Luxury I Chef brasileiro Raymond Hollanda comanda restaurante luxuoso e exclusivíssimo (28/12/13)

O nome bordado no avental é Raymond Hollanda. Mas pode chamar de Flávio. Como um artista, Raymond usa um outro nome para a sua profissão, o que às vezes confunde os amigos brasileiros.

Raimundo Flávio Hollanda, nascido em Fortaleza, estudou no CIA, o Culinary Institute of America, em Nova York. Depois de passar por restaurantes estrelados na França, ele foi cozinheiro de alguns dos melhores de Nova York, como o Le Cirque, o Daniel e o Waldorf-Astoria Hotel. Até se tornar o chef executive do The Lotos Club (Five East 66th Street, Manhattan).
Se você não conhece o talento de Raymond, um dos mais badalados chefs da cidade, a explicação é simples. O Lotos é um clube exclusivíssimo. O restaurante e os quartos, que funcionam como um hotel-boutique, são apenas para sócios. O lugar foi fundado em 1870 por um grupo de jovens escritores, jornalistas e críticos literários. Um dos primeiros membros foi ninguém menos que Mark Twain.

Portanto, nem adianta se empolgar e tentar fazer uma reserva. Apenas integrantes do clube e seus amigos são bem-vindos. Para experimentar a deliciosa cozinha de Hollanda, com influência francesa e tempero brasileiro, é preciso ser convidado. [Mila Burns]

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Luxury I Garrafa Dom Pérignon autografada pelo cineasta David Lynch custa por R$ 25 mil (07/03/13)

Em 2011 o cineasta David Lynch – conhecido pelo surrealismo de Twin Peaks, Veludo Azul e Mulholland Drive - fotografou a campanha publicitária de duas safras de Dom Pérignon, a Vintage 2003 e Rosé 2000. O resultado foi tão bom para os envolvidos que continuaram a colaboração em uma edição limitada de garrafas desenhadas pelo diretor - Dom Pérignon by David Lynch. Durante o evento de lançamento no final do ano passado em Los Angeles, Lynch autografou 10 garrafas de Dom Pérignon Jerobam de 3litros e uma delas está à venda no Brasil por R$25 mil. Interessados devem entrar em contato com Moet Hennessy do Brasil pelo telefone 11 3062-8388.

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Luxury  I  Consumo: chineses são os maiores compradores de marcas de luxo em 2011  (10/01/12)
Lamborghini “Gallardo Spyder” sendo entregue em Pequim©Reprodução

Há pouco mais de uma década, quando se pensava na China, a imagem de ciclistas pedalando por ruas estreitas ao longo de muros avermelhados vinha quase que de maneira espontânea à mente. Hoje ainda é possível observar algumas bicicletas, no entanto, tais ruas estreitas tornaram-se grandes avenidas e são ocupadas em sua maioria por Ferraris, Lamborghinis, Bugattis, Rolls-Royces e Mercedes.

O aumento do poder aquisitivo da sociedade chinesa e a relativa abertura econômica da potência comunista têm causado uma verdadeira revolução cultural. A acessibilidade a produtos ocidentais, até então praticamente desconhecidos, desencadeou uma verdadeira febre consumista no país. Em 2011, a emergente população chinesa foi inclusive a que mais adquiriu carros das marcas Lamborghini e Rolls-Royce.

O sucesso de vendas tem sido tão estrondoso que a Rolls-Royce desenvolveu um modelo especial em homenagem ao “Ano Novo do Dragão”, que acontece no próximo dia 23 de janeiro. A edição limitada, que custa a partir de 1,6 milhão de dólares (aproximadamente 2,97 milhões de reais), conta com assentos de couro e dragões bordados à mão. Mas não é só no setor dos transportes que a China tem sido líder nos últimos anos: a venda de produtos da marca italiana Gucci cresceram 39% na primeira metade de 2011, enquanto na Bottega Veneta o crescimento foi de 80%.

Modelo especial da Rolls-Royce em homenagem ao ano novo chinês©Reprodução

O consumo de produtos de luxo e o status que eles trazem criaram uma mudança de hábitos e até uma distorção de valores em muitos chineses: como contado recentemente pelo site FFW, é possível encontrar entre os itens mais vendidos em lojas online sacolas de papel que falsificam os logos de grandes grifes, como Louis Vuitton, Chanel e Gucci. De acordo com o jornal “Los Angeles Times”, não é possível nem mesmo calcular o gasto médio da população chinesa com produtos “dispensáveis”, já que os mais ricos costumam comprar muito no exterior, em ordem de evitar os altos impostos do país (que chegam a adicionar quase 60% ao valor original do bem).

Segundo a empresa de consultoria McKinsey & Co., já em 2015 a China passará o Japão, atual “líder”, em número de consumidores de marcas de luxo. Apesar de toda essa febre, os representantes do Partido Comunista Chinês não estão completamente satisfeitos e vivem uma relação de amor e ódio com o mercado: o termo “luxo” é banido das campanhas publicitárias e nomes de empresas: “O governo sabe que os itens de luxo são acessíveis somente a uma pequena parcela da população. Eles não querem criar uma sensação de desarmonia entre o povo”, sentencia  Ouyang Kun, diretor da empresa “World Luxury Assn”.

Quem acredita que o fenômeno só tem ocorrido em Pequim se engana: na província de Chongqing, por exemplo, é possível encontrar uma flagship de cinco andares da Louis Vuitton inaugurada em setembro passado, além de lojas de outros nomes de peso como Gucci e Tod’s. O curioso é que boa parte destes novos consumidores enriqueceu a partir da venda de produtos baratos, confeccionados em larga escala e vendidos internacionalmente com o selo “made in China”. Para seu próprio uso, no entanto, eles só querem o melhor…e o mais caro.  Carla Valois

Loja de cinco andares da Louis Vuitton na província de Chongqing
 
Loja da Louis Vuitton em Xangai
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Mais um objeto de desejo da Alexander McQueen  (06/11/11)
Um dos itens de maior destaque da Alexander McQueen são as clutches. Entre os lançamentos, um chama a atenção por ser uma peça bela, clássica e moderna ao mesmo tempo. Feita de acrílico a bolsa recebe de adorno uma caveira, símbolo da grife, com detalhes de cristais Swarovski. Para aquelas que desejaram o acessório seu preço é de aproximadamente R$ 4,021.99. [Luxist]

Foto: luxist.com

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Hermès lança relógio Arceau Temps Suspendu para parar o tempo  (30/07/11)

Artigo dos mais raros nos dias de hoje, o tempo, principalmente aquele bem gasto fazendo o que lhe dá prazer, se tornou motivação de consumo e atributo intrínseco de diferentes produtos e serviços. De jatos privados, que eliminam filas de check-in e escalas, a rotisseries, garantia de um saboroso jantar em casa, sem ter de ficar horas na cozinha.

Relógio Arceau Temps Suspendu, lançado pela Hermès em edição limitada, para tentar parar o tempo

O desejo por esse atributo intangível é tanto que a Hermès, que já valoriza cada segundo da produção artesanal de suas peças – uma bolsa Birkin, por exemplo, leva três dias para ficar pronta, o que gera filas de espera para algumas versões –, decidiu comercializá-lo. Ou, pelo menos, a ideia de que se pode pará-lo quando quiser.

Ao pressionar o botão lateral, os ponteiros congelam na região das 12h

É esse o mote do novo relógio “Arceau Temps Suspendu”, mais recente lançamento da grife francesa. O grande diferencial da peça está no botão lateral que “congela” os ponteiros, levando-os para a região das 12h, até que você decida “descongelar” o tempo. Durante o período em que o mecanismo estiver ativado, até mesmo o marcador do calendário se retrai. Ao apertar novamente o botão, tudo volta a funcionar normalmente, com a hora exata, graças a um sistema interno ininterrupto.

O modelo, que deverá estar à venda no Brasil em setembro, pode ser encontrado em três versões: com caixa em aço inoxidável e fundo preto, caixa em aço inoxidável e fundo branco, e caixa em ouro rosa 750 e pulseira de couro de jacaré. Apenas esta última será produzida em edição limitada de apenas 147 unidades, uma referência aos anos de vida da grife.
No exterior, a peça está avaliada em US$ 36.200 (R$ 57 mil). Valor digno de uma raridade.  (Juliana Bianchi)

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Conheça as malas da fábrica inglesa Globe-Trotter, fundada em 1897 (15/01/11)

Centenary Red, criado em comemoração aos 100 anos da marca, e Safari Ivory: sets elegantes feitos para durar e impressionar

Numa época em que viajar tornou-se cotidiano e imperativo, carregar a mala certa se tornou tão imprescindível quanto uma manta de cashmere ou algumas gotas de sonífero em voos longos.

Qualidade à vista em peças de estilo, como a linha Orient

Esqueça as caixas de plástico lustroso ou excessos monogramáticos. Um set de malas da fábrica inglesa Globe-Trotter, fundada em 1897, colocará você par a par com a Rainha Elizabeth II, que as escolheu para a sua lua de mel (em 1947), ou com Sir Edmund Hilarry, que as levou para a conquista do Everest.

Para férias de verão, a coleção Chantilly é perfeita

Feita inteiramente a mão com um material superpatenteado – de uso exclusivo da Globe-Trotter - inventado em 1850, na Inglaterra, chamado fibra vulcânica, que promete ser tão leve como o alumínio e tão resistente como o melhor couro, qualquer mala de suas seis coleções é uma afirmação de bom gosto com uma pitada de “ancien regime”.
Absurdamente duráveis - de tempos em tempos o setor de reparos da fábrica recebe exemplares de 100 anos que retornam para terem seu forro de tecido trocado - são do tipo de objeto que o tempo só confere interesse e charme, tornando-os itens de cobiça para próxima geração herdeira, se eles estiverem sabendo das coisas, é claro.

O Bespoke lounge, itens feitos sob medida

A flagship da marca, localizada na Burlington Arcade, em Londres, tem design premiado. Ali, é possível customizar a mala de acordo com as preferências do cliente, que escolhe entre uma seleção de cores que incluem revestimentos internos com estampas “Liberty”, cantoneiras de couro contrastantes e marcação de inicias em cada peça.
Confira nas fotos os modelos originais e os adaptados para as exigências de comodidade modernas, e prepare-se para sentir seu coração saltar uma batida ao avistá-las apontando na esteira de coleta de bagagem. (Juliana Saad / Claudio Dusi)

Cantoneiras coloridas dão personalidade à peça

O interior da flagship de dois andares

Fachada da Globe-Trotter na Burlington Arcade

A Centenary Miniutility, é puro charme

Erdem AW10, lançamento mais recente da Globe-Trotter

 

Serviço:

Globe-Trotter Handmade Luxury Luggage
54-55 Burlington Arcade W1, West-End – Londres (Inglaterra)
Tel: +44 (0)20-7529-5950

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Fabricante de câmeras de luxo, Leica abre sua 1ª loja no Brasil (27/11/10)

Os modelos analógicos M7, customizados pela Hermès, em laranja e marrom (R$ 12.800 cada) e o modelo digital V Lux 20 (R$ 3.200) ©Divulgação Administrada pela JLBrands, a loja da capital paulista faz parte de um plano de expansão internacional _que não poderia deixar de lado um dos mercados mais promissores para a indústria do luxo, o brasileiro. Além das câmeras, a Leica Store terá uma seleção de máquinas compactas, lunetas, binóculos e monóculos para golfistas .

O modelo digital X1 (à esquerda, R$ 6.200) tem uma capinha especial (R$ 550); ao centro, o protótipo de 1914 ©Reprodução Preferida do lendário fotógrafo Henri Cartier-Bresson e do não menos lendário brasileiro Sebastião Salgado, a Leica nasceu em 1914 nas mãos do alemão Oskar Barnack. A primeira delas, chamada Ur-Leica, foi criada com o intuito de retratar paisagens. As lentes poderosas e o tamanho portátil, novidades na época, fizeram um enorme sucesso: em 1932, após 7 anos de vendas, já haviam cerca de 90 mil Leicas pelo mundo..(Ana Pinho - FFW)

Cliques de Cartier-Bresson, em 1938, e de Sebastião Salgado, na Amazônia, em 1986 ©Reprodução


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Gyokuro Nozomi, o chá japonês mais caro do mundo está à venda em São Paulo (01/11/10)

 A Loja do Chá – Tee Gschwendner acaba de receber uma safra especialíssima do chá verde orgânico “Gyokuro Nozomi”. Gyokuro significa “gotas de orvalho” e Nozomi, “esperança”. Com preço equivalente a bons rótulos de vinho tinto, o chá japonês é um dos mais caros do mundo. Vale R$ 609 ( 50g é suficiente para 16 xícaras).

É um dos melhores Gyokuros produzidos no Japão, consumido inclusive pela realeza. O chá tem aroma floral com um toque acentuado de baunilha e é altamente concentrado, permitindo até que seja reaproveitado em três infusões. Deve ser apreciado puro, com pratos leves e doces frutados. Carla Saueressig, especialista e proprietária d’A Loja do Chá, revela que o Gyokuro Nozomi é produzido em pequena escala nas províncias japonesas de Uji, Shizuoka e Aichi. São plantações localizadas em altitude superior a 700 metros. Três semanas antes da colheita, os arbustos da camellia sinensis são cobertos por uma tela fina durante o dia, para que produzam mais clorofila. Tendo menos luz, a planta precisa de mais clorofila para fazer a fotossíntese, isso confere ao chá um sabor diferenciado.

Serviço: A Loja do Chá Tee Gschwendner Shopping Iguatemi Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232, 3º Piso, Jardim Paulista - São Paulo (SP) Tel: (11) 3816-5359

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