Homem Digital I Zuckerberg surpreende chineses ao falar mandarim em Pequim (23/10/14)

Pequim - O fundador de Facebook, Mark Zuckerberg, que está na China em uma viagem de negócios e promoção, surpreendeu a todos ao usar o idioma mandarim em uma conferência realizada na Universidade de Tsinghua de Pequim.

Mark Zuckerberg e Priscilla Chan: uma das razões para estudar o idioma é a família de sua esposa ser chinesa

O jovem multimilionário participou de uma conversa ontem com alunos da universidade e começou cumprimentando a todos com um "nem hao" ("olá" em chinês), o que muitos estrangeiros fazem por cortesia ao iniciar atos públicos no país asiático.

Mas Zuckerberg não se conformou com isso e continuou falando em mandarim durante vários minutos, como mostra um vídeo publicado em seu perfil no Facebook.

Perguntado pelo moderador sobre porque tinha decidido estudar chinês, Zuckberg respondeu, sempre nesse idioma, que uma das razões é a família de sua esposa (Priscilla Chan) ser chinesa.

Também destacou que o chinês é o idioma de um grande país, cada vez mais importante, e que gosta de grandes desafios, por isso o mandarim, um idioma tão complicado, era um bom desafio.

As palavras de Zuckerberg em mandarim foram elogiadas por muitos internautas chineses nas redes sociais, que chegaram a qualificá-lo de "lendário". Apesar disso, ele foi ridicularizado por alguns sites, como "Foreign Policy" pelo baixo nível de chinês.

"É como uma criança de sete anos com uma boca cheia de bolinhas de gude", disse o meio americano.

Zuckerberg, que um dia antes se reuniu com o reitor da Universidade de Tsinghua, busca na China, país que visita com relativa frequência, negócios e parcerias.

Ironicamente o Facebook não é acessível na China desde 2009, quando o regime comunista decidiu bloqueá-lo pouco depois dos enfrentamentos entre uigures e chineses ocorridos em julho, e Pequim acusar os promotores das revoltas de divulgar mensagens subversivas através das redes sociais. [EFE]

**

Homem Digital I Sem querer, Apple vai ajudar o Google a nos trazer o futuro do dinheiro    (21/10/14)

Por:

A Apple lançou nesta semana seu serviço de pagamentos Apple Pay nos EUA. Ele foi ativado através da atualização iOS 8.1, e permite fazer pagamentos online em dispositivos com Touch ID. Além disso, ele funciona em lojas físicas com o iPhone 6 e 6 Plus, que possuem NFC somente para isso.

Esta pode ser uma ótima notícia para o Google.

A promessa do Wallet

Em 2011, a empresa disse que “seu smartphone será como uma carteira” quando lançou o Google Wallet nos EUA. Ele prometia algo mágico: por exemplo, no Starbucks, você pagaria pelo café, usaria um cupom de desconto e acumularia pontos no cartão de fidelidade, tudo ao mesmo tempo – bastava sacar o smartphone do bolso.

O serviço funciona assim: você desbloqueia seu smartphone Android com NFC, encosta o celular em um terminal contactless, insere seu PIN e realiza o pagamento. Mas o recurso tap and pay exige Android 4.4 (KitKat) ou superior; nem toda loja tem um terminal contactless; e, na prática, isso não é muito mais simples que usar um cartão de débito ou crédito. Por isso, o Wallet não vingou.

google wallet

Em 2012, o Windows Phone 8 ganhou o recurso “Encostar para pagar” através do app Carteira. No entanto, ele é ainda mais tímido que o Google Wallet porque depende das operadoras. A Microsoft reconhece em seu FAQ que “no momento, somente um pequeno número de operadoras de celular oferece telefones que oferecem suporte para esse recurso [transações via NFC]“.

Isso pode mudar, pois a empresa contratou em setembro um alto executivo que cuidava de pagamentos na Amazon – mas o Google já tem uma grande vantagem nessa área.

E se mais lojas tivessem terminais contactless? E se mais pessoas usassem esse tipo de pagamento? É isso que o Apple Pay promete fazer, e isso pode beneficiar o Google também.

NFC em mais lugares

O Apple Pay poderá ser usado em mais de 220.000 estabelecimentos nos EUA que aceitam pagamentos contactless. São lugares como lojas de roupas (Nike, Macy’s); restaurantes fast-food (McDonald’s, Subway); farmácias (Walgreens, Duane Reade); postos de gasolina (Chevron, Texaco) e até parques de diversão (Walt Disney Parks and Resorts). Claro, todas as Apple Stores americanas também terão o serviço.

Nada impede que, em todas essas lojas, o Google Wallet também seja utilizado: os terminais contactless usam tecnologia NFC, e o Google tem parceria com a Mastercard, Visa e American Express. A CNET diz que “em geral, o Google Wallet funciona onde o Apple Pay funcionar”. O jornal San Jose Mercury News diz que, ao testar o Apple Pay, “eu também comprei algo com o Google Wallet”.

Claro, seria bacana ver o Google promovendo ainda mais seu serviço de pagamentos. Além disso, a gigante das buscas ainda tem que resolver um problema do Wallet: a facilidade de uso. Nesse quesito, a Apple sai na frente.

A estreia do Apple Pay

Para realizar pagamentos, basta aproximar o iPhone 6/6 Plus do terminal e encostar o dedo no Touch ID. Você não precisa ativar a tela, nem digitar senha, nem mesmo olhar para o smartphone – ele vibra e emite um som para você saber que a transação ocorreu com sucesso.

Por isso, o Apple Pay começou mais ou menos bem. Do Gizmodo US:

Decidimos tentar a sorte no Subway, mas os funcionários nos deram alguns olhares confusos quando perguntamos sobre pagamento contactless. A loja tinha acabado de receber o hardware naquele dia, aparentemente, e eles ainda estavam pegando o jeito das coisas. Depois de alguma discussão e um profundo estudo das instruções da máquina, nós chegamos a uma tela com um código QR – ou seja, não fomos muito longe.

Em seguida, fomos para uma farmácia Duane Reade. Aqui, o sistema realmente funcionou perfeitamente… Quando chegou a hora de pagar, em vez de puxar um cartão de crédito, eu aproximei o meu celular do leitor, pressionei o Touch ID, e pronto. Foi tão rápido quanto pagar com um cartão de crédito (e ainda economizei tempo ao não ter que lidar com a carteira), e o processo foi quase idêntico.

O Apple Pay funciona com cartões de mais de 500 bancos nos EUA. Resta ver se a Apple conseguirá fechar parcerias com mais lojas.

apple pay wallet

Segurança

E como fica a segurança nos pagamentos via NFC? A Apple diz:

Com o Apple Pay, em vez de usar seus números de cartão de crédito e débito… é gerado um Número de Conta do Dispositivo exclusivo, que então é criptografado e armazenado de forma segura no Elemento de Segurança, um chip dedicado no iPhone, iPad e Apple Watch. Estes números não são armazenados em servidores da Apple.

Quando você faz uma compra, o Número de Conta do Dispositivo, juntamente a um código de segurança dinâmico, é usado para processar o pagamento. Assim, os números de crédito ou cartão de débito reais nunca são compartilhados pela Apple nem transmitidos com o pagamento.

