creativity never sleeps
Companhia japonesa compra participação da parceira sueca. A partir de agora, divisão passa a se chamar Sony Mobile Communications
Smartphone Sony Ericsson Xperia Arc S
A fabricante japonesa Sony finalizou nesta quinta-feira a compra da marca Sony Ericsson, até então mantida em parceria com a sueca Ericsson – especializada em telecomunicações. De acordo com a companhia, o valor total da transação, que acabou com uma parceria de mais de 10 anos, foi de 1,47 bilhão de dólares. A aquisição também terá impacto no nome da divisão de dispositivos móveis, que passa a se chamar Sony Mobile Communications.
“Nossos esforços estão voltados para a integração e convergência da área de telefonia móvel com outros eletrônicos, como smartphones, tablets, TVs e computadores”, afirmou a companhia em comunicado oficial. Todas as patentes da divisão devem ficar nas mãos da Sony. Aquelas que forem exclusivas da Ericsson poderão ser utilizadas a partir de uma licença especial, já definida entre as partes.
Com a aquisição, aprovada pela Comissão Europeia em janeiro, a companhia japonesa ganha liberdade total para remodelar interfaces e revisar as estratégias para a comercialização de seus produtos. Atualmente, a grande aposta na linha de dispositivos móveis da empresa está na série Xperia, que utiliza o sistema operacional Android, do Google.
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Como a Nokia foi do céu ao inferno em dois anos (26/11/11)
Por enquanto, o lançamento de celulares com Windows não teve força para deter o declínio da Nokia
Com tela de 3,7 polegadas, o smartphone Lumia 800, da Nokia, tem quase o mesmo tamanho do iPhone
São Paulo – A Nokia ainda figura como a maior fabricante de celulares “convencionais” do mundo, mas, desde a chegada dos smartphones, vem perdendo a popularidade e, consequentemente, vendendo menos aparelhos.
No terceiro trimestre do ano, as vendas da Nokia caíram 13% em relação ao mesmo período do ano passado. O número de celulares comercializados despencou de 110,4 milhões para 106,6 milhões. No período, a companhia também acumulou prejuízo de 95 milhões de dólares. Um ano antes, havia somado lucro de 725 milhões de dólares.
Apesar de ainda estar no topo, com 23,9% de participação no mercado global de celulares, segundo dados da consultoria americana Gartner, o declínio tem sido inevitável e começou bem pouco tempo atrás. Há dois anos, a Nokia era líder absoluta com mais e 30% de participação e muita folga do segundo lugar no ranking.
Hoje, a Samsung, segunda no ranking, detém 17,8% do mercado mundial de celulares convencionais. Já no segmento de smartphones, pela primeira vez, a companhia coreana ultrapassou a Nokia e hoje mantém a liderança.
A verdade, dizem os analistas, é que a Nokia não conseguiu acompanhar com tanta perspicácia as transformações do mercado de celulares, como fez a Samsung e até mesmo a Apple. Veja, a seguir, 5 pontos fundamentais que levaram a Nokia do céu ao inferno em tão pouco tempo:
1 - Symbian envelheceu
A Nokia foi uma das empresas responsáveis pela criação do sistema operativo Symbian, ainda na década de 90. Em 2008, a companhia comprou as ações remanescentes da tecnologia por 410 milhões de reais, mas nada fez para modernizar a o sistema, que se tornou ultrapassado diante das novidades que surgiram no mercado de telefonia móvel
Em abril deste ano, a Nokia vendeu para Accenture o negócio e não revelou o valor da operação. A estratégia foi pouco compreendida pelo mercado, já que a Nokia é a única empresa que ainda utiliza o sistema.
2 – Pouca diversificação das tecnologias
Não há dúvidas que o mercado elegeu o sistema Android para ser o “Windows” da telefonia móvel. Segundo dados da Gartner. Em um ano, a participação do sistema mais que dobrou e a Nokia parece que ainda não compreendeu isso a preferência dos consumidores.
Na contramão do mercado, a companhia elegeu como sistema operacional o sistema do Windows e chegou a afirmar que a decisão foi baseada no fato de a companhia não ser apenas mais uma fabricante de celulares.
Em partes, ela estava certa, pois consegue se diferenciar das demais perdendo cada vez mais participação no mercado.
3 - Portfólio muito amplo
Quando Steve Jobs retornou à Apple na década de 90, uma de suas primeiras ações foi enxugar o número de produtos fabricados pela empresa. Embora a estratégia não seja exclusiva do fundador da companhia da maçã, ela faz muito sentindo, pois diminui custos.
A Nokia, no entanto, não compartilha da mesma linha de pensamento. A companhia possui um dos mais amplos portfólios de celulares do mundo, com mais de 100 modelos. Embora, a diversificação brilhe os olhos dos consumidores, gera um preço altíssimo e que não no final acaba não compensando para a companhia.
4 - Parceria com Microsoft
No início deste ano, a Nokia e a Microsoft firmaram uma parceria para que os smarphones rodassem com o Windows Phone 7. Não é claro para o mercado se existe alguma cláusula que obrigue a Nokia a operar apenas com o sistema Windows, mas até a gora a companhia não sinalizou que tem interesse em utilizar outros sistemas.
Na época, alguns especialistas deste mercado torceram o nariz para a parceria, pois limitaria a fabricante de celular operar com um sistema, que não é a preferência dos consumidores.
5 - Em smartphones, ela ficou para trás
Embora só tenha começado a sentir o peso dos concorrentes de dois anos pra cá, desde a chegada do iPhone, da Apple, em 2007, a Nokia vem ficando para trás quando o assunto é smartphone.
Com muito gabarito para a fabricação dos celulares convencionais, a companhia não conseguiu ter o mesmo glamour que suas principais concorrentes no segmento de celulares inteligentes. No último trimestre, a Nokia perdeu a liderança para a Samsung, segundo dados da Gartner.
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News Corporation vende MySpace por US$ 35 milhões (29/06/11)
Rede foi comprada pela Specific Media, que se associou com o artista Justin Timberlake para "reconstruir e revigorar" o site
A gigante das comunicações americana News Corporation vendeu a rede social MySpace à empresa Specific Media, que se associou com o artista Justin Timberlake para fechar uma operação avaliada em US$ 35 milhões (R$ 55 milhões), confirmaram nesta quarta-feira as duas partes das negociações.
Os novos donos do portal anunciaram em comunicado que têm a intenção de "reconstruir e revigorar o MySpace". "Há uma necessidade de um local onde os fãs possam interagir com seus artistas favoritos, ouvir músicas, assistir vídeos, compartilhar e descobrir coisas boas, e simplesmente estar conectados. O MySpace tem esse potencial", disse Timberlake, cantor e ator que, no ano passado, interpretou o papel de um executivo da concorrente Facebook no filme "A Rede Social".
Com a venda, a News Corporation deixa de controlar a rede social que adquiriu seis anos atrás por US$ 580 milhões (R$ 910 milhões), quando era a mais popular da internet. O valor de mercado caiu bastante devido à popularização da rede social concorrente Facebook.
O acordo com a Specific Media, companhia dedicada ao marketing online, põe fim a uma das fases menos bem-sucedidas da história da News Corporation, que estava há algum tempo buscando um comprador para o site. A mudança de proprietários provocou nesta quarta-feira o início de um processo de demissões anunciado em janeiro, que afetará cerca da metade dos 500 funcionários do MySpace.
O diretor-executivo da rede social, Mike Jones, anunciou em um memorando interno que abandonaria a empresa nos próximos dois meses. Há dois anos, quando o Facebook superou o MySpace, este último contava com 1,4 mil funcionários.
A News Corporation adquiriu o MySpace em 2005 num momento em que a rede social tinha 20 milhões de usuários nos EUA e conseguiu elevar esse número para mais de 76 milhões em outubro de 2008, mas a emergência de novos concorrentes acabou prejudicando o sucesso do MySpace.
Essa rede social conta ainda com 35 milhões de usuários nos EUA, um número muito inferior aos 157 milhões do Facebook no país, segundo dados da ComScore. Calcula-se que o MySpace ganhará cerca de US$ 180 milhões em publicidade em 2011, uma quantia quase três vezes menor que os US$ 605 milhões que obteve em seus melhores momentos.
Nos últimos dois anos, a News Corporation buscou concorrer firme com o Facebook, mas saiu derrotada da batalha, o que motivou a redefinição do MySpace em outubro de 2010, tornando-se uma plataforma centrada exclusivamente na promoção de conteúdos audiovisuais e de entretenimento que poderia ser vinculada a outras redes sociais, como o Facebook. EFE |
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Eduardo Saverin, brasileiro cofundador do Facebook, lidera aporte de US$ 8 mi em startup (21/01/11)
SÃO PAULO – Eduardo Saverin, brasileiro que fundou junto com Mark Zuckerberg o Facebook, é o principal investidor da startup Qwiki, espécie de enciclopédia online interativa, vencedora do último TechCrunch Disrupt.
Saverin, que recentemente passou a ser considerado o 10º homem mais rico do Brasil (detém 5% das ações do Facebook, fatia que hoje vale US$ 2,5 bilhões), se juntou a outros investidores, entre eles Jawed Karim, cofundador do YouTube, Pradeep Sindhu, cofundador da Juniper Networks, os grupos Greylock Discovery Fund, dirigido por Reid Hoffman, Lerer Ventures, Tugboat Ventures e Contour Ventures no negócio de US$ 8 milhões na startup.
A empresa oferece um serviço capaz de fornecer informações em tempo real sobre um tema escolhido por meio de vídeos, textos, áudio e fotos interativas.
A Qwiki, que ainda está em fase alfa, se prepara para abrir o seu serviço para o público em geral, formado por usuários de PCs, além de lançar uma versão de aplicativo, já em desenvolvimento, para o iPad, tablet da Apple. (Rogerio Jovaneli)
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Por que a Microsoft e outras empresas optaram pelo trabalho de meio-período (06/01/11)

