creativity never sleeps
Conhecida como rainha da era das discotecas, a cantora Donna Summer morreu nesta quinta (17), aos 63, na Flórida (EUA). A notícia foi dada pelo site "TMZ" e confirmada pela família pouco depois.
Segundo o "TMZ", a cantora sofria de câncer de pulmão, mas não quis torná-lo público. Ela estava trabalhando em um novo álbum.
Em comunicado, sua família disse que "está em paz, celebrando sua vida extraordinária e seu legado".
Donna Summer, que ganhou o Grammy cinco vezes, despontou na cena disco com hits como "Last Dance", "Bad Girls" e "Hot Stuff" --que faz parte da trilha sonora da novela "Avenida Brasil".
Donna, filha de um açougueiro e uma professora, nasceu como LaDonna Andrea Gaines. Cresceu ouvindo músicas de Dinah Washington, Supremes, Dionne Warwick e Janis Joplin.
No ensino médio, se juntou a um grupo chamado Crow. Mais tarde, trabalhou fazendo backing vocal para o grupo Three Dog Night.
Em 1971, como Donna Gaines, lançou seu primeiro single, uma cover de "Sally Go 'Round the Roses". Ela se casou em 1972 com o ator austríaco Helmuth Sommer, de quem adotou o sobrenome, modificado para "Summer", e teve sua primeira filha em 1973. Pouco depois, se divorciou.
Summer também foi casada com o músico Bruce Sudano, com quem teve outras duas filhas.
Ainda no início dos anos 70, cantando como backing vocal, Summer conheceu os produtores Giorgio Moroder e Pete Bellotte, nomes que ajudaram a dar forma à era disco. Em 1974, lançou seu primeiro disco, "Lady of the Night".
Em 1975, ela levou a Moroder algumas ideias para a canção que viria a se tornar seu primeiro grande hit, "Love to Love You", lançado na Europa. A música alcançou as pistas dos EUA e do resto do mundo logo depois, como "Love to Love You Baby", chegando à segunda posição na parada "Billboard" em 1976.
A partir daí, reinou absoluta e passou a movimentar as pistas de dança de todo o mundo até o início dos anos 80, quando tentou se lançar em outros estilos musicais. Em 1983, lançou o sucesso "She Works Hard for the Money".
Summer investiu também na carreira de atriz e apareceu no filme "Até que Enfim é Sexta-Feira" em 1978.
O 17º e último álbum de Donna Summer, "Crayons", foi lançado em 2008.
Numa de suas últimas vindas ao Brasil, Donna Summer fez shows em São Paulo e no Rio, em novembro de 2009.
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Marilyn Moore: Livro Marilyn By Magnum traz fotos inéditas do ícone sexual de hollywood (18/04/12)
Fotos: Reprodução livro Marilyn By Magnum/Philippe Halsman
Ela é um ícone que já posou para milhares de fotos, mas 50 anos depois de sua morte ainda existem imagens inéditas, que nunca foram publicadas de Marilyn Monroe. É o caso destas que fazem parte do livro Marilyn By Magnum, publicado especialmente em comemoração à data de morte de Marilyn, que não saiu de seu apartamento para que as fotos fossem feitas. O que aconteceu no ano de 1952, quando ela tinha 26 anos, e a autoria é do renomado fotógrafo Philippe Halsman. O livro, que já está à venda por 19,99 libras, reúne muitas imagens encontradas ao longo dos anos por membros da cooperativa fotográfica Magnum, agência mundialmente conhecida e que foi inicialmente formada por Robert Capa, Henri Cartier-Bresson, George Rodger e David “Chim” Seymour em 1947, logo depois da Segunda Guerra Mundial. GQ
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Vivienne Westwood estrela capa da i-D (22/03/12)
Mais um grande personagem da moda é homenageado pela i-D. Depois de Karl Lagerfeld aparecer com seu tampão, é a vez de Vivienne Westwood dar sua piscadinha para a capa da publicação. A edição é denominada ‘Royalty Issue’ e a estilista realmente merece o reconhecimento, tamanha sua contribuição para a moda. modismonet.com
Foto: Facebook Vivienne Westwood
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Ícone no Brasil, Costanza Pascolato fala de suas percepções da moda atual (24/01/12)
Costanza Pascolato em conversa com o FFW ©Juliana Knobel
Costanza Pascolato, dona da tecelagem Santaconstancia e colunista da “Vogue” brasileira, é um dos maiores ícones da moda nacional, além de ser respeitada internacionalmente. Nascida na Itália, em 1939, bem no começo da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), Costanza chegou ao Brasil com cinco anos ao lado dos pais, Michele e Gabriella Pascolato, e do irmão mais novo, Alessandro, e se estabeleceram em São Paulo, onde criaram um grande império têxtil. A história da empresária e consultora é fascinante, por isso mesmo o site FFW a entrevistou com exclusividade na noite de sábado (21.01) no restaurante Manioca, durante o SPFW.
Sua mãe, Gabriela Pascolato, veio da Itália com você e seu irmão ainda muito novos, fugindo da guerra, e construiu um império têxtil praticamente sozinha. A senhora pode contar um pouco mais dessa história?
Na verdade não foi sozinha, foi junto com meu pai. Em 1945, eu tinha de cinco para seis anos, meu irmão tinha dois, e meus pais vieram depois da guerra… e a guerra era uma coisa assim, que mudou a vida da gente, eles tiveram que recomeçar. Então, eles perceberam que no Brasil, na época, só se fabricava algodão e minha mãe teve a ideia, depois de um ou dois anos que estavam aqui, de começar algo e o cruzeiro era uma moeda muito forte, era uma época boa para começar um negócio. Minha mãe resolveu começar com 12 teares e compraram seda no interior de São Paulo, que já era fabricada pelos japoneses, mas que quase tudo era exportado. O início foi com uma tecelagem de seda e, nos anos 70, o meu irmão começou a pensar no que era tecnológico, no sentido da fibra com memória, com elastano, lycra, por exemplo. A nossa fábrica foi a primeira homologada para fazer o primeiro cotton lycra, o primeiro tecido de uso diário que tinha uma origem esportiva e que era estudada para a melhor performance possível do corpo. Foi uma ideia pioneira, que meu irmão, junto com a minha mãe, começaram a introduzir na vida do dia-a-dia, afinal aqui todo mundo se veste casual, não tem centro urbano muito grande para ter que se vestir como no hemisfério norte, lá fora e tudo o mais. No Brasil, tudo é malha e elástico, todo mundo quer uma moda próxima do corpo e confortável para o dia-a-dia.
À que a senhora atribui as figuras femininas tão fortes na sua família?
Acho que a figura feminina já vinha forte da minha avó materna, que trabalhou junto com o pai dela que era prefeito de uma cidade na Sicília e ela, já com 15 anos, no final do século 19, trabalhava em um escritório. Depois, ela foi super ativa e cuidou de casas gigantescas e fazendas que o meu avô teve, inclusive do pessoal. Chamavam ela de “Rainha Sol”, como Luís XIV, o “Rei Sol” na França, sabe? Aí minha mãe era do mesmo jeito, mas acho que ela era até mais forte que a gente. Enfim, eu acho que é uma família de matriarcas, mas sem desmerecer os homens porque, na verdade, o meu irmão é uma pessoa super interessante e capaz, ele está por trás de uma empresa que ainda funciona, depois de tantos anos.
Como foi crescer neste meio tão ligado à “moda”, mesmo que com um conceito de moda tão distinto do que temos hoje?
A mudança mais importante foi a questão de que quando minha mãe começou não existiam confecções, eram simplesmente costureiras e ateliês que atendiam. Então as pessoas costuravam em casa, a gente vendia à metro, quer dizer, vendia a lojas que vendiam à metro. A grande revolução foi no começo dos anos 1970, final dos 60. Quanto a mim… eu não sei, a moda foi um importante viés para entender o mundo. Eu vi a moda em mim quando tinha três, quatro anos, e comecei a reparar nas pessoas. Para mim é fácil enxergar a moda. E minha mãe sempre me falava sobre o que ela andava fazendo, sobre o que vinha acontecendo, já com 12 anos ela me levava para os escritórios todos para que eu visse as pessoas que atuavam na moda. Com 15 anos, em Paris – ela exportava seda para a França – eu vi de longe a [Coco] Chanel porque ela estava dentro do escritório de um fabricante francês, que importava coisas da gente… eu vi os primeiros desfiles de alta-costura nas maisons. Ela falava sobre roupas e se vestia lindamente, minha avó também… minha avó tinha roupa da Chanel de 1912, 1914… então é uma cultura familiar. Além de eu ter um olho, entende? Algumas pessoas da família não são assim, a Consuelo [Pascolato Blocker, filha de Costanza] é, por exemplo. Eu acho que a gente leva jeito e um olhar que a gente tem para isso e para mim a moda é uma das maneiras de enxergar o comportamento de uma época.

Costanza Pascolato em conversa com o FFW ©Juliana Knobel
Como é ter presenciado “o comportamento” daquela época, de grandes designers como Dior, Givenchy, além da própria Chanel? Como é lidar com a diferença desse tempo para os dias atuais?
Eu tinha a noção muito clara do que era a moda uma certa época antes do advento do prêt-à-porter na Europa, que foi um momento… é assim: a alta-costura representava uma elite, todo mundo copiava o modelinho da alta-costura que vinha nas revistas, levava na costureira e copiava. Quando o prêt-à-porter começou, nos anos 1970, lá na Europa, principalmente em Paris, depois na Itália, foi o movimento libertário e de pensamento, mas ao mesmo tempo outros consumidores entraram no mapa, ou seja, outros consumidores com a mentalidade mais jovem e mais democrática porque a partir dos anos 1968, 69, 70, as ideias dos jovens, que não eram respeitadas, começaram a valer e ao mesmo tempo houve a libertação sexual… Mas toda aquela novidade que foi revolucionária no mundo veio junto com o fato de que os consumidores viraram consumidores independentes dos adultos, principalmente dos pais, eles pensavam diferente e queriam ser vestir de uma maneira diferente, as ideias muito rígidas não funcionavam com eles e as roupas também não. Eu vivi na melhor parte do século 20. Quando eu cheguei ao Brasil tinha telefone “à manivela” e hoje eu tenho dois celulares e dois iPads, então viver esse período, até hoje, é uma experiência, estando ativa e tendo o olhar ainda “dissernidor”, acho que é uma das experiências mais fascinantes que alguém pode ter.
Como foi ter nascido em uma família tão abastada e depois ter sido deserdada?
O fato de ser deserdada foi um movimento meio radical do meu pai, que ele achava que eu não tinha juízo e precisava aprender a ser independente. Eu acho que para mim foi muito bom, no sentido de que eu tive que me virar e aprender a conviver com outras pessoas e outros grupos e trabalhar para os outros, que é bom, porque se só tivesse ficado dentro da minha empresa, primeiro que eu não tenho uma função administrativa, eu nunca soube fazer isso, só tenho o talento de contribuidora porque tenho uma visão, tanto que sou consultora de várias empresas. E é o que eu gosto de fazer. Eu trabalhei 20 anos na editora Abril, como editora, e tive que voltar para a minha empresa porque meu pai estava morrendo e minha mãe estava ocupada, meu irmão disse que seria bom que eu voltasse, o que aconteceu em 1987. Mas escrevendo, eu tinha uma coluna na “Folha de S.Paulo”, na Ilustrada, e me deram uma página inteira por semana, até 1991. Depois eu comecei na “Vogue”. O exercício disso tudo, que é bacana, é que eu tive que me adaptar a várias épocas. Eu tive que pensar em função da época que eu estava vivendo para escrever.
Quais foram – e continuam sendo – as referências da senhora?
Minha referência, na verdade hoje, é a internet, porque atualmente nós fazemos o nosso conteúdo. Eu gosto de livros, de fotografia e de arte contemporânea porque nesse período que eu te falei, a partir do século 20, já foi uma revolução, sobretudo em Paris, de movimentos artísticos que saiam do convencional e eu segui muito isso e continuo me informando sobre isso. Eu gosto de ir à Basil, Miami Basel, quando posso vou para Veneza, mas que é nesse período que a moda aqui está muito ativa e muitas vezes eu perco, mas o olhar do artista contemporâneo, não necessariamente de hoje, mas de ontem ou de anteontem, para mim ainda são aquelas “antenas” que você redescobre caminhos que eu não tinha entendido ainda. A cada dia e a cada mês e a cada ano da sua vida, você vive uma – se você não ficar parado, obviamente — mini evolução e você consegue ver as mesmas coisas de outro jeito.
O que a senhora acha de parte da cultura de moda atual e dessas referências, que por serem vinculadas à internet, algumas vezes são tão rasas?
Eu acho que é ruim, não para nós, que nos formamos de outra maneira. Eu fico preocupada é com a juventude que está muito mergulhada nisso, porque é ela que vai ser prejudicada e vai enxergar o mundo cada vez mais rasteiro, raso e superficial. O chato do novo, como diz o Gilles Lipovetsky, é que na hipermodernidade, você quer tudo já e de qualquer jeito. Isso tira a antecipação e a curtição da coisa. Eu vejo estas crianças fantasiadas de adultos, com 10, 12 anos, e fico pensando que elas vão perder uma parte da vivência delas e vai fazer falta no futuro. Não é que eu vá querer reformar o mundo, só acho uma pena, porque a vida é uma só, não é? Então, se você perde essas fases, momentos e oportunidades da vida e banaliza, você nunca vai sentir nada. Eu gosto de ver filme de época, acabei de ver um filme da Jane Campion.
E seus autores e diretores preferidos?
Eu não sou muito culta. Eu li muito enquanto era menina, muita coisa francesa porque foi a primeira língua que eu aprendi. Minha paixão é o cinema da “Nouvelle Vague” francesa, estou revendo tudo, porque estou entendendo um monte de coisa. Adoro Bernardo [Bertolucci] e [Luchino] Visconti, que eu conheci e tirou uma foto famosa minha de perfil.

Foto de Costanza Pascolato em 1965 ©Luchino Visconti/Reprodução
Dentre os designers brasileiros, o que a senhora mais gosta e utiliza?
Eu visto Glória [Coelho] e Reinaldo [Lourenço] há muito tempo e agora eu sou apaixonada pelo Pedro [Lourenço]. Tenho muita coisa especial do Alexandre [Herchcovitch]. Mas você entende que, talvez por eu ter uma relação especial com eles e porque eu preciso que as coisas sejam feitas hoje em dia quase no meu corpo, não é natural que eu vista qualquer coisa. Primeiro porque tem que ter manga, sem manga eu não uso mais, preciso manter uma certa imagem, então necessito de muita elaboração. Eu não compro qualquer coisa, não dá certo mais, entendeu? Carla Valois - ffw
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Iris Apfel: “Envelhecer não é para maricas” e mais lições de vida (07/01/12)
Iris Apfel©Reprodução/Into The Gloss
Aos 90 anos de idade, Iris Apfel está mais pop do que nunca. Empresária, designer de interiores e genuíno ícone da moda, a norte-americana ganhou espaço sob os holofotes na última década graças a sua autenticidade e ao seu inconfundível estilo colorido. Entre 2005 e 2006, foi tema da exposição “Rara Avis: Selection from the Iris Barrel Apfel Collection”, que aconteceu no Metropolitan Museum; em 2007, apresentou peças de seu guarda-roupa para o livro “Rare Bird of Fashion: The Irreverent Iris Apfel”; em 2011, fechou parceria com a M.A.C para lançar uma coleção de maquiagem; e ainda anunciou, para 2013, uma linha de óculos em colaboração com a marca eyebobs.
O site Into the Gloss aproveitou essa popularidade para fazer uma entrevista extensa em que Apfel fala sobre seu estilo, sua relação com o mundo da beleza, suas dicas para envelhecer com dignidade, e até sua opinião sobre o hype em que ela tem se encontrado nos últimos anos. Vale a pena ler o texto na íntegra, mas abaixo você pode conferir os destaques que revelam a graciosidade e o bom humor de Iris Apfel:
Sobre o processo de envelhecimento: “Envelhecer não é para maricas, vou te contar. É muito engraçado. Eu tenho uma querida amiga cuja mãe faleceu, mas ela era muito engraçada. Quando eu perguntava ‘Yuda, como você está se sentindo?’, ela dizia, ‘Oh – quando eu acordo de manhã, de todas as coisas que eu tenho duas unidades, uma dói’. Você tem que se forçar quando você é velho, porque é muito fácil cair na armadilha. Você começa a desmoronar – e precisa fazer o melhor possível para se manter firme. Acho que fazer coisas e se manter ativo é muito importante. Quando sua mente está ocupada, você não sente tanta dor. Graças a Deus eu amo fazer coisas. Eu me sinto abençoada por ter todas essas oportunidades nessa fase da vida”.

Imagem feita na casa de Iris Apfel ©Reprodução/Into The Gloss
Sobre seus cuidados de beleza: “Eu não faço muita coisa relacionada à beleza. Uso coisas muito simples na minha pele. Não tenho tempo. Antes eu fazia tratamentos faciais, e ia para casa carregada de produtos, pagava muito dinheiro e não usava nada. Um dia um dermatologista me disse para usar Cetaphil para limpar o rosto, e para hidratar, e é isso que faço. Eu usava – quando era mais nova – maquiagem bem, bem pesada nos olhos e lábios muito vibrantes. Agora que estou mais velha, não maquio mais os meus olhos porque quando você é mais velha, suas pálpebras enrugam. Se você usa azul ou verde, e não é uma expert, acaba parecendo uma tartaruga”.
Sobre envelhecer com dignidade: “Envelhecer graciosamente é não usar maquiagem pesada (…) e não tentar parecer mais nova (…) Eu acredito que foi Chanel quem disse ‘Nada faz uma mulher parecer tão velha quanto tentar desesperadamente parecer jovem’. Acho que você pode ser atraente em qualquer idade. Acho que tentar parecer jovenzinha quando você não é te faz parecer ridícula. Sou muito contra a cirurgia plástica. Acho que – Deus me livre – se você se envolver em um acidente, ou se for amaldiçoado com o nariz do Pinóquio, tem que ir e consertar. Mas para entrar debaixo da faca, acho que é muito doloroso, muito caro, e tendo passado por hospitais tanto quanto eu passei, se submeter a cirurgias quando você não precisa delas não é uma coisa inteligente. (…) Acho que se as mulheres usassem mais desse tempo e dinheiro em suas cabeças, elas ficariam melhores.
Sobre seu marido, Carl Apfel: “Ele tem 97 anos. Eu estava dizendo essa manhã, que se durarmos até fevereiro, completaremos 64 anos de casados. Nós usamos o mesmo perfume. O nome é Yagatan, é da Caron – não é muito famoso. É difícil de encontra-lo por aqui, por isso nos acostumamos a compra-lo em frascos bem grandes, e a guarda-los na geladeira – é isso que nos falaram pra fazer”.

Imagem feita na casa de Iris Apfel ©Reprodução/Into The Gloss
Sobre seus cuidados com a saúde: “Sou muito ativa e não fico sentada por muito tempo. Gosto de comer bem, não gosto de comida doce, e não como porcaria. Eu gostava de beber, não muito, é claro – agora eu só tomo vinho no jantar. (…) Às vezes dizem que não como o suficiente, mas é melhor comer a menos do que a mais. Acho que as pessoas ficam mais doentes por comer muito das coisas erradas. O corpo é como uma máquina – se você não coloca o tipo certo de combustível, ele não vai funcionar tão bem, ou vai ficar congestionado. Eu costumava fumar muito, e há uns 50 anos parei de uma vez – e eu fumava quatro maços por dia. Meu marido havia me comprado uma linda cigarreira que tinha um filtro, e você podia tira-lo e ver toda aquela gosma marrom, e eu dizia ‘Oh, isso está em mim? Oh!’.
Sobre o hype em torno de sua pessoa: “Nunca tive muito mentores ou ícones nem nada, eu simplesmente fui indo. Quando era muito jovem, talvez em minha adolescência, fui fazendo experimentações até que encontrei o que eu gostava. Não demorou muito tempo. Não gosto de tendências mesmo – gosto de tradição. Estou fazendo o mesmo e gostando das mesmas coisas. Claro, dizer que eu não mudo faz com que eu soe estúpida. Você vai mudando com o tempo. Quer dizer, você cresce – mas a minha sensibilidade básica é a mesma. Não estou fazendo nada violentamente diferente do que eu fazia há 50 anos. Isso é lamentável, meu marido e eu rimos disso o tempo todo porque pensamos ‘Meu Deus’, essas garotas dizem que eu sou ‘cool’, ou ‘hot’, ou qualquer que seja a expressão, e eu não estou fazendo nada diferente do que fazia há muito tempo. É engraçado. Não posso dizer que não gosto, é muito lisonjeiro. De fato, acho que uma das coisas mais lisonjeiras que já ouvi – sabe, eu quase caí da cadeira quando ligaram pra me contar – é que a PR da grife Alexis Bittar tem uma tatuagem minha no pulso. É um ótimo retrato! Eu ainda não o vi em pessoa, mas aparentemente se parece exatamente comigo”. Sarah Lee - ffw

A tatuagem que Samantha Shaw, PR da Alexis Bittar, tem no antebraço ©Reprodução
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Morre atriz Linda Christian, diva de Hollywood nos anos 40 (23/07/11)
Atriz, que havia sido casada com Tyrone Power, tinha 87 anos e lutava contra um câncer
A atriz Linda Christian, uma das divas de Hollywood nos anos 1940, morreu nesta sexta-feira (dia 22) aos 87 anos em Palm Springs, no Estado americano da Califórnia, após uma longa batalha contra um câncer.
A notícia de sua morte foi anunciada neste sábado na Itália por Romina Power, filha de Linda e do ator Tyrone Power.
Linda Christian era seu nome artístico. O verdadeiro nome da atriz era Blanca Rosa Henrietta Stella Welter Vorhauer, mas, por sua beleza deslumbrante, ficou conhecida como "Bomba Anatômica", apelido dado pela revista americana "Life".
Nascida no México, Linda participou de inúmeros filmes ao longo da carreira, entre eles "Tarzan e as Sereias" (1948), ao lado de Johnny Weissmuller (1904-1984). Ela também foi a primeira Bond girl a aparecer na adaptação televisiva de "Casino Royale" (1954), da saga do agente secreto 007.
De pai holandês e mãe de origem mexicana, viveu na Europa, na América Latina e na África com sua família e falava sete idiomas. Sua popularidade aumentou após casar-se em 1949 com o ator Tyrone Power na igreja de Santa Francesca de Roma, próxima ao Coliseu, após quase dois anos de namoro. Ele ficou conhecido por filmes como "A Marca do Zorro" (1940) e "Testemunha de Acusação" (1957).
Do casamento nasceram duas filhas: Romina e Taryn Stephanie, ambas conhecidas no mundo da interpretação e da música. Após a morte de Tyrone Power, em 1958, a atriz casou-se em 1962 com o ator inglês Edmund Purdom (1926-2009), intérprete de filmes como "O Egípcio" (1954) e "O Diário de Anne Frank" (1959). EFE
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Musas do Universo I Morre a atriz britânica Googie Withers (17/07/11)

Googie Whithers em cena do filme "Convict 99", de Marcel Varnel (1938)
A atriz britânica Googie Withers, que atuou em "A dama oculta" (The Lady Vanishes, 1938), dirigido por Alfred Hitchcock, morreu na sexta-feira na cidade australiana de Sydney aos 94 anos, indicou neste domingo seu amigo e produtor teatral John Frost.
Nascida em Karachi, Georgette Lizette Withers adotou o apelido dado por sua babá, Googie (pomba em hindi) e estreou no cinema aos 12 anos.
Googie Withers e seu marido, o ator australiano John McCallum, morto no ano passado, foram viver na Austrália nos anos 1950. Nesse país, ela continuou atuando em televisão, teatro e cinema.
Entre os mais de sessenta filmes de sua carreira, ao longo de seis décadas, está também "Foragidos da noite" (Night and the City, 1950), de Jules Dassin. Sua última atuação foi em "Shine - Brilhante" (1996).
DA FRANCE PRESSE, EM SYDNEY
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Musas do Universo / Diana Ross (15/12/10)
Diana Ross é sinônimo de diva. Iniciou a carreira na banda de R&B e soul ‘The Supremes’ quando seu cabelo alto e vestidinhos curtos marcaram os anos 60. Ela ingressou na carreira solo em 1970 e se tornou a Diana Ross que conhecemos hoje, com o cabelão e roupas poderosas. ‘Glamour’ é pouco para descrever o guarda-roupas da cantora que ousa dos pés à cabeça. Hoje, aos 66 anos e depois de vender mais de 100 milhões de discos, a musa é um exemplo de talento e magnetismo.



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Estrela de "Um Corpo que Cai", Kim Novak é diagnosticada com câncer de mama (20/10/10)

A atriz Kim Novak, 77, foi diagnosticada com câncer de mama. A notícia foi confirmada por sua representante ao site Hollywood Reporter. "[O câncer] foi diagnosticado durante um exame de rotina ainda em sua fase inicial e ela já começou o tratamento", disse a empresária da atriz, Sue Cameron. "Todos os médicos dela dizem que ela está em ótima forma física e vai se recuperar muito bem". Novak é melhor conhecida por seu papel em "Um Corpo Que Cai" (1958), de Alfred Hitchcock. Ela também estrelou filmes como "Férias de Amor", "Sortilégio do Amor", "Meus Dois Carinhos", "O Homem do Braço de Ouro", "Servidão Humana" e "Beija-Me, Idiota". ____________________________________________________________________________
Louise Brooks, 1906-1985 (08/06/10)
Louise Brooks, 1906-1985, foi uma dançarina e atriz de cinema mudo que possuía uma personalidade tão marcante quanto sua beleza. Apesar de ter feitos alguns filmes nos EUA ela é mais bem conhecida por sua personagem LuLu no filme Caixa de Pandora, produzido na Alemanha. Além de atriz, Louise era fashionista, seu corte de cabelo curto, reto e com franja, foi um marco dos anos 20 e é reproduzido até hoje.

Em 1955, o Museu de Arte Moderna de Paris organizou a exposição “60 Anos de Cinema” onde uma foto da musa estava em principal destaque. Quando questionado sobre a escolha de usar Brooks, em vez de atrizes mais famosas como Marlene Dietrich ou Greta Garbo, o diretor da Cinemateque Française, Henri Langlois, fez uma declaração icônica: “Não existe Garbo. Não existe Dietrich. Existe apenas Louise Brooks”.(Modismo)




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Estrela dos musicais de Hollywood, Kathryn Grayson morre nos EUA (18/02/10)
A atriz Kathryn Grayson, estrela dos musicais de Hollywood nos anos 40 e 50, morreu de causas naturais em Los Angeles aos 88 anos, segundo informa hoje a imprensa americana. Entre seus filmes mais famosos estão "Marujos do Amor" (1945), em que atuou ao lado de Frank Sinatra e Gene Kelly, e "O Barco das Ilusões" (1951), no qual contracenou com Ava Gardner e Howard Keel. Nascida Zelma Kathryn Hedrick, a atriz esteve em cerca de 20 filmes, o último deles "O Rei Vagabundo" (1956). Depois, deixou o cinema para se dedicar à ópera, um sonho de infância.

Kathryn participou de produções como "A Viúva Alegre", "Rosalinda" e "Camelot". Ao lado de Howard Keel, fez uma longa turnê com "O Homem de La Mancha". A atriz se casou duas vezes e teve uma filha, Patricia Towers.
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Calçada da fama de Berlim será inaugurada com Marlene Dietrich (06/02/10)

O Festival de Cinema de Berlim dedicará a primeira estrela de seu "Boulevard der Stars" à mais internacional das divas alemãs, a atriz e cantora Marlene Dietrich. A idealizadora do projeto, Georgia Tornow, anunciou nesta sexta-feira (5) a escolha de atriz como "a mais lógica" para a estreia da calçada da fama de Berlim.

O passeio, no entanto, não está sendo criado apenas para atrair turistas. Outro objetivo é convidar os apreciadores da sétima arte "a refletir" sobre as peculiaridades da história do cinema alemão. A primeira estrela do "Boulevard der Stars" será colocada na Potsdamer Platz, sede do Festival de Berlim, no dia 12, no segundo dia do evento.

"Será o começo de uma grande operação, que culminará com a inauguração, em setembro, do primeiro trecho do boulevard, com mais 40 estrelas, e que queremos que seja um acontecimento da categoria de um festival de cinema", afirmou Tornow. Depois da colocação das 40 primeiras estrelas, mais dez serão adicionadas ao passeio a cada ano. Os homenageados poderão ser personalidades do cinema antigas ou da atualidade.

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Fotos inéditas de Marilyn Monroe são colocadas à venda (05/02/10)
Fotos de Marilyn Monroe aparentando descontração em um apartamento de Nova York, nove meses antes de sua morte, foram mostradas ao público na sexta-feira, depois de passarem mais de 45 anos em um arquivo particular. O fotógrafo Len Steckler fez as imagens em preto e branco de Marilyn Monroe quando ela chegou a seu apartamento inesperadamente em dezembro de 1961 para visitar seu amigo, o poeta premiado com o Pulitzer Carl Sandburg. Steckler as oferece à venda em uma edição limitada intitulada "Marilyn Monroe: The visit". As fotos a serem vendidas - quatro imagens únicas e dois trípticos, ou seja, fotos em três partes - mostram a atriz usando óculos de sol, de aro grosso, e vestido de mangas curtas, andando e rindo com Sandburg. Serão oferecidas também 250 cópias de cada foto.

Acaso __ "Foi um acaso feliz: os dois ícones curtindo seu momento, e eu ali com minha câmera", disse Steckler à Reuters, acrescentando que ficou de lado, quase invisível, fotografando Monroe, que tinha 35 anos, e Sandburg, 83, enquanto batiam papo de mãos dadas. Ex-fotógrafo comercial e de beleza que hoje tem "cerca de 80 anos" e vive em Los Angeles, Steckler disse que, na tarde da visita de Marilyn Monroe, Sandburg tinha mencionado casualmente que eles iriam receber uma visita. "Algumas horas depois, fui abrir a porta e me vi cara-a-cara com Marilyn Monroe, ainda mais bela do que na tela", disse ele. "Ela falou: 'Desculpe o atraso. Eu estava no cabeleireiro, arrumando meu cabelo para ficar como o de Carl.'" E de fato o cabelo de Monroe se parece com o de Sandburg nas fotos, quase branco, disse Steckler, acrescentando que, depois de ele fazer as fotos, os três tomaram uísque Jack Daniels. "Como sabemos, Marilyn adorava homens mais velhos e gostava de intelectuais. E Carl a tratava de um jeito muito paternal", disse Steckler. "Era uma coisa bonita de se ver." A atriz morreu em agosto de 1962, e Sandburg, que recebeu prêmios Pulitzer por seus poemas e por uma biografia de Abraham Lincoln, morreu sete anos depois. Para as novas gerações __ Steckler disse que decidiu vender as fotos depois de seu filho ter encontrado os negativos durante uma avaliação recente de seu trabalho, e Steckler pensou que "a geração atual" precisava vê-las. "Eu tinha me esquecido delas", disse o fotógrafo. "Pensei então que essa seria uma coisa boa de se mostrar e para as pessoas comentarem." Os preços das fotos variam entre US$ 1.999 e US$ 3.999. Elas nunca foram publicadas antes para uso público. Estão à venda no site www.thevisitseries.com e, pelo telefone, na empresa de venda de objetos colecionáveis Eagle National Mint, que oferece um certificado de autenticidade de cada cópia.
10 maio 2012 a 30 maio 2012 – Joh Mabe Espaço de Arte & Cultura
Yoshitaka Amano, 59, veio, viu e gostou. Em passagem pelo Brasil, entre março e abril, um dos bambambãs das artes plásticas japonesas produziu quatro aquarelas inéditas que serão expostas no Joh Mabe…
Organizado por Joh Mabe Espaço de Arte & Cultura | Tipo: exposição, -, grátis


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