Sobre o Wallet, o Google explica:

Todas as suas informações financeiras no Google Wallet são criptografadas e armazenadas em servidores seguros do Google em locais seguros. Suas informações são protegidas pela Política de Privacidade do Google e pela Política de Privacidade.

No Google Wallet e Apple Pay, se seu smartphone for perdido ou roubado, você pode desativar o recurso de pagamentos a partir do seu computador. Ou seja, por mais que aconteçam contratempos – que podem afetar tanto o Google como a Apple – o fator segurança não deve dissuadir os usuários.

Assim, à medida que terminais NFC se espalham pelas lojas e são cada vez mais usados, podemos ver cada vez mais pessoas usando o futuro do dinheiro, tanto no iOS como no Android (e Windows Phone).

Pelo menos nos EUA, claro: o Brasil engatinha quando se trata de pagamentos com o celular. A Mastercard anunciou este ano um app do MasterPass para smartphones, que permite pagar via NFC em alguns estabelecimentos. Por sua vez, a Visa usa a tecnologia payWave em cartões Ourocard Visa, do Banco do Brasil. Quem sabe Apple e Google possam, no futuro, nos fazer avançar nesse quesito.

**

Homem Digital I Will.i.am Puls, mais uma opção de smartwatch com conectividade 3G    (17/10/14)

Aparelho não necessita se conectar a smartphones para funcionar

por

O famoso cantor do grupo Black Eyed Peas Will.i.am, tem se destacado bastante como empreendedor no mundo da tecnologia; Ele inclusive possui até uma marca própria chamada “i.am +”, que já possui em seu portfólio alguns acessórios para iPhone. Agora, o artista lançou um novo Smartwatch com conectividade 3G que recebeu o nome de “Puls”. Veja o primeiro vídeo promocional abaixo.

O produto já havia sido anunciado em Abril do ano passado, quando ainda estava na fase de protótipo, e apesar de ter seu lançamento programado para de 2013, só recentemente foi apresentado de forma oficial. Ele foi exibido durante o evento Dreamforce 2014, onde demonstrou todas suas funções. O diferencial aqui é que se trata de um aparelho autônomo, ou seja, que não depende de um smartphone para funcionar (o que o torna um misto de smartwatch com celular). Há inclusive a possibilidade de fazer e receber chamadas, enviar mensagens, navegar na web, ler e-mails e acessar redes sociais.
No projeto final foi apresenta uma tela curva, com aproximadamente 2 polegadas. O portátil vem equipado com uma personalização própria do Android, que inclui funções como um Assistende de voz chamado AneedA (referência a “anyday” em inglês), que foi desenvolvido em colaboração com a empresa Nuance, a mesma por trás do desenvolvimento e criação da tecnologia usada na Siri da Apple. A pequena tela touch incorpora um teclado virtual parecido com o Fleksy, com correção inteligente de texto e predição de palavras. Apesar de não ter uma loja de apps dedicada, o Puls já vem com alguns aplicativos essenciais instalados; contatos, mapas, mensagens, e-mail, música, fotos, e um curioso app chamado “Vibe” que promete detectar o humor do usuário.

Em quesito de Hardware, o relógio vem equipado com um processador Snapdragon 200, 1GB de RAM e 16GB de memória interna. A bateria dura cerca de 5 horas, e leva aproximadamente 60 minutos para ser recarregada completamente. Apesar do produto não possuir câmera, outro acessório no estilo Google Glass já está sendo desenvolvido para suprir essa necessidade, bastando apenas emparelha-los um ao outro.
Com um preço ainda a confirmar, o Puls será comercializado inicialmente pela operadora AT&T, nos EUA, e pela O2 no Reino Unido, em uma variedade cores e modelos diferentes, incluindo uma versão de luxo em ouro e diamantes. [mobilexpert]
Fonte: Movilzona
**

Homem Digital I Nexus Player: o primeiro dispositivo oficial com Android TV    (15/10/14)

Por:

Chromecast? Que nada. O primeiro dispositivo com Android TV é o Nexus Player, uma set-top box em formato de disco de 220 gramas criada para reproduzir todos os seus filmes e rodar todos os seus jogos de Android.

Nexus Player e seus controles

Equipado com um processador Intel Atom de 1,8GHz com placa gráfica PowerVR Series 6, 1GB de RAM e 8GB de armazenamento interno, é o primeiro dispositivo com a nova plataforma Android TV – sistema criado para ser tudo o que a Google TV não conseguiu ser.

Enquanto a Google TV tinha uma experiência de usuário confusa e uma pequena coleção de apps e jogos, a Android TV tem toda a potência do Android em uma interface bastante simplificada, mais ou menos como a Amazon Fire TV – e ainda é compatível com um controle para jogos idêntico que é vendido separadamente.

Interface da Android TV

A Android TV conta com uma interface flat que permite fazer scroll para cima, baixo, esquerda ou direita para navegar por todas as suas aplicações com um controle remoto incrivelmente simples. Ele tem apenas quatro botões e um direcional, além de controle de voz – aperte o botão do microfone e fale com o controle remoto.

Se o Google jogar as cartas certas, você não terá muita dificuldade para navegar nem fazer busca por voz: a Android TV supostamente sugere coisas com base nos dados que o Google coleta sobre a sua conta, e apresenta as recomendações assim que você liga o aparelho.

Controle remoto do Nexus Player

O Nexus Player também funciona como um Chromecast, o que significa que você pode iniciar ou resumir qualquer conteúdo de PCs, smartphones e tablets ao pressionar um único botão para enviar as instruções para o pequeno disco. Comece assistindo no seu smartphone e continue vendo pela TV quando chegar em casa. Vá buscar um lanche na cozinha e leve o seu filme com você. E, diferentemente do Chromecast, o Nexus Player é mais rápido e usa Wi-Fi dual-band 802.11ac.

Nos EUA, o Nexus Player começará a ser vendido no dia 17 de outubro (sexta-feira!) por US$ 99. [Nexus Player]

**

Homem Digital I Mark Zuckerberg doa US$ 25 milhões para barrar o Ebola    (14/10/14)

, de

São Paulo - Diante da ameaça do vírus Ebola, que já matou mais de 4 mil pessoas no mundo, a maioria na África, o fundador do Facebook Mark Zuckerberg decidiu doar 25 milhões de dólares para ajudar a conter os estragos da doença.

O anúncio da boa ação foi feito em sua conta na rede social, nesta terça-feira. Segundo a postagem, ele e Priscilla Chan, sua esposa, estão direcionando o valor para a Fundação dos Centros para Controle de Doenças (Centers for Disease Control Foundation, em inglês) nos Estados Unidos.

Ele ressaltou a importância de controlar o Ebola o quanto antes, para que ele não se tranforme em um problema de escala global, como a Aids e a poliomielite. Com o dinheiro, ele espera que a fundação monte centros de cuidados, treine pessoal de apoio, consiga identificar novos casos e busque uma saída para o problema.

Zuckerberg já tem um histórico louvável de filantropia. No início deste ano, o bilionário se revelou o maior doador de dinheiro dos Estados Unidos, segundo a revista The Chronicle of Philanthropy. Junto com sua esposa, o jovem doou 3,4 bilhões de dólares a instituições de caridade no país, em 2013.

Recentemente, ele também se engajou na campanha do desafio do balde de gelo, que angariava doações para pesquisas sobre o ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).

Veja a seguir o comunicado completo:

"Priscilla e eu estamos doando US$25 milhões para a Fundação dos Centros para Controle de Doenças para ajudar a combater o Ebola.

A epidemia de Ebola está em um ponto crítico. Ele infectou 8.400 pessoas até agora, mas está se espalhando muito rapidamente e projeções sugerem que poderia afetar 1 milhão de pessoas ou mais nos próximos meses se não for dirigido.

Nós precisamos colocar o Ebola sob controle logo para que ele não se espalhe mais e se torne uma crise global no longo prazo, com a qual teremos que lutar por décadas em larga escala, como HIV e pólio.

Nós acreditamos que nossa doação é a maneira mais rápida de fortalecer o CDC e os especialistas nessa área para prevenir esse resultado.

Doações como esta ajudam diretamente o correspondentes da linha de frente em seu trabalho heroico. Essas pessoas estão em campo criando centros de cuidados, treinando trabalhadores locais, identificando casos de Ebola e muito mais.

Nós estamos esperançosos de que isto irá ajudar a salvar vidas e colocar este surto sob controle.

Para aprender mais sobre a luta contra o Ebola: http://www.cdcfoundation.org/ebola-outbreak"

**

Homem Digital I Michael Peggs, funcionário do Google anuncia demissão em vídeo   (09/10/14)

Michael Peggs comparou sua admissão no Google a ganhar um "Golden Ticket", o bilhete que as crianças do filme A Fantástica Fábrica de Chocolates recebiam para conhecer a empresa de Willy Wonka — todo mundo quer um. Ele conseguiu, mas depois de quatro anos percebeu que a empresa não o deixava completamente realizado. Todas as regalias, como comida de graça e sala de jogos, não foram suficientes para mantê-lo ali.

Para anunciar sua saída ao mundo, ele fez um vídeo e colocou no YouTube. Além disso, escreveu um artigo publicado no The Huffington Post, onde descreveu o estado de espírito que motivou seu pedido de demissão. Ele afirma que estava, de certa maneira, acomodado e queria tentar algo diferente.

"Meu sonho era ter um blog para me dedicar em tempo integral, e em 10 dias vou começar. E você? Faça alguma coisa hoje que pague dividendos no caminho. Li uma vez que você deveria fazer uma coisa assustadora por dia. Eu não consigo lembrar a última vez em que tentei ir além do meu limite", escreveu Peggs. Ou seja, além de dar sua justificativa, ele também aconselha outras pessoas a se arriscarem. Desde o dia 3 deste mês, ele está fora do Google e seu blog já está no ar. Confira o vídeo:

**

Homem Digital I John Sculley, ex-CEO da Apple diz que drama sobre novo iPhone é exagerado   (29/09/14)

Segundo John Sculley, "só um pequeno número de pessoas fez alguma reclamação” sobre o novo modelo

Matthew Martin, da

Dubai - Os relatos de falhas no sistema operacional dos dispositivos móveis da Apple Inc. e as preocupações de que seus últimos smartphones são suscetíveis a deformações são exagerados, segundo o ex-CEO da empresa.

“Os problemas que estão sendo ligados à Apple são muito exagerados”, disse John Sculley, que dirigiu a empresa com sede em Cupertino, Califórnia, de 1983 a 1993, em uma entrevista, em Dubai. “O iPhone 6 é um produto incrível e, pelo que eu ouvi, só um pequeno número de pessoas fez alguma reclamação”.

A Apple disse que vendeu um recorde de 10 milhões de iPhones no primeiro fim de semana de vendas do modelo mais recente. O sucesso inicial foi de curta duração, pois uma atualização do software desativou o serviço de telefonia celular dos telefones e houve reclamações nas redes sociais de que o modelo com tela maior podia entortar se o usuário sentasse em cima do aparelho.

Apenas nove clientes entraram em contato com a Apple por causa de iPhones 6 Plus tortos, disse a empresa em um comunicado, no dia 25 de setembro. A empresa também soltou rapidamente uma nova atualização de seu sistema operacional para dispositivos móveis para consertar falhas da versão anterior.

Os problemas não causaram impacto na posição da Apple no mercado de smartphones, no qual a empresa continua sendo a “inspiração para qualquer empresa de tecnologia”, disse Sculley. “A Apple ainda está sozinha no topo”, disse ele.

**

Homem Digital I  Facebook lança sistema para melhorar anúncios na web   (29/09/14)

O Facebook anunciou hoje sua nova plataforma chamada Atlas. Com ela, anunciantes podem encontrar público alvo entre desktops e mobile, diz a empresa

São Paulo – O Facebook apresentou hoje uma nova ferramenta voltada ao mercado de anunciantes. Chamada de Atlas, ela chega para integrar rastreamento e melhorar a eficácia de anúncios em desktops e dispositivos mobile.

De acordo com o Facebook, a prática mais comum até agora, o uso de cookies, é falha. Ela não é tão eficaz em computadores e menos ainda em mobile.

Para isso, a empresa apresentou uma melhor maneira de se analisar quais anúncios um internauta viu e quais deles funcionaram. Não é surpresa nenhuma que essa nova ferramenta use dados coletados com a rede social Facebook.

O Atlas foi comprado da Microsoft no ano passado. A tecnologia usa perfis do Facebook, em parceria com cookies, para analisar e reunir dados de anúncios na internet.

O primeiro passo para que a plataforma fosse lançada foi dado pelo Facebook há alguns meses. Em junho, a empresa passou a reunir o histórico de navegação de um usuário da rede, mesmo quando ele navegasse fora do Facebook

Por enquanto, o Facebook venderá o Atlas como uma ferramenta para análise de eficácia de marketing. De acordo com a empresa, no entanto, no futuro o Atlas pode servir como um espaço para que anunciantes publiquem seus conteúdos.

As propagandas não seriam exibidas somente em páginas da rede social. Um exemplo é que com a integração com smartphones e tablets, um aplicativo que tenha espaço para anúncios poderia usar os dados do Atlas para saber qual propaganda funcionaria bem ali. []

**

Homem Digital I  Smartwatches: descubra o que os novos relógios inteligentes podem fazer   (22/09/14)

A Apple aprensentou na terça-feira (9), a o tão esperado Apple Watch, relógio inteligente integrado com o sistema operacional iOS e com a assistente virtual  Siri. Porém, antes do relógio da Apple, outros wearables com Android Wear já estavam disponíveis no mercado há um tempo, como o Samsung Gear Live, LG G Watch e Moto 360. Mas afinal, para que servem os smartwatches? 

 

Relógio da Apple tem visual arrojado (Foto: Divulgação)

Os relógios inteligentes funcionam, a princípio, como uma extensão do smartphone. A integração é feita via Bluetooth e oferece  praticidade ao usuário para acessar informações e aplicativos, além de permitir a leitura e o envio de e-mails e SMS.

Tanto os gadgets Android, quanto o Apple Watch, possuem aplicativos que  trazem informações sobre trânsito e localização. Eles também permitem a  comunicação com contatos, controlar música, emitir comandos de voz,  configurar alarmes e o calendário, receber notificações e ver a previsão do tempo. O auxiliar pessoal dos relógios do Android Wear, o Google Now, mostra até o seu cartão de embarque assim que você chega dentro do aeroporto.

