Comédia l Cameron Diaz faz comédia sobre vexame sexual em 'Sex tape' (21/08/14)

Filme com Jason Segel parece anúncio da Apple, mas consegue fazer rir.
Casal busca gravação da maratona de sexo que compartilhou sem querer.

Nayara Reynaud   
Do Cineweb, via Reuters*
"Se todos conhecessem a intimidade sexual uns dos outros, ninguém cumprimentaria ninguém.” Quando Nelson Rodrigues afirmou isso, talvez não imaginasse uma criação advinda do interesse, intrínseco no ser humano, por sexo e do seu voyeurismo: as “sex tapes”. Mas, se desde a popularização do VHS, a descoberta e divulgação de fitas de vídeo caseiras de sexo abalaram a carreira de várias celebridades, atualmente, o cenário parece estar mudando.

Hoje em dia, com as câmeras digitais, dos celulares e outros dispositivos móveis, as estrelas pegas no flagra têm seus momentos íntimos expostos na Internet, espalhados na web como um viral, mas não são tão execradas pela mídia como antes.

Em tempos de “selfies” e outras modalidades de alta exposição nas redes sociais, até algumas pessoas ditas “comuns” passaram a mostrar sua própria intimidade em sites de conteúdo pornô.

Mesmo assim, a exibição, realização e até a discussão sobre tal assunto continuam sendo um tabu, por mais democrática e progressista que seja a sociedade em que se vive. Esta é a razão pela qual Annie (Cameron Diaz) e Jay (Jason Segel) correm atrás, tão desesperadamente, da gravação da maratona de sexo que fizeram e acabaram compartilhando, sem querer, para uma rede de amigos conectados via um aplicativo em seus iPads, em “Sex tape – Perdido na nuvem” (2014).

A nova parceria do diretor Jake Kasdan com Cameron Diaz e Jason Segel, de “Professora sem classe” (2011), começa com a agora mãe de dois filhos, Clive (Sebastian Hedges Thomas) e Nell (Giselle Eisenberg), contando, em seu blog para mães, sobre quando conheceu o seu marido.

Ainda jovens e solteiros, os dois faziam sexo em tudo quanto é lugar, sem nenhum pudor em praticá-lo em público, tanto no dormitório da faculdade com a porta aberta como entre as prateleiras da biblioteca, por exemplo. Mas, com a gravidez dela, os dois se casaram e a chegada de uma criança e, depois, mais outra, fez com que o fogo deles fosse arrefecido.

Uma década depois, eles estão presos à rotina; seja Annie à de mãe, dona-de-casa e blogueira, ou Jay à da rádio onde trabalha – como programador, provavelmente.

Em uma noite em que acham uma brecha na agenda e os filhos estão com a avó (Nancy Lenehan), os dois sentem a necessidade de voltar àquele tempo e, regados a tequila, decidem experimentar todas as posições sexuais do livro “A Alegria do Sexo”, escrito pelo Dr. Alex Comfort em 1972, porém, em frente à câmera do iPad dele.

O problema é que, em vez de apagar as três horas de vídeo, Jay presenteia parentes, amigos e até o carteiro com tablets que contêm o vídeo – sim, ele simplesmente dá de presente para as pessoas seus “velhos iPads” recheados de uma extensa biblioteca de música. Eles, então, partem em uma busca dos dispositivos, a fim de apagar seu conteúdo ou destruí-los, contando com a ajuda de outro casal entediado de amigos, Tess (Ellie Kemper) e Robby (Rod Corddry).

Jake Kasdan e o trio de roteiristas formado por Kate Angelo, Nicholas Stoller e o próprio Jason Segel – de “Plano B” (2010), “O Pior trabalho do mundo” (2010) e “Os Muppets” (2011), respectivamente – não conseguem fazer o filme fluir totalmente.

“Sex tape...” sofre de uma indecisão dos seus realizadores se o longa deveria ser uma comédia adulta ou uma farsa familiar, ou se aprofundar na discussão da privacidade, da crescente exposição pessoal e voyeurismo atuais ou ainda explorar humoristicamente a conotação sexual do tema. Poderia ainda ser tudo isso, mas não se conseguiu equilibrar essas abordagens.

Para uma produção com este título, poderia se esperar que se fosse mais longe dentro da temática e no humor ácido. Não que fosse necessário o uso de imagens e linguagens totalmente obscenas.

Mas, após momentos mais pesados, sempre vem algo para amenizar, como uma estranha lição de moral do dono do site YouPorn, interpretado por um conhecido comediante em aparição-surpresa.

Em contrapartida, se poderia investir na vertente do filme-família. Entretanto, o potencial demonstrado pelos atores-mirins nas poucas cenas em que aparecem, especialmente o de Giselle Eisenberg no momento de reflexão filosófica da sua pequena personagem, não é tão explorado.

Do mesmo modo, o lado cômico de uma sucessão de desventuras na busca pelos tablets só alcança outro nível na sequência na casa de Hank Rosenbaum, dono de uma fábrica de brinquedos que deseja fazer uma parceria com o blog de Annie, que poderia ser prejudicada com o vazamento do vídeo.

Por sinal, o magnata interpretado por Rob Lowe dá margem ao ator para fazer piadas sobre todos seus fantasmas do passado, seja a própria divulgação de uma “sex tape” sua com duas garotas em 1988, que afetou significativamente sua carreira, assim como o vício em cocaína e a desastrada apresentação com a Branca de Neve na abertura do Oscar de 1989.

A realidade é que, fora isso, não há a sensação de que o perigo e a humilhação pública estão realmente tão próximos do casal de protagonistas, até porque o roteiro é muito benevolente com seus protagonistas.

Resta ao final a impressão de que o filme é um longo e superproduzido anúncio da Apple, com a profusão de iPads na tela, a repetição da capacidade de sincronização dos dispositivos e a constante reafirmação da durabilidade dos aparelhos. Com a vantagem de que, ainda assim, consegue entreter e levar o público a algumas risadas durante sua exibição.

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Comédia  l Wes Anderson une comédia e crítica social em “O Grande Hotel Budapeste”   (03/07/14)

SÃO PAULO (Reuters) - Bem-vindos à República (imaginária) de Zubrowka, país situado nos confins do leste europeu e que abriga um hotel que reina no alto de uma montanha. Tanto o país quanto o hotel foram afetados por grandes acontecimentos no século 20: a “Belle époque” cedeu lugar a um crescente fascismo, que culminou com uma guerra.   Como se não bastasse, o país fez parte do bloco comunista. Eis o pano de fundo em que se desenrola “O Grande Hotel Budapeste”, novo filme do diretor norte-americano Wes Anderson (“Moonrise Kingdom”) que abriu o mais recente Festival de Berlim, em fevereiro.

Desde esse lançamento, não faltaram elogios ao filme. Não sem motivo, visto que não lhe faltam superlativos, a começar pelo elenco, um verdadeiro desfile de grandes atores.

Em cena, Ralph Fiennes (M. Gustave, o concierge), Jude Law (jovem escritor), Adrien Brody (o vilão Dmitri), Edward Norton (o militar Henckels), Bill Murray (o amigo de Gustave, M. Ivan), sem falar na memorável atuação de Tilda Swinton, irreconhecível na pele de uma milionária octagenária, Madame D.

Seria injusto não mencionar a excelente atuação do novato Toni Revolori (Zero, fiel escudeiro do concierge) e da bela Saoirse Ronan (Agatha), sua namorada.

Além desta constelação de talentos, o filme impressiona pela fluidez com a qual a ação se desenrola. Tanto os atores, quanto o roteiro, a fotografia, o figurino, tudo foi pensado de modo a fazer da trama de Wes Anderson uma verdadeira alegoria dos eventos que marcaram a Europa no século passado através daqueles que o viveram.

A trajetória do concierge vivido por Ralph Fiennes chega até nós graças ao encontro com aquele que foi seu fiel escudeiro, Zero (na maturidade, interpretado por F. Murray Abraham) com um jovem escritor - espécie de alter-ego do escritor Stefan Zweig (austríaco que, desencantado com os rumos da 2ª guerra, suicidou-se em Petrópolis, em 1942), cujos livros serviram de inspiração na construção do roteiro.

Esta parte da ação ocorre nos anos 1960, mas logo seremos transportados aos anos gloriosos do hotel, no começo da década de 1930, quando os corredores eram percorridos pela elite europeia e M. Gustave era um verdadeiro maestro, tendo que lidar com os caprichos dos hóspedes, mas também com a rotina dos empregados - tudo isto sem jamais perder a classe.

“O Grande Hotel Budapeste” é um filme em que cada personagem parece retratar com grande talento os encantos deste microcosmo – e a trama apresenta reviravoltas no melhor estilo Agatha Christie. Visualmente, a sincronia dos movimentos da câmera em relação ao roteiro e às nuances de interpretação remete a filmes como “Delicatessen” (de Jean-Pierre Jeunet, 1991).

O edifício usado nas filmagens foi uma antiga loja de departamentos localizada em Gorlitz, cidade alemã junto às fronteiras com a Polônia e a República Tcheca.

(Por Plínio Ribeiro Jr., do Cineweb)

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Comédia  l Sex Tape, comédia com Cameron Diaz e Jason Segel, ganha o primeiro trailer   (31/03/14)

Sex Tape, comédia que Jason SegelCameron Diaz protagonizam para a Sony Pictures, ganhou seu primeiro trailer - veja:

A trama escrita por Kate Angelo (Plano B) acompanha um casal que, em uma noite livre dos filhos, resolve apimentar a relação fazendo um vídeo de sexo. No dia seguinte, o casal entra em desespero ao perceber que a gravação sumiu.

Segel e Diaz fazem o casal, e Jack Black  aparecerá como o presidente de uma grande produtora de filmes pornô. Rob Corddry também está no elenco.

Jake Kasdan assina a direção. Sex Tape tem estreia prevista para 25 de julho nos EUA.

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Comédia  l Vince Vaughn vive quarentão infantilizado na comédia "De Repente Pai"   (10/01/14)

O quarentão David Wozniak (Vince Vaughn) é uma dessas pessoas que não tem qualquer controle sobre a própria vida. Contratado como entregador na empresa de carnes da família, um tanto irresponsável, contraiu dívidas de agiotas violentos e ainda leva um fora da namorada quando ela conta que está grávida e longe de querer a influência dele sobre a criança.

O protagonista de "De Repente Pai" é, assim, o protótipo do conceito norte-americano de "loser" (perdedor), que é simplesmente empurrado pelo seu cotidiano, sem realmente saber o que quer adiante. E o diretor e roteirista canadense Ken Scott explora ao máximo a busca por um sentido na vida de seu personagem quando o coloca em um capcioso conflito: descobrir que tem 533 filhos.

Entender como isso ocorreu na trama, no entanto, é um trabalho que exige certa força de vontade de quem assiste. Pela história, quando era mais jovem e sob o codinome Starbuck, David vendeu seu sêmen a uma clínica de fertilização, que na falta de outros doadores, usou o material do rapaz em todas as suas clientes.

Quando essas crianças crescem, entram na Justiça para descobrir quem é afinal Starbuck, cujo nome real é protegido por contrato. Avisado por seu amigo e advogado Brett (Chris Pratt), David começa a ajudar seus filhos, omitindo que é o pai biológico. Um envolvimento que irá, como se entende logo no começo, dar um novo rumo a David.

Ken Scott, que já havia realizado este mesmo filme no Canadá ("Meus 533 Filhos", 2011) com atores locais, adaptou a história para os Estados Unidos, mantendo muitas cenas e diálogos intactos. Por isso, a versão americana não perde seu tom dramático, atenuando a verborragia do ator Vince Vaughn, conhecido por interpretar os mesmos papéis em seus filmes.

Apesar do exemplo extremo que traz em seu roteiro, o diretor busca dialogar com o espectador sobre as mudanças na visão de paternidade. Um tema retratado aqui com muito sentimento, mas que esvazia um pouco a comicidade do filme. Trata-se, portanto, de um drama com humor, mais do que uma comédia. Reuters

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Comédia  l Os Estagiários | Crítica    (30/08/13)

Owen Wilson e Vince Vaughn conquistaram as bilheterias em 2005 com a comédia Penetras Bons de Bico. Sete anos depois, Os Estagiários (The Internship, 2013) tenta repetir a fórmula de sucesso, colocando ambos para mais uma rodada de diálogos rápidos, muita química e improviso.

A trama os acompanha como vendedores encarando a triste realidade de um país em recessão. Sem habilidades além de sua lábia, os dois são mandados embora de seus empregos como distribuidores de relógios de luxo e precisam se reinventar - decidem ingressar em um dos mais difíceis e concorridos programas de estágios, o do Google. Em seu caminho, porém, além das limitações óbvias, está um grupo de jovens brilhantes e ambiciosos. Cabe aos dois buscar uma aliança com os nerds mais nerds entre os nerds todos para tentar vencer e obter as cobiçadas vagas de emprego no Vale do Silício.

Diferente do longa anterior, porém, este economiza no tom adulto e aposta na abrangência familiar. Trata-se, afinal, do maior merchandising que o cinema já viu.

A corporação Google, a mais desejada por todos os.jovens que trabalham.com tecnologia, é central à trama e apoiou toda a produção. No caso dos merchans, issos ignifica não apenas algum aporte de capital, mas também uma extensa lista de "do's" and "dont's" que certamente deve ter amputado do filme muita de sua acidez ou espontaneidade. O Google precisa manter sua imagem, afinal - e para o estúdio, não é sábio morder a mão que alimenta. Mas o resultado é demasiadamente formulaico, insosso e criado para agradar.

As piadas entre analógico e digital e as referências aos anos 1980 ficam velhas rápido e o filme não sabe extrair o humor do parque de diversões que é o Google, insistindo no que parecem ser piadas internas da empresa. E pontua tudo isso com comédia física e exageros fora de contexto, como na visita à casa de strip tease. Fica confusa a intenção dos realizadores. Seria a de um Porky's light para a geração YouTube ou um novo A Vingança dos (mais) Nerds? De qualquer maneira, a sátira aos quarentões que não sabem o que é um aplicativo é simplesmente datada demais.

Independente das limitações do texto, Wilson e Vaughn saem-se bem, como esperado. A química e os diálogos rápidos estão ali. Mas o subtexto da empresa de tecnologia salvando a economia através da criatividade e felicidade de seus funcionários é inocente demais em tempos de recessão econômica. Não é por acaso que o público dos EUA ignorou por completo o filme. Enquanto assistentes sociais, revistas e consultores clamam por reciclagem - e pessoas perdem seus empregos para posições do outro lado do planeta - Os Estagiários insinua que charme, perseverança e uma boa dose de decoreba são a chave para todos os problemas. Quem precisa de reciclagem quando o trabalho duro, mas sem esquecer a diversão entre amigos, é a tônica que lhe garantirá uma posição no finado Sonho Americano? [Érico Borgo]

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Comédia  l Almodóvar volta à comédia escrachada em "Os Amantes Passageiros"      (28/06/13)

O bom e velho Almodóvar está de volta. Aquele Almodóvar anárquico, politicamente incorreto, que expressa o coração de uma Espanha que não se parece em nada com o daquele país que se endividou para sentar na janelinha do Airbus europeu e hoje amarga os resultados de uma profunda crise econômica.

Quem esperou para ver um trabalho autoral do diretor espanhol, que já tem dois Oscars na prateleira (de melhor filme estrangeiro, por "Tudo sobre Minha Mãe", e de roteiro original, por "Fale com Ela"), pode até se decepcionar com "Os Amantes Passageiros".

Pedro Almodóvar está apenas interessado em divertir a plateia com uma comédia absurda, de puro besteirol e que lembra muito seus primeiros trabalhos, como "Pepi, Luci, Bom e outras Garotas de Montão", "Labirinto de Paixões" e "Maus Hábitos".

O diretor, agora cult e sofisticado, parece ter dado um tempo nos trabalhos mais "sérios" e redespertado seu alter ego da "movida" madrilenha. Como se nos alertasse: "Continuo o mesmo".

É preciso estar de mal com o mundo para não dar boas risadas com a louca tripulação de um avião que deixa a Espanha com destino ao México e, no meio do caminho, tem de mudar os planos de vôo, pois descobre que o trem de aterrissagem não funciona.

O motivo do problema vai aparecer logo nas primeiras cenas, com uma ponta afetiva de Antonio Banderas e Penélope Cruz. Mas como contar a situação de emergência para os passageiros sem causar pânico a bordo? A tática escolhida é que vai permitir que apenas alguns personagens fiquem em evidência.

A solução é muito original e não pode ser revelada sob pena de estragar a surpresa.

O que pode ser dito é que jamais houve uma tripulação e passageiros tão bizarros como os que estão a bordo dessa companhia fictícia, incluindo uma mulher de meia-idade ainda virgem (Lola Dueñas) com poderes paranormais, um matador de aluguel (José Maria Yazpik) e a dona de uma rede de bordéis frequentada pelo alto escalão da política espanhola (Cecilia Roth).

Ainda, um casal de namorados em êxtase sexual (Laya Martí e Miguel Ángel Silvestre) e um astro de novelas mulherengo (Guillermo Toledo) que acabou de abandonar a namorada (Paz Vega), a qual está prestes a cometer suicídio. Sem contar o piloto (Antonio de la Torre) e o co-piloto (Benito Morón) e seus imbróglios sexuais.

Três comissários, gays afetadíssimos (Javier Cámara, Carlos Areces e Raúl Arévalo), aproveitam a confusão a bordo para servir bebidas e drogas à tripulação e à primeira classe, além de distraí-los com um impagável número musical, usando a canção "I'm So Excited", das Pointer Sisters.

Segredos conjugais e traições são revelados e colocam tripulação e passageiros em uma cumplicidade completamente absurda. Só nos resta soltar o cinto (isso mesmo!) e embarcar nesse vôo anárquico típico do universo almodovariano.

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Comédia  l The English Teacher | Assista ao trailer da comédia estrelada por Julianne Moore   (04/04/13)

The English Teacher, comédia estrelada por Julianne Moore, ganhou o seu primeiro trailer:

Dan e Stacy Charlton  escreveram o roteiro, sobre uma professora de inglês de colegial (Moore), que na escola demonstra toda a paixão que ela reprime na vida pessoal. Tudo muda quando um ex-aluno (Michael Angarano), dramaturgo fracassado em Nova York, volta à cidadezinha e é convencido pela professora a montar uma peça inédita no colégio. Greg Kinnear, Lily Collins e Nathan Lane também estão no elenco.

Craig Zisk, produtor e diretor de episódios de séries de TV como Scrubs, Weeds, Nip/TuckeUnited States of Tara, faz sua estreia na direção de longas-metragem.

The English Teacher estreia em 17 de maio. Natália Bridi

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Comédia  l Todo Mundo em Pânico 5 tem trailer e pôster   (14/03/13)

Todo Mundo em Pânico 5 ganhou um novo trailer e o seu pôster.

O elenco conta com Charlie Sheen, Terry Crews, Mike Tyson e Lindsay Lohan  - que será a antagonista do filme, a inimiga da personagem de Ahsley Tisdale. A trama deste quinto episódio da franquia partirá de Cisne Negro para parodiar outros sucessos, como Atividade Paranormal, Planeta dos Macacos - A Origem e 127 Horas.

Malcolm Lee, cujo trabalho mais recente, de 2008, foi a comédia Soul Men, será o diretor. Lee vai produzir o filme e escrever o roteiro ao lado de David Zucker - que roteirizou e dirigiu os dois anteriores. Scary Movie 5 estreia em abril nos EUA e em 11 de outubro no Brasil.

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Comédia  l Assista o primeiro trailer de Se Beber, Não Case! Parte III    (07/03/13)

O Wolf Pack vai voltar com tudo para Las Vegas, e a promessa é que não vai sobrar pedra sobre pedra na capital da jogatina e do entretenimento dos EUA. O trio formado por Bradley Cooper, Ed Helms e Zach Galifianakis retorna para lá com mais rodagem, mas sem ter ganhando um grama sequer de sabedoria.

Pelo primeiro trailer de Se Beber, Não Case! Parte III, que tem data de estreia prevista para o dia 31 de maio no Brasil, confirma-se que o terceiro filme é centrado no personagem de Galifianakis, Alan, em crise depois da morte do seu pai. E que também o vilão da vez é vivido por ninguém mais do que John Goodman. Isso sem falar de Melissa McCarthy, da série Mike & Molly, compartilhando um pirulito com nosso herói barbudo. E depois do macaco, do tigre e da galinha, sobrou até para uma girafa. Só vendo para crer.
Por isso mesmo, assista agora ao trailer da comédia mais esperada do ano:

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Comédia  l  Kirsten Dunst, Isla Fisher e Lizzy Caplan são madrinhas de casamento no trailer da comédia  Bachelorette   (22/07/12)

Bachelorette, comédia independente escrita e dirigida    por Leslye Headland (Terriers) e estrelada por Kirsten    Dunst, Isla Fisher (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom) e Lizzy Caplan (Cloverfield), ganhou seu primeiro trailer.

Diante do vídeo é difícil não lembrar de Missão  Madrinha de Casamento, mesmo porque a noiva aqui é interpretada pela comediante australiana Rebel Wilson, que fazia a colega  de quarto de Kristen Wiig na comédia arrasa-quarteirão:

A trama, baseada em uma peça off-Broadway de Headland, segue três melhores amigas (Caplan, Fisher, Dunst) que são convidadas para serem damas de honra no casamento de uma colega do colegial que elas costumavam chamar de "cara de porco", Becky (Rebel Wilson). Adam Scott (Parks  and Recreation), James Marsden (o ciclope da franquia X-Men) e Kyle Bornheimer formam a parte masculina do elenco.

A comédia de baixo orçamento (cerca de US$ 3 milhões) é produzida pela Gary    Sanchez Productions, companhia de Will Ferrell e Adam  McKay (Ricky    Bobby, Os Outros Caras). Bachelorette sai em video on demand nos EUA em 10 de agosto antes de passar pelos cinemas em 7 de setembro.

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Em filme francês "Os Nomes do Amor", moça usa sexo para mudar posições políticas  (03/12/11)

Estreou na sexta-feira (2), nos cinemas, o filme francês "Os Nomes do Amor", de Michel Leclerc. A comédia romântica deve encantar o público que gosta do gênero, mas também quem gosta de roteiros engenhosos e personagens peculiares.

Bahia Benmahmoud (Sara Forestier) e Arthur Martin (Jacques Gamblin) em cena do filme "Os Nomes do Amor"

A história gira em torno de Bahia Benmahmoud (Sara Forestier) e Arthur Martin (Jacques Gamblin). Ela é filha de um imigrante argelino e de uma ex-hippie, muito influenciada pelas histórias dos pais. Bahia foi criada de um jeito liberal e acredita que pode usar o sexo para fazer os homens mudarem de posição política.

É expondo suas crenças contra o governo e as ações fascistas dele que ela conhece Arthur Martin (que tem nome de marca europeia de eletrodoméstico "confiável e durável"), um pacato veterinário de meia-idade que tenta descobrir o perigo da gripe aviária na França e que logo se encanta pela espontaneidade (e, por que não?, promiscuidade) de Bahia.

O amor entre os dois e a questão da identidade (pessoal e como nação) que é levantada a partir do encontro entre eles são tema centrais de "Os Nomes do Amor" e rendem momentos hilários no decorrer do filme. As referências à história política da França, com direito à menção a Jacques Chirac e a Nicolas Sarkozy --e participação, como ele mesmo, do candidato socialista à Presidência da França, Lionel Jospin-- rendem os melhores momentos do longa.

No meio de tudo isso, o diretor ainda permite que os atores conversem diretamente com a câmera e cria alter-egos da infância dos personagens para aconselhar os adultos. Sem dúvida, um bom programa para o final de semana. MILENA EMILIÃO

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Sarah Jessica Parker vive mãe estressada em comédia "Não Sei Como Ela Consegue"  (25/11/11)

O maior trunfo da comédia "Não Sei Como Ela Consegue", de Douglas McGrath, é o charme de Sarah Jessica Parker - aposta segura, dada a grande receptividade da atriz que estrelou "Sex & the City" por seis anos, sem contar dois longas baseados na bem-sucedida série, em 2008 e 2010.

Tal como a Carrie Bradshaw do seriado, a personagem de Sarah aqui é pilhadíssima - Kate Reddy, uma executiva financeira, que se divide entre um trabalho estafante, que a obriga a frequentes viagens, um marido, o arquiteto Richard (Greg Kinnear), e dois filhos pequenos.

Com vocação para supermulher, Kate não consegue delegar muita coisa - quer ser a mãe capaz de bater um bolo de madrugada para a filha levar na escola no dia seguinte, mostrar-se apaixonada na cama com o marido e ainda segurar todas as barras num emprego complicado e competitivo. Só pode render estresse e cobranças de todo lado. Na verdade, tudo isto poderia ser um drama.

Mas o roteiro de Aline Brosh McKenna (de "O Diabo Veste Prada"), que por sua vez se baseia no livro homônimo de Allison Pearson, procura o tom mais leve. O foco está no dilema de Kate, ganhando a grande chance de sua vida ao ser escolhida para assessorar Jack Abelhammer (Pierce Brosnan) num grande projeto.

Ela tem todo o talento para isso, trabalhou a vida toda por uma oportunidade assim. Agora vai enfrentar as exigências de Jack, o olho gordo de um colega competitivo (Seth Myers), as cobranças do chefe (Kelsey Grammer), do marido e dos filhos, ainda mais diante de suas agora cada vez mais frequentes viagens a Nova York (a família mora em Boston).

Mesmo sendo comédia, o grande problema é que ninguém parece uma pessoa de verdade - nem Kate, nem as mães dos amiguinhos de sua filha, nem seus colegas, ou mesmo seus sogros, todos verdadeiros clichês ambulantes. A história parece existir num vácuo, num mundo paralelo em que analistas financeiros são praticamente beneméritos e a crise mundial por conta da especulação financeira nunca existiu. Até o ensaio de um romance por parte de Jack parece, neste contexto, um tanto artificial. Reuters

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Em "Potiche: Esposa Troféu", Catherine Deneuve incorpora ascensão do poder da mulher nos anos 1970  (23/06/11)

Um dos mais prolíficos diretores do cinema francês e quiçá mundial, lançando em média um longa-metragem por ano desde 1997, François Ozon é também versátil. Do drama deslavado ao fantástico, sem esquecer o suspense e boas doses de ironia, produziu belezas como "Gotas D'Água em Pedras Escaldantes", "Swimming Pool - À Beira da Piscina", "O Tempo que Resta" e "Ricky". Mas em "Potiche - Esposa Troféu", que entrou em cartaz no país nesta quinta-feira (22), o gênero da vez é outro: a comédia. No caso, quase escrachada.

Deneuve e Gérard Depardieu em momento apaixonado

Mas a fórmula do diretor não é tão simples. Adaptado do teatro, assim como "8 Mulheres", "Potiche" tem reflexão e crítica correndo fortes em suas veias, de forma explícita ou nem tanto. O personagem de Catherine Deneuve, que esteve recentemente no Brasil para divulgar o filme, é quem serve de catalizador para os conflitos que explodem na tela. Casada com um industriário tirano e mulherengo (Fabrice Luchini) no fim da década de 1970, Suzanne Pujol serve de bibelô no relacionamento – ela é apenas um enfeite em casa, sem poder de opinião.

Sua rotina de afazeres domésticos e caminhadas idílicas – seus encontros com esquilos são narrados em versos num caderninho de anotações – é interrompida quando o marido sofre um ataque cardíaco e precisa ficar longe da fábrica de guarda-chuvas da família, que enfrenta uma séria ameaça de greve. Madame Pujol acaba substituindo-o na presidência e, com simplicidade e postura de mãezona, provoca uma revolução na companhia.

Revolução, aliás, é a palavra de ordem em "Potiche". A ascensão do feminismo dá o tom do filme, que abre espaço para fazer graça com os clichês do mundo sindical e da esquerda, evidencia a lógica do capitalismo selvagem e lança um olhar ácido para a política. O clima, apesar disso, não é nada sério, longe disso. As atuações estão sempre um ou dois tons acima do normal e a direção de arte, exagerada e gritante, como que para dizer a todo momento que uma farsa está sendo encenada. Os números musicais, rumo ao final, quase fazem a balança pesar demais e desandar a receita. Quase.

Isso porque Catherine Deneuve, perto dos 70 anos, está lá, feito fortaleza, para segurar a bronca e carregar o filme praticamente nas costas. Brilhando muito mais do que os outros, ela torna adorável a experiência de se assistir a uma parábola feminista em pleno século 21. Ninguém melhor do que Deneuve para incorporar o poder da mulher, em especial em "Potiche", em que começa servil e submissa, contraponto a sua persona na vida real. O espectador ganha de bônus mais uma performance irretocável de Gérard Depardieu, no papel de um deputado e caso antigo da protagonista.

O roteiro ainda procura ganhar umas risadas na base do "nada é o que parece" e em geral acerta o alvo. Ozon arriscou mais vez e, feito ilusionista, tirou do chapéu uma comédia retrô, engajada e autoconsciente, tudo ao mesmo tempo. Aqui, a diversão é garantida.  Marco Tomazzoni

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Comédia I  Uma Manhã Gloriosa  (03/04/11)

Uma Manha Gloriosa Poster Japones

 

"Uma Manhã Gloriosa" busca o charme das comédias dos anos 1940 e 1950 com diálogos acelerados, troca de farpas entre os opostos e uma irresistível heroína no centro. A heroína é o ingrediente que funciona melhor nessa mistura, pois há poucas atrizes mais adoráveis do que Rachel McAdams ("Sherlock Holmes") atualmente em Hollywood.

 

Uma Manha Gloriosa Poster Frances

No longa-metragem, ela vive a produtora de TV Becky Fuller, uma "workaholic" que o público poderia até rejeitar, não fosse ela toda feita de boa vontade, dedicação e carinho por sua equipe. É a chefe que todo mundo pede a Deus. Por isso, quando surge a chance de uma promoção na emissora em que ela trabalha, em Nova Jersey, todo mundo aposta que a vaga só pode ser dela e torce por isso.

Primeira injeção de vida real: ao invés da promoção, vem a demissão sem motivo. Cheíssima de energia, Becky entristece, ainda mais porque não consegue emprego. Os dias passam sem novidades e os sermões da mãe (Patti D'Arbanville) só pioram o astral.

 

Uma Manha Gloriosa Poster 06

O entusiasmo e a persistência da produtora levam-na ao encontro de um programa matinal sem sucesso, o "Daybreak" – que, de vantagem, é realizado numa emissora de Nova York. No mais, Becky precisa lidar uma coleção de más notícias: o programa é antigo, a audiência cai em queda livre, a equipe está desmotivada e nenhum produtor tem esquentado a cadeira por ali.

Na primeira reunião, a nova produtora já mostra que é bem mais do que uma jovenzinha sorridente. Na sequência, ela demite um dos âncoras e resolve contratar um grande nome – Mike Pomeroy (Harrison Ford).

 

Uma Manha Gloriosa Poster 05

Parece uma ideia maluca, afinal, Pomeroy é um jornalista veterano e premiado no mundo das grandes coberturas sérias, que passam longe da pauta do "Daybreak", firmemente plantada no mundo da celebridade e do exotismo. O veterano, no entanto, está encostado e precisa fazer alguma coisa antes do fim de seu contrato, senão terá um grande prejuízo. Ao alertá-lo sobre isso, Becky ganha pontos e consegue a fera.

Pomeroy tem fama de mau e faz jus a ela. Torna infernal a vida da produtora e de sua colega, a âncora Colleen Peck (Diane Keaton), que está há décadas no programa. A relação entre os dois apresentadores é tensa. Eles nem mesmo conseguem entender-se sobre quem dará o "até amanhã" final a cada edição.

Uma Manha Gloriosa Poster 04

O roteiro de Aline Brosh McKenna ("O Diabo Veste Prada") e a direção, a cargo de Roger Michell ("Um Lugar Chamado Notting Hill"), poderiam ter equilibrado melhor a equação trabalho/romance de Becky. Ela até tem um fã bonitão, o colega produtor Adam Bennett (Patrick Wilson), mas ele perde feio para o Blackberry da moça, que não para de tocar...

 

Uma Manha Gloriosa Poster 02

Se aliviasse um mínimo esse componente "workaholic" da protagonista, deixando-a respirar um pouco mais, o filme ficaria mais leve, solto e engraçado. Ainda assim, se "Uma Manhã Gloriosa" até certo ponto funciona, é mérito, portanto, de seu bom elenco, que tira o melhor proveito das situações. Há bons momentos dos veteranos Ford (nunca antes mais furioso) e Keaton, e da estrela em ascensão Rachel McAdams. (Reuters)

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Comédia  l Demi Moore e David Duchovny são os vendedores disfarçados de família na comédia dramática "Amor por Contrato"   (24/12/10)

Pensou numa família perfeita? Os Jones, é claro. Gente bonita, elegante, educada, sempre vestida impecavelmente, dirigindo os melhores carros, morando numa mansão decorada com tudo do bom e melhor. Ninguém consegue ser melhor do que eles. Essa é mesmo a ideia por trás dos protagonistas da comédia dramática "Amor por Contrato", que tem como destaques do elenco Demi Moore e David Duchovny.

Tudo é tão perfeito só por um motivo - os Jones não são uma família de verdade. Foram escolhidos a dedo para compor uma unidade familiar, que se instala numa vizinhança bem de vida (neste caso, um rendimento anual de pelo menos 100 mil dólares). O objetivo é um só - os Jones são vendedores profissionais, que alavancam a venda dos produtos mais caros e chiques entre os vizinhos. A boa vida deles vem daí, porque eles ganham para isso.

A atual composição da falsa família é Kate (Demi Moore), que é a chefe da unidade; Steve (David Duchovny), ex-vendedor de carros recém-contratado; e os "filhos", Jenn (Amber Head) e Mick (Ben Hollingsworth). Eles são o sonho de consumo de qualquer um - não só pela aparência impecável como pela gentileza com que se tratam 24 horas por dia. Alguém devia desconfiar de alguma coisa.

Mas não desconfia. A vida dos Jones é o objeto do desejo de nove entre dez de todas as pessoas que os rodeiam. Todo mundo quer ser como eles e ter o que eles têm. Ninguém vê que, entre quatro paredes, eles discutem suas metas e se evitam nos dias de folga. Muito menos que um casal aparentemente tão apaixonado quanto Kate e Steve mora em quartos separados. Com todo conforto, é claro, porque eles são os primeiros a testar os artigos que vendem. E, como prêmio de desempenho, até ganham coisas fora do alcance dos comuns mortais, como um carro esporte último tipo.

Como tudo que parece perfeito não é, este modo de vida tem alguns senões. Quem faz parte da empreitada não tem direito à expressão dos próprios sentimentos. Assim, a vida amorosa fica prejudicada. Steve, por exemplo, tem uma queda por Kate - mas ela dá chance? Os dois mais jovens, Jenn e Mick, se arriscam mais, porque procuram satisfação fora de "casa" - o que traz o risco de a máscara cair.

Até onde um teatro desses pode ir? Há também o problema ético - um casal de vizinhos, Larry (Gary Cole) e Summer (Glenne Headly), é o mais entusiasta da competição para ter tudo o que os Jones têm. Mas eles vivem no mundo real, em que a crise econômica bate à porta e o endividamento tem limites e consequências não raro desastrosas.

Se explorasse melhor estas contradições, o filme de Derrick Borte, que tem um passado na publicidade, poderia render muito mais. Até do ponto de vista do humor. Se não vai muito longe, a culpa é particularmente do roteiro (do próprio Borte, a partir de um argumento de Randy T. Dinzler) e da direção, pouco inspirada, e que se contenta com colocar o bom elenco em pouco mais do que no piloto automático.

A competitividade insana e a ilusão de uma vida familiar perfeita dentro do consumismo já renderam, aliás, retratos bem mais aguçados - como o inesquecível "Edward Mãos de Tesoura" (1990), de Tim Burton, e até o recente "Mulheres Perfeitas" (2004), de Frank Oz, para ficar em poucos exemplos.

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Comédia  l Veja o cartaz do filme Um Parto de Viagem (Due Date) 12/08/10

A Warner Bros. divulgou o primeiro poster de Um Parto de Viagem (Due Date), a nova comédia do diretor de “Se Beber Não Case”, Todd Phillips. Downey interpreta um pai “grávido” numa viagem de carro com um parceiro inusitado (Galifianakis), correndo para chegar ao parto de seu primeiro filho. O estúdio aprovou o filme depois que Galifianakis e Phillips arrebentaram na bilheteria com Se Beber Não Case. Phillips definiu Due Date como “uma comédia de amigos, mas sem a amizade”. O roteiro foi escrito por Alan R. Cohen e Alan Freedland e revisado por Adam Sztykiel. Due Date estreia nos EUA em 5 de novembro.

 
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Comédia  l Tina Fey será terceira mulher a receber maior prêmio de humor dos EUA (25/05/10) 

A atriz Tina Fey, de "30 Rock" e "Saturday Night Live", vai receber o Prêmio Mark Twain de Humor Americano, entregue anualmente e um dos mais importantes do país na área do humor, anunciou o Kennedy Center nesta terça-feira (25). Fey, cuja popularidade aumentou muito em 2008 com suas representações da candidata republicana a vice-presidente Sarah Palin, receberá o prêmio em 13 de novembro, numa noite de humor que terá a participação de outros astros cômicos.

Ela é apenas a terceira mulher a ganhar o prêmio em 13 anos, depois de Lily Tomlin e Whoopi Goldberg. A atriz tem 40 anos e já recebeu seis prêmios Emmy e dois Globos de Ouro por seu seriado de TV "30 Rock", que ela escreve, produz e também protagoniza. Antes disso, Fey passou nove temporadas no programa de esquetes satíricos "Saturday Night Live". Mais tarde, atuou em filmes como "Meninas Malvadas", "Uma Mãe para Meu Bebê" e "Uma Noite Fora de Série". Criado em 1998, o Prêmio Mark Twain homenageia pessoas que tenham tido impacto sobre a sociedade comparável ao do escritor e satirista do século 19 Mark Twain, autor de "As Aventuras de Tom Sawyer" e "Aventuras de Huckleberry Finn". Alguns dos ganhadores anteriores do prêmio incluem o ator Bill Cosby, o humorista George Carlin, o ator Steve Martin e o dramaturgo Neil Simon, disse o Kennedy Center. (JILL SERJEANT DA REUTERS, EM NOVA YORK )

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Comédia  l Dinner for Schmucks: Assista ao primeiro trailer da comédia com Paul Rudd e Steve Carell (07/04/10)

Dinner for Schmucks, comédia dirigida por Jay Roach, produtor de Borat e diretor dos dois Entrando Numa Fria, ganhou o seu primeiro trailer. Steve Carell nunca esteve tão exagerado. No remake da comédia francesa O Jantar dos Malas (Le Diner de Cons), Tim (Rudd) é o típico engravatado que espera ser promovido, mas antes precisa colaborar com o estranho hobby de seu chefe (Bruce Greenwood): promover um jantar anual para pessoas extraordinárias. Tim não tinha ninguém para levar ao jantar, até o dia em que atropela o indescritível Barry (Carell). Zach Galifianakis, Ron Livingston, Stephanie Szostak e Kristen Schaal também estão no elenco. A estreia acontece em 23 de julho nos EUA. No Brasil, em 20 de agosto.

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