Clássicos / Morre ator Fess Parker, que representou Davy Crockett e Daniel Boone (18/03/10)

O ator Fess Parker, conhecido principalmente por ter representado os heróis folclóricos americanos Davy Crockett e Daniel Boone, morreu aos 85 anos de idade, informou na quinta-feira uma porta-voz de sua família.

Parker, que depois de aposentar-se de Hollywood nos anos 1970 tornou-se construtor imobiliário e proprietário de vinícola, morreu em sua casa em Santa Barbara, Califórnia, de causas naturais, segundo a porta-voz. "Ele faleceu esta manhã", disse à Reuters a porta-voz, Sao Anash. "Seu corpo simplesmente desligou, por assim dizer. Ele tinha passado os últimos meses em casa, cuidado por enfermeiros." Anash disse que os filhos de Parker, Eli e Ashley, estavam a seu lado.

Parker aposentou-se de seu trabalho de ator para focar seus empreendimentos comerciais. Acabou por abrir um hotel de luxo de frente para o mar em Santa Barbara e uma vinícola que recebeu seu nome. (DAN WHITCOMB - REUTERS) _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Há 25 anos, um filme revelou ao mundo a vida de um grupo religioso fundado no início do século XVIII, os amish, em uma história policial com elementos antropológico que valeu a Harrison Ford sua única indicação ao Oscar: "A testemunha". Dirigida pelo australiano Peter Weir, foi seu primeiro longa-metragem realizado nos Estados Unidos e também sua estreia como candidato ao Oscar. No entanto, das oito indicações que tinha, só venceu nas de melhor roteiro original e melhor edição em um ano em que "Entre dois amores" obteve sete estatuetas. Weir e Ford ficaram sem Oscar, mas o filme - estreado em 8 de fevereiro de 1985 - foi um importante marco para a carreira de ambos.(08/02/10)

Para o diretor australiano, o filme representou sua entrada em Hollywood pela porta principal, enquanto o papel do íntegro policial John Book permitiu a Ford demonstrar que podia fazer algo mais do que interpretar Hans Solo ou Indiana Jones. O ator decidiu se arriscar com um projeto em princípio menor que estava iniciando Peter Weir, que chegava aos EUA com a bagagem de dois filmes elogiadíssimos pela crítica, embora não tenham sido sucessos de público: "Gallipoli" (1981) e "O ano em que vivemos em perigo" (1982). "Para ser honesto, aceitei o convite porque achei que era uma boa ideia não só fazer filmes que me seduzissem. Queria ser como os diretores dos anos 40 que aceitavam convites de seus estúdios e o faziam bem feitos", explicou Weir em uma entrevista ao jornal "Los Angeles Times".

No entanto, apesar de o projeto ter começado como um simples convite, Weir se mostrou rapidamente interessado na história, especialmente em sua vertente mais social, na vida dos amish. E dali começou a estruturar a narrativa com o apoio de Ford. Choque entre dois mundos

A ideia era misturar uma típica história policial - uma criança que é testemunha de um assassinato no qual estão misturados agentes da lei - com a aprendizagem que pode significar para uma pessoa o contato com uma cultura diferente. O capitão John Book busca proteger a criança (Lukas Haas e seus impressionantes olhos, um dos grandes acertos do filme) e a sua mãe Rachel (Kelly McGillis).

Para isso, Book deve permanecer com eles em sua comunidade amish da Pensilvânia. "Era uma grande oportunidade mostrar um choque entre dois mundos. Um homem do século XX para quem a violência era um fato e que tem de se refugiar em uma sociedade pacífica inalterada desde o século XVIII", explicou o diretor. Seu objetivo não era usar os amish como um cenário exótico. Weir queria que fossem uma parte essencial da história, e conseguiu. Embora a parte policial do filme esteja bem roteirizada, é sem dúvida a vida dos amish e a relação tão desigual que se estabelece entre a mãe e o policial o que chamou a atenção dos espectadores. Os amish tinham passado despercebidos até então para o grande público, que descobriu com interesse esta comunidade religiosa que vive seguindo as tradições de princípios do século XVIII vividas por seus antepassados holandeses quando chegaram aos EUA. Vestidos longos pretos, camisas brancas, botões em lugar de cremalheiras, cordões para substituir os cinturões, nada de eletricidade, nem carros, móveis, televisão ou sequer música. Esses elementos aliados à vida eminentemente agrícola e criadora de gado e em relações pessoais muito conservadoras foram fielmente retratados por Weir no filme. Através dos olhares de Rachel e Book - e a famosa cena do baile na garagem -, o diretor soube transmitir as diferenças sociais e culturais entre ambos. E embora na relação do policial e da criança essa brecha pareça menor, as distâncias entre os dois mundos vão se tornando cada vez mais evidentes à medida que a história avança.

Uma parte antropológica do filme bem entrelaçada com a Polícia é no confronto entre Harrison Ford e Danny Glover, na qual o clímax ocorre em uma perseguição brilhantemente gravada em um celeiro. O resultado foi o filme de Weir de maior bilheteira até então (posteriormente superado por "Sociedade dos poetas mortos", "O show de Truman - o show da vida" e "Mestre dos mares - O lado mais distante do mundo") e oito nominações a os prêmios Oscar. Entre suas curiosidades, "A testemunha" foi a estreia como ator de Vigo Mortensen.

O ator Pernell Roberts (1928-2010), que ficou conhecido ao estrelar a série de TV "Bozanza", morreu nesta segunda-feira (25), em sua casa, em Malibu, na Califórnia, informou seu advogado Richard Stone. Roberts tinha 81 anos e sofria de câncer. Na trama (a primeira série de faroeste inteiramente produzida em cores), Roberts viveu o personagem Adam Cartwright, o filho mais velho de uma família chefiada pelo patriarca Ben Cartwright, interpretado por Lorne Green. "Bonanza" ainda sustenta hoje a posição de segunda maior série de TV do gênero em longevidade, com 14 temporadas produzidas entre 1959 e 1973, superada apenas por "Gunsmoke", que durou 20 temporadas. Pernell sustentou-se no papel pelos primeiros seis anos da série. (20/01/10)

Depois de "Bonanza", o ator faria ainda outros trabalhos na TV, que incluem ''Hawaii 5-0" e ''Missão impossível". Em 1979, o ator estrelou "Trapper John, M.D.", outro grande sucesso da TV, onde interpretou o papel-título da série. O drama médico foi transmitido pela CBS por sete anos, até 1986. Mais recentemente, em 1991, foi o apresentador da série policial da rede ABC "FBI: the untold stories". De acordo com o site da rede de TV CNN, Pernell Roberts participou de mais de 60 séries de TV. Roberts foi casado quatro vezes. Seu único filho, Chris, faleceu depois de um acidente de moto, em 1989. Segundo a família, sua quarta esposa, Eleanor Criswill, estava ao seu lado quando o ator morreu. O ator Pernell Roberts, que ficou conhecido ao estrelar a série de TV "Bozanza", morreu nesta segunda-feira (25), em sua casa, em Malibu, na Califórnia, informou seu advogado Richard Stone. Roberts tinha 81 anos e sofria de câncer.

Na trama (a primeira série de faroeste inteiramente produzida em cores), Roberts viveu o personagem Adam Cartwright, o filho mais velho de uma família chefiada pelo patriarca Ben Cartwright, interpretado por Lorne Green. "Bonanza" ainda sustenta hoje a posição de segunda maior série de TV do gênero em longevidade, com 14 temporadas produzidas entre 1959 e 1973, superada apenas por "Gunsmoke", que durou 20 temporadas. Pernell sustentou-se no papel pelos primeiros seis anos da série. Depois de "Bonanza", o ator faria ainda outros trabalhos na TV, que incluem ''Hawaii 5-0" e ''Missão impossível".

Em 1979, o ator estrelou "Trapper John, M.D.", outro grande sucesso da TV, onde interpretou o papel-título da série. O drama médico foi transmitido pela CBS por sete anos, até 1986. Mais recentemente, em 1991, foi o apresentador da série policial da rede ABC "FBI: the untold stories". De acordo com o site da rede de TV CNN, Pernell Roberts participou de mais de 60 séries de TV. Roberts foi casado quatro vezes. Seu único filho, Chris, faleceu depois de um acidente de moto, em 1989. Segundo a família, sua quarta esposa, Eleanor Criswill, estava ao seu lado quando o ator morreu.

Enquanto a sequência de ‘Os Goonies’ fica nesse “acontece e não acontece”, o UniqueDaily encontrou um making-of de sete minutos do clássico. É saudosista ao extremo e, no mínimo, imperdível. Que saudades do tempo em que o cinema não tinha efeitos especiais… A sequência para ‘Os Goonies’ está sendo prometidas há anos, mas parece nunca sair do papel (27/08)

Conte tudo!!! Tudo!!! Tá bom! Eu falo! Na terceira série, eu colei na prova de história. Na quarta-série, eu roubei a peruca do meu tio e colei na cara pra fazer o papel de Moisés na peça da escola. Na quinta série, empurrei minha irmã da escada e culpei o cachorro… Quando minha mãe me mandou para o acampamento para gordinhos, na hora do almoço eu cuspi tudo e fui mandado embora… mas a pior coisa que já fiz foi quando misturei vomito falso em casa, levei escondido ao cinema, subi nos camarotes e aí fiz um barulho tipo - blearrrrrgh, bleaaaaaargh - e joguei lá embaixo sobre as pessoas na platéia. Foi horrível, todas as pessoas enjoaram e começaram a vomitar umas em cima das outras… Eu nunca me senti tão mal em toda a minha vida!!! Estou começando a gostar desse garoto. Esse memorável diálogo entre os bandidos da família Fratelli e Bolão, o garoto gordinho, sem dúvida é um dos momentos mais divertidos (mas não o único) do cinema nos anos 80. Estamos falando de Os Goonies! O filme faz parte de uma das melhores safras de produções com a assinatura de Steven Spielberg. Na mesma época o cineasta estava envolvido em Indiana Jones e o Templo da Perdição, De volta para o Futuro, Gremlins e O enigma da Pirâmide. Em Os Goonies, Spielberg não só participou como produtor executivo, mas também criou a história. A direção ficou por conta de Richard Donner (Superman, Máquina Mortífera).

Os Goonies são um grupo de moleques entre 10 e 16 anos que vivem no mesmo bairro. Eles estão prestes a ser despejados de suas casas por uma imobiliária que quer construir um clube de golfe na área. Se isso acontecer, cada um vai se mudar para um lado e os Goonies deixarão de existir. Quando estão arrumando a casa, descobrem o mapa do tesouro de um pirata chamado Willie Caolho, que segundo a lenda, sumiu na região. Começa então a divertida caça-ao-tesouro. Entre os meninos e o ouro, estão os irmãos Fratelli, Mama Fratelli, cavernas escuras, caveiras e armadilhas que fariam Indiana Jones sair correndo. Diferente dos filmes de adolescente da época, Goonies não é adulto como Conta Comigo (Stand By Me - 1986), nem escrachado como as séries Porkys ou A Vingança dos Nerds. Por sair da mente infantil (usada aqui no melhor sentido da palavra) de Spielberg, Goonies mostra crianças se envolvendo numa aventura de fantasia sem perder seu jeito infantil ou seus medos. Ah, e como os Goonies (Mikey, Bolão, Bocão e Dado) são pré-adolescentes, adicione também o início do interesse sexual, ingrediente que rende boas piadas.
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*************************************************************************************************************************************************** A CBS Films está desenvolvendo um remake em longa-metragem, para cinema, de Gunsmoke, um marco da TV dos EUA e também o seriado mais longevo de todos os tempos, com 20 temporadas ao todo, empatado com Os Simpsons.

O seriado original durou exatas duas décadas e deixou de ser exibido em 1975. A emissora já fez dois filmes para televisão sobre a série, Gunsmoke: Return to the Dodge, de 1987 e Gunsmoke: The Last Apache, de 1990, mas esta será a primeira vez que a história chegará às telonas. Gregory Poirier (A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos) foi contratado como roteirista, e disse estar terminando uma primeira versão do texto, segundo o blog Risky Biz, do Hollywood Reporter. A série original, que foi exibida no Brasil pela TV Record até 1989, acompanhava o delegado Matt Dilon, que protegia a pequena Dodge City de qualquer fora-da-lei, com socos e muito fogo cruzado. No longa, o herói será reinventado, mantendo a trama original, com visual contemporâneo e mais ação. A produção do longa ficará por conta de Craig Baumgarten.

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