Android Wear tem várias opções de apps (Foto: Divulgação)

A tendência agora é que o aparelho passe a ganhar cada vez mais  autonomia do smartphone e consiga efetuar funções sem seu apoio. Por  isso alguns modelos mais recentes já buscam essa independência: o  Apple Watch permite ao usuário atender uma chamada telefônica sem tirar o  iPhone do bolso e o Gear S, da Samsung, possui entrada para cartão SIM,  efetuando chamadas telefônicas próprias.

Muitos dos aparelhos ainda não estão disponíveis no Brasil e nem tem previsão de lançamento por aqui, como é o caso do Apple Watch e do LG G Watch. Já o Moto 360 e o Gear S devem chegar nos próximos meses, mas ainda sem preço confirmado. O importante é que cada vez mais esses gadgets estarão evoluindo e presentes em nossas rotinas.

 **

Homem Digital I  Funcionários do Google vivem na sede da empresa para evitar gastos   (13/09/14)

Com benefícios como comida grátis e academia, funcionários do Google passam semanas vivendo na sede da empresa em Mountain View, na Califórnia (EUA), para evitar despesas como água, luz e aluguel.

Em publicação no Quora, um site de perguntas e respostas, o ex-designer do Google Brandon Oxedine disse que morou na sede durante três meses em 2013.

"Estava em uma situação única em que trabalhava no Google, onde tive chuveiros e alimentos que foram muito convenientes para mim", escreveu o internauta no site, dizendo ser funcionário do Google.

Em outra resposta, uma internauta que relata ter conhecido um colaborador da empresa disse que o funcionário morou na sede durante anos.

"[Um] homem viveu na sede durante dois ou três anos. Ele tomava banho na academia e lavava a sua roupa no campus. Comia todas as refeições que conseguia. Depois disso, ele havia economizado dinheiro suficiente para comprar uma casa".

Já o usuário Ben Discoe, que se diz programador da empresa, disse que somente uma vez durante os 13 meses em que morou na sede da empresa foi questionado por um segurança. Discoe respondeu que era funcionário e o segurança nunca mais voltou. [David Paul Morris/Bloomberg]

**

Homem Digital I Sony desiste do mercado de PCs e anuncia 5 mil demissões    (06/02/14)

A Sony desistiu do mercado de PCs e resolveu vender toda a unidade Vaio ao fundo de investimentos Japan Industrial Partners (JIP), o que acarretará na demissão de 5 mil pessoas - 3,5 mil só no exterior - até março de 2015.

Embora a Sony não tenha revelado a quantia a ser paga pela JIP, fala-se que o acordo gira em torno de algo entre 40 e 50 bilhões de ienes. Tal negociação deve fazer com que o grupo economize mais de US$ 1 bilhão por ano e permitirá dar um foco maior ao setor móvel.

Conforme noticiado pela AFP, a companhia reduziu drasticamente suas previsões financeiras para o ano fiscal que será encerrado em 31 de março. Se antes acreditava que lucraria 30 bilhões de ienes, agora a Sony espera ter prejuízo de 110 bilhões de ienes (o equivalente a US$ 1,08 bilhão).
Isso contando que, nos primeiros nove meses de exercício - entre 1 de abril e 31 de dezembro -, foram lucrados 11,17 bilhões de ienes, ou quase US$ 110 milhões.

**

Homem Digital I Maior erro do Google foi não prever sucesso de redes sociais     (30/12/13)

Em um vídeo de previsões para 2014 da Bloomberg TV, o presidente do Conselho do Google Eric Schmidt admitiu que seu maior erro foi não ter "antecipado o sucesso das redes sociais", mas disse que isso não vai acontecer novamente.

Eric Schmidt : para o ano que vem, o executivo acredita que o uso de dispositivos móveis será um fenômeno predominante

A justificativa de Schmidt é que o Google estava trabalhando em diversas outras coisas. Atualmente, o foco da empresa nesse segmento está concentrado no Google +, que ainda tem menos interações do que o Facebook ou o Twitter.

Para o ano que vem, o executivo acredita que o uso de dispositivos móveis será um fenômeno predominante. “Todo mundo terá um smartphone. A tendência do mobile estava vencendo, e agora venceu”, afirmou.

Ele também comentou sobre os avanços na saúde, segmento em que o Google passou a investir em 2013. "Ainda não sabemos o que vai acontecer na área da genética", disse o Schmidt. O avanço no sequenciamento genético e a possibilidade de ter dados genéticos personalizados "vão ajudar descobertas de tratamento e diagnósticos de câncer durante o próximo ano".

Schmidt também comentou a importância da análise de Big Data e do uso de inteligência máquina-para -máquina como base para novos serviços e a forma como essas informações podem mudar "todos os negócios globalmente".

Além disso, o Google têm investido em tecnologias vestíveis, como o Google Glass, e em robótica, áreas em que a empresa pode apresentar novidades nos próximos anos.

Confira abaixo o vídeo de Eric Schmidt com as previsões para 2014, em inglês.

 

**

Homem Digital I iPad mini Retina chega nesta sexta-feira junto com iPad Air     (05/12/13)

Além do iPad Air, a Apple lança no Brasil, nesta sexta-feira, o iPad mini Retina, a versão mais recente de seu tablet de 7,9 polegadas. A informação foi confirmada no Twitter pela rede de lojas iPlace (veja uma tabela com os prováveis preços na segunda parte deste texto).

Até esta madrugada, ainda havia dúvida sobre a chegada do iPad mini Retina ao Brasil. Lojas como Ponto Frio, Saraiva e Extra já haviam confirmado o lançamento do iPad Air no país. Mas nenhuma delas mencionou o iPad mini Retina. Sabemos, agora, que só as revendas premium da Apple, como a iPlace, vão vender esse tablet. 

A provável razão para isso é a escassez do produto. Nos Estados Unidos, nos primeiros dez dias depois do lançamento, em novembro, o iPad mini era encontrado só na loja online da Apple. Rumores indicam que os fornecedores da Apple na Ásia tiveram dificuldade com a tela Retina do mini, o que limitou o volume de produção.

Esse tablet deve ser oferecido, também, na loja online da Apple e, futuramente, na loja física que a empresa está montando no Rio de Janeiro. Essa loja, no VillageMall, na Barra da Tijuca, será a primeira Apple Store no Brasil. A previsão é que seja inaugurada até março.

Além de ter tela Retina, de alta resolução, o iPad mini Retina se diferencia de seu antecessor por ter hardware muito mais potente. Ele emprega o processador A7, o mesmo do iPhone 5s e do iPad Air. O iPad mini original usa o A5, mesmo processador do iPad 2.

O iPad mini Retina também inclui o M7, o chip da Apple que processa informações de posição e movimento. Seu uso permite poupar o processador principal, o que reduz o consumo de energia, prolongando a vida da bateria. Segundo a empresa, ele trabalha até 10 horas navegando na web sem recarga.

Outra novidade é que, diferentemente da geração anterior, tanto o iPad mini Retina como o iPad Air têm opção de conexão 4G compatível com as redes celulares brasileiras. 

Nenhuma loja publicou preços dos novos tablets da Apple. O site MacMagazine obteve uma tabela de preços não oficial, supostamente fornecida por alguma revenda. Ainda não sabemos se esses preços estão corretos. Confira:

Em comparação com os preços americanos, os valores divulgados pela MacMagazine são entre 27% e 58% maiores. A diferença é maior nos modelos mais baratos. Mas esses preços, se confirmados, serão até razoáveis em comparação com os dos novos modelos do iPhone, chegam a custar até 90% mais no Brasil que nos Estados Unidos. 

Uma dúvida que persiste é sobre o lançamento, no Brasil, das versões do iPad Air e do iPad mini com 128 GB de memória. Esses modelos não aparecem na tabela de preços da MacMagazine. Como a Apple não vendeu, aqui, o iPad 4 com 128 GB, é possível que aconteça o mesmo com o iPad Air e o iPad mini.

Com o lançamento do iPad Air, o iPad 4 deve deixar de ser vendido. Já o iPad 2 e o iPad mini original vão continuar à venda como opções mais baratas.

Maurício Grego, de

**

Homem Digital I Tudo se move no relógio de pulso Visus – exceto os ponteiros      (29/11/13)

Normalmente, em um relógio, são os ponteiros de hora e minuto que fazem a viagem de 360 graus. Mas neste inovador relógio de pulso Visus, da Mykonos Design, ambos ficam parados – são os números que se movem.

Os cículos das horas, minutos e segundos giram constantemente. Então, para saber as horas, você precisa ver quais números estão acima da linha vermelha. Por exemplo, o modelo preto do lado esquerdo indica um horário por volta de 2h22, enquanto a versão branco marca 2h34.

Ambos estão disponíveis por US$ 50, o que não é tão caro. Quando você tiver dificuldade em saber as horas com ele, o arrependimento não vai ser tão grande. [AHAlife via The Awesomer]   Andrew Liszewski - Gizmodo Brasil

**

Homem Digital I Android está perto de ultrapassar iPad no mercado de tablets  (03/06/13)

Quem acompanha o mercado de tablets não vai se surpreender. A participação da Apple, que era próxima de 100% em 2010, vem caindo continuamente. Agora, chegou o momento de os tablets com Android superarem o iPad em vendas, afirma a ABI Research.

“É inevitável que os tablets com Android ultrapassem a linha iPad, ainda que não vejamos nenhum fabricante que, individualmente, possa ameaçar a liderança da Apple”, diz Jeff Orr, diretor da ABI, num comunicado da empresa. 

O iPad mini deverá ser o tablet mais vendido pela Apple já neste trimestre

Nas contas da ABI, a Apple fechou o primeiro trimestre com cerca de 50% do mercado de tablets. Mas o maior crescimento acontece na faixa de aparelhos baratos (até 200 dólares no mercado internacional) com tela de 7 polegadas. E quase todos os tablets nessa faixa rodam Android. 

“Agora que os tablets já estão disponíveis comercialmente há mais de quatro anos, o mercado cresce movido pelo baixo custo, que vem colocando esses dispositivos ao alcance de mais pessoas”, diz Orr. 

A ABI observa que tanto o preço médio dos tablets como seu tamanho vêm caindo. Esse movimento se acentuou no ano passado. “Em vez de desalojar a Apple da faixa de dispositivos de 10 polegadas, os fabricantes encontraram um segmento que eles podiam conquistar – o dos tablets de 7 polegadas”, diz a ABI. 

A resposta da Apple, o iPad mini, fez sucesso e acabou afetando as vendas do modelo maior, que é mais lucrativo para a empresa. A ABI estima que 49% dos tablets vendidos pela Apple no primeiro trimestre são iPad mini.

Esse modelo foi responsável por 39% da receita da empresa com tablets. Para Orr, o iPad mini deve se tornar o modelo mais vendido da Apple neste trimestre. Maurício Grego, de

**

Homem Digital I Amazon fecha acordo com editoras e chega ao Brasil até dezembro   (13/11/12)

Fontes do mercado editorial confirmam a iminência do fechamento do acordo  entre a Amazon.com com a distribuidora de livros digitais DLD, que engloba as  editoras Rocco, Sextante, Objetiva e Record.

O acordo, que vem sendo costurado há mais de um ano entre as editoras e a  maior varejista on-line do mundo, deverá ser assinado em breve — ainda este mês — e prevê a estreia da operação da Amazon no Brasil entre o final de novembro e  a primeira quinzena de dezembro.

A princípio, a livraria fundada por Jeff Bezos venderá no Brasil seu leitor  Kindle e títulos de ebooks. A Amazon anuncia em seu site oficial que está abrindo 15 vagas de trabalho em São Paulo.

Segundo a Reuters apurou há alguns meses, a potência americana do e-commerce  deve oferecer um catálogo de dez mil livros digitais em português para o Kindle.  A estratégia 100% digital permitiria à varejista minimizar custos no país.

— O Brasil seria o primeiro país em que a Amazon entra apenas com produtos  digitais, e essa decisão foi tomada por motivos logísticos e dificuldades  tributárias — disse então à agência uma fonte da indústria.

A Amazon é a mais recente empresa americana a buscar uma fatia do mercado de  e-commerce brasileiro de US$ 10,5 bilhões. Espera-se que o segmento cresça 25%  neste ano, impulsionado pelo aumento da classe média do país. Essa seria a mais  recente incursão da Amazon em mercados emergentes, após seu ingresso na China,  em 2004, e na Índia, neste ano.

Para adquirir fatia de mercado rapidamente no Brasil, a Amazon provavelmente  venderá o Kindle a um preço subsidiado de R$ 500 (US$ 239) — três vezes mais  caro que nos Estados Unidos, mas abaixo de produtos rivais no mercado  brasileiro, disse a agência. IDG NOW!

**

Homem Digital I Óculos do Google terão modo automático para fotos, diz Sergey Brin   (28/07/12)

O cofundador do Google Sergey Brin revelou detalhes das especificações dos óculos da empresa, que devem chegar ao mercado em 2014.

Sergey Brin, cofundador do Google, utiliza os óculos da empresa durante evento

Em um e-mail privado enviado a desenvolvedores, Brin revelou que pretende incluir uma função que permitirá ao produto tirar fotos automaticamente a cada 10 segundos.

O cofundador afirmou que testou este novo modo durante uma viagem (veja imagem a seguir) e que os óculos enviaram todas as fotos para sua conta no Google+.

A imagem possui uma resolução baixa, de 512 x 384 pixels (menor que um megapixel), porém acredita-se que esta não seja a capacidade total do Google Glass. É possível que este novo modo utilize resoluções mais baixas para não causar problemas de armazenagem.

“Iniciamos o Project Glass acreditando que, ao trazer a tecnologia para mais perto, poderíamos deixá-la também mais longe. Isto porque, seja viajando, fazendo trilhas ou brincando com seus filhos, os óculos permitirão que você aproveite e compartilhe seus momentos sem necessariamente estar amarrado à tecnologia”, afirmou Brin.

