Musas do Universo I Aos 67, Cher ousa e faz show em Boston com os seios de fora (11/04/14)

Cher provou que sua atitude irreverente permanece mesmo com o passar dos anos. A cantora de 67 anos de idade escolheu um figurino de fazer inveja a Lady Gaga e Miley Cyrus para se apresentar em Boston, nos Estados Unidos, na noite de quinta-feira (10).

Usando um modelito cheio de franjas com brilhantes que deixava boa parte do seu corpo à mostra e cobrindo os seios com adesivos em forma de coração, Cher deixou claro que está em ótima forma.

Para complementar a produção, batom rosa, peruca branca e rosa-choque e meias arrastão, além de botas prateadas. E olha que a roupa foi só um dos visuais da cantora, que trocou de figurino várias vezes durante o show.

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Musas do Universo  I Atriz Jessica Lange é o rosto da campanha de beauté de Marc Jacobs    (27/02/14)

Aos 64 anos, a atriz aparece – linda – em cliques de David Sims, para a campanha de beleza de Jacobs

Nesta quarta-feira (26.02), dois anúncios se tornaram trending topic entre os fashionistas: o primeiro deles foi o de Charlotte Rampling, no auge de seus 68 anos, como rosto da nova campanha da Nars. Horas depois, o segundo veio através do perfil de Marc Jacobs no Twitter, que contava que a garota-propaganda que havia escolhido para a recém-lançada Marc Jacobs Beauty era ninguém menos que Jessica Lange, uma outra atriz icônica, que atualmente contabiliza 64 anos de idade.

A campanha foi clicada por David Sims (o que confirma que o fotógrafo substitui realmente Juergen Teller no cargo quase que oficial de artista por trás das imagens publicitárias de Marc, após polêmia envolvendo Miley Cyrus). Na beleza, Guido Palau e Diane Kendal assinam o cabelo e a maquiagem, respectivamente, enquanto Katie Grand, braço-direito de Jacobs foi a responsável pelo styling.

 (Foto: )

Vale dizer, a atriz superpremiada (com dois Oscar, cinco Globos de Ouro, dois Emmys, e um SAG Awards), já havia feito um "début" discreto na marca, pois era dela a voz que fez parte do desfile de inverno 2015, desfilado no início deste mês. Brasileiras que estão ansiosas pelos produtos de beleza by MJ, se preparem: eles devem desembarcar nas prateleiras nacionais até o final deste ano. [Vogue]

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Musas do Universo  I Aos 73 anos, Raquel Welch, símbolo sexual da década de 60 impressiona pela boa forma   (24/02/14)

Durante o fim de semana, a atriz Raquel Welch compareceu ao Costume Designers Guild Awards e arrasou no tubinho preto. Vem ver

Envelhecer sempre foi um tabu em Hollywood. Mas algumas atrizes conseguem driblar os dramas da velhice com tanta maestria que nos deixa impressionadas! Uma delas é Rachel Welch, que ficou conhecida lá na década de 60, com filmes como Um Milhão de Anos Antes de Cristo, em que aparecia vestindo um biquíni de pelo. Conhecida por sua beleza, ela foi símbolo sexual na juventude e chegou aos 73 anos com tudo em cima.

Durante o fim de semana Raquel compareceu ao Costume Designers Guild Awards vestindo um tubinho preto justo e cheio de brilho. Com uma pele reluzente e curvas para nennhuma Kardashian botar defeito, ela atraiu todos os flashes! Veja abaixo cliques da atriz no começo da carreira. Um antes e depois super digno, não acha?

A atriz exibe as curvas em 1966 no longa "Um Milhão de Anos Antes de Cristo" (Foto: Reprodução)
A atriz nos anos 60, começando a carreira (Foto: Getty Images)

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Musas do Universo  I Inocentada por McCartney, Yoko Ono chega aos 80 na ativa    (26/01/14)

A voz feminina do outro lado do interfone, no sétimo andar do edifício Dakota, numa Nova York coberta de neve, avisa: "A jornalista chegou". Subo e, ao entrar na sala, dou de cara com um dos rostos mais conhecidos da cultura pop. Deitada em um sofá, falando ao telefone. Ela desliga rápido, pede desculpas por estar ocupada e me dá um abraço caloroso. "Estava ansiosa para fazer essa entrevista," Quem diria, Yoko Ono, 80 anos (81 em fevereiro), e uma bagagem que inclui ser a viúva de John Lennon e a mulher acusada de separar os Beatles, estava ansiosa com a minha presença.

Ela, ao contrário do que poderia ser, não é nada intimidante. É minúscula (na última medição oficial tinha 1,57m, sendo que até anos atrás dizia ter 1,63m), aparenta ter 30 anos a menos e possui, hoje em dia, o que se costuma chamar de "energia boa", o oposto da amargura que transparecia seis anos atrás, quando fez questão de delimitar os tópicos da entrevista - desta vez, apenas pediu que algumas perguntas fossem enviadas previamente por e-mail, para que ela pudesse se preparar melhor e pensar sobre os assuntos.

O guarda-roupa também mudou. Se Yoko antes usava somente roupas brancas, hoje em dia foi ao extremo oposto, com indumentária inteira negra ("é mais fácil combinar"). Ela me fita através dos seus (esses sim, os mesmos) indefectíveis óculos de grau arroxeados e me oferece algo para beber. Recuso. Ela vai de chá.

Elogio a casa e ela pergunta: "Ah, você gostou? Sabe, eu moro aqui há muito, muito tempo". Yoko diz que após o assassinato do marido, que aconteceu na frente do prédio, quando eles chegavam em casa, em 8 de dezembro de 1980, nunca pensou em se mudar dali, apesar do trauma. "É o meu lar. Vamos falar na cozinha?", oferece, repetindo o mesmo convite feito à Folha em entrevista de 2007, e como deve acontecer com outros jornalistas que a visitam no Dakota.

Estamos no apartamento 72, residência Ono-Lennon desde o começo da década de 70. Do outro lado do hall, está o apartamento 71, usado como escritório. Do lado de fora, nada entrega que aquele já foi o apartamento do casal.

Na porta dos dois imóveis havia até duas ordinárias guirlandas natalinas. Dentro, porém, a história é outra. Na sala de estar, cheirando a incenso, um quadro de Lennon feito por Andy Warhol repousa em cima da lareira. Os vários modelos de chapéus e óculos do Beatle adornam uma mesinha de canto. Alguns móveis, como a mesa de jantar em que nos sentamos para a entrevista, ainda são os mesmos de mais de 30 anos atrás.

Parte da ansiedade de Yoko é que, no fundo, ela não está exatamente acostumada a ouvir coisas boas sobre ela. Há anos, se habituou a ser vista sob criticismo.

Para o mundo todo, ela é a vilã da história, aquela que estava sempre cochichando no ouvido de Lennon. Aquela que brigou com Paul McCartney e, em troca, não foi convidada para o funeral da mulher dele, Linda, em 1998.

Mas nada disso parece incomodá-la mais. Ultimamente, ela está mais leve. Talvez, em parte, porque desde 2012 ela não conviva mais com o estigma de ter "acabado com os Beatles", desde que Paul McCartney disse em entrevista à BBC que ela não era culpada pelo fim do grupo mais famoso da história.

"John ia sair da banda de qualquer maneira", argumentou Macca, que em outubro do ano passado afirmou à revista americana "Rolling Stone" ter feito as pazes com Yoko. Segundo ela, o momento nunca aconteceu, mas a artista se diz muito grata pelas palavras do músico mesmo assim.

"Eu achei ótimo Paul ter desfeito esse mal-entendido. Demorou 40 anos, mas tudo bem. Sabe, nós nunca tivemos uma briga de verdade, mas as pessoas gostam de nos imaginar num ringue, brigando o tempo todo", diz.

 

Outro relacionamento que vai bem nos últimos anos é com o filho Sean, seu único herdeiro com Lennon. Ela também tem uma filha, Kyoko, 50, fruto de seu segundo casamento (Lennon foi o terceiro), com o músico Anthony Cox, que escondeu a menina da mãe por 23 anos, desde quando ela tinha oito, após se juntar a um grupo cristão. Hoje em dia, elas se falam, mas não são próximas. Vovó Ono tampouco convive muito com os netos adolescentes, Emi e Jack.

Foi Sean quem produziu o disco mais recente da mãe, "Take Me To the Land of Hell", lançado em novembro no Brasil. "Começamos a trabalhar juntos quando Sean tinha 17 anos, mas naquela época foi terrível, porque todos os amigos dele se uniram contra mim. Agora ele está mais maduro e ficou fácil trabalhar", ela diz. É o filho quem decide com quem ela irá colaborar. "Às vezes, sugiro um nome antigo e ele fala: 'Não, mamãe. Você deveria fazer algo com essa pessoa aqui'. E eu falo: 'Tudo bem'", diz, imitando a voz do homem de 38 anos com alguma infantilidade.

Foi também por causa de Sean, ela conta, que decidiu retomar a Plastic Ono Band, em 2009. "Um dia, Sean me ligou e disse: 'Mamãe, você se importaria em reviver o grupo?'. E eu disse: 'Por que? É loucura'. Mas ele falou: 'Ah, por favor, por favor'. Pra mim isso é passado, mas pra ele é importante. É sobre o papai e a mamãe", explica.

'EI, ESTOU AQUI'

Entre pequenos goles de chá, ela conta que está sem dormir há 20 horas por causa do "jetlag" -acabara de voltar de uma longa viagem, na qual passou por Reykjavík, na Islândia, Sydney, na Austrália, e Tóquio, no Japão.

A primeira parada é anual, no aniversário da morte de John, quando visita a Imagine Peace Tower, memorial inaugurado em homenagem ao músico em 2007. "Fico muito feliz em fazer isso, porque a Islândia é um lugar para onde as pessoas não iam muito antes disso, e agora todo mundo quer ir", diz. Também na noite do aniversário da morte do marido, Yoko (ou melhor, seus assistentes) coloca, há anos, uma única vela no peitoral da janela que dá para a frente do prédio ‑onde 33 anos atrás jazia o corpo de Lennon. "Pessoas do mundo todo vem até o Strawberry Fields Memorial [no Central Park] nesse dia, e eles ficam olhando para o apartamento, esperando um sinal. Então eu faço isso, que é uma espécie de: 'Ei, estou aqui'."

A vitalidade da octogenária impressiona: "Eu adoro dançar, às vezes coloco música aqui no apartamento e danço. Meu corpo me manda dançar quando há música", diverte-se Yoko. Mas algumas pessoas diriam que "dance music" é para pessoas jovens, provoco. E ela responde confiante: "Eu não sei se é algo para pessoas jovens. Eu estava dançando antes mesmo de elas nascerem!".

E parar de trabalhar, como também fazia antes dos jovens nascerem, tampouco passa por sua cabeça. "Aposentadoria? Jamais! Estou vivendo a minha segunda vida agora. Já tenho mais de dez shows programados para este ano", diz.

Isso sem contar projetos fora da música, como o livro que ela acaba de lançar, o ainda inédito no Brasil "Acorn" (a noz do carvalho que os esquilos comem), e exposições da sua arte. Sim, porque não se pode esquecer que Yoko é artista - parafraseando Lennon, a "artista desconhecida mais famosa do mundo", afirmação que ainda vale até hoje, segundo ela.

Como artista, Yoko ficou conhecida por suas performances conceituais.


Uma das mais famosas é "Cut Piece", apresentada pela primeira vez em 1964, em Tóquio, na qual alguém da plateia era convidado a cortar suas roupas até que ela ficasse nua. A performance foi refeita pela cantora Peaches no ano passado, em Londres, a convite da própria artista ("não vejo ninguém melhor para essa obra hoje do que ela").

'MAIRE SAIRO'

Nem Lady Gaga, a quem ela tanto elogiou nos últimos anos e que colaborou recentemente com a artista de performance sérvia Marina Abramovic em um projeto de arte? "Não. Lady Gaga não precisa de ninguém. Ela é talentosa e eu a respeito - deve ser difícil vestir todas aquelas roupas -, mas ela está indo muito bem sozinha", diz, provocativa.

Pergunto, então, o que ela acha da hiperssexualização de Miley Cyrus, mas Yoko não sabe quem ela é ("Maire Sairo?"). É preciso admitir: a artista, às vezes, é meio "vovó". Mas é claro que ela tem uma posição firme sobre o assunto, afinal, sempre foi conhecida por ser feminista e liberal. Estamos falando de uma mulher que liberou o marido por quase dois anos para sair de casa e ter um caso com sua assistente - ela mesma sugeriu o relacionamento aos dois. "Nossa geração criou isso, essa liberdade para as mulheres, e temos de continuar lutando, porque somos livres. Ainda há muitas mulheres sofrendo, especialmente em países muçulmanos, e é preciso lutar contra isso."

Yoko ora parece sábia, como quando elogia minha camisa, que digo ter custado pouco e ela me diz, em tom professoral, que "o valor das coisas pouco importa". Isso vindo de alguém que cresceu em uma família muito rica ‑seu pai era banqueiro com fortuna estimada em 500 milhões de dólares. Mas ela também já passou por maus bocados. Em dezembro, enquanto dava entrevistas para apoiar uma campanha contra a fome, afirmou que sua família passou por dificuldades e não tinha o que comer durante a Segunda Guerra Mundial no Japão.

Sean Lennon, Yoko Ono. Mike Coppola/Getty Images. January 14, 2013 10:35 AM ET.

Ora parece ingênua ("oh, eu detesto essas coisas", diz, falando sobre armas). Às vezes é enigmática ("tudo o que tenho a dizer sobre o governo de Obama é 'Ahhhhh', diz em tom de decepção). Suas respostas começam sempre com um "hummm" e geralmente terminam com um "né?". Às vezes, é monossilábica, outras, conta coisas superpessoais, como o que pensou de John Lennon quando o conheceu ("um abusado!"). Mas parece escolher o que quer responder e, às vezes, não responde. Em troca, dá risada ou responde algo que não foi perguntado. Ou talvez isso seja tudo impressão. Talvez pela mitologia construída em volta dela. Talvez, porque seja só uma pessoa comum; uma senhora de 80 anos.

E, por falar em idade, para encerrar a entrevista pergunto sobre a recente faixa "7th Floor", na qual canta: "Eu estava no sétimo andar, quando vi um corpo caído na calçada. Será que sou eu?". Seria uma referência à morte do marido e, portanto, uma metáfora para a aproximação da própria morte? "De certa forma, sim. Mas, ao mesmo tempo, é como uma poesia, tem um sentido abstrato. Nós morremos um pouco todos os dias. Nós mudamos. Não é uma morte grande, são várias pequenas mortes", Yoko diz enquanto se levanta e arruma os óculos, antes de finalizar: "Mas, olha, eu não tenho medo da morte, não. Estou muito ocupada para pensar nela".

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Musas do Universo  I Aos 76 anos, Jane Fonda é escolhida garota-propaganda de academia de ginástica   (21/01/14)

Ainda considerada como a guru da aeróbica, atriz esteve em lançamento na  Austrália

Quem viveu os anos 1980, com certeza vai lembrar de Jane Fonda como guru dos  exercícios físicos, com seus vídeos motivadores. Mas quem vive os anos 2000  também vai ter a imagem de ícone saudável na mente. Aos 76 anos, a atriz foi  escolhida para estrelar a inauguração de uma academia de ginástica que passou  por reformas em Sidney, na Austrália.

De terninho branco, Jane compartilhou com os presentes toda a sua vivência de  exercícios, que fizeram dela uma espécie de musa da aeróbica. Nos anos 1970, a  atriz esculpia o corpo com balé, mas, depois de quebrar o pé nas filmagens de "A  síndrome da China", em 1979, ela foi obrigada a tentar a aeróbica para manter a  forma. Três anos depois, em 1982, lançou seu primeiro vídeo. Foi esse sucesso,  portanto, que faz da americana ainda hoje um ícone da boa forma. [ela.oglobo]

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Musas do Universo  I Grace Kelly volta aos holofotes em nova biografia e filme com Nicole Kidman    (12/01/14)

Por que o diretor Gregory Ratoff gostava dela? Nas palavras dele: "Ela é perfeita! O que eu amo nesta garota é que ela não é bonita".

Falava de Grace Kelly. O ano era 1950 e ela fazia um teste para o filme "Taxi", no papel de uma jovem irlandesa que chega a Nova York para procurar o marido. Ratoff a queria, mas os executivos da Twentieth Century Fox acharam que Grace era muito elegante e sofisticada para a personagem, e a vetaram.

"Eu estive na categoria do 'muito' por longo tempo", contava ela. "Muito alta, pernas muito longas, muito sofisticada."

Esses "muitos" não atrapalharam sua carreira. A vida de Grace Kelly tem novas revelações na biografia do escritor Donald Spoto, "High Society: The Life of Grace Kelly" (Alta Sociedade: A Vida de Grace Kelly), lançada em 2010 nos Estados Unidos e que será publicada no Brasil pela editora LeYa, no próximo dia 20.

A atriz norte-americana e princesa de Mônaco, Grace Kelly

Kelly fez uma exigência a Spoto: o livro só deveria sair 25 anos após sua morte (ela morreu em 1982).

Em 7 de fevereiro, estreia no Brasil o filme "Grace: A Princesa de Mônaco", com Nicole Kidman no papel principal.

O filme aborda um período -de dezembro de 1961 a novembro de 1962- quando Grace teve um importante papel em uma negociação entre Charles de Gaulle, presidente da França, e o príncipe Rainier, de Mônaco, seu marido.

De Gaulle insistia em que os impostos cobrados dos franceses em Mônaco fossem enviados a Paris e ameaçou Rainier, que não concordava. O príncipe venceu a disputa.

INFLUÊNCIA FAMILIAR

Grace Kelly nasceu em 12 de novembro de 1929 na Filadélfia, EUA, filha de John B. Kelly, irlandês, e Margareth Majer Kelly, alemã. Eram ricos.

Grace foi uma garota alegre, sempre sorridente, que fazia amigos com facilidade. Inspirou-se em seus tios, Walter Kelly e, principalmente, Georges Kelly, dois atores ligados ao teatro e ao cinema, e desde menina sonhava ser atriz.

Georges era um homossexual com quem a família não convivia muito bem. Mas foi por insistência dele que John Kelly aceitou que Grace fizesse, aos 12 anos, seu primeiro papel no teatro. No final dos anos 1940, ela matriculou-se na Academia Americana de Artes Dramáticas, em Nova York. Na época, trabalhou como modelo e morava em pensionato de moças.

"Eu me rebelei contra minha família e fui para Nova York para descobrir quem eu era e quem não era", diria ela mais tarde a Donald Spoto.

De 1947 a 1949, foi modelo. Começou ganhando US$ 7,50 por hora. Fez muito sucesso, foi capa de revistas como "Cosmopolitan" e seu salário subiu para US$ 400 semanais.

Em 1948, fez sua primeira peça na Broadway, "The Father" (O Pai). Foi vista por Edith Van Cleve, agente teatral que se ofereceu para trabalhar com ela. Também em 1948 completou o curso na academia estrelando a peça "The Philadelphia Story", de Philip Barry, que mais tarde seria transposta para a tela no filme "Alta Sociedade", o último dos 11 filmes de Grace.

Também para a tela grande foram, entre outras, as peças da Broadway "Disque M para Matar" e "Amar É Sofrer". Por este último, recebeu o Oscar de melhor atriz.

O produtor Sol C. Siegel, da Twentieth Century Fox, havia visto "The Father" e indicou Grace para o diretor Henry Hathaway, que estava formando o elenco de "Catorze Horas".

Ele a chamou, fez um teste e a convidou para um pequeno papel no filme. Ela aceitou, recebeu US$ 500 e este foi seu primeiro papel no cinema.

Nicole Kidman como Grace Kelly em cena de 'Grace: A Princesa de Mônaco', que estreia em fevereiro no Brasil

'MATAR OU MORRER'

Em junho de 1951, Edith Van Cleve mandou fotos de Grace para a agência MCA, de Jay Kanter, quando o produtor Stanley Kramer e o diretor Fred Zinnemann fechavam o cast de "Matar ou Morrer".

O personagem principal seria o xerife Will Kane, papel rejeitado por Marlon Brando, Montgomery Clift, Charlton Heston, Kirk Douglas e Gregory Peck. Gary Cooper aceitou.

Entre as opções para a heroína, Amy Fowler Kane, recém-casada com o xerife, havia, entre vários nomes, o de Grace Kelly, da qual tinham uma foto. Era novata, não custaria muito, e Kramer a contratou por US$ 750 a semana, em um total de seis semanas. Gary Cooper receberia pelo filme o Oscar de melhor ator.

"Eu era muito nova quando fiz 'Matar ou Morrer'", diria Grace. "E Zinnemann me disse 'Grace, eu sinto muito, mas não posso ajudá-la da maneira que deveria'."

Depois de "Matar ou Morrer", Grace retomou lições com Sanford Meisner, lenda como professor de atores.

Foi então que John Ford viu as filmagens de seu teste para "Taxi". Logo depois, Jay Kanter ligaria para Grace convidando-a para um teste com Ford, que preparava um filme para ser rodado na África e teria Clark Gable e Ava Gardner como atores. Ela embarcou rapidamente para Los Angeles.

"Aceitei porque em 'Mogambo' trabalharia com John Ford e Clark Gable em filmagens na África. Se fosse no Arizona, eu não aceitaria."

UM CASO COM GABLE?

As filmagens duraram um ano, entre 1952 e 1953. Grace e Gable estavam constantemente juntos, jantavam todas as noites e era óbvio que gostavam muito um do outro. Logo surgiram boatos de que estavam tendo um caso, e uma frase foi atribuída a Grace:

"O que se espera se você está só em uma tenda na África com Clark Gable?"

Em seu livro, Donald Spoto não endossa a versão. Ele diz que, aos 50 anos, Gable havia perdido muito pouco de seu charme viril, comportamento protetor e calor paternal. Longe do conforto de casa, Grace desenvolveu uma intensa afeição por ele, mas é impossível dizer inequivocamente que o seu caso se concretizou.

"Mogambo" deu a Grace sua primeira indicação para o Oscar e seu primeiro Globo de Ouro, de atriz coadjuvante.

Ela assinou contrato de sete anos com a Metro, mas fez algumas exigências, entre elas continuar morando em Nova York, porque pretendia estar disponível para o teatro. Fez várias peças e atuou na TV, até que, em junho de 1953, recebeu ligação de Kanter.

Alfred Hitchcock também havia visto o teste para "Taxi", e queria conversar com ela. Grace foi a Los Angeles. Ela contaria como foi o primeiro encontro dos dois:

"Estava muito nervosa, mas ele foi muito agradável e me colocou à vontade. Falamos de viagens, culinária, vinhos, música, moda. Tudo, parece, menos da personagem."

No dia 22 de julho foi anunciado que Grace Kelly seria Margot no filme "Disque M para Matar", de Hitchcock. O diretor era conhecido pelo mau humor e discussões durante as filmagens. Dizia que atores vêm e vão, e que os diretores é que são importantes.

É claro que algo teria que acontecer entre ele e Grace, e foi na sequência em que tentam matá-la. Ela contou a Donald Spoto:

"Ele queria que fizessem um robe de veludo para mim. Disse que era para um efeito de luz e sombra no veludo. Então disse a ele que não achava que o robe se encaixava na cena. Se Margot se levantasse no meio da noite para atender ao telefone, e estivesse só no apartamento, ela não pegaria um robe", explicou Grace.

"Ele ficou vermelho, o que sempre acontecia quando estava contrariado, e me perguntou o que eu usaria. Não usaria nada, respondi, eu simplesmente atenderia ao telefone com minha camisola." "Provavelmente você está certa", ele respondeu. E a cena foi filmada assim.

Houve rumores de que Grace e Ray Milland, seu marido no filme, tiveram um caso, mas nunca foi comprovado.

As filmagens terminaram no dia 30 de setembro, e Hitchcock falava sempre de "Janela Indiscreta", seu próximo filme. Em novembro, um novo telefonema de Jay Kanter: Hitchcock a queria.

Ela faz o papel de Lisa Fremont, uma refinada dama apaixonada por L.B. Jefferies, fotógrafo free-lancer com uma perna quebrada, em cadeira de rodas, interpretado por James Stewart. Jeff passa os dias com sua máquina fotográfica, com teleobjetiva, focalizando os vizinhos. Então desconfia que um crime foi cometido.

O ANO DOS PRÊMIOS

Grace recebeu dois prêmios de melhor atriz do ano de 1954: dos críticos de Nova York por "Janela Indiscreta" e o Oscar por "Amar É Sofrer", que faria depois de "As Pontes de Toko-Ri". Neste, teve papel pequeno como Nancy Brubaker, ao lado de William Holden, que interpretava Harry, seu marido, herói da Guerra da Coreia.

Foi quando teve um romance com William Holden, que durou apenas três semanas. No ano anterior, 1953, ela havia conhecido Oleg Cassini, um estilista de muito prestígio, que havia acabado de se divorciar de Gene Tierney. Foi um caso mais longo e Grace gostou muito dele.

Bing Crosby a pediu em casamento durante as filmagens de "Amar É Sofrer", mas, embora a mídia tenha especulado um caso entre os dois, isso não aconteceu. Jornais e revistas de fofocas listam, entre seus casos, Gary Cooper, Clark Gable, Ray Milland, Bing Crosby e William Holden.

Quando Donald Spoto a estava ouvindo para escrever seu livro, Grace disse a ele que se apaixonava o tempo todo. Mas, no caso, frisa o escritor, se apaixonar não significava ir para a cama.

VIDA DE PRINCESA

Em 1955, fez "Ladrão de Casaca", mais uma vez com Hitchcock, e, em 1956, "O Cisne" e "Alta Sociedade". Durante as filmagens deste, conheceu o príncipe Rainier.

Ela foi convidada a integrar uma comitiva americana que iria ao Festival de Cannes. Em uma sessão de fotos, foi apresentada ao príncipe. Um ano depois eles anunciaram o casamento. Depois de casada, Grace abandonou a carreira. Tiveram três filhos, Caroline, Albert e Stephanie.

No dia 13 de setembro de 1982, dirigindo a caminho de Mônaco, voltando da quinta de Rocagel, propriedade do príncipe, Grace teve um mal súbito e desmaiou; seu carro se desgovernou e ela caiu em um precipício. Sua morte seria anunciada no dia seguinte, 14. Grace tinha 53 anos.

O carro que provocou a morte de Grace Kelly foi compactado, transformado em um cubo, transportado por barco e hoje jaz no fundo das águas azuis do Mediterrâneo. [Anélio Barreto - Folha]

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Musas do Universo  I  Morre aos 98 anos, a atriz Alicia Rhett, de "E o Vento Levou"   (04/01/14)

A atriz Alicia Rhett, que interpretou a personagem India Wilkes no filme "E o Vento Levou", morreu nesta sexta-feira (3) em Charleston, na Carolina do Sul.

Aos 98 anos, ela era a mais velha entre os atores do clássico filme de 1939 que ainda estão vivos.

No filme, India é irmã de Ashley Wilkes, o jovem por quem a protagonista Scarlett O'Hara (Vivien Leigh) está apaixonada no começo da história, antes de se envolver com Rhett Butler (Clark Gable).

Além de atriz, Alicia Rhett era pintora e costumava fazer retratos dos colegas nos sets de filmagem.

Ela nasceu em Savannah, na Geórgia, e desde 2002 vivia em uma comunidade para aposentados de Charleston. A causa da morte não foi divulgada.

De acordo com o IMDb, portal especializado em cinema e programas de TV, "...E o vento levou" foi o único trabalho de Alicia no cinema – sua ocupação principal era a de pintora. Nascida em 1º de fevereiro de 1915, ela era a mais velha dentre os atores do filme que ainda estavam vivos.

Alicia Rhett em abril de 2012.
Ela recebeu a Medalha Hubble em sua casa na Carolina do Sul.

 

Entre os atores de "E o Vento Levou" ainda estão vivos Olivia de Havilland, que interpretou Melanie Hamilton e tem 97 anos; Marry Anderson, que viveu Maybelle Merriwather e tem 93; e Mickey Kuhn, intérprete de Beau Wilkes, que tem 81.

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Musas do Universo  I  Aretha Franklin anuncia novo álbum de covers para 2014    (20/12/13)

Boas novas para os fãs de Aretha Franklin: a cantora anunciou que está começando a trabalhar num novo álbum, que será dedicado à covers de várias outras divas. “É um trabalho conceitual”, conta Aretha para a Billboard.

Aretha entra em estúdio no dia primeiro de janeiro com o produtor Babyface. Ao que tudo indica, serão 10 tracks ao todo, com faixas como “People”, de Barbra Streisand, e “Last Dance”, de Donna Summer. O álbum deve ser lançado no segundo trimestre de 2014 pela RCA Records.

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Musas do Universo  I  Morre Eleanor Parker, atriz de 'A Noviça Rebelde'   (10/12/13)

Eleanor Parker tinha um papel secundário no musical A Noviça Rebelde,
mas, quando entrava em cena como baronesa, sua classe se impunha e a atriz não passava impunemente, mesmo interpretando um papel nada simpático. Eleanor morreu na manhã desta segunda-feira (9), de complicações de uma pneumonia. Um amigo da família, Richard Gale, afirmou que a atriz “morreu pacificamente, cercado por seus filhos em um centro médico perto de sua casa, em Palm Springs”, nos Estados Unidos. Estava com 91 anos.

Eleanor disputou o Oscar de melhor atriz em três oportunidades. Em 1951, por sua atuação como uma presidiária em À Margem da Vida e, no ano seguinte, como a esposa frustrada de Kirk Douglas em Chaga de Fogo, clássico dirigido por William Wyler. A terceira indicação veio pelo desafiante papel da cantora de ópera atingida pela poliomielite Marjorie Lawrence em Melodia Interrompida, dirigida em 1955 por Curtis Bernhardt – apesar do tom melodramático, a sensível interpretação de Eleanor fez a diferença.

“Sou essencialmente uma atriz devotada a seu papel”, disse ela, em uma entrevista divulgada em 1988, quando tentou explicar os motivos de nunca ter alcançado grande sucesso, como alguns de seus colegas. “Interpretei tantos papeis variados que minha personalidade nunca emergiu.”

“Eleanor foi e ainda é uma das mulheres mais belas que já conheci”, disse o ator Christopher Plummer, com quem ela contracenou em A Noviça Rebelde. “Difícil acreditar na notícia de sua morte, pois eu acreditava que viveria próximo de sua beleza até a eternidade.”

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Musas do Universo  I  Michelle Pfeiffer deslumbrante na première do seu novo  filme The Family, em Paris   (22/10/13)

Michelle Pfeiffer participou da première do filme The Family, em Paris, na França, na quarta-feira (16). A atriz posou no tapete vermelho ao lado dos colegas de elenco Robert De Niro e Dianna Agron.

Durante o evento, Michelle chamou a atenção por usar uma peça da designer de joias Carla Amorim. A atriz vestiu o anel Canto da Sereia de ouro negro 18k e diamantes e entrou para o time de estrelas de Hollywood como Cameron Diaz, Michelle Obama e Sandra Bullock, que já desfilaram com peças da brasileira.

No longa, dirigido por Luc Besson, De Niro dá vida um gângster americano aposentado, que vive com sua família, os Manzoni, na Normandia sob o serviço de proteção a testemunhas do FBI. Já Michelle é a mulher do gângster, que tem tendências incendiárias quando cruzam seu caminho. O filme estreou no final de setembro nos Estados Unidos.

Michelle Pfeiffer, Robert DeNiro e Dianna Agron (Foto: AP)

Michelle Pfeiffer, Robert DeNiro e Dianna Agron (Foto: AP)

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Musas do Universo  I  Revista Time cita 'efeito Angelina Jolie' e coloca atriz em capa sobre cirurgia     (15/05/13)

Angelina Jolie é capa da nova edição da revista norte-americana "Time", divulgada nesta quarta-feira (15). A atriz declarou na terça-feira (14) que passou por uma dupla mastectomia preventiva, uma cirurgia para retirada dos seios.

A reportagem vai ser publicada no site da "Time" na quinta-feira (16) e chegará às bancas dos EUA na sexta (17).

A chamada de capa da Time cita "o efeito Angelina Jolie". "A dupla mastectomia de Angelina Jolie coloca o teste genético sob holofotes. O que sua escolha revela sobre calcular risco, susto e tranquilidade", anuncia a revista na capa.

"Jolie, em consenso quase universal, fez a escolha certa. Ela fez teste positivo para o gene relacionado ao câncer BRCA1, com a possibilidade de que ela desenvolveria a doença em terríveis 87%; depois da cirurgia, os médicos colocaram o número em apenas 5%. Mas muitos especialistas se preocupam com a leitura exagerada das lições. Os testes genéticos são uma ciência jovem", diz o site da revista no anúncio da reportagem.

Cirurgia

A revelação de Angelina Jolie sobre a cirurgia foi feita em um artigo chamado "My Medical Choice", publicado no jornal americano "The New York Times", na terça-feira.

"Minha mãe lutou contra o câncer por quase uma década e morreu aos 56", diz a atriz no começo do texto. "Ela viveu o suficiente para conhecer seus primeiros netos e segurá-los nos braços. Mas minhas outras crianças nunca terão a chance de conhecê-la e sentir quão amável e graciosa ela era", afirma.

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Musas do Universo  I Costanza Pascolato: "Ninguém presta atenção em ninguém. Todo mundo anda histérico."   (20/04/13)

Para alguém que sabe, como ninguém, escrever sobre moda e que qualquer revista gostaria de ter como colunista – mas só a Vogue tem- , atualizar-se para o mundo digital não seria de fato uma necessidade. Costanza Pascolato, porém, depois de 48 anos escrevendo para o impresso, lançou seu site e, em duas semanas, já tinha mais de 10 mil seguidores no Instagram.

Ela afirma que a linguagem da Internet ainda é uma novidade, mas ama que seja um espaço onde pode ser livre: "Quem vai apanhar ou não sou eu", diz com o bom humor, a classe e a delicadeza de sempre: "A Internet me obrigou a ser curta, mas posso falar o que quero". O desafio de precisar ser sucinta, no entanto, não a intimida: "Tenho prática em pensar, ao contrário de muita gente".

Personagem imprescindível em qualquer evento de moda, a empresária só chegou ao Fashion Rio, que acabou nessa sexta-feira (19/04), no meio do evento – estava descansando em Nova York com a família. Leia sua entrevista:

UMA LOUCURA: "Sou virginiana. Loucuras já fiz todas na vida; agora me protejo."

UMA ROUBADA: "Uma só? Várias! Sou muito ingênua em negócios, sou bobona. Hoje eu tenho um advogado e alguém que cuida disso tudo para mim."

UMA IDEIA FIXA: "Tenho ideia fixa em viver o momento da melhor maneira possível; estou muito feliz atualmente por isso."

UM PORRE: "É um porre a falta de atenção que as pessoas têm umas com as outras, até consigo mesmas. Todo mundo vive assim num "blá blá blá"! Serviços, já viu como são? Você entra em um bar, tem cinco pessoas de costas e assim permanecem. Você diz que quer um sorvete, um refrigerante, eles ficam conversando entre si. Mas isso não acontece só com o pessoal que atende; isso é com todo mundo – ninguém presta atenção em ninguém. Todo mundo anda histérico."

UMA FRUSTRAÇÃO: "Sabe que não tenho frustração nenhuma? Não mesmo!"

UM APAGÃO: "Os apagões vêm toda vez que tenho que lembrar o nome de alguém! Eu não me lembro de nenhum, estou esquecendo até o meu!"

UMA SÍNDROME: "Tenho síndrome da idiotice. A maioria das pessoas tem a síndrome do idiota."

UM MEDO: "Meu maior medo é o mesmo que a minha mãe tinha quando dizia: "Eu quero ir embora dessa vida antes de todos vocês (as pessoas que amo)". Eu não suportaria perdê-los."

UM DEFEITO: "Perfeccionismo em praticamente tudo."

UM DESPRAZER: "Tenho vários desprazes, mas acho que atualmente o maior é que as pessoas são muito mal criadas e detesto falta de educação. Se você encontra alguém bem educado, até se surpreende e diz: "Oh! Quem é esse?"

UM INSUCESSO: "Quando não consigo me comunicar direito, mesmo que não seja frequente, é um insucesso."

UM IMPULSO: "Eu sempre quis voar, mas acho que não vai dar; não nessa encarnação."

UMA PARANOIA: "Tive uma época de depressão profunda – foi um mergulho no inferno. Mas, graças a Deus, me tiraram dessa dor." [Invertida - Lu Lacerda]

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Musas do Universo  I  Atriz Jessica Chastain: “Sei que o fracasso me espreita”    (05/04/13)

Indicada ao Oscar por "A Hora Mais Escura", Jessica Chastain fala sobre fama, amor, medos e a estreia no Brasil do novo filme de terror "Mama", que estreia nesta sexta (5).

Ela é o assunto do momento, a atriz que Hollywood corre atrás e de quem todo mundo quer saber. Se você espera que a próxima frase seja um clichê do tipo "nem sempre foi assim", acertou. Até dois anos atrás, Jessica Chastain, 36 anos, vivia muito, muito longe do lugar que ocupa hoje. Filha de um bombeiro e de uma cozinheira da Califórnia, ela e quatro irmãos, desde muito cedo, conviveram com a falta de dinheiro e o medo de serem despejados ou não conseguirem encher a geladeira. O trauma moldou-a para manter os pés no chão quando o sucesso aconteceu. E nesse quesito, Jessica não tem nada clichê, afinal, verdade seja dita, é muito raro Hollywood adotar uma nova musa após os 25 anos de idade.

Depois de trabalhar com diretores de renome como Al Pacino (Wild Salome), Terence Malick (A Árvore da Vida) e Ralph Fiennes (Coriolanus), ela foi indicada ao Oscar de atriz coadjuvante por "Histórias Cruzadas" em 2012 e, este ano, ao Oscar de atriz principal pelo papel em "A Hora Mais Escura". "Houve uma época em que, se eu não conseguisse passar em um teste para um filme, não teria dinheiro para pagar o aluguel. Esse tipo de pressão faz o processo de seleção ser muito mais muito estressante", disse ela a Marie Claire, em um hotel de Nova York.

A mais recente empreitada de Jessica é uma escolha arriscada – e só confirma sua vontade de fugir dos clichês. No filme de terror "Mama", líder de bilheteria nos Estados Unidos por duas semanas, ela surge tatuada e de cabelos curtos e pretos. Na pele de Annabel, integrante de uma banda punk, ela luta contra seus instintos maternos e espíritos vingativos. "Depois que fiz uma mãe calorosa em 'A Árvore da Vida', só recebia ofertas para papéis semelhantes. Aí, disse para mim mesma: ‘Ok, vou provar que vocês não podem me enfiar num molde’." Formada em arte dramática – graças a uma bolsa de estudos – pela prestigiosa Julliard School, de Nova York, antes do sucesso em Hollywood, fazia apenas pequenas participações na TV, atuava no circuito off Broadway e em "filmes que nunca eram lançados". Teve de ser perseverante: "Sorte não basta, há de ser ter paciência", ensina.

"Mama" estreia nesta sexta-feira, 5 de março (Foto: Divulgação)

MARIE CLAIRE Para os padrões de Hollywood, você demorou a ser reconhecida. Sofreu muito por isso?

JESSICA CHASTAIN Embora eu seja superimpaciente e sonhe em ser atriz desde os 7 anos de idade, agradeço por não ter conhecido o sucesso aos 17, por exemplo. Tenho uma visão realista da profissão, sei que toda essa atenção desaparece de uma hora para outra. Quando isso acontece com alguém muito jovem, pode ser traumático. Vivi sem o sucesso por muito tempo e, honestamente, sequer espero que dure. Só espero que minha carreira não termine, quero estar atuando nos meus 80 anos.

MC Antes da fama, passou por experiências muito difíceis?

JC Cresci em uma família em que o orçamento sempre foi apertado. Tivemos um ano particularmente muito ruim, quando foi difícil até conseguir colocar comida na mesa. Mudávamos muito de casa, porque, às vezes, meus pais não tinham dinheiro para pagar o aluguel. Chegamos a ser despejados. Acho que, por causa desse episódio, desenvolvi um medo enorme de não ter onde morar. Essa insegurança me acompanhou até a idade adulta, porque sabia que tinha escolhido uma profissão inconstante. Acho até que esse meu medo de ficar sem um lugar para morar prejudicou os meus testes para trabalho. Ficava tensa, achando que, se não conseguisse um determinado papel, não teria dinheiro para pagar o aluguel. Esse tipo de pressão só aumenta o estresse no processo de seleção.

MC Você estudou artes dramáticas em uma das escolas mais prestigiosas dos Estados Unidos. Como era sua relação com arte antes disso?

JC Cresci assistindo a filmes na televisão. Meus pais não costumavam ir ao cinema. Eu dizia para eles: "Olha, esse filme ganhou o Oscar por isso ou aquilo, vamos assistir?". Mas eles não tinham a menor ideia do que eu estava falando. Hoje eles vão ao cinema só por minha causa. Minha vontade de interpretar começou depois que assisti a uma montagem de Ricardo III, ainda no tempo da escola. Achei a história tão sexy e violenta que me fez querer fazer uma peça de Shakespeare. Quando, mais tarde, fui morar em Mineapolis com o meu então namorado, fui apresentada aos filmes de arte. Vi A Professora de Piano e me apaixonei por aquele tipo de cinema e pelo trabalho de Isabelle, até hoje minha atriz preferida. Tenho vergonha de confessar, mas foi a primeira vez que a vi atuando! Queria fazer filmes como aquele.

MC O que você fez depois que terminou o curso de arte dramática da Julliard?

JC Fiz peças de teatro off Broadway e também muitos trabalhos esquisitos, como me vestir de Mickey Mouse em festas de aniversário de crianças (risos). Também participei de programas de televisão. Nada memorável, como um cadáver numa série policial ou uma adolescente que mantinha o pai como um vegetal para torturá-lo. Eu queria ir para Hollywood, só que não encontrava muitos testes. Hoje acho que o problema foi candidatar-me a papéis errados para mim. Eram sempre filmes juvenis e talvez eu não me encaixasse muito bem naquele universo. Os filmes que estou fazendo agora são mais raros. Não são para qualquer perfil de atriz.

MC Qual foi o verdadeiro momento da virada na carreira?

JC Tive dois: quando Al Pacino me chamou para fazer Wilde Salome, meu primeiro longa-metragem, que, aliás, ainda não foi lançado comercialmente – espero que a repercussão de A Hora Mais Escura e Mama ajude nisso. Depois, quando Terence Mallick me escalou como par de Brad Pitt em A Árvore da Vida. Quando fui fazer testes para A Árvore da Vida, o Terence ligou para o Al Pacino e perguntou coisas do tipo "por que você trabalhou com ela?", "ela não tem currículo em cinema?", "ela tem algum problema, é louca?". Al Pacino falou as melhores coisas a meu respeito, o que foi legal. A partir de então, fui beneficiada por uma série de recomendações. Spielberg ligou para Terence, porque queria me colcar em Histórias Cruzadas e assim por diante.

MC Mas como você foi parar nas mãos de Al Pacino?

JC Eu me inscrevi para os testes de Wild Salome e, para minha surpresa, fui chamada para a audição. Na hora do teste, com o próprio Al Pacino, a primeira coisa que perguntei para ele foi: "Como vim parar aqui?". Ele me disse que a Marthe, a assistente e namorada dele, mencionou meu nome, porque tinha me visto numa de minhas peças menores. Se você faz o que ama e não busca só dinheiro, às vezes, chega ao sucesso. Melissa Leo ralou por anos antes de ganhar o Oscar de atriz coadjuvante por seu trabalho em O Vencedor. Mark Ruffalo também serviu muitos drinques em bares antes de ficar conhecido. Sorte é apenas uma parte do sucesso. Tem de ter paciência também.

MC Você estreou no tapete vermelho ao lado de Brad Pitt e Sean Penn, no Festival de Cannes (2011)...

JC Nunca havia enfrentado uma cerimônia como aquela na vida. Lembro que fiquei tão nervosa diante da perspectiva de atravessar o tapete vermelho, encarar o público e a multidão de fotógrafos, que chorei dentro da limusine que nos levou do hotel até o Palácio dos Festivais, onde aconteceria a sessão de gala de "A Árvore da Vida" (naquele ano, o filme foi o vencedor da Palma de Ouro). Eu não tinha a menor ideia de como deveria agir! Mas Brad e Sean me tranquilizaram. Foram muito protetores, seguraram as minhas mãos o tempo inteiro.

 

MC Você é tímida?

JC Muito! Minha melhor amiga é atriz. Você deve conhecê-la, Jess Weixler, que fez Teeth, um filme premiado no Sundance Film Festival de 2007. Ela esteve no Festival de Cannes comigo. Fomos colegas de quarto e fizemos a Julliard juntas. Tenho sorte de ter uma amiga que me apoia, proteje, acompanha todos os meus passos e me traz de volta à realidade quando me entusiasmo demais por alguma coisa. Jess é do tipo que ameaça bater na cara se eu não tomar tenência (risos)! Pois então. Fui eu que produzi a festa de aniversário de 30 anos dela. Jess queria um festão, com tudo o que tinha direito, dançar em cima da mesa e coisa e tal. Eu era aquela garota encolhida no canto do salão dizendo para ela: "Divirta-se!". Estou contando isso tudo para mostrar que não sou o tipo de pessoa que gosta de um monte de gente em volta de mim e me desejando feliz aniversário. Essa é a minha amiga, não eu (risos).

MC O que passou por sua cabeça quando recebeu a notícia da sua primeira indicação ao Oscar, por seu papel em "Histórias Cruzadas"?

JC Sinceramente, nunca acreditei que tinha chance de ficar entre os indicados. No momento em que recebi a ligação da minha agente, estava em Paris, assistindo a um desfile de moda. Por causa disso, havia deixado o celular desligado. Quando liguei o telefone novamente fiquei preocupada ao encontrar o aviso de uma ligação perdida dela. Àquela hora, todo mundo estava dormindo em Los Angeles. Liguei de volta e ela me cumprimentou pela indicação. Havia uns trinta fotógrafos à minha volta, registrando minha expressão de surpresa, o rosto todo franzido. Foi a foto mais desagradável que já fizeram de mim, mas, pelo menos, é o registro de um reação genuína.

A atriz em "A Hora mais Escura", filme pelo qual ela foi indicada ao Oscar (Foto: Divulgação)

MC Chegou a escrever um discurso de agradecimento, em 2012, quando foi indicada e não ganhou o Oscar?

JC Sim. A gente tem de estar preparada, especialmente em se tratando de um prêmio tão importante como o Oscar. Acompanho a cerimônia da Academia de Artes e Ciência de Hollywood desde criança. Lembro de todo mundo lá em casa de roupão, sentados em torno da TV, jantando e esperando os nomes dos vencedores serem revelados. E, na hora em que fui indicada, pensei: "como não ter algo para dizer no palco no caso de uma vitória?". Odiaria isso!

MC Foi uma surpresa vê-la em um filme de terror como "Mama". Não é um gênero bastante arriscado, especialmente para uma atriz em ascensão?

JC Mama é resultado de minha teimosia. Depois de "A Árvore da Vida", fui soterrada por convites para interpretar esposas dedicadas, mães perfeitas. Estava marcada por esse tipo de papel! Minha reação foi: "Ok, vou provar que não conseguirão me colocar num molde!". Mama é um filme de gênero, o exato oposto de filmes como "A Árvore da Vida", por exemplo. Meu papel nele não é o de uma mãe perfeita, mas o de uma mulher que reluta contra a ideia de ter filhos. No início, a personagem demonstra um certo egoísmo, não é uma pessoa agradável.

MC Você voltou ao teatro no final do ano passado, com a peça "The Heiress", na Broadway. Como foi retornar à meca do teatro americano, agora como protagonista?

JC Para ser honesta, gostaria de ter escolhido um período melhor para voltar a fazer teatro. É que assinei contrato para fazer "The Heiress" há um ano e meio, antes de tudo isso. Tenho me sentido muito cansada, não é a melhor maneira de se fazer teatro. Mas o palco é um território muito especial, em que o público não se importa com a atenção que o ator está recebendo lá fora ou as indicações para o Oscar que ele recebeu. É um ótimo exercício de modéstia.

MC Como foi trabalhar com a diretora Kathryn Bigelow em "A Hora Mais Escura"?

JC Foi uma experiência fantástica. Trabalhamos com um material muito difícil, cenas intensas, longos dias de trabalho e em locações complicadas. Mas Kathryn é uma grande cineasta, e também uma bela figura humana. O calor dela nos ajudou a atravessar os dias de trabalho mais difíceis. O filme termina com questões não respondidas como "Ela é um monstro ou uma heroína?". Esse tipo de desfecho é um sinal de bravura da Kathryn. Confesso que não entendi muito bem o motivo de tanta polêmica em relação ao filme e à postura da minha personagem, a agente da CIA que liderou, por dez anos, as investigações que levaram ao responsável pelos ataques de 11 de Setembro. Acredito que as pessoas que criticaram não entenderam completamente a mensagem complexa do filme.

MC Você teme o fracasso?

JC Tenho sorte, mas sei que o fracasso está à espreita. Creio que o receberei bem quando ele chegar. O fracasso é uma possibilidade quando aceitamos grandes riscos. A gente aprende mais com os tropeços do que com os acertos. Sempre digo a mim mesma que só merece estar nessa profissão quem consegue se conformar com a perspectiva de ser pobre. Estaria feliz mesmo sem o sucesso, pois amo o que faço.

MC Teve algum flerte com Tom Hardy, seu par romântico no filme "Os Infratores"?

JC Tom é fantástico, mas jamais cruzei a linha da amizade. Nunca me vi namorando um ator. Talvez, se encontrar alguém que mexa comigo, aconteça. Até o momento, estou solteira e tenho preferido separar as coisas.

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Musas do Universo  I  Atriz italiana Gina Lollobrigida vende joias para ajudar pesquisa de célula-tronco   (26/03/13)

A atriz italiana Gina Lollobrigida, um dos principais símbolos sexuais das décadas de 1950 e 1960, está vendendo algumas de suas joias com diamantes para arrecadar dinheiro para pesquisas com células-tronco, dizendo que agora é a hora de retribuir pela vida feliz que teve.

Depois de uma infância humilde e rural, Lollobrigida contracenou com estrelas de Hollywood como Humphrey Bogart, Rock Hudson, Burt Lancaster, Tony Curtis e Frank Sinatra.

Quando sua carreira decolou na França, Itália e Hollywood, Lollobrigida começou a colecionar joias da Bulgari, sempre comprando ela mesma e aproveitando o poder de compra de seu trabalho duro.

Agora com 85 anos e tendo em grande parte trocado a atuação na década de 1980 pelo fotojornalismo, trabalho humanitário e escultura, Lollobrigida disse que era hora de colocar as joias em bom uso.

Vinte e duas joias de sua coleção serão leiloadas pela Sotheby's em Genebra, em 14 de maio, depois de serem expostas em Londres, Nova York e Roma.

Lollobrigida disse que vai doar os lucros para um fundo para a criação de um hospital para a pesquisa com células-tronco.

"Isso não vai ser o fim das joias, mas vai ser algo que faça o bem, ajudar uma causa que é muito importante para mim", contou ela à Reuters em uma entrevista por telefone de Roma. "Quero deixar uma lembrança da minha vida."

As peças incluem um par de brincos de pérola e diamante feitos em 1964 que devem ser vendidos por até 1 milhão de dólares, um anel de diamante de 19,03 quilates mais ou menos do mesmo valor e um conjunto de colar e pulseira de diamante de 1954 avaliado em até 500.000 dólares.

Ela também está vendendo um par de brincos de pressão de esmeralda e diamante que ela foi fotografada usando em uma noite em 1965, com o artista Salvador Dali, que deverá ser vendido por até 250.000 dólares.  Belinda Goldsmith - Reuters

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Musas do Universo  I  Costanza 2.0 I Editora e empresária lança site próprio nesta semana; veja o vídeo aqui    (13/03/13)

Home page do site de Costanza Pascolato a ser lançado nesta semana ©Reprodução

Conforme o FFW já havia anunciado, a guru fashion Costanza Pascolato lança nesta quarta (13.03) seu site próprio em um almoço para convidados no Fasano. O www.costanzapascolato.com.br vai mostrar o olhar único e experiente de Costanza na moda nacional e internacional, em uma plataforma que ela mesma assina. O FFW estará no evento e voltará com todas as novidades.

Veja o vídeo de lançamento que retrata o seu dia-a-dia por sua vizinhança e pela cidade - de feirinhas de bairro a exposições renomadas, e ainda o seu ambiente em casa. Além de um dos maiores ícones de estilo do Brasil, Costanza é também empresária e colunista de moda, e uma prova de que tradição e inovação são aliadas.

No vídeo abaixo você pode conferir uma Costanza incansável e sempre atualizada com as novidades do mundo moderno:


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Musas do Universo  I  Vivienne Westwood clicada por Juergen Teller   (24/01/13)

Vivienne Westwood ficou conhecida como uma das designers de moda mais influentes do século XX, mas retratos seus revelam uma Vivienne que pouquíssima gente conhece. Em uma exposição de fotografias realizada no Instituto de Arte Contemporânea, em Londres, imagens da senhora de 71 anos nua foram colocados à mostra. O fotógrafo Juergen Teller capturou as imagens há três anos, e diz que: “Quando você pensa em fotografias de pessoas idosas, você geralmente as imagina ‘enrugadas’ – mas elas não são! E eu gostei muito [de fotografá-la]”. [DailyMail]

Fotos: dailymail.co.uk; huffingtonpost.com

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Audrey Hepburn, 20 anos sem a última heroína romântica do cinema  (20/01/13)

Custa acreditar que uma das mulheres mais adoradas pelo público durante gerações tivesse tanto azar no amor. Audrey Hepburn, heroína romântica na tela e cuja morte completa 20 anos hoje, teve uma vida cheia de carências afetivas que só foi suprida como embaixadora do Unicef.

Cinco indicações ao Oscar... e cinco abortos. Duas estatuetas... e dois casamentos fracassados. Audrey Hepburn, provavelmente o ícone do cinema clássico mais lembrado junto com Marilyn Monroe, cativou na audiência algo que ela sentiu saudades desde menina: o carinho e a adoração.

Musa da Givenchy na moda, de Stanley Donen, Billy Wilder, George Cukor e Blake Edwards no cinema... mas rejeitada por Albert Finney e Ben Gazzara na vida real. Sua beleza era mais etérea que sexy e sem a aura do glamour de filmes como "A Princesa e o Plebeu" e "Bonequinha de Luxo", Audrey se sentia menor.

"Acho que o sexo é supervalorizado. Não tenho 'sex appeal' e sei disso. De fato, prefiro ter um aspecto curioso. Meus dentes são curiosos e não tenho os atributos que deveria ter uma deusa do cinema", falava sobre si mesma.

Nos registros oficiais, dois casamentos: um com Mel Ferrer, notavelmente maior que ela e de um físico pouco felizardo, e outro com o aristocrata e neuropsiquiatra italiano Andrea Dotti. Com o primeiro substituiu o verdadeiro amor pela admiração profissional. Com o segundo, pela "dolce vita".

Com eles teve seus dois filhos, Sean e Luca, outra de suas obsessões, pois por esterilidade tinha descartado alguns de seus amantes mais apaixonados, como William Holden e Robert Anderson.

Conheceu Ferrer em uma festa na casa de Gregory Peck e ele lhe ofereceu um papel em "Ondine", uma peça na Broadway, e, como dizem, uma coisa levou à outra.

Em 1954 já estavam se casando na Suíça em grande estilo e Audrey tentou combinar sua emergente carreira e seu novo casamento, até o ponto de rejeitar "Gigi" para rodar "Cinderela em Paris" na capital francesa, onde Ferrer trabalhava com Jean Renoir em "Elena et les Hommes".

Em pouco tempo, Ferrer foi tomado de ciúmes pelo sucesso de sua esposa e o divórcio chegaria em 1968, pouco após seu último êxito, "Um Clarão nas Trevas", produzido por Ferrer.

"Não posso explicar a desilusão que senti. Sabia que era difícil estar casado com uma estrela mundial. Mel sofreu muito. Mas, acredite, eu pus minha carreira em segundo lugar", disse a atriz na época.

Porém, um ano mais tarde, já estava se casando com Dotti, um dos solteiros mais cobiçados de sua época. Ela tinha 40 anos e ele 31, invertendo os papéis de seu casamento anterior, e foi Audrey que enlouqueceu de ciúmes ao ver os paparazzi fotografarem seu "latin lover" com outras mulheres.

Além disso, vários abortos a levaram a um estado de depressão, embora finalmente tenha conseguido dar à luz a seu segundo filho, Luca. O divórcio aconteceu apenas em 1982.

Mas, nesse meio tempo, a atriz continuou buscando o amor nos braços de seus companheiros de filmagem. "Chegou um momento em que sua vida se transformou em algo triste e patético e alcançou um grau de desespero no qual chegou a permitir que lhe tratassem mal", declarou Donald Spoto, ao apresentar sua biografia da atriz em 2006, a respeito da relação de Audrey com Ben Gazzara.

Gazzara lembrou assim seu romance em 1970. "Ela era infeliz com seu casamento e eu também e nos consolamos, mas era impossível. Ela tinha sua vida na Europa e eu em Los Angeles. A vida ficou entre nós", declarou o ator, que também ressaltou a insegurança de Hepburn como atriz.

Esse relacionamento seguiu o padrão de outro ocorrido poucos anos antes, quando ainda era casada com Mel Ferrer, durante seu romance extraconjugal mais famoso, com Albert Finney durante a filmagem de "Um Caminho para Dois". Porém, o ator não pôde com tanta intensidade.

As carências afetivas tinham nascido já na infância. "Nasci com uma enorme necessidade de receber afeto e uma terrível necessidade de dá-lo", dizia a atriz.

Abandonada por seu pai e com uma mãe incapaz de transmitir esse carinho, forjou uma insegurança que a tornou hidrofóbica e lhe fez chorar quando viu que não tinham respeitado sua voz nas canções de "My Fair Lady".

A delicadeza deslumbrante de Audrey Hepburn na tela tinha um revés preocupante na vida real. E assim, marcada pela filmagem de "Uma cruz à beira do abismo", acabou se entregando às causas humanitárias.

"No final encontrou o sentido de sua vida em seu trabalho com a Unicef. Mas foi praticamente por eliminação", resumiu Donald Spoto.

Missões na Somália e El Salvador como Embaixadora de Boa Vontade do Unicef, mas nas condições de uma voluntária a mais, lhe garantiriam um Oscar honorífico.  E assim, faleceu, sentimentalmente realizada, finalmente, no dia 20 de janeiro de 1993 aos 63 anos.

"Tive momentos muito difíceis em minha vida. Mas fossem quais fossem, os superei e sempre encontrei uma recompensa no final", comentou a atriz. EFE

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Boneca de Elizabeth Taylor é lançada nos EUA   (24/11/12)

Ela traz no vestido um laço vermelho, que lembra a luta da atriz contra a Aids

A atriz Elizabeth Taylor, que morreu em março de 2011, inspirou uma boneca lançada nos Estados Unidos. Feita para colecionadores pela Mattel, fabricante da Barbie, e em edição limitada, ela tem sapatos de salto, vestido branco e um laço vermelho, para lembrar da luta de Liz contra a Aids.

De acordo com o fabricante, a boneca foi aprovada por Liz, antes de sua morte.

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Sophia Loren virá ao Brasil em novembro para lançar calendário Pirelli 2013   (26/10/12)

Sophia Loren ganhou fama mundial em 1962, quando recebeu o Oscar de Melhor Atriz pelo filme “Duas mulheres” (Foto: Getty Images)

A italiana Sophia Loren, 77 anos, virá ao Rio de Janeiro no dia 27 de novembro para lançar o Calendário Pirelli 2013 – nada de fotos nuas ou super provantes, as imagens têm uma sensualidade discreta. A informação foi confirmada pela assessoria da empresa de pneus. Com o fotografias do americano Steve McCurry, a “folhinha” tem a cidade carioca – do centro histórico às favelas – utilizada como cenário. O calendário inclui as modelos Isabeli Fontana, Elisa Sednaoui, Petra Nemcova, Liya kebede, Kyleigh Kuhn e Adriana Lima. O lançamento do calendário terá festa no Píer Mauá, zona portuário do rio, para aproximadamente 700 convidados e show da cantora Marisa Monte.

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R.I.P Hebe Camargo I  Diva da Tv brasileira morre aos 83 anos, em São Paulo  ( 29/09/12)

O Brasil perdeu uma de suas celebridades mais queridas neste sábado (29). Hebe Camargo, a mais popular apresentadora da televisão brasileira, morreu aos 83 anos, perdendo a luta contra um câncer diagnosticado em janeiro de 2010. Hebe estava afastada da TV desde junho, quando passou por sua terceira cirurgia em dois anos,  mas tinha anunciado o retorno nesta semana, após assinar contrato com o SBT. A apresentadora morreu nessa madrugada em sua casa, no Morumbi, em São Paulo, em decorrência de uma parada cardíaca.

Nunca houve uma mulher como Hebe. E nem era o caso – afinal, já havia ela, desde que a televisão foi inaugurada no Brasil. Foram mais de 50 anos no ar. Sem a risada de Hebe e os cabelos loiros que essa morena de origem assumiu pela vida toda, a programação da TV perdeu para sempre parte do brilho, do humor, da autenticidade e da alegria. “A vida é uma e a gente tem que saber viver os momentos da melhor maneira possível”, dizia ela. Este é um dia triste para todos os brasileiros.

Aqui, vídeo-síntese de quem foi Hebe Camargo:

NASCIDA EM 8 DE MARÇO

A artista mais famosa do Brasil nasceu - por coincidência ou predestinação – no dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher. O ano era 1929, na cidade de Taubaté, interior de São Paulo. Na década de 1940, mudou-se para São Paulo com seus pais: a dona de casa Esther e o violinista de cinema mudo Segesfredo Monteiro de Camargo. O começo foi duro, e Hebe chegou a trabalhar como empregada doméstica.

CARMEM MIRANDA COVER

Atrás do sucesso como cantora, Hebe participou de vários programas nas rádios paulistas, imitando Carmem Miranda. Depois montou uma dupla com sua irmã: Rosalinda e Floribela, e ficou conhecida como “estrelinha do samba”. A parceria durou pouco tempo. Em seguida, Hebe criou um quarteto musical com a irmã e duas primas, outro arranjo que logo se desfez, conforme as mulheres foram se casando – todas, menos Hebe. Na década de 1950, cantando na TV Tupi, sua carreira de cantora deslanchou. Foi convidada pelo empresário Assis Chateaubriand para cantar o “Hino da Televisão” na primeira transmissão ao vivo da TV no Brasil, mas teve de faltar e foi substituída porLolita Rodrigues. As duas foram amigas por muitas décadas.

Em 2008, Hebe recebeu o ex-jogador de fubebol Pelé, que tocou violão sentado no seu famoso sofá

MAIS TEMPO NO AR

Em 1958, estreou como apresentadora de seu próprio programa, “O Mundo é das Mulheres”, no canal 5, TV Paulista. Ficou no ar até 1964, quando abandonou a TV temporariamente para se casar com o empresário Décio Capuano, com quem teve seu único filho: Marcello Camargo, nascido no mesmo ano de seu casamento. “O Décio me esperava na porta das emissoras onde eu trabalhava, seguia o meu carro e assim foi me conquistando. Começamos a namorar e eu gostei dele, era um homem muito bacana e de bom caráter. Porque eu era artista, o pai dele exigiu que eu assinasse um documento abrindo mão dos bens do Décio. E eu assinei, mesmo porque eu não casei com ele por interesse. Na época, eu já tinha dinheiro, viajava fazendo shows. Quando o Décio ficou muito doente, ele dependeu absolutamente de mim. E, lamentavelmente, ele se foi. Foi puro amor mesmo. Eu até parei de trabalhar, mas depois voltei para a televisão”, contou ela.

A partir de 1966, consagrou-se com as entrevistas informais e desde então permaneceu trabalhando, tornando-se a apresentadora brasileira que esteve mais tempo no ar.

A "rainha da TV brasileira" e o rei Roberto Carlos já posaram bem juntinhos em um evento

CABELOS LOIROS

Originalmente morena e de sobrancelhas grossas, Hebe se identificou completamente com os cabelos loiros. Ela mesma contava como tinha sido a sua transição. “A primeira vez que fui para Nova York foi com o Décio. Comecei a ver aquelas mulheres loiras e as achei lindas. Quando cheguei ao Brasil, passei água oxigenada na parte de cima e comecei a gostar. Depois, fui no salão tingir o cabelo e gostei. E, ele (Décio) também gostou. Isso faz 503 anos (risos). Uma vez, eu tingi de escuro, mas não me acostumei. Olhava no espelho e dizia que aquela não era eu. Tingi de loiro de novo.”

Marília Gabriela já passou de entrevistadora a entrevistada no programa da Hebe Foto: Wayne Camargo/ RedeTV!/Divulgação

COLEÇÃO DE SELINHOS

Hebe passou por várias emissoras nacionais – da extinta TV Tupi à TV Bandeirantes. No SBT, onde ficou 24 anos, comemorou em 22 de abril de 2006 seu milésimo programa de TV.

Em janeiro de 2010, foi diagnosticada com câncer no peritônio e passou pelo primeiro tratamento quimioterápico, quando ficou internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Em março, Hebe voltou à ativa na emissora deSilvio Santos, num programa especial em comemoração ao seu aniversário, que teve a participação de Ana Maria Braga e Xuxa. Desde 2011, fazia parte do elenco da Rede TV!, onde o “Programa da Hebe” era exibido nas noites de terça-feira.

Hebe recebeu em um de seus programas a atriz Sandra Bréa, que tinha aids e morreu de câncer no pulmão em 2000

Além do sofá e do bordão “que gracinha!”, Hebe transformou em marca registrada os selinhos que alegremente dava em seus entrevistados, homens ou mulheres: Roberto Carlos, Daniel Boaventura, Leonardo, Jude Law, Ivete Sangalo, Julio Iglesias, Neymar, Patrick Dempsey, entre outros, não escaparam do carinhoso carimbo de Hebe.

Silvio Santos foi chefe de Hebe de 1986 a 2010 Foto: SBT/Divulgação

PAIXÃO PELAS JOIAS

Dona de uma coleção exuberante de jóias, Hebe garantia que todas tinham sido presentes dela para ela mesma. “Sempre gostei de jóias. Quando eu não podia comprar a de verdade, eu comprava a imitação. Todas fui eu que comprei, com o meu dinheiro. Não tenho joias que ganhei de marido, de amante. Quer dizer, de amante tem (risos). Eu comprei todas as minhas joias.”

Hebe já cozinhou ao lado da cantora Rita Lee

FLERTANDO COM A MÚSICA

Em 2009, Hebe se envolveu em três aventuras musicais. Participou do show “Elas Cantam Roberto”, quando foi gravado DVD em que várias cantoras homenageiam o Rei. No final da apresentação, Roberto entrou em cena, no Teatro Municipal de São Paulo, e engrossou o coro feminino declarando: “Eu quero ter um milhão de amigos”.

Hebe lançou também o CD “Hebe Mulher”, com regravações de grandes nomes e participações especiais: Roberto Carlos retribuiu a gentileza cantando “Você não Sabe”, e Daniel Boaventura “El Dia que me Quieras”. Em outubro do mesmo ano, Hebe gravou ainda um DVD com participação de vários artistas, como Fábio Jr., Leonardo, Daniel, Chitãozinho e Xororó, Bruno e Marrone, Maria Rita e Gilberto Gil. Em dezembro, homenageada pela Rede Globo, foi ao “Domingão do Faustão” e deu um selinho em Bruno Gagliasso.

Hebe Camargo prestigiou o jantar beneficente em comemoração aos 20 anos de Fundação Xuxa Meneghel, em 2009

O ÚLTIMO PROGRAMA DA HEBE

Desde junho passado, a apresentadora ficou afastada da televisão - e não tinha previsão de voltar ao ar. O “Programa da Hebe” estava suspenso da programação da Rede TV! até que Hebe tivesse condição de retomar a rotina. Nos bastidores, dizia-se que ela já estaria negociando o fim de seu contrato com a emissora. Amigo de longa data e ex-patrão, Silvio Santos queria Hebe de volta no SBT. E Hebe não planejava mais se casar, como declarou em março deste ano, no programa que comemorou seu aniversário de 83 anos. “A essa altura da minha vida, o melhor é estar sozinha. É uma delícia estar na minha casa, eu durmo se quiser, se não quiser eu não durmo. Se eu tiver que sair, eu vou e acabou. Se eu tivesse alguém hoje, seria um conhecido, um amiguinho. Mas marido? Nem pensar.”

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Musas do Universo  I  Patti Smith   (02/09/12)  

Patricia Lee Smith nasceu no dia 30 de dezembro de 1946 e além de cantora é compositora, poeta e artista. Ela foi um dos grandes nomes da cena punk de Nova York dos anos 70. Patti é considerada a “madrinha do punk” e seu álbum de estréia ‘Horses’ marcou a história do movimento musical. Seu estilo com toque minimalista e fortemente influênciado pelo guarda-roupa masculino é até hoje referência e mesmo com o passar do tempo continua atual.

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Marilyn Monroe I Há 50 anos morria o ícone eterno da sensualidade   (05/08/12)

Ela era a imagem da loira fatal e, 50 anos após sua morte repentina, o debate sobre a revolução sexual de Marilyn Monroe ainda sobrevive.

Nova York - Ela era a imagem da loira fatal e, 50 anos após sua morte repentina, o debate sobre a revolução sexual de Marilyn Monroe ainda sobrevive.

Monroe não foi a primeira 'pin-up' de Hollywood ou mesmo uma loira natural.

Contudo, entre o famoso suéter vermelho apertado, as fotos da Playboy e o episódio do vestido esvoaçante sobre a ventilação do metrô de Nova York, a jovem, antes conhecida como Norma Jeane Baker, transtornou os Estados Unidos e o mundo.
Seus casamentos com celebridades e a fama, que ia muito além de sua modesta lista de participações no cinema, ajudaram a criar um símbolo sexual reverenciado por cantoras pop, atrizes e fashionistas até hoje.

"Marilyn Monroe alcançou uma aura", disse Goetz Grossmann, produtora-executiva de um novo filme sobre a atriz chamado "Blonde" à AFP.
"Você não pode fugir de Marilyn Monroe. Ela atingiu um status icônico".
Muito além de biografias, como a recente "Sete Dias com Marilyn", Hollywood e a indústria da música e da moda continuam intoxicadas pela bela, encontrada morta aos 36 anos pelo uso abusivo de remédios.
A diretora criativa Joe Zee escreveu no website Elle.com que "a bombshell original" ainda é uma inspiração nas passarelas.
Celebridades como Taylor Swift e Scarlett Johansson são conhecidas por explorar os cachos loiros e vestidos brancos que ajudaram a fazer de Monroe um 'sex symbol'.
A atriz Megan Fox fez uma tatuagem --mais tarde removida-- do rosto de Marilyn em seu antebraço.

Lindsay Lohan tem uma obsessão pela musa, notada mais uma vez em seu ensaio na Playboy, em que reproduz o nu de Monroe em 1953 na primeira edição da revista de Hugh Hefner.

"Eu me identifico", disse a conturbada atriz no ano passado.
O contundente poder de atração de Marilyn pode parecer estranho. Embora seu trabalho em "Quanto Mais Quente Melhor" e em muitos outros filmes tenha sido marcante, sua participação em Hollywood foi curta e sua história é conhecida pelo sofrimento e morte.

Mesmo por trás de seu passado e do 'sex appeal', ainda há uma questão: a personalidade sedutora de Marilyn foi uma prova de independência, ou o reflexo de uma mulher manipulada pelos homens?

Lois Banner, autor da biografia recém-publicada "Marilyn: The Passion and the Paradox," diz que não há dúvidas de que ela era a verdadeira dona de seu corpo.

"Ela criou sua carreira", explicou Banner em uma entrevista por telefone. "Ela era extremamente esperta. Sabia muito bem o que estava fazendo... Os jornais queriam uma loira fatal e foi o que ela fez".

Segundo Banner, que levou 10 anos investigando os poucos aspectos ainda sombrios sobre a vida de Marilyn Monroe, a atriz sabia que entrava em um jogo perigoso, e perdeu o controle apenas no fim, quando começou a andar com os Kennedy e Frank Sinatra.

"Ela dormia com homens para chegar ao topo. Eles a usaram? Sim. Ela os usou? Sim. Ela mostrava seu corpo porque queria manter o controle sobre os homens", explicou.

Já Rosanna Hertz, professora de Sociologia na Wellesley College, afirma que Marilyn não era nenhuma heroína do poder feminino.

"Quando a sexualidade é comercializada, minha pergunta é: 'Quem controla isso?'", declarou Hertz.

A vida de Monroe pode ser um aviso para aquelas que esperam que o seu poder de sedução traga riqueza e glamour.

"É preciso trabalhar duro para ser uma 'mulher troféu'", disse Hertz.

"É algo que muitas mulheres mais jovens tentam simular. (O programa de TV) 'Bachelorette' é sobre isso. Não acho que garotas que buscam isso sabem o quanto é difícil: descobrir quem são os homens ricos, ir atrás deles", acrescentou.

Muitas tentaram imitar Marilyn Monroe, mas apenas uma se aproximou --e até mesmo melhorou-- de sua fórmula de sexualidade e estrelato: a diva Madonna.

Ela também é uma morena que inventou um novo nome, se tornou loira, e lançou uma carreira que seria sinônimo de uma chocante segurança com sua sexualidade.

Entretanto, independentemente de suas semelhanças, Madonna é forte onde Marilyn era vulnerável e foi essa diferença crucial permitiu que ela se mantivesse ativa.
 
Madonna "está sempre sob controle", afirmou Grossman. Sebastian Smith, da

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Musas do Universo  I  Michelle Pfeiffer: "Estou melhor do que nunca"   (30/06/12)

Aos 54 anos, Michelle Pfeiffer diz estar "melhor do que nunca", e o certo é que a sua presença continua propagando essa aura das grandes divas do cinema norte-americano, um magnetismo que a atriz deixa oculto em "People Like Us", filme em que interpreta uma viúva cheia de segredos.

"Estou bem, provavelmente melhor do que em toda a minha vida. Estou melhor do que nunca. Quanto mais envelheço, melhor me cuido, especialmente quando estou trabalhando. Para mim, há três cuidados fundamentais: alimentação, exercícios e a proteção solar", declara Michelle em entrevista a um pequeno grupo de jornalistas.

"Cuidar do nível de estresse também é importante. Tenho uma grande vida e me sinto muito agradecida por isso. Sou ciente da sorte que tive e acho que tudo isso se reflete em mim", reconhece a atriz, três vezes candidata ao Oscar - por "Ligações Perigosas" (1988), "Susie e os Baker Boys" (1989) e "As Barreiras do Amor" (1992).

Michelle, que estreou em maio "Sombras da Noite", retorna às salas de cinema norte-americanas neste fim de semana com "People Like Us", um drama com toque de comédia sobre relações familiares cujo elenco também conta com Chris Pine, Elizabeth Banks e Olivia Wilde.

Na história, um jovem recebe a notícia da morte de seu pai e, ao ler seu testamento, descobre que tem uma meia-irmã da qual nunca ninguém tinha lhe falado e cuja herança é de US$ 150 mil. Após assimilar a situação, ele decide embarcar em uma aventura para descobrir quem é essa irmã e o que acontece em sua vida.

"Acho que muitas famílias têm mais segredos profundos e obscuros do que nos damos conta", comenta Michelle. "Incomum é quando não ocorrem coisas assim. O filme me fez pensar na necessidade que temos de nos conectar com alguém. Não queremos ficar sozinhos e às vezes nos sentimos assim, embora estejamos rodeados de gente. Como se estivéssemos fora do núcleo", acrescenta.

A atriz revela que ela mesma tem um tio em sua família do qual ninguém nunca falou, e que lamenta não ter perguntado por ele a seu pai, já falecido. "Provavelmente 50% do que aconteceu ele não saberia e os outros 50% não iria querer contar. Portanto, nunca o conheci. Não sei o que aconteceu com ele".

Michelle interpreta Lillian, a mãe de Sam (Pine), que não pôde evitar que a relação com seu filho tenha se deteriorado com a passagem dos anos ao ponto de se transformarem em estranhos um para o outro. No entanto, as circunstâncias no filme levam a uma reaproximação.

"Adorei o roteiro. As questões que aborda são importantes para mim e são coisas que acontecem. As famílias têm todo tipo de tamanho e cores e lidam com diferentes problemas, mas acredito no perdão. O filme fala sobre saber perdoar e dar segundas chances, coisas nas quais acredito absolutamente", manifesta a atriz.

A protagonista de filmes como "Scarface" (1983), "Batman - O Retorno" (1992) e "Revelação" (2000) ressalta que foi "emocionante" participar deste novo filme, estreia como diretor de Alex Kurtzman, um dos roteiristas e produtores de referência na Hollywood atual ("Transformers", "Star Trek").

A história se baseia na experiência real de Kurtzman, que conheceu sua meia-irmã já adulto e agora são amigos íntimos. Pessoalmente, o filme foi tão impactante para Michelle que ela chegou a considerar trabalhar na direção, algo que já tinha sido sugerido por outros colegas de profissão que a consideram "muito mandona".

"Penso nisso às vezes. Dizem que sou muito controladora e muito mandona. Eu gostaria de tentar, mas sei que é uma tarefa que consome totalmente, e não sei se estou preparada", admite.

O próximo projeto de Michelle é "Malavita", um filme de Luc Besson sobre um casal de gângsteres, que será o terceiro trabalho da atriz com Robert De Niro (depois de "Stardust - O Mistério da Estrela" e "Noite de Ano Novo"), embora só agora apareçam juntos em cena.

"É um grande roteiro e finalmente poderei contracenar com ele. Será emocionante, mas não quero dar muitos detalhes. Sou supersticiosa e quero fazer o filme, portanto prefiro não falar dele", conclui. EFE

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Donna Summer: R.I.P:  Morre aos 63 anos de idade a cantora hit da era disco   (17/05/12)

Conhecida como rainha da era das discotecas, a cantora Donna Summer morreu nesta quinta (17), aos 63, na Flórida (EUA). A notícia foi dada pelo site "TMZ" e confirmada pela família pouco depois.

Segundo o "TMZ", a cantora sofria de câncer de pulmão, mas não quis torná-lo público. Ela estava trabalhando em um novo álbum.

Em comunicado, sua família disse que "está em paz, celebrando sua vida extraordinária e seu legado".

Donna Summer, que ganhou o Grammy cinco vezes, despontou na cena disco com hits como "Last Dance", "Bad Girls" e "Hot Stuff" --que faz parte da trilha sonora da novela "Avenida Brasil".

Donna, filha de um açougueiro e uma professora, nasceu como LaDonna Andrea Gaines. Cresceu ouvindo músicas de Dinah Washington, Supremes, Dionne Warwick e Janis Joplin.

No ensino médio, se juntou a um grupo chamado Crow. Mais tarde, trabalhou fazendo backing vocal para o grupo Three Dog Night.

Em 1971, como Donna Gaines, lançou seu primeiro single, uma cover de "Sally Go 'Round the Roses". Ela se casou em 1972 com o ator austríaco Helmuth Sommer, de quem adotou o sobrenome, modificado para "Summer", e teve sua primeira filha em 1973. Pouco depois, se divorciou.

Summer também foi casada com o músico Bruce Sudano, com quem teve outras duas filhas.

Ainda no início dos anos 70, cantando como backing vocal, Summer conheceu os produtores Giorgio Moroder e Pete Bellotte, nomes que ajudaram a dar forma à era disco. Em 1974, lançou seu primeiro disco, "Lady of the Night".

Em 1975, ela levou a Moroder algumas ideias para a canção que viria a se tornar seu primeiro grande hit, "Love to Love You", lançado na Europa. A música alcançou as pistas dos EUA e do resto do mundo logo depois, como "Love to Love You Baby", chegando à segunda posição na parada "Billboard" em 1976.

A partir daí, reinou absoluta e passou a movimentar as pistas de dança de todo o mundo até o início dos anos 80, quando tentou se lançar em outros estilos musicais. Em 1983, lançou o sucesso "She Works Hard for the Money".

Summer investiu também na carreira de atriz e apareceu no filme "Até que Enfim é Sexta-Feira" em 1978.

O 17º e último álbum de Donna Summer, "Crayons", foi lançado em 2008.

Numa de suas últimas vindas ao Brasil, Donna Summer fez shows em São Paulo e no Rio, em novembro de 2009.

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Marilyn Moore: Livro Marilyn By Magnum traz fotos inéditas do ícone sexual de hollywood   (18/04/12)

Fotos: Reprodução livro Marilyn By Magnum/Philippe Halsman

Ela é um ícone que já posou para milhares de fotos, mas 50 anos depois de sua morte ainda existem imagens inéditas, que nunca foram publicadas de Marilyn Monroe. É o caso destas que fazem parte do livro Marilyn By Magnum, publicado especialmente em comemoração à data de morte de Marilyn, que não saiu de seu apartamento para que as fotos fossem feitas. O que aconteceu no ano de 1952, quando ela tinha 26 anos, e a autoria é do renomado fotógrafo Philippe Halsman. O livro, que já está à venda por 19,99 libras, reúne muitas imagens encontradas ao longo dos anos por membros da cooperativa fotográfica Magnum, agência mundialmente conhecida e que foi inicialmente formada por Robert Capa, Henri Cartier-Bresson, George Rodger e David “Chim” Seymour em 1947, logo depois da Segunda Guerra Mundial. GQ

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Vivienne Westwood  estrela capa da i-D  (22/03/12)

Mais um grande personagem da moda é homenageado pela i-D. Depois de Karl Lagerfeld aparecer com seu tampão, é a vez de Vivienne Westwood dar sua piscadinha para a capa da publicação. A edição é denominada ‘Royalty Issue’ e a estilista realmente merece o reconhecimento, tamanha sua contribuição para a moda. modismonet.com

Foto: Facebook Vivienne Westwood

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Ícone no Brasil, Costanza Pascolato fala de suas percepções da moda atual  (24/01/12)

Costanza Pascolato em conversa com o FFW ©Juliana Knobel

Costanza Pascolato, dona da tecelagem Santaconstancia e colunista da “Vogue” brasileira, é um dos maiores ícones da moda nacional, além de ser respeitada internacionalmente. Nascida na Itália, em 1939, bem no começo da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), Costanza chegou ao Brasil com cinco anos ao lado dos pais, Michele e Gabriella Pascolato, e do irmão mais novo, Alessandro, e se estabeleceram em São Paulo, onde criaram um grande império têxtil. A história da empresária e consultora é fascinante, por isso mesmo o site FFW a entrevistou com exclusividade na noite de sábado (21.01) no restaurante Manioca, durante o SPFW.

Sua mãe, Gabriela Pascolato, veio da Itália com você e seu irmão ainda muito novos, fugindo da guerra, e construiu um império têxtil praticamente sozinha. A senhora pode contar um pouco mais dessa história?

Na verdade não foi sozinha, foi junto com meu pai. Em 1945, eu tinha de cinco para seis anos, meu irmão tinha dois, e meus pais vieram depois da guerra… e a guerra era uma coisa assim, que mudou a vida da gente, eles tiveram que recomeçar. Então, eles perceberam que no Brasil, na época, só se fabricava algodão e minha mãe teve a ideia, depois de um ou dois anos que estavam aqui, de começar algo e o cruzeiro era uma moeda muito forte, era uma época boa para começar um negócio. Minha mãe resolveu começar com 12 teares e compraram seda no interior de São Paulo, que já era fabricada pelos japoneses, mas que quase tudo era exportado. O início foi com uma tecelagem de seda e, nos anos 70, o meu irmão começou a pensar no que era tecnológico, no sentido da fibra com memória, com elastano, lycra, por exemplo. A nossa fábrica foi a primeira homologada para fazer o primeiro cotton lycra, o primeiro tecido de uso diário que tinha uma origem esportiva e que era estudada para a melhor performance possível do corpo. Foi uma ideia pioneira, que meu irmão, junto com a minha mãe, começaram a introduzir na vida do dia-a-dia, afinal aqui todo mundo se veste casual, não tem centro urbano muito grande para ter que se vestir como no hemisfério norte, lá fora e tudo o mais. No Brasil, tudo é malha e elástico, todo mundo quer uma moda próxima do corpo e confortável para o dia-a-dia.

À que a senhora atribui as figuras femininas tão fortes na sua família?

Acho que a figura feminina já vinha forte da minha avó materna, que trabalhou junto com o pai dela que era prefeito de uma cidade na Sicília e ela, já com 15 anos, no final do século 19, trabalhava em um escritório. Depois, ela foi super ativa e cuidou de casas gigantescas e fazendas que o meu avô teve, inclusive do pessoal. Chamavam ela de “Rainha Sol”, como Luís XIV, o “Rei Sol” na França, sabe? Aí minha mãe era do mesmo jeito, mas acho que ela era até mais forte que a gente. Enfim, eu acho que é uma família de matriarcas, mas sem desmerecer os homens porque, na verdade, o meu irmão é uma pessoa super interessante e capaz, ele está por trás de uma empresa que ainda funciona, depois de tantos anos.

Como foi crescer neste meio tão ligado à “moda”, mesmo que com um conceito de moda tão distinto do que temos hoje?

A mudança mais importante foi a questão de que quando minha mãe começou não existiam confecções, eram simplesmente costureiras e ateliês que atendiam. Então as pessoas costuravam em casa, a gente vendia à metro, quer dizer, vendia a lojas que vendiam à metro. A grande revolução foi no começo dos anos 1970, final dos 60. Quanto a mim… eu não sei, a moda foi um importante viés para entender o mundo. Eu vi a moda em mim quando tinha três, quatro anos, e comecei a reparar nas pessoas. Para mim é fácil enxergar a moda. E minha mãe sempre me falava sobre o que ela andava fazendo, sobre o que vinha acontecendo, já com 12 anos ela me levava para os escritórios todos para que eu visse as pessoas que atuavam na moda. Com 15 anos, em Paris – ela exportava seda para a França – eu vi de longe a [Coco] Chanel porque ela estava dentro do escritório de um fabricante francês, que importava coisas da gente… eu vi os primeiros desfiles de alta-costura nas maisons. Ela falava sobre roupas e se vestia lindamente, minha avó também… minha avó tinha roupa da Chanel de 1912, 1914… então é uma cultura familiar. Além de eu ter um olho, entende? Algumas pessoas da família não são assim, a Consuelo [Pascolato Blocker, filha de Costanza] é, por exemplo. Eu acho que a gente leva jeito e um olhar que a gente tem para isso e para mim a moda é uma das maneiras de enxergar o comportamento de uma época.

Costanza Pascolato em conversa com o FFW ©Juliana Knobel

Como é ter presenciado “o comportamento” daquela época, de grandes designers como Dior, Givenchy, além da própria Chanel? Como é lidar com a diferença desse tempo para os dias atuais?

Eu tinha a noção muito clara do que era a moda uma certa época antes do advento do prêt-à-porter na Europa, que foi um momento… é assim: a alta-costura representava uma elite, todo mundo copiava o modelinho da alta-costura que vinha nas revistas, levava na costureira e copiava. Quando o prêt-à-porter começou, nos anos 1970, lá na Europa, principalmente em Paris, depois na Itália, foi o movimento libertário e de pensamento, mas ao mesmo tempo outros consumidores entraram no mapa, ou seja, outros consumidores com a mentalidade mais jovem e mais democrática porque a partir dos anos 1968, 69, 70, as ideias dos jovens, que não eram respeitadas, começaram a valer e ao mesmo tempo houve a libertação sexual… Mas toda aquela novidade que foi revolucionária no mundo veio junto com o fato de que os consumidores viraram consumidores independentes dos adultos, principalmente dos pais, eles pensavam diferente e queriam ser vestir de uma maneira diferente, as ideias muito rígidas não funcionavam com eles e as roupas também não. Eu vivi na melhor parte do século 20. Quando eu cheguei ao Brasil tinha telefone “à manivela” e hoje eu tenho dois celulares e dois iPads, então viver esse período, até hoje, é uma experiência, estando ativa e tendo o olhar ainda “dissernidor”, acho que é uma das experiências mais fascinantes que alguém pode ter.

Como foi ter nascido em uma família tão abastada e depois ter sido deserdada?

O fato de ser deserdada foi um movimento meio radical do meu pai, que ele achava que eu não tinha juízo e precisava aprender a ser independente. Eu acho que para mim foi muito bom, no sentido de que eu tive que me virar e aprender a conviver com outras pessoas e outros grupos e trabalhar para os outros, que é bom, porque se só tivesse ficado dentro da minha empresa, primeiro que eu não tenho uma função administrativa, eu nunca soube fazer isso, só tenho o talento de contribuidora porque tenho uma visão, tanto que sou consultora de várias empresas. E é o que eu gosto de fazer. Eu trabalhei 20 anos na editora Abril, como editora, e tive que voltar para a minha empresa porque meu pai estava morrendo e minha mãe estava ocupada, meu irmão disse que seria bom que eu voltasse, o que aconteceu em 1987. Mas escrevendo, eu tinha uma coluna na “Folha de S.Paulo”, na Ilustrada, e me deram uma página inteira por semana, até 1991. Depois eu comecei na “Vogue”. O exercício disso tudo, que é bacana, é que eu tive que me adaptar a várias épocas. Eu tive que pensar em função da época que eu estava vivendo para escrever.

Quais foram – e continuam sendo – as referências da senhora?

Minha referência, na verdade hoje, é a internet, porque atualmente nós fazemos o nosso conteúdo. Eu gosto de livros, de fotografia e de arte contemporânea porque nesse período que eu te falei, a partir do século 20, já foi uma revolução, sobretudo em Paris, de movimentos artísticos que saiam do convencional e eu segui muito isso e continuo me informando sobre isso. Eu gosto de ir à Basil, Miami Basel, quando posso vou para Veneza, mas que é nesse período que a moda aqui está muito ativa e muitas vezes eu perco, mas o olhar do artista contemporâneo, não necessariamente de hoje, mas de ontem ou de anteontem, para mim ainda são aquelas “antenas” que você redescobre caminhos que eu não tinha entendido ainda. A cada dia e a cada mês e a cada ano da sua vida, você vive uma – se você não ficar parado, obviamente — mini evolução e você consegue ver as mesmas coisas de outro jeito.

O que a senhora acha de parte da cultura de moda atual e dessas referências, que por serem vinculadas à internet, algumas vezes são tão rasas?

Eu acho que é ruim, não para nós, que nos formamos de outra maneira. Eu fico preocupada é com a juventude que está muito mergulhada nisso, porque é ela que vai ser prejudicada e vai enxergar o mundo cada vez mais rasteiro, raso e superficial. O chato do novo, como diz o Gilles Lipovetsky, é que na hipermodernidade, você quer tudo já e de qualquer jeito. Isso tira a antecipação e a curtição da coisa. Eu vejo estas crianças fantasiadas de adultos, com 10, 12 anos, e fico pensando que elas vão perder uma parte da vivência delas e vai fazer falta no futuro. Não é que eu vá querer reformar o mundo, só acho uma pena, porque a vida é uma só, não é? Então, se você perde essas fases, momentos e oportunidades da vida e banaliza, você nunca vai sentir nada. Eu gosto de ver filme de época, acabei de ver um filme da Jane Campion.

E seus autores e diretores preferidos?

Eu não sou muito culta. Eu li muito enquanto era menina, muita coisa francesa porque foi a primeira língua que eu aprendi. Minha paixão é o cinema da “Nouvelle Vague” francesa, estou revendo tudo, porque estou entendendo um monte de coisa. Adoro Bernardo [Bertolucci] e [Luchino] Visconti, que eu conheci e tirou uma foto famosa minha de perfil.

Foto de Costanza Pascolato em 1965 ©Luchino Visconti/Reprodução

Dentre os designers brasileiros, o que a senhora mais gosta e utiliza?

Eu visto Glória [Coelho] e Reinaldo [Lourenço] há muito tempo e agora eu sou apaixonada pelo Pedro [Lourenço]. Tenho muita coisa especial do Alexandre [Herchcovitch]. Mas você entende que, talvez por eu ter uma relação especial com eles e porque eu preciso que as coisas sejam feitas hoje em dia quase no meu corpo, não é natural que eu vista qualquer coisa. Primeiro porque tem que ter manga, sem manga eu não uso mais, preciso manter uma certa imagem, então necessito de muita elaboração. Eu não compro qualquer coisa, não dá certo mais, entendeu? Carla Valois - ffw

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Iris Apfel: “Envelhecer não é para maricas” e mais lições de vida  (07/01/12)

Iris Apfel©Reprodução/Into The Gloss

Aos 90 anos de idade, Iris Apfel está mais pop do que nunca. Empresária, designer de interiores e genuíno ícone da moda, a norte-americana ganhou espaço sob os holofotes na última década graças a sua autenticidade e ao seu inconfundível estilo colorido. Entre 2005 e 2006, foi tema da exposição “Rara Avis: Selection from the Iris Barrel Apfel Collection”, que aconteceu no Metropolitan Museum; em 2007, apresentou peças de seu guarda-roupa para o livro “Rare Bird of Fashion: The Irreverent Iris Apfel”; em 2011, fechou parceria com a M.A.C para lançar uma coleção de maquiagem; e ainda anunciou, para 2013, uma linha de óculos em colaboração com a marca eyebobs.

O site Into the Gloss aproveitou essa popularidade para fazer uma entrevista extensa em que Apfel fala sobre seu estilo, sua relação com o mundo da beleza, suas dicas para envelhecer com dignidade, e até sua opinião sobre o hype em que ela tem se encontrado nos últimos anos. Vale a pena ler o texto na íntegra, mas abaixo você pode conferir os destaques que revelam a graciosidade e o bom humor de Iris Apfel:

Sobre o processo de envelhecimento: “Envelhecer não é para maricas, vou te contar. É muito engraçado. Eu tenho uma querida amiga cuja mãe faleceu, mas ela era muito engraçada. Quando eu perguntava ‘Yuda, como você está se sentindo?’, ela dizia, ‘Oh – quando eu acordo de manhã, de todas as coisas que eu tenho duas unidades, uma dói’. Você tem que se forçar quando você é velho, porque é muito fácil cair na armadilha. Você começa a desmoronar – e precisa fazer o melhor possível para se manter firme. Acho que fazer coisas e se manter ativo é muito importante. Quando sua mente está ocupada, você não sente tanta dor. Graças a Deus eu amo fazer coisas. Eu me sinto abençoada por ter todas essas oportunidades nessa fase da vida”.

Imagem feita na casa de Iris Apfel ©Reprodução/Into The Gloss

Sobre seus cuidados de beleza: “Eu não faço muita coisa relacionada à beleza. Uso coisas muito simples na minha pele. Não tenho tempo. Antes eu fazia tratamentos faciais, e ia para casa carregada de produtos, pagava muito dinheiro e não usava nada. Um dia um dermatologista me disse para usar Cetaphil para limpar o rosto, e para hidratar, e é isso que faço. Eu usava – quando era mais nova – maquiagem bem, bem pesada nos olhos e lábios muito vibrantes. Agora que estou mais velha, não maquio mais os meus olhos porque quando você é mais velha, suas pálpebras enrugam. Se você usa azul ou verde, e não é uma expert, acaba parecendo uma tartaruga”.

Sobre envelhecer com dignidade: “Envelhecer graciosamente é não usar maquiagem pesada (…) e não tentar parecer mais nova (…) Eu acredito que foi Chanel quem disse ‘Nada faz uma mulher parecer tão velha quanto tentar desesperadamente parecer jovem’. Acho que você pode ser atraente em qualquer idade. Acho que tentar parecer jovenzinha quando você não é te faz parecer ridícula. Sou muito contra a cirurgia plástica. Acho que – Deus me livre – se você se envolver em um acidente, ou se for amaldiçoado com o nariz do Pinóquio, tem que ir e consertar. Mas para entrar debaixo da faca, acho que é muito doloroso, muito caro, e tendo passado por hospitais tanto quanto eu passei, se submeter a cirurgias quando você não precisa delas não é uma coisa inteligente. (…) Acho que se as mulheres usassem mais desse tempo e dinheiro em suas cabeças, elas ficariam melhores.

Sobre seu marido, Carl Apfel: “Ele tem 97 anos. Eu estava dizendo essa manhã, que se durarmos até fevereiro, completaremos 64 anos de casados. Nós usamos o mesmo perfume. O nome é Yagatan, é da Caron – não é muito famoso. É difícil de encontra-lo por aqui, por isso nos acostumamos a compra-lo em frascos bem grandes, e a guarda-los na geladeira – é isso que nos falaram pra fazer”.

Imagem feita na casa de Iris Apfel ©Reprodução/Into The Gloss

Sobre seus cuidados com a saúde: “Sou muito ativa e não fico sentada por muito tempo. Gosto de comer bem, não gosto de comida doce, e não como porcaria. Eu gostava de beber, não muito, é claro – agora eu só tomo vinho no jantar. (…) Às vezes dizem que não como o suficiente, mas é melhor comer a menos do que a mais. Acho que as pessoas ficam mais doentes por comer muito das coisas erradas. O corpo é como uma máquina – se você não coloca o tipo certo de combustível, ele não vai funcionar tão bem, ou vai ficar congestionado. Eu costumava fumar muito, e há uns 50 anos parei de uma vez – e eu fumava quatro maços por dia. Meu marido havia me comprado uma linda cigarreira que tinha um filtro, e você podia tira-lo e ver toda aquela gosma marrom, e eu dizia ‘Oh, isso está em mim? Oh!’.

Sobre o hype em torno de sua pessoa: “Nunca tive muito mentores ou ícones nem nada, eu simplesmente fui indo. Quando era muito jovem, talvez em minha adolescência, fui fazendo experimentações até que encontrei o que eu gostava. Não demorou muito tempo. Não gosto de tendências mesmo – gosto de tradição. Estou fazendo o mesmo e gostando das mesmas coisas. Claro, dizer que eu não mudo faz com que eu soe estúpida. Você vai mudando com o tempo. Quer dizer, você cresce – mas a minha sensibilidade básica é a mesma. Não estou fazendo nada violentamente diferente do que eu fazia há 50 anos. Isso é lamentável, meu marido e eu rimos disso o tempo todo porque pensamos ‘Meu Deus’, essas garotas dizem que eu sou ‘cool’, ou ‘hot’, ou qualquer que seja a expressão, e eu não estou fazendo nada diferente do que fazia há muito tempo. É engraçado. Não posso dizer que não gosto, é muito lisonjeiro. De fato, acho que uma das coisas mais lisonjeiras que já ouvi – sabe, eu quase caí da cadeira quando ligaram pra me contar – é que a PR da grife Alexis Bittar tem uma tatuagem minha no pulso. É um ótimo retrato! Eu ainda não o vi em pessoa, mas aparentemente se parece exatamente comigo”. Sarah  Lee - ffw

A tatuagem que Samantha Shaw, PR da Alexis Bittar, tem no antebraço ©Reprodução

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Morre atriz Linda Christian, diva de Hollywood nos anos 40  (23/07/11)

Atriz, que havia sido casada com Tyrone Power, tinha 87 anos e lutava contra um câncer

A atriz Linda Christian, uma das divas de Hollywood nos anos 1940, morreu nesta sexta-feira (dia 22) aos 87 anos em Palm Springs, no Estado americano da Califórnia, após uma longa batalha contra um câncer.

A notícia de sua morte foi anunciada neste sábado na Itália por Romina Power, filha de Linda e do ator Tyrone Power.

Linda Christian era seu nome artístico. O verdadeiro nome da atriz era Blanca Rosa Henrietta Stella Welter Vorhauer, mas, por sua beleza deslumbrante, ficou conhecida como "Bomba Anatômica", apelido dado pela revista americana "Life".

Nascida no México, Linda participou de inúmeros filmes ao longo da carreira, entre eles "Tarzan e as Sereias" (1948), ao lado de Johnny Weissmuller (1904-1984). Ela também foi a primeira Bond girl a aparecer na adaptação televisiva de "Casino Royale" (1954), da saga do agente secreto 007.

De pai holandês e mãe de origem mexicana, viveu na Europa, na América Latina e na África com sua família e falava sete idiomas. Sua popularidade aumentou após casar-se em 1949 com o ator Tyrone Power na igreja de Santa Francesca de Roma, próxima ao Coliseu, após quase dois anos de namoro. Ele ficou conhecido por filmes como "A Marca do Zorro" (1940) e "Testemunha de Acusação" (1957).

Do casamento nasceram duas filhas: Romina e Taryn Stephanie, ambas conhecidas no mundo da interpretação e da música. Após a morte de Tyrone Power, em 1958, a atriz casou-se em 1962 com o ator inglês Edmund Purdom (1926-2009), intérprete de filmes como "O Egípcio" (1954) e "O Diário de Anne Frank" (1959). EFE

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Musas do Universo I Morre a atriz britânica Googie Withers (17/07/11)

Googie Whithers em cena do filme "Convict 99", de Marcel Varnel (1938)

A atriz britânica Googie Withers, que atuou em "A dama oculta" (The Lady Vanishes, 1938), dirigido por Alfred Hitchcock, morreu na sexta-feira na cidade australiana de Sydney aos 94 anos, indicou neste domingo seu amigo e produtor teatral John Frost.

Nascida em Karachi, Georgette Lizette Withers adotou o apelido dado por sua babá, Googie (pomba em hindi) e estreou no cinema aos 12 anos.

Googie Withers e seu marido, o ator australiano John McCallum, morto no ano passado, foram viver na Austrália nos anos 1950. Nesse país, ela continuou atuando em televisão, teatro e cinema.

Entre os mais de sessenta filmes de sua carreira, ao longo de seis décadas, está também "Foragidos da noite" (Night and the City, 1950), de Jules Dassin. Sua última atuação foi em "Shine - Brilhante" (1996).

DA FRANCE PRESSE, EM SYDNEY

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Musas do Universo / Diana Ross (15/12/10)

Diana Ross é sinônimo de diva. Iniciou a carreira na banda de R&B e soul ‘The Supremes’ quando seu cabelo alto e vestidinhos curtos marcaram os anos 60. Ela ingressou na carreira solo em 1970  e se tornou a Diana Ross que conhecemos hoje, com o cabelão e roupas poderosas. ‘Glamour’ é pouco para descrever o guarda-roupas da cantora que ousa dos pés à cabeça. Hoje, aos 66 anos e depois de vender mais de 100 milhões de discos, a musa é um exemplo de talento e magnetismo.

 

 

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Estrela de "Um Corpo que Cai", Kim Novak é diagnosticada com câncer de mama (20/10/10)

A atriz Kim Novak, 77, foi diagnosticada com câncer de mama. A notícia foi confirmada por sua representante ao site Hollywood Reporter. "[O câncer] foi diagnosticado durante um exame de rotina ainda em sua fase inicial e ela já começou o tratamento", disse a empresária da atriz, Sue Cameron. "Todos os médicos dela dizem que ela está em ótima forma física e vai se recuperar muito bem". Novak é melhor conhecida por seu papel em "Um Corpo Que Cai" (1958), de Alfred Hitchcock. Ela também estrelou filmes como "Férias de Amor", "Sortilégio do Amor", "Meus Dois Carinhos", "O Homem do Braço de Ouro", "Servidão Humana" e "Beija-Me, Idiota". ______________________________________________________________________________

Louise Brooks, 1906-1985 (08/06/10)

Louise Brooks, 1906-1985, foi uma dançarina e atriz de cinema mudo que possuía uma personalidade tão marcante quanto sua beleza. Apesar de ter feitos alguns filmes nos EUA ela é mais bem conhecida por sua personagem LuLu no filme Caixa de Pandora, produzido na Alemanha. Além de atriz, Louise era fashionista, seu corte de cabelo curto, reto e com franja, foi um marco dos anos 20 e é reproduzido até hoje.

Em 1955, o Museu de Arte Moderna de Paris organizou a exposição “60 Anos de Cinema” onde uma foto da musa estava em principal destaque. Quando questionado sobre a escolha de usar Brooks, em vez de atrizes mais famosas como Marlene Dietrich ou Greta Garbo, o diretor da Cinemateque Française, Henri Langlois, fez uma declaração icônica: “Não existe Garbo. Não existe Dietrich. Existe apenas Louise Brooks”.(Modismo)

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Estrela dos musicais de Hollywood, Kathryn Grayson morre nos EUA (18/02/10)

A atriz Kathryn Grayson, estrela dos musicais de Hollywood nos anos 40 e 50, morreu de causas naturais em Los Angeles aos 88 anos, segundo informa hoje a imprensa americana. Entre seus filmes mais famosos estão "Marujos do Amor" (1945), em que atuou ao lado de Frank Sinatra e Gene Kelly, e "O Barco das Ilusões" (1951), no qual contracenou com Ava Gardner e Howard Keel. Nascida Zelma Kathryn Hedrick, a atriz esteve em cerca de 20 filmes, o último deles "O Rei Vagabundo" (1956). Depois, deixou o cinema para se dedicar à ópera, um sonho de infância.

Kathryn participou de produções como "A Viúva Alegre", "Rosalinda" e "Camelot". Ao lado de Howard Keel, fez uma longa turnê com "O Homem de La Mancha". A atriz se casou duas vezes e teve uma filha, Patricia Towers.

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Calçada da fama de Berlim será inaugurada com Marlene Dietrich  (06/02/10) 

O Festival de Cinema de Berlim dedicará a primeira estrela de seu "Boulevard der Stars" à mais internacional das divas alemãs, a atriz e cantora Marlene Dietrich. A idealizadora do projeto, Georgia Tornow, anunciou nesta sexta-feira (5) a escolha de atriz como "a mais lógica" para a estreia da calçada da fama de Berlim.

 

O passeio, no entanto, não está sendo criado apenas para atrair turistas. Outro objetivo é convidar os apreciadores da sétima arte "a refletir" sobre as peculiaridades da história do cinema alemão. A primeira estrela do "Boulevard der Stars" será colocada na Potsdamer Platz, sede do Festival de Berlim, no dia 12, no segundo dia do evento.

 

"Será o começo de uma grande operação, que culminará com a inauguração, em setembro, do primeiro trecho do boulevard, com mais 40 estrelas, e que queremos que seja um acontecimento da categoria de um festival de cinema", afirmou Tornow. Depois da colocação das 40 primeiras estrelas, mais dez serão adicionadas ao passeio a cada ano. Os homenageados poderão ser personalidades do cinema antigas ou da atualidade.

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Fotos inéditas de Marilyn Monroe são colocadas à venda  (05/02/10)

 Fotos de Marilyn Monroe aparentando descontração em um apartamento de Nova York, nove meses antes de sua morte, foram mostradas ao público na sexta-feira, depois de passarem mais de 45 anos em um arquivo particular. O fotógrafo Len Steckler fez as imagens em preto e branco de Marilyn Monroe quando ela chegou a seu apartamento inesperadamente em dezembro de 1961 para visitar seu amigo, o poeta premiado com o Pulitzer Carl Sandburg. Steckler as oferece à venda em uma edição limitada intitulada "Marilyn Monroe: The visit". As fotos a serem vendidas - quatro imagens únicas e dois trípticos, ou seja, fotos em três partes - mostram a atriz usando óculos de sol, de aro grosso, e vestido de mangas curtas, andando e rindo com Sandburg. Serão oferecidas também 250 cópias de cada foto.

Acaso __ "Foi um acaso feliz: os dois ícones curtindo seu momento, e eu ali com minha câmera", disse Steckler à Reuters, acrescentando que ficou de lado, quase invisível, fotografando Monroe, que tinha 35 anos, e Sandburg, 83, enquanto batiam papo de mãos dadas. Ex-fotógrafo comercial e de beleza que hoje tem "cerca de 80 anos" e vive em Los Angeles, Steckler disse que, na tarde da visita de Marilyn Monroe, Sandburg tinha mencionado casualmente que eles iriam receber uma visita. "Algumas horas depois, fui abrir a porta e me vi cara-a-cara com Marilyn Monroe, ainda mais bela do que na tela", disse ele. "Ela falou: 'Desculpe o atraso. Eu estava no cabeleireiro, arrumando meu cabelo para ficar como o de Carl.'" E de fato o cabelo de Monroe se parece com o de Sandburg nas fotos, quase branco, disse Steckler, acrescentando que, depois de ele fazer as fotos, os três tomaram uísque Jack Daniels. "Como sabemos, Marilyn adorava homens mais velhos e gostava de intelectuais. E Carl a tratava de um jeito muito paternal", disse Steckler. "Era uma coisa bonita de se ver." A atriz morreu em agosto de 1962, e Sandburg, que recebeu prêmios Pulitzer por seus poemas e por uma biografia de Abraham Lincoln, morreu sete anos depois. Para as novas gerações __ Steckler disse que decidiu vender as fotos depois de seu filho ter encontrado os negativos durante uma avaliação recente de seu trabalho, e Steckler pensou que "a geração atual" precisava vê-las. "Eu tinha me esquecido delas", disse o fotógrafo. "Pensei então que essa seria uma coisa boa de se mostrar e para as pessoas comentarem." Os preços das fotos variam entre US$ 1.999 e US$ 3.999. Elas nunca foram publicadas antes para uso público. Estão à venda no site www.thevisitseries.com e, pelo telefone, na empresa de venda de objetos colecionáveis Eagle National Mint, que oferece um certificado de autenticidade de cada cópia.

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