Sede holandesa da Microsoft é uma das empresas que mais incentivam o trabalho em meio-período
São Paulo – Geralmente associado a mães, o serviço de meio-período está passando por um processo de expansão na Holanda, de acordo com o New York Times. Pais de família e mulheres sem filhos estão optando por trabalhar menos horas por semana ou concentrar sua carga horária em três ou quatro dias para equilibrar vida pessoal e profissional. A sede holandesa da Microsoft é um exemplo de empresa que não apenas permite, mas também incentiva o trabalho mais flexível.
Segundo o NYT, 95% dos funcionários da filial da Microsoft no país trabalham remotamente, em casa, pelo menos uma vez por semana e 25% ficam em casa por quatro dias na semana. Os encontros presenciais dependem dos grupos de trabalho. Enquanto alguns se reúnem duas vezes a cada sete dias, outros têm conversas pessoalmente uma vez por trimestre. Grande parte do trabalho é feito online, por meio de conferências.
Com menos pessoas no escritório, as empresas estão diminuindo seus espaços para funcionários, gerando uma economia de tempo no trânsito, combustível e papel. A Microsoft afirma que, em 2010, conseguiu cortar cerca de 900 toneladas de emissões de gás carbônico, devido ao trabalho flexível e de meio-período. Além disso, as empresas que dão a opção ao profissional de ficar menos tempo no escritório encontraram uma nova forma de reter talentos, que, antes, poderiam abandonar o cargo para ficar mais tempo com a família.
A vida familiar de homens e mulheres também é afetada positivamente com a adoção de trabalho em meio-período nas empresas. Na Holanda, a expressão “daddy day” (dia do papai) se tornou comum, já que muitos pais preferem reorganizar suas horas semanais de trabalho para tirar um dia de “folga” para ficar com seus filhos.
Na reportagem, o New York Times afirma que 23% dos homens holandeses reduziram sua carga horária para ter mais tempo para se dedicar à vida pessoal, enquanto na União Europeia e nos Estados Unidos esse número é 10%. Já a taxa dos que fazem o serviço de uma semana inteira em quatro dias é de 9%, na Holanda.
Entre as mulheres, a situação é ainda mais presente: 75% das holandesas trabalham atualmente em meio-período. Entre as da União Europeia, o número cai para 41% e nos Estados Unidos, para 23%. Esse quadro, no entanto, faz com que 70% das mulheres na Holanda ganhem menos do que um salário mínimo, tornando-as financeiramente dependentes. Mesmo assim, 96% delas não abririam mão do tempo com a família em troca de mais trabalho e, consequentemente, mais dinheiro. (Luciana Carvalho)
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Brasileiro Eduardo Saverin que ajudou a fundar Facebook vira um dos homens mais ricos do país (05/01/11)

São Paulo – Com o aporte que o Goldamn Sachs fez nessa semana no Facebook – e que avaliou o valor de mercado da companhia em 50 bilhões de dólares – a fortuna do brasileiro Eduardo Saverin também aumentou. Como o co-fundador possui cerca de 5% da rede social, sua fortuna passou a valer, pelo menos, 2,5 bilhões de dólares. Não se sabe se o recluso empresário possui outros investimentos.
O montante transforma Saverin no 10º homem mais rico do Brasil, logo atrás de Abílio Diniz e Antônio Erminio de Moraes (que somam fortunas de 3,0 bilhões de dólares cada), segundo a lista de bilionários da Forbes divulgada em 2010. O brasileiro criado em Miami ultrapassou Moise Safra e sua fortuna de 2,3 bilhões de dólares na posição de décimo homem mais rico do Brasil. Saverin foi um dos co-fundadores da rede social, junto com Mark Zuckerberg.
No início, Saverin chegou a deter 30% do maior site de relacionamento do mundo, mas manobras jurídicas praticamente eliminaram sua participação acionária. Após uma disputa judicial, o brasileiro firmou um acordo com Zuckerberg, recobrou o título de co-fundador do Facebook, recebeu uma indenização não divulgada e passou a deter 5% da empresa. A briga já rendeu um livro e foi retratada no filme "A Rede Social".
O Facebook recebeu um aporte de 450 milhões de dólares do banco Goldman Sachs e 50 milhões de dólares de um investidor russo nessa semana. Os investidores avaliaram o Facebook em 50 bilhões de dólares para aplicar o dinheiro. (Beatriz Olivon)
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Yahoo! confirma rumores e anuncia demissão de 600 funcionários (16/12/10)

O portal de internet Yahoo! confirmou os rumores e anunciou que demitirá 600 empregados, o que representa 4% do seu pessoal, em um esforço para impulsionar suas finanças.
"As mudanças de pessoal anunciadas fazem parte de nossa contínua estratégia para posicionar o Yahoo! no melhor lugar possível em crescimento das receitas e aumento dos lucros", indicou a companhia em comunicado que pôs fim aos rumores sobre o futuro do quadro de funcionários.
A empresa, que há alguns anos luta para encontrar a maneira de aumentar suas receitas enquanto vê rivais como Google e Facebook ganharem terreno, indicou, no entanto, que continuará contratando "em nível global para apoiar nossas prioridades".
Esta é a quarta ocasião em três anos que o Yahoo! realiza demissões para alavancar seus lucros, depois de a crise econômica ter provocado a redução do número de anunciantes da empresa.

Em seus últimos resultados, anunciados em outubro e relativos ao terceiro trimestre do ano, o Yahoo superou as expectativas do mercado e obteve lucro líquido de US$ 396 milhões, 113% mais que no mesmo período de 2009, mas ainda assim deixou patentes suas dificuldades em aumentar suas receitas.
Entre julho e setembro, a empresa registrou uma alta mínima em suas receitas, que chegaram a US$ 1,601 bilhão, apenas 2% mais que no mesmo trimestre de 2009.
Em 2008, o Yahoo! rejeitou uma oferta de compra da Microsoft de US$ 44,6 bilhões, valor considerado insuficiente pela companhia.
Segundo um forte rumor alimento pela imprensa dos EUA, o grupo de internet AOL estaria tentando a fusão de suas operações com o Yahoo!.
Em 2008, o site de buscas cortou 10% do quadro de funcionários que, segundo o blog All Things Digital, do "Wall Street Journal", representam 1.500 funcionários. Parte do corte atingia nomes que estavam na cúpula da empresa. (DA EFE, EM NOVA YORK)
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Sabe quem é o CEO da década? Steve Jobs (08/12/10)

São Paulo - O site MarketWatch, ligado ao Wall Street Journal, elegeu Steve Jobs como o CEO da década. A razão para o sucesso de Jobs está ligada ao seu desempenho à frente da Apple. “Por liderar uma onda vitoriosa no topo do mundo da tecnologia, desenvolvendo mudanças nos computadores e nos dispositivos, além de desencadea um retorno estelar para os investidores, Steve Jobs é CEO MarketWatch da década”, argumenta o site. Ao lado de Steve Jobs, participaram da eleição os CEO da Amazon, Jeff Bezos, da Starbucks, Howard Schultz, do Google, Eric Schmidt, e da Cummins, Tim Solso. O MarketWatch explica que foram usados para avaliar os CEOs o retorno das empresas na bolsa norte-americana, o desempenho dos produtos para os consumidores e o tratamento dado pelas empresas aos funcionários. Além disso, iniciativas de governança corporativa e sustentabilidade também foram utilizadas para checar o desempenho dos cinco CEOs, que concorriam ao prêmio. CEO do Ano _ Já o vencedor do prêmio de CEO de 2010 foi dado a Alan Mulally, que comanda a Ford. Para o site MarketWatch, ele mostrou um grande desempenho, “em um show retumbante do apoio dos leitores, para a sua resiliência perante à crise histórica da indústria automobilística”. (Diogo Max, de EXAME.com) ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Tradicional estúdio de cinema MGM pede concordata nos EUA (03/11/10)
A MGM (Metro-Goldwyn-Mayer), um dos mais tradicionais estúdios de cinema de Hollywood, pediu concordata nesta quarta-feira nos Estados Unidos. Como previsto por especialistas, a companhia apelou ao capítulo 11 da lei de falências dos EUA, e apresentou à Justiça de Nova York uma estratégia de reorganização para tentar, dentro de um mês, sua aprovação judicial. A direção do estúdio rejeitou ainda uma proposta de compra do bilionário Carl Icahn e da concorrente Lions Gate Entertainment. O plano para recuperar a MGM, que acumula uma dívida de US$ 4 bilhões, se baseia em um acordo com a produtora Spyglass Entertainment, cujos executivos passarão a dirigir a companhia assim que ela resolver suas pendências financeiras. A operação foi possível após os credores da empresa aceitarem transformar sua participação na dívida em ações da nova MGM. Dona dos direitos da franquia "007", a companhia detém um catálogo de cerca de 4 mil filmes, entre eles clássicos como "O Mágico de Oz", "E o Vento Levou" e "Ben-Hur". (EFE) _________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Steven Spielberg quer comprar os direitos de distribuição de Tropa de Elite 2 nos EUA (13/10/10)

O cineasta Steven Spielberg é um dos interessados em comprar os direitos de distribuição do filme Tropa de Elite 2 nos Estados Unidos. Ele inclusive já teria entrado em contato com o diretor José Padilha. Já há outros interessados em adquirir os direitos, também. Spielberg teria vindo ao Brasil na semana passada para assistir ao filme em uma sessão fechada com Padilha. (Guilherme Barros) ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Ator londrino Alexander Mendeluk da saga Crepúsculo cria acessório para festa e brincadeira vira negócio lucrativo (07/10/10)
O ator londrino Alexander Mendeluk deixou as telas de cinema para trás e está ganhando dinheiro com um divertido produto criado por ele: chapéus-capa que imitam pele e corpo de animais como lince, urso, leão, tigre, por exemplo. A ideia surgiu quando o ator, em 2009, foi a uma festa em Hollywood com um modelo da capa, desenhado e fabricado por ele mesmo. De acordo com Mendeluk, o acessório fez tanto sucesso entre as mulheres que ele decidiu comercializar sua invenção.

Após a festa, Mendeluk se juntou a três amigos e com um investimento inicial de US$ 10 mil (o equivalente a aproximadamente R$ 16 mil) fabricou protótipos e registrou um domínio para vender os produtos da sua marca, batizada de Spirit Hoods, pela internet. Cada peça do acessório custa US$ 139 (o equivalente a aproximadamente R$ 230). Mendeluk, que antes de abrir sua primeira empresa atuou no filme de sucesso internacional Crepúsculo, não divulgou o faturamento da marca, mas as capas já são febre nos Estados Unidos e podem ser encontradas em 40 pontos de venda espalhados pelos Estados Unidos, Canadá e Japão. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Gigante da informática Apple vai ter ações negociadas no Brasil a partir do dia 5 (04/10/10)
A gigante de informática Apple vai ter ações negociadas no Brasil, por meio do lançamento de BDRs, que são certificados de ações estrangeiras negociados no mercado brasileiro. No entanto, somente instituições financeiras, fundos de investimentos e administradores de carteira estão habilitados a negociar com os papéis. Essa restrição se deve porque os BDRs (Brazilian Depositary Receipt) da fabricante do Ipod e do Iphone serão negociados no chamado "mercado de balcão", menos regulamentado que a tradicional Bolsa de Valores e que, pelas regras das autoridades brasileiros, exige maior especialização dos investidores.

O pedido para a negociação desses papéis já foi aprovado na CVM (órgão que fiscaliza o mercado de capitais brasileiro). Os papéis devem estar disponíveis para negociação a partir do dia 5, segundo informações do grupo alemão Deutsche Bank, que será a instituição depositária desses ativos. Nos termos da documentação publicada hoje pela CVM, uma ação ordinária da Apple, negociada na Bolsa americana Nasdaq, vai ser equivalente a dez BDRs negociados no mercado de balcão brasileiro. Como ressalta o próprio banco alemão no documento protocolado na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), "não existe um mercado público ativo para os BDRs", acrescentando que "não é possível prever até ponto o interesse dos investidores nos BDRs levará ao desenvolvimento de um mercado ativo para a negociação dos BDRs no mercado de balcão organizado". _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Topshop confirma abertura de duas lojas no Brasil (25/09/10)
Agora é oficial. A Topshop confirmou que vai abrir duas lojas em solo brasileiro, ambas em São Paulo. A gigante de fast-fashion fechou parceria com o grupo Iguatemi e terá sua primeira flagship inaugurada até a metade de 2011. No segundo sementre, será a vez de uma Topshop/Topman (com coleções masculinas). Conhecida pelos looks urbanos, a rede britânica afirma ter mirado no gosto brasileiro pela moda.

“Os consumidores de São Paulo buscam um produto orientado pela tendência, o que os fazem ser o cliente perfeito para a Topshop”, afirmou a diretora geral da marca, Mary Holmer, em comunicado à imprensa. No Brasil, devem ser vendidas as linhas principais de roupas, calçados e acessórios da Topshop. Os rumores de que a rede viria ao Brasil vêm circulando desde o início deste ano. Em maio, o empresário Philip Green, dono do grupo que detém a Topshop, afirmou ter fechado um acordo para trazer a marca ao país. O próximo passo, segundo Green, seria entrar no mercado chinês. Além da Topshop, a H&M já declarou sua intenção de disputar a atenção das brasileiras. A empresa, no entanto, ainda não oficializou sua vinda.Marie Claire ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 10 celebridades mostram seu lado empresário (12/08/10)
Sabrina Sato investe em artistas, salão de beleza e licenciamento

Sabrina Sato não é apenas uma apresentadora de TV que deixa marmanjos babando com seu corpo impecável, capaz de se submeter a loucuras como comer minhocas e se cobrir com um enxame de abelhas. Por trás do ar avoado da descendente de japoneses, há uma empresária que está diversificando seus negócios. A ex-BBB e ex-dançarina do Faustão é, hoje, sócia dos irmãos em um escritório de agenciamento de artistas. Também com eles, possui um salão de beleza, o Depil K. Hair Design. Sua última tacada foi entrar no ramo de licenciamentos. Hoje, a marca Sabrina Sato está em coleções de jeans e calçados. A moça também pretende lançar aparelhos de ginástica e outros produtos neste ano. Seu faturamento mensal é estimado em 300.000 reais, entre o salário de apresentadora e o rendimento de seus negócios.
Galvão Bueno aposta em vinhos, gado e hambúrgueres

A vida de Galvão Bueno não se resume a narrar importantes eventos esportivos, como a Copa da África ou corridas de Fórmula 1. Galvão também é conhecido como um empresário que atua em várias frentes. Em 2007, por exemplo, ele ajudou a criar a BGK do Brasil, empresa responsável pelo lançamento da rede americana de fast food Burger King no país. Ao seu lado, estava um grupo que contava, entre outros, com Luiz Eduardo Batalha – sócio de Galvão em outros negócios -, e o piloto de Fórmula Indy Helio Castro Neves. Galvão é também um conhecido – no meio pecuarista, claro – criado de gado. Ele possui três fazendas em Londrina, no norte do Paraná, onde cria a raça Red Angus. De tempos em tempos, organiza leilões de gado. Recentemente, sua faceta empresarial ganhou espaço nos jornais pela parceria com a Miolo Wine Group. Técnicos da empresa estudaram as características das terras que Galvão possui na Campanha gaúcha para desenvolver um vinho. O primeiro lançamento da sociedade foi o GB, em 2009. Neste ano, outro fruto da parceria foi anunciado: o Bueno Paralelo 31.
Gabriel, o Pensador: de cantor a cartola do futebol

Gabriel, o Pensador, ficou famoso por raps bem-humorados em que critica a vida da classe média, como o clássico “Retrato de Playboy”. Mas, entre uma turnê e outra, o cantor transformou sua paixão pelo futebol em negócio. Em uma viagem a Portugal, Gabriel conheceu o empresário Jorge Machado, com quem conversou sobre o mundo dos negócios da bola. O artista se interessou por esse mercado, e começou a ensaiar suas jogadas. Seus primeiros lances foram a aquisição do direito de jogadores do Londrina: Negretti e Magno, que jogam como laterais; Victor e Ronaldo, zagueiros; e seu xará Gabriel, que atua como meia. Como todo bom cartola, Gabriel espera que seus jogadores se valorizem e possam ser vendidos por um bom dinheiro. O cantor afirmar ter bom trânsito em alguns clubes, como o Londrina, Cruzeiro e o Benfica, de Portugal.
Grazi Massafera abre academia de ginástica

Grazi Massafera foi outro nome que cumpriu todo o ritual de uma ex-BBB com dotes de chamar a atenção: posou nua para a Playboy, tornou-se apresentadora de TV e, depois, firmou-se como atriz. Mas a ex-miss Paraná e ex-miss Beleza Internacional não se limita a faturar na frente das câmeras. Em 2007, Grazi abriu uma academia em Copacabana, a Formas Femininas. E já mostrou que tem faro para procurar serviços diferenciados. Apostando numa tendência crescente – o de academias para nichos específicos, a Formas Femininas é apenas para mulheres. Com apenas meia hora de exercícios diários, a academia promete modelar as curvas de qualquer mortal.
Ivete Sangalo, uma das maiores promotoras de shows do Brasil

Outra beldade que é fera dos negócios é a baiana Ivete Sangalo. Quando não está encantando os foliões no alto de um trio elétrico no Carnaval de Salvador, Ivete dedica-se à sua empresa de promoção de eventos, a Caco de Telha. Criada em 1997 por ela e tocada com a ajuda de familiares e amigos, a companhia chama cada vez mais atenção no mundo do show business. Com 220 funcionários e faturamento de mais de 80 milhões de reais, a Caco de Telha hoje atua na venda de ingressos para o Carnaval, representa artistas como a Banda Eva, grava discos, e promove eventos corporativos e bailes de formatura. Entre seus clientes, estão companhias como a TAM, Riachuelo e Itaú. Neste ano, a Caco de Telha ajudou a trazer a cantora Beyouncé ao Brasil. No ano passado, levou o Cirque Du Soleil à Bahia. Com um ritmo de 20 eventos promovidos por mês, “Sorte Grande” não é apenas o nome de uma das músicas mais famosas da cantora. A Caco de Telha que o diga.
Ronaldo, o fenômeno dos negócios

Nesta semana, começaram a circular notícias de que o camisa 9 do Corinthians está prestes a fechar uma sociedade com a WPP, a maior agência de comunicação do mundo. O objetivo é criar uma consultoria de marketing esportivo que se chamará 9Nine. O anúncio oficial deve ocorrer em setembro. Se confirmada, essa será mais uma tacada de Ronaldo no mundo dos negócios. O jogador não é apenas um dos maiores jogadores do mundo – ele ainda preserva o título de maior artilheiro da história das Copas do Mundo, com 15 gols. Ronaldo é também uma máquina de ganhar dinheiro fora de campo. Seu grupo empresarial, o R9, conta com oito companhias e mais de 150 empregados. Destas, apenas duas cuidam da gestão de contratos de publicidade, patrocínio e direitos de imagem. Outras quatro são focadas no ramo imobiliários, uma atua em participações e licenciamentos, e a outra é uma clínica de fisioterapia.
Chitãozinho e Xororó expandem o Montana Grill

A dupla Chitãozinho e Xororó já marcou seu nome na história da música sertaneja. Com a fortuna ganha com a venda de seus discos, os irmãos já poderiam pendurar as botas e curtir a vida em suas fazendas. Mas eles estão mais preocupados em expandir sua rede de restaurantes, o Montana Grill. A dupla fundou a rede há 16 anos, e seus planos de crescimento continuam. Eles esperam encerrar o ano com 100 lojas. Para quem quiser trabalhar com Chitãozinho e Xororó, uma boa notícia: a expansão abrirá mais 350 vagas, sendo 200 no Estado de São Paulo.
Bono Vox vira sócio da dona da Louis Vuitton

Bono Vox, o líder da banda U2, é mundialmente conhecido pelo seu engajamento político. Figura constante em reuniões de repercussão, como o Fórum Econômico Mundial, Bono levou para o mundo dos negócios parte desse lado militante. Em 2005, Bono e sua mulher, Ali Hewson, fundaram a Edun, uma grife de roupa ecologicamente corretas. A empresa produz camisetas e vestidos feitos com algodão orgânico, cultivado por pequenos produtores do Peru, Quênia e Uganda. Para incentivar o surgimento de comunidades sustentáveis nesses locais, os plantadores são estimulados a trocar seus produtos por ajuda. O prestígio do cantor atraiu o interesse de um peso-pesado do mundo da moda: o grupo LVMH, dona de marcas de luxo como a Louis Vuitton, Kenzo e Marc Jacobs. Em meados do ano passado, Bono vendeu 50% da Edun para a LVMH. Na época, o cantor afirmou que usaria o dinheiro para expandir a grife, investindo no aumento da produção e na maior divulgação da marca.
Ana Maria Braga atua em melhoramento genético de gado

O Louro José não é o único bichinho que traz felicidade à apresentadora de TV Ana Maria Braga. Ela investe também na criação de gado Brahman. Mas, em vez de vender as cabeças para corte, Ana Maria lucra com o melhoramento genético da raça. O negócio começou em 2005, com o nascimento de sete bezerros. O primeiro macho e a primeira fêmea foram batizados, simbolicamente, de Adão e Eva. Os demais ganharam nomes que começavam com a letra A. O pequeno rebanho é criado na Fazenda Colorado, em Barretos (SP). A propriedade é de uma amiga de infância da apresentadora, Regina Maura. Desde então, Ana Maria é presença constante em leilões de gado, sempre em busca de bons animais para melhorar seu rebanho.
Luiz Mattar fica milionário com empresa de tecnologia
Os fãs do tênis ainda se lembram de quando Luiz Mattar era um dos principais nomes do Brasil nas quadras de todo o mundo. No auge de sua carreira, ocupou a 29ª colocação no ranking dos melhores tenistas do mundo. Em dez anos como jogador profissional, acumulou 1,5 milhão de dólares em prêmios. Mas, ao abandonar as quadras, Mattar provou que sabe fazer muito mais do que manusear raquetes. Seu primeiro negócio foi um call center criado com amigos em 1999. A Telefutura começou a crescer a taxas acima do mercado e atraiu a atenção da Votorantim Novos Negócios. Em 2001, o grupo dos Ermírio de Moraes comprou 20% da empresa. Em 2007, a companhia foi fundida à Tivit, que pertencia à Votorantim. Em maio passado, Mattar deu sua mais recente tacada. Ele vendeu 3,5% de sua fatia na Tivit por 56 milhões de reais. (Márcio Juliboni, de EXAME.com)
10 maio 2012 a 30 maio 2012 – Joh Mabe Espaço de Arte & Cultura
Yoshitaka Amano, 59, veio, viu e gostou. Em passagem pelo Brasil, entre março e abril, um dos bambambãs das artes plásticas japonesas produziu quatro aquarelas inéditas que serão expostas no Joh Mabe…
Organizado por Joh Mabe Espaço de Arte & Cultura | Tipo: exposição, -, grátis


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