Entrevista I Atriz Bárbara Paz (28/01/12)

Casada com o cineasta Hector Babenco, 28 anos mais velho, a atriz passa a limpo sua vida de altos e baixos e conclui: “Continuo sendo aquela menina do interior”

Em uma segunda-feira chuvosa, Bárbara Paz chega para a nossa entrevista vestida toda de preto, de luto. “Acabei de sair do velório da mãe de uma amiga.” Antes que pudesse ouvir qualquer palavra de conforto, porém, sua expressão, de quem já passou por isso – ela perdeu o pai aos 6 anos e a mãe aos 17 -, se transforma: “A vida é assim”.

A atriz, então, tira os óculos escuros, confere as roupas escolhidas para o ensaio de fotos também programado para aquele dia, coloca música em seu laptop, adianta que não usará nenhum acessório - “tenho aflição, não uso brinco, colar, nada” - e diz que prefere se maquiar antes de conversar. Assim, bem prática. Aos 37 anos, Bárbara reestreia nesta sexta-feira (27), em São Paulo, a peça “Hell”, montagem inspirada no livro da francesa Lolita Pille, lançado em 2003 quando a escritora tinha 18 anos (na adaptação da peça a personagem tem 27 anos).

Foto: André Giorgi

Bárbara Paz: os meus valores mudaram, acho que estou em fase de crescimento.

 

Em forma de diário, a jovem burguesa descreve, sem pudor, seu dia a dia limitado ao abuso de álcool, drogas e consumismo desenfreado. O espetáculo, que também já passou pelo Rio, foi adaptado e é dirigido por seu marido, o cineasta Hector Babenco. “Fico nervosa em São Paulo”, confidencia baixinho para o maquiador. Com um corpo magrinho, ela vibra ao contar como conquista sua boa forma física. “Sexo e pilates”, diz, dando uma gargalhada, e adianta que não posaria nua novamente. Diferente de sua personagem, Bárbara detesta cigarro – mesmo tendo que fumar o tempo todo durante sua performance no palco -, não tem vícios e assume que só se descontrola por ciúmes.

Na entrevista a seguir, ela revela continuar sendo “aquela mesma menina do interior”, mas não se estende muito sobre algumas passagens de sua história. “Vamos falar sobre o futuro.” Entre seus planos, “levar a peça para Paris, eu estou louca que ela (Lolita Pille) veja a peça. Meu desejo é que ela veja a Hell que eu criei dela”.

Foto: André Giorgi

Bárbara Paz: A minha história de vida é como muitas outras. Eu sou mais uma só, há histórias piores que a minha


 

Nos meus 18 anos eu estava em função de trabalhar, de correr atrás. Claro que eu frequentei muito a noite, saí, fui muito baladeira, mas diferente da balada de 'Hell'"

iG: Como você lidava com as questões álcool, drogas, sexo e consumo quando tinha 18 anos? Você viveu algo parecido com Hell (alterego de Lolita Pille)? Bárbara Paz: Minha história é muito distante da de Hell. Nos meus 18 anos eu estava em função de trabalhar, de correr atrás.  Claro que eu frequentei muito a noite, saí, fui muito baladeira, mas diferente da balada de Hell. Mas não existia essa coisa de consumir drogas, levantar, ir para a escola direto da boate, sair da escola e comprar, porque não tem o que fazer. O pai dá uma mesada gigantesca para ela e é o que ela pode fazer. Isso acontece com muitas garotas. Aqui em São Paulo se vê muitas delas.

iG: Então você não teve contato com drogas? Bárbara Paz: Eu sempre fui muito controlada em tudo até porque eu tinha que cuidar de mim, eu estava muito sozinha, tinha acabado de chegar a São Paulo. Eu nunca fui nada em excesso, nunca me joguei, nunca pude.  Se não, nem estaria mais aqui. Não tenho vícios e preciso até tomar antialérgico para poder fumar na peça.

Foto: André Giorgi

Ainda sou muito sonhadora, com muitas ambições. Não consigo parar, não consigo nem ter férias.

 

iG: Como é trabalhar com o seu marido? Bárbara Paz: A gente consegue separar isso, foi totalmente diretor e atriz. Ele é um grande diretor de cinema, um mestre, deixa o ator criar. No começo dos ensaios ele disse: “Bárbara, você terá que matar essa boa moça que existe dentro de você”. Porque ela é uma menina muito mais arrogante do que eu e aos poucos fui trabalhando essa mulher altiva, dona de si.

iG: Você disse recentemente que quer retomar um documentário que fez na época da faculdade de Jornalismo com os usuários de crack. Como será este projeto? Bárbara Paz: Eu tenho vários documentários que quero fazer e esse aí é um dos planos, mas não consigo fazer várias coisas ao mesmo tempo. No segundo semestre, quando eu parar, vou ver exatamente o que vou fazer. Quero fazer documentários e quero ser diretora.

Não sei quais são os erros ou os acertos, mas acho que errar é não experimentar, é ter medo do desafio"

iG: Você começou no SBT e hoje é contratada da Rede Globo. Quais foram os erros e acertos dessa trajetória? Bárbara Paz: Para mim, foi uma grande oportunidade ter passado pelo SBT, pelo tanto que aprendi. Fiz três novelas lá ao logo de sete anos e então consegui continuar no teatro. Hoje eu sei mais do que ontem, e espero que amanhã eu saiba mais que hoje. Não sei quais são os erros ou os acertos, mas acho que errar é não experimentar, é ter medo do desafio.

Foto: André Giorgi

Bárbara Paz: Para mim, foi uma grande oportunidade ter passado pelo SBT, pelo tanto que aprendi

 

iG: Você venceu o primeiro reality show do Brasil, a “Casa dos Artistas”. Como foi aquilo? E hoje, você vê o Big Brother? Bárbara Paz: Era um jogo e hoje mudou muito, aquele foi o primeiro. Faz 11 anos! Fui a primeira a ganhar um reality show no País: é inesquecível, uma coisa histórica, está nos anais (risos)! Foi o que tinha que ser, foi lindo tudo, é uma coisa que eu vivi. Hoje em dia as pessoas já estão mais experientes porque viram como é o esquema, mas eu acredito sempre que a verdade, a sinceridade desses participantes, não tem como não falar mais alto.

iG: Ganhar R$ 300 mil naquela época mudou muito a sua vida? Bárbara Paz: Lógico, mudou a minha vida em todos os sentidos! Eu me tornei conhecida. Tive popularidade, não credibilidade, é diferente. Comprei meu apartamento, fui tocar a minha vida, minha carreira. Usei isso ao meu favor.

Lá eu era uma guria, querendo me apaixonar, achar alguém para amar,  tentando achar um espaço no mundo. Não que essa Bárbara mudou muito, mas hoje eu já achei um espaço"

iG: Antes era mais fácil enxergar seu contorno, sua personalidade. Hoje as pessoas parecem não saber quem de fato você é. Bárbara Paz: Engraçado, quando você se torna conhecida, as pessoas acham que a gente mudou, então elas mudam em relação à gente.  Estou falando até de amizades. É claro que os meus valores mudaram, acho que estou em fase de crescimento. Lá eu era uma guria, querendo me apaixonar, achar alguém para amar, querendo se encontrar profissionalmente, tentando achar um espaço no mundo. Não que essa Bárbara mudou muito, mas hoje eu já achei um espaço.

Foto: André Giorgi

Bárbara Paz: Engraçado, quando você se torna conhecida, as pessoas acham que a gente mudou, então elas mudam em relação à gente.

 

iG: E o que isso representa? Bárbara Paz: Eu era muito agitada em relação a querer ser alguém, em busca de algo e sozinha. Eu era muitas pessoas ao mesmo tempo e me perdia no meio de tantos “eus”. Hoje estou mais tranquila porque estou contratada, eu consegui fazer um trabalho legal na TV, ter estabilidade no teatro e ter uma boa estabilidade financeira. Tudo isso me ajuda a não ter tanta ansiedade para conseguir algo.

iG: Você se sente acomodada? Bárbara Paz: Não, não que a minha ansiedade tenha morrido. Ainda sou muito sonhadora, com muitas ambições. Não consigo parar, não consigo nem ter férias. E no meu dia a dia eu continuo sendo a mesma Bárbara. Até ingênua demais. Continuo sendo aquela menina do interior. Às vezes vem ela muito forte. O que mais eu prezo é não perder a minha essência. Não se pode esquecer de onde você veio, como você chegou, tento não perder isso.

iG: Você é bem mais jovem que seu marido, que completa 66 anos em fevereiro. Qual é o pacto entre vocês dois? Bárbara Paz: Eu não costumo falar da minha relação, mas tenho uma vida muito feliz. A gente se complementa, ele me traz muita coisa, eu também levo muita coisa pra ele. Então essa coisa de diferença de idade já é uma coisa muito passada. Você não pensa nisso quando você se apaixona por alguém.

Todo mundo sabe onde estão os vazios e de alguma forma, inconscientemente, se atrai por determinadas pessoas e outras não"

iG: Você perdeu seus pais ainda jovem e amadureceu mais cedo. Isso influenciou nessa escolha? Bárbara Paz: Freud explica tudo, a psicanálise explica tudo. Mas agora eu explicar por que eu gosto de uma pessoa e não da outra? Por que eu me apaixonei por um homem mais velho? Não tem como, todo mundo sabe onde estão os vazios e de alguma forma, inconscientemente, se atrai por determinadas pessoas e outras não. Eu aparento ser mais jovem, mas já estou com 37 para 38. A minha história de vida é como muitas outras. Eu sou mais uma só, há histórias piores que a minha. Prometi que não ia fazer mais entrevistas para falar da minha história, ‘ó a coitada’. Já faz 20 anos! Não quero que a minha vida seja maior que meus personagens.

Foto: André Giorgi

Bárbara Paz: Não se pode esquecer de onde você veio, como você chegou, tento não perder isso


iG: Aonde você perde o controle? Bárbara Paz: Sou muito ciumenta, muito insegura. A minha TPM também. No resto eu sou muito centrada. As pessoas me conhecem e dizem: “sempre achei que você fosse muito mais louca!”. Porque eu tenho um jeito de ser que é meu, de viver a vida e não me preocupar muito com as consequências, com o que as outras pessoas vão pensar, e isso traduz de alguma forma alguém mais leviana, mais sem conteúdo. Quem me conhece sabe quem eu sou.

iG: Tem vontade de ter filhos? Bárbara Paz: Tenho vontade, sou uma mãezona, gosto muito de criança, mas sempre priorizei a minha carreira porque sempre tive que cuidar de mim. Agora tenho uma vida mais sadia no sentido financeiro e psicológico, talvez eu vá começar a pensar nisso. Aliás, vou começar a pensar.

Foto: André Giorgi

No segundo semestre, quando eu parar, vou ver exatamente o que vou fazer. Quero fazer documentários e quero ser diretora.

Créditos: Produção de Moda: Reinaldo Lourenço Beleza: Lú Ramos (JJ. Cabeleireiros com produtos Tigi) Locação: Ballroom (São Paulo - SP)

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Top Isabeli Fontana (11/01/12)

Encontramos a top top Isabeli Fontana no backstage do desfile da marca Maria Filó, nessa edição de inverno 2012 do Fashion Business e batemos um papo com a modelo, que revelou que dessa vez não usará Versace em seu casamento e sim um vestido bem elegante da Dolce & Gabbana. Em entrevista ao site House of Models, a bela falou sobre viagens, familia e amor, revelando que a melhor compahia para encarar as viagens é sempre a família, os filhos e os amigos. Parece que a modelo deu um tempo em sua página no Twitter, depois de algumas polêmicas. “Eu odeio ser cobrada” diz Isabeli. Vem ver!

Um local inesquecível onde passou férias? Jamaica

Quantas vezes você já esteve lá? Eu vou para lá há muitos anos, desde os meus 17.

Qual é a melhor época do ano para visitar a Jamaica? Julho, eu sempre vou no meio do ano, no mês do meu aniversário.

Um dia perfeito? Todo mundo junto.

Um programa romântico? Um cinema! Adoro isso, acho um programa muito romântico.

Para quem gosta de aventura, qual é a sua dica? Banana boat no mar! (risos) Adoro! É muita aventura… Eu fiz um passeio com o Dean & Dan Caten, da Dsquered2. Nossa, eles são muito animados! Eles fazem umas poses e vão gritando “Vai mais rápido! Vai mais rápido!” Adorei banana boat com eles.

Uma rapidinha com Isabeli:

Respeito: Pelo ser humano

Amor: Sempre

Dilma: Muito bem!

Saudade: Da família

Raiva: Uma palavra tão feia

Comida: Amo chocolate

Foto: Murilo Tinoco/Divulgação

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Florence Welch conta como mistura vampiros e poesia para fazer música  (18/12/11)

O barulho dos balangandãs de Florence Welch me faz voltar à realidade. A inglesa de cabelos ruivos e pele branquíssima, líder da banda Florence + the Machine, fala com entusiasmo sobre arte renascentista e temas góticos, ideias que permeiam suas músicas, como fantasmas e catedrais.

Sua voz é um sussurro que me leva a outro lugar que não este camarim desarrumado, cheio de malas abertas e vestidos pendurados, nos fundos de um auditório em San Diego, Califórnia. Flo, como é chamada pelos amigos, aguarda a sua vez de entrar no palco.

"Procuro a catarse, quero ser atingida no estômago, quero ser chocada," diz a cantora e compositora de 25 anos. A pulseira chama a atenção pelo barulho, e noto seus dedos cheios de anéis e as unhas cor de vinho, mesmo tom de seu jeans boca de sino e de seu chapéu.

"Não sou religiosa. Mas busco o momento de transcender. Para mim, acontece no palco."

A londrina estourou na cena musical nos últimos três anos, antes mesmo de ter um disco pronto, graças a sua presença de cena quase mística, aliada a uma voz poderosa, pernas longuíssimas e vestidos esvoaçantes. Virou ícone fashion e recentemente deixou de fazer shows de abertura para bandas indies, como MGMT, para aquecer as plateias gigantescas do U2.

Seu hit mais conhecido é a empolgante "Dog Days Are Over", do disco "Lungs", de 2009. É uma exceção em um álbum cheio de baladas e letras fantasiosas. No novo trabalho, "Ceremonials", lançado em novembro direto no topo das paradas britânicas, há poucas canções animadas, como "Shake it Out", em cujo videoclipe ela aparece dançando como que possuída, de tomara que caia vermelho num baile de máscaras. Em "No Light No Light", outro single, coroinhas cantam numa igreja, enquanto um homem negro faz um ritual de vodu.

VAMPIROS E POESIA

"Acho que os demônios estão em mim, sabe? São erros, arrependimentos. Tento descobrir que tipo de pessoa eu sou, qual meu senso de moral. Sou muito dura comigo mesma, fico dividida entre ser uma exibicionista ou uma tímida", ela diz, com os olhos verdes acinzentados voltados para o chão.

"Tem a ver com meu signo, Virgem. Sou perfeccionista, tento fazer tudo certo. Por outro lado, tenho vontade de jogar tudo para o alto e encher a cara por três dias seguidos porque nada mais importa."

Ao contrário da persona que encarna no palco, grandiosa e sensual, Florence parece frágil encolhida no sofá de couro marrom do camarim. Seus gostos vão do refinado ao popular, e ela nunca soa esnobe.

Suas bebidas favoritas são tequila e champanhe, mas evita álcool nas turnês. "Tomei meu último porre em casa, há três semanas." Ela ainda mora em Londres com a mãe, dorme no mesmo quarto desde os 13 anos. As turnês não lhe dão folga para procurar uma nova casa.

Mas sempre tem tempo para as poesias do americano John Berryman (1914-1972) e do anglo-americano Thom Gunn (1929-2004), e devorou os livros da saga "Crepúsculo", da americana Stephenie Meyer. "Gosto do romance e da fantasia dos vampiros", explica Florence, que frequentava cemitérios quando adolescente e pintava cruzes em cima da cama.

Pergunto o que lê agora. Ela abre uma mala no chão. Está descalça e as unhas dos pés estão vermelhas, mesma cor do batom. Mostra um livro sobre pinturas do século 15, uma coletânea de HQs "Ghost World" e um volume de 700 páginas chamado "A História do Mundo em 100 Objetos".

"Não estou lendo ficção agora. Já fico bastante ocupada fazendo cópias toscas destas pinturas antigas", comenta.

CANÇÕES MÁGICAS

Florence largou a faculdade para trabalhar em bares e cantar na noite de Londres. Mais velha de três irmãos, era ela quem controlava o rádio do carro e implorava para ver musicais e filmes da Disney. "Cantava o tempo todo, mesmo quando não devia. Na classe, em casa, o tempo todo me mandavam calar a boca", diz, rindo. Disléxica, era ruim de matemática, mas sempre se lembrava das canções.

O grupo que a acompanha hoje, a tal Machine, costuma variar seus músicos e sempre conta com uma harpa.

Florence gosta de compor em parcerias porque se distrai muito facilmente. "Coloco as ideias lado a lado, é um tipo de poesia", diz ela sobre seu processo criativo. "As palavras mais aleatórias possíveis podem ficar mágicas em uma canção. Depende do jeito de cantar."

A artista diz que é muito influenciada por Stevie Nicks e Siouxsie Sioux e que sua música deve muito ao soul. Cresceu ouvindo Billie Holiday, ama Otis Redding e Marvin Gaye.

Mas fecha os olhos e canta junto quando Noel Gallagher embala "Don't Look Back in Anger" no auditório lotado de San Diego, no festival do qual será a atração final, em poucas horas. Ela separa um vestido vermelho de mangas esvoaçantes e explica a escolha: "É Natal".

Em janeiro, vem ao Brasil com sua banda se apresentar no festival Summer Soul, em São Paulo, Rio e Florianópolis. "Quero explorar tudo. E subir até o grande Jesus Cristo."

Se for parecido com o show em San Diego, o público pode esperar uma boa mistura dos dois discos, cerca de dez canções em pouco mais de uma hora. Ela abre com "Only if for a Night", primeira de "Ceremonials", depois manda "Seven Devils" e "Cosmic Love", agarrada ao microfone. "Dog Days Are Over" chega no meio da apresentação, quando rodopia e salta, loucona, pelo palco.

Florence diz que quer dar algo de especial ao Brasil, mas foge dos detalhes. As roupas, claro, vai escolher na hora.

Ela estará no mesmo evento que trouxe a conterrânea Amy Winehouse (1983-2011) ao país neste ano. As duas não se conheceram, mas dividiam o mesmo estilo de bebedeiras monumentais e corações partidos como inspiração.

Boa parte das músicas de "Lungs" foi feita quando a cantora entrou em depressão ao se separar do então namorado, o editor literário inglês Stuart Hammond. Já "Ceremonials" surgiu na esteira de outra separação do mesmo namorado, após mais quatro anos juntos.

"Há muita confissão neste novo trabalho, acho que estava atrás de absolvição, de entendimento. É uma batalha entre a luz e as trevas", explica, evitando falar sobre o ex.

MUSA

O cabelo ruivo (ela é originalmente morena) e as roupas dramáticas fizeram com que fosse adotada pelo mundo da moda. No começo, suas roupas de turnê eram assinadas pela rede de "fast fashion" londrina Topshop. Neste ano, foi a grife italiana Gucci que a vestiu.

Em outubro, cantou no desfile da Chanel, na semana de moda de Paris, e saiu da passarela de braços dados com o diretor criativo Karl Lagerfeld.

"Foi estressante", diz sobre a experiência, em que surgiu de dentro de uma concha branca para cantar "What the Water Gave Me", uma canção lenta e hipnotizante, cujo título homenageia a pintora mexicana Frida Kahlo (1907-1954) e cujos versos fazem referência ao suicídio da escritora inglesa Virginia Woolf (1882-1941).

Sua pegada fantástica e a presença na moda criaram comparações com a americana Lady Gaga. "Adoro a música teatral dela. Suas roupas são entretenimento, não? Ela é muito punk", diz.

Florence trabalha com a stylist Aldene Johnson, editora de moda da revista "Vice" na Inglaterra. "No palco, é sempre uma bruxa branca, etérea ou um personagem vamp, dark e sexy", disse Aldene para o jornal "The New York Times". "No tapete vermelho, só clássico e glamour, nunca trashy."

E ela odeia roupas casuais. "Quero que todos os momentos sejam especiais", diz, com uma blusa de manga comprida abotoada até o meio do pescoço. "Se me vestisse como se estivesse o tempo todo num aeroporto, acho que me mataria", exagera, teatralmente.

 

Os sons e a fúria

LÚCIO RIBEIRO

COLUNISTA DA FOLHA

Existe uma dezena de razões para admirar Florence Welch, a voz e a alma da banda Florence + the Machine.

Se você gosta de rock independente e andou observando a cena nos últimos dois, três anos, a ruiva é o furacão sonoro que entrou no mundo das paradas britânicas com personalidade.

Primeiro com dois singles ("Kiss with a Fist" e principalmente "Dog Days Are Over") e depois com dois álbuns ("Lungs", 2009, e "Cerimonials", 2011). Foi bem nos EUA, arrebentou em downloads, gravou e participou de discos de gente importante, ganhou prêmios, se apresentou no "Saturday Night Live", tocou no David Letterman.

Se seu negócio são "vozes femininas", ela é uma versão destemperada de PJ Harvey. E nunca fez feio no clube de cantoras inglesas que marcou o pop da metade da década passada para cá e que enfileira prestigiosas "chanteuses" como Amy Winehouse, Lily Allen, Adele, Kate Nash.

Sua voz é pop, mas pode ir do barroco à renascença na mesma música. Seu estilo vai do flamenco ao dark. Florence grita e sussura, enlouquece e tranquiliza. Deve ser algum poder subliminar feminino que nem todos os radares masculinos captam, mas o fato é que as meninas perdem o controle quando toca Florence + the Machine. Nas pistas ou nos shows.

Seu cabelo "ruivo artístico" é o mais copiado do momento, estilistas botam suas músicas em desfiles, ela mesma aparece como modelo.

Ninguém deve ter feito a estatística, mas Florence deve ser a cantora que mais apareceu em seriados da TV americana nos últimos anos, de "Glee" a "Gossip Girl".

No cinema, em trailers ou em trilhas, emprestou a voz a vários filmes. Em megafestivais internacionais, como Coachella e Glastonbury, incluindo um evento "indie natalino" recente em Los Angeles, ela tem marcado presença.

O estilo variado a puxa para tantos lados que Florence cabe perfeitamente até num festival de soul music no Brasil, como o que a traz para cá em janeiro. A hora dela é esta.

FERNANDA EZABELLA

DE SAN DIEGO

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Atriz Megan Fox fala da comédia "Friends with Kids", de games, de Transformers e mais...  (18/09/11)

A atriz Megan Fox esteve no Festival de Toronto, no Canadá, para divulgar a comédia romântica Friends with Kids, e acabou falando de forma bem direta, como é seu costume, ao site Collider sobre diversos tópicos, de games a Transformers, além de seus próximos trabalhos. Leia a entrevista na íntegra:

Como foi o festival deste ano comparado com o dos anos anteriores?

Eu gosto do festival, além de também gostar bastante de Toronto. Gosto de vir para cá porque os fãs são bem animados e simpáticos. Aqui dá pra interagir diretamente com eles, coisa que em Los Angeles e Nova York é bem mais difícil. Ao mesmo tempo que é bem legal vir pra cá, pode ser bem casativo. A parte ruim é que nunca fico tempo suficiente para assistir aos outros filmes do festival. Eu realmente gostaria de poder ver o trabalho dos outros.

Mas você não pode estender a viagem por motivos pessoais ou pela pressão que sente? Tem tanto fã seu do lado de fora do hotel...

O problema é que geralmente estou em uma turnê de divulgação ou fazendo alguma outra coisa. Por exemplo, já tenho que voltar a Nova York hoje à noite para fazer uma sessão de fotos. Se eu não tivesse esse compromisso, ficaria aqui mais uns dias. Mas não posso.

Qual sua música favorita para cantar em karaokês?

Eu gosto de algumas, mas minha favorita é "Sweet Child o' Mine". Sou uma péssima cantora, mas sinto que consigo fazer uma boa imitação do Axl Rose quando estou no ambiente de um karaokê.

E qual foi o último game que você jogou?

Halo. [risos] Sou completamente viciada nesse jogo, pode perguntar ao meu marido [o ator Brian Austin Green].

Qual versão de Halo?

Eu tenho Halo: Reach, mas agora jogo online. Não jogo mais em modo de história [para um só jogador].

E você tem uma conta na rede Xbox Live?

Sim.

Você usa um nome diferente e as pessoas não têm ideia de com quem estão jogando.

Não têm a menor ideia. E ainda ficam me zoando por causa do nome que eu uso, que é bem engraçado. Dá pra perceber que sou uma garota, mas jogo com um monte de homem que não tem a menor noção que está me zoando.

Agora perguntas sérias. Já assisti a Friends with Kids e gostei bastante, achei que é uma comédia que explora muito bem como é ter amigos que são pais. Há mais ou menos uns dois anos eu tenho amigos que têm filhos, e consigo entender bem a premissa do filme. Como é isso para você? Você ainda está vivendo como Mary Jane [personagem de Fox no filme] ou já tem amigos com filhos?

Eu moro com Brian desde meus 18 anos, e ele já tinha um filho de dois anos quando o conheci. Então eu praticamente tenho um filho, apesar de não ser biologicamente meu. Nós vivemos juntos como uma família. Então eu não acho que tenha nada em comum com Mary Jane. Quando começamos a namorar, os amigos dele já estavam passando pela fase de casar, ter filhos e coisas do gênero. E ele é bem mais velho que eu - tinha 31 quando eu tinha 18. Então ele estava passando exatamente pela fase que Friends with Benefits apresenta quando o conheci.

Como você se envolveu com o projeto? Foi um papel que te interessou e você foi atrás ou eles que vieram atrás de você?

Eles já tinham alguns nomes em mente, mas Jennifer [Westfeldt, roteirista, atriz e diretora do filme] pode te falar mais sobre isso. Ela foi até minha casa e conversamos sobre o roteiro e várias outras coisas. Ela sentiu que eu era a pessoa certa para o papel da Mary Jane e partimos daí.

Este filme está repleto de humoristas incríveis - e tem uma ótima cena de jantar onde todos vocês estão juntos. Pode falar um pouco sobre como foi trabalhar com eles?

Eu adorei! A cena do jantar foi uma das mais difíceis de gravar pelo fato de haver muita gente e muito diálogo. Mas tive o prazer de ficar ao lado de Adam [Scott] e de frente com Chris O'Dowd e Maya Rudolph. Não sei se isso entrou para o filme ou não, mas os dois [O'Dowd e Rudolph] ficavam improvisando um diálogo próprio durante a cena toda. Eles estavam tão engraçados que eu chorava de rir e tinha que me recompor quando a câmera chegava em mim. Foi bem divertido, principalmente porque eu não tinha muita coisa para fazer. Pude ficar observando, só vendo o que os outros faziam.

Você tem intenção de seguir carreia em comédia? As produções que realmente te introduziram no mercado cinematográfico foram filmes como Transformers e Garota Infernal, mas agora está se envolvendo com Friends with Kids e o novo filme do Judd Apatow, The Dictator...

Não tinha nenhuma intenção específica ao aceitar participar dessas comédias. Estou apenas procurando por uma experiência agradável, quero poder curtir meu trabalho. Trabalhar com pessoas de que eu goste e que se divirtam juntas, trabalhando como um grupo para fazer um filme melhor. Foi exatamente isso que encontrei nessas comédias, um ambiente saudável e feliz que facilita minha vida pessoal, além de também ajudar nas turnês de divulgação. É ótimo poder dormir com um sorriso no rosto e acordar da mesma maneira. Apesar de não querer ficar presa a esse gênero pelo resto da minha carreira, gostei muito de trabalhar em comédia. Mas ainda gosto de todo o perigo que é trabalhar em filmes de ação.

Como você se envolveu em The Dictator? Você interpreta a si mesma?

Eu realmente não posso falar nada sobre esse filme. Qualquer coisa que eu fale já revela muito sobre a trama. Mas Sacha [Baron Cohen] me ligou, perguntando se eu gostaria de participar do projeto. Por ser uma grande fã dele, disse sim logo de cara.

Pode falar um pouco sobre This is Forty?

Posso dizer que não podemos chamar o filme de This is Forty, ele ainda está com um nome provisório. Por enquanto nos referimos a ele apenas como o Untitled Judd Apatow Project ou Untitled Judd Apatow Comedy. Não tenho certeza.

Mas Paul Rudd nos disse que seria This is Forty.

Ele fez besteira. [risos] Acabaram de me dizer que não posso chamar o filme de This is Forty, então ele não pode mais dizer isso.

Como você se envolveu no projeto?

Participei de uma reunião com Judd [Apatow] e seu parceiro de produção e conversamos sobre um roteiro que eles estavam preparando. Ele falou sobre o papel que tinha disponível e me perguntou se eu conseguia trabalhar com improvisação. Por causa de Shia [LaBeouf], acabei ficando relativamente confortável em improvisar diálogos, mas ainda assim ele me chamou para um teste com Paul [Rudd] e Leslie [Mann]. Foi assim que eles perceberam que eu poderia trabalhar com o método de filmagem de Judd, que é completamente único e diferente da grande maioria dos filmes.

Você pode falar sobre sua personagem?

Os personagens de Paul e Leslie [os mesmos que eles interpretaram em Ligeiramente Grávidos] são casados, e muita gente acha que a minha personagem causa algum tipo de problema na relação deles. Só posso dizer que isso não está certo e que eu não tenho nada a ver com o casamento deles.

As filmagens já terminaram?

Sim.

Fale um pouco sobre o método de filmagem de Apatow e como foi trabalhar com ele.

Quando começamos a ensaiar, o roteiro ainda não estava pronto. Eles estavam mexendo e montando tudo, além de estarem aumentando a minha participação. Então Judd me colocava numa cena com Leslie e ditava a situação para que pudéssemos seguir sozinhas, improvisando o resto da cena nós mesmas. Aí ele pegava as partes que gostava e colocava no roteiro. Mas o mais legal é que, enquanto rodamos o filme, ele vai gritando novas opções de piada. Falamos o que está no roteiro e depois vamos refazendo aquela mesma cena com as sugestões que ele dá. Adorei fazer isso!

Eu já estive nos sets de filmagem de alguns filmes dele e tive a oportunidade de vê-lo gritando as novas opções de piada. O que percebi é que às vezes ele sugere que você diga algo que normalmente não diria, mas acaba falando por não ter tempo para pensar.

Sim, você simplesmente sai falando qualquer coisa que ele sugere. Isso é incrível, adorei a experiência!

Ele também é conhecido por fazer coisas mais pesadas, que passam um pouco da censura 18 anos. Você teve algum diálogo mais pesado ou ficou pro lado mais leve mesmo?

Não, eu falava coisas bem pesadas. Mas eu também ajudei bastante com isso nos ensaios. Judd gostou bastante do meu tipo de humor.

Você publicou uma foto de bastidores do filme no seu Facebook.

Quanto às redes sociais, você gosta de interagir e falar com outras pessoas via Facebook ou Twitter?

Sinto que as redes sociais cabem ao propósito de permitir que fãs do mundo todo possam interagir de alguma forma comigo. Apesar disso, ainda penso que deve ser mantida uma certa distância, é por isso que não tenho Twitter. Honestamente, acho que não sou importante o suficiente para ficar publicando na Internet o que faço no meu dia-a-dia. Tem gente que tuita: "Acabei de tomar um latte no Starbucks e agora vou à Barney's. Amo sapatos!" Quem se importa? Por que as pessoas iriam querer saber isso?

O outro lado das redes sociais de que eu não gosto é quando as celebridades, lançando suas marcas de roupa ou coisas do gênero, ficam tentando vender produtos no Twitter e no Facebook. Acho que se você mantém uma rede social é para interagir com seus fãs, com o único propósito de permitir que eles se sintam mais próximos de você. É por isso que, de vez em quando, publico alguma coisa pessoal - uma foto minha quando bebê, etc. Não quero encher o saco de ninguém com os detalhes tediosos do meu dia-a-dia, muito menos ficar tentando vender algo.

Se você tivesse que escolher entre o método de filmagem de Clint Eastwood, que só usa duas tomadas para cada cena, ou o de David Fincher, que pode chegar até 90 takes, qual preferiria?

Uau, dessa eu não sabia. Noventa é muita coisa. Mas tudo depende do material a ser trabalhado. Duas tomadas é bem assustador, porque você tem que estar extremamente preparado para conseguir fazer a cena com tão poucas tentativas. É por isso que gostei tanto de trabalhar com Judd [Apatow]. Ele deixa a câmera filmando enquanto vamos fazendo diversas versões diferentes para uma única cena. Então você sabe que há ótimo material ali, mas que também há coisas terríveis - e ele vai conseguir editar as melhores partes e fazer algo incrível. Mas se tivesse que escolher entre duas tomadas e 90, iria com duas.

Você já tem mais algum projeto engatilhado?

Não. Quando bons projetos aparecem, meus empresários me ligam e me mandam o roteiro. Confesso que tenho um pouco de dificuldade em diferenciar os filmes bons dos ruins, por isso peço que eles selecionem os projetos que acham bons e interessantes. Eles sabem que quero trabalhar com pessoas talentosas e quero participar de projetos diferentes. Dá pra perceber que meus filmes são bem diferentes entre si. Mas esse é o risco que se corre no cinema. Nunca se sabe como o filme será recebido pelo público.

Pedi que me mandassem perguntas via Twitter - uma das que mais apareceu foi se você pretende fazer mais algum filme derivado dos quadrinhos.

Sim, amo quadrinhos. Acho que os filmes sempre acabam sendo bem divertidos, mesmo quando não são tão bons. Fico bem animada em poder ver algo que li minha vida toda se tornar real. Acho que a criança que vive dentro de nós nunca cresce.

Você já viu Transformers 3 - O Lado Oculto da Lua?

Ainda não, mas não porque sou contra o filme. Eu só não consegui ir ao cinema. Mas ainda pretendo assistir.

Está tentando dizer que você seria notada se fosse ao cinema?

Estou tentando dizer que poderia ser um problema se fosse ao cinema. Eu sabia que o filme ficaria com as salas lotadas por semanas, então tenho que assisti-lo em casa. Mas vi o trailer e achei incrível; bem sombrio, interessante e bonito.

Quando consegue um papel, você pesquisa muito para conseguir interpretar a personagem de maneira fiel?

Depende de como é a personagem. Não tem muita pesquisa para fazer quando se interpreta uma pessoa como a Mary Jane; a maioria dos adolescentes e jovens adultos passam pelo que ela passou. Mas para outros papéis é necessário estudar outros filmes, ficar observando pessoas...

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Edit of the Week: Performance Arts

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Performance artist Calder Kusmierski Singer takes to the pages of i-D More...

Editorial Inspiration: Rene Gruau

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Dazed & Confused pays tribute to illustrator Rena Gruau with a futuristic new story by Daniel Jackson More...

A New Star

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Virgine Magazine gets made over into The GROUND More...

Games

Ator confirma Drake e Snake em jogo de luta de Playstation

Após confirmar que seu personagem, Cole MacGrath, estará entre os selecionáveis de PlayStation All Stars Battle Royale, o ator Eric Ladin vazou, em sua conta do Twitter, outras duas opções que devem estar no jogo de luta da Sony: Nathan Drake, de Uncharted, e Snake, de Metal Gear.

Criador de 'Journey' está trabalhando em game para adultos

O desenvolvedor de Journey, Jenova Chen, afirmou que está trabalhando em um game para atrair o público adulto. Segundo o executivo da That Game Company, os atuais jogos do mercado não têm o necessário para atrair o público, disse em entrevista ao Eurogamer.

'Forza' ganha quinto game; confira evolução da franquia

A Microsoft divulgou a capa do game Forza Horizon nesta semana junto com o primeiro screenshot do título de Xbox 360. A série de corrida é exclusiva do console e está chegando a seu quinto título.

Bayern é campeão da Champions League em simulação de 'Fifa'

A EA Sports fez uma simulação da final da Champions League usando o game Fifa Manager 12. Na partida disputada virtualmente entre Bayern e Chelsea, o time alemão ganhou por 3 a 1, conquistando a vaga no Mundial de Clubes da Fifa.

'Tony Hawk's Pro Skater HD' ganha novas imagens

O game Tony Hawk's Pro Skater HD, que será lançado para Xbox 360 e Playstation 3 ainda em 2012, ganhou uma série de novas imagens.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Geral Cinema

Cansada das mocinhas, Kristen Stewart quer viver vilã no cinema

Em entrevista à revista Elle, Kristen Stewart discorreu a respeito de sua carreira e sobre quais tipos de papéis ela espera obter. A atriz de Crepúsculo disse que o personagem de Cathy Ames em A Leste do Éden é o papel que ela mais deseja interpretar. "Ela é uma psicopata. Eu não fiz nada disso ainda!"

Estrelas prestigiam première de 'Os Infratores' em Cannes

Celebridades como a atriz Bérénice Bejo e o rapper Puff Daddy prestigiaram a estreia do filme Os Infratores neste sábado(19) durante o Festival de Cannes. O elenco do filme, que inclui nomes como Shia Labeouf, Jessica Chastain e Mia Wasikowska, também passou pelo tapete vermelho.

Celebridades causam frisson no tapete vermelho de Cannes

A nata do cinema internacional está reunida no Festival de Cannes desde a última quarta feira. Na teoria, os filmes são as principais estrelas do evento, mas o centro das atenções acaba sendo as celebridades.

Em tarde de sol, Adam Sandler passeia com mulher e filhas

Adam Sandler foi visto na última quarta feira aproveitando o sol em Brentwood, Califórnia, muito bem acompanhado.

Ben Stiller é recepcionado por leão de 'Madagascar' em Cannes

O ator Ben Stiller prestigiou a estreia de Madagascar 3 Europe's Most Wanted nesta sexta feira durante o Festival de Cannes. Apesar de ter sido exibida no festival, a animação não entra para a competição pela Palma de Ouro.

Séries TV

Podmaníacos – Shameless, The Client List, Mad Men e muito mais

Estamos no final de abril e mesmo assim o Podmaníacos dessa semana está recheado de dicas de novas séries que estrearam nas últimas semanas. Será que tem algo que presta? É nessa edição também que revelamos o vencedor do concurso valendo um box de DVD com a 1ª temporada de Game of Thrones. Mesmo que [...]

Game of Thrones – 2×04: Garden of Bones

A empatia pelos fragilizados. Spoilers Abaixo: É comum, pelo menos para a maioria do público, se envolver com aqueles personagens que passam pelas maiores dificuldades. Surge um tipo de empatia, uma compaixão que se converte em uma torcida para que todos os obstáculos sejam superados e haja então a famosa volta por cima. Está aí [...]

Grey’s Anatomy – 8×20: The Girl With No Name

Saindo da zona de conforto. Spoilers Abaixo: Cá estou, mais uma vez, preparada para lançar mão dos meus já tradicionais elogios à temporada de Grey’s Anatomy. A série merece. Fez um episódio muito bonito, tratando de um tema polêmico, inspirado em noticiários que mais parecem história de terror, mostrando toda a força de Meredith Grey, [...]

Supernatural – 7×19: Of Grave Importance

Isso sim é uma Mansão Mal Assombrada. Spoilers Abaixo: Tenho que dizer que simplesmente adorei esse episódio de Supernatural. A Mansão Mal Assombrada recheada de fantasmas foi épica, e sem dúvidas esse foi um dos meus casos semanais preferidos da série toda. Pode parecer exagero, mas eu realmente adoro a forma como Supernatural, mesmo sem [...]

American Idol – 11×29/30: Top 7 Redux

Depois de uma semana que incluiu um dos melhores temas dos últimos tempos, performances sensacionais, um Top 7 em que ninguém merecia sair e mais resultados inesperados, parece que a identidade do dono da coroa do American Idol 11 está cada vez mais evidente. Spoilers Abaixo: Na segunda semana do Top 7 do American Idol, [...]

fashiongonerogue.com

Audrey Tautou by Shayne Laverdière for Marie Claire Russia

Belle Femme – The April issue of Marie Claire Russia features French movie star Audrey Tautou as a bewitching femme fatale of the 50s captured by Shayne Laverdière. The sylph-like Française oozes vintage elegance à...

Zuzanna Stankiewicz by Daniele Rossi for UnFlop #3

One Girl – Zuzanna Stankiewicz tries on the spring collections for size with the spring-summer issue of UnFlop Magazine. Photographed by Daniele Rossi with styling by Lorenzo Posocco, Zuzanna hits the studio in the unique...

Josephine Skriver by Honer Akrawi for Eurowoman June 2012

The Minx – Josephine Skriver turns up the heat for the June cover shoot of Eurowoman. In front of Honer Akrawi’s lens, the blonde beauty wears sporty looks with a sultry twist styled by Gertrud...

Cara Delevingne for Chanel Cruise 2013 by Karl Lagerfeld

Cruise Pastel – After taking a look at the runway show earlier, we focus on Chanel’s press kit images lensed by creative director Karl Lagerfeld for the label’s cruise 2013 collection. The photographs star British...

Josefien Rodermans by Jasper Abels for Prestage #4

Josefien – Following up the cover, we present the main editorial for Dutch publication Prestage Magazine’s fourth issue starring Josefien Rodermans. Photographed by Jasper Abels with styling by Habib Yahyaoui, Josefien keeps it simple in...

celebutopia

“The Avengers” Spoiler Reference Guide *UPDATED*

Now that “The Avengers” has blasted it’s way into theaters (and made more money than everyone else), it’s time I make a guide that points out most of the in-movie references as well as plot points that may show up in the sequels for Iron Man, Captain America, and Thor. Ready for a spoiler-filled journey? [...]

Sara Jean Underwood Gets Hot & Sweaty For Men’s Fitness Magazine June 2012

Maxim Magazine is dead to me. DEAD! I will have NO MORE of their lies! After so many years of shitty covergirl choices (90% of their choices are horrible), I’ve gone cold turkey from Maxim’s bullshit and have moved on to my new haven for hot ladies: health and fitness magazines for men! Turns out [...]

Victoria Justice Goes Retro For Nylon Magazine May 2012

It’s unfortunate that Victoria Justice wasn’t given the cover for the May 2012 issue of Nylon (the cover went to a trio of other actresses I could care less about) because she’s a super beautiful girl that reminds of my all-time favorite soap actress Vanessa Marcil. Anyway, VJ is in a 6-page article for the [...]

Dakota Fanning Shows Her Mature Side For California Style Magazine May 2012

Back when Dakota was on the cover of Cosmo a few months earlier, everyone bitched that she was”too sexy” because she was still 17 years old. Well, fast-forward to April 2012 and now that Dakota’s finally reached the ripe young adult of 18 years, we can FINALLY say that she’s too sexy without incurring the [...]

Emily Van Camp Heats It Up For Cosmopolitan USA May 2012

You wanna know something that is really FUCKED UP? The editors of Cosmo had two choices for the covergirl of the May issue: “Revenge” bad girl, Emily Van Camp or Reality-starlet-sister-to-a-whore Khloe Kardashian. And who did they choose? That’s right, the Yeti! In case you aren’t aware of it, Emily is on the hottest show [...]

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