Cinema I Kristen Stewart e Sam Claflin falam sobre o filme Branca de Neve e o Caçador (20/05/12)

Aconteceu há poucos horas a coletiva de imprensa na Cidade do México de Branca de Neve e o Caçador, nova adaptação do conto, registrado pelos Irmãos Grimm há mais de um século, para o cinema. Sam Claflin, que vive o Príncipe William, e Kristen Stewart, a Branca de Neve, estão na cidade para divulgar a fantasia e responderam perguntas dos jornalistas.

Sobre a história e sua versão totalmente diferente de todas as que já foram realizadas nas telas, Kristen disse  que "todos pensam que estamos transformando Branca de Neve em algo distorcido e sombrio, mas na verdade é um retorno às origens.

Ao mesmo tempo é um filme encantado e maravilhoso e cheio de ação sobre uma garota que é uma garota e não  uma imitação de um homem em um filme de ação".

"Rupert Sanders, o diretor, criou um mundo fantástico que faz justiça ao conto. Esta versão é bastante nojenta até. Mas eu tive acesso bem cedo às versões originais do conto, que são bem violentas, então não fiquei chocado com esta", seguiu Claflin. "Esta não é a mesma versão que você já viu 200 vezes. Os ícones estão todos lá, mas o modo como são explorados é muito diferente."

"Evidenciar o sombrio é fundamental para que a luz brilhe mais forte. Basicamente pegamos Branca de Neve e damos uma surra nela. A ação tem integridade, não é um filme de super-herói. Todo o que você me vê fazendo no filme qualquer garota do meu tamanho conseguia fazer na vida real", explicou Kristen, que revelou não conhecer os contos, só os filmes da Disney. "Mas nunca gostei  deles. Histórias de princesa não são meu forte. Fui assistir de novo à animação por curiosidade antes de filmar este. O filme pega os personagens e os coloca em um mundo muito mais perigoso."

O realismo não veio sem sacrifícios. "Rupert criou este mundo com o máximo de realismo possível - exceto no bosque encantado e alguns momentos - mas  ninguém precisou usar muito a criatividade, pois a experiência toda era muito real", disse Claflin.  "Tive muito treinamento para conseguir fazer as coisas que fiz nesse filme.

Basicamente, tinha vontade de chorar todas as noites, de tão destruído fisicamente. Foi um desafio tremendo, pois eu não podia fazer feio do lado do Thor! Depois, Rupert me pedia as coisas e eu, empolgado, dizia 'claro, vamos nessa!', mas me empolgava tanto que caí de cara de cima do cavalo em uma das cenas. Desci dele ainda em movimento... foi a armadura que amaciou minha queda. Enquanto isso, Chris  planava elegante de cima do seu", brincou, referindo-se a Chris Hemsworth, o Thor dos filmes da Marvel, que vive o Caçador do título.

"O tempo todo eu estava com frio, assustada e impressionada. O medo motivou minha personagem e ele me ajudou muito a sentir isso com realismo", complementou Kristen sobre o diretor.

A atriz também elogiou o trabalho de Charlize Theron, que está impressionante no filme como a Rainha Ravena. "Eu queria impressionar Charlize o tempo todo. Ela é a rocha que ajudou a transformar este filme no que ele virou. Ao lado dela eu tentava o tempo todo me superar, para chegar à sua altura".

Uma das cenas mais impactantes, o discurso de Branca de Neve, aconteceu em uma das noites mais frias do inverno londrino, lembrou Claflin - e demorou a noite toda para ser registrada.

 

Kristen emenda: "Eu não achava que o roteiro nesse ponto estava correto. O discurso era uma versão de coisas diversas que já ouvimos antes. Era muito Coração Valente - e não somos Coração Valente. Então tive que argumentar com a equipe toda e convencê-los disso. Eu simplesmente não consegui fazer a cena como estava escrita. Mas no final acho que isso valorizou a minha atuação, pois eu realmente senti tudo aquilo, vivenciei a cena. Nem todo mundo concordou comigo, mas a cena acabou ficando", completou.

A atriz de A Saga Crepúsculo encerrou a conversa falando sobre sua relação com os fãs, a celebridade e a imprensa.  "Eu amo meu trabalho pois é minha maneira de compartilhar meu desejo de criar. Mas eu acho que no momento em que você começa a entregar coisas íntimas sobre você é fácil esquecer quem você é. É por isso que não entro no Twitter, por exemplo. Por que você quer saber o que fiz no meu fim de semana? Isso não diz respeito a ninguém e não há nada interessante nisso... fiz a mesma coisa que todo mundo faz. Mas adoro e fico muito empolgada em me expor um pouco quando o assunto é meu trabalho", disse.  "Eu tento manter a essência de quem eu sou e acho que estou fazendo o certo".

 

Branca de Neve e o Caçador estreia em 1º de junho no Brasil. Érico Borgo

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Diretora Andrea Arnold, jurada de Cannes lamenta ausência de diretoras na disputa   (16/05/12)

A ausência de cineastas do sexo feminino entre os 22 concorrentes à Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2012 foi classificada como "uma grande pena" pela jurada Andrea Arnold. Para ela, no entanto, o fato é mais o reflexo de um problema global do que de um machismo específico do festival.

A cineasta Andrea Arnold ao lado do ator Ewan McGregor: ela vê fato como parte de problema global

Aclamada em Cannes em anos anteriores pelas produções Marcas da Vida e Fish Tank, a diretora britânica é parte do júri do evento, composto por nove integrantes.

Depois da participação de quatro cineastas mulheres na disputa de 2011, a ausência de representantes mulheres na seleção oficial deste ano provocou acusações de machismo na imprensa francesa e em outros setores.

Na semana passada, o jornal Le Mondepublicou uma carta de um grupo de feministas apoiadas por uma atriz francesa e duas diretoras. "Não permitam que as jovens pensem que poderiam um dia ter a ousadia de dirigir filmes e subir a escadaria do Palais se não fosse nos braços de um príncipe encantado", escreveram.

Thierry Fremaux, que, como delegado-geral do festival, é o encarregado da seleção, disse que não aceitaria um sistema de quotas para proteger as mulheres cineastas. Ele admitiu que a falta de diretoras é um problema, mas não específico de Cannes. Reuters

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Executivo-chefe da Disney, Bob Iger, confirma sequência de "Os Vingadores"   (09/05/12)

O executivo-chefe da Disney, Bob Iger, confirmou que "Os Vingadores" terá uma sequência após o recorde de bilheteria na estreia nos Estados Unidos.    O filme entrou em cartaz na última sexta-feira e em seus três primeiros dias arrecadou mais de US$ 200 milhões, a melhor estreia da história.

Thor e Capitão América em "Os Vingadores": parte 2 confirmada oficialmente

Os Vingadores" chegou em 25 de abril aos cinemas de outros países. Até o momento, o longa-metragem que reúne os heróis da Marvel conquistou mundialmente US$ 702 milhões.

Diante desses resultados, Iger aproveitou um evento nesta terça-feira (08), quando foram conhecidos os resultados trimestrais da Disney, para anunciar a sequência de "Os Vingadores". O projeto já está em desenvolvimento, embora não tenha data de estreia.

Antes, estão previstos os lançamentos de "Homem de Ferro 3" e "Thor 2", ambos em 2013, e uma continuação de "Capitão América: O Primeiro Vingador" em 2014. Todos os filmes foram produzidos pelo Marvel Studios, parte do conglomerado da empresa de quadrinhos, adquirida pela Disney por US$ 4 bilhões em agosto de 2009.

Entre janeiro e março de 2012, o lucro líquido da Disney aumentou 21% em termos anuais, até US$ 1,2 bilhão, enquanto as receitas aumentaram 6% e se situaram em US$ 9,6 bilhões, superando as expectativas.    Esses resultados compensaram o impacto deixado pelo fracasso da superprodução "John Carter" nas bilheterias, que fez com que a receita da divisão do estúdio de cinema caísse 12%. O chefe do estúdio, Rich Ross, deixou o cargo em 13 de abril, após o fracasso do filme. EFE

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Robert Pattinson e Guy Pearce  vão estrelar Rover, do diretor David Michôd  (05/05/12)

Michôd escreveu e vai dirigir o longa

Robert Pattinson (A Saga Crepúsculo) e Guy Pearