Música I Nicki Minaj rebola muito e sensualiza no colo de Drake no clipe da música "Anaconda" (20/08/14)

A cantora aparece de short cavado e fio-dental mostrando elasticidade em 'Anaconda'; assista.

Nicki Minaj mostrou que é boa no requebrado e na elasticidade ao se acabar de dançar no clipe da música  "Anaconda". De fio-dental e short cavadíssimo, a cantora dança bastante na cozinha e em uma aula de ginástica.

Em um dos pontos mais sexy do clipe, ela rebola no colo de Drake. No último dia 4, Nicki já havia antecipado um trecho do que estava por vir.

Nicki Minaj e Drake (Foto: Video/Reprodução)
Nicki Minaj e Drake (Foto: Video/Reprodução) 
Nicki Minaj e Drake (Foto: Video/Reprodução)
A cantora tenta seduzir (Foto: Video/Reprodução)
Nicki Minaj e Drake (Foto: Video/Reprodução)
De salto, ela requebra bastante (Foto: Video/Reprodução)
Nicki Minaj e Drake (Foto: Video/Reprodução)
Drake participa da parte final do clipe (Foto: Video/Reprodução)
Nicki Minaj (Foto: Video/Reprodução)
Nicki aparece se exercitando (Foto: Video/Reprodução)
Nicki Minaj (Foto: Video/Reprodução)
De biquíni, ela mostra a boa forma (Foto: Video/Reprodução)
Nicki Minaj (Foto: Video/Reprodução)
A cantora exibe elasticidade (Foto: Video/Reprodução)

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Música I A Place With No Name I Clipe inédito de Michael Jackson é lançado   (14/08/14)

Cinco anos após sua morte, Michael Jackson está de volta com um novo videoclipe que inova ao ser lançado no Twitter.

O falecido Rei do Pop – que foi pioneiro nos clipes na década de 1980 – havia escrito a música "A Place With No Name" inspirada no folk-rock clássico de 1972 "A Horse With No Name", da banda America.

Depois de ter sido lançada em maio em seu álbum póstumo "XSCAPE", a música se transformou em um videoclipe lançado na quarta-feira, dia 13, no Twitter, e segundo sua gravadora, a Epic Records, foi o primeiro para o site de mídia social.

O vídeo também foi transmitido em um telão na Times Square, em Nova York, em coordenação com a estreia no Twitter.

O vídeo mostra imagens de arquivo de Jackson no meio de sua carreira, dançando em um fundo preto e branco, em imagens intercaladas com as de um casal em meio ao calor do deserto.

A canção conta a história de um motorista cujo veículo tem seu pneu furado na estrada e encontra uma mulher que, nas palavras de Jackson, explica: "Não se preocupe, meu amigo, eu vou cuidar disso".
"Leve-me para um lugar sem nenhum nome", canta Jackson. O cantor explica a viagem do casal e a descoberta de uma bela cidade, onde "as crianças estão brincando e as pessoas estão rindo e sorrindo, e ninguém está com medo".
O videoclipe "A Place With No Name" foi dirigido por Samuel Bayer, cujos trabalhos anteriores incluem o sucesso do Nirvana "Smells Like Teen Spirit".

Michael Jackson era um entusiasta de videoclipes de suas canções, numa época em que muitos músicos se ressentiam das pressões comerciais criadas pela MTV em meio à popularização da televisão a cabo.
O clipe da música "Thriller" de Jackson, de 1983, foi um marco, uma vez que era praticamente um curto filme de terror, com cerca de 14 minutos de duração.
Jackson morreu no dia 25 de junho de 2009 por uma overdose do anestésico propofol, administrado por seu médico para ajudá-lo a tratar sua insônia, num momento em que o astro de 50 anos se preparava para uma série de shows em Londres.

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Música I Turnê conjunta de Beyoncé e Jay-Z arrecada US$ 100 milhões   (05/08/14)

Enquanto aumentam os rumores de problemas conjugais, a cantora Beyoncé e o rapper Jay-Z encerram na quarta-feira, em São Francisco, a turnê On the Run, com a qual arredacaram US$ 100 milhões em entradas.

A revista "Billboard" disse que para todas as apresentações foram vendidos mais de 90% dos locais disponíveis nos estádios, incluindo as duas atuações no AT&T Park da cidade californiana hoje e amanhã.
Al Joulani, vice-presidente da turnê americana para a promotora Live Nation, calculou uma média de comparecimento de 45 mil pessoas por cada atuação, o que representa um total de mais de 855 mil seguidores de Beyoncé e Jay-Z na turnê, assim como uma arrecadação de cerca de US$ 5,2 milhões em cada concerto.
"Foi uma turnê muito bem-sucedida e nos agrada ter chegado a essa arrecadação", comentou Al Joulani que, perguntado sobre as versões de uma iminente ruptura entre Beyoncé e Jay-Z, disse que não tinha lido os artigos.
Durante o show de domingo no Pasadena Rose Bowl, no Condado de Los Angeles (EUA.), a cantora de 33 anos e mãe de uma filha pareceu alimentar os rumores de problemas conjugais com sua versão da canção "Resentment", sobre um marido infiel.
Segundo o portal "Radar", Beyoncé, vestida com traje branco de casamento, derramou lágrimas no palco durante a canção. Pouco antes circularam intrigas segundo os quais Jay-Z e Beyoncé nem sequer se hospedam no mesmo hotel durante o fim da turnê.
O cantor de R&B Akon, em declarações para ao portal de entretenimento "TMZ", disse que Jay-Z e Beyoncé sempre protegeram a privacidade de sua relação e isso pode ter contribuído para as especulações sobre o futuro do casal.
Beyoncé e Jay-Z, acrescentou Akon, sempre "apresentaram sua relação ao público mais como um negócio do que como uma relação real e os famosos necessitam ser um pouco mais abertos com seu público sobre sua relação ou caso contrário atraem todo tipo de rumores". 

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Música I Apple anuncia a oitava edição do iTunes Festival, seu tradicional evento musical    (21/07/14)

A Apple anunciou hoje que, pela oitava vez, realizará o iTunes Festival em Londres (Reino Unido). Após uma versão reduzida do festival nos Estados Unidos, o evento volta à terra da rainha para mais um mês completo de muita música.

O evento será realizado em setembro e contará com bandas e artistas de peso como Maroon 5, Pharrell Williams, Beck, Sam Smith, Blondie, Kylie, David Guetta, 5 Seconds of Summer, Calvin Harris, Chrissie Hynde e muitos outros.

O iTunes Festival em Londres está de volta com mais uma impressionante seleção de artistas de classe mundial e novos participações espetaculares. Os shows ao vivo capturam o coração e a alma do iTunes e nós amamos levá-los a nossos clientes na Roundhouse, bem como para os milhões de pessoas assistem de graça em todo o mundo.

Eddy Cue, vice-presidente sênior de software e serviços de internet da Apple.

Como tradicionalmente faz, a Maçã não cobrará nada pelos ingressos dos shows. Para ganhar, fãs ao redor do mundo devem participar de competições realizadas pelos parceiros de mídia locais da Apple; já os fãs ingleses, além de também poderem participar dessas competições realizadas por parceiros como Global Radio e London Evening Standard, poderão também participar de um sorteio realizado no próprio iTunes — para se inscrever, é preciso ter uma conta inglesa na iTunes Store.

Os shows ao vivo serão transmitidos para todos que tiverem iPads ou iPhones/iPods touch (através do aplicativo oficial do evento, Macs/PCs (através do aplicativo iTunes) ou Apple TVs (através de um canal que será adicionado ao set-top box no futuro).

A Apple informou ainda que desde o primeiro iTunes Festival, realizado no Instituto de Londres de Arte Contemporânea em 2007, mais de 430 artistas como Adele, Coldplay, Elton John, Foo Fighters, Justin Timberlake, Kings of Leon, Lady Gaga, Katy Perry, Muse, Sir Paul McCartney e muitos outros se apresentaram para mais de 430 mil fãs — sem contar com as dezenas de milhões que assistem ao evento online. [MacMagazine]

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Música I David Bowie anuncia que lançará novas músicas em breve (16/07/14)

O cantor britânico David Bowie revelou que irá lançar novas músicas. Segundo o site NME, o astro anunciou seus planos futuros em um comunicado para a Terrance Higgins Trust, que recentemente fez um evento de caridade em homenagem ao músico.

O comunicado diz: "[Londres] está ainda melhor que aquela em que vocês estiveram no ano passado, então se lembrem de dançar, dançar, dançar. Depois sentem por um minuto, tricotem alguma coisa e levantem-se e corra por todo o lugar. Façam isso. Muito amor para vocês. Mais música em breve. David". Um porta-voz confirmou ao NME que o comunicado é mesmo do cantor.

Em março de 2013, Bowie lançou o álbum The Next Day, seu primeiro gravado em estúdio em 10 anos. O trabalho rendeu um prêmio Grammy de Melhor Album de Rock.

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Música I Felicidade estaria atrapalhando Adele a realizar novo álbum   (11/06/14)

Depois de estourar mundo afora em 2010, quando ‘Someone Like You’ comoveu a todos com uma história de amor, Adele parece encontrar algumas dificuldades para compor seu novo álbum, já que está de família formada e muito feliz.

O site do The Mirror divulgou uma entrevista realizada com uma fonte próxima à cantora afirmando que Adele não tem encontrado muitas inspirações para gravar um CD inédito por se sentir muito bem e confortável. “Ela gosta de fazer as coisas no seu tempo para que as coisas possam sair do jeito que ela deseja”.
A fonte também alegou que “ela anda muito bem esses dias e que a gravadora está dando espaço para Adele, pois ela não gosta de ser pressionada”. No novo álbum, algumas parcerias devem marcar as canções, inclusive com Phil Collins e Diane Warren.
Para concluir, a entrevistada ainda disse que a mãe do garotinho de um ano está “com dificuldades para fazer coisas novas sem uma grande e catártica decepção em sua vida”.

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Música I Com bronquite, Lady Gaga cancela shows nos Estados Unidos e Canadá   (29/05/14)

Lady Gaga cancelou dois shows que faria nos Estados Unidos e no Canadá por motivos de saúde. Dessa vez, a própria cantora avisou os fãs de que está com bronquite e, com a voz comprometida, decidiu não apresentar o show da turnê "Artrave: The Artpop Ball" em Seattle, na noite de quarta-feira (28), nem em Vancouver, na sexta-feira (30).

No Twitter, Gaga se desculpou e brincou: "Estou devastada. Não sou capaz de me apresentar nesta semana. Úrsula levou minha voz de sereia, e eu me afundei com uma bronquite horrível", escreveu, explicando a referência ao postar uma imagem do desenho da Disney, "A Pequena Sereia".

"Minhas mais profundas desculpas para Seattle e Vancouver, nós reagendaremos esses shows e voltaremos a fazer as pazes com vocês", finalizou.

Gaga volta a se apresentar na segunda-feira (2), em San Diego, na Califórnia.
Sem determinar a data, a cantora austríaca Conchita Wurts, afirmou que vai começar a abrir as apresentações de Gaga na turnê. "Hoje assinei oficialmente o contrato com Lady Gaga para abrir os shows de sua turnê, espero estar à altura, estou feliz!", escreveu Wurts em sua conta do Instagram, na semana passada.
Wurts causou polêmica na Europa ao vencer a última Eurovision Song Contest, a mais famosa competição de música da Europa, usando barba, cabelos compridos e vestidos desenhados por ela mesma. 

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Música I Jair Rodrigues morre aos 75 anos  (08/05/14)

Jair Rodrigues morreu aos 75 anos na manhã de quinta-feira (8). O cantor estava em casa, em Cotia (SP). A família aguarda a chegada da perícia. Até o momento não foi divulgada a causa da morte.

Ele nasceu em Igarapava, interior de São Paulo, e na infância e adolescência cantou em corais de igreja. A carreira profissional como crooner de casas noturnas teve início em 1957. No ano seguinte, participou de seu primeiro concurso de calouros.

Nos anos 60, se mudou para São Paulo, onde trabalhou como engraxate, mecânico, servente de pedreiro e ajudante de alfaiate, enquanto tentava se estabelecer na música. Em 1964, gravou seus dois primeiros LPs, Vou de samba com você e O samba como ele é. Seu maior sucesso no período foi a música Deixa isso pra lá, considerada por críticos musicais como precursora do rap no Brasil.

A vitória no II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, foi marcante na carreira de Jair Rodrigues. Ele concorreu com Disparada, escrita por Geraldo Vandré e Teo de Barros. Na final, dividiu o primeiro lugar com A banda, composição de Chico Buarque interpretada na ocasião por Nara Leão.

Em 1965, ao lado de Elis Regina, Jair Rodrigues estreou o programa O Fino da Bossa, na TV Record, com direção de Nilton Travesso e Manoel Carlos, hoje diretor de novelas na Globo. Durante seus três anos no ar, a atração foi líder de audiência e promoveu encontros históricos. Pelo palco do programa passaram nomes como Tom Jobin, Dorival Caymmi, Caetano Veloso, Chico Buarque e Adoniran Barbosa. A parceria entre Jair e Elis foi além dos palcos. Amigos, os dois ainda gravaram juntos três discos ao vivo, todos com o título de Dois na Bossa.

BIOGRAFIA A SER LANÇADA
No ano passado, Jair Rodrigues afirmou estar produzindo um biografia com a ajuda dos filhos, Luciana Mello e Jair Oliveira. O cantor planejava fazer revelações sobre seu relacionamento com cantores como Roberto Carlos, Tim Maia, Raul Seixas e Wando.

Jair Rodrigues e a esposa Claudine

Em recente entrevista à coluna Diário da Fama do jornal Diário de S. Paulo, ele afirmou não ter sido usuário de drogas. "Sempre passei longe disso. Eu sou muito saudável. Eu me cuido desde os 20, não deixei para ir ao médico, por exemplo, quando fiz 70 anos, Por isso, às vezes, posso tomar vinho e uísque", disse ele que, no ano passado, ganhou uma grande comemoração por seus 75 anos.

COPA DO MUNDO
Fã de futebol, Jair Rodrigues gravou as músicas Brasil Sensacional e Marechal da Vitória, especialmente para a Copa do Mundo de 1962, realizada no Chile.

Torcedor fanático do Santos, o cantor se tornou amigo de Pelé ainda nos anos 60. Em 1974, quando o atleta lançou um livro que ensinava algumas técnicas de futebol, dedicou o exemplar de Jair de maneira carinhosa: "Ao meu amigo Cachorrão". Para retrucar, o primeiro LP do cantor foi dedicado a Pelé, pedindo para que aprendesse a cantar melhor.

AMIZADES
Ao longo de sua trajetória profissional, Jair conquistou muitas amizades, uma das mais fortes foi com Hebe Camargo. "Ela era muito alegre, uma grande dama. Um mês antes [da apresentadora morrer] liguei para ela após o cancelamento da gravação do programa que participaria. Percebi que ela sentia dores, mas ela falava que quando saísse do hospital, ia querer tomar a minha caipirinha e comer um churrasco. Até cantarolou, 'Deixa que digam, que pensem, que falem...'"

Jair Rodrigues com os filhos Jair Oliveira e Luciana Mello em uma festa junina em 2012 (Foto: Divulgação/Band)

FAMÍLIA
Jair sempre foi bem família. O cantor era avô de quatro crianças: Isabela, 6 anos, Laura, 2, filhas de Jair Oliveira com a atriz Tania Khalill, além de Nina, de 4 anos, e Tony, de 4 meses, filhos de Luciana Mello e Ike Levy.

Ele era casado com Claudine Melo Rodrigues, carinhosamente chamada por ele de Clô, há 40 anos.

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Música I Beyoncé e Jay Z planejam fazer turnê juntos   (16/04/14)

Fique por dentro dos detalhes

 

Beyoncé se emocionou no último show da turnê Mrs. Carter, fechando com chave de ouro a agenda de apresentações. O episódio serviu para provar que Beyoncé é dessas estrelas que realmente ama o que faz… Por isso, não é estranho que ela já esteja planejando outra turnê. Porém, a surpresa é que Jay Z, seu marido, também está envolvido no projeto.
De acordo com o jornal New York Post, o casal mais poderoso da indústria musical está organizando uma turnê única com 20 shows pelos Estados Unidos. Se isso for confirmado, a primeira apresentação acontecerá em Nova York, no dia 4 de julho.
Essa não é a primeira vez que Beyoncé e Jay Z se unem no mundo profissional. No Grammy 2014, os pombinhos deram o que falar quando subiram no palco.

O casal do hip hop também subiu ao palco individualmente no Coachella Valley Music and Arts Festival, na Califórnia, neste último final de semana, com Beyoncé se juntando à sua irmã Solange Knowles para uma apresentação surpresa da canção Losing You, enquanto Jay se apresentou ao lado de seus colegas rappers Nas e Diddy.

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Música póstuma de Jackson fala sobre fugir da superexposição; ouça "Xscape"    (09/04/14)

Vazou nesta quarta-feira (9) a nova música de Michael Jackson, "Xscape", que dá nome ao segundo disco póstumo do cantor, morto em 2009.


A canção foi escrita por Michael e Rodney Jerkins e, inicialmente, faria parte do último disco de estúdio que o cantor lançou em vida, "Invincible" (2001). Não se sabe, no entanto, se a música divulgada é a versão final que constará no álbum.

A letra parece fazer referência à superexposição que famosos --e Michael, em especial-- enfrentam, e a uma vontade de escapar de tudo isso: "No matter where I am, I see my face around / They then ask on my name, and push from town to town / Don't have a place to run, but there's no need to hide, / I've got to, find a place, / So I won't hide away" (Em tradução livre: Não importa onde eu esteja, eu vejo meu rosto ao redor / Eles, então, perguntam o meu nome e me empurram de cidade em cidade / Não há para onde fugir, mas não é preciso me esconder, / Eu tenho que, encontrar um lugar, / Então eu não vou me esconder).

Logo no início, a letra fala de fugir de "olhos elétricos" (que poderiam ser as câmeras de paparazzi). Mais à frente há ainda menção a um relacionamento que não deu certo porque ela só estava interessada em "jogos e dinheiro" e a letra se pergunta: "Por que não posso fazer o que eu quero? É minha vida pessoal e eu não vivo para você".

O estilo da canção lembra o primeiro single do álbum na época, "You Rock My World", porém, muito mais moderna e com batidas de R&B que parecem com as últimas produções de Justin Timberlake.

Não à toa, o produtor de Justin, Timbaland, é um dos principais colaboradores de "Xscape". O disco está sendo vendido como "o melhor que você ainda não ouviu".

O novo disco com material inédito do cantor tem lançamento previsto para o dia 13 de maio. No entanto, em dois dias de pré-venda o álbum já está entre os mais vendidos na categoria.
O site português "Blitz" disse que já ouviu o disco e que o material é superior ao "anêmico" álbum de sobras de estúdio, "Michael", lançado em 2010.

Tesouros de quatro décadas
"Xscape" foi produzido pelo executivo-chefe da Epic Records, L.A. Reid, que teve "acesso ilimitado aos tesouros que representam quatro décadas de material nas quais Jackson havia completado as vozes", segundo o comunicado da gravadora.

As gravações descartadas por Jackson virão a público remasterizadas com um som "contemporâneo" que "retém a essência e a integridade de Jackson", afirma o comunicado.

"Michael deixou algumas atuações musicais que nos orgulhamos de apresentar através da visão de produtores que ou trabalharam diretamente com ele ou expressaram um forte desejo de fazê-lo", comentou Reid.

Além de Timbaland, produziram o disco Rodney Jerkins, Stargate, Jerome "Jroc" Harmon e John McClain, quem por sua vez é um dos encarregados de fundo fiduciário que representa a Michael Jackson. [UOL]


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Música I Morre aos 66 anos o violonista espanhol Paco de Lucía     (26/02/14)

O Estado de S. Paulo

O violonista espanhol Paco de Lucía morreu aos 66 anos no México após um ataque cardíaco, disse nesta quarta-feira, 26, o porta-voz da prefeitura de sua cidade natal, Algeciras, na província de Cádiz, na Espanha. A cidade decretou três dias de luto.

O artista é considerado um dos grandes violonistas do flamenco, embora também tenha participado de outros gêneros musicais.

De Lucía é autor de uma ampla discografia na qual se destaca "Fuente y caudal", de 1973, e canções como "Entre dos aguas".

O prefeito de Algeciras, José Ignacio Landaluce, disse que a cidade ofereceu à família do artista todo o apoio para organizar as cerimônias de despedida. Landaluce recebeu às 7h a notícia do falecimento do violonista.

"Sabemos que será de forma simples, como era Paco", explicou o prefeito, que deixou a cargo da família a escolha de como será a despedida, possivelmente no antigo cemitério da cidade. /EFE e Reuters

A TRAJETÓRIA DE PACO

1958
Aos 11 anos, faz sua primeira aparição pública na Rádio
Algeciras. Um ano depois, recebe com o irmão Pepe
um prêmio em uma competição de flamenco.

De 1968 a 1977
Une-se ao cantor Camarón de la Isla para uma série de LPs e shows.
Camarón passa a ser seu ídolo, a quem se refere com “um dos maiores
artistas da atualidade.” Gravam juntos nove álbuns.

1981
Junta-se aos violonistas Al Di Meola e John McLaughlin para gravar
três álbuns que se tornariam antológicos: Friday Night in San Francisco,
The Guitar Trio Passion e Grace and Fire.

2013
Volta ao Brasil 16 anos depois de sua última turnê mundial

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Música  I  Daft Punk é o grande vencedor do Grammy; veja ganhadores    (27/01/14)

Duo francês venceu cinco categorias, incluindo álbum e single do ano.
Lorde teve 'Canção do ano' e Jay Z e Taylor Swift decepcionaram.

Ao lado do produtor Paul Williams e de Pharrell Williams e Nile Rodgers, o Daft Punk recebe o Grammy de ‘Álbum do ano’ (Foto: Reuters/Mario Anzuoni)

Com vitórias em cinco categorias, incluindo “Álbum do ano” e “Single do ano” o duo francês Daft Punk foi o grande vencedor da 56ª edição do Grammy Awards, na noite de domingo (26). Eles levaram ainda prêmios por “Melhor performance pop de duo ou dupla”, “Melhor álbum de dance/eletrônica” e “Álbum com melhor engenharia de som”.

Lorde (Foto: Getty Images)

Lorde (Foto: Getty Images)

Outro destaque foi a dupla Macklemore & Lewis, que conquistou quatro prêmios, três deles antes mesmo da cerimônia oficial: “Artista revelação”, “Melhor álbum de rap”, “Melhor canção de rap” e “Melhor performance de rap”. Justin Timberlake, com três prêmios, e Lorde, com dois, incluindo o de “Canção do ano”, por “Royals”, também não tiveram do que reclamar.

Jay Z e Taylor Swift, por outro lado, podem ser considerados as grandes decepções da noite. O primeiro, campeão de indicações, com nove, subiu ao palco apenas uma vez, para receber a estatueta de “Melhor colaboração de rap”. Já a cantora country, que dificilmente sai de mãos vazias de qualquer premiação, não venceu em nenhuma das quatro categorias às quais foi indicada.

A cerimônia teve ainda momentos emocionantes, como a reunião de Ringo Starr e Paul McCartney, que tocou o mesmo piano colorido usado pelos Beatles na “Magic Mystery Tour”, em 1967, e a celebração do casamento de vários casais, alguns de pessoas do mesmo sexo, ao som de “Open Your Heart”, cantada por Madonna, Queen Latifah, Mary Lambert e Macklemore & Lewis. A união foi celebrada por Queen Latifah. 

Mackemore, Mary Lambert, Madonna, Ryan Lewis e Queen Latifah (Foto: Getty Images)

Entre as performances mais aplaudidas estiveram a reunião de Kendrick Lamar e Imagine Dragons, a dos cantores country Merle Haggard, Kris Kristofferson, Willie Nelson e Blake Shelton, a da banda Metallica com o pianista Lang Lang e a aguardada participação de Steve Wonder na apresentação de Daft Punk, Pharrell Williams e Nile Rodgers.

Logo na abertura, antes mesmo do anúncio do apresentador LL Cool J, Beyonce e Jay Z subiram juntos ao palco e protagonizaram cenas bastante sensuais ao cantarem juntos “Drunk in love”.

Veja abaixo os vencedores das principais categorias do 56º Grammy Awards.

Álbum do ano
"Good Kid, M.A.A.D. City" - Kendrick Lamar
"Random Access Memories" - Daft Punk
"The Blessed Unrest" - Sara Bareilles
"The Heist" - Macklemore & Ryan Lewis
"Red" - Taylor Swift

Canção do ano
"Just Give Me A Reason" - P!nk e Nate Ruess
"Locked Out Of Heaven" - Bruno Mars
"Roar" - Katy Perry
"Royals" - Lorde
"Same Love" - Macklemore & Ryan Lewis

Artista revelação
James Blake
Kendrick Lamar
Macklemore & Ryan Lewis
Kasey Musgraves
Ed Sheeran

Single do ano
"Get Lucky" - Daft Punk e Pharrell
"Radioactive" - Imagine Dragons
"Royals" - Lorde
"Locked Out Of Heaven" - Bruno Mars
"Blurred Lines" - Robin Thicke e T.I. and Pharrell

Melhor performance pop de duo ou dupla
"Get Lucky" - Daft Punk e Pharrell
"Just Give Me A Reason" - P!nk e Nate Ruess
"Stay" - Rihanna e Mikky Ekko
"Blurred Lines" - Robin Thicke e T.I. e Pharrell
"Suit & Tie" - Justin Timberlake e Jay Z

Melhor apresentação pop solo
"Brave" - Sara Bareilles
"Royals" - Lorde
"When I Was Your Man" - Bruno Mars
"Roar" - Katy Perry
"Mirrors" - Justin Timberlake

Melhor álbum vocal pop
"Paradise" - Lana Del Rey
"Pure Heroine" - Lorde
"Unorthodox Jukebox" - Bruno Mars
"Blurred Lines" - Robin Thicke
"The 20/20 Experience - The Complete Experience" - Justin Timberlake

Melhor álbum country
"Night Train" - Jason Aldean
"Two Lanes of Freedom" - Tim McGraw
"Same Trailer Different Park" - Kacey Musgraves
"Based on a True Story" - Blake Shelton
"Red" -  Taylor Swift

Melhor canção de dance
"Need U (100%)" - Duke Dumont Featuring A*M*E & MNEK
"Sweet Nothing" - Calvin Harris Featuring Florence Welch
"Atmosphere" - Kaskade
"This Is What It Feels Like" - Armin Van Buren Featuring Trevor Guthrie
"Clarity" - Zedd Featuring Foxes

Melhor álbum de música eletrônica/dance
"Random Access Memories" - Daft Punk
"Settle" - Disclosure
"18 Months" - Calvin Harris
"Atmosphere" - Kaskade
"A Color Map Of The Sun" - Pretty Lights

Melhor álbum pop vocal tradicional
"Viva Duets" - Tony Bennett & Various Artists
"To Be Loved" - Michael Bublé
"The Standards" - Gloria Estefan
"Cee Lo's Magic Moment" - Cee Lo Green
"Now" - Dionne Warwick

Melhor álbum instrumental pop
"Steppin' Out" - Herb Alpert

"The Beat" - Boney James
"Handpicked" - Earl Klugh
"Summer Horns" - Dave Koz, Gerald Albright, Mindi Abair & Richard Elliot
"Hacienda" - Jeff Lorber Fusion

Melhor apresentação de rock
"Always Alright" - Alabama Shakes
"The Stars (Are Out Tonight)" - David Bowie
"Radioactive" - Imagine Dragons
"Kashmir" - Led Zeppelin
"My God Is The Sun" - Queens Of The Stone Age
"I'm Shakin" - Jack White

Melhor apresentação de metal
"T.N.T." - Anthrax
"God Is Dead?" - Black Sabbath
"The Enemy Inside" - Dream Theater
"In Due Time" - Killswitch Engage
"Room 24" - Volbeat Featuring King Diamond

Melhor canção de rock
"Ain't Messin 'Round" - Gary Clark Jr. (Gary Clark Jr.)
"Cut Me Some Slack" - Dave Grohl, Paul McCartney, Krist Novoselic & Pat Smear,
"Doom And Gloom" - Mick Jagger & Keith Richards (The Rolling Stones)
"God Is Dead?" - Geezer Butler, Tony Iommi & Ozzy Osbourne  (Black Sabbath)
"Panic Station" - Matthew Bellamy (Muse)

Melhor álbum de rock
"13" - Black Sabbath
"The Next Day" - David Bowie
"Mechanical Bull" - Kings Of Leon
"Celebration Day" - Led Zeppelin
"...Like Clockwork" - Queens Of The Stone Age
"Psychedelic Pill" - Neil Young With Crazy Horse

Melhor álbum de música alternativa
"The Worse Things Get, The Harder I Fight, The Harder I Fight, The More I Love You" - Neko Case
"Trouble Will Find Me" - The National
"Hesitation Marks" - Nine Inch Nails
"Lonerism" - Tame Impala
"Modern Vampires Of The City" - Vampire Weekend

Melhor clipe
“Safe and Sound” – Capital Cities
“Picasso Baby: A Performance Art Film” – Jay Z
“Can’t Hold Us” – Macklemore & Ryan Lewis
“Suit & Tie” – Justin Timberlake e Jay Z
“I’m Shakin’” – Jack White

Melhor performance de R&B
"Love And War" - Tamar Braxton
"Best Of Me" - Anthony Hamilton
"Nakamarra" - Hiatus Kaiyote Featuring Q-Tip
"How Many Drinks?" - Miguel Featuring Kendrick Lamar
"Something" - Snarky Puppy With Lalah Hathaway

Melhor performance tradicional de R&B
"Please Come Home" - Gary Clark Jr.
"Get It Right" - Fantasia
"Quiet Fire" - Maysa
"Hey Laura" - Gregory Porter
"Yesterday" - Ryan Shaw

Melhor canção de R&B
"Best Of Me" - Anthony Hamilton & Jairus Mozee, songwriters (Anthony Hamilton)
"Love And War" - Tamar Braxton, Darhyl Camper, Jr., LaShawn Daniels & Makeba Riddick, songwriters (Tamar Braxton)
"Only One" - PJ Morton, songwriter (PJ Morton Featuring Stevie Wonder)
"Pusher Love Girl" - James Fauntleroy, Jerome Harmon, Timothy Mosley & Justin Timberlake, songwriters (Justin Timberlake)
"Without Me" - Fantasia Barrino, Missy Elliott, Al Sherrod Lambert, Harmony Samuels & Kyle Stewart, songwriters (Fantasia Featuring Kelly Rowland & Missy Elliot)

Melhor álbum urbano contemporâneo
"Love And War" - Tamar Braxton
"Side Effects Of You - Fantasia
"One: In The Chamber" - Salaam Remi
"Unapologetic" - Rihanna
"New York: A Love Story" - Mack Wilds

Melhor álbum de R&B
"R&B Divas" - Faith Evans
"Girl On Fire" - Alicia Keys
"Love In The Future" - John Legend
"Better" - Chrisette Michele
"Three Kings" - TGT

Melhor performance de rap
"Started From The Bottom" - Drake
"Berzerk" - Eminem
"Tom Ford" - Jay Z
"Swimming Pools (Drank)" - Kendrick Lamar
"Thrift Shop" - Macklemore & Ryan Lewis Featuring Wanz

Melhor colaboração de rap
"Power Trip" - J. Cole Featuring Miguel
"Part II (On The Run)" - Jay Z Featuring Beyoncé
"Holy Grail" - Jay Z Featuring Justin Timberlake
"Now Or Never" - Kendrick Lamar Featuring Mary J. Blige
"Remember You - Wiz Khalifa Featuring The Weeknd

Melhor canção de rap
"F***in' Problems" - Tauheed Epps, Aubrey Graham, Kendrick Lamar, Rakim Mayers & Noah Shebib, songwriters (ASAP Rocky Featuring Drake, 2 Chainz & Kendrick Lamar)
"Holy Grail" - Shawn Carter, Terius Nash, J. Harmon, Timothy Mosley, Justin Timberlake & Ernest Wilson, songwriters (Kurt Cobain, Dave Grohl & Krist Novoselic, songwriters) (Jay Z Featuring Justin Timberlake)
"New Slaves" - Christopher Breaux, Ben Bronfman, Mike Dean, Louis Johnson, Malik Jones, Elon Rutberg, Sakiya Sandifer, Che Smith, Kanye West & Cydell Young, songwriters (Anna Adamis & Gabor Presser, songwriters) (Kanye West)
"Started From The Bottom" - W. Coleman, Aubrey Graham & Noah Shebib, songwriters (Bruno Sanfilippo, songwriter) (Drake)
"Thrift Shop" - Ben Haggerty & Ryan Lewis, songwriters (Macklemore & Ryan Lewis Featuring Wanz)

Melhor álbum de rap
"Nothing Was The Same" - Drake
"Magna Carta...Holy Grail" - Jay Z
"Good Kid, M.A.A.D City" - Kendrick Lamar
"The Heist" - Macklemore & Ryan Lewis
"Yeezus" - Kanye West

Melhor performance solo country
"I Drive Your Truck" - Lee Brice
"I Want Crazy" - Hunter Hayes
"Mama's Broken Heart" - Miranda Lambert
"Wagon Wheel" - Darius Rucker
"Mine Would Be You" - Blake Shelton

Melhor performance country em duo ou grupo
"From This Valley" - The Civil Wars
"Don't Rush" - Kelly Clarkson Featuring Vince Gill
"Your Side Of The Bed" - Little Big Town
"Highway Don't Care" - Tim McGraw, Taylor Swift & Keith Urban
"You Can't Make Old Friends" - Kenny Rogers With Dolly Parton

Melhor canção country
"Begin Again" - Taylor Swift, songwriter (Taylor Swift)
"I Drive Your Truck" - Jessi Alexander, Connie Harrington & Jimmy Yeary, songwriters (Lee Brice)
"Mama's Broken Heart" - Brandy Clark, Shane McAnally & Kacey Musgraves, songwriters (Miranda Lambert)
"Merry Go 'Round" - Shane McAnally, Kacey Musgraves & Josh Osborne, songwriters (Kacey Musgraves)
"Mine Would Be You" - Jessi Alexander, Connie Harrington & Deric Ruttan, songwriters (Blake Shelton)

Melhor álbum de reggae
“One Love, One Life” – Beres Hammond
“Ziggy Marley in Concert” – Ziggy Marley
“The Messiah” – Sizzla
“Reggae Connection” – Sly & Robbie And The Jam Masters
“Reincarnated” – Snoop Lion

Melhor álbum de blues
“Remembering Little Walter” - Billy Boy Arnold, Charlie Musselwhite, Mark Hummel, Sugar Ray Norcia & James Harman
“Cotton Mouth Man” – James Cotton
“Get Up!” – Ben Harper e Charlie Musselwhite
“Seesaw” – Beth Hart & Joe Bonamassa
“Down in Louisiana” – Bobby Rush

Melhor álbum de world music (empate)
“Savor Flamenco” – Gispsy Kings
“No Place For My Dream” – Femi Kuti
“Live: Singing For Peace Around The World” – Ladysmith Black Mambazo
“The Living Room Sessions Part 2” – Ravi Shankar

Melhor álbum de new age
"Lux" - Brian Eno
"Illumination" - Peter Kater
"Final Call" - Kitaro
"Awakening The Fire" - R. Carlos Nakai & Will Clipman
"Love's River" - Laura Sullivan

Melhor álbum improvisado de jazz solo
"Don't Run" - Terence Blanchard
"Song For Maura" - Paquito D'Rivera
"Song Without Words #4: Duet" - Fred Hersch
"Stadium Jazz" - Donny McCaslin
"Orbits" - Wayne Shorter

Melhor álbum vocal de jazz
"The World According To Andy Bey" - Andy Bey
"Lorraine Feather" - Label: Jazzed Media
"Liquid Spirit" - Gregory Porter
"WomanChild" - Cécile McLorin Salvant
"After Blue" - Tierney Sutton

Melhor álbum de jazz instrumental
"Guided Tour" - The New Gary Burton Quartet
"Money Jungle: Provocative In Blue" - Terri Lyne Carrington
"Life Forum" - Gerald Clayton
"Pushing The World Away" - Kenny Garrett
"Out Here" - Christian McBride Trio

Melhor álbum conjunto de jazz
"Brooklyn Babylon" - Darcy James Argue's Secret Society
"Night In Calisia" - Randy Brecker, W_odek Pawlik Trio & Kalisz Philharmonic
"Wild Beauty" - Brussels Jazz Orchestra Featuring Joe Lovano
"March Sublime" - Alan Ferber
"Intrada" - Dave Slonaker Big Band

Melhor álbum latino de jazz
"La Noche Más Larga" - Buika
"Song For Maura" - Paquito D'Rivera And Trio Corrente
"Yo" - Roberto Fonseca
"Egg_n" - Omar Sosa
"Latin Jazz-Jazz Latin" - Wayne Wallace Latin Jazz Quintet

Melhor DVD de música
“Live 2012” – Coldplay
“¡Cuatro!” – Green Day
“I'm In I'm Out And I'm Gone: The Making Of Get Up!” – Ben Harper e Charlie Musselwhite
“Live Kisses” – Paul McCartney
“The Road to Red Rocks” – Mumford & Sons

Melhor trilha sonora para cinema
“Argo” – Alexandre Desplat
“O Grande Gatsby” – Craig Armstrong
“As Aventuras de Pi” – Mychael Danna
“Lincoln” – John Williams
“007 - Operação Skyfall” – Thomas Newman
“A Hora Mais Escura” – Alexandre Desplat

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Música  I  Madonna: dueto no Grammy?     (21/01/14)

Presença real nos Grammy Awards? Pois é, parece que sim. Rumores dão conta de que Madonna pode subir ao palco da premiação, que acontece no próximo domingo (26.01). Quem deu a letra foi o The LA Times. De acordo com o jornal, Madge está cotada para fazer um dueto com um dos principais indicados da noite.

Se for verdade, ela se junta a um line-up digno de festival, que já conta com os duetos de Beyoncé e Jay-Z (que devem cantar a música “Drunk On Love”), dos Beatles Paul McCartney e Ringo Starr, do Metallica com o pianista chinês Lang Lang, e de Lorde e Katy Perry.

Achou pouco? Pois o Daft Punk se junta a Stevie Wonder, Pharrell e Nile Rodgers, e o Kendrick Lamar de junta ao Imagine Dragons. Taylor Swift, Keith Urban, Kacey Musgraves, John Legend e o duo Macklemore/Ryan Lewis também estarão no palco.

Os Grammy Awards ganham transmissão ao vivo direto do Staples Center de Los Angeles, pelo canal pago TNT, a partir das 23h. [siterg]

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Música  I  Ator britânico Christopher Lee se torna o músico mais velho a entrar na 'Billboard'  (30/12/13)

Um dos mais prolíficos e renomados atores britânicos, o nonagenário Christopher Lee se tornou o músico mais velho a entrar para as paradas da Billboard, principal termômetro da indústria fonográfica dos EUA. O astro de 91 anos é conhecido principalmente por suas atuações ao longo de décadas como Dracula, além de ter vivido Saruman na trilogia O Senhor dos Anéis.

A Heavy Metal Christmas Too, disco natalino de Christopher Lee que atingiu a 18ª posição das paradas

O feito foi alcançado com o EP A Heavy Metal Christmas Too, segundo trabalho natalino musical do ator, que vem atuando como cantor há décadas, inclusive em óperas, e que desde 2005 tem se aprofundado em performances de metal pesado, nas quais se destaca por sua voz grave e poderosa.

Quarto trabalho de Lee no estilo, o disco traz duas faixas: Jingle Hell - versão metaleira para a eterna Jingle Bells - e uma releitura para My Way, imortalizada na voz de Frank Sinatra. A primeira alcançou a 22ª posição das paradas Billboard Hot 100.

"São versões um pouco mais malcriadas que as originais", diz o ator em vídeo promocional do álbum. "Elas não são ruins no sentido de desagradáveis. São divertidas e, certamente, diferentes."

Lee teve seu primeiro contato com o heavy metal em 2005, quando gravou a canção The Magic of the Wizard's Dream ao lado da banda italiana Rhapsody of Fire. Antes de iniciar seu próprio projeto, o ator também fez, em 2010, a narração da faixa Dark Avenger para o Manowar - originalmente registrada na voz do lendário Orson Welles - para a regravação do disco Battle Hymns, de 1982.

Desde então, Lee lançou quatro discos de metal, sendo dois EPs de Natal: Charlemagne: By the Sword and the Cross (2010), Charlemagne: The Omens of Death (2013) e os natalinos A Heavy Metal Christmas (2012) e A Heavy Metal Christmas Too (2013).

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Música I Canção do ano, 'Get Lucky', do Daft Punk, aponta mudança (28/12/13)

ALEXIS PETRIDIS
DO "GUARDIAN"

"Random Access Memories" é um álbum que almejava um ouvinte perfeitamente ciente do esforço realizado para sua produção.

Trata-se do fato, muito alardeado, de que as faixas não continham samples; o elenco de músicos de estúdio lendários, e caríssimos, reunido para as sessões em Los Angeles, e os créditos da orquestra envolvida na criação do trabalho, com 22 violinistas e cinco trompistas.

Além disso, a campanha publicitária à moda antiga, com comerciais de TV e outdoors na Sunset Strip.

A ironia é que a canção que serve de peça central ao álbum parecia ter surgido sem esforço — e se impôs como a melhor canção de 2013.

Do vocal de Pharrell a todos os demais elementos, "Get Lucky" soava como uma faixa na qual ninguém tivesse precisado suar a camisa, e ainda assim o resultado final pode ser considerado como uma das jogadas mais difíceis no rock e na música pop.

É assim: gravar uma canção nova que pareça instantaneamente familiar, como se sempre tivesse existido, como um clássico que o ouvinte tivesse esquecido por algum tempo e reencontrasse.

Dado seu imenso sucesso e o lançamento ruidoso — trechos nos intervalos de "Saturday Night Live", estreia muito bem recebida do vídeo no Coachella Festival— , "Get Lucky" tem algo de muito discreto e despretensioso, especialmente no contexto do pop atual.

Sem pirotecnias vocais, sem um refrão prenunciado por um break instrumental e — excetuado o uso ocasional de um vocoder (sintetizador de voz)— sem qualquer das marcas registradas dos discos do Daft Punk que se tornaram a assinatura sonora do pop dos anos 2000.

Em um álbum de grandes gestos sonoros — faixas episódicas que oscilam da música eletrônica às canções de musicais da Broadway, passando por disco music cafona e baladas— , o som de "Get Lucky" nada tem de ostensivo.

É apenas uma sucessão de pequenos e sutis prazeres: a forma pela qual a guitarra característica de Nile Rodgers se combina intrincadamente ao piano elétrico, a palavra "look" que Pharrell diz em tom casual antes de cantar o primeiro refrão...

O apelo reside quase inteiramente em sua melodia e em sua assinatura sonora.

O sucesso conquistado — 7,3 milhões de cópias vendidas nos cinco primeiros meses— parece indicar uma mudança de direção na música pop.

Deve existir algo de revelador no fato de que os dois maiores singles do ano — "Get Lucky" e "Blurred Lines", de Robin Thicke— nada tenham a ver com o rave-pop de fórmula repetitiva que domina as paradas nos últimos anos.

Depois das duas canções, qualquer artista que se apegue ao modelo antigo parecerá um tanto defasado — quer se trate de Lady Gaga, quer se trate de Jessie J.

Astros pop, produtores e compositores talvez tenham de se esforçar mais no futuro. "Vamos subir o nível", canta Pharrell. "Get Lucky" fez exatamente isso.

Tradução de Paulo Migliacci

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Lady Gaga e Christina Aguilera cantam juntas no "The Voice"; veja     (18/12/13)

Depois de circularem diversos rumores sobre supostos desentendimentos e competições, Lady Gaga e Christina Aguilera se apresentaram juntas no episódio final da quinta temporada do The Voice dos EUA, que aconteceu na noite desta terça-feira (17).

As duas cantoras subiram ao palco do programa para realizarem a performance de "Do What U Want (feat. R. Kelly)", sucesso da Mother Monster.

Sobre o dueto Gaga comentou, "Bem... Eu estava muito animada porque a produção do ‘The Voice’ me ligou e disse que queria que eu me apresentasse na final do programa e, é claro, que eu não poderia recusar. Um programa tão incrível... Aí eu disse: ‘Eu vou, mas eu gostaria de saber se Christina se apresentaria comigo'”, disse Lady Gaga. As duas chegaram a dar as mãos e a trocar carinhos durante a performance.

“Está é a primeira vez que nós nos encontramos e eu tenho que dizer que quando eu ouvi que ela gostaria que eu cantasse com ela, eu disse: ‘Claro! Lady Gaga!’. Eu tenho esperado algum tempo para conhecê-la. Ela é uma artista tão inovadora e que assume muitos riscos. Como mulher, eu tenho que respeitá-la por isso”, disse Aguilera. “E eu tenho que dizer, pessoal, que ela é a pessoa mais pé no chão que eu já conheci no showbizz. De mulher para mulher nessa indústria: é realmente difícil encontrar uma pessoa desse tipo. Eu amo você e você merece tudo que já conquistou até agora”, completou.


Apesar de sempre negar e dizer que não tem nada contra Gaga, Christina Aguilera já teria a culpado diversas vezes pelo fracasso de seu último álbum "Bionic". Na época, Gaga chegou a acusar Aguilera por copiar seu estilo para lançar aquele disco.

No final do programa, as duas ainda trocaram elogios nas redes sociais. "Ela é uma vocalista poderosa e me senti honrada por ter cantado com Lady Gaga hoje no The Voice", escreveu Aguilera. "Xtina, obrigada por ter se apresentado comigo, seu coração é tão grande quanto a sua voz. Sendo sua fã por tanto tempo, não acredito que compartilhamos o mesmo palco", escreveu Gaga.

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- Feliz Ano Novo, amiga!

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Música  I  Rivais? Christina Aguilera fará dueto com Lady Gaga no 'The Voice'   (17/12/13)

Quem acompanha as histórias do mundo pop sabe que sempre acontece uma rivalidade por aqui e por ali. Inventadas ou não, a verdade é que os rumores de que existem rixas entre as divas pop são muito comuns e, às vezes, até endossados por elas.

Christina Aguilera e Lady Gaga já tiveram os seus estilos comparados (Foto: Divulgação)

Quando Lady Gaga surgiu, por exemplo, Christina Aguilera se negava em ajudar a canalizar atenção para a popstar. Se questionada sobre a exótica cantora, as suas respostas eram: "Lady quem?" ou "não sei se isso é um homem ou mulher".

As comparações começaram a ficar cada vez mais recorrentes. Na época em que Gaga surgiu, o estilo de Xtina também mudou e, coincidentemente, era parecido com o da mother monster. A briga ficou tão evidente que Aguilera fazia questão de deixar claro que Lady Gaga era uma artista nova, mas que ela, por sua vez, já estava "há dez anos na mídia".

Desde então, os fãs de ambas se odeiam e - vira e mexe - é possível encontrar uma briga entre eles nas redes sociais. Mas, na terça-feira (17), durante a final da versão americana do The Voice, isso deve mudar.

De acordo com um comercial veículado pela NBC, Christina, uma das mentoras do reality musical, fará um dueto com a própria Gaga, que entrará no palco para divulgar o seu mais novo álbum, ARTPOP. No vídeo, o locutor avisa: "Christina Aguilera se junta a Lady Gaga para uma performance épica". Será o fim dos rumores de rivalidade entre as duas?

Assista ao comercial:

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Música  I  Nadezhda Tolokonnikova, do Pussy Riot, fará shows em prisões russas    (16/12/13)

A quatro meses do cumprimento de sua pena, Nadezhda Tolokonnikova, do Pussy Riot, fará shows em prisões russas...   

A cantora Nadezhda Tolokonnikova (Nadya Tolokno) , do Pussy Riot, vai cantar em prisões russas nos dias 20 e 21 de dezembro deste ano. Ela, que está presa desde março de 2012, deverá se apresentar nas prisões junto a um grupo formado na colônia penal onde está instalada, em Krasnoyarsk.

A informação é da advogada de Nadezhda, que informou ainda que está “esperançosa” com a oportunidade de anistia que o presidente russo Vladmir Putin prometeu discutir no parlamento, nesta terça (17.12).

Os dois anos de prisão da cantora estão quase integralmente cumpridos. Ela foi presa junto a outros membros do Pussy Riot por cantar suas músicas de protesto contra Vladmir Putin em uma catedral ortodoxa em Moscou. [siterg]

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Música  I  Placebo anuncia show no Brasil   (12/12/13)

Placebo  fará um show em São Paulo no próximo dia 14 de abril, no Citibank Hall. A turnê faz parte da divulgação de seu novo disco, Loud Like Love, lançado em setembro.

A pré-venda exclusiva para clientes Citi, Credicard e Diners começa entre dia 13 dezembro; para o público em geral, a partir de 20 de dezembro. Os ingressos estarão disponíveis no site Ticket For Fun e variam entre R$ 450 e R$ 180 - há opção de meia-entrada.

Loud Like Love é o primeiro disco da banda desde 2009.

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Música  I  Johnny Cash vai ganhar álbum de inéditas em 2014    (10/12/13)

Um lançamento inédito e inesperado deve acontecer nos primeiros meses de 2014. Estamos falando de Johnny Cash, que um ganhará novo álbum uma década após sua morte. Out Among the Stars foi um registro encontrado na revisão do legado de Cash e de sua esposa, June Carter Cash, pelo filho do casal. O disco está sendo reeditado e tem previsão de lançamento para o próximo dia 25 de março.

As gravações datam de 1981 a 1984, uma época em que a popularidade de Johnny Cash decaiu. O cantor foi demitido da Columbia Records e o material, gravado em parceria com Billy Sherrill, nunca foi lançado. O disco conterá 12 músicas, incluindo parcerias com Buddy Miller, Jerry Douglas e duas gravações com sua esposa June.

Em entrevista, John Carter Cash, o filho do lendário artista country, declarou que Johnny e June nunca jogavam nada fora e que o registro foi encontrado no processo de revisão do legado do casal, iniciado há 18 meses. Segundo o jovem Cash, quando ele e sua equipe encontraram as gravações, a sensação de excitação foi inevitável: “Pensei ‘Oh meu Deus, essa é uma linda gravação que ninguém ouviu antes”.

Vale lembrar que a revisão do legado de Cash ainda não terminou e que, mesmo na biografia Johnny Cash: The Life, escrita por Robert Hilburn, o escritor comenta que os fãs ainda deverão escutar faixas da época mais difícil e sombria de Johnny. Dedos cruzados e muita ansiedade pelo lançamento. [siterg]

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Música  I  Grammy Awards 2014 e lista dos indicados aos prêmios    (07/12/13)

Em um cerimônia com direito a shows ao vivo dos maiores astros e estrelas da música, realizada nesta sexta-feira, 06, em Los Angeles, nos Estados Unidos, a acadêmia do Grammy anunciou os grandes indicados para a edição 2014 do prêmio.

O Grammy Awards 2014 será realizado no dia 26 de janeiro no Staples Center, também em Los Angeles.

Jay-Z foi o artista com mais indicações, nove, mas ficou fora das categorias principais. Kendrick Lamar, Macklemore & Ryan Lewis, Pharrell e Justin Timberlake concorrem ao mesmo número de prêmios, sete cada um. 

Daft Punk, Lorde, Kacey Musgraves, Taylor Swift e Bruno Mars disputam o Grammy em quatro categorias.

Daft Punk, Macklemore & Ryan Lewis e Taylor Swift disputarão o prêmio de álbum do ano, o mais importante, por Random Access Memories, The Heist e Red.

As músicas que concorrem ao prêmio de melhor gravação do ano são Get Lucky, Radioactive, Royals, Locked Out of Heaven e Blurred Lines. 

Lorde, Katy Perry, Bruno Mars, Macklemore & Ryan Lewis e Pink disputam o prêmio de melhor canção, que elege a melhor composição, por Royals, Roar, Locked Out Of Heaven, Same Love, Just Give Me a Reason, respectivamente.

CONFIRA A LISTA OFICIAL DOS INDICADOS AO GRAMMY 2013

CANÇÃO DO ANO

“Just Give Me A Reason” – P!nk e Nate Ruess
“Locked Out Of Heaven” – Bruno Mars
“Roar” – Katy Perry
“Royals” – Lorde
“Same Love” – Macklemore & Ryan Lewis

MELHOR PERFORMANCE POP DE DUO OU DUPLA

“Get Lucky” – Daft Punk e Pharrell
“Just Give Me A Reason” – P!nk e Nate Ruess
“Stay” – Rihanna e Mikky Ekko
“Blurred Lines” – Robin Thicke e T.I. and Pharrell
“Suit & Tie” – Justin Timberlake e Jay Z

ÁLBUM DO ANO

“Good Kid, M.A.A.D. City” – Kendrick Lamar
“Random Access Memories” – Daft Punk
“The Blessed Unrest” – Sara Bareilles
“The Heist” – Macklemore & Ryan Lewis
“Red” -  Taylor Swift

MELHOR ÁLBUM COUNTRY

“Night Train” – Jason Aldean
“Two Lanes of Freedom” – Tim McGraw
“Same Trailer Different Park” – Kacey Musgraves
“Based on a True Story” – Blake Shelton
“Red” -  Taylor Swift

ARTISTA REVELAÇÃO

James Blake
Kendrick Lamar
Macklemore & Ryan Lewis
Kasey Musgraves
Ed Sheeran

SINGLE DO ANO

“Get Lucky” – Daft Punk e Pharrell
“Radioactive” – Imagine Dragons
“Royals” – Lorde
“Locked Out Of Heaven” – Bruno Mars
“Blurred Lines” – Robin Thicke e T.I. and Pharrell

MELHOR APRESENTAÇÃO SOLO POP
“Brave” – Sara Bareilles
“Royals” – Lorde
“When I Was Your Man” – Bruno Mars
“Roar” – Katy Perry
“Mirrors” – Justin Timberlake

MELHOR ÁLBUM INSTRUMENTAL POP
“Steppin’ Out” – Herb Alpert
“The Beat” – Boney James
“Handpicked” – Earl Klugh
“Summer Horns” – Dave Koz, Gerald Albright, Mindi Abair & Richard Elliot
“Hacienda” – Jeff Lorber Fusion

MELHOR ÁLBUM VOCAL POP
“Paradise” – Lana Del Rey
“Pure Heroine” – Lorde
“Unorthodox Jukebox” – Bruno Mars
“Blurred Lines” – Robin Thicke
“The 20/20 Experience – The Complete Experience” – Justin Timberlake

MELHOR CANÇÃO DE DANCE
“Need U (100%)” – Duke Dumont Featuring A*M*E & MNEK
“Sweet Nothing” – Calvin Harris Featuring Florence Welch
“Atmosphere” – Kaskade
“This Is What It Feels Like” – Armin Van Buuren Featuring Trevor Guthrie
“Clarity” – Zedd Featuring Foxes

MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ELETRÔNICA/DANCE
“Random Access Memories” – Daft Punk
“Settle” – Disclosure
“18 Months” – Calvin Harris
“Atmosphere” – Kaskade
“A Color Map Of The Sun” – Pretty Lights

MELHOR ÁLBUM POP VOCAL TRADICIONAL
“Viva Duets” – Tony Bennett & Various Artists
“To Be Loved” – Michael Bublé
“The Standards” – Gloria Estefan
“Cee Lo’s Magic Moment” – Cee Lo Green
“Now” – Dionne Warwick

MELHOR APRESENTAÇÃO DE ROCK
“Always Alright” – Alabama Shakes
“The Stars (Are Out Tonight)” – David Bowie
“Radioactive” – Imagine Dragons
“Kashmir” – Led Zeppelin
“My God Is The Sun” – Queens Of The Stone Age
“I’m Shakin” – Jack White

MELHOR APRESENTAÇÃO DE METAL
“T.N.T.” – Anthrax
“God Is Dead?” – Black Sabbath
“The Enemy Inside” – Dream Theater
“In Due Time” – Killswitch Engage
“Room 24″ – Volbeat Featuring King Diamond

MELHOR CANÇÃO DE ROCK
“Ain’t Messin ‘Round” – Gary Clark Jr., songwriter (Gary Clark Jr.)
“Cut Me Some Slack” – Dave Grohl, Paul McCartney, Krist Novoselic & Pat Smear, songwriters (Paul McCartney, Dave Grohl, Krist Novoselic, Pat Smear)
“Doom And Gloom” – Mick Jagger & Keith Richards, songwriters (The Rolling Stones)
“God Is Dead?” – Geezer Butler, Tony Iommi & Ozzy Osbourne, songwriters (Black Sabbath)
“Panic Station” – Matthew Bellamy, songwriter (Muse)

MELHOR ÁLBUM DE ROCK
“13″ – Black Sabbath
“The Next Day” – David Bowie
“Mechanical Bull” – Kings Of Leon
“Celebration Day” – Led Zeppelin
“…Like Clockwork” – Queens Of The Stone Age
“Psychedelic Pill” – Neil Young With Crazy Horse

MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ALTERNATIVA
“The Worse Things Get, The Harder I Fight, The Harder I Fight, The More I Love You” – Neko Case
“Trouble Will Find Me” – The National
“Hesitation Marks” – Nine Inch Nails
“Lonerism” – Tame Impala
“Modern Vampires Of The City” – Vampire Weekend

MELHOR PERFORMANCE DE R&B
“Love And War” – Tamar Braxton
“Best Of Me” – Anthony Hamilton
“Nakamarra” – Hiatus Kaiyote Featuring Q-Tip
“How Many Drinks?” – Miguel Featuring Kendrick Lamar
“Something” – Snarky Puppy With Lalah Hathaway

MELHOR PERFORMANCE TRADICIONAL DE R&B
“Please Come Home” – Gary Clark Jr.
“Get It Right” – Fantasia
“Quiet Fire” – Maysa
“Hey Laura” – Gregory Porter
“Yesterday” – Ryan Shaw

MELHOR CANÇÃO DE R&B
“Best Of Me” – Anthony Hamilton & Jairus Mozee, songwriters (Anthony Hamilton)
“Love And War” – Tamar Braxton, Darhyl Camper, Jr., LaShawn Daniels & Makeba Riddick, songwriters (Tamar Braxton)
“Only One” – PJ Morton, songwriter (PJ Morton Featuring Stevie Wonder)
“Pusher Love Girl” – James Fauntleroy, Jerome Harmon, Timothy Mosley & Justin Timberlake, songwriters (Justin Timberlake)
“Without Me” – Fantasia Barrino, Missy Elliott, Al Sherrod Lambert, Harmony Samuels & Kyle Stewart, songwriters (Fantasia Featuring Kelly Rowland & Missy Elliot)

MELHOR ÁLBUM URBANO CONTEMPORÂNEO
“Love And War” – Tamar Braxton
“Side Effects Of You – Fantasia
“One: In The Chamber” – Salaam Remi
“Unapologetic” – Rihanna
“New York: A Love Story” – Mack Wilds

MELHOR ÁLBUM DE R&B
“R&B Divas” – Faith Evans
“Girl On Fire” – Alicia Keys
“Love In The Future” – John Legend
“Better” – Chrisette Michele
“Three Kings” – TGT

MELHOR PERFORMANCE DE RAP
“Started From The Bottom” – Drake
“Berzerk” – Eminem
“Tom Ford” – Jay Z
“Swimming Pools (Drank)” – Kendrick Lamar
“Thrift Shop” – Macklemore & Ryan Lewis Featuring Wanz

MELHOR COLABORAÇÃO DE RAP
“Power Trip” – J. Cole Featuring Miguel
“Part II (On The Run)” – Jay Z Featuring Beyoncé
“Holy Grail” – Jay Z Featuring Justin Timberlake
“Now Or Never” – Kendrick Lamar Featuring Mary J. Blige
“Remember You – Wiz Khalifa Featuring The Weeknd

MELHOR CANÇÃO DE RAP
“F***in’ Problems” – Tauheed Epps, Aubrey Graham, Kendrick Lamar, Rakim Mayers & Noah Shebib, songwriters (ASAP Rocky Featuring Drake, 2 Chainz & Kendrick Lamar)
“Holy Grail” – Shawn Carter, Terius Nash, J. Harmon, Timothy Mosley, Justin Timberlake & Ernest Wilson, songwriters (Kurt Cobain, Dave Grohl & Krist Novoselic, songwriters) (Jay Z Featuring Justin Timberlake)
“New Slaves” – Christopher Breaux, Ben Bronfman, Mike Dean, Louis Johnson, Malik Jones, Elon Rutberg, Sakiya Sandifer, Che Smith, Kanye West & Cydell Young, songwriters (Anna Adamis & Gabor Presser, songwriters) (Kanye West)
“Started From The Bottom” – W. Coleman, Aubrey Graham & Noah Shebib, songwriters (Bruno Sanfilippo, songwriter) (Drake)
“Thrift Shop” – Ben Haggerty & Ryan Lewis, songwriters (Macklemore & Ryan Lewis Featuring Wanz)

MELHOR ÁLBUM DE RAP
“Nothing Was The Same” – Drake
“Magna Carta…Holy Grail” – Jay Z
“Good Kid, M.A.A.D City” – Kendrick Lamar
“The Heist” – Macklemore & Ryan Lewis
“Yeezus” – Kanye West

MELHOR PERFORMANCE SOLO COUNTRY
“I Drive Your Truck” – Lee Brice
“I Want Crazy” – Hunter Hayes
“Mama’s Broken Heart” – Miranda Lambert
“Wagon Wheel” – Darius Rucker
“Mine Would Be You” – Blake Shelton

MELHOR PERFOMANCE COUNTRY EM DUO OU GRUPO
“From This Valley” – The Civil Wars
“Don’t Rush” – Kelly Clarkson Featuring Vince Gill
“Your Side Of The Bed” – Little Big Town
“Highway Don’t Care” – Tim McGraw, Taylor Swift & Keith Urban
“You Can’t Make Old Friends” – Kenny Rogers With Dolly Parton

MELHOR CANÇÃO COUNTRY
“Begin Again” – Taylor Swift, songwriter (Taylor Swift)
“I Drive Your Truck” – Jessi Alexander, Connie Harrington & Jimmy Yeary, songwriters (Lee Brice)
“Mama’s Broken Heart” – Brandy Clark, Shane McAnally & Kacey Musgraves, songwriters (Miranda Lambert)
“Merry Go ‘Round” – Shane McAnally, Kacey Musgraves & Josh Osborne, songwriters (Kacey Musgraves)
“Mine Would Be You” – Jessi Alexander, Connie Harrington & Deric Ruttan, songwriters (Blake Shelton)

MELHOR ÁLBUM DE NEW AGE
“Lux” – Brian Eno
“Illumination” – Peter Kater
“Final Call” – Kitaro
“Awakening The Fire” – R. Carlos Nakai & Will Clipman
“Love’s River” – Laura Sullivan

MELHOR ÁLBUM IMPROVISADO DE JAZZ
“Don’t Run” – Terence Blanchard, soloist
“Song For Maura” – Paquito D’Rivera, soloist
“Song Without Words #4: Duet” – Fred Hersch, soloist
“Stadium Jazz” – Donny McCaslin, soloist
“Orbits” – Wayne Shorter, soloist

MELHOR ÁLBUM VOCAL DE JAZZ
“The World According To Andy Bey” – Andy Bey
“Lorraine Feather” – Label: Jazzed Media
“Liquid Spirit” – Gregory Porter
“WomanChild” – Cécile McLorin Salvant
“After Blue” – Tierney Sutton

MELHOR ÁLBUM DE JAZZ INSTRUMENTAL
“Guided Tour” – The New Gary Burton Quartet
“Money Jungle: Provocative In Blue” – Terri Lyne Carrington
“Life Forum” – Gerald Clayton
“Pushing The World Away” – Kenny Garrett
“Out Here” – Christian McBride Trio

MELHOR ÁLBUM CONJUNTO DE JAZZ
“Brooklyn Babylon” – Darcy James Argue’s Secret Society
“Night In Calisia” – Randy Brecker, W_odek Pawlik Trio & Kalisz Philharmonic
“Wild Beauty” – Brussels Jazz Orchestra Featuring Joe Lovano
“March Sublime” – Alan Ferber
“Intrada” – Dave Slonaker Big Band

MELHOR ÁLBUM LATINO DE JAZZ
“La Noche Más Larga” – Buika
“Song For Maura” – Paquito D’Rivera And Trio Corrente
“Yo” – Roberto Fonseca
“Egg_n” – Omar Sosa
“Latin Jazz-Jazz Latin” – Wayne Wallace Latin Jazz Quintet

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Música  I  David Bowie divulga novo clipe da música "I'd Rather Be High (Venetian Mix)"; assista     (05/12/13)

O músico britânico David Bowie lançou nesta quarta (4) o clipe da música "I'd Rather Be High (Venetian Mix)". No vídeo, imagens de arquivo da Primeira Guerra Mundial são intercaladas com a do artista.

A música faz parte do box "The Next Day Extra", versão expandida de seu último álbum, lançado em março deste ano, além de aparecer em comerciais da Louis Vuitton.

Além das 14 músicas originais, o box traz quatro videoclipes já lançados e dez canções adicionais, cinco delas inéditas.

"I'd Rather Be High (Venetian Mix)" também estará no vinil "12" of Love Is Lost", que será lançado dia 16 de dezembro nos EUA. O lado A do disco terá o remix da música "Love is Lost", feita por James Murphy, líder da banda de rock eletrônico LCD Soundsystem.

Veja o clipe:


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Música  I  Madonna supera Lady Gaga na lista de músicos que mais faturaram em 2013   (19/11/13)

Madonna, 55 anos, superou facilmente a cantora Lady Gaga e a banda veterana Bon Jovi como a artista musical mais bem paga de 2013, segundo um ranking divulgado nesta terça-feira (19) pela Forbes. A cantora ganhou US$ 125 milhões no período de 12 meses encerrado em junho, principalmente como resultado da sua turnê MDNA, que faturou US$ 305 milhões. Outras fontes de renda foram produtos vendidos nos shows, uma linha de roupas e um perfume.

"Madonna está fazendo jus ao seu apelido: a Material Girl lidera por ampla margem nossa lista dos músicos com maior renda", disse a Forbes. Em segundo lugar, Lady Gaga ganhou US$ 80 milhões, US$ 1 milhão a mais que o Bon Jovi. Nos três casos, a principal fonte de renda foram os shows.

A Forbes montou a lista dos 25 artistas musicais mais bem pagos com base em dados da publicação Pollstar, da organização setorial RIAA e do serviço de monitoramento de vendas de ingressos Nielsen SoundScan. Foram ouvidos também advogados do setor, empresários e alguns dos próprios músicos.

O astro country Toby Keith (renda de US$ 65 milhões) e a banda britânica Coldplay (US$ 64 milhões) completam o top 5 da lista.

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Música  I  Blur e Lana Del Rey são alvos de devoção no festival Planeta Terra    (10/11/13)

A edição 2013 do festival Planeta Terra, realizada na noite deste sábado (9), no Campo de Marte, em São Paulo, foi marcada por encontros longamente esperados e cenas explícitas de devoção. Com estilos e trajetórias bastante diferentes, as duas principais atrações da noite, Blur e Lana Del Rey, atraíram a maior parte do público, que, segundo a organização do evento, foi de 27 mil pessoas.

Blur agitou o público neste sábado (9) em São Paulo. (Foto: Flavio Moraes/G1)

No caso dos veteranos ingleses, a espera de 14 anos (a única visita anterior do Blur ao Brasil havia acontecido em 1999) terminou em visível e audível euforia assim que o vocalista Damon Albarn subiu ao palco, dizendo “boa noitche. Are you ready?”, antes de a banda lançar, logo de cara, “Girls & boys”, cantada em coro do começo ao fim. O acompanhamento, aliás, aconteceu ao longo de todo o show, seja nas músicas tão antigas quanto “There’s no other way”, ainda do primeiro disco, até faixas do sexto álbum, “13”, como “Tender” e “Coffee & TV”.

A única exceção, que não chegou a ser recebida com frieza, mas deixou no ar uma sensação de que não faria muita falta caso tivesse sido substituída por mais hits, foi um bloco composto por “Out of time”, “Trimm trabb” e “Caramel”. Esta última, especialmente, ganhou uma versão desnecessariamente longa e pareceu fazer parte do setlist apenas como um lembrete de que o Blur sabe ou “pode” ser não tão pop assim quando quer.

Para o público, porém, o que parecia realmente importar era ter, enfim, a chance de (re)ver de perto os autores de uma imensa parcela da trilha sonora da década de 90, e, ao cantar a plenos pulmões cada uma das faixas dessa trilha, celebrar nostalgicamente sua própria adolescência ou juventude.

Os músicos, por sua vez, colaboram para isso, ainda que esses 14 anos tenham cobrado seu preço também para eles. O melhor exemplo nesse sentido é o baixista Alex James, que continua tocando com um cigarro pendurado no canto da boca e fazendo suas caras e bocas, embora o figurino duvidoso composto por uma bermuda e um lenço no pescoço, aliado a uma barriguinha saliente, soe mais como uma ironia aos seus idos tempos de “galã britpop”. Já o eterno moleque Albarn continua cheio de energia e com a voz em dia, mas sabiamente deixa os falsetes de antigamente a cargo dos backing vocals.

Lana Del Rey (Foto: Flavio Moraes/G1)
Lana Del Rey. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Bem menos tempo esperaram os fãs de Lana Del Rey, que se destacavam no cenário desde cedo. Era impossível contar o número de pessoas, de ambos os sexos, com coroas de flores semelhantes às que a cantora usa. E, assim que o show do Travis terminou, foram eles que formaram imediatamente uma enorme barreira em frente ao palco. Tanta dedicação, porém, foi mais do que recompensada.

Logo após terminar a primeira música, “Cola”, a cantora fez questão de descer e passou vários minutos atendendo aos fãs, enquanto sua banda continuava tocando. Ela não apenas apertou muitas mãos, mas também deu beijos nos rostos, posou para fotos, deu autógrafos e aceitou presentes que levou ao palco, como um ramalhete de rosas vermelhas, uma bandeira do Brasil e uma coroa de flores, que usou durante toda a música seguinte, “Body electric”, e depois pendurou no pedestal de seu microfone.

No final da apresentação, ao terminar de cantar “National anthem” e antes de ir embora com os presentes em mãos, repetiria a aproximação, inclusive dando um “selinho” em um fã que quase teve um colapso nervoso, exibido pelo telão.

“Sei que vocês estão comigo desde o começo. Obrigada por fazer eu me lembrar por que amo tanto cantar”, agradeceu, em uma das várias vezes em que disse ser “uma loucura” estar no Brasil. “Vocês não acreditam o quanto esperamos para vir pra cá. Não quero esperar mais dois anos para voltar”, reforçou, antes de comentar que “conversa com muitos brasileiros” desde o início de sua carreira.

E, a julgar pela reação do público durante o show, ela não exagera. Casa gesto da cantora é motivo de gritos e comoção. Ela, óbvio, sabe e se aproveita disso: sempre lânguida, passa a mão pelos cabelos, mostra a língua para a câmera, sensualiza abaixando até o chão e ameaçando levantar o já curto vestidinho. Estilo e simpatia, no entanto, não ofuscam o mais importante: os dedicados fãs de Lana Del Rey cantam todas suas letras e não são pegos de surpresa nunca quando ela se cala e deixa que eles completem um verso, a qualquer momento, em qualquer música.

Beck
Diferentemente da adoração e da pose no show de Lana Del Rey, Beck fez, no palco menor, um show em clima relaxado. O público dançou discretamente desde o início, com "Devil's haircut". O cantor e os fãs se soltaram mesmo na cover de "Billie Jean", de Michael Jackson.

Beck apresentou sucessos em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
Beck apresentou sucessos em São Paulo. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Em "Loser", faixa mais esperada, Beck lembrou que não vinha ao Brasil há 13 anos, desde o Rock in Rio no início de 2001. Outra cover dos anos 80, que deixa o show ainda mais dançante, foi "Tainted love", famosa na versão do Soft Cell. Ela foi misturada com "Modern guilt", faixa-título do disco de estúdio mais recente do cantor, de 2008. De sua safra, "E-pro", a acelerada "Girl" e a balada "Lost cause" também se destacaram.

Antes de "Hotwax", funk com tempero latino, o guitarrista faz uma curta citação de "Asa branca", de Luiz Gonzaga.  Nesta música, o irônico Beck brinca: "Sinto que um solo de guitarra está vindo... Realmente odeio solos de guitarra". Mesmo assim ele toca o solo, ao seu estilo esquisito e elegante ao mesmo tempo. O americano fã de música brasileira emenda o solo torto com trecho de sua "Tropicalia", uma bossa- nova.

Em seu show, o cantor também faz discursos irônicos e engraçadinhos, sobre temas como solidão e maconha. “Querem Beck? Sei que nem todos gostam...”, disse, em inglês, mostrando estar ciente de que seu nome permite um trocadilho com a erva.

Bandas da tarde
O festival começou às 13h40, com a banda paulista The Hatchets. Foi do grupo de rock dançante a escolha mais inusitada de repertório. Eles tocaram "The rhythm of the night", hit do grupo italiano Corona no início dos anos 90. A faixa foi usada no vídeo do "Rei do camarote", reportagem da "Veja São Paulo" que mostra empresário que gasta R$ 50 mil por noite na balada. A cover fez o público presente - ainda pouco, no início da tarde - levantar as mãos e dançar. Foi o começo de uma festa de mais de nove horas no Campo de Marte.

O Travis honrou a fama de "rock bom moço" com show no palco principal cheio de sorrisos, mesmo ao som de melodias chorosas. Em "Flowers in the window", a banda se abraça no meio do palco e faz coro de "lalala". Em "Why does it always rain on me?", eles pedem pulos da plateia, fazendo o máximo para dar mais vigor à balada, assim como em "Side" e "Selfish Jean", outros bons momentos. O show de estreia no Brasil após duas décadas de carreira foi a cara dos escoceses: simpático e certinho.

O suíngue que falta ao Travis sobrou do outro lado do festival, no show do The Roots. O hip hop com boa banda aconteceu quase ao mesmo tempo, para público menor, no palco secundário. Mesmo com som alto, pouco barulho vazava de um palco para o outro. O mesmo não aconteceu no encontro entre os shows de Lana Del Rey e Beck, que aconteceu em seguida.

Mais cedo, o Palma Violets fez um show com muita distorção e som extremamente altp. Além dos fãs na grade, o resto do público só mostrou reação maior com "Best of friends", faixa mais conhecida. As músicas derivadas de Strokes e Libertines pareceram divertir mais os próprios músicos, que muitas vezes tocam olhando uns para os outros, do que o público, que ainda começava a encher o festival sob sol forte.

Na tarde ensolarada, além da abertura dos Hatchets, o Planeta Terra recebeu as bandas O Terno, Muddy Brothers e os cantores BNegão e Clarice Falcão. A atriz e cantora chamou ao palco, para breve aparição, Gregório Duvivier, marido e colega no grupo de comédia Porta dos Fundos. G1

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Música  I  Lou Reed morre aos 71 anos    (27/10/13)

O músico Lou Reed morreu aos 71 anos, na manhã deste domingo (27), em Long Island, Nova York, nos EUA. O agente literário do artista, Andrew Wylie, disse à agência de notícias Associated Press que ele morreu em decorrência de problemas no fígado. O cantor passou por uma cirurgia de transplante de fígado em maio de 2013.

Lou Reed na abertura de sua exposição fotográfica ‘Romanticism’ no Centro de Congressos de Estoril, em Portugal, no dia 5 de novembro de 2010

A notícia foi divulgada inicialmente pela revista "Rolling Stone". O jornal inglês "The Guardian" disse que a morte foi confirmada pelo agente do cantor na Grã Bretanha. "Sinto dizer que é verdade. Estou muito triste", disse Andy Woolliscroft ao jornal.

Reed já havia cancelado uma série de shows previstos para abril. Ele tocaria em abril no festival Coachella, nos Estados Unidos, além de algumas outras apresentações marcadas pela Califórnia.

Lou Reed durante show na 20ª edição do festival Vielles Charrues, em Carhaix, na França, em 17 de julho de 2011

Ele disse em junho que se sentia "uma vitória da medicina, da física e da química modernas", depois do transplante de fígado a que foi submetido em um hospital de Cleveland, em Ohio. "Estou maior e mais forte que nunca", declarou.

Venerado nos círculos musicais graças à fundação do grupo The Velvet Underground e sua carreira solo, o cantor, guitarrista e compositor publicou em seu site, em junho, que esperava voltar em breve a escrever canções que toquem "o espírito e os corações" de seus fãs.

Uma imagem foi divulgada neste domingo (27) nos perfis oficial de Lou Reed no Facebook e no Twitter com uma foto do cantor colada em uma porta. A legenda diz apenas "The door" (a porta).

Trajetória
Lou Reed nasceu em 2 de março de 1942, em Nova York, nos EUA. Ele fundou em 1964, com John Cale, o Velvet Underground, uma das bandas mais influentes da história do rock. O disco mais conhecido da banda é "The Velvet Underground and Nico", de 1967. A capa foi desenhada pelo artista Andy Warhol, que adotou a banda e ajudou a divulgá-la.

Ele também lançou discos solo cultuados, como "Transformer", de 1972, produzido por David Bowie, e "Berlin", de 1973. A única música que Lou Reed conseguiu transformar em sucesso nas rádios dos EUA foi "Walk on the wild side", de 1972.

Lou Reed posa ao lado dos integrantes do Metallica, com quem lançou o disco 'Lulu', em 2011

O músico se casou em 2008 com a artista Laurie Anderson. O álbum mais recente lançado por ele foi a parceria com o Metallica "Lulu", de 2011.

Reed visitou o Brasil em 2010, para shows com  o Metal Machine Trio. Ele também divulgou seu livro "Atravessar o fogo".

Entre os trabalhos solo, o mais recente foi "Hudson River Wind Meditations", com músicas para meditação. [G1]

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Música  I  Paul McCartney e Elton John I Novos discos dos cantores mostram diferentes jeitos de enxergar a carreira e a vida    (25/10/13)

Quem conhece minimamente Bob Dylan  sabe que ele não fica muito tempo fazendo a mesma coisa - por isso, criou diversos inimigos ao longo de meio século de carreira. A aceitação da mudança é um processo recorrente na vida do cantor. Apesar desse não ser um texto sobre Dylan, há algo dele nos próximos parágrafos, que mostram um devaneio sobre dois lançamentos recentes de artistas tão experientes quanto o americano: Sir Elton John e Sir Paul McCartney.

O primeiro lançou há algum tempo The Diving Board, um disco que surpreende pela sonoridade introspectiva e solta, quase despreocupada. Não há guitarras ou a batida de balada característica de John. Algumas canções ficariam boas com essa abordagem mais "banda de rock", mas o inglês preferiu a dinâmica do vazio para criar ambiência. O disco recebeu críticas sobre a falta de acabamento de algumas músicas - algo inaceitável a essa altura da carreira.

Eis que surge Bob Dylan: antes de lançar The Diving Board, Elton John disse que por conta de discordâncias anteriores com a gravadora, chegou a pensar em abandonar a música. No entanto, mudou de ideia ao ouvir o Modern Times  (2006), de Dylan, e disse que só retornaria ao estúdio para fazer algo nessa linha. Como referência o parâmetro do próprio artista, é possível ouvir e entender o novo álbum de uma maneira bem diferente. Não está em jogo o potencial sonoro das canções, mas sim a conexão proposta.

Dylan, por exemplo, não precisa trocar uma palavra com o público. Para os fãs, as recorrentes mudanças nos repertórios dos shows, deixando de lado clássicos que ninguém ousaria ignorar, também são aceitáveis. Bob Dylan se conecta com o público pela música. A lógica é simples: ser o mais sincero possível na maneira de interpretá-las, mudando seus arranjos e até as tirando do jogo quando preciso, para dar ao público o que há de mais real entre o eu-artista e a obra. E esta a chave. Elton John entendeu que sua referência deveria ser o egoísmo da satisfação musical. A partir daí, a conexão com o público seria inevitável. Pelo menos com quem procura algo além de melodias assoviáveis.

Paul McCartney, por sua vez, está de volta com New, seu 16º álbum solo de estúdio. Se nos dois anteriores, Memory Almost Full (2007) e Kisses On The Bottom (2012), ele buscou uma sonoridade mais crua, agora foi a vez de se aproximar do mundo pop e suas parafernalhas tecnológicas. Para garantir sucesso absoluto, Paul recrutou quatro produtores de ponta: Paul Epworth, que já trabalhou com Adele; Mark Ronson, famoso pela parceria com Amy Winehouse; Ethan Johns, que tem no currículo Kings Of Leon e Ryan Adams; e Giles Martin, filho do também produtor e “quinto Beatle” George Martin.

Os nomes dos produtores deixa a clara intenção de Paul em "se manter no jogo"; brigando com nomes pop como Miley Cyrus e Justin Timberlake, por exemplo. McCartney quer continuar sendo o centro das atenções, um eterno rapaz, e escolheu jogar como os jovens para se conectar a eles. Essa áurea peterpânica e megalomaníaca paira sobre Paul há algum tempo, e ao ouvir seguidamente New e The Diving Board, é impossível não refletir sobre as diferentes formas de encarar a velhice - ou talvez a própria vida.

Não é questão de qualidade. Os dois álbuns são muito bons e merecem respeito. É preciso também reconhecer que Elton John parece satisfeito com suas conquistas, e agora, tirando o pé do acelerador, faz o que lhe agrada ao invés da responsabilidade comercial. Paul escolheu novos ares e a conquista do mercado - e isso também deve ser valorizado. O resultado também é de altíssima qualidade. As músicas são vivas, modernas e prazerosamente pegajosas.

Outra comparação pode ser feita com as primeiras frases de cada disco. Enquando Paul abre com "Eu posso tentar te dar tudo o que você sempre quis/ Você não é tão difícil de satisfazer/ E a única coisa que eu peço em retorno/ Você pode dar com facilidade"; Elton escolhe a seguinte letra: "Eu andei com os velhos, na esperança que eu ficasse sábio/ Eu estava tentando fazer a ponte entre a grande divisão".

Em um vídeo comparando Dylan e McCartney, o comediante-mágico Penn Point afirma que o Paul de hoje é a melhor versão possível do Paul dos anos 60 - como se fizesse parte do melhor "tributo aos Beatles" que existe. Bob, por sua vez, parece ter sofrido mais com o tempo do que qualquer outro ser humano e isso é aparente no palco. Enquanto Paul é fiel à execução de sua discografia, Bob Dylan desafia o público a olhar suas canções cada dia sob uma ótica diferente. É como se as canções fossem seres e não coisas. Elas possuem personalidade, cacoetes, angustias e anseios.

Elton John não chegou a esse nível, mas The Diving Board mostra que ele fez o máximo para se aproximar desse ideal. Ele executa as canções como elas querem e não necessariamente como o mercado gostaria de ouvir. Paul pula e brinca no parquinho enquanto Elton, sentado, observa-o de longe e ri com a cena. No fim, resta saber quem, de fato, se diverte mais.

*Pedro Couto é jornalista e escreve do Dylanesco, site sobre Bob Dylan

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Música  I  ‘Applause’, de Lady Gaga, vende mais de um milhão de cópias e cantora comemora  (12/10/13)

Lady Gaga começou com o pé direito os trabalhos de “ARTPOP”. Mesmo não chegando ao topo da lista da Billboard, “Applause” já é o terceiro maior hit da Mother Monster nas rádios americanas. As duas primeiras posições ficam por conta de “Bad romance” e de “Poker face”.

Mas Gaga não tem apenas isso para comemorar. O primeiro single de “ARTPOP”, o álbum será lançado no dia 11 de novembro, bateu a marca de 1 milhão de vendas.

“‘Applause’ é minha terceira maior música nas rádios dos EUA depois de ‘Bad romance’ e ‘Poker face’. É platina também agora! Muita coisa aconteceu enquanto eu estava no estúdio!”, comemorou Lady Gaga no Twitter.

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Música  I  Disco "On Air - Live at the BBC Volume 2" com gravações inéditas dos Beatles já está em pré-venda     (12/09/13)

A nova coletânea ao vivo dos Beatles, "On Air - Live at the BBC Volume 2", já está em pré-venda em sites internacionais. A antologia conta com faixas gravadas ao vivo na rádio britânica entre 1963 e 1965.

Além do registro de clássicos da primeira fase dos Fab Four, como "Please Please Me" e "She Loves You", o álbum também traz trechos de conversas com os integrantes.

Há duas semanas, o lançamento vinha envolto em mistério. A notícia surgiu inicialmente no blog "WogBlog", editado por fãs fervorosos do quarteto de Liverpool. Mais tarde, a divisão da MCA Music nas Filipinas, subsidiária da Universal Music, postou a capa do disco no Facebook com a promessa de lançamento para novembro. O post, no entanto, foi excluído.

O álbum traz na capa a versão colorizada de uma imagem já conhecida de Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Star caminhando na Guildford Street, em Londres, nos primeiros anos da década de 60.

O primeiro volume das gravações na BBC foi lançado em 1994, em CD duplo. "Live at the BBC" tinha 56 músicas e 13 faixas de diálogo entre os músicos e os apresentadores. Vendeu mais de oito milhões de cópias no mundo. A banda, porém, gravou outras participações até seu último ano de atividade, em 1970.

Para coroar essas participações, a BBC prepara o lançamento de "The Beatles - The Archives BBC: 1962-1970", livro de Kevin Howlett com transcrições de conversas e fotografias inéditas.

"On Air - Live at the BBC Volume 2" será lançado em 11 de novembro. Ainda não há previsão de quando chegará às lojas brasileiras.

On Air - Live at the BBC Volume 2

CD 1
1. And Here We Are Again (Conversa)
2. Words Of Love
3. How About It, Gorgeous? (Conversa)
4. Do You Want To Know a Secret?
5. Lucille
6. Hey, Paul… (Conversa)
7. Anna (Go To Him)
8. Hello! (Conversa)
9. Please Please Me
10. Misery
11. I'm Talking About You
12. A Real Treat (Conversa)
13. Boys
14. Absolutely Fab (Conversa)
15. Chains
16. Ask Me Why
17. Till There Was You
18. Lend Me Your Comb
19. Lower 5E (Conversa)
20. The Hippy Hippy Shake
21. Roll Over Beethoven
22. There's a Place
24. P.S. I Love You
25. Please Mister Postman
26. Beautiful Dreamer
27. Devil in Her Heart
28. The 49 Weeks (Conversa)
29. Sure To Fall (In Love With You)
30. Never Mind, Eh? (Conversa)
31. Twist And Shout
32. Bye, Bye (Conversa)
33. John - Pop Profile (Conversa)
34. George - Pop Profile (Conversa)

CD 2
1. I Saw Her Standing There
2. Glad All Over
3. Lift Lid Again (Conversa)
4. I'll Get You
5. She Loves You
6. Memphis, Tennessee
7. Happy Birthday Dear Saturday Club
8. Now Hush, Hush (Conversa)
9. From Me To You
10. Money (That's What I Want)
11. I Want To Hold Your Hand
12. Brian Bathtubes (Conversa)
13. This Boy
14. If I Wasn't In America (Conversa)
15. I Got a Woman
16. Long Tall Sally
17. If I Fell
18. A Hard Job Writing Them (Conversa)
19. And I Love Her
20. Oh, Can't We? Yes We Can (Conversa)
21. You Can't Do That
22. Honey Don't
23. I'll Follow The Sun
24. Green With Black Shutters (Conversa)
25. Kansas City/Hey-Hey-Hey-Hey!
26. That's What We're Here For (Conversa)
27. I Fell Fine
28. Paul - Pop Profile (Conversa)
29. Ringo - Pop Profile (Conversa)

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Música  I  Pixies divulga clipe de 'Indie Cindy' e EP com quatro músicas inéditas   (03/09/13)

Camiseta promocional e capa do 'EP-1', do Pixies, lançado nesta terça (3) (Foto: Divulgação/pixiesmusic.com)

O Pixies lançou nesta terça-feira (3), em seu canal oficial no YouTube, o clipe de "Indie Cindy", que está no "EP-1", disco com quatro músicas inéditas.

"EP-1" é o primeiro trabalho de estúdio do grupo desde "Trompe le monde", de 1991, e foi produzido por Gil Norton. Cinco mil cópias limitadas do EP estão à venda no site oficial do Pixies, em versão digital e em vinil. O álbum conta com as canções "Andro queen", "Another toe in the ocean", "Indie Cindy" e "What goes boom".

Em junho, o Pixies divulgou o clipe da música "Bagboy" - a primeira inédita da banda desde 2004, quando "Bam Thwok" foi lançada exclusivamente no iTunes - logo após a saída da baixista do grupo, Kim Deal.

Na semana seguinte, o grupo anunciou uma turnê pela Europa e apresentou a nova integrante da banda, a baixista Kim Shattuck.

O Pixies tocou duas vezes no Brasil, em 2004 e 2010, quando se apresentou no SWU, no interior de São Paulo. Depois de encerrar a carreira em 1993, os integrantes do Pixies se reuniram em 2004 para turnês mundiais. O Pixies gravou músicas como "Here Comes Your Man", "Debaser", "Velouria", "Where is My Mind?", "Monkey Gone To Heaven" e "Gigantic".

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Música  I  VMA 2013 | Veja todos os vencedores    (26/08/13)

VMA 2013, premiação realizada pela MTV, teve Justin Timberlake como um de seu grandes vencedores. Além de se apresentar com 'N Sync  e ganhar o prêmio honorário da cerimônia, o cantor levou os troféus de Melhor Clipe do Ano, Melhor Direção e Melhor Edição.

Macklemore e One Direction também estiveram entre os ganhadores. Timberlake fez uma grande apresentação, assim como Lady Gaga, que apresentou seu novo single, "Applause". Na lista abaixo, confira todos os vencedores da premiação da MTV:

Vídeo do ano
Justin Timberlake - "Mirrors"
Macklemore & Ryan Lewis feat. Wanz - "Thrift Shop"
Bruno Mars - "Locked Out of Heaven"
Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell - "Blurred Lines"
Taylor Swift - "I Knew You Were Trouble"

Melhor vídeo de Hip Hop
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton - "Can't Hold Us"
Drake - "Started From The Bottom"
Kendrick Lamar - "Swimming Pools"
A$AP Rocky feat. Drake, 2 Chainz & Kendrick Lamar - "F**kin Problems"
J. Cole feat. Miguel - "Power Trip"

Melhor vídeo masculino
Justin Timberlake - "Mirrors"
Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell - "Blurred Lines"
Bruno Mars - "Locked Out of Heaven"
Ed Sheeran - "Lego House"
Kendrick Lamar - "Swimming Pools"

Melhor vídeo feminino
Rihanna feat. Mickey Ekko - "Stay"
Taylor Swift - "I Knew You Were Trouble"
Miley Cyrus - "We Can't Stop"
P!nk feat. Nate Ruess - "Just Give Me A Reason"
Demi Lovato - "Heart Attack"

Melhor vídeo pop
Bruno Mars - "Locked Out of Heaven"
Justin Timberlake - "Mirrors"
fun. - "Carry On"
Miley Cyrus - "We Can't Stop"
Selena Gomez - "Come and Get It"

Artista para observar
Twenty One Pilots - "Holding On To You"
Zedd Feat. Foxes - "Clarity"
Austin Mahone - "What About Love"
The Weeknd - "Wicked Games"
Iggy Azalea - "Work"

Melhor colaboração
Justin Timberlake feat. Jay Z -"Suit & Tie"
Pitbull feat. Christina Aguilera - "Feel This Moment"
Calvin Harris feat. Ellie Goulding - "I Need Your Love"
Robin Thicke feat. T.I. and Pharrell - "Blurred Lines"
Pink feat. Nate Ruess - "Just Give Me A Reason"

Melhor vídeo com mensagem social
Kelly Clarkson - "People Like Us"
Macklemore & Ryan Lewis - "Same Love"
Snoop Lion - "No Guns Allowed"
Miguel - "Candles In The Sun"
Beyoncé - "I Was Here"

Melhor vídeo de rock
Imagine Dragons - "Radioactive"
Fall Out Boy - "My Songs Know What You Did In The Dark (Light Em Up)"
Mumford & Sons - "I Will Wait"
30 Seconds to Mars - "Up In The Air"
Vampire Weekend - "Diane Young"

Melhor direção de arte
Capital Cities - "Safe and Sound"
30 Seconds To Mars - "Up In The Air"
Janelle Monae feat. Erykah Badu - "Q.U.E.E.N"
Lana Del Rey - "National Anthem"
alt-J - "Tesselate"

Melhor coreografia
Chris Brown - "Fine China"
Ciara - "Body Party"
Jennifer Lopez feat. Pitbull – "Live It Up"
will.i.am feat. Justin Bieber – "#thatPOWER"
Bruno Mars - "Treasure"

Melhor fotografia
30 Seconds To Mars - "Up In The Air"
Lana Del Rey - "Ride"
Yeah Yeah Yeahs - "Sacrilege"
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton - "Can't Hold Us"
A-Trak & Tommy Trash - "Tuna Melt"

Melhor direção
Justin Timberlake feat. JAY Z - "Suit & Tie"
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton - "Can't Hold Us"
Yeah Yeah Yeahs - "Sacrilege"
fun. - "Carry On"
Drake - "Started From The Bottom"

Melhor edição
Pink feat. Nate Ruess - "Just Give Me A Reason"
Calvin Harris feat. Florence Welch - "Sweet Nothing"
Macklemore & Ryan Lewis feat. Ray Dalton - "Can't Hold Us"
Justin Timberlake - "Mirrors"
Miley Cyrus - "We Can't Stop"

Melhores efeitos especiais
Flying Lotus – "Tiny Tortures"
Skrillex feat. The Door – "Breakin' A Sweat"
The Weeknd – "Wicked Games"
Duck Sauce – "It's You"
Capital Cities – "Safe and Sound"

Música do Verão
One Direction - "Best Song Ever"

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Música  I  Britney Spears lança (mais uma) coletânea    (03/08/13)

Britney Spears vai lançar um novo álbum no próximo dia 20 de agosto, mas não é o que você está pensando. Isso porque o álbum não vai ter lançamentos, mas vai ser uma coletânea oficial lançada pela cantora com sucessos de sua trajetória. The Essential Britney Spears vai seu um disco duplo com sucessos em ordem cronológica, de “…Baby One More Time” a “Scream & Shout”, sucesso mais recente, gravado em parceria com will.i.am.

Já se vão alguns meses desde que Britney vem anunciando seu novo álbum de estúdio e o anúncio fez os fãs se perguntarem se teria chego a hora do lançamento. Na verdade, os fãs chegaram a fazer do pedido pelo álbum de inéditas um Trending Topic mundial no Twitter. Mas a cantora se justificou:

“Está chegando antes que imaginam ; ) Mas esse álbum é para meus maiores fãs, então precisa estar perfeito!!!”

Enquanto isso, resta ouvir a coletânea e relembrar a história da cantora, que já lançou outras quatro antologias, entre coletâneas e álbuns remixes.

Oops!…Ela fez isso de novo! [siterg]

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Música  I  Justin Timberlake divulga clipe da canção "Take Back the Night"; assista    (30/07/13)

O cantor Justin Timberlake divulgou nesta terça-feira (30) o clipe de "Take Back the Night", primeiro single do disco " The 20/20 Experience: 2 of 2 ".

O álbum, uma continuação de "The 20/20 Experience", lançado este ano, deve chegar às lojas em 30 de setembro. O vídeo foi gravado em Nova York e intercala imagens da cidade com trechos de show do cantor.

Justin Timberlake virá ao Brasil em setembro, quando será a principal atração do terceiro dia (15/9) do Rock in Rio. No palco carioca, o cantor apresenta show da turnê de "The 20/20 Experience". 

O cantor, seis vezes ganhador do Grammy, fez uma pausa em sua carreira musical em 2006, quando passou a dar mais atenção ao trabalho como ator. "The 20/20 Experience" marcou a volta do artista aos estúdios de gravação.

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Música  I  Pela primeira vez, Black Sabbath tem disco no topo da parada dos EUA   (20/06/13)

Quase 43 anos depois de o Black Sabbath ter estreado na parada musical da Billboard 200, pela primeira vez o grupo de Ozzy Osbourne chega à primeira posição. O motivo é o disco "13", que já vendeu 155 mil cópias, de acordo com as pesquisas da Nielsen SoundScan.

Esta é a 23ª vez que a banda aparece na lista das paradas de sucesso. Com Ozzy na formação (além do guitarrista Tony Iommi e do baixista Geezer Butler), o Black Sabbath consegue, com "13", o primeiro disco da banda que entra na lista da "Billboard" desde "Never Say Die!", lançado em 1978.

O grupo de rock teve de esperar quase 43 anos para chegar ao número 1 da parada dos EUA. Segundo a "Billboard", o cantor Tony Bennett levou 54 anos, com o disco "Duets 2", de 2011.

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Música  I  Guitarrista Richie Sambora desabafa e diz que Jon Bon Jovi precisa “parar de falar besteira”     (26/05/13)

 

Richie Sambora (foto à esq. acima) decidiu responder às palavras de Jon Bon Jovi, líder do Bon Jovi, que afirmou recentemente ser difícil explicar a saída do guitarrista em meio à turnê Because We Can "por motivos pessoais".

Em entrevista recente, Jon indicou que a ausência poderia ser por culpa de um novo tratamento de alcoolismo, algo que Sambora já fez durante a turnê de 2011, na qual ele ficou fora da banda em algumas datas.

Em entrevista ao Daily Mail, o guitarrista pediu para que o vocalista ficasse quieto e não comentasse sobre a vida pessoal dele. "Jon precisa parar de falar sobre mim publicamente. Estou bem, trabalhando duro na minha marca de moda Nikki Rich e isso [o hiato] é assunto pessoal", disse Sambora.

O guitarrista ainda acusou Jon Bon Jovi de querer testar a própria popularidade. "Acho que Jon quer ver se consegue encarar estádios sozinho. Ele está dificultando muito a minha volta. Para de falar besteira!", disse o guitarrista. "Eu não tenho nenhum grande problema na vida neste momento. Eu amo meus fãs e me sinto mal por eles."

Sambora ficará fora do Bon Jovi nas passagens da banda por Europa e África, mas tem retorno previsto para julho. O grupo se apresenta no Brasil em setembro: os shows serão no festival Rock in Rio (dia 20) e no Morumbi, em São Paulo (21).

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Slayer comenta protesto de cristãos em cerimônia para guitarrista morto (26/05/13)

O Slayer postou uma mensagem na página da banda no Facebook pedindo que os fãs ignorem os protestos da Igreja Batista de Westboro, nos EUA, durante a cerimônia em homenagem ao guitarrista Jeff Hanneman, que morreu no dia 2 de maio. A homenagem ao músico de thrash metal acontece nesta quinta-feira (23) em Los Angeles.

"Vocês querem realmente enfurecer a Igreja Batista de Westboro no memorial ao Jeff? Faça exatamente o que os membros do Slayer e a família vão fazer - ignore-os totalmente. Eles não existem. E então entre para celebrar a vida de Jeff conosco", diz a mensagem do Slayer aos fãs.

O grupo cristão fundamentalista prometeu protestar contra a homenagem ao guitarrista. De acordo com o site da revista "NME", tem um histórico de protestar em frente a funerais de soldados e também na porta de shows. Eles já protestaram contra Radiohead e do Foo Fighters, por supostamente ferirem preceitos cristãos.

A banda tem show marcado para o dia 22 de setembro de 2013 no Rock in Rio.

Morte de Jeff Hanneman

O guitarrista do Slayer, Jeff Hanneman, morreu na quinta-feira (2), nos EUA, vítima de cirrose hepática.

"O Slayer está devastado ao informar que o companheiro de banda e irmão, Jeff Hanneman, morreu por volta de 11h desta manhã próximo à sua casa, no sul da Califórnia. Hanneman estava em um hospital da região quando sofreu insuficiência hepática. Ele deixa a esposa Kathy, a irmã Kathy e os irmãos Michael e Larry, e sua falta será profundamente sentida. Irmão Jeff Hanneman, descanse em paz (1964 - 2013)", diz a mensagem no perfil da banda. saiba mais

Jeff, que tinha 49 anos, foi um dos fundadores da banda de thrash metal em 1981 e foi coautor de algumas de suas músicas mais conhecidas, como "Angel of death" e "Raining blood", do disco "Reign in blood", de 1986.

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Música  I  Ray Manzarek:  tecladista e fundador do Doors, morre aos 74 anos de câncer    (20/05/13)

Morreu Ray Manzarek, tecladista e membro original do Doors, grupo de rock liderado por Jim Morrison, nesta segunda-feira (20). O anúncio foi feito por meio do Twitter e do Facebook oficiais da banda. Manzarek tinha 74 anos.

O músico norte-americano morreu na Clínica Romed, em Rosenheim, Alemanha, após batalha contra um câncer do ducto biliar. Ele estava ao lado de sua esposa Dorothy Manzarek, e de seus irmãos Rick e James Manczarek.

Manzarek, nascido em Chicago, foi um dos mais notáveis tecladistas da história do rock. Seu trabalho com o instrumento na banda, na época em que a guitarra era dominante, adicionou um tom sombrio que se juntava bem à imagem de Jim Morrison. A banda também incluía o guiarrista Robby Krieger e o baterista John Densmore.

O Doors foi formado em 1965, quando Manzarek se encontrou em Venice Beach, em Los Angeles, com o então poeta Jim Morrison. A banda se envolveu em polêmicas e vendeu mais de 100 milhões de discos no mundo inteiro. O sucesso veio por causa de músicas como "Break on through to the other side", "The end," "Hello, I love you" e "Light my fire".

Morrison morreu em 1971. Manzarek passou a ser um autor best-seller, além de manter uma carreira solo. Em 2002, voltou a fazer uma turnê para fãs do Doors ao lado do parceiro Robby Krieger.

"Fiquei profundamente triste ao ouvir sobre o falecimento do meu amigo e companheiro de banda Ray Manzarek", disse Krieger, em comunicado divulgado pelo Doors nas redes sociais. "Estou feliz por ter sido capaz de ter tocado canções do Doors com ele durante a última década. Ray foi uma grande parte da minha vida e sempre vou sentir falta dele", completou o músico.

Manzarek deixa sua esposa, Dorothy, os irmãos Rick e James Manczarek; e também o filho Pablo Manzarek. G1

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Música  I  YouTube classifica novo vídeo de David Bowie como apenas para adultos     (09/05/13)

O mais recente clipe de David Bowie, em que o cantor aparece como uma figura semelhante a Jesus Cristo rodeado de mulheres quase sem roupa e sacerdotes em um bar, foi classificado nesta quarta-feira (8) pelo YouTube como adequado apenas para adultos.

David Bowie, Marion Cotillard e Gary Oldman no clipe "The Next Day"

O vídeo do single "The Next Day" foi temporariamente retirado do YouTube e substituído por uma mensagem na tela dizendo que tinha sido retirado porque seu conteúdo violava os termos de serviço do site, de acordo com a assessoria do cantor britânico.

O clipe também é estrelado pela atriz francesa ganhadora do Oscar Marion Cotillard, que representa uma mulher com sangue escorrendo de suas feridas, assim como Gary Oldman, como um sacerdote condenando Bowie.

Uma porta-voz do Google, proprietário do YouTube, disse que o vídeo foi removido, mas depois publicado novamente no site apenas para espectadores com mais de 18 anos.

"Com o volume enorme de vídeos em nosso site, por vezes fazemos uma avaliação errada. Quando é trazido à nossa atenção que um vídeo foi removido por engano, agimos rapidamente para restabelecê-lo", disse o porta-voz.

Escrito, concebido e estrelado por Bowie, o vídeo "The Next Day" foi dirigido pela cineasta Floria Sigismondi.

Bowie surpreendeu os fãs e a indústria da música, em janeiro, com o lançamento inesperado do single "Where Are We Now?" em seu aniversário de 66 anos, e com o anúncio de que um álbum de gravações novas seria lançado em março.

Seu novo álbum, também chamado "The Next Day", o colocou de volta no topo das paradas britânicas pela primeira vez em 20 anos.

Bowie vinha evitando os holofotes desde que sofreu um ataque cardíaco durante uma turnê em 2004. Seu último show foi em 2006.

Produzido por seu colaborador de longa data Tony Visconti, "The Next Day" é o primeiro novo trabalho de Bowie desde "Reality", lançado 10 anos atrás, e seu primeiro álbum no topo das paradas de sucesso desde "Black Tie White Noise", de 1993. Reuters

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Música  I  Confira na íntegra “Young and Beautifull” de Lana Del Rey, trilha de The Great Gatsby      (22/04/13)

Lana Del Rey faz parte do time de primeira – composto por Beyoncé, Florence + The Machine, Jay-Z, The XX, entre outros – responsável pela trilha do longa The Great Gatsby.  A canção Young & Beautiful, que já embalou alguns dos trailers do longa-metragem ainda inédito, agora pode ser conferida na íntegra. Play!

Em tempo: A trilha completa será divulgada no dia 07 de maio, três dias antes da estreia oficial do filme.

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Música  I  Rock in Rio 2013 terá Jessie J    (18/04/13)

Jessie J é a última atração anunciada pelo Rock in Rio 2013.  A artista foi confirmada pela organização do festival como atração do  Palco Mundo, no dia 15 de setembro, mesma data da apresentação de Justin Timberlake. Os ingressos para o festival já estão esgotados.

O Rock in Rio será realizado no Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. Veja a programação dos palcos e dias abaixo:

Dia 13 de setembro (sexta-feira):

Palco Mundo: BeyoncéDavid GuettaIvete SangaloTributo à Cazuza. Palco Sunset: Living Colour e Angélique KidjoMaria Rita e Selah Sue, Vintage e JesutonFlávio Renegado e Orelha Negra

Dia 14 de setembro (sábado):

Palco Mundo: MuseFlorence and The Machine30 Seconds to MarsCapital Inicial. Palco Sunset: The OffspringViva a Raul Seixas com Detonautas, Zeca Baleiro e Zélia DuncanMarky Ramone e Michael GravesAutoramas e BNegão

Dia 15 de setembro (domingo):

Palco Mundo: Justin TimberlakeAlicia KeysJota Quest Palco Sunset: George Benson e Ivan LinsKimbra e OlodumNando Reis e Samuel RosaAurea e The Black Mamba

Dia 19 de setembro (quinta):

Palco Mundo: MetallicaAlice in ChainsGhost B.C.Sepultura e Tambour Du Bronx Palco Sunset: Rob ZombieBullet For My ValentineSebastian BachAlmah e Hibria

Dia 20 de setembro (sexta-feira):

Palco Mundo: Bon JoviNickelbackMtachbox TwentyFrejat Palco Sunset: Ben Harper e Charlie MusselwhiteGrace Potter e The Nocturnals e Donovan FrankenreiterMallu Magalhães e Banda Ouro NegroThe Gift e Afroreggae

Dia 21 de setembro (sábado):

Palco Mundo: Bruce SpringsteenJohn MayerPhillip PhillipsSkank Palco Sunset: GoGol Bordelo e LenineIvo Meireles, Fernanda Abreu e Elba RamalhoMoraes Moreira, Pepeu Gomes e Roberta SáOrquestra Imperial e Jovanotti

Dia 22 de setembro (domingo):

Palco Mundo: Iron MaidenAvenged SevenfoldSlayerKiara Rocks Palco Sunset: Sepultura e Zé RamalhoHelloween e Kai HansenDestruction e KrisiunAndré Mattos e Viper

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Música  I  Rapper coreano Psy lança novo single após Gangnam Style    (11/04/13)

Seul - O rapper sul-coreano Psy lançou um aguardado novo single nesta quinta-feira com a esperança de repetir o sucesso de "Gangnam Style", que fez dele o maior astro a surgir da crescente cena de música K-pop.

O vídeo de "Gangnam Style" tornou-se o mais visto no YouTube, com mais de 1,5 bilhão de visualizações, e a dança imitando movimentos de equitação viraram uma mania internacional.

Os detalhes do seu mais recente single, "Gentleman", foram mantidos em segredo até que a canção foi lançada à meia-noite na Nova Zelândia (9h no horário de Brasília).

A canção, com uma batida techno, é cheia de trocadilhos em coreano e contém versos como "eu sou uma máfia da festa!" e o refrão "eu sou um cavalheiro de pai e mãe".

Psy, de 35 anos, vai apresentar "Gentleman" em público pela primeira vez no sábado, em um show no estádio de Seul da Copa do Mundo. Mas ele tem sido reservado sobre qual dança se esperar dessa vez, exceto ao insinuar que ele é baseada nos tradicionais movimentos coreanos.

"Todos os coreanos conhecem essa dança, mas (aqueles em) outros países ainda não viram", disse Psy a uma televisão sul-coreana na semana passada.

Ele pediu aos fãs para vestirem branco no show de sábado e seu estilista disse à Reuters no mês passado que o conceito para a nova música seria novamente um terno formal com "uma reviravolta inesperada de diversão".

Narae Kim e Elaine Lies, da

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Música  I  The Cure faz show vigoroso por 3h15 em São Paulo   (07/04/13)

Trinta mil pessoas - segundo a organização - puderam sentir o coração apertado em "Pictures of you", ficar eufóricas em "Friday I'm in love", seguir a dança feliz de Robert Smith em "Close to me", entre os variados estados de espírito do repertório vasto do The Cure, apresentado por três horas e quinze minutos em São Paulo neste sábado (6). Robert Smith conseguiu manter a apresentação vibrante durante quase todo o tempo.

A banda inglesa fez apresentação no Anhembi - o show estava marcado anteriormente para o Morumbi. Segundo a assessoria de imprensa do show, todos os 30 mil ingressos foram vendidos. Esta é a terceira passagem da banda pelo Brasil, que já veio em 1987 e 1996 para shows.

Vestido com camisa preta e brilhante, apoiado por uma bota de plataforma alta e por uma banda vigorosa, ajudada pelo som bem equalizado e de poderosos graves perto do palco, Robert Smith já tinha o público nas mãos desde o início.

O início do show, com músicas menos conhecidas, na mesma ordem do show do Rio, faz o público ficar atento, mas não empolgado. A primeira música com maior reação é "Lovesong", a quarta do set. Mas é a sexta música da noite, "In between days" que ganha o primeiro coro, com igual energia na seguinte, "Just like heaven".

Entre as melhores performances de Smith no show estão "Close to me", com dancinha que leva o público ao delírio, e "Pictures of you" mistura perfeita de base seca, voz doce e letra amarga. "Open", a música de abertura, termina com um simpático "obrigado" em português, que o cantor repetiria algumas vezes.

O único ponto baixo do show é o final da parte principal, com as arrastadas "One hundred years" e "End", após duas horas e dez minutos de show - mas logo a banda voltaria para um bis de mais de uma hora, que também teve alguma dispersão no começo, mas contou com"Boys don't cry", ovacionada,  e outros hits certeiros - "The lovecats", "Why can't I be you".

As diferenças em relação ao Rio vieram nas três primeiras músicas do bis. Enquanto no show carioca a banda tocou "Plainsong", "Players for the rain" e "Disintegration", em São Paulo as escolhidas foram ""The kiss", "If only tonight we could sleep" e "Fight". O final, com o trio de antigas "Boys don't cry", "10:15 saturday night" e "Killing an arab", assim como no Rio, foi apoteose garantida.

A ordem das músicas é outro acerto da banda, que faz hits funcionarem ainda melhor em duplas ou trios. Houve a alegria incontida de "Mint car", Friday I'm in love" e "Doing the unstuck", as dançantes "Hot hot hot" e "Let's go to bed" e as reflexivas "In between days" e "Just like heaven", todas em sequencias de impacto.

Mesmo nas músicas menos conhecidas, como na quebrada "Bananafishbones" e a barulhenta "Shake dog shake", a entrega e a compenetração de Robert Smith e as texturas refinadas da banda estão sempre à altura da devoção do público e do lugar de honra do Cure no panteão da música pop.

Rodrigo Ortega - G1, em São Paulo

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Música  I  Lollapalooza Brasil 2013 | O segundo dia     (31/03/13)

O sol apareceu para os fãs de rock no segundo dia do Lollapalooza Brasil 2013. No último sábado (31/03), a arena do Jockey Club de São Paulo recebeu bandas que fizeram o público dançar, como Franz Ferdinand, grupos com uma pegada mais clássica, como Alabama Shakes e Queens of The Stone Age, além da principal atração da noite, o duo americano The Black Keys.

A resposta do público no show do The Black Keys era impressionante já nas primeiras músicas, comprovando o nível de sucesso atingido com a sequência que abriu o show, "Howlin' for You", "Next Girl" e "Run Right Back". Parecia que a plateia cantava junto todas as músicas, levantando o questionamento: será que o Black Keys emplacou tantos hits assim, ou os discos são bons que ouvimos tudo sem pular uma única faixa? Ainda assim, alguns fatores contribuiam para esfriar a apresentação, como o som que estava muito baixo no palco Cidade Jardim.

Além disso, há o fato de que Dan Auerbach e Patrick Carney são instrumentistas e, mesmo com uma banda de apoio, seu foco está mais na execução das músicas do que em agradar a plateia. É um tipo de diferente de performance, não de carisma (Auerbach faz o tipo de vocalista tímido), mas de competência musical ao vivo - e aí vemos que mesmo com todo seu status no cenário atual, a dupla de garage rock sujo de Ohio se mantém justamente assim.

O setlist combinou momentos mais agitados, com "Gold on The Ceiling", "Thickfreakness" e "Your Touch", com canções mais lentas, como "Little Black Submarines" e "Everlasting Light". Os maiores hits ficaram para o final, com "Tighten Up", que levou-os ao sucesso, e o single de El Camino (2011), "Lonely Boy", em que o público se entregou de verdade. "I Got Mine" encerrou o show, sem volta pro bis.

O pântano que assolou o centro da arena no primeiro dia foi parcialmente controlada pela organização. Areia, brita e o calor intenso ajudaram a secar algumas poças de lama que dificultaram o trânsito do público entre um palco e outro - caso contrário, devido ao maior número de pessoas, seria impossível andar cruzar todo o espaço em menos de 20 minutos. A fiscalização nos arredores, entrada e saída do festival aumentaram, havia mais orientadores e pessoas responsáveis por guiar as pessoas.

Apesar de não ter melhorado o sistema de limpeza - ainda faltam lixeiras em todos os cantos do Jockey - era possível notar um maior esforço da equipe responsável por esse serviço, que sempre estava cantando a sujeira espalhada no chão. Importante notar também que a redução da capacidade máxima foi uma escolha acertada do Lollapalooza; por mais cheio que estivesse o show do The Black Keys, por exemplo, era possível se movimentar e assisti-lo com certa tranquilidade, seja pelo telão ou perto do palco.

Queens of the Stone Age faz show de digno de headliner

*Por Aldo Queiroz

O Queens of the Stone Age se comportou como headliner da noite. Mesmo que tenha ficado no palco por pouco mais de uma hora, a banda de stoner rock fez um show explosivo e, como de costume, extremamente competente. Para não perder tempo, Josh Homme e seus comparsas emendaram dois hits: "Lost Art of Keeping a Secret", de Rated R (2000) e "No One Knows" - suficiente para já levar ao delírio o empolgado público presente no palco Cidade Jardim.

A grande surpresa da apresentação foi a estreia ao vivo de uma das músicas do novo álbum da banda, Like Clockwork. Com pancadas intermitentes e uma bela linha de vocal, a canção "My God is the Sun" deixou no ar um gosto e expectativa pelo novo disco, que sai em junho. Na estreia do baterista Jon Theodore (ex-Mars Volta), a banda mostrou a coesão e precisão de sempre, tanto no desempenho de todos os músicos quanto nos pesados timbres. O grupo se mostrou ligado até mesmo para cobrir alguns deslizes, como Josh Homme pulando uma linha da letra de "Go With the Flow". Homme foi um show à parte. Menos travado do que em 2010, quando se limitou a distribuir "obrigado" para a plateia, o líder da banda rasgou elogios ao público, fez pequenas menções quando a canção pedia (para anunciar a balada "Make it Wit Chu") e ainda foi escrachado: ao se apresentar, ele disse que era "o bêbado que dormia no sofá dos outros".

Além da inclusão da canção inédita, foram poucas as alterações em relação ao setlist do show de 2010, no finado SWU. Dessa vez, canções famosas como "3's & 7's" e "In My Head" deram lugar a outras menos conhecidas, como "Better Living Through Chemistry", por exemplo. O disco Songs for the Deaf, considerado por muitos o melhor banda, foi o mais representado, com cinco músicas -- duas delas, "First it Giveth"e "Hangin Tree", não foram tocadas em Itu. Encerrar o show sem bis e apenas com "Song For The Dead" ajudou a acentuar seu único problema: a curta duração. Havia músicas e empolgação do público suficiente para que o grupo fizesse a maior apresentação da noite. Ainda assim, o Queens of the Stone Age fez valer o tempo em palco, e o resultado foi a hora mais intensa do segundo dia de Lollapalooza. 

Franz Ferdinand x Alabama Shakes e o Tomahawk

Como previsto, a hora da indecisão era 17h30, quando se apresentariam simultaneamente Franz Ferdinand e Alabama Shakes, no Palco Butantã e no Alternativo, respectivamente. Apesar de terem estilos completamente diferentes, ambos são exímios executores daquilo que propõem; os escoceses fizeram todos dançar sem parar, enquanto Brittany Howard e seus companheiros mostraram porquê são considerados a maior revelação do rock recente.

Vocalista da Alabama Shakes

A decisão do organização em colocar o Alabama Shakes no Palco Alternativo foi essencial. Mesmo com todo o hype que envolvia a vinda do grupo, eles ainda não teriam força suficiente para segurar um show nos palcos principais - apesar da incrível presença de Howard. A vocalista não só canta suas composições, como sente e interpreta cada frase que profere com sua voz única. A parcimônia com que seus companheiros tocavam os instrumentos constrastam com a agitação e o furor que ela recitava cada música - em dado momento, suas caras e bocas foram tantas que os óculos de grau caíram.

O repertório contou com as músicas do único disco, Boys & Girls. Nem todas eram conhecidas do público, mas a imponência da banda e o ritmo de alguns hits como "I Ain' The Same" e "Hold On" atraiam os curiosos que passavam pelo Alternativo a caminho do Palco Cidade Jardim. No fim das contas, o Alabama Shakes se mostrou uma banda digna da expectativa que carregava e com um futuro brilhante pela frente - não são muitos os grupos que conseguem tocar o público como Howard e Cia fizeram.

"No Your Girls" já soava nos autofalantes do palco Butantã enquanto o público ainda migrava em massa em direção ao outro extremo do Jóckey após o show do Two Door Cinema Club. Os escoceses do Franz Ferdinand não decepcionaram, tocando os vários hits de seu repertório e provando que se sustentariam como headliner da noite sem problemas. Alex Kapranos impressiona como frontman, equilibrando as funções de cantar e tocar guitarra sem deixar de dar atenção à plateia.

Em 1h30 de show, não deixaram faltar nenhum sucesso de seus três álbuns - "The Dark of The Matinée", "Do You Want To", "Take Me Out", "Michael", "Ulysses" e "Walk Away" estão entre os destaques -, e ainda apresentaram algumas músicas novas, como "The Blackpool Illuminati", "Fresh Strawberries", "Evil Eye" e "Goodbye Lovers and Friends". Outro momento muito interessante foi a rápida passada pela dance music dos anos 1980, misturando o hit de Donna Summer "I Feel Love" com "Can't Stop Feeling", emendando em seguida um interlúdio musical de bateria coletiva, com todos os quatro integrantes tocando juntos. Muitos já tinham migrado para o palco Cidade Jardim para ver Queens of the Stone Age quando o show chegou ao fim com "This Fire", em um momento quase catártico para os que resistiram até ali.

O indie pop do Two Door Cinema Club, Mike Patton/ Tomahawk e a virtuose de A Perfect Circle e Gary Clark Jr.

Às 16h30, com o sol ainda castigando o público, o Two Door Cinema Club apresentaram seu indie rock no Palco Cidade Jardim. Sem dividir a atenção com ninguém, a banda reuniu quase todos os presentes no show em que demonstrou potencial para se tornar a próxima sensação do rock. Apesar de seus flertes com o indie, há muito mais pop nas canções do grupo da Irlanda do Norte. Os fanhos vocais de Alex Trimble, que mesmo com pouco tempo de sucesso já demonstra boa presença de palco, levantaram de forma inesperada a plateia. Entre as grandes bandas do dia, o Cinema Club foi a grande surpresa, pois com pouco mais de dois anos de carreira aglomerou uma quantidade significativa de fãs, que cantaram em alto e bom som sucessos como "Next Year" e "What You Want".

Show da banda Gary Clark Jr, no palco Alternativo

Longe do selo pop está a virtuose de Gary Clark Jr., guitarrista e cantor que se apresentou no Palco Alternativo. Durante uma hora de apresentação foi possível escutar perfeitamente a guitarra do artista que, por estar com um microfone baixo, sussurrava nos vocais. Longos e improvisados solos eram executados ao final de cada canção, levando ao delírio os apaixonados pelo choro da guitarra. As comparações com Jimi Hendrix podiam ser ouvidas em todos os cantos da plateia; não é para menos, o visual e até mesmo o repertório lembravam o ícone do blues. Além de seus sucessos "Blak and Blu" (que terminou com Satisfaction, do Rolling Stones) e "When My Train Pulls In", Clark tocou "Third Stone From The Sun". 

O palco Butantã já estava animado durante a tarde, com o rock alternativo/experimental do super-grupo Tomahawk (foto), liderado por Mike Patton, que iniciou o show com sua animação enérgica típica. Nos primeiros acordes da segunda música, "God Hates a Coward", a plateia já se animou, mas é quase impossível cantar junto com os vocais gritados de Patton. O mais interessante da apresentação era ver a intimidade do vocalista com a plateia brasileira, até falando muitas frases em português, já que quase todos os anos ele vem ao país com um dos seus muitos projetos, e há quase "piadas internas" entre Patton e seu público, como os gritos de "porra, caralho!", que viraram abertura de uma das músicas. O Tomahawk mostrou todo o poder de um super-grupo de veteranos, com um som impecável, misturando o rock alternativo com pitadas de hardcore e metal, em uma apresentação concisa e muito competente, com certeza nenhum fã saiu dali decepcionado.

Tão contemplativo quanto o show de Gary Clark foi a apresentação do A Perfect Circle (foto), superbanda de Maynard James Keenan, do Tool. O grupo subiu no Butantã às 20 horas e encontrou pouquíssimas pessoas na plateia - de todas as grandes apresentações essa foi a mais vazia, o público preferiu ficar assistindo o brasileiro Criolo. Os fãs que estavam no Lollapalooza com a intenção de assistir Keenan e seus companheiros saiu satisfeito, pois não era possível chegar na beira do palco com certa facilidade e a banda esbanjou virtuose, seja nas guitarras, no baixo ou no teclado.  Thiago Romariz e Carina Toledo

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Música  I  Roger Waters em entrevista ao The Electronic Intifada, pede boicote de músicos a Israel      (21/03/13)

Em meio à visita do presidente dos EUA, Barack Obama, a Israel, o músico britânico Roger Waters concedeu entrevista ao The Electronic Intifada, site independente de notícias em defesa dos direitos palestinos, na qual fez um polêmico apelo a seus colegas na música: boicotar o país dirigido pelo primeiro-ministro Benjamin Netaniahu.

O ex-Pink Floyd, que em 2006 cancelou concertos da The Wall Tour em Israel devido à política que chama de segregacionista do Governo israelense, chegou a comparar o atual momento no país aos tempos do apartheid na África do Sul.

"Esse tipo de boicote na África do Sul durante o regime de apartheid é a forma mais efetiva de lidar com essa situação no país, com todas as ocupações territoriais e tudo o mais que eles ocorre por ali. Não nos esqueçamos que eles destroçaram a maioria do Líbano bem na época em que me envolvi nessa questão. Eles destruiram aeroportos, hospitais e qualquer prédio público que puderam."

Waters se tornou porta-voz dos palestinos no conflito depois de visitar o muro que há anos está sendo construído para separar Israel dos territórios da Cisjordânia e Gaza, em 2006. Na ocasião, ele escreveu no local "não precisamos desse controle", parte da letra de seu enorme sucesso Another Brick in the Wall (Part 2).

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Música  I  Alanis Morissette confirma lançamento de primeiro DVD ao vivo em dez anos   (18/03/13)

Alanis Morissette confirmou o lançamento de seu primeiro DVD ao vivo depois de dez anos, quando divulgou "Feast On Scraps", em 2002. Na ocasião, o material registrou apresentações e cenas de bastidores da turnê do disco "Under Rug Swept".

Agora, com o DVD "Live At Montreux 2012", Alanis vai mostrar o show de divulgação de seu último álbum de estúdio, "Havoc And Bright Lights", lançado no ano passado. O DVD chega ao mercado no dia 23 de abril pela Eagle Rock Entertainment.

Entre as 20 músicas apresentadas no show realizado em julho do ano passado, com a turnê "Guardian Angel", estão clássicos como "Hands Clean", "Ironic" e "You Oughta Know", além de canções inéditas como "Guardian", "Havoc" e "Numb". POP

Veja um trecho do show:

 

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Prince: " Eu não vou mais lançar álbuns"      (16/03/13)

Contrariando as expectativas da mídia e das gravadoras, Prince pode ser o primeiro músico conhecido mundialmente a nadar contra a grande industria de venda de discos. "Esse tipo de boato sobre um novo álbum sempre surge quando vaza alguma coisa. Mas eu não gravo mais álbuns. Não tenho contrato com gravadora. Eu gravo músicas", explica o gênio de Minneapolis em entrevista à revista Billboard.

Prince revelou que os próprios fãs vão escolher como ele deve comercializar os novos trabalhos. Ou seja, o último material neste formato foi o disco "20ten" (2010), finalizando as produções em parceria com a NPG. Logo, os singles "Screwdrider" e "Breakfast Can Wait" continuarão sendo, apenas, singles.

Essa postura tem a ver com com o estilo de vida nada conservador do músico. "Não falo com gente velha. Elas sempre tentam achar maneiras de permanecer estáticas", disse na entrevista de seis páginas, publicada na edição de março da Billboard.

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Música  I  David Bowie é 1º lugar nas paradas do iTunes do Brasil, EUA, Inglaterra e mais 30 países com “The Next Day”   (13/03/13)

David Bowie é o atual rei das paradas do iTunes! O camaleão do rock voltou após dez anos sem lançar material novo e o resultado com a chegada do álbum "The Next Day" é este atualmente: primeiro lugar nas paradas do iTunes no Brasil, EUA, Inglaterra, França, Portugal, Suécia, Canadá, Espanha, Noruega e muuuuuitos outros países.

No Brasil, o álbum do roqueiro ultrapassou os dois CDs da banda Charlie Brown Jr que reinavam no iTunes. Em outros países, por exemplo, Bowie deu uma rasteira no novo CD do Bon Jovi, "What About Now", e no de Justin Timberlake, "The 20/20 Experience" (por enquanto, só disponível para pré-venda).

No Reino Unido, berço do artista, o "The Next Day" deve fechar a semana como o CD que vendeu o maior número de cópias em menor tempo, como conta o site da revista britânica NME,

O novo álbum, impulsionado pelo hit "The Stars (Are Out Tonight)", é o primeiro trabalho de estúdio de Bowie desde "Reality", de 2003.

Precisamos dizer que estamos comemorando a notícia? Essa é a prova que música boa ainda faz sucesso e vende. Não é necessário seguir a "tendência", a "moda" atual de produção musical para bombar nas paradas. Basta ser um artista original, autêntico, relevante e bom de verdade. David Bowie é a prova disso. Papel Pop

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Música  I  Regina Spektor traz sua turnê mundial ao Brasil no mês que vem   (08/03/13)

Cantora volta dois anos após participar do SWU, com seis discos lançados e fãs notórios como Barack Obama

Dez anos atrás, a pianista russa com formação clássica Regina Spektor era uma interessante novidade do cenário anti-folk do East Village nova-iorquino. Escolhida pelos Strokes para abrir os shows da turnê de seu segundo álbum, "Room on fire", ela começou a ver seu nome aparecer aqui e ali na imprensa, associado aos de cantoras-compositoras que a influenciaram, como Joni Mitchell, Tori Amos e Ani DiFranco.

Hoje, aos 33 anos, Regina é estrela de brilho próprio, com seis álbuns lançados ("What we saw from the cheap seats", do ano passado, debutou no terceiro lugar das paradas americanas), fãs notórios como o presidente Barack Obama e bastante bala na agulha para bancar uma turnê mundial. Que, aliás, passa pelo Brasil no mês que vem, com shows em São Paulo (dia 10, no Credicard Hall) e Rio de Janeiro (dia 11, no Citibank Hall).

— Adoro festivais (ela se apresentou em Itu, dois anos atrás, como parte do SWU), mas desta vez será diferente. Estou muito animada em voltar ao Brasil com o meu show, e de poder tocar canções do meu novo disco e outras mais— conta por telefone a cantora que ficou conhecida no país depois que a música "Fidelity", do disco "Begin to hope" (2006), foi incluída na trilha da novela "A favorita". — Foi legal, vi que usaram um trecho bem grande da música, realmente dava para apreciá-la na novela.

Filmes e TV foram, em boa parte, responsáveis pelo sucesso de Regina Spektor. Recentemente, ela teve duas canções — "Your honor" e "Don’t leave me (Ne me quitte pas)" — escolhidas para sonorizar cenas da premiada série "Girls".

— Isso é algo muito interessante, porque pega uma obra de arte que já foi feita, combina-a com outra coisa e gera uma nova obra — analisa a cantora. — E se é feito de uma forma criativa, como foi com o pessoal do "Girls", você se sente parte da obra, afinal foi a sua canção que a inspirou. Além do mais, a TV é uma ótima forma de chegar a mais pessoas.

Regina diz que as viagens podem até cansá-la. Mas, no que depender dela, não volta para casa tão cedo.

— É um privilégio poder dividir a minha música com tanta gente, em tantos lugares — diz ela, que em 2012 cantou em Moscou, cidade onde nasceu e que deixou, com a família, durante a Perestroika. — Foi emocionante, ainda não tinha voltado lá. Foi uma dessas experiências pelas quais você nunca imagina que vai passar.

Além da TV, a internet tem sido um importante meio de divulgação da música de Regina, que não é lá o tipo de artista Top 10 das gravadoras.

— Foi por ela que eu fiquei sabendo que seria bem recebida aí, nessa parte do mundo. Foi por causa das pessoas que me mandavam mensagens convidando para ir ao Brasil ou à Argentina — conta.

Para Regina, o avanço da idade teve alguns reflexos em sua forma de fazer arte.

— Muito da composição é inspiração, e a inspiração não é algo consciente — alega. — O que mudou é que hoje eu sei muito mais sobre sonoridades, sobre acordes, sobre como reproduzir aquele som que está na minha cabeça. A música, nesse sentido, é uma forma de arte bastante singular. Se você é uma bailarina e envelhece, sua arte se torna mais difícil. Já com as canções, a sua arte é justamente a sua experiência.

E quem tem sido responsável por muitas de suas experiências ultimamente é o guitarrista Jack Dishel, seu marido desde 2011, que abre os shows brasileiros com o projeto Only Son.

— É maravilhoso, temos nos apresentado juntos pelo mundo, Jack é um músico admirável — derrama-se. — Tem uma canção que cantamos juntos, "Call them brothers", que é um dos pontos altos do show. Silvio Essinger - O Globo

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Música  I She & Him libera a inédita "Never Wanted Your Love"   (08/03/13)

She & Him, a dupla formada por Zooey Deschanel e M. Ward, lançou "Never Wanted Your Love", o primeiro single de seu novo disco  Volume 3. Confira no player abaixo:

lançamento do álbum está marcado para maio deste ano.

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Música  I Rock in Rio 2013 terá as cantoras Pink e Nicki Minaj  (07/03/13)

De acordo com O Globo, o Rock in Rio 2013 terá as cantoras Pink e Nicki Minaj como atrações do dia 13 de setembro.

Será a primeira vez de ambas no país e, segundo o jornal, elas se apresentarão na mesma data de Beyoncé e Ivete Sangalo, no Palco Mundo.

As artistas agora se juntam a The Offspring, Florence and The Machine, 30 Seconds to Mars, Nickelback, Ben Harper, Bon Jovi, John Mayer, Metallica, Iron Maiden, Avenged Sevenfold, Alice In Chains, Ghost, Slayer, Bruce Springsteen, Muse, Sepultura, Tambour Du Bronx, Ivan Lins e George Benson são as outras atrações confirmadas no festival- Skank, Jota Quest, Capital Inicial e Kiara Rocks também estão dentro.

Os ingressos começam a ser vendidos em abril, por R$260 - com a opção de meia-entrada; desde o início da semana, os clientes Itaucard já podem comprar. O Rock in Rio será realizado no Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro. Abaixo, confira as principais atrações por dia:

13 de setembro: Beyoncé

14 de setembro: Muse, Florence and The Machine, 30 Seconds to Mars e Capital Inicial

15 de setembro: Bruce Springsteen, John Mayer e Ben Harper.

19 de setembro: Metallica, Alice in Chains, Ghost e Sepultura/ Les Tambours du Bronx

20 de setembro: Bon Jovi, Nickelback e Matchbox Twenty

22 de setembro: Iron Maiden, Avenged Sevenfold e Slayer

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Música  I  Vocalista do Kaiser Chiefs, Ricky Wilson,  se revolta após banda ser trocada por Bruce Springsteen  (19/02/13)

O vocalista da banda indie Kaiser Chiefs, Ricky Wilson, usou sua página oficial na rede social Twitter para expressar sua fúria contra o fato de sua banda ter sido substituída por Bruce Springsteen e Elton John na abertura de um estádio.

A administração da Leeds Arena, nova arena esportiva da cidade de Leeds (norte da Inglaterra) havia convidado o Kaiser Chiefs para inaugurar o local --a banda, aliás, é originária da cidade.

No entanto, segundo Wilson, shows de Elton John e de Bruce Springsten e sua E Street Band foram marcados para a mesma arena, antes do show do Kaiser Chiefs.

"Estou puto com a @leeds_arena. Primeiro eles nos chamam para abrir o negócio, então colocam Elton [John] na semana anterior e agora Bruce", desabafou Wilson no Twitter.

Ele apagou a postagem pouco depois, ainda se dizendo "puto". Mesmo assim, afirmou que adora a música de Bruce Springsteen e que pretende ir ao show.

"Só espero que ele não esteja tocando ainda quando for a nossa vez", brincou.

O show de Bruce Springsteen na Leeds Arena está marcado para 24 de julho, enquanto o do Kaiser Chiefs ocorrerá apenas em setembro.

Antes disso, a banda indie se apresentará no Lollapalooza Brasil, no dia 31 de março, em São Paulo.

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Grammy 2013 | Veja os principais vencedores    (10/02/13)

Na noite deste domingo, direto de Los Angeles, o Grammy 2013 anunciou os seus vencedores. The Black Keys e o Mumford and Sons  se destacaram com os prêmios de Melhor Álbum de Rock e Melhor Álbum do Ano, respectivamente. Além deles, o fun  levou o prêmio de Melhor Canção do Ano com "We Are Young" e o belga Gotye ficou com o prêmio de Gravação do Ano com "Somebody That I Used To Know".

A banda Fun. se apresenta no 55º Grammy Awards Mike Blake/Reuters

 

Veja abaixo a lista com os principais vencedores:

Álbum do Ano

The Black Keys – El Camino

fun. – Some Nights

Mumford and Sons – Babel

Frank Ocean – channel ORANGE

Jack White – Blunderbuss

Gravação do Ano

The Black Keys – "Lonely Boy"

Kelly Clarkson – "Stronger (What Doesn't Kill You)"

fun. feat Janelle Monáe – "We Are Young"

Gotye feat. Kimbra – "Somebody That I Used to Know"

Frank Ocean – "Thinkin Bout You"

Taylor Swift – "We Are Never Ever Getting Back Together"

Canção do Ano

Ed Sheeran – "The A Team"

Miguel – "Adorn"

Carly Rae Jepsen – "Call Me Maybe"

Kelly Clarkson – "Stronger (What Doesn't Kill You)"

fun. feat Janelle Monáe – "We Are Young"

Artista Revelação

Alabama Shakes

fun.

Hunter Hayes The Lumineers

Frank Ocean

Melhor Performance Pop Solo

Adele – "Set Fire to the Rain (Live)"

Kelly Clarkson – "Stronger (What Doesn't Kill You)"

Carly Rae Jepsen – "Call Me Maybe"

Katy Perry – "Wide Awake"

Rihanna – "Where Have You Been"

Melhor Performance de Pop Colaborativa

Gotye feat. Kimbra – "Somebody That I Used to Know"

Florence and the Machine – "Shake It Out"

fun. feat Janelle Monáe – "We Are Young"

LMFAO – "Sexy and I Know It"

Maroon 5 and Wiz Khalifa – "Payphone"

Melhor Álbum Pop

Kelly Clarkson – Stronger

Florence and the Machine – Ceremonials

fun. – Some Nights

Maroon 5 – Overexposed Pink – The Truth About Love

Melhor Gravação de Dance

Skrillex feat. Sirah – "Bangarang"

Avicii – "Levels"

Calvin Harris feat. Ne-Yo – "Let's Go"

Swedish House Mafia feat. John Martin – "Don't You Worry Child"

Al Waiser – "I Can't Live Without You"

Melhor Álbum de Música Eletrônica

Skrillex – Bangarang

Steve Aoki – Wonderland

The Chemical Brothers – Don't Think

deamau5 – Album Title Goes Here

Kaskade – Fire and Ice

 

Melhor Performance de Rock

Alabama Shakes – "Hold On"

The Black Keys – "Lonely Boy"

Coldplay – "Charlie Brown"

Mumford and Sons – "I Will Wait"

Bruce Springsteen – "We Take Care of Our Own"

Melhor Performance de Hard Rock/Metal

Halestorm – "Love Bites (So Do I)"

Anthrax – "I'm Alive"

Iron Maiden – "Blood Brothers"

Lamb of God – "Ghost Walking"

Marilyn Manson – "No Reflection"

Megadeth – "Whose Life (Is It Anyways)?"

Melhor Canção de Rock

The Black Keys – "Lonely Boy"

Jack White – "Freedom at 21″

Mumford and Sons – "I Will Wait"

Muse – "Madness"

Bruce Springsteen – "We Take Care of Our Own"

Melhor Álbum de Rock

The Black Keys – El Camino

Coldplay – Mylo Xyloto

Muse – The Second Law

Bruce Springsteen – Wrecking Ball

Jack White – Blunderbuss

Melhor Álbum de Música Alternativa

Gotye – Making Mirrors

Fiona Apple – The Idler Wheel Is Wiser Than the Driver of the Screw and Whipping Cords Will Serve You More Than Ropes Will Ever Do

Björk – Biofilia

M83 – Hurry Up, We're Dreaming

Tom Waits – Bad As Me

Melhor Performance de R&B

Usher – "Climax"

Estelle – "Thank You"

Robert Glasper Experiment feat. Ledisi – "Gonna Be Alright (F.T.B)"

Luke James – "I Wan You"

Miguel – "Adorn"

Melhor Álbum Urbano

Chris Brown – Fortune

Miguel – Kaleidoscope Dream

Frank Ocean – channel ORANGE

Melhor Canção de R&B

Miguel – "Adorn"

Tamia – "Beautiful Surprise"

Trey Songz – "Heart Attack"

Anthony Hamilton – "Pray For Me"

Elle Varner – "Refill"

Melhor Álbum de R&B

Robert Glasper Experiment – Black Radio

Anthony Hamilton – Back to Love

R. Kelly – Write Me Back

Tamia – Beautiful Surprise

Tyrese – Open Invitation

Melhor Performance de R&B Tradicional

Beyoncé – "Love on Top"

Anita Baker – "Lately"

Melanie Fiona – "Wrong Side of a Love Song"

Gregory Porter – "Real Good Hands"

SWV – "If Only You Knew"

Best Rap Performance

Kanye West and Jay-Z – "Niggas in Paris"

Drake feat. Lil Wayne – "HYFR (Hell Yeah F–king Right)"

Nas – "Daughters" Kanye West feat. Big Sean, Pusha T and 2 Chainz – "Mercy"

Young Jeezy featuring Jay-Z and André 3000 – "I Do"

Melhor Canção de Rap Colaborativa

Flo Rida feat. Sia – "Wild Ones"

Kanye West and Jay-Z feat. Frank Ocean and The-Dream – "No Church in the Wild"

John Legend feat. Ludacris – "Tonight (Best You Ever Had)"

Nas feat. Amy Winehouse – "Cherry Wine"

Rihanna feat. Jay-Z – "Talk That Talk"

Melhor Canção de Rap

Kanye West and Jay-Z – "Niggas in Paris"

Nas – "Daughters"

Wale feat. Miguel – "Lotus Flower Bomb"

Kanye West feat. Big Sean, Pusha T and 2 Chainz – "Mercy"

Wiz Khalifa and Snoop Dogg feat. Bruno Mars – Young, Wild and Free"

Melhor Álbum de Rap

Drake – Take Care

Lupe Fiasco – Food & Liquor II: The Great American Rap Album, Pt. 1

Nas – Life Is Good

The Roots – Undone

Rick Ross – God Forgives, I Don't

2 Chainz – Based on a T.R.U. Story

Melhor Álbum de Americana

Bonnie Raitt – Slipstream

The Avett Brothers – The Carpenter

John Fullbright – From the Ground Up

The Lumineers - The Lumineers

Mumford and Sons – Babel

Melhor Álbum de Blues

Dr. John – Locked Down

Shemekia Copeland – 33 1/3

Ruthie Foster – Let It Burn

Heritage Blues Orchestra – And Still I Rise

Joan Osborne – Bring It On Home

Melhor Álbum de Reggae

Jimmy Cliff – Rebirth

The Original Wailers – Miracle

Sean Paul – Tomahawk Technique

Sly & Robbie & The Jam Masters – New Legend – Jamaica 50th Edition

Toots and the Maytals – Reggae Got Soul: Unplugged on Strawberry Hill

Melhor Álbum de Comédia

Jimmy Fallon – Blow Your Pants Off

Margaret Cho – Cho Dependent (Live in Concert)

Lewis Black – In God We Rust

Kathy Griffin – Kathy Griffin: Seaman 1st Class

Jim Gaffigan - Mr. Universe

Tenacious D – Rize of the Fenix

Melhor Trilha Sonora

Trent Reznor and Atticus Ross – The Girl With the Dragon Tattoo

Josh Williams – The Adventures of Tin Tin: The Secret of the Unicorn

Ludovic Bource – The Artist

Hans Zimmer – The Dark Knight Rises

Howard Shore – Hugo

Austin Wintory – Journey

Mehor Canção Para Mídia Visual

Taylor Swift e The Civil Wars – "Safe and Sound" para Jogos Vorazes Arcade Fire – "Abraham's Daughter" para Jogos Vorazes

Mumford and Sons – "Learn Me Right" para Valente

Katharine McPhee e Megan Hilty – "Let Me Be Your Star" para Smash

Jason Segel and Walter – "Man or Muppet" para Os Muppets

Zac Brown – "Where the River Goes" para Footloose

Melhor Pacote de Gravação

Björk – Biophilia

Alabama Shakes – Boys and Girls

Aimee Mann – Charmer

David Byrne and St. Vincent – Love This Giant

Dirty Projectors – Swing Lo Magellan

Produtor do Ano

Dan Auerbach

Jeff Bhasker

Diplo

Markus Dravs

Salaam Remi

Melhor Videoclipe

Rihanna feat. Calvin Harris – "We Found Love"

Foster the People – "Houndini"

Kanye West and Jay-Z feat. Frank Ocean and The-Dream – "No Church In the Wild"

M.I.A. – "Bad Girls"

Woodkid – "Run Boy Run"

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Álbum "People, Hell And Angels", de gravações inéditas de Hendrix será lançado em março   (09/02/13)

Londres - A essência de um Jimi Hendrix em sua fase mais inquieta está presente no álbum "People, Hell And Angels", que será lançado no dia 5 de março e inclui gravações inéditas, disse em entrevista à Agência Efe o veterano produtor Eddie Kramer.

Doze músicas gravadas entre 1968 e 1969 refletem um momento particular na breve trajetória do guitarrista americano (1942-1970), obcecado pela "experimentação" e por abrir outras portas musicais, segundo aquele que foi seu produtor e colaborador habitual desde 1967 até sua prematura e misteriosa morte.

"Naquela época estava muito inquieto. Ele gostava de tocar com outros artistas e a Nova York não paravam de chegar bandas inovadoras", lembrou Kramer, parceiro de Hendrix, que morreu os 27 anos após ter alcançado o estrelato com sua banda, a Jimi Hendrix Experience.

O novo trabalho póstumo de James Marshall "Jimi" Hendrix será lançado dois anos depois de "Valleys of Neptune", um dos álbuns de estúdio publicados após a morte do famoso guitarrista.

Hendrix nasceu em Seattle (EUA) e morreu em Londres por intoxicação de barbitúricos e inalação de vômito.

Entre as canções selecionadas por Kramer, Janie Hendrix - irmã do músico - e John McDermott está uma totalmente inédita,"Somewhere", recém descoberta e gravada em março de 1968 com o bateria Buddy Miles e com Stephen Stills no baixo.

Também aparecem canções antigas de Hendrix como "Earth Blues", onde também tocam Billy Cox e Miles, e "Izabella", do grupo Gypsy Sun & Rainbows, mas em uma versão nova que difere da qual saiu em 1970 como single de "Band of Gypsys".

Kramer assegura que o disco traz "a pura essência e a magia" do considerado pela crítica como melhor guitarrista da história, quando preparava seu planejado álbum duplo "First Rays of the New Rising Sun" (lançado finalmente em 1997), logo após o aclamado "Electric Lady".

"Nestas 12 canções está o melhor de Hendrix e é um disco especial, pois, depois deste álbum de estúdio, não haverá mais nada", garante o produtor nascido na África do Sul há 70 anos, que agora trabalha em "alguns álbuns ao vivo incríveis", dos quais não revelou detalhes.

"People, Hell And Angels" brinca com elementos novos como uma segunda guitarra, a introdução de teclados e percussão nesta seleção de temas.

"O disco revela o Jimi que precisava fazer uma parada brusca e se distanciar do sucesso incrível de "Electric Lady" - terceiro álbum de Hendrix com sua banda Jimi Hendrix Experience - para testar coisas novas; e é disto que se trata este disco. Do Jimi que se afasta do Jimi Hendrix Experience", explicou Kramer.

O produtor, que trabalhou com artistas reconhecidos como Led Zeppelin, Rolling Stones, David Bowie e Beatles, lembrou que com Hendrix compartilhava "muita informação musical" e para o guitarrista era "interessante" sua formação musical clássica em instrumentos como piano, violino e violoncelo.

Kramer admite que ainda hoje a "lenda" de Hendrix continua "pesando": "Quando estou no estúdio, sempre levo em conta o que Jimi teria gostado. Me sento, escuto o que tenho e me pergunto: É isto realmente o que ele gostaria?".

"Sinto muitas saudades e acho que isto acontece com o resto do universo. Era um gênio e um grande perfeccionista", destacou Kramer sobre um artista que deslumbrou a todos com seus "riffs" de guitarra e ainda lembrado por suas selvagens e impressionantes apresentações ao vivo.

Patricia Rodríguez, da

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Thom Yorke, do Radiohead, compõe trilha para desfile  F/W da grife Rag and Bones, em Nova York; ouça    (02/02/13)

Thom Yorke, vocalista do Radiohead, compôs a trilha para o desfile da coleção masculina de outono/inverno da Rag and Bones, de Nova York, apresentada no início da semana.

Agora, a marca colocou o vídeo do desfile com a música de Yorke em sua página no Facebook; clique para ouvir.

A nova faixa teve a colaboração de Nigel Godrich, produtor do Radiohead e parceiro de Yorke em outros projetos, como o Atoms for Peace.

Yorke já havia colaborado com a Rag and Bone em desfiles no ano passado e em 2011, quando compôs para a marca "Twist" e "Stuck Together" --ouça abaixo.


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Alicia Keys cantará hino dos Estados Unidos no Super Bowl   (19/01/13)

Alicia Keys cantará o hino nacional dos Estados Unidos no Super Bowl XLVII, edição deste ano de um dos eventos esportivos mais famosos e assistidos do mundo. A informação é da agência Associated Press.

Ano passado, o hino foi cantado por Kelly Clarkson e anteriormente nomes como Whitney Houston, Mariah Carey, Billy Joel, Diana Ross, Neil Diamond, Cher e Barry Manilow assumiram a função. Ficou famosa a história de quando foi a vez de Christina Aguilera, que se atrapalhou com a letra, em 2011, e repetiu um verso fazendo uma pequena alteração, em vez de cantar as palavras que deveria. Beyoncé cuidará da performance do intervalo do jogo de futebol americano e, na ocasião, o grupo em que ela começou, o Destiny's Child, fará uma reunião. O Super Bowl XLVII acontece em 3 de fevereiro, em Nova Orleans. Rolling Stones

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Metallica toca "Nothing Else Matters" em trecho de seu novo DVD; veja   (16/12/12)

O Metallica divulgou um novo trecho de seu DVD ao vivo, Quebec Magnetic, em que toca "Nothing Else Matters", confira:

O material é uma compilação de dois shows feitos em Quebec, pela World Magnetic Tour, em 2009, e é o primeiro lançamento pelo selo próprio da banda.

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Winona Ryder aparece careca no clipe “Here With Me” da banda The Killers,  dirigido por Tim Burton    (14/12/12)

Não é sempre que Tim Burton se coloca à disposição para dirigir vídeos musicais, mas com a banda The Killers foi diferente. Os rapazes recrutaram o diretor para dar imagem ao som de “Here With Me”, lançando nesta sexta-feira (12).

Para o clipe, Burton escolheu Winona Ryder, com quem já trabalhou em “Edward Mãos de Tesoura” e “Os Fantasmas se Divertem”, para retratar a música do álbum “Battle Born”, que conta uma história de amor e obsessão.

No vídeo, um rapaz cria uma obsessão incomum pela personagem interpretada pela atriz. O interesse doentio é tão grande que o leva a comprar uma boneca - a qual ganha vida sob os olhos de seu dono e não vive um segundo sem sua companhia.

Winona Ryder (Foto: Reprodução)

E essa não é a primeira vez que Tim Burton trabalha com o The Killers. Em 2007, Burton estreou na direção de videoclipes com "Bones", do álbum "Sam's Town". "Here With Me" é a segunda parceria entre a banda de Las Vegas e o diretor.


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Com R$ 120 milhões, Britney Spears é a mulher que mais faturou na música em 2012    (12/12/12)

A maioria dos ganhos de Spears, 31, veio das vendas de seu mais recente disco, "Femme Fatale", lançado em 2011, da turnê que promoveu o álbum e de licenciamento de produtos (como perfume).

Pouco atrás de Spears aparece a cantora pop-country Taylor Swift, que abocanhou US$ 57 milhões no período. Segundo a Forbes, Swift chegou a ganhar US$ 1 milhão por apresentação, e faturou ainda em cima de licenciamentos.

Em terceiro vem Rihanna, com US$ 53 milhões, que acaba de lançar disco e tem contratos publicitários com empresas de cosméticos.

A quarta posição ficou com Lady Gaga, que em 2012 ganhou US$ 52 milhões - dinheiro vindo também de turnê e licenciamento de produtos, como perfume.

O levantamento da Forbes é feito a partir dos ganhos das artistas entre maio de 2011 e maio de 2012.

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Psy, autor do sucesso viral "Gangnam Style", se desculpa por antigas canções contra os EUA   (09/12/12)

O cantor pop sul-coreano Psy, autor do sucesso viral "Gangnam Style", se desculpou por antigos shows com músicas contra os Estados Unidos às vésperas de um espetáculo com a presença do presidente norte-americano, Barack Obama, e sua família comparecerão.

Psy divulgou o pedido de desculpas depois de surgirem relatos nos Estados Unidos na sexta-feira sobre sua participação em dois shows críticos aos militares norte-americanos em 2004.

O vídeo de "Gangnam Style" é atualmente o mais visto de todos os tempos no YouTube, com mais de 900 milhões de acessos desde que foi lançado em julho.

"Embora esteja agradecido pela liberdade de expressão, aprendi que há limites para o que é apropriado para a linguagem e lamento profundamente pela maneira como essas letras podem ser interpretadas", disse o rapper em um comunicado.

"Lamentarei para sempre qualquer sofrimento que tenha causado com estas palavras", acrescentou.

Em um espetáculo, que Psy disse ser de oito anos atrás, o artista protestou contra as mortes de duas adolescentes sul-coreanas atropeladas por um tanque norte-americano no país.

Em outra ocasião, Psy criticou a invasão e ocupação do Iraque, liderada pelos Estados Unidos, das quais forças da Coreia do Sul participaram.

Psy está programado para atuar no evento televisivo anual "Christmas in Washington", ao qual o mandatário dos Estados Unidos e seus familiares estarão presentes, informou a Casa Branca. O canal TNT declarou que Psy irá cantar como previsto. Reuters

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Madonna em São Paulo | Crítica   (05/12/12)

Durante as quase duas horas do show que realizou em São Paulo, na última terça-feira, Madonna teve uma atuação impecável. Ela lutou contra ladrões, incorporou a líder de torcida e até a chefe do coro da igreja. Nesta nova turnê, o teatro supera a música. A presença de boa parte das faixas do último e fraco disco da cantora, MDNA, fez com que a qualidade musical fosse superada por números teatrais, e deixasse a dança e o ritmo de lado.

Após uma hora e meia de atraso, as luzes do estádio se apagaram e sinos começaram a tocar. Ao som de cantos gregorianos, Madonna saiu de dentro de enorme telão que ficava no centro do palco, enjaulada em uma gaiola de vidro, vestida de preto e cantando "Girls Gone Wild". Em seguida, foram apresentadas "Revolver" e "Gang Bang", ambas também do novo álbum.

Não fosse pela empolgação inicial da entrada, poderia se dizer que poucos dançaram na primeira etapa da apresentação. Por outro lado, não tinha quem tirasse o olho do palco. Em "Revolver" e "Gang Bang", Madonna encarna uma matadora e empunha uma arma para matar todos seus dançarinos vestidos de ladrões. A coreografia é dosada, a cantora mais atua do que dança, mas tudo de forma muito bem executada. Ainda assim, é de se impressionar os movimentos fluidos e sensuais que Madonna ainda consegue fazer com 54 anos nos quadris. Todo o rebolado e os tradicionais gestos obscenos continuam lá para compor e, principalmente, lembrar que há pelo menos 30 anos isso é feito.

A primeira aparição de um clássico foi tímida. "Papa Don't Preach" foi cantada sem playback e logo após "Gang Bang". Infelizmente não durou sequer três minutos. Sozinha na ponta do palco, Madonna se ajoelhou e agarrou o microfone para levar o público ao delírio com os primeiros versos da canção. Felicidade    plena mesmo, só quando o show foi tomado por um grupo de cheerleaders    comandados pela Rainha do Pop. No número mais bonito da noite, a plateia se perdia entre os bateristas flutuantes vestidos de soldadinhos de chumbo,    enquanto Madonna e suas companheiras dançavam ao som de "Express    Yourself". O já famoso mash-up com "Born This Way", de Lady Gaga, também esteve presente e, ao vivo, deixa a alfinetada na aprendiz ainda mais evidente, tamanha é a semelhança entre as canções.

Se ainda restava esperança que alguma das faixas de MDNA funcionasse bem ao vivo, não sobrou nada depois de uma hora de show. Mesmo com a "participação" nos telões de rappers como Lil Wayne ou Nicki Minaj, o exagero da batida hip-hop e o distanciamento do pop tradicional que Madonna realizou nos últimos trabalhos prejudica sua atual turnê. Devido a pobreza do repertório, o espaço é aberto para números teatrais e figurinos exuberantes, o que torna o espetáculo mais vistoso. Depois da banda escolar de "Express Yourself", o clássico erotismo preto e branco de "Vogue" - com um arranjo voltado para o tecnho - foi a parte mais impressionante do show.

O momento mais emocionante, e o único em que o público cantou junto do início ao fim, foi em "Like A Prayer". O maior hino de Madonna ganhou nesta turnê uma performance simples, mas arrebatadora. Um coral composto por quase 30 pessoas acompanha a cantora, que renega o playback para novamente mostrar a força da sua voz. E, para inexplicavelmente varrer a sensação de êxtase causada por "Like A Prayer", a última música do show foi "Celebration", que transformou o palco em uma boate colorida onde somente os artistas dançaram - o público, tal qual fez em boa parte da apresentação, só olhava.

Apesar de ser um deleite para os olhos, as falhas na escolha do repertório    contribuem para tornar a apresentação algo mais visual do que dançante. Poucas são as lembranças do seu ritmo empolgante, sem contar a ausência de hits como "Like A Virgin" e "Holiday". Ainda que seja um espetáculo de primeira grandeza,    a MDNA Tour está longe de ser o melhor exemplo do poder artístico de Madonna. Thiago Romariz

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"That'll Be the Day/In Spite of All the Danger", primeira gravação de Harrison, Lennon e McCartney é disco mais caro do Reino Unido  (24/11/12)

Um registro da primeira gravação de George Harrison, John Lennon e Paul McCartney é o disco mais caro do Reino Unido, segundo um levantamento publicado no jornal britânico "Guardian".

A única cópia em acetato de "That'll Be the Day/In Spite of All the Danger", gravada em 1958 pelo trio com John Duff Lowe e Colin Hanlon, tem o preço estimado em 200 mil libras (cerca de R$ 667 mil).

Em segundo lugar na lista, um empate: a cópia desse mesmo disco, feita por Paul McCartney em 1981, e disco em acetato "God Save the Queen/No Feelings", gravado em 1977 pela banda Sex Pistols, valem 10 mil libras (cerca de R$ 33 mil).

Os Sex Pistols e os Beatles têm ainda três discos cada na lista dos dez mais caros. A única outra banda a figurar no top 10 é o Queen, com "Bohemian Rhapsody/I'm in Love with my Car", de 1978, que vale 5.000 libras (R$ 16,5 mil).

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Pianista americano Austin Peralta morre aos 22 anos    (22/11/12)

O pianista e compositor californiano Austin Peralta, prodígio do jazz contemporâneo, morreu aos 22 anos na noite de quarta-feira (21). A causa ainda não foi divulgada.

A morte foi confirmada pelo produtor Flying Lotus, dono do selo Brainfeeder, no Facebook. "Fico arrasado por ter que escrever que perdemos um membro da nossa família, Austin Peralta. Eu realmente não tenho as palavras certas neste momento", escreveu o músico.

"Somos muito agradecidos por ele ter deixado tanta música bonita com a gente", acrescentou Flying Lotus, que postou no site do selo uma homenagem ao seu "afilhado" prodígio, com fotografias, vídeo e músicas. No título do post, data de nascimento e morte do pianista: "Austin Peralta October 25, 1990 - November 21, 2012".

Filho de Stacy Peralta, lenda do skate, Austin Peralta fez um de seus últimos shows no Cine Joia, em São Paulo, em 13 de setembro, acompanhado de Timothy LeFebvre (contrabaixo) e Justin Brown (bateria). Veja abaixo um trecho da apresentação.

O jovem pianista deu seus primeiros passos na música aos cinco anos de idade e destacou-se nos últimos anos por fazer um jazz futurista, cruzando "hard bop", "free" e elementos eletrônicos.

"Jazz pode ser qualquer coisa", disse em entrevista à Folha, poucos dias antes de se apresentar no Brasil. "É um espírito de liberdade, um impulso de caminhar em direção ao desconhecido, mesmo se forem águas inexploradas, e fazer isso sem medo."

Em 2007, Peralta dividiu o palco do Tokyo Jazz Festiva com o legendário Chick Corea e Hank Jones e Hiromi Uehara.

Ao terminar o ensino médio, o pianista foi para Nova York estudar na The New School University. Um ano depois, voltou para Los Angeles e desde então colaborou com artistas como Stanley Clarke, The Cinematic Orchestra, Erykah Badu e Miguel Atwood-Ferguson, entre outros.

O álbum mais recente de Austin Peralta, "Endless Planets", foi lançado pelo selo Brainfeeder, do produtor de música experimental Flying Lotus, que o apadrinhou.

"Isso expôs minha música a muita gente que não me ouviria, como fãs de música eletrônica, gente que teria medo de jazz. As mentes estão se abrindo."

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Aos 50 anos, Rolling Stones fazem a anarquia soar clássica    (19/11/12)

Cinquenta anos.

"Não há como escapar desse número", disse Keith Richards com uma risadinha irônica, de Paris, onde os Rolling Stones ensaiavam. Liderados por Mick Jagger e Richards, os Stones fizeram seu primeiro show em 1962.

Brian Jones, Mick Jagger, Keith Richards e Charlie Watts, da banda Rolling Stones em foto da década de 1960

Faltando menos de dois meses para o cinquentenário da banda, a máquina da comemoração já entrou em operação.

Há shows em grandes arenas programados em Londres (25 e 29 de novembro) e em Newark, nos EUA (13 e 15 de dezembro). Há documentários, novo (na HBO) e antigo (em DVD). Há até duas canções novas dos Stones gravadas neste ano: "Doom and Gloom", canção de Mick Jagger que menciona o "fracking" (extração de petróleo de rochas pelo fraturamento hidráulico) e "One More Shot", de Keith Richards.

Sob um aspecto, os Stones vêm fazendo a mesma coisa há meio século: tocando um rock'n'roll obstinadamente natural, sem polimento. Mas todos os significados que cercam essa música mudaram.

O vocalista Mick Jagger (à esq.) escuta Keith Richards tocando violão, em 1971, na França

O que, no passado, era visto como radical, lascivo e até perigoso virou antiquado. As canções que antes chocavam os pais, agora são clássicos a serem transmitidos aos netos. Uma banda que, no passado, era sinônimo de volatilidade turbulenta virou -apesar de todas as probabilidades comerciais, culturais e químicas ao contrário- um símbolo de estabilidade.

Hoje os integrantes da banda a descrevem com um termo inesperado para os Rolling Stones: disciplina. "Embora pareça ser uma zona, é um grupo muito disciplinado", disse Richards.

O guitarrista Ronnie Wood, que entrou para a banda em 1975, concorda. "Não importa o que estiver acontecendo lá fora, não importa o quanto fizermos farra, sentimos que temos a responsabilidade de fazer uma ótima música."

A partir da esquerda: Keith Richards, Mick Taylor, Mick Jagger, Charlie Watts e Bill Wyman vestidos para o clipe de "It's Only Rock'n'Roll" (1974)

A simples familiaridade, graças à passagem do tempo e das gerações, é uma das razões pelas quais a popularidade dos Stones perdura há tanto tempo. Mas, desde o final dos anos 1980, quando os Stones se reaproximaram, pode-se dizer que cada turnê e cada álbum têm sido uma celebração do que a banda realizou em seus primeiros 20 anos.

Jagger e Richards já tinham formado um catálogo de grandes canções: "(I Can't Get No) Satisfaction", "Ruby Tuesday" e "Honky Tonk Women", para citar apenas alguns dos clássicos.

O potencial de bilheteria da banda é inegável. Os álbuns gravados em estúdio pelos Stones, nos últimos anos, venderam pelo menos 1 milhão de cópias nos Estados Unidos, sem grandes singles de sucesso.

A nostalgia e as canções duráveis fazem parte da atração perpétua dos Stones. Outro elemento dessa atração são os espetáculos de rock em palcos grandiosos (que a banda ajudou a lançar), com pirotecnia ou, às vezes, um guindaste erguendo Mick Jagger sobre a multidão. Também ajuda as vendas de ingressos o fato de Jagger, aos 69 anos, ainda ter agilidade suficiente para dançar e contorcer-se no palco.

Casamento de Mick e Bianca Jagger em 1971

Os Rolling Stones mantêm seu som solto. Ele é ensaiado assim, e isso não deve ser confundido com um som desleixado. O som é precisamente impreciso. Acima da bateria de Charlie Watts, as duas guitarras da banda compartilham uma cama de gato musical. "Ficamos deslizando entre o ritmo e a guitarra principal", diz Richards.

Mesmo assim, as canções e a habilidade como "showmen" não explicam por inteiro o fascínio que os Stones ainda exercem sobre o público. Pouco depois de formarem a banda, eles fizeram uma escolha tão crucial quanto seus gostos musicais. Seu empresário no início dos anos 1960, Andrew Loog Oldham, os incentivou a virarem os "antiBeatles": o oposto de uma banda pop rock comportada, uniformizada, arrumadinha.

A banda sob a ponte do Brooklyn, em Nova York

"Como os Beatles eram tão certinhos, estava na cara que eles faziam o papel de mocinhos", recordou Keith Richards. "O outro papel que podíamos representar era o de bandidos."

Essa atitude não apenas os libertou para se comportarem e terem a aparência que bem entendessem, como os converteu em arquétipos do rock, vivendo uma liberdade com a qual seus fãs só podiam sonhar.

O distante perfume de anarquia exalado pelos Stones ainda atrai fãs, especialmente porque ele é ressaltado pelo som da banda, preciso, porém solto.

Os Stones dizem que a moral está alta nos ensaios em Paris. "Quando as faixas das guitarras passam sobre nossas cabeças, a gente mergulha de volta", comentou Charlie Watts. "É isso o que nós fazemos." Keith Richards disse estar estarrecido com a longevidade da banda. "Há a sensação de que fomos feitos para fazer isso e estamos apenas seguindo o nosso caminho."

Jon Pareles Do "New York Times"

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Gossip e Suede são destaques do Planeta Terra, ocorrido no sábado    (21/10/12)

Duas bandas de gerações diferentes foram os principais destaques do festival Planeta Terra, ocorrido no sábado (dia 20) no Jockey Club de São Paulo. Enquanto os ingleses Suede tornaram-se famosos há duas décadas, o norte-americano Gossip é cria do novo rock dos anos 2000.

O evento aconteceu entre a tarde de sábado e estendeu-se até pouco ante da meia-noite. Cerca de 30 mil pessoas, segundo os organizadores, assistiram a apresentações de 13 bandas, divididas em dois palcos.

O início do festival foi prejudicado pela chuva que caiu em São Paulo. Nomes como Mallu Magalhães, Madrid, Banda Uó e Little Boots tocaram com o público sob água.

Best Coast

A dupla Best Coast subiu ao palco principal às 16h45, e o som ensolarado fez até a chuva parar. Com charme e desenvoltura, a vocalista Bethany Cosentino emendou faixas dos dois discos da banda, como "The Only Place" e "Our Deal" e "Boyfriend", que mostraram-se ainda mais calorosas ao vivo. Foi o primeiro grande show do festival.

The Maccabees

Pouco depois do Best Coast, o palco indie foi tomado pelos ingleses Maccabees. A banda mostra-se animada no palco, os músicos são simpáticos, brincam com o público. Eles tentam fazer rock com toques elaborados, com alguma ambição, mas as músicas não possuem nada que os diferencie de inúmeras outras bandas, e sem músicas empolgantes, o show torna-se apenas morno.

Suede

O grupo britânico Suede encerrou em 2010 um hiato de quase uma década e, sem material inédito, tem lembrado na turnê atual ser um dos mais versáteis frutos do britpop, sem a fama de gente como Blur e Pulp. Eles conseguem compor maravilhas do gênero ("The Drowners", "Killing of a Flash Boy", "Can't Get Enough") e ainda sim criar arrasa-corações como "The Wild Ones" e "Beautiful Ones", que fechou a noite.

O vocalista Brett Anderson não tira mais a camiseta ou exibe a barriguinha em miniblusas, mas conservou sua bela voz de veludo e a boa presença de palco. Se os ingleses de meia idade mostraram uma certa frieza nas conversas com a plateia, compensaram suando a camiseta e tocando alto. Sucessos em 1993, "Animal Nitrate" e "Metal Mickey", dois dos maiores hinos do Suede, nunca soaram tão bem.

Azealia Banks

Com apenas 21 anos, a norte-americana Azealia Banks ganhou um bom lugar no line-up do festival - tocou no palco indie às 19h15, depois de Maccabees e enquanto o Suede ainda se apresentava no palco principal.

Azealia tem apenas um EP ("1991") e uma mixtape ("Fantasea"), então recheou seu curto show com faixas dos dois lançamentos, como "Esta Noche" e "Liquorice". Com unhas prateadas e um cabelão rosa, Azealia é acompanhada apenas por um DJ e duas dançarinas. Suas músicas vão do hip hop ao funk, passando por electro e house. São urbanas, dançantes, com muitos graves.  O semi-hit "212" é um arrasa-quarteirão que mostra o talento de Azealia para criar faixas explosivas. Encerrou o show com classe.

Garbage

No penúltimo show do palco principal, o Garbage encerrou uma espera de quase 20 anos dos fãs brasileiros, que não tinham perdido esperança de ver um show da banda. "Nós conseguimos", comemorou a vocalista Shirley Manson. "Desculpem ter deixado vocês por tanto tempo, obrigado por nos apoiarem."

Símbolo sexual nos anos 1990, Manson está com 46 anos, embora não aparente. Lágrimas nos olhos, uma fã segurava um cartaz: "Shirley, posso tocar você?", pedia. Cabelos vermelhos presos no alto da cabeça, pele branca feito porcelana e olhos incisivos, ela entrou no palco esvoçoante, sabendo ser a grande estrela do quarteto, sem dar chance para o baterista Butch Vig, o famoso produtor de "Nevermind", cultuado disco do Nirvana, lançado em 1991.

É ele, no entanto, quem conduz com peso e potência a festa do grupo, com seu som moldado para as pistas. "Automatic Systematic Habit", boa faixa do irregular "Not Your Kind of People", recente disco de inéditas, abre o show, mas é nos trunfos lá do início da carreira que a coisa pega fogo.

"I Think I'm Paranoid", "Stupid Girl", "Queer" e "Cherry Girls" comprovaram o talento do Garbage para compor pérolas, nem sempre muito bem acompanhadas – a banda nunca soube fazer baladas e ainda por cima insiste em tocá-las ao vivo, com um jeitão arrastado e tétrico. Menos mal que elas desaparecem em meio a hits como "Push It" e o maior de todos, "Happy When It Rains".

The Drums

Rock rápido com um tempero dançante new wave. É mais ou menos essa a fórmula do quinteto norte-americano The Drums. A banda fez seu segundo show no Brasil - e sua apresentação ganhou o público.

A banda balanceou o show com músicas de seus dois discos - tocou sete do primeiro e seis do segundo, além do "lado B" "Baby That's Not the Point" e do hit "I Felt Stupid".

Curtas, as músicas do Drums muitas vezes são bem parecidas entre si, mas a qualidade das melodias e a energia da banda no palco não deixam o show cair na monotonia. Meio desajeitado, o vocalista Jonathan Pierce sabe entreter o público - conversa bastante ("Não sei quando vamos voltar, então vamos nos divertir esta noite"), dedica uma música aos homossexuais ("If He Likes It Let Him Do It") e convoca os fãs para dançar (antes de "Money").

Kings of Leon

Nome mais conhecido do festival, o Kings of Leon estava de férias, mas atendeu ao insistente convite dos organizadores do festival para fazer deste em São Paulo um de seus únicos compromissos do ano. O público numeroso correspondeu cantando junto, enquanto o porta-voz da família Followill, o vocalista Caleb, se derramava em elogios. "E no fim tivemos uma noite boa, não?", comentou, com sua voz rasgada, lembrando a chuva que caiu no início da tarde. "Isso é maravilhoso. Adoramos vocês e estar de volta."

Nunca há grandes surpresas nos shows da banda – embora Caleb, um ano depois de casar, tenha aparecido com um princípio de calvície flagrante e um bocado envelhecido. É aquela já famosa mistura de rock norte-americano sulista clássico, a la Lynyrd Skynyrd, com o novo rock anos 2000, maquiado com um pouquinho de sujeira, malvadeza e sensualidade, de mentirinha mesmo.

À primeira parte correspondem músicas como "Molly's Chambers", primeiro hit da carreira da banda e música de abertura da noite, e a sentimental "Back Down South", acompanhada por imagens de um campo de trigo tremulando no telão – country rock mais didático, impossível.

A parcela radiofônica, porém, foi mais farta e muito bem recebida. Houve coro em "Crawl", "Radioactive", "Taper Jean Girl", "Sex on Fire" e "Use Somebody", essa já no final da 1h30 de apresentação.

Gossip

Ao pisar no palco indie, às 22h15 de sábado, o trio norte-americano Gossip foi ovacionado pelo público. Eram fãs que aguardavam um show da banda há muto tempo - o grupo liderado pela carismática Beth Ditto já havia cancelado duas apresentações no Brasil.

Assim, só a presença da banda em cima do palco já era suficiente para esquentar o clima. Mas o grupo entregou mais.

Beth Ditto entrou cantando o "Oi oi oi" de "Avenida Brasil". O Jockey Club veio abaixo. Em seguida, ela diz: "Ba noite, nós somos o Kings of Leon". Muitas risadas. Então a banda começa a tocar 'Love Long Distance", e o público não para mais de dançar durante a hora e meia de apresentação.

Se em disco as músicas do Gossip conservam alguma crueza punk, ao vivo as intervenções eletrônicas são mais acentuadas, e o show ganha um bom clima disco. "Listen Up", por exemplo, aparece quase como um funk.

Entre uma música e outra, Beth Ditto mostra-se uma vervadeira entertainer. Brinca com o drink que está bebendo, fala algumas palavras em português, elogia o Drums e o Garbage, que tocaram antes, enrola-se numa bandeira do Brasil. E traz algumas surpresas.

Além de um cover de "What's Love Got to do With It", de Tina Tuner, Ditto canta pequenos trechos de músicas diversas, como "Bad Romance, de Lady Gaga, "I Wanna Be Sedated", dos Ramones, emenda um trecho de "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana, durante o hit "Standing in the Way of Control".

Ao final do show, em "Heavy Cross", ela desce até o público. Beija inúmeros fãs e, em seguida, puxa um enorme coro para "We Are the Champions", clássico do Queen. Beth Ditto foi a personalidade do festival. Marco Tomazzoni e Thiago Ney

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Há 50 anos, os Beatles lançavam 'Love Me Do', seu primeiro sucesso   (05/10/12)

No dia 5 de outubro de 1962 era lançado na Grã-Bretanha "Love Me Do", o primeiro single dos Beatles. A canção que ocupou a 17ª posição das paradas britânicas, o primeiro sucesso de uma longa série antes da separação do grupo, em 1970.

"É obviamente o primeiro 'single', porém o mais importante é que estabeleceu uma política de apenas lançar melodias compostas pelos próprios Beatles", explicou à AFP Hamish MacBain, da revista musical britânica "NME".

"Love Me Do", co-escrita por John Lennon e Paul McCartney, foi gravada em setembro de 1962 nos estúdios Abbey Road de Londres, e escolhida pelo grupo em detrimento de uma outra canção escrita pelo cantor e compositor Adam Faith.

No entanto, foi com a sua segunda música, "Please Please Me", que eles alcançaram o primeiro lugar nas paradas e puderam, assim, gravar o seu primeiro álbum, onde também aparece "Love Me Do".

Este álbum, "Please Please Me", lançado em 22 de março de 1963, ocupou o topo do ranking dos mais vendidos por sete meses e foi responsável pela popularização da Beatlemania no Reino Unido.

No ano seguinte, a mania invadiu gradualmente toda a Europa e se tornou mundial em 7 de fevereiro de 1964, quando o quarteto de Liverpool participou do Ed Sullivan Show, programa transmitido ao vivo pela televisão norte-americana.

Com 73 milhões de espectadores, cerca de 40% da população americana, a audiência da emissão ultrapassou a do Super Bowl (a final do campeonato de futebol norte-americano) e continua a ser um dos programas mais assistidos de todos os tempos nos Estados Unidos.

"Love Me Do" se tornou o número um em vendas nos Estados Unidos em 30 de maio de 1964.

Os Beatles passaram a navegar nessa enorme fama, emendando em um ritmo frenético turnês ao redor do mundo, e ao mesmo tempo escrevendo e gravando cinco álbuns em dois anos, entre julho de 1964 e agosto de 1966.

Mas no final de 1966, a Beatlemania, que tornou alguns shows inaudíveis por causa dos gritos de fãs histéricos, provocou o fim as apresentações ao vivo do grupo, que passou a se dedicar exclusivamente às gravações de estúdio. "Os concertos dos Beatles não têm nada a ver com música. Eles são quase ritos tribais", disse John Lennon na época, de acordo com o "The Beatles Anthology by Beatles", lançado em 2000.

O grupo lançou 12 álbuns gravados em estúdios e vendidos na Grã-Bretanha, antes de se separar, em abril de 1970.

Para comemorar meio século de "Love Me Do", a cidade de Liverpool está organizando um fim de semana de celebrações. O clímax aconteceu nesta sexta-feira (dia 5), quando um coro de 1.631 vozes entoou a canção e bateu um recorde do Guinness. Shows também serão realizados durante todo o dia no Cavern Club.

A BBC4 também transmitirá no domingo um documentário sobre "Love Me Do", com uma testemunha que afirma que o empresário da banda, Brian Epstein, comprou 10 mil cópias para impulsionar as vendas.

O site www.statisticbrain.com acredita que os Beatles já venderam mais de 2,3 bilhões de álbuns em todo o mundo, com base em números atualizados em julho de 2012 através de dados recolhidos junto às lojas. AFP

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Morre o cantor Robin Gibb, ex-Bee Gees, aos 62 anos   (20/05/12)

O músico Robin Gibb, do Bee Gees, morreu neste domingo, aos 62 anos, após uma longa batalha contra um câncer de cólon.

O cantor estava internado desde o último mês de abril em uma clínica particular em Londres, na Inglaterra.

Na última semana, após ter passado por uma traqueostomia, o cantor já não conseguia falar e estava se comunicando por meio dos olhos.

A morte foi anunciada pela família de Robin, através de um comunicado: "A família de Robin Gibb, do Bee Gees, anuncia com grande tristeza que Robin faleceu hoje na sequência da sua longa batalha contra o câncer e cirurgia intestinal. Pedimos que a privacidade da família seja respeitada neste momento muito difícil."

Há dois anos Robin lutava contra o câncer de cólon. Um tumor secundário no fígado, desenvolvido recentemente, e uma pneumonia deixaram o artista ainda mais debilitado.

Robin Hugh Gibb nasceu no dia 22 de dezembro de 1949. Formou com seus irmãos Maurice (gêmeo de Robin) e Barry na Austrália, no final dos anos 50, o Bee Gees --um dos grupos mais populares dos anos 70 e 80.

O auge do trio, que revolucionou a música disco, foi o álbum da trilha sonora do filme "Os Embalos de Sábado à Noite" (1977), com temas como "Stayin" Alive" e "Night Fever".

Os irmãos Robin, Barry e Maurice Gibb, que formavam a banda Bee Gees, na estreia do filme "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", em julho de 1978

Os Bee Gees começaram a tocar juntos em 1955. No início da carreira, participavam de shows de talentos cantando músicas dos Everly Brothers e algumas canções compostas por Barry. O trio assinou com a gravadora Australia's Festival Records em 1962 e lançou, nos cinco anos seguintes, uma dúzia de singles e dois álbuns.

Colin Petersen e Vince Melouney se juntaram à banda entre 1966 e 1967 e saíram em 1969. Naquele ano, Robin tentou seguir uma carreira solo e emplacou a música "Saved by the Bell" em segundo lugar nas paradas britânicas. Nesse período, Barry e Maurice continuaram como um dueto e lançaram singles solo paralelamente. Em 1970, o trio se reuniu.

O grupo foi convidado por Robert Stigwood, que havia produzido os filme "Jesus Cristo Superstar" e "Tommy", para compor quatro ou cinco canções para a trilha sonora do filme "Os Embalos de Sábado à Noite", com John Travolta. O trio gravou, então, três hits: "Stayin' Alive", "Night Fever" e "How Deep Is Your Love".

Em 1988, o irmão mais novo dos três, Andy Gibb, morreu do coração aos 30 anos, e a banda se aposentou por um tempo, se reunindo em 1989.

Em 1997, os Bee Gees foram incluídos no Rock and Roll Hall of Fame e continuaram trabalhando e fazendo turnês ocasionais até 2003, quando Maurice Gibb morreu devido a uma parada cardíaca enquanto recebia tratamento por um problema no intestino. folha

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Depois do primeiro single “Love Interruption”,  Jack White disponibiliza na rede seu álbum completo   (17/04/12)

Jack White©Jo McCaughey

Depois de ter liberado o primeiro single, “Love Interruption” para ser ouvido online, Jack White, produtor musical e ex-guitarrista do White Stripes, libera agora todas as músicas do seu primeiro álbum solo, “Blunderbuss”. Oficialmente, o trabalho só será lançado na segunda-feira (23.04) mas as 13 faixas que o compõem, produzidas pelo próprio, podem ser ouvidas na sua totalidade via iTunes.

Mas as novidades não acabam aqui. A partir de domingo (22.04), Jack dá inicio à sua turnê pela Europa e Estados Unidos, em formato de shows mais íntimos e acolhedores, onde o cantor vai distribuir gratuitamente pôsteres com design de Rob Jones e fotografia de Jo McCaughey. A noite mais icônica será com certeza a de sexta-feira, (27.04), quando o Webster Hall em Nova York será palco para a terceira edição da série de transmissões livestream da American Express, a “American Express Unstaged”, em parceria com a VEVO e com o YouTube. A direção é de Gary Oldman, e você pode assistir ao show ao vivo de onde quer que esteja através de qualquer aparelho móvel com conexão à internet; basta acessar este link.  Andreia Tavares

Enquanto isso, assista ao trailer do “American Express Unstaged” abaixo:

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Disco "Greatest Hits", do Queen, é o mais vendido de todos os tempos no Reino Unido  (11/04/12)

Brian May (à esq.), Roger Taylor (acima), Freddie Mercury (ao centro) e John Deacon, da banda inglesa Queen

O álbum "Greatest Hits", do Queen, é o mais vendido de todos os tempos no Reino Unido, informa nova pesquisa.

A Official Charts Company elaborou lista com 40 discos e apontou a coletânea do Queen --que inclui hits como "Bohemian Rhapsody" e "Another one Bites the Dust"-- como a líder do ranking. O álbum vendeu 5,8 milhões de cópias.

Completam o pódio os discos "Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band", dos Beatles, e a coletânea "Gold", do ABBA, com 5 milhões e 4,9 milhões de cópias vendidas respectivamente.

Dos 40 álbuns listados, 14 são do século 21. Os mais bem colocados são "21", da britânica Adele, na sexta posição, e "Back to Black", de Amy Winehouse, em 12º.

Keane, Oasis, Pink Floyd, Kings of Leon, Madonna e Fleetwood Mac também estão na lista. Os únicos a emplacar dois discos entre os 40 foram Beatles, Queen, Michael Jackson e Coldplay.

Entre os álbuns, 23 são de artistas britânicos. Os Estados Unidos colocaram nove discos na lista.

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Peter Hook,  ex-baixista do New Order compara substituto à dupla Milli e Vanilli  (06/03/12)

O baixista inglês Peter Hook afirmou à revista britânica "NME" que seu substituto no New Order, o músico Tom Chapman, apenas finge tocar sobre gravações antigas de Hook durante as apresentações ao vivo da banda.

Famoso por usar notas agudas em suas músicas, Peter Hook deixou o New Order em 2007, após desentendimentos com os outros integrantes.

Na entrevista, Hook disse que Chapman fazia mímicas durante as recentes performances dos roqueiros na Austrália e na Nova Zelândia.

"Vi aquilo que eles ainda chamam de New Order se apresentar com um baixista que apenas fazia mímicas sobre as minhas gravações antigas", disse Hook à publicação.

O New Order rebateu as afirmações, dizendo que, apesar de Chapman usar playbacks durante os shows, não é Hook quem está tocando nas bases pré-gravadas.

"Chapman é como o Milli Vanilli do baixo", provocou Hook, referindo-se à dupla de reggae/dance music que estourou nos anos 1980 com composições que, na verdade, eram tocadas por outros artistas. O Milli Vanilli se tornou alvo de chacotas no mundo da música pop quando a farsa foi revelada.

Os roqueiros do New Order anunciaram mais uma reformulação no grupo no ano passado, com Gillian Gilbert de volta aos teclados, após dez anos afastada.

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Canção "Everybody Hurts" do R.E.M.,  é eleita a mais deprimente de todos os tempos  (05/02/12)

A canção "Everybody Hurts", do grupo R.E.M, foi eleita a mais deprimente de todos os tempos pelos participantes de uma pesquisa. Em segundo lugar, veio "Candle in the Wind", de Elton John, música que ficou conhecida como um tributo à princesa Diana. Também aparecem na lista "I Will Always Love You", de Whitney Houston, "Nothing Compares to You", gravada por Prince e Sinead O'Connor, "My Heart Will Go On", de Celine Dion, e "Fix You", do grupo Coldplay.

REM: tocando até os corações mais duros

No estudo, encomendado pelo produtor teatral britânico David King, sete em cada dez homens entrevistados admitiram já ter chorado ao ouvir uma música triste, enquanto, entre as mulheres, este número chegou a 90%. Um quinto delas disse chorar "com frequência" ao som de músicas emocionantes.

O objetivo da pesquisa, segundo King, era entender mais sobre "o poder da música". "Música é uma ferramenta tão emocional. Ela vai direto ao seu coração", disse à BBC. "As canções podem nos transportar para um determinado momento de nossas vidas, para nossa memória, a alguma coisa que aconteceu, talvez algo bom, talvez algo ruim..."

A maioria dos entrevistados disse ter derramado lágrimas enquanto ouvia canções em casa. Entre as mulheres, quatro em cada dez afirmaram que a música tocada em casamentos já havia feito com que elas chorassem. Já entre os homens ouvidos durante a pesquisa, este número foi bem menor: 20%. Ouvir uma canção triste no rádio do carro também fez com que 33% das mulheres e 23% dos homens entrevistados desistissem de conter as emoções.

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Van Halen lança "A Different Kind of Truth",  primeiro disco em 14 anos com show privado   (02/02/12)

A lendária banda de hard rock Van Halen voltou aos palcos em Los Angeles depois de 14 anos com "A Different Kind of Truth", o primeiro disco com a participação do cantor David Lee Roth após uma longa ausência.

O show ocorreu na quarta-feira à noite para uma plateia de 500 pessoas nos estúdios Henson Recording, de Los Angeles, onde o grupo tocou 13 músicas, entre elas clássicos como "Jump" e "Panama".

Eddie Van Halen (à direita) e David Lee Roth durante apresentação em Nova York em janeiro deste ano

"A princípio isto seria uma entrevista coletiva e veja só como terminou", explicou eufórico Roth, 56, vestindo jaqueta e calças de couro repletas de lantejoulas.

Do novo álbum, que será lançado no dia 7 de fevereiro, tocaram "Tattoo", "She's the Woman", "Stay Frosty". O show terminou com a participação de 20 sambistas brasileiros ao som dos acordes de "Jump".

"A Different Kind of Truth" é o primeiro disco original de Van Halen com David Lee Roth como cantor desde o clássico álbum "1984" e inclui temas como "You and Your Blues", "China Town" e "Blood and Fire". O último álbum da banda foi "Van Halen III" (1998).

Esta apresentação serviu para inaugurar a próxima turnê pelos Estados Unidos, que começa no dia 18 de fevereiro com um show em Louisville (Kentucky) e irá se estender até o fim de junho depois de 45 atuações.

A banda, formada por Eddie Van Halen, Alex Van Halen, David Lee Roth e Wolfgang Van Halen, promete tocar algumas das mais famosas músicas dos discos como "Van Halen" (1978), "Van Halen II" (1979), "Women and Children First" (1980), "Fair Warning" (1981), "Diver Down" (1982) e "1984" (1984).

"Para falar a verdade, até Charles Chaplin era nosso fã", brincou Roth a respeito da longevidade do grupo.

O Van Halen é membro do Salão da Fama do Rock and Roll desde março de 2007 e até agora vendeu mais de 75 milhões de discos no mundo todo.

DA EFE, EM LOS ANGELES

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Florence + the Machine leva teatralidade a festival em São Paulo  (24/01/12)

A cantora inglesa Florence Welch foi a estranha no ninho do Summer Soul Festival. Afinal, sua música teatral e etérea está bem longe do soul que dá nome ao evento. Essa distância dos demais artistas (e, consequentemente, do público) do festival tinha tudo para transformar seu show num fracasso.

Mas sua performance foi tão poderosa que o mais correto é dizer que o resto do Summer Soul é que ficou deslocado diante dela.

Florence já mostrou sua diferença antes mesmo de começar a cantar. Surgiu no palco usando um longo vestido laranja, que deu um ar ainda mais fantasmagórico a sua pálida figura. Os tecidos esvoaçantes não estavam ali por acaso - eles foram fundamentais para dar o efeito desejado aos movimentos dos braços, jogadas de cabelo e rodopios da cantora. Tudo muito exagerado e teatral - exatamente como a música da cantora.

Ela abriu o show com "Only If For a Night" e já impressionou com o poder de sua voz.  Na segunda música, "What the Water Gave Me", colocou o público para pular. A terceira, "Heartbeat",  foi puro drama. Um pouco depois, ela mostrou que até tem um lado soul, mesmo que bem escondido: cantou "Something's Got a Hold On Me" em homenagem a Etta James ("ela é, basicamente, a razão de eu estar aqui cantando", disse), morta na semana passada.

Seu maior sucesso, "Dog Days Are Over", foi guardada para a metade final da apresentação. A letra inteira foi cantada pelo público, que gritou ainda mais quando a cantora pegou uma bandeira do Brasil bem no meio da música e dançou com ela. Foi um pouco demagógico, mas funcionou.

Em seguida, uma surpresa: "Kiss with a Fist", primeiro single da artista, e música que não estava presente nas apresentações mais recentes da cantora.

Para fechar a performance, Florence escolheu duas canções mais dançantes, "Spectrum" e "No Light, No Light". Nessa hora, disse que o show estava perto do final e perguntou se o público queria ver Bruno Mars, principal atração do Summer Soul. A julgar pelos sinais de não vindos da pista, muita gente tinha vindo à Arena Anhembi só por causa dela. Augusto Gomes

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Etta James I Cantora morre aos 73 anos nos Estados Unidos  (20/01/12)

Morreu nesta sexta-feira (20), aos 73 anos, a cantora norte-americana Etta James. Uma das maiores vozes da história do jazz e do blues, a artista havia sido diagnosticada com leucemia no início do ano passado. Também sofria de Mal de Alzheimer, tinha problemas nos rins e, desde 2010, passou por várias internações por conta de complicações de saúde.

Etta James se apresenta no Playboy Jazz Festival em Hollywood em junho de 2004

Em dezembro, seus médicos anunciaram que seu estado era terminal. No último dia 5, havia recebido alta para morrer em casa. No momento de sua morte, no entanto, Etta estava no Riverside Community Hospital, em Los Angeles, em companhia de seu marido e filhos.

Etta atingiu o sucesso nos anos 1960, quando gravou a música "At Last". Três vezes vencedora do Grammy, foi figura importante nos primórdios do rock 'n' roll. Ela entrou para o Rock and Roll Hall of Fame em 1993, embora durante sua carreira tenha cantado também blues, soul e R&B.

Jamesetta Hawkins nasceu em 25 de janeiro de 1938, em Los Angeles. Sua mãe, Dorothy Hawkins, tinha apenas 14 anos na época. Seu pai nunca foi identificado. Por conta da vida atribulada da mãe, a menina foi criada por amigos próximos, entre eles o casal "Sarge" e "Mama" Lu.

Aos cinco anos, Etta teve sua primeira aula profissional de canto, na Igreja Batista de Saint Paul. Lá, tornou-se uma atração nas missas, fazendo com que Sarge exigisse que o pastor pagasse a jovem por suas participações – pedido que foi negado.

Após a morte de Mama Lu, em 1950, sua mãe biológica a levou para São Francisco. Foi na cidade que Etta, aos 14 anos, formou o grupo de cantoras Creolettes. Nessa época, as jovens foram descobertas pelo cantor e produtor musical Johnny Otis (morto ontem), que logo apadrinhou o grupo. Antes de arranjar um contrato com a Modern Records, Otis rebatizou o conjunto de Peaches e inverteu o nome da cantora de Jamesetta para Etta James.

Cantora Etta James em show em 2001 no festival Monterey Bay Blues, na Califórnia

Após atingir o topo da parada de rhythm & blues com a canção "Dance with Me, Henry", de 1955, as Peaches se tornaram o grupo de abertura da turnê nacional do roqueiro Little Richard. Etta deixou o grupo e assinou contrato com a Chess Records, gravadora do produtor Leonard Chess, que ficou famoso por lançar nomes como Muddy Watters, Howlin' Wolf e Chuck Berry.

A cantora dividiu suas primeiras gravações, os hits "If I Can't Have You" e "Spoonful", com seu namorado na época, o músico Harvey Fuqua. Seu primeiro sucesso solo foi "All I Could Do Was Cry", música que inspirou Leonard Chess a misturar a voz de Etta com violinos e outros instrumentos de cordas.

Dessa ideia surgiu o álbum "At Last!", primeiro trabalho da cantora, lançado em 1961. Nele estão os clássicos "I Just Want to Make Love to You" e "A Sunday Kind of Love", além da faixa-título, "At Last", que se tornou a canção mais famosa de sua carreira.

Durante os anos 1960, Etta adicionou elementos de gospel em suas músicas, como "Stop the Wedding" e "Pushover". Entre os sucessos lançados no período estão "Tell Mama", composta por ela e Clarence Carter, e "I'd Rather Go Blind", que foi regravada por Rod Stewart, B.B. King, Paul Weller e Beyoncé, esta última para a trilha do filme "Cadillac Records", em 2008.

Depois da morte de Leonard Chess, em 1969, Etta se aventurou em estilos como rock e funk. Produzido por Gabriel Mekler, que já havia trabalhado com Janis Joplin e Steppenwolf, o álbum "Etta James", de 1973, marca esse período, apesar de não contar com hits.

Etta James durante concerto do Free Jazz, no velódromo da USP, em 1994

Em 1978 a cantora lançou seus dois últimos trabalhos pela Chess Records, "Etta Is Betta Than Evah" e "Deep in the Night". No mesmo ano Etta abriu alguns shows para os Rolling Stones e se apresentou no Montreal Jazz Festival. A partir daí, passou dez anos longe dos estúdios, lutando contra seu vício em drogas e álcool.

Apenas em 1987 Etta voltou aos holofotes, logo após participar do documentário "Hail! Hail! Rock 'n' Roll", em que canta "Rock & Roll Music" ao lado de Chuck Berry. Em 1993. entrou para o Rock and Roll Hall of Fame e lançou o álbum "Mystery Lady: Songs of Billie Holiday", tributo à cantora Billie Holiday que rendeu a Etta seu primeiro Grammy por melhor performance de jazz, em 1994.

Homenageada com o Grammy pelo conjunto da obra em 2003, Etta voltou com força à mídia no período do lançamento do filme "Cadillac Records", em que foi interpretada pela cantora Beyoncé. Apesar das críticas que o longa recebeu, ele foi responsável por recolocar a canção "At Last" em alta, o que desagradou Etta – principalmente quando Beyoncé a cantou no dia da posse do presidente Barack Obama, em janeiro de 2009.

Magoada, a cantora disse que sentiu-se ofendida por não receber o convite para cantar "At Last" na ocasião, afirmando que teria feito uma apresentação melhor que a de Beyoncé.

Com a piora de sua saúde, Etta James cancelou todos os shows de sua agenda em 2010. Mesmo assim, lançou no ano seguinte o álbum "The Dreamer", último de sua carreira. (iG)

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Ouça Amy cantando “Girl From Ipanema” e + de seu novo álbum “Lioness: Hidden Treasures”  (03/12/11)

Claro que um disco póstumo de Amy Winehouse sairia. O produtor Salaam Remi, um dos primeiros a conhecer Amy, reuniu 12 faixas que afirmam sua genialidade como cantora e originalidade como artista.

O álbum chama-se “Lioness: Hidden Treasures” e tem lançamento oficial no dia 5.12. Este é seu terceiro álbum de estúdio e, como o título diz, é mesmo uma porção de tesouros escondidos, a começar pela versão de “Girl from Ipanema”, gravada em 2002 e “A Song for You”, que leva apenas Amy e seu violão. Tem também uma versão mais lenta do hit “Valerie”, “Best Friends”, uma das preferidas da cantora, a inédita “Between the Sheets” e “Like Smoke”, em que ela canta com o rapper Nas.  (ffw)

Veja abaixo a lista completa das músicas que estão em “Lioness” e escute algumas das faixas:

“Our day will come (Reggae Version)”

“Between the Cheats”

“Tears Dry”

“Will you Still Love me Tomorrow”

“Valerie”

“Like Smoke”

“The Girl from Ipanema”

“Halftime”

“Best Friends”

“Body & Soul”

“A Song for You”

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Lollapalooza BR: saiba tudo sobre o festival que acontece em 2012  (21/11/11)

Festival nascido em Chicago, nos EUA, desembarca em São Paulo no ano que vem ©Reprodução

Desde que a chegada do festival americano Lollapalooza ao Brasil foi anunciada há cerca de três meses, o burburinho só cresceu. Nas redes sociais e sites especializados todo mundo queria saber quem viria, quanto custaria, onde seria, qual o horário… enfim, a especulação não parava. Listas vazaram, o local foi confirmado e no último fim de semana uma imagem de um cartaz com os nomes de Foo Fighters, Arctic Monkeys, Jane’s Addiction, MGMT e mais, se espalhou como sendo o line-up oficial do evento. Nada foi confirmado até esta segunda-feira (21.11), quando os organizadores do evento aqui no Brasil e o idealizador do projeto original e líder do Jane’s Addiction, Perry Farrel, contaram os detalhes de como será o festival em uma coletiva para a imprensa (transmitida ao vivo pela página do festival no Facebook).

O line-up veio alinhado com os boatos de quem estaria entre as atrações de estreia do Lollapalooza Brasil; as duas bandas principais confirmadas são Foo Fighters e Arctic Monkeys. O grupo liderado por Dave Grohl não passava pelo Brasil desde 2001 quando se apresentaram no Rock in Rio; já Alex Turner e seus companheiros do Arctic Monkey estiveram por aqui em 2007 para participar do Tim Festival.

Perry Farrel esteve em São Paulo para a coletiva de imprensa do evento ©Juliana Knobel

A organização brasileira contou com a curadoria de Perry Farrel para escolher as bandas internacionais. Já as nacionais ficaram por conta dos produtores brasileiros — Perry comentou que só conhecia O Rappa e que havia gostado do que ouvira da banda. Além do grupo liderado por Falcão, Pavilhão 9, Marcelo Nova e Wander Wildner também irão se apresentar no festival. De acordo com a organização, a ideia foi misturar nomes já conhecidos da cena musical brasileira com novas bandas independentes, bem como trazer grupos de vários locais do país. Confira o line-up completo do festival que ocorrerá nos dias 7 e 8 de abril do ano que vem, no Jóquei Clube, em São Paulo.

Foo Fighters, uma das atrações mais esperadas para o festival ©Reprodução

Foo Fighters
Arctic Monkeys
Jane’s Addiction
MGMT
TV On The Radio
Thievery Corporation
Skrillex
Calvin Harris
Foster The People
Cage The Elephant
Band Of Horses
Joan Jett And The Blackhearts
Bassnectar
Friendly Fires
Pretty Lights
Gogol Bordello
The Crystal Method
PerryEtty vs Carl Cox
Tinnie Tempah
Peaches
O Rappa
Plebe Rude
Wander Wildner
Marcelo Nova
Rhythm Monks
Cascadura
Pavilhão 9
Tipo Uísque
Suvaca de Prata
Veiga & Salazar
Balls
Blubell
Velhas Virgens
Garage Fuzz
Marcio Techjun
Daniel Brandão

Line-up divulgado no site oficial ©Reprodução

O preço dos ingressos, outro tema de discussão no Twitter e Facebook, também foi divulgado durante a coletiva desta segunda (21.11). O primeiro lote de custará R$ 250 (meia) ou R$ 500 (inteira). Por enquanto, os ingressos só poderão ser comprados por quem já havia se cadastrado no site do evento e recebeu por e-mail uma senha de acesso para a área de pré-venda no site, que abre no primeiro minuto desta terça-feira (22.11). A organização recomenda que quem está cadastrado cheque sua pasta de spams.

A pré-venda fica aberta até o dia 4 de dezembro e a partir do dia 5 ou 6 do mês que vem (a organização ainda confirmará) as vendas devem abrir para o público sem cadastro. Vai ser possível comprar os ingressos pela internet ou em bilheterias de vários estádios de futebol espalhados pelo Brasil. Os próximos lotes devem ter o valor aumentados, mas a organização do Lollapalooza Brasil ainda não confirmou os preços futuros.

A chegada do festival ao Brasil

O Lollapalooza nasceu há 20 anos, idealizado por Perry Farrel, líder do Jane’s Addiction, em 1991. A ideia inicial era preparar uma turnê de despedida para a banda, mas o evento acabou tomando proporções grandes e se transformou em um dos maiores e mais famosos festivais de música do mundo. Bandas de vários estilos já passaram pelo Lollapalooza, desde Soundgarden e Pearl Jam até Arcade Fire e Kanye West.

O festival que nasceu em Chicago aconteceu entre os anos de 1991 e 97 e depois foi retomado em 2003, quando percorreu os Estados Unidos. Em 2005, o evento tomou seu formato atual, fixo no Grant Park, em Chicago. Somente este ano ele fez sua estreia em outro país e o escolhido foi o Chile.

Perry Farrel esteve em São Paulo para a coletiva de imprensa do evento ©Juliana Knobel

Em 2012, o Chile continua no circuito do festival e ganha um parceiro de continente, o Brasil. Farrel contou que a ida do Lollapalooza além dos EUA aconteceu de forma não planejada. “Conheci um pessoal muito bacana do Chile e acabamos decidindo em levar o festival para Santiago. O Brasil entrou no circuito porque teve gente interessada em trazer o Lollapalooza para cá e para os artistas é melhor fazer uma turnê em países próximos. As viagens são muito longas para ficar em um país só”, explicou.

No ano que vem, o festival no Chile ocorre uma semana antes que no Brasil e as atrações são quase todas as mesmas exceto pelas bandas nacionais e algumas outras atrações diferentes como Jane’s Addiction que toca aqui e não lá, e Björk, que se apresenta lá mas não aqui.  Cacau Araújo - ffw

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Japonês Miyavi se apresenta para plateia de fãs enlouquecidas   (15/11/11)

Japonês Miyavi traz rock "guitar hero" ao SWU

Os gritos histéricos na plateia do SWU na noite desta segunda-feira (14) até lembram adolescentes diante de algum astro teen. Mas as garotas que vieram ao festival em Paulínia, no interior de São Paulo, estavam atrás do cantor japonês Miyavi. Algumas disseram ao site G1 que vieram ao SWU apenas para ver o músico.

“Ele não é repetitivo e é sempre ele mesmo. Dizem que ele é o samurai da guitarra, e é isso mesmo. As músicas e o visual dele sempre mostram o que ele está sentindo”, afirma a estudante Ana Clarissa, 21 anos. Ana quebrou a patela do joelho direito há um mês. Por orientação médica, ela deveria estar em casa, evitando esforços. “Eu não poderia estar aqui, mas ele vale mais que tudo”.

Ao lado dela estava Luísa Helena Barros, 18 anos, cabelos pintados de azul. Ela se diz fã de Miyavi há seis anos e esperava ansiosa pela entrada do guitarrista no New Stage. “Espero que ele toque as músicas mais antigas”.

A espera pelo início do show serviu para Maíra Fantoni, 21 anos, fazer novas amizades com outras fãs do cantor japonês. “Conheço o trabalho dele há seis meses e é incrível a presença de palco dele. Todo mundo fica surpreso quando digo que só vim ao SWU por causa dele” .

Outra que veio apenas para ver o artista foi Claudia Pzizlack, 19 anos, que já o assistiu nas outras duas vezes que esteve no Brasil. “Ele tem estilo, ritmo. As músicas dele são para a gente se acabar de dançar”.

O show
Toda a expectativa das fãs não foi frustrada. Com um visual um tanto quanto “clean” para quem está acostumado a ver Miyavi maquiado e com cabelos coloridos, o guitarrista subiu ao palco do SWU de calça estampada, camisa, paletó e cabelo pretos. No rosto, apenas óculos escuros que foram abandonados logo na primeira música. No palco, era Miyavi e um baterista – que se apresentou de sunga e camiseta.

Miyavi abusou dos solos de guitarra, cantou, tirou a camisa e mostrou que mesmo tendo um público tão jovem faz música – rock, hip hop e pop – para gente grande. Quem passava pela área do New Stage e o ouvia se admirava com a técnica e a performance do músico. “Este cara é ninja” foi ouvido pelo G1 pelo menos duas vezes de homens com idade para serem pais das fãs entrevistadas no início desta reportagem.

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Disco solo de Noel Gallagher chega ao topo da parada britânica   (23/10/11)

Noel Gallagher, ex-integrante da banda Oasis, alcançou o topo das paradas britânicas neste domingo com seu primeiro álbum solo, deixando para trás o cantor Matt Cardle.

O lançamento do guitarrista e principal compositor da finada banda de Manchester vendeu mais de 120 mil cópias, 40 por cento a mais do que Cardle.

Misturando o rock do Oasis, influências jazzísticas e um toque de discoteca dos anos 1970, o disco ganhou críticas positivas da mídia britânica.

Apresentando-se com o nome de Noel Gallagher's High Flying Birds, que também é o nome do disco, ele vai fazer uma tour pelo Reino Unido, América do Norte, Europa e Japão.

Gallagher deixou o Oasis em 2009, afirmando que não era mais possível trabalhar com o irmão Liam, vocalista da banda. O Oasis foi uma das bandas britânicas de maior sucesso nos últimos 20 anos. Na parada de singles, Rihana está no topo com We Found Love.

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Veja as duas versões da capa do novo disco de Rihanna, Talk That Talk  (11/10/11)

Rihanna revelou hoje as capas de seu novo álbum, Talk That Talk, destravadas depois de várias missões para os fãs lançadas na página da cantora no Facebook.

Como a maioria dos lançamentos recentes, o disco sai em versão padrão e deluxe, que ganha uma capa diferente, com foto em preto e branco. Ambas trazem o retorno do 'R' estilizado, da era Rated R, seu quarto álbum de estúdio.

"We Found Love", primeiro single de Talk That Talk, teve produção do DJ escocês Calvin Harris. O videoclipe já foi filmado na Irlanda do Norte e será lançado em breve.

Este será o sexto álbum de estúdio de Rihanna, com lançamento marcado para 21 de novembro. (Carina Toledo)

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Charlotte Gainsbourg detalha novo álbum, Stage Whisper que chega às lojas em 7 de novembro  (28/08/11)

Depois de lançar um videoclipe e uma música inédita na última semana, a francesa Charlotte Gainsbourg divulgou detalhes sobre seu próximo álbum, Stage Whisper.

O lançamento será um disco duplo, com 11 faixas ao vivo e sete inéditas, sendo que algumas são das sessões de gravação de seu álbum anterior, IRM. Stage Whisper terá colaborações com Beck, Noah And The Whale, Conor O’Brien, do Villagers, e Connan Mockasin.

O álbum será precedido da EP Terrible Angels, produzida por Beck, que sai em 5 de setembro. O álbum completo chega às lojas em 7 de novembro. (Carina Toledo)

Confira a lista de faixas de Stage Whisper:

Álbum ao vivo:
01. "IRM"
02. "Set Yourself On Fire"
04. "Heaven Can Wait"
05. "In The End"
06. "AF 607 105"
08. "The Operations"
09. "Trick Pony"
11. "The Songs That We Sing"
12. "Voyage"

Álbum de estúdio:
01. "Terrible Angels"
02. "Paradisco"
03. "All The Rain"
04. "White Telephone"
05. "Go To Let Go"
06. "Out Of Touch"
07. "Memoir"

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Já estão disponíveis na internet as faixas de “La liberación”, novo álbum do Cansei de Ser Sexy  (16/08/11)

Dia bom pra música esta terça-feira (16.08). Depois do clipe novo da Lady Gaga, foi a vez das faixas de La liberación, novo álbum do CSS, causarem frisson na internet, num oferecimento da Spin. A audição foi liberada pelo site da revista (clique no link ali embaixo, no fim da matéria. Lê tudo, pô).

Este é o terceiro disco de estúdio da banda paulistana, depois de três anos sem gravar. Segundo a vocalista e musa Luisa Lovefoxxx, em entrevista para a Spin (com a gente você não fala, né, chuchu? Responde nossos e-mails, amor!) o “novo álbum é um trabalho muito mais ousado, mais experimental. Misturamos instrumentos como o saxofone, trombeta e guitarra espanhola”.

São onze faixas inéditas, que misturam rock com eletrônico, naquela fórmula-delícia da banda. As primeiras faixas, porém, soam bem diferentes, mais carregadas em efeitos eletrônicos, uma colagem pop que atordoa. Quando o álbum fica mais cru, do meio para o final, aí a gente gosta mais. RG aposta na música “Echo of Love” como hitzinho das pistas. E em La Liberación” – ali, a despretensão e o escracho que fizeram a fama da banda que a gente guarda num cantinho barulhento do coração. (siterg)

Você ouve o álbum aqui.

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Amy Winehouse é número 1 em vendas no Reino Unido (31/07/11)

A morte da diva do soul Amy Winehouse fez com que disparassem as vendas de seus dois únicos álbuns, e o último deles conquistou a primeira posição entre os mais vendidos desta semana no Reino Unido.

Após a comoção por sua morte, ocorrida em 23 de julho, muitos dos admiradores da cantora britânica compraram seu premiado "Back to Black", situando-o na primeira posição da lista e repetindo o êxito que teve na ocasião de seu lançamento, em 2006.

Por sua vez, seu disco de estreia, "Frank", alcançou nesta semana a quinta posição, bem à frente da 13ª colocação que atingiu em 2003, quando foi lançado.

Além de ter posicionado seus dois álbuns entre os cinco mais vendidos, Amy também figurou na lista dos mais vendidos com uma compilação de ambos, que é comprada em uma caixa única, chamada "Frank/Back to Black", a 10ª do ranking.

Para Gennaro Castaldo, da cadeia de lojas HMVs, este sucesso póstumo não é nenhuma surpresa, já que a demanda após a morte da cantora foi "enorme", tanto que seus discos se esgotaram e foi necessário repô-los.

"Há quem tenha baixado as músicas na internet, mas a maioria quis comprar o CD, talvez porque é uma forma de sentir de maneira mais tangível a conexão com Amy e sua música, algo que costumamos ver quando um artista morre", explicou.

DA EFE, EM LONDRES

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Festival Lokerse Feesten, vira vegetariano para garantir apresentação de Morrissey (09/06/11)

Um festival belga vai proibir a venda de qualquer tipo de carne em seu espaço durante um dia para garantir a apresentação de Morrissey. O ex-vocalista do Smiths é vegetariano desde a adolescência e é um ávido defensor dos direitos dos animais.

O festival Lokerse Feesten, que se estende por dez dias, venderá normalmente produtos feitos com carne nos outros nove dias. Para os organizadores, a exceção "será uma mudança saudável para todos".

A organização diz que há anos sonhava em ter Morrissey em sua programação. "Trabalhamos nisso por muitos meses, esperamos pela resposta durante semanas", diz o site do evento.

A escalação do festival inclui performances de Primal Scream, Robert Plant, Roger Daltrey, Interpol e Dream Theater, entre outros.

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Cantora norte-americana Katy Perry vai fazer show em São Paulo (24/05/11)

A cantora norte-americana Katy Perry vai trazer a turnê California Dreams ao Brasil.

Ela deve se apresentar no dia 25 de setembro na Chácara do Jockey, em São Paulo.

Os ingressos começam a ser vendidos no dia 2 de junho pelo site da Livepass.

Responsável por hits como "Teenage Dream", "Firework" e "I Kissed a Girl", a cantora também se apresentará dentro da programação do Rock in Rio.

Na capital fluminense, a apresentação deve ocorrer no dia 23 de setembro, primeira noite do festival.

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Novo álbum de Lady Gaga deve ser o mais vendido do ano, diz Billboard (20/05/11)

No passado ela se apresentou em barzinhos de Nova York em busca de alguns seguidores, mas agora a rainha do pop Lady Gaga deve atrair uma audiência enorme com o lançamento oficial de seu segundo álbum de estúdio, na próxima semana.

As primeiras resenhas de "Born This Way", que já vazou na Internet antes de seu lançamento oficial, em 23 de maio, têm sido modestas. Mas uma blitz publicitária e o poder de Lady Gaga nas mídias sociais devem gerar vendas fortes, dizem especialistas musicais, independentemente de o novo álbum ser ou não melhor que "The Fame", o primeiro álbum da artista gravado em estúdio.

 

"As vendas na primeira semana serão enormes. Depois disso, caberá ao público decidir se o álbum realmente se sustenta", disse à Reuters Leah Greenblatt, crítica de música do "Entertainment Weekly". "Mas ela sairá ganhando de qualquer maneira, certo? Está claro que não conseguimos parar de falar nela, e não vamos parar no futuro próximo."

Greenblatt observou que a gravadora Interscope Records, do Universal Music Group, vai encher todos os pontos de venda no varejo com o álbum, assegurando as chances de sucesso da cantora nova-iorquina de 25 anos.

A Billboard previu que Lady Gaga provavelmente vai superar "21", da cantora britânica Adele --o álbum mais vendido do ano, com 1,7 milhão de cópias arrematadas até agora.

Para a Billboard, "Born This Way" pode vender entre 450 mil e 750 mil cópias em sua primeira semana de vendas nos EUA. Um site de fãs de Lady Gaga se dedica a tentar fazer com que o álbum venda 1 milhão de cópias em sua primeira semana.

Em novembro passado a cantora country Taylor Swift vendeu 1,047 milhão de cópias de "Speak Now" nos Estados Unidos na primeira semana. Foi o álbum novo de vendas mais rápidas em cinco anos.

Embora os primeiros quatro singles de "Born This Way" já tivessem sido lançados, todas as 14 faixas do álbum saíram em "streaming" na Europa nesta semana.

As primeiras resenhas têm sido positivas, mas não estelares. A revista "Rolling Stone" disse que Lady Gaga ainda trouxe algumas surpresas.

A resenha do "Los Angeles Times" foi menos entusiástica, observando que todos os estilos musicais presentes no álbum, desde o flamenco ao blues, traem "as influências dominantes do disco e glam-rock dos anos 1970".

De acordo com a resenha, embora o álbum tenha momentos interessantes, ele não é inovador. "Se Gaga tivesse passado tanto tempo desafiando fronteiras musicais quanto já passou contestando fronteiras sociais, 'Born this Way' teria sido bem mais bem-sucedido", segundo a crítica.

A influência de Lady Gaga é tão grande que ela passou à frente de Oprah Winfrey, figurando em primeiro lugar na lista anual feita pela revista "Forbes" das 100 celebridades mais importantes, que mede o poder delas por seus ganhos relacionados ao entretenimento, sua visibilidade na mídia e sua popularidade nas mídias sociais.

"Para converter este disco em sucesso, a única coisa que ela precisava fazer era produzir alguma coisa --praticamente qualquer coisa-- suficientemente ousada para que as pessoas reagissem. E, desde sua capa até seu interior, 'Born This Way' é cheio de coisas desse tipo", disse a "New York Magazine".

CHRISTINE KEARNEY
DA REUTERS, EM NOVA YORK

 

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Pixies: Disco inédito ainda não saiu por medo de não honrar os álbuns clássicos (30/04/11)

Os atentos às notícias musicais já devem ter percebido que estamos vivenciando um revival do rock alternativo dos anos 90. Dave Grohl e Krist Novoselic reuniram-se para gravar com o produtor de Nevermind, Butch Vig; o Pearl Jam está ganhando um filme pelas mãos de Cameron Crowe, diretor de Singles; o Smashing Pumpkins vai relançar seus álbuns clássicos e até o Soundgarden voltou aos estúdios, para gravar um álbum inédito.

O Pixies, também pioneiro do rock alternativo, tem desfrutado de muito sucesso nos últimos anos. Depois de dez anos separados, a banda retornou aos palcos em 2004. Desde então, Black Francis (vocalista, cujo nome real é Charles Thompson), Kim Deal (baixo), Joey Santiago (guitarra) e David Lovering (bateria) estão em turnê, que passou pelo Curitiba Pop Festival (2004) e pelo SWU (2010).

Até o momento, a banda não divulgou planos de gravar um novo álbum. Em uma longa entrevista ao Spinner, Santiago e Lovering revelaram que um dos motivos para isso é o medo de que as novas criações não estejam à altura dos dicos anteriores.

"Estávamos felizes apenas de sair em turnê, e não conseguimos mais parar porque as pessoas querem nos ver tocar. Já falamos sobre isso há anos, mas ainda não pensamos em nada", declarou o guitarrista.

"Vou responder isso honestamente", continuou Loverind. "No fundo, acho que temos medo que isso pode causar problemas. Certo? Você não acha? Pode causar, e é esse 'pode' que vai nos levar a pensar 'o que fizemos'? O processo de entrar em um estúdio e gravar alguma coisa... Aaprendendo coisas novamente. Faz muito tempo que não fazemos isso".

"O negócio é o seguinte, queremos proteger nosso legado. Se fizermos alguma coisa, tem que soar bem. Conforme o tempo vai passando, e já faz sete anos, fica mais difícil tomar essa decisão. [...] Há perigo ali, eu não sei se pode existir triunfo. Uma vez que o fizermos, quem sabe? Mas eu acho que [essas dúvidas] fazem música boa. Do tipo 'ah é? Não quero saber, vamos tocar'! Essa angústia é boa", explicou Santiago.

O guitarrista também falou sobre a separação da banda, causada pelo infame comunicado de Francis via fax. "Eu cheguei a pensar 'e se Charles não tivesse terminado a banda?'. Se ele tivesse apenas dado um tempo, enquanto ia explorar suas coisas e nunca tivesse dito nada sobre nosso término... Se ele tivesse apenas dito "estou tirando férias muito longas'... Depois, todos teriam pensado 'aquilo que era química', e cinco anos mais tarde nós teríamos feito aqueles dois álbuns que estávamos obrigados contratualmente a fazer. [risos] Mas não podemos pensar nisso", comentou, nostálgico.

Outro assunto discutido na entrevista foi o papel influenciador do Pixies na música, que ao lançar Come On Pilgrim (1987), Surfer Rosa (1988) e Doolittle (1989), participou do movimento que trouxe uma nova sonoridade, que posteriormente se desdobraria no grunge e outros subgêneros do rock alternativo.

"Nós não pensamos muito nisso. A verdade é que todos são influenciados, então nós somos apenas um dos sortudos nos quais as pessoas buscam inspiração. [...] A moda é o momento e isso é parte do rock 'n' roll. Eu me lembro que Charles sempre usou aquela camiseta de flanela, e eventualmente as pessoas começaram a usar. Fizemos parte disso. Musicalmente? As pessoas estavam ficando cada vez mais aventureiras na época, mais 'alternativas'. Inovadores? Hüsker Dü e REM já existiam, então apenas continuamos daquele ponto, mas certamente aquilo se tornou mais popular. Acabou explodindo", declarou Santiago.

"E sempre vai ser assim. Jay-Z vai ser "clássico" um dia", completou Lovering.

O guitarrista e o baterista também comentaram o primeiro show que reuniu a banda, no festival Coachella de 2004, e sua atual plateia, muito jovem para ter escutado Pixies originalmente. "Nossos álbuns sairam quando algumas daquelas crianças não tinham nem nascido e eles estavam cantando junto conosco no Coachella. Foi chocante", disse Lovering.

"A quantidade de pessoas que estavam apenas prestando atenção enquanto tocávamos... Quando olhamos para o lado do palco, vimos Red Hot Chilli Peppers, PJ Harvey, Radiohead apenas nos observando. Eu pensava comigo 'não vou olhar para vocês, essas 70.000 pessoas são mais reconfortantes'. [...] É bem legal ter jovens vindo aos nossos shows. A partir de que idade será que começam a ouvir Pixies? Acho que é desde quando chegam na faculdade, pelas estações de rádio universitárias. Essa é uma época em que as pessoas estão tentando explorar o mundo de uma maneira diferente. Eu acho que somos uma daquelas bandas que são marcos de quando as coisas eram diferentes, quando as coisas mudaram. Fomos grande parte disso. [...] A razão pela qual os atuais jovens 'alternativos' gostam da gente é porque fomos parte daquela história. As bandas que eles gostam agora, meio que sabem que foram influenciadas por nós. Sorte que ainda somos relativamente novos e eles ainda podem nos ver tocar", declarou Santiago.

Para encerrar a entrevista, os dois falaram sobre o futuro do Pixies. "Temos que nos planejar para fazer algo novo", afirmou o baterista.

"Aquela conversa de fazer um álbum estará em primeiro plano. Definitivamente nos consolidamos como um grupo e espero que quando tivermos esquecido tudo o que aconteceu, talvez voltemos para o estúdio e dê tudo certo. Até o Bono disse 'por favor, façam um novo álbum!' E eu acho que devemos fazer, mas isso não depende só de mim", finalizou Santiago. (Carina Toledo)

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Tributo a Buddy Holly terá Paul McCartney e Julian Casablancas (28/04/11)

Um disco tributo a Buddy Holly, ícone do rock norte-americano, terá músicas reinterpretadas por artistas do calibre de Paul McCartney, Lou Reed, Cee Lo Green e Julian Casablancas.

Buddy Holly morreu em 3 de fevereiro de 1959, aos 22, e completaria 75 anos em setembro deste ano. O disco, chamado "Rave On Buddy Holly", terá 19 músicas e será lançado no dia 28 de junho. (Folha)

O músico Buddy Holly, ícone do rock norte-americano, que morreu em 3 de fevereiro de 1959

Veja a lista completa de músicas:

1. Dearest - The Black Keys
2. Every Day - Fiona Apple & Jon Brion
3. It's So Easy - Paul McCartney
4. Not Fade Away - Florence + The Machine
5. (You're So Square) Baby, I Don't Care - Cee Lo Green
6. Crying, Waiting, Hoping - Karen Elson
7. Rave On - Julian Casablancas
8. I'm Gonna Love You Too - Jenny O.
9. Maybe Baby - Justin Townes Earle
10. Oh Boy - She & Him
11. Changing All Those Changes - Nick Lowe
12. Words Of Love - Patti Smith
13. True Love Ways - My Morning Jacket
14. That'll Be The Day - Modest Mouse
15. WellAll Right - Kid Rock
16. Heartbeat - The Detroit Cobras
17. Peggy Sue - Lou Reed
18. Peggy Sue Got Married - John Doe
19. Raining In My Heart - Graham Nash

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As dez histórias mais impressionantes de Ozzy Osbourne (02/04/11)

Cabeças de morcegos e pombas arrancadas. Décadas de abuso de álcool e drogas. Processos por agressão e incentivo ao suicídio. As histórias que cercam o cantor Ozzy Osbourne são tão impressionantes quanto sua música. E a maior parte, de acordo com o próprio cantor, é verdadeira. Em sua autobiografia "Eu Sou Ozzy", lançada no final do ano passado no Brasil, ele fala sem pudores (e com uma boa dose de humor negro) sobre vários desses acontecimentos. E garante: é verdade que mordeu a cabeça de um morcego durante um show.

O cantor iniciou na quarta-feira (30 de maçor) sua turnê pelo Brasil. O primeiro show aconteceu em Porto Alegre, no Gigantinho. Ozzy continua a série em São Paulo (Arena Anhembi, sábado, 02/04), Brasília (Ginásio Nilson Nelson, terça, 05/04), Rio de Janeiro (Citibank Hall, quinta, 07/04) e Belo Horizonte (Mineirinho, sábado, 09/04). É a primeira vez que o músico de 62 anos vem ao Brasil desde 2008. Os shows promovem o disco "Scream", lançado no ano passado. Ainda há ingressos para todas as cinco apresentações.

Veja abaixo uma relação das dez histórias mais impressionantes envolvendo o príncipe das trevas Ozzy Osbourne, contadas no livro "Eu Sou Ozzy":

 

O morcego
A lenda mais famosa ligada a Ozzy Osbourne é que ele teria mordido cabeça de um morcego vivo durante um show. Pois bem: não é lenda. Segundo o próprio cantor conta em sua autobiografia, o fato aconteceu em janeiro de 1982 durante um show em Des Moines, Iowa. Em sua defesa, Ozzy diz que achou que o animal era de plástico e o mordeu porque achou que isso iria impressionar a plateia. Quando sentiu o sangue inundando sua boca, percebeu que era um morcego de verdade. Depois do incidente, ele teve que tomar algumas doses de vacina anti-rábica.

A pomba
A história que Ozzy Osbourne teria arrancado a dentadas a cabeça de uma pomba durante uma reunião com executivos da indústria fonográfica também é verdadeira. O fato aconteceu em 1981, em Los Angeles. Ozzy estava reunido com diretores de sua gravadora, negociando um novo contrato. Sob sugestão de sua esposa, Sharon, ele levava duas pombas do bolso do casaco, para soltá-las como forma de celebrar um possível acordo. Quando as coisas não saíram conforme o esperado, ele decapitou uma delas com uma mordida e cuspiu a cabeça no colo de uma secretária.

O Álamo
Ozzy Osbourne tornou-se persona non grata no Texas depois que urinou no muro do Alamo, um dos mais importantes monumentos históricos dos Estados Unidos. De acordo com o livro "Eu Sou Ozzy", tudo aconteceu assim: ele acordou num quarto de hotel e todas as suas roupas haviam sido escondidas por sua mulher Sharon, para impedir que ele saísse em busca de bebidas. O cantor então pegou um vestido da esposa e foi para a rua. Quando sentiu vontade de urinar, virou-se para o primeiro muro que encontrou - era o forte Alamo. Um policial viu e o deteve.

O Rock in Rio
A autobiografia de Ozzy Osbourne tem algumas linhas dedicadas ao Brasil. Não é muita coisa - apenas as suas poucas lembranças de quando veio ao país em 1985, para participar do primeiro Rock in Rio. Foi o primeiro show que o cantor fez após fazer sua estreia numa clínica de reabilitação. Não deu muito certo: ele bebeu tanto no voo para o Brasil que desmaiou no avião. Sobre o país, sua principal lembrança foi conhecer Ronald Biggs, criminoso inglês que se refugiou no Rio após assaltar um trem na Inglaterra.

A prisão
Ozzy enfrentou alguns problemas com a justiça durante a sua vida. O primeiro deles foi na adolescência, quando ele foi detido por furtar um loja de roupas. Ele poderia ter evitado a prisão se tivesse pago uma fiança. Mas seu pai se recusou a dar o dinheiro, alegando que o jovem precisava aprender uma lição. Ozzy então passou seis meses num reformatório. Ele conta que, na ocasião, prometeu ao pai nunca mais voltar para a cadeia. "Eu cumpri a promessa. Depois disso, já passei noites em distritos policiais, mas nunca na cadeia", diz.

Os processos
Em duas oportunidades (1985 e 1991), o cantor foi acusado de incentivar o suicídio, por causa de sua canção "Suicide Solution". Nas duas, ele foi absolvido. Nas páginas dedicadas ao caso de "Eu Sou Ozzy", o músico conta ter ficado perplexo com as acusações. Sua maneira de lidar com a pressão foi, mais uma vez, ficar completamente bêbado. Segundo ele, na primeira entrevista coletiva que deu para dar sua versão dos fatos ele mal conseguia entender as perguntas, tamanha era a quantidade de álcool que tinha ingerido.

 

A briga
Em "Eu Sou Ozzy", o cantor garante que não consegue viver sem sua esposa, Sharon (o episódio em que ela foi diagnosticada com câncer é descrito como o mais apavorante de sua vida). Isso não impediu, no entanto, que os dois tivessem brigas terríveis. Na pior delas, em 1989, o cantor agarrou o pescoço da mulher e tentou estrangulá-la. Ela conseguiu chamar a polícia e o acusou de tentativa de assassinato. Depois os dois fizeram as pazes e ela retirou a queixa, com a condição que ele se internasse numa clínica de reabilitação.

A Aids
No meio dos anos 1980, Ozzy Osbourne achou que estava com Aids. Durante uma série de exames de rotina, seu médico surpreendeu-se com o mau estado de seu sistema imunológico e levantou a possibilidade da doença. O cantor passou alguns dias em pânico, já que na época não havia tratamento para a Aids. Quando o resultado dos testes de sangue chegou, ele descobriu que não tinha o vírus HIV. O abuso de álcool e drogas, no entanto, havia sido tão grande que seu sistema imunológico era tão frágil quanto o de um doente.

A sobrevivência
Numa vida de tantos abusos, é quase irônico que o mais perto que Ozzy Osbourne tenha chegado da morte tenha sido num acidente com um triciclo motorizado. O acidente aconteceu em 2003, quando o cantor pilotava no quintal de sua mansão. Ao passar por um buraco, o triciclo capotou. Na queda, Ozzy fraturou algumas vértebras e, segundo ele mesmo conta, correu risco real de morrer ou de perder os movimentos do pescoço para baixo. Mas ele conseguiu se recuperar rapidamente, e em 2005 já estava lançando um novo disco.

A coragem
No final de 2004, Ozzy envolveu-se em mais uma situação perigosa: brigou com um ladrão que tentava roubar sua casa em Londres. Ele conta que não tinha a intenção de enfrentar o criminoso. A história aconteceu assim: o cantor acordou por causa de um barulho em sua mansão, foi investigar o que estava acontecendo e então deparou-se com o ladrão. Depois de uma briga rápida, ele conseguiu fugir por uma janela, levando jóias e outros objetos de valor. O criminoso nunca foi encontrado. (Augusto Gomes)

 

Ozzy Osbourne - São Paulo

2 de abril de 2011, às 21h30
Arena Anhembi (av. Olavo Fontoura, 12.09, Santana)
de R$ 200 a R$ 600
informações: 11-4003-6464

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Música inédita de Kurt Cobain e Courtney Love aparecerá em filme (20/03/11)

Courtney Love, Krist Novoselic e Kurt Cobain, integrantes da banda Nirvana, durante show do Hollywood Rock realizado no estádio do Morumbi, em 1993

Uma música inédita de Kurt Cobain e Courtney Love vai aparecer no documentário "Hit So Hard", que vai contar a história da ex-baterista da banda Hole, Patty Schemel.

O filme teve première no festival SXSW, em Austin, Texas, nos Estados Unidos, nesta semana.

Assim como uma gravação que mostra Cobain e Love cantando a música, "Stinking of You", o filme tem entrevistas com a cantora e também ex-integrantes do Hole, Melissa Auf de Maur e Eric Erlandson.

O documentário foca na luta de Schemel contra o vício em drogas e a morte de Cobain e da baixista do Hole, Kristen Pfaff.

Todas as quatro integrantes originais da banda devem se reunir pela primeira vez em 13 anos na première do filme em Nova York, no próximo dia 28.

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Lady Gaga é a primeira artista a vender 20 milhões de "singles digitais" (19/03/11)

Lady Gaga conseguiu um feito inédito: é a primeira artista a vender mais de 20 milhões de cópias digitais de suas músicas.

A associação da indústria fonográfica americana reconheceu a marca com vários certificados de ouro (500 mil cópias vendidas) e de platina (1 mihão), segundo o site Hollyscoop.com.

O single "Just Dance" foi seis vezes disco de plantina; "Poker Face", cinco; e "Bad Romance", quatro. Isso sem contar com as vendas "Paparazzi" e "Love Game", que também coquistaram vários certificados.

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Bob Dylan consegue permissão para tocar na China pela 1ª vez (06/03/11)

O mítico cantor de folk-rock americano Bob Dylan conseguiu autorização para se apresentar pela primeira vez na China, após uma fracassada tentativa no ano passado, e tocará seu "Blowin' in the Wind" em Pequim no dia 6 de abril e em Xangai em 8 de abril, informaram os organizadores da turnê em comunicado.

Segundo a Gehua-LiveNation, a empresa sino-americana que organiza os shows de Dylan no país asiático, o Ginásio dos Trabalhadores de Pequim e o Grand Stage de Xangai serão os palcos das apresentações.

Os preços oscilarão entre os 280 iuanes (US$ 42) e os 1.960,411 iuanes (US$ 298) para a ala VIP, número que homenageia a data do primeiro show do músico (11 de abril de 1961).

Dylan, que completará 70 anos em maio, cancelou no ano passado uma viagem à Ásia, que além das duas cidades chinesas mencionadas incluía Coreia do Sul, Japão e Taiwan, por não obter permissão das autoridades chinesas.

Em um primeiro momento, os promotores daquela turnê, a empresa taiuanesa Brokers Brothers, culpou o Ministério da Cultura chinês de proibir o show de Dylan, depois que outras excursões de artistas ocidentais famosos (como Oasis, The Killers, Céline Dion e Linkin Park) foram suspensas no país por problemas com a censura ou desacordos sobre a venda de ingressos.

A primeira banda de pop internacional que se apresentou na China foi a Wham!, em 1985, com um show em Pequim que demandou aos agentes do grupo de George Michael meses de intermináveis negociações.

Em seguida, vieram as turnês de Whitney Houston e Elton John, mas considera-se que o primeiro grande show de rock na China foi o do Deep Purple em Pequim, em 2004.

DA EFE, EM PEQUIM

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 Britney Spears pode trazer sua nova turnê para o Brasil (10/02/11)

A cantora Britney Spears pode trazer sua nova turnê para o Brasil. A novidade foi contada pela cantora no Twitter nesta quinta-feira, 10, ao responder perguntas de fãs de diversas partes do mundo.

"Estou pensando sobre minha turnê agora e gostaria de visitar lugares em que não estive na minha última turnê, especialmente o Brasil", escreveu Britney.

O novo álbum da cantora, Femme Fatale, será lançado no dia 29 de março.

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She & Him lança novo clipe "Don't Look Back" (20/01/11)

A banda She & Him da atriz/cantora  Zooey Deschanel está lançando o clipe "Don't Look Back",

que presta homenagem à moda e design da década de 50 e 60, e ao futurismo da época. "Don't Look Back" faz parte do álbum Volume Two, mais recente trabalho da banda. O clipe foi dirigido por Jeremy Konner, com coreografia de Sophie Olson, que também coreografou o primeiro single de Volume Two, "In The Sun", em que Deschanel encarna a colegial.

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Cantor Seal fará shows no Brasil em março (17/01/11)

O cantor Seal com a mulher, Heidi Klum; ele virá ao Brasil para shows em março

O cantor Seal com a mulher, Heidi Klum; ele virá ao Brasil para shows em março

O cantor Seal fará shows em março no Brasil, segundo informou a assessoria da produtora Time For Fun nesta segunda-feira.

Os shows acontecerão nos dias 17, no Credicard Hall, em São Paulo; 19, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro; 20, no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte; 23, no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília; 26, no Siara Hall, em Fortaleza; e 27, no Chevrolet Hall, em Recife

Seal vem ao Brasil para divulgar seu sexto álbum, "Seal 6: Commitment", que foi lançado em setembro do ano passado

Para as apresentações de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Fortaleza, clientes Credicard, Citibank e Diners poderão comprar ingressos em pré-venda exclusiva entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro.

Já a venda para o público em geral acontece a partir de 02 de fevereiro.

As informações sobre pré-venda e venda do show em Recife, além de valores e serviço de toda a turnê, serão divulgadas em breve. Folha

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Vocalista Trish Keenan da banda Broadcast, morre de pneumonia depois de lutar contra o vírus H1N1 (15/01/11)

O Broadcast se equilibrava entre o passado e o futuro. Se de um lado tinha os sintetizadores, de outro tinha uma uma sonoridade visceral que remetia ao som do garagem dos anos 60, ao rock que desembocaria tanto na psicodelia quanto no punk. Natural que o último álbum da banda, em parceria com The Focus Group, tivesse exatamente essa aura de mergulho no passado, apropriando-se de pedaços de gravações antigas para criar sonhos meio fantasmagóricos. Era um som inquieto, literalmente assombroso. Foi um dos discos de que mais gostei em 2009.

Muito do refinamento da banda e destes pontos de contato com o passado vinham da voz de Trish Keenan.  Era ao mesmo tempo delicada e forte, tinha algo fora de esquadro, fora do mundo e do tempo. Trish morreu de pneumonia depois de lutar contra o vírus H1N1. Uma brutalidade morrer de gripe hoje. Tristeza. (Guilherme Werneck)  

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Keith Moon, do Who, é o melhor baterista da História, diz a Revista 'Q' (09/01/11)

 

Keith Moon, o desaparecido componente dos míticos Who, é o melhor baterista da História, segundo a lista dos "10 destaques" elaborada pela Revista musical Q.

Moon, morto aos 32 anos por causa dos excessos com álcool, foi o melhor, segundo esta Revista, porque mudou o papel das baterias que eram mero acompanhamento nos grupos de música.

"Ele pôs fim a essa convenção com uma combinação de sentido selvagem da teatralidade, um hedonismo desenfreado e o estilo de um ritmo incontível que impulsionou My Generation (o álbum de estreia da banda britânica, gravado e publicado em 1965)", assinala a Q.

Apesar de sua morte precoce, a revista musical afirma que a lenda de Moon "segue viva, graças a incidentes de estilo como quando detonou fogos de artifício em sua bateria em um programa de televisão transmito ao vivo nos Estados Unidos".

A lista dos dez é completada na ordem por Stewart Copeland (The Police), Neil Peart (Rush), Lowell "Sly" Dunbar (Peter Tosh e The Mighty Diamonds), Joey Jordison (Slipknot), John Bonham (Led Zeppelin), Moe Tucker (The Velvet Underground), Ahmir Thompson (The Roots), Matt Helders (Arctic Monkeys) e Reni (The Stone Roses).

Sobre De Copeland a Revista destaca que "ainda que parecesse um treinador de tênis em seu tempo livre", teve muito a ver com o The Police passar "do circuito do punk em Londres para o mundial". "Ainda que as músicas que levasse em sua mente tivessem um gosto duvidoso, não há dúvidas sobre sua técnica e entusiasmo contagioso", disse.

A Peart cabe o papel do principal autor das canções do Rush, contradizendo uma brincadeira habitual das bandas de música que diz: "Quem é o último que quer ouvir um grupo de sua bateria?: Querem que ensaiem uma de minhas canções?"

Dunbar é incluído por "haver reinventado o reggae jamaicano", Jordison por "haver levado os solos de bateria a lugares não experimentados previamente", Bonham "por seus intensos solos de 15 minutos" e Tucker, não somente por ser a única mulher da lista, senão por posar "um estilo tão pouco convencional como sua aparência andrógina".

De Thompson se destaca por "oferecer o melhor do hip hop" e de Helders, que "tem uma energia autodidata", enquanto que de Reni "poderia tocar qualquer coisa, desde a música pop de garagem dos anos 60, até o rock mais psicodélico".

Entre tantos elogios, Q também introduz uma ácida crítica ao que qualifica como "o pior baterista" da História, "reconhecimento" que recai em Tommy Lee, o midiático membro dos Motley Crue.

"Mais conhecido por suas travessuras fora do cenário, Tommy Lee mascarava suas evidentes limitações com carisma, caos e ridículos solos de bateria. Ao menos, agora pode rir de si mesmo. Um recente clipe da internet o mostra 'tocando' nos peitos de um grupo de modelos de biquíni", indica a revista. (Efe)

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Show do Radiohead feito por fãs está no YouTube . Assista! (07/01/11)

Assista agora o vídeo de cerca de duas horas que registra um show do Radiohead ocorrido em Los Angeles em janeiro de 2010.

O concerto tinha como missão arrecadar dinheiro para ajudar as vítimas do terremoto que atingiu o Haiti - a banda inglesa juntou cerca de R$ 900 mil com a iniciativa.

Há pouco, a filmagem desse show apareceu na internet. Um filme feito por fãs foi mandado para a banda, que aprovou o vídeo. As imagens, então, foram colocadas no YouTube. O filme capta a performance de 24 canções.

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Álbum 'The Fame Monster', de Lady Gaga, foi o mais vendido do ano (28/12/10)

Além de vender entradas para shows como água, Lady Gaga também foi nomeada a campeã de vendas de discos em 2010, com base nos números de vendas mundiais registrados pelo site alemão Media Traffic.

Gaga comemorou em seu Twitter: "The Fame Monster foi nomeado o álbum mais vendido de 2010! Estou tão animada para o futuro, acredito que quanto mais trabalhar duro, você realiza seus sonhos". Em segundo lugar está Eminem, enquanto o galã adolescente canadense Justin Bieber marcou o 3 º lugar.

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Madonna busca colaboradores para novo álbum (19/12/10)

Madonna está se preparando para gravar um novo álbum, que será o sucessor de Hard Candy (2008). Segundo Guy Oseary, agente da cantora, Madonna está buscando produtores e colaboradores para o novo trabalho.

"É oficial! Preciso me mexer. Preciso suar. Preciso fazer músicas novas! Música para dançar. Estou procurando as pessoas mais loucas, insanas e mais fodonas para colaborar comigo", escreveu Oseary em seu Twitter, repassando a mensagem de Madonna.

Ainda não há uma previsão sobre o novo álbum. Desde 2008, Madonna esteve envolvida em outros projetos, como W.E, filme sobre a realeza britânica que ela dirigiu em julho. (Carina Toledo)

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Rihanna anuncia vinda ao Brasil pelo twitter (14/12/10)

A cantora Rihanna está a caminho do Brasil. A cantora afirmou, em seu perfil no twitter, que planeja vir ao país. "Brazil, we're puttin together a massive take ova for you!", escreveu. Em tradução livre, "Brasil, estamos preparando uma verdadeira invasão para vocês".

"Esperei por tempo demais, será épico", completou a artista. Rihanna não informou, no entanto, quando ela virá ao país nem por quais cidades pretende passar. Este ano, uma produtora chegou a anunciar shows da cantora no Brasil, mas as apresentações não aconteceram.

Entre fevereiro e março, a cantora tem uma série de apresentações agendada na Austrália. Seu disco mais recente, "Loud", foi lançado em novembro deste ano.

Recentemente, Rihanna já havia sido notícia por algo que escreveu no twitter relacionado com o Brasil. Ao tomar conhecimento que fãs haviam feito uma paródia da capa de seu último disco, colocando uma foto da brasileira Alcione em seu lugar, ela escreveu: "espero não estar assim aos 50".

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Música de Kesha é eleita a melhor de 2010 pela Billboard (12/12/10)

MD119. MADRID, 10/12/2010.- La cantante estadounidense Kesha, durante su actuaciÛn en la ceremonia de entrega de los premios de la emisora de radio 40 Principales, celebrada esta noche en el Palacio de los Deportes de Madrid. EFE/Emilio Naranjo

Lady Gaga que se cuide. Eleita a melhor artista de 2010 pela Billboard, ela perdeu, porém, o primeiro lugar no ranking das melhores músicas do ano para Kesha. A cantora, que se diz "completamente pervertida", levou a medalha de ouro com "Tik Tok".

E não foi por menos. O single ficou nove semanas seguidas na liderança. De acordo com a revista, nenhuma cantora novata tinha conseguido o feito até então.

Na sequência, vêm Lady Antebellum, com "Need You Now", e Train, com "Hey, Soul Sister". "Bad Romance", de Lady Gaga, aparece lá embaixo, em oitavo lugar.

As listas são montadas de acordo com dados de audiência e vendas na internet, todos fornecidos por fontes on-line especializadas.

 

HOT 100 2010 - BILLBOARD
1. "Tik Tok", Kesha
2. "Need You Now", Lady Antebellum
3. "Hey, Soul Sister", Train
4. "California Gurls", Katy Perry e Snoop Dogg
5. "OMG", Usher e will.i.am
6. "Airplanes", B.o.B e Hayley Williamns
7. "Love the Way You Lie", Eminem e Rihanna
8. "Bad Romance", Lady Gaga
9. "Dynamite", Taio Cruz
10. "Break Your Heart", Taio Cruz e Ludacris

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LCD Soundsystem faz mini-turnê pelo Brasil em fevereiro (30/11/10)

E o primeiro semestre de 2011 ganha mais um show internacional: LCD Soundsystem. O grupo liderado por James Murphy já tocou no Brasil quatro vezes: em 2004, (Nokia Trends) 2007, (Skol Beats) 2008, (Via Funchal) e 2009 (DJ set no Smirnoff Experience). Durante este último, James bateu um papo com o FFW _e em maio de 2010 lançou o disco “This Is Happening”. As apresentações acontecem em fevereiro, na quarta edição da POPLOAD Gig, festival organizado pelo jornalista Lúcio Ribeiro e que já trouxe para o Brasil bandas como Matt&Kim, Miike Snow e GIRLS. As três datas ainda não estão certas, (algo como entre dia 17 e 20) mas as cidades sim: São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Para mais informações, fique de olho no site oficial do evento.(Gabriel Marchi) + Myspace: myspace.com/lcdsoundsystem ___________________________________________________________________________________ Disco "Double Fantasy" que Lennon autografou horas antes de ser assassinado vai à venda (23/11/10)

Uma cópia do disco "Double Fantasy" que John Lennon autografou para Mark Chapman poucas horas antes de ele ser assassinado pelo próprio Chapman foi colocada à venda por US$ 850 mil (cerca de R$ 1.460.000). A informação é do comerciante de memorabilia de Nova York Gary Zimet. "Double Fantasy" foi lançado em novembro de 1980 - Lennon foi morto a tiros por Chapman em 8 de dezembro do mesmo ano. "[O disco] é indiscutivelmente o artefato de rock mais importante que existe", afirmou Zimet. Zimet conseguiu o disco autografado por meio de Phillip Michael, um empregado de manutenção que achou o LP em frente ao prédio nova-iorquino no qual Chapman matou Lennon. Michael apresentou o disco à polícia, que dias depois o devolveu a ele. Duas décadas depois, Michael vendeu o disco a um comprador anônimo, por US$ 165 mil, por intermédio de Zimet. Esse mesmo comprador, agora, está revendendo o LP.

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Raveonettes: distorções e ruídos (20/11/10)

Conhecida por mesclar a simplicidade das canções das décadas de 1950/60 com a intensidade de guitarras elétricas distorcidas, a dupla dinamarquesa Raveonettes não decepcionou os fãs que compareceram ao segundo show da banda no Brasil, realizado no Sesc Pompéia, em São Paulo - a primeira apresentação aconteceu em 2005, em Curitiba. Se nos álbuns o grupo formado por Sune Rose Wagner e Sharin Foo soa ligeiramente pesado, ao vivo suas canções são tonificadas por distorções sujas e batidas mais rápidas e altas - no caso, não tão altas, pois o som do Sesc não permitia que a banda tocasse na altura desejada pelos fãs. "Infelizmente não podemos tocar tão alto quanto gostaríamos, mas estamos fazendo o possível", disse o vocalista logo no começo da apresentação.

Se no início o show não chegou a empolgar os presentes, bastou a chegada de alguns hits para animar de vez a plateia, caso das músicas "Dead Sound", "Love in a Trashcan" e "Little Animal" - sendo esta última cantada em formato solo por Sune Rose Wagner, enquanto os demais integrantes do grupo consertavam o instrumento do baixista Jens Hein, avariado na canção anterior. No palco a banda provou que pode fazer muito utilizando poucos acordes e uma bateria minimalista, que contava com apenas quatro peças e era tocada em pé pelo baterista Adrian Aurelius - e em alguns momentos pela guitarrista e vocalista Sharin Foo.

Para o final a dupla reservou as animadas "Twilight", "Last Dance" e, no Bis, o hit "That Great Love Sound", canção chefe do primeiro álbum do Raveonettes, "Chain Gang of Love", de 2003. Apesar de rápida, a apresentação não deixou a desejar - talvez apenas pela falta da simpática cover de "My Boyfriend's Back".(Guss de Lucca) ________________________________________________________________________________

Site de Michael Jackson disponibiliza nova faixa "Hold my hand" para audição; ouça (15/11/10)

Depois de "Breaking news", o primeiro single oficial de "Michael", disco póstumo de Michael Jackson, foi disponibilizado para audição no site do cantor, que morreu em junho de 2009 por overdose acidental. Clique aqui para ouvir.(http://breakingnews.michaeljackson.com/) "Hold my hand" é um dueto com o cantor Akon. Descrita pela MTV americana como "um apelo universal pela paz", a faixa foi gravada pela dupla originalmente em 2007. A Sony e os responsáveis pelo espólio de Jackson disseram ter uma nota escrita pelo cantor na qual expressa seu desejo de que "Hold my hand" fosse o primeiro single em seu próximo projeto. "O mundo não estava pronto para ouvir 'Hold my hand' quando ela vazou dois anos atrás. Ficamos desolados por isso", disse Akon. "Mas seu momento chegou, definitivamente. Agora ela está na fase final, e se tornou uma canção incrível, bonita, como um hino. Estou muito orgulhoso por ter tido a chance de trabalhar com Michael, um dos meus ídolos", disse o produtor em comunicado. "Michael" chega às lojas em 14 de dezembro. O álbum tem dez faixas e inclui também colaborações com o rapper 50 Cent e com o roqueiro Lenny Kravitz. ________________________________________________________________________________

Belle &Sebastian faz show de altos e baixos em São Paulo (11/11/10)

O Belle & Sebastian veio ao Brasil pela primeira vez em 2001, quando fez duas apresentações históricas no extinto Free Jazz Festival, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nos nove anos que se passaram desde então, a banda escocesa lançou mais três discos - o mais recente, "Write About Love", saiu em outubro deste ano. Mas o público brasileiro, a julgar pelo show desta quarta-feira (10) no Via Funchal, em São Paulo, não está muito interessado nesta história mais recente. A plateia queria ouvir mesmo os clássicos dos anos 1990 do grupo.

Músicas dos álbuns "If You're Feeling Sinister" (1996) e "The Boy with the Arab Strap" (1998) foram as mais aplaudidas pelo público. O primeiro forneceu cinco músicas para o show (o mesmo que "Dear Catastrophe Waitress", de 2003) e o segundo, três. O novo "Write About Love" apareceu com quatro.

A banda foi bem generosa com o público brasileiro. Além de apresentação longa (23 músicas no total) e com algumas surpresas ("The Fox in the Snow", "Jonathan David"), houve outros mimos, como seis fãs convidados para subir ao palco e dançar e o vocalista Stuart Murdoch cantando no meio (literalmente) da plateia.

O maior ponto negativo foi a qualidade do som. Além dos oito integrantes do grupo, havia mais um quarteto de cordas no palco. Mas tudo isso virou uma massa sonora em que quase nada se distinguia. Além disso, houve momentos, principalmente no meio do show, em que a banda foi quase desanimadora. Felizmente, da metade para a frente, a coisa melhorou, inclusive no som - as cordas puderam até ser ouvidas com um mínimo de clareza, coisa que não aconteceu no início da performance.

O grupo abriu a apresentação às dez horas em ponto, com "I Didn't See It Coming", faixa do recém-lançado "Write About Love", num palco praticamente às escuras. Na música seguinte, "I'm a Cukoo", as luzes aumentaram e o vocalista Stuart Murdoch se aventurou para os cantos do palco.

As primeiras frases em português (um esforçado "boa noite São Paulo" dito por Murdoch) vieram após "Step Into My Office, Baby", cantada por Stevie Jackson. Uma espécie de vocalista secundário da banda, Jackson logo depois pediu que o público cantasse junto uma das músicas novas, "I'm Not Living in the Real World", e foi atendido.

"The Fox in the Snow" e "Travellin' Light", lentas e introspectivas, abriram caminho para a reta final da performance. Foi quando a banda tocou alguns de seus maiores sucessos, como "If You're Feeling Sinister", "The Boy with the Arab Strap" e "Sleep the Clock Around".

Após insistentes pedidos do público, o grupo voltou para um generoso bis. Começou com "Jonathan David", cantada por Stevie Jackson, e terminou com três músicas do disco "If You're Feeling Sinister": 20. "Get Me Away from Here I'm Dying", "Judy and the Dream of Horses" e "Me and the Major". O Belle & Sebastian faz um segundo e último show no Brasil nesta sexta-feira (12), no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Os ingressos custam R$ 100, mas quem levar um quilo de alimento não perecível paga meia-entrada. (Augusto Gomes)

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Britney Spears trabalha com produtor de “Baby One More Time” em novo disco (09/11/10)

Já se foram dois anos desde o lançamento de “Circus”, o último (e não tem bem-sucedido) disco de Britney Spears. A controversa cantora pop, perseguida pela mídia, voltou ao estúdio e está trabalhando com Max Martin, ninguém menos que o produtor que escreveu “Baby One More Time”, seu primeiro hit de 1999 (lembra?). O single veio acompanhado de um clipe onde a então garota _saída há não muito tempo do programa de TV “O Clube do Mickey”_ dançava sensualmente de uniforme de colegial católico. O produtor Dr Luke, que também está envolvido nas novas canções, declarou seu entusiasmo _e sem querer, deu a entender que Britney é apenas um “veículo” para a sua música_ em entrevista recente: “Ela é um ícone, eu não quero decepcionar ninguém. Estou entusiasmado de ser o coexecutivo produzindo com Max Martin, a pessoa que meio que inventou a Britney, e de fazer boa música. Ela é um veículo maravilhoso para levar essa música para muitas pessoas deste país”. Ainda sem título, este será o seu quinto álbum de estúdio. (Gabriel Marchi - FFW) ________________________________________________________________________________

Lady Gaga causa polêmica na Croácia (06/11/10)

Lady Gaga voltou a causar polêmica, desta vez diante do público croata, quando em um show pediu para que eles mostrassem seus genitais e se envolveu em uma bandeira da Eslovênia, país com o qual a Croácia mantém uma complicada relação. Durante o show, a cantora e seus dançarinos simularam cenas de masturbação e incentivaram o público a imitá-los. Ela também se envolveu em uma bandeira eslovena, que os meios de comunicação croatas especulam se foi um erro ou uma clara provocação, levando em conta as complicadas relações entre os dois países. Apesar disso, os fãs não se chatearam e chegaram a chorar de emoção, segundo o jornal "24 sata". Os presentes também ficaram entusiasmados quando Lady Gaga disse o nome do país em croata, "Hrvatska", que ela pronunciou repetidamente sem a menor dificuldade. O show da artista em Zagreb faz parte da turnê "The Monster Ball Tour" e reuniu cerca de 20 mil pessoas.(EFE) ________________________________________________________________________________ A dupla sueca Roxette anuncia quatro shows em abril no Brasil (03/11/10)

A dupla sueca Roxette anunciou nesta quarta-feira em seu site oficial que fará quatro shows no Brasil em abril de 2011. O Roxette se apresenta nos dias 12, 14, 16 e 17 em Porto Alegre, São Paulo, Rio e Belo Horizonte, respectivamente. Formado por Marie Fredriksson e Per Gessle, o grupo ficou famoso nos anos 1990, com hits como "Listen to Your Heart" e "It Must Have Been Love". O último álbum de estúdio do Roxette é "Room Service", de 2001. Eles se separaram após Fredriksson passar por um tratamento contra um tumor, em 2002. Além do Roxette, ela é bem conhecida como cantora solo na Suécia. ________________________________________________________________________________ Assista ao novo clipe da cantora Robyn, “Indestructible” (29/10/10)

A sueca Robyn, cantora que mistura pop e eletrônico e ficou conhecida com os hits “With Every Heartbeat” (2007) e “Dancing on My Own” (2010) está lançando seu novo vídeo clipe. Além de ser cheio de pegação,”Indestructible” ainda mostra a cantora em um figurino que lembra filmes de ficção científica. A faixa faz parte do projeto Body Talk, trilogia de álbuns que Robyn começou a lançar em junho deste ano. “Indescructable” é o single que conclui o processo, cujo último CD chegará às lojas lá foram em 22 de novembro, trazendo cinco faixas de cada disco anterior ao lado de cinco inéditas.
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Cantora Fergie participa de videoclipe sensual com o guitarrista Slash (27/10/10)

A cantora do Black Eyed Peas, Fergie, 35, participou de "Beautiful Dangerous", o novo clipe do guitarrista Slash, 45. No vídeo, a cantora veste uma lingerie de couro e interpreta uma mulher sexy e dominadora. "Ela acertou em cheio nas cenas", disse o ex-guitarrista do Guns 'n' Roses ao site da "Us Magazine". Fergie, que é fã assumida do músico, contracena com Slash em uma cama, beija e provoca o guitarrista com uma faca. Além do vídeo, a cantora participa da música nos vocais. O álbum homônimo solo de Slash foi lançado em abril e contou com outras participações especiais, como Ozzy Osbourne, Iggy Pop, Dave Grohl, Duff McKagan, ex-companheiro de Guns, entre outros artistas. ________________________________________________________________________________

Kanye West e Jay-Z planejam um disco em parceria (26/10/10)

Os rappers Kanye West e Jay-Z (foto) irão se unir em estúdio para o lançamento de um projeto colaborativo.A ideia dos músicos era a parceria para algumas faixas em um novo disco de West, mas ao final se transformou em um álbum completo. Com o nome de "Watch the Throne", o disco faz parte do "G.O.O.D. Fridays", projeto de West iniciado em agosto. A ideia do rapper será lançar uma nova música todas as sextas-feiras até dezembro, próximo ao Natal. O álbum colaborativo dos músicos ainda não tem previsão de lançamento. O novo disco foi anunciado em agosto e com Jay-Z estava planejada a gravação de um EP com apenas cinco canções. Mas em uma entrevista para a MTV, West revelou que tem músicas suficientes para um lançamento de um disco completo. "Estamos lançando um álbum inteiro agora", disse o rapper. "Nós fizemos umas cinco [faixas] até agora, e temos ainda mais. Vou colocá-los no meu álbum", e continuou: "Nós vamos para o sul da França, no final deste mês, apenas para registro de nossas ideias", concluiu o rapper. Jay-Z colocou voz em um remix do hit "Power", o mais recente álbum de West, "My Beautiful Dark Twisted Fantasy", que será lançado em 22 de novembro. _______________________________________________________________________________ Cantora Juliette Lewis fala sobre seu novo disco (19/10/10)

Pode colocar mais um disco na conta de 2011, que nem chegou mas já é esperado por fãs de Strokes, Radiohead, Wilco, Red Hot e mais uma lista considerável de nomes que devem vir com coisa nova pra gente daqui alguns meses. Dessa vez, quem disse estar trabalhando em um novo projeto é Juliette Lewis.

“Meu próximo álbum será muito mais catchy: refrões catchy, riffs simples”, declara a cantora, em entrevista para a Spinner. Ela também revelou dois nomes de faixas que estarão em seu novo trabalho: “Rockaway” e “Kick Drum Song”, na qual Juliette toca bumbo – daí o nome. A atriz de Natural Born Killers, no entanto, não deu detalhes sobre a produção do sucessor do ótimo Terra Incognita, que ficou a cargo do malucão Omar Rodriguez-Lopes, um dos cabeças do Mars Volta. E nem se recrutará uma nova banda para acompanhá-la na estrada. Mas pelo jeito, teremos mais de The Licks e menos de The New Romantiques à vista – o que é empolgante mesmo assim, ou você não se lembra de “Hot Kiss”?

 

 
________________________________________________________________________________ “Loca”: Divulgado novo clipe da cantora Shakira (29/09/10)

Shakira lançou o clipe “Loca”, música de trabalho de seu novo álbum, “The Sun Comes Out” (que em espanhol se chamará "Sale El Sol". A cantora gravou cenas em Barcelona, gerando polêmica com as autoridades locais por não ter pedido autorização ao governo. No vídeo, que tem a participação do rapper britânico Dizzee Rascal, ela anda de moto e exibe a boa forma. O álbum deve chegar às lojas dia 19 de outubro. Assista abaixo ao clipe:

http://www.youtube.com/watch?v=0vqzjew8fZA

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Música inédita 'See you in another life' de Miley Cyrus é divulgada (28/09/10)

Uma música inédita de Miley Cyrus foi divulgada nesta terça-feira, 28, na internet. segundo o site celebuzz, a canção "See you in another life" deveria ter entrado no álbum "Breakout", mas foi cortada da lista.

 

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Banda Scissor Sisters anuncia que fará turnê com Lady Gaga (21/09/10)

A banda Scissor Sisters anunciou nesta terça-feira em seu site oficial que fará uma turnê com a cantora Lady Gaga no começo de 2011. A sequência de shows começa com uma apresentação no dia 19 de fevereiro em Atlantic City, nos Estados Unidos, e inclui ainda duas apresentações no Madison Square Garden, em Nova York. "Nós estamos muito felizes de fazer parte da turnê Monster Ball de Lady Gaga em 2011. É uma oportunidade perfeita para unir forças com um espírito similar ao nosso", disse a banda no comunicado oficial. ___________________________________________________________________________________ Baixista do Radiohead diz que banda já terminou de gravar músicas de novo álbum (20/09/10)

O baixista do Radiohead, Colin Greenwood, declarou em entrevista à revista "Index On Censorship" que a banda já terminou de gravar mais um grupo de músicas para seu novo álbum, que deve ser lançado até o final do ano. Ainda segundo Greenwood, a banda está pensando em uma nova maneira de lançar o disco digitalmente. "Parece que ficou mais difícil ter música de um jeito tradicional, em um objeto físico como o CD, e ao invés disso a música parece a prima pobre dos programas, ouvidas em streaming ou trancafiadas em um dispositivo como um telefone ou um iPod", escreveu o músico. _____________________________________________________________________________

Cantora Rihanna usa roupas e maquiagem neon em novo videoclipe. Assista! (17/09/10)

A popstar Rihanna pegou todos os fãs de surpresa nesta sexta-feira (17): vazou na internet o clipe de "Who's That Chick", música produzida pelo aclamado DJ David Guetta em parceria com a cantora, que nunca havia sido divulgada.

No divertido vídeo Rihanna aparece com looks de cores fortes, fazendo coreografias e dizendo: "Quero apenas dançar". Esta faixa estará em seu próximo álbum, "Loud", a ser lançado em novembro. Seu CD anterior, "Rated R", de 2007, foi lançado logo após o escândalo envolvendo o ex-namorado, Chris Brown, que agrediu fisicamente a cantora - e foi condenado por isso -, com canções mais sombrias. Seria essa uma nova fase, mais colorida, em sua carreira?

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Fãs fazem arrecadação para trazer trio sueco Miike Snow da Suécia (13/09/10)

Quer ver a apresentação de uma banda ao vivo, mas ela não vai à sua cidade? Tente comprar o show. No Rio, um grupo de amigos arrebanhou 60 fãs do trio sueco Miike Snow e fez uma "vaquinha" para pagar o cachê do grupo, que vem ao Brasil para tocar em São Paulo (22/9), Porto Alegre (23/9) e Recife (24/9). Depois de arrecadarem R$ 20 mil, com o apoio de quatro empresas, conseguiram fechar uma apresentação da banda no Circo Voador no dia 20.

O objetivo era evitar que mais um artista internacional de pequeno porte se afastasse dos palcos cariocas devido ao receio de falta de público e de prejuízo para os produtores de eventos. Saltando uma etapa, os cinco amigos começaram uma campanha para dividir os custos do show e pediram que cada fã pagasse R$ 200 para garantir a apresentação da banda de electropop no Rio. Como o objetivo não é ter lucro, se o valor obtido com a venda de ingressos superasse os custos do show, os "investidores" seriam reembolsados. "O maior lucro que a pessoa pode ter é ir ao show de graça. E o pior que pode acontecer é que 60 fãs paguem R$ 200 pelo ingresso. O risco do projeto é só esse", avalia o jornalista Bruno Natal, que capitaneou o projeto ao lado do produtor Pedro Seiler, do fotógrafo Lucas Bori, e dos diretores Tiago Lins e Felipe Continentino.

A repercussão do projeto e a vontade de trazer a banda ao Rio eram tão grandes que, em pouco mais de 24 horas, o grupo já tinha conseguido o valor necessário. Como quatro patrocinadores se dispuseram a associar suas marcas ao projeto, pagando R$ 2 mil cada, será necessário vender apenas 480 ingressos (a R$ 50 cada) para reembolsar os 60 participantes da vaquinha e pagar os custos dos equipamentos de som, iluminação e segurança. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. _________________________________________________________________________

Rihanna aparece nua na capa de seu novo single (09/09/10)

Rihanna aparece com os cabelos longos e sem roupa na capa de seu novo single. Na imagem, a cantora aparece ajoelhada em um campo e, nua, segura um vestido vermelho para cobrir seu corpo. Os cabelos muito vermelhos que Rihanna vinha exibindo recentemente ainda estão em tom forte, mas aparecem mais compridos. O single "Only Girl (in The World)" é a primeira música de trabalho do próximo álbum de Rihanna, "Loud". A faixa está disponível para audição no site oficial da cantora. ____________________________________________________________________

Cantora Jojo quebra jejum de quatro anos com lançamento de mixtape (07/09/10)

Jojo está de volta! A revista Rap-Up divulgou nesta terça-feira (07) a mixtape "Can’t Take That Away From Me", que põe fim a um jejum de quatro anos sem material inédito da cantora. Em agosto, Jojo alertou os fãs sobre a sonoridade diferente da mixtape. "Eu pude arriscar mais. Nesta mixtape eu estou afirmando que ninguém pode tirar ISSO de mim. O que é ISSO? Minha voz, meu espírito, minha vontade, meus sonhos. Ao ouvir essas músicas, eu espero que elas mexam com você", disse a jovem. "Can’t Take That Away From Me" é composta por 13 faixas, todas escritas pela eterna cantora de "Too Little Too Late". O novo álbum da Jojo será lançado no início de 2011. (POPLine) ______________________________________________________________________________

Música inédita de Madonna vaza na rede (06/09/10)

Uma música inédita de Madonna vazou na rede nesta segunda-feira, 6. Segundo o site Oh No They Didn't, a música, intitulada "Blame", foi produzida em 2009 pelo DJ Paul Oakenfold. A faixa ficou de fora do álbum "Celebration", mas pode entrar para o CD solo do DJ.

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Megashow para Lennon organizado por Yoko Ono, terá Wilco, Sonic Youth, Iggy Pop e outros (04/09/10)

Yoko Ono está preparando um megashow nos dias 1 e 2 de outubro, em Los Angeles, com sua Plastic Ono Band. O show será uma homenagem a John Lennon, que faria 70 anos em outubro se estivesse vivo. E a lista de participações especiais não é pequena. Deverão se apresentar: Lady Gaga, Nels Cline (Wilco), Iggy Pop, Mike Watt (Stooges), Kim Gordon e Thurston Moore (Sonic Youth), Perry Farrell (Jane’s Addiction), Harper Simon (filho de Paul Simon, do Simon & Garfunkel) e os atores Carrie Fisher (a Princesa Léia) e Vincent Gallo, entre outros. Além disso, a banda base será composta por Sean Lennon e pelos músicos japoneses Yuka Honda e Cornelius. ________________________________________________________________________________

Katy Perry é cercada por fãs em Londres (03/09/10)

Katy Perry foi motivo de alvoroço, na quinta-feira (2). A cantora se viu cercada por uma multidão de fãs em Londres. Atenciosa, ela procurou atender a boa parte deles e distribuiu autógrafos. Na ocasião, a noiva do ator Russell Brand usou um vestido azul estampado com direito a decote generoso. De acordo com o site "Bauergriffin", que divulgou as imagens, a estrela tem focado sua agenda na divulgação de seu novo álbum "Teenage Dream".

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Ne-Yo: "Ninguém vai conseguir seguir Beyoncé depois do novo álbum" (02/09/10)

Uma semana após revelar que voltou a trabalhar com Beyoncé, Ne-Yo deu mais detalhes sobre a direção que a cantora de "VideoPhone" procura em seu novo álbum. Em entrevista para o site AJC, Ne-Yo comentou que após o sucessor de "I Am… Sasha Fierce", ninguém vai mais seguir os passos de Beyoncé. "O trabalho está indo muito bem. Não posso falar muito, mas digo será uma nova direção para ela. Em pouco tempo ninguém vai conseguir segui-la. Eles não vão conseguir", revelou. Beyoncé e Ne-Yo já estiveram juntos em estúdio em 2006 para o hit "Irreplaceable". Além de Beyoncé, atualmente o cantor – que vai lançar o novo álbum "Libra Scale" no dia 19 de outubro – trabalha com Brandy, Rihanna e Mary J. Blige.(PopLine) ____________________________________________________________________________________ Feist está gravando novo álbum (01/09/10)

Lembra da Feist (1, 2, 3, 4, tell me that you love me more…)? Andava sumida, mas já está trabalhando em seu retorno. No melhor estilo Exile On Main St., a moça se mudou para uma mansão na França (em Paris, para ser mais exato) para gravar seu disco novo. O lugar foi construído no século 19 e transformado em estúdio pelo produtor francês Eddie Barclay nos anos 1960. Feist está tendo a ajuda de outro músico canadense, Chilly Gonzales, e, por enquanto, isso é tudo que se sabe. O último trabalho de estúdio da moça foi The Reminder, de 2007. (Victor Bianchin) ______________________________________________________________________________

Cantora Diana Krall fará quatro shows no Brasil em setembro (30/08/10)

A cantora Diana Krall virá ao Brasil para fazer quatro shows no mês de setembro --dois em São Paulo, um em Brasília e outro no Rio. Em São Paulo, os shows acontecem nos dias 13 e 14 de setembro, às 21h30, no HSBC Brasil. Krall vem ao Brasil para apresentar a turnê Quiet Nights, que tem a bossa nova como referência. A cantora é vista como um dos nomes mais importantes do jazz contemporâneo.

No Brasil, a cantora já teve várias músicas em trilhas sonoras de novelas como "Viver a Vida" ("Too Marvelous For Words"), "Laços de Família" ("Let's Face the Music and Dance"), "Celebridade" ("Just The Way You Are") e "Cama de Gato" ("The Boy from Ipanema"). DIANA KRALL ONDE HSBC Brasil (r. Bragança Paulista, 1281 - Chácara Santo Antonio) QUANDO 13 e 14 de setembro, às 21h30 QUANTO de R$ 70 a R$ 400 ____________________________________________________________________________

Revista Rolling Stone lista as 100 melhores músicas dos Beatles (26/08/10) 

A revista Rolling Stone norte-americana fez o que qualquer beatlemaníaco acharia impossível: classificou as 100 melhores músicas dos Beatles. Qual é a melhor música dos Beatles na sua opinião? Vote A lista, que rendeu uma edição especial para colecionadores, colocou "A Day in the Life", de 1967, como a melhor música de toda a carreira do fab four. O segundo lugar ficou com "I Want to Hold Your Hand", de 1963, música responsável pela explosão da beatlemania nos Estados Unidos, e em terceiro vem "Strawberry Fields Forever", também de 1967. Confira abaixo as dez melhores músicas dos Beatles segundo a "Rolling Stone":

1 - "A Day in the Life" 2 - "I Want to Hold Your Hand" 3 - "Strawberry Fields Forever" 4 - "Yesterday" 5 - "In My Life" 6 - "Something" 7 - "Hey Jude" 8 - "Let It Be" 9 - "Come Together" 10 - "While My Guitar Gently Weeps" _______________________________________________________________________________

of Montreal anuncia novo EP antes mesmo do lançamento de seu novo álbum (24/08/10)

Não satisfeito com “apenas” o lançamento de seu novo álbum, False Priest, em setembro, o vocalista super-ativo do of Montreal anunciou que mais um EP da banda vem por aí! Em entrevista ao Washington Post Express, Kevin Barnes explicou que trata-se de uma compilação de músicas que ficaram de fora do novo álbum do grupo. Três delas, inclusive, cortadas no último momento pelo próprio.

Apesar de não ter data de lançamento, The Controller Sphere, deve sair ainda no primeiro semestre de 2011. Além disso, já sabemos que uma das faixas chama-se “Black Lion Massacre”. Será que teremos a sorte de conhecer em primeira mão uma dessas misteriosas músicas? Dia 20 de novembro tá chegando! (Priscila Barker) ________________________________________________________________________________ Taylor Momsem fala sobre a carreira musical na "Interview" (23/08/10)

Taylor Momsem falou sobre sua carreira musical em entrevista para a revista "Interview", do mês de setembro. A atriz e cantora, que ficou famosa com sua personagem na série "Gossip Girl", contou sobre a banda em que é vocalista Reckless e de seu gosto por rock'n'roll. "A primeira vez que fui a um show de rock foi da banda White Stripes. Foi um barulho só violento. Incrível!", disse a artista de apenas 17 anos. "Compus minha primeira música aos 5 anos de idade. Acho que no final, este [ liderar uma banda de rock] sempre foi o plano". ______________________________________________________________________________

Fever Ray faz cover sombrio de Peter Gabriel: ouça e faça o download (21/08/10)

Depois de Nick Cave, agora é a vez de Peter Gabriel ganhar um cover da banda Fever Ray. “Mercy Street”, faixa de 1986 do compositor norte-americano, teve um atraso no lançamento em função de mudanças nas letras e melodias. A vocalista e mentora do grupo, Karin Dreijer (uma das metades do The Knife), falou no site oficial da banda sobre a versão. “A fizemos de maneira mais intensa e rápida, para que encaixasse bem com os nossos músicos cheios de energia e percussionistas excêntricos. É uma faixa de um só tom, mas trabalhamos nela para que ela brilhasse mais um pouco. Eu ouvia muito essa canção quando tinha 15 anos e ela ainda me comove. E me fez começar a ler [a poeta] Anne Sexton [que inspira a canção]“. O single será lançado no dia 6 de Setembro na Europa pelo selo Rabid Records. Aqui no Brasil, você pode fazer o download do mp3 pelo site da NME.(http://migre.me/16rpG) _ Gabriel Marchi
Mercy Street by Fever Ray + Site Oficial: feverray.com + Myspace: myspace.com/feverray ______________________________________________________________________________

Scissor Sisters toca em São Paulo em novembro (16/08/10)

A banda americana Scissor Sisters anunciou em seu site que vem tocar no Brasil no dia 22 de novembro, em São Paulo. O show acontece no Via Funchal, e os ingressos começam a ser vendidos dia 23 de agosto. A banda acabou de lançar seu novo álbum, Night Work, e o single “Fire With Fire” está rolando nas rádios. O disco tem participação de Kylie Minogue e Ian McKellen (o Magneto!) O site do Via Funchal ainda não traz nada sobre o show. _____________________________________________________________________________

Lady Gaga é agarrada por multidão de fãs em show (07/08/10) 

Lady Gaga foi uma das atrações do Lollapalooza, um dos maiores festivais de música do mundo realizado em Chicaco. O evento começou na sexta-feira (6) e termina no domingo (8). A cantora pop se apresentou na noite de sexta e levou os fãs à loucura com sua apresentação.

Empolgada, Gaga ainda fez como as estrelas do rock e, em determinado momento do show, se atirou nos braços dos fãs que a assistiam. Mas, como ela vestia pouquíssima roupa, a multidão a agarrou e começou a passar a mão pelo corpo da cantora, que precisou ser retirada rapidamente pelos seguranças. No final da apresentação, Gaga deixou o placo com parte da roupa rasgada.

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Ouça a trilha sonora de Daft Punk para Tron: O Legado (30/07/10) 

O site oficial de Tron: O Legado (Tron Legacy) havia liberado trechos de novas músicas que o Daft Punk criou para a trilha sonora do filme. Agora saem as faixas completas. Como os arquivos estão no YouTube, ouça abaixo antes que sejam removidos.

[Atualizado] A Disney se pronunciou sobre as faixas. Segundo o estúdio, são falsas. Por enquanto, portanto, as únicas legítimas são aquelas mostradas semana passada. De qualquer forma, dá pra passar uma tarde escutando...

No filme, Sam Flynn (Garrett Hedlund), gênio tecnológico de 27 anos, filho de Kevin Flynn (Jeff Bridges), investiga o desaparecimento de seu pai e se descobre engolido pelo mesmo mundo de programas e gladiadores virtuais onde seu pai mora há 25 anos. Tron Legacy é dirigido por Joseph Kosinski e chega aos cinemas em 2-D e 3-D no dia 17 de dezembro.

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