Os primeiros óculos serão enviados aos desenvolvedores em 2013 e para os consumidores finais os mesmos estarão disponíveis possivelmente em 2014. Durante a conferência Google I/O, a empresa revelou o preço do dispositivo em US$ 1,5 mil, porém não se sabe ainda qual será o valor cobrado para o varejo.

Photo-from-Glass

**

Homem Digital I Tablet Nexus 7 do Google esgota nas principais lojas de varejo nos EUA   (16/07/12)

Os consumidores que decidirem comprar o Nexus 7, primeiro tablet com a marca Google, a partir de hoje, terão que esperar. Lançado no mês passado, o Nexus 7 já está esgotado na maior parte das lojas de varejistas que começaram a vender o aparelho, como GameStop, Staples e Sam's Club. O produto, que concorre com o Kindle Fire (Amazon), é vendido nos EUA a partir de US$ 199.

O tablet começou a ser entregue pelas lojas de varejo que fizeram pré-venda na última sexta-feira (13). A partir de então, os varejistas e o site do próprio Google passaram a exibir um aviso de que o tablet está esgotado. Segundo o site Cnet, algumas lojas de varejo online não mostram nenhuma previsão de entrega, enquanto outros afirmam que, ao comprar hoje, o tablet será entregue num prazo máximo de duas semanas.

O Nexus 7 vem com a nova versão do Android, 4.0 ou Jelly Bean, além de tela de 7 polegadas com resolução de 1.280 x 800 pixels, processador Tegra 3 com quatro núcleos e câmera frontal de 1.2 megapixels, para videoconferências. O produto é vendido em duas versões: com 8 GB e 16 GB de memória interna. Ele foi fabricado pela Asus em parceria com o Google.

**

Homem Digital I Hackers Heroes of the computer revolution: livro conta história dos heróis da revolução tecnológica  (18/03/12)

Com o título original Hackers: Heroes of the computer revolution, o livro de Steven Levy conta a história da tecnologia e da internet e de como o computador evoluiu para se tornar essa máquina tão fundamental na vida de todos nós. Considerado pela PC World como o melhor livro sobre tecnologia dos últimos vinte anos, Os Heróis da Revolução - Como Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill Gates, Mark Zuckerberg e outros mudaram para sempre as nossas vidas detalha, em 464 páginas, desde a cultura hacker dos anos 50 e 60 até as mídias sociais de hoje, mostrando os personagens principais desta revolução.

Baseado em mais de uma centena de entrevistas pessoais feitas pelo autor entre 1982 e 1983 (a primeira edição foi em 1984), o livro é um relato amplo das motivações, ideias, ocorrências, descobertas, das circunstâncias e relações daqueles que o autor chama de verdadeiros hackers ("artistas brilhantes que foram capazes de enxergar como o computador é uma ferramenta revolucionária").

O livro fala das ideias e do trabalho de pessoas como Richard Greenblatt e Bill Gosper (fundadores da comunidade hacker), Lee Felsenstein (fundamental para o desenvolvimento do computador pessoal), John Harris (programador, criador de clássicos games do Atari), Richard Stallman (o "último dos verdadeiros hackers") e dezenas de outros. E se o subtítulo da edição brasileira fala em Steve Wozniak, Jobs (visionário não hacker, diz o livro), Bill Gates e Marck Zuckerberg, é certamente para tornar mais familiar o universo tratado.

Levy aborda todas as gerações de hackers e seus feitos - mas não espere histórias de invasões, roubos e defacements: trata-se da invenção das primeiras máquinas e redes, do seu uso inicial para defesa, o surgimento dos PCs, os games e seu mundo de interatividade e o advento da web 2.0. "O tipo de hacker sobre o qual eu escrevi era motivado pelo desejo de aprender e construir, não roubar e destruir", disse o autor em artigo publicado na revista Wired em abril de 2010, quando completaram-se 25 anos da publicação do livro e ele revisitou a obra, inclusive conversando novamente com alguns dos entrevistados. O artigo integra esta edição brasileira, reproduzido no Posfácio.

A apresentação dos hackers como os verdadeiros motores criativos, como gênios que se arriscam pelo bem de todos, querendo inovar e melhorar - em contraponto à noção de que são todos criminosos socialmente inábeis com motivos escusos - permeia o livro. "Por trás da inventividade, encontrei algo ainda mais maravilhoso - os verdadeiros hackers, não importa onde ou quando surjam, compartilham um conjunto de valores que se tornou um credo para a era da informação. Tentei codificar aquele código tácito deles em uma série de princípios que chamei de a Ética Hacker. Espero que essas ideias - particularmente a crença hacker de que 'A Informação Deve Ser Livre' - possam ajudar as pessoas a olhar para os hackers sob uma luz diferente", diz Levyi.

O autor Steven Levy é jornalista, escreve há mais de 30 anos sobre tecnologia, publica artigos nas revistas Wired, Harper's, Macworld, New Yorker, New York Times Magazine, Premiere e Rolling Stones e foi editor  de tecnologia na NewsWeek. Já recebeu diversos prêmios, é graduado pela Temple University e tem mestrado em literatura pela universidade Penn State.

Seu último livro, In The Plex: How Google Thinks, Works, and Shapes Our Lives (Google a Biografia: Como o Google, Pensa, Trabalha e Molda Nossas Vidas na edição brasileira)é um mergulho no universo do Google e no seu funcionamento e foi lançado no ano passado. Nascido em 1951, Levy vive hoje em Nova York com a mulher, a jornalista e autora Teresa Carpenter, e um filho.

O livro Título - Os Heróis da Revolução: Como Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill Gates, Mark Zuckerberg e outros mudaram para sempre as nossas vidas Autor - Steven Levy Editora - Évora Preço sugerido: R$ 59,90 Páginas - 464

Steve Jobs - Como engenheiro, Jobs era medíocre; seu ponto forte era (...) ver como os computadores podiam ser úteis além do sonhado por hackers puros como Steve Wozniak. Era também esperto o bastante para entender que um rapaz de 22 anos, sempre vestido de jeans e descalço não era a pessoa adequada para gerenciar uma grande empresa de computadores;(...) contrataria um executivo de alta linhagem, bem remunerado para gerenciar a Apple.

Stephen "Woz" Wozniak-  Construiu a Apple Computer para o seu prazer e dos seus amigos. (...)venceu um concurso de ciências aos 13 anos por construir uma máquina ao estilo de um computador que podia somar e subtrair. Alan Baum, seu colega na Homestead High School, lembra: "Eu vi o cara rabiscando uns diagramas em uma folha de papel. Eu disse: 'O que é isso?'. Ele respondeu: 'Estou projetando um computador'. Ele ensinou a si mesmo como fazer aquilo".

Bill Gates - Se ele fosse adolescente de novo, seria hacker biológico: "Criar vida artificial com a síntese de DNA. É algo equivalente a programar em linguagem de máquina", diz Gates, cujo trabalho à frente da Bill and Melinda Foundation o levou a se tornar um expert autodidata em doenças e imunologia.

 

Lee Felsenstein - Ele e os hackers de hardware desde Albuquerque até a Bay Area. O feliz subproduto das ações deles foi a indústria dos computadores pessoais, que levou a mágica a milhões de pessoas. "A tecnologia tem que ser considerada mais do que somente as peças inanimadas do hardware", afirma Felsenstein.

Marck Zuckerber - Ele é sempre acusado de ter virado as costas para os ideais dos hackers porque nega que outros sites tenham acesso às informações dadas pelos usuários do Facebook. Segundo ele, a verdade é justamente o oposto; sua empresa pega carona  e constrói em cima do livre fluxo da informação. "De tudo o que leio, essa é de fato uma parte central da cultura hacker, como 'a informação quer ser livre' e todas essas coisas."

Richard Stallman - O que mais gostava no Laboratório de Inteligência Artificial no Tech Square era que "não havia obstáculos artificiais, coisas que insistiam em tornar difícil a realização de projetos, coisas como burocracia, segurança e a recusa de compartilhar conhecimento com os outros".

**

Homem Digital I Apple na mira de protestos contra maus-tratos de funcionários da Foxconn, na China  (09/02/12)

São Paulo – Grupos de manifestantes, reunidos através dos sites SumOfUs.org e Change.org estão planejando protestos globais em Apple Stores, informa a CNNMoney. O motivo seria recentes acusações de maus-tratos e más condições de trabalho enfrentadas pelos  maior fornecedora da Apple, na China.

Manifestantes pretendem ir para lojas da Apple em diversas cidades do mundo para protestar contra maus-tratos na China

A realização da manifestação acontece duas semanas depois que Mark Shields, ativista do Change.org que se descreve como “usuário da Apple”, colocou no ar petição que já conta com mais de 200 mil assinaturas. No documento, solicita-se que a empresa, liderada por Tim Cook, desenvolva estratégias de proteção aos trabalhadores que prestam serviço para a companhia.

Já na petição do SumOfUs.org, o grupo fala em “iPhone ético” e pede que Cook examine com cuidado as condições de trabalho dos funcionários de seus fornecedores.De acordo com as informações da CNNMoney, protestos são esperados para acontecer hoje em grandes lojas da Apple espalhadas por cidades como Nova York, São Francisco, Washington, Londres, Sidney e Bangalore.

As condições de trabalhadores em fábricas chinesas, responsáveis pela produção de peças para praticamente todas as grandes companhias de tecnologia do planeta, não são nada novas. A Foxconn, inclusive, enfrenta há meses denúncias de maus-tratos e ameaças de suicídios coletivos por parte de seus funcionários.

Em janeiro deste ano, o New York Times publicou uma reportagem investigativa na qual expõe, em detalhes, a situação dos funcionários da Foxconn. Uma mulher ouvida pela equipe contou que ganha menos de um dólar por hora para fabricar os amados, e caríssimos, gadgets da Apple. Gabriela Ruic - exame

**

Homem Digital ITrabalhar no Google é mais difícil do que entrar na USP  (23/11/11)

O presidente do gigante de buscas no Brasil, Fábio Coelho, fala sobre o crescimento no país, a altíssima concorrência por uma vaga na companhia e os planos para 2012

A concorrência para o programa de estágio deste ano, por exemplo, foi de 164 candidatos por vaga – o triplo da registrada pela carreira mais procurada na USP, engenharia civil

O ano de 2011 foi especial para o Google Brasil. Entre os dez maiores nichos do gigante de buscas no planeta, o mercado nacional é o que mais cresce. Simultaneamente, o QG brasileiro aumentou em um terço o número de funcionários no país. Hoje, quase 500 profissionais dividem tarefas em dois escritórios, em São Paulo e Belo Horizonte.

Para entrar para o time, contudo, a tarefa não é nada fácil: a concorrência para o programa de estágio deste ano, por exemplo, foi de 164 candidatos por vaga – o triplo da registrada pela carreira mais procurada na Universidade de São Paulo (USP), engenharia civil, de São Carlos.

Desde fevereiro, o escritório brasileiro é comandado por Fabio Coelho, engenheiro civil de 47 anos, que, depois de passar por importantes empresas de tecnologia como AT&T e BellSouth, tem duas missões fundamentais à frente do gigante de buscas: manter o alto nível dos serviços oferecidos e o foco em duas redes sociais da empresa, Orkut e Google+. “O Orkut é um produto valioso, mas quem decide seu futuro será seu fiel escudeiro, o usuário”, afirma. Do escritório do Google em São Paulo, Coelho falou com o site de VEJA.

Veja - No início de 2011, o Google revelou que iria recrutar mais profissionais. O que motivou a criação dos postos?

Crescimento vertiginoso. Há alguns anos, o Brasil já faz parte dos dez maiores mercados do Google no mundo e, nesta faixa de países, é a nação que mais cresce. Logo, foi um ano especial. Conseguimos contratar, em menos de doze meses, mais de 125 funcionários. Hoje, já contamos com quase 500 profissionais nas duas sedes em São Paulo e Belo Horizonte. Nosso programa de estagiários, neste ano, foi superconcorrido: 4.100 pessoas disputaram 25 vagas. E, até o fim de 2011, temos sete postos de trabalhos ainda abertos.

Veja - Qual é o perfil do profissional que trabalha no Google?

Buscamos pessoas com altíssimo desempenho acadêmico, de culturas diversas, que tenham conhecimento em outros idiomas e experiência relativa ao serviço que será prestado ao Google. Procuramos também profissionais engajados e apaixonados por outras atividades, como atletas ou músicos. Queremos pessoas com apetite por realizações.

Veja - Como é sua rotina no Google? Sua agenda é definida pela sede, em Mountain View (EUA)?

Diariamente, começo o trabalho às 8h, com reuniões de 30 minutos para avaliar métricas e acompanhar execuções de diversos setores da empresa. Duas vezes por semana participo também de videoconferências com a matriz nos Estados Unidos para apresentar uma visão mais estruturada do negócio no país. Não podemos perder muito tempo com longas reuniões, mas ultimamente resolvemos problemas usando recursos do próprio Google, como o Hangout (chat em vídeo presente no Google+). Mas tenho também a função imprescindível de visitar clientes para evangelizar a empresa e mostrar como o Google pode ajudar outras corporações.

Veja - O Google vai mesmo manter o Orkut?

O Orkut é um produto valioso para o Google Brasil, mas quem decide seu futuro será seu fiel escudeiro, o usuário. Desde a criação da rede, em 2004, seus cadastrados mostram que a rede social tem relevância – e sua sobrevivência é garantida a partir do valor que é dado a ela. Recentemente, revelamos inúmeras inovações ao produto, como a interface de comunidades – espaços altamente interativos –, que começam a ser modificadas paulatinamente.

Veja - Em inúmeras oportunidades, profissionais do Google afirmaram que o Google+ não é uma rede social. Então, o que ele é?

Não consideramos o Google+ uma rede social. É simplesmente um importante projeto da empresa que mostra como o Google se preocupa com a web social. É um serviço que cruza toda a internet e os próprios recursos da empresa, como Gmail, Google Reader e YouTube. O mercado vai absorver, aos poucos, o projeto em sua totalidade: anúncios, conteúdo, informação, relacionamento e rede de buscas já são funções que são modificadas a partir do uso do Google+.

Veja - Como o Google+ e Orkut podem coexistir?

São duas plataformas com perfis diferentes de usuários. Não duvido que, nos próximos meses, apareçam recursos do Google+ no Orkut.

Veja - É um privilégio ou uma grande dor de cabeça ter as duas redes?

É ótimo. Os dois projetos mostram que o Google tem, nas mãos, o presente e o futuro da web. Temos 45 milhões de usuários no Orkut. Ele é lucrativo, tem anúncios e disperta o interesse do mercado publicitário.

Veja - Por que o Orkut não conseguiu conter o avanço do Facebook?

O Google não quer controlar o avanço do Facebook. O Orkut já amadureceu no país: tem uma base muito fiel de usuário. A maior prova disso é que nossa rede social cresce proporcionalmente ao número de usuários de internet no Brasil. Já o Facebook exerce um encantamento nos brasileiros por ser uma plataforma relativamente nova no país, mas dados de empresas de métricas comprovam o uso concomitante dos dois sites. O Facebook ainda não amadureceu no Brasil. O que me interessa, no futuro, é até onde vai o ciclo de crescimento dessas redes.

Veja - Qual será a prioridade do Google Brasil para 2012?

Aperfeiçoar o que já fizemos em 2011 e desenvolver ainda mais setor social, móvel e vídeo. Não teremos o mesmo ritmo de contratação deste ano – que foi espetacular –, mas contrataremos um novo grupo de funcionários para fazer parte do Google no Brasil.

Rafael Sbarai, de

**

Homem Digital I Veja quem ganha e quem perde com o acordo Google-Motorola  (16/08/11)

Microsoft, Nokia, Research in Motion --fabricante do BlackBerry-- e o setor de TV a cabo estão emergindo como possíveis ganhadores depois que o Google anunciou, nesta segunda-feira, a aquisição da Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões de dólares.

Se outros fabricantes de celulares decidirem abandonar o sistema operacional Google Android, Nokia e RIM se beneficiariam.

As companhias de TV paga poderiam ter muito a ganhar caso o Google, que controlará a fabricação de decodificadores Motorola, modere suas iniciativas que perturbam o setor --como o YouTube.

Enquanto isso, é improvável que a transação tenha impacto sobre os esforços da Apple para conquistar corações e mentes entre os usuários de celulares inteligentes, disseram analistas. Agora que o Google se tornará seu concorrente direto, a empresa poderá abandonar certos produtos do Google que utiliza em seus aparelhos.

MICROSOFT

A Microsoft pode se beneficiar se os fabricantes começarem a procurar por alternativas de software ao Android, disse Shaun Collins, analista da CCS Insight, apesar de clientes mostrarem poucos sinais de interesse nas tentativas da gigante de softwares de entrar no mercado de telefonia móvel.

Mas o acordo coloca a Microsoft diretamente em conflito legal com o Google sobre patentes do Android, já que a Microsoft e a Motorola já travam algumas disputas judiciais sobre propriedade intelectual.

A Microsoft também pode se sentir pressionada para achar alvos de compra, como a HTC, disse Al Hilwa, diretor de programas da IDC.

NOKIA

As ações da Nokia chegaram a subir mais de 9% na segunda-feira, à medida que a oferta do Google pela Motorola recolocou em circulação especulações sobre uma oferta pela companhia finlandesa, que alguns meses atrás decidiu adotar o Windows Phone como sistema operacional de seus novos celulares.

A Nokia não comentou sobre os boatos.

RIM

A Research in Motion, fabricante do BlackBerry, está perdendo o firme domínio que exercia sobre a telefonia móvel empresarial, por efeito de aparelhos como iPhone e iPad, e em certa medida também dos celulares equipados com o Android.

Suas ações caíram em quase 60% neste ano, já que a empresa não alcançou suas previsões de lucro, atrasou uma nova linha de aparelhos celulares e não empolgou o consumidor com seu tablet PlayBook.

Além disso, uma integração mais estreita entre o software Android e o hardware Motorola pode "representar pressão adicional pelo sucesso da nova linha de modelos com software QNX que a RIM vai lançar", escreveu Mike Abramsky, analista da RBC Capital Markets.

APPLE

Os analistas não creem que a aquisição mude muito o cenário para a Apple na telefonia móvel, porque o Google já tinha tentado ingressar no setor por meio do celular Nexus, em parceria com o grupo taiwanês HTC.

Os consumidores receberam friamente o Nexus, que não ofereceu grande desafio ao iPhone.

Uma reação imediata da Apple pode ser deixar de utilizar em seus produtos, como iPhone e iPad, alguns serviços do Google, como mapas e sistema de buscas.

TV A CABO

O Google há muito é visto como fonte de possível perturbação para a TV paga, primeiro com o YouTube e depois com o Google TV, ainda que nenhum dos dois tenha exercido o impacto negativo previsto sobre o setor.

Com a aquisição, o Google vai se tornar um dos maiores fornecedores do setor de TV a cabo. Mesmo que os decodificadores físicos desapareçam, o software de cifragem e acesso condicional da Motorola continuará importante para o setor.

DA REUTERS, EM NOVA YORK

**

Homem Digital I Heineken mostra na web como entrar em uma festa (17/01/11)

O "homem mais interessante do mundo" cumpriu o seu papel. Bem, na verdade não (isso é impossível), mas a campanha da Heineken, "The Entrance", criada pela Wieden & Kennedy, liderou as paradas virais na semana com mais de dois milhões de visualizações.

1º Lugar

Campanha: The Entrance

Marca: Heineken

Agência: Wieden & Kennedy

Visualizações: 2,084,195

Michael Learmonth (Advertisng Age)

Comentar

Você precisa ser um membro de universomovie para adicionar comentários!

Entrar em universomovie

Badge

Carregando...

U/Fashion Films

models.com

Holiday

coverholiday

Holiday magazine releases an all Scotland issue More...

Vídeos

  • Adicionar vídeo
  • Exibir todos

We are so Droeë

A Beauty In Its Time

Publication: Vogue Japan December 2014 Model: Guinevere van Seenus Photographer: Marcus Ohlsson Make-up: Fredrik Stambro

fashion editorials.com

Editorial Exclusive : Veronika V(Wilhelmina LA) by Ted Emmons for FE!

Photographer: Ted Emmons @ 7 Artist Management  Stylist: Rafael Linares @ One Represents  Stylist Assistant: Frida Lofgren Manicurist: Karen Guiterrez @ Nailing Hollywood Mua: Brittany Meredith Hair: Sal Salcedo Model: Veronika V. @ Wilhelmina  

Smile

Kati Nescher, Alessandra Ambrosio & Edita Vilkeviciute in Vogue Spain November 2014 by Alexi Lubomirski


Triple beauties Edita Vilkeviciute, Alessandra Ambrosio & Kati Nescher sit pretty with natural set make-up and dressed in attire by the fall collection by Christian Dior for the November issue of Vogue Spain, with photography by Alexi Lubomirski.


Geral Cinema

'Big Hero 6' explora amor japonês por animações em Festival de Tóquio renovado

Foto: Mario Anzuoni/Reuters
Os personagens de animê japoneses Hello Kitty e Doraemon exibiram seus dotes no tapete vermelho nesta quinta-feira, quando a animação da Disney Operação Big Hero 6 deu a largada no Festival de Tóquio, de cara nova e investindo no amor dos japoneses por animações....

© 2014   Criado por universomovie.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço