Brasil, Fábio Coelho, fala sobre o crescimento no país, a altíssima concorrência por uma vaga na companhia e os planos para 2012

A concorrência para o programa de estágio deste ano, por exemplo, foi de 164 candidatos por vaga – o triplo da registrada pela carreira mais procurada na USP, engenharia civil

O ano de 2011 foi especial para o Google Brasil. Entre os dez maiores nichos do gigante de buscas no planeta, o mercado nacional é o que mais cresce. Simultaneamente, o QG brasileiro aumentou em um terço o número de funcionários no país. Hoje, quase 500 profissionais dividem tarefas em dois escritórios, em São Paulo e Belo Horizonte.

Para entrar para o time, contudo, a tarefa não é nada fácil: a concorrência para o programa de estágio deste ano, por exemplo, foi de 164 candidatos por vaga – o triplo da registrada pela carreira mais procurada na Universidade de São Paulo (USP), engenharia civil, de São Carlos.

Desde fevereiro, o escritório brasileiro é comandado por Fabio Coelho, engenheiro civil de 47 anos, que, depois de passar por importantes empresas de tecnologia como AT&T e BellSouth, tem duas missões fundamentais à frente do gigante de buscas: manter o alto nível dos serviços oferecidos e o foco em duas redes sociais da empresa, Orkut e Google+. “O Orkut é um produto valioso, mas quem decide seu futuro será seu fiel escudeiro, o usuário”, afirma. Do escritório do Google em São Paulo, Coelho falou com o site de VEJA.

Veja - No início de 2011, o Google revelou que iria recrutar mais profissionais. O que motivou a criação dos postos?

Crescimento vertiginoso. Há alguns anos, o Brasil já faz parte dos dez maiores mercados do Google no mundo e, nesta faixa de países, é a nação que mais cresce. Logo, foi um ano especial. Conseguimos contratar, em menos de doze meses, mais de 125 funcionários. Hoje, já contamos com quase 500 profissionais nas duas sedes em São Paulo e Belo Horizonte. Nosso programa de estagiários, neste ano, foi superconcorrido: 4.100 pessoas disputaram 25 vagas. E, até o fim de 2011, temos sete postos de trabalhos ainda abertos.

Veja - Qual é o perfil do profissional que trabalha no Google?

Buscamos pessoas com altíssimo desempenho acadêmico, de culturas diversas, que tenham conhecimento em outros idiomas e experiência relativa ao serviço que será prestado ao Google. Procuramos também profissionais engajados e apaixonados por outras atividades, como atletas ou músicos. Queremos pessoas com apetite por realizações.

Veja - Como é sua rotina no Google? Sua agenda é definida pela sede, em Mountain View (EUA)?

Diariamente, começo o trabalho às 8h, com reuniões de 30 minutos para avaliar métricas e acompanhar execuções de diversos setores da empresa. Duas vezes por semana participo também de videoconferências com a matriz nos Estados Unidos para apresentar uma visão mais estruturada do negócio no país. Não podemos perder muito tempo com longas reuniões, mas ultimamente resolvemos problemas usando recursos do próprio Google, como o Hangout (chat em vídeo presente no Google+). Mas tenho também a função imprescindível de visitar clientes para evangelizar a empresa e mostrar como o Google pode ajudar outras corporações.

Veja - O Google vai mesmo manter o Orkut?

O Orkut é um produto valioso para o Google Brasil, mas quem decide seu futuro será seu fiel escudeiro, o usuário. Desde a criação da rede, em 2004, seus cadastrados mostram que a rede social tem relevância – e sua sobrevivência é garantida a partir do valor que é dado a ela. Recentemente, revelamos inúmeras inovações ao produto, como a interface de comunidades – espaços altamente interativos –, que começam a ser modificadas paulatinamente.

Veja - Em inúmeras oportunidades, profissionais do Google afirmaram que o Google+ não é uma rede social. Então, o que ele é?

Não consideramos o Google+ uma rede social. É simplesmente um importante projeto da empresa que mostra como o Google se preocupa com a web social. É um serviço que cruza toda a internet e os próprios recursos da empresa, como Gmail, Google Reader e YouTube. O mercado vai absorver, aos poucos, o projeto em sua totalidade: anúncios, conteúdo, informação, relacionamento e rede de buscas já são funções que são modificadas a partir do uso do Google+.

Veja - Como o Google+ e Orkut podem coexistir?

São duas plataformas com perfis diferentes de usuários. Não duvido que, nos próximos meses, apareçam recursos do Google+ no Orkut.

Veja - É um privilégio ou uma grande dor de cabeça ter as duas redes?

É ótimo. Os dois projetos mostram que o Google tem, nas mãos, o presente e o futuro da web. Temos 45 milhões de usuários no Orkut. Ele é lucrativo, tem anúncios e disperta o interesse do mercado publicitário.

Veja - Por que o Orkut não conseguiu conter o avanço do Facebook?

O Google não quer controlar o avanço do Facebook. O Orkut já amadureceu no país: tem uma base muito fiel de usuário. A maior prova disso é que nossa rede social cresce proporcionalmente ao número de usuários de internet no Brasil. Já o Facebook exerce um encantamento nos brasileiros por ser uma plataforma relativamente nova no país, mas dados de empresas de métricas comprovam o uso concomitante dos dois sites. O Facebook ainda não amadureceu no Brasil. O que me interessa, no futuro, é até onde vai o ciclo de crescimento dessas redes.

Veja - Qual será a prioridade do Google Brasil para 2012?

Aperfeiçoar o que já fizemos em 2011 e desenvolver ainda mais setor social, móvel e vídeo. Não teremos o mesmo ritmo de contratação deste ano – que foi espetacular –, mas contrataremos um novo grupo de funcionários para fazer parte do Google no Brasil.

Rafael Sbarai, de

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Veja quem ganha e quem perde com o acordo Google-Motorola  (16/08/11)

Microsoft, Nokia, Research in Motion --fabricante do BlackBerry-- e o setor de TV a cabo estão emergindo como possíveis ganhadores depois que o Google anunciou, nesta segunda-feira, a aquisição da Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões de dólares.

Se outros fabricantes de celulares decidirem abandonar o sistema operacional Google Android, Nokia e RIM se beneficiariam.

As companhias de TV paga poderiam ter muito a ganhar caso o Google, que controlará a fabricação de decodificadores Motorola, modere suas iniciativas que perturbam o setor --como o YouTube.

Enquanto isso, é improvável que a transação tenha impacto sobre os esforços da Apple para conquistar corações e mentes entre os usuários de celulares inteligentes, disseram analistas. Agora que o Google se tornará seu concorrente direto, a empresa poderá abandonar certos produtos do Google que utiliza em seus aparelhos.

MICROSOFT

A Microsoft pode se beneficiar se os fabricantes começarem a procurar por alternativas de software ao Android, disse Shaun Collins, analista da CCS Insight, apesar de clientes mostrarem poucos sinais de interesse nas tentativas da gigante de softwares de entrar no mercado de telefonia móvel.

Mas o acordo coloca a Microsoft diretamente em conflito legal com o Google sobre patentes do Android, já que a Microsoft e a Motorola já travam algumas disputas judiciais sobre propriedade intelectual.

A Microsoft também pode se sentir pressionada para achar alvos de compra, como a HTC, disse Al Hilwa, diretor de programas da IDC.

NOKIA

As ações da Nokia chegaram a subir mais de 9% na segunda-feira, à medida que a oferta do Google pela Motorola recolocou em circulação especulações sobre uma oferta pela companhia finlandesa, que alguns meses atrás decidiu adotar o Windows Phone como sistema operacional de seus novos celulares.

A Nokia não comentou sobre os boatos.

RIM

A Research in Motion, fabricante do BlackBerry, está perdendo o firme domínio que exercia sobre a telefonia móvel empresarial, por efeito de aparelhos como iPhone e iPad, e em certa medida também dos celulares equipados com o Android.

Suas ações caíram em quase 60% neste ano, já que a empresa não alcançou suas previsões de lucro, atrasou uma nova linha de aparelhos celulares e não empolgou o consumidor com seu tablet PlayBook.

Além disso, uma integração mais estreita entre o software Android e o hardware Motorola pode "representar pressão adicional pelo sucesso da nova linha de modelos com software QNX que a RIM vai lançar", escreveu Mike Abramsky, analista da RBC Capital Markets.

APPLE

Os analistas não creem que a aquisição mude muito o cenário para a Apple na telefonia móvel, porque o Google já tinha tentado ingressar no setor por meio do celular Nexus, em parceria com o grupo taiwanês HTC.

Os consumidores receberam friamente o Nexus, que não ofereceu grande desafio ao iPhone.

Uma reação imediata da Apple pode ser deixar de utilizar em seus produtos, como iPhone e iPad, alguns serviços do Google, como mapas e sistema de buscas.

TV A CABO

O Google há muito é visto como fonte de possível perturbação para a TV paga, primeiro com o YouTube e depois com o Google TV, ainda que nenhum dos dois tenha exercido o impacto negativo previsto sobre o setor.

Com a aquisição, o Google vai se tornar um dos maiores fornecedores do setor de TV a cabo. Mesmo que os decodificadores físicos desapareçam, o software de cifragem e acesso condicional da Motorola continuará importante para o setor.

DA REUTERS, EM NOVA YORK ___________________________________________________________________________________

Heineken mostra na web como entrar em uma festa (17/01/11)

O "homem mais interessante do mundo" cumpriu o seu papel. Bem, na verdade não (isso é impossível), mas a campanha da Heineken, "The Entrance", criada pela Wieden & Kennedy, liderou as paradas virais na semana com mais de dois milhões de visualizações.

1º Lugar

Campanha: The Entrance

Marca: Heineken

Agência: Wieden & Kennedy

Visualizações: 2,084,195

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Daria Strokous in W Magazine Korea August 2014 by Santiago & Mauricio

In Bloom - Russian beauty Daria Strokous poses in tranquil feeling imagery for the August cover-story of W Magazine Korea. Photographed by duo Santiago & Mauricio, Strokous wears layered looks with pieces purely from the fall collection of Burberry Prorsum, styled together by Ethel Park. Hair by Tomihiro Kono, Make-Up by Ralph Siciliano.

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Ad Campaign: Bottega Veneta F/W 2014.15: Edie Campbell & Otto Lotz by David Sims

Legendary photographer David Sims collaborates with Italian brand Bottega Veneta in photographing this fall/winter season advertising campaign. British model Edie Campbell is joined by male model Otto Lotz as they are shot in against intense, boldly coloured backdrop, and showcasing graphic attire and fluid layered silhouettes.


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Jamie Foxx interpretará Mike Tyson no cinema

O ator Jamie Foxx interpretará o ex-boxeador Mike Tyson nos cinemas, um filme que terá roteiro de Terence Winter ("O Lobo de Wall Street", 2013), publicou nesta quarta-feira a revista "Variety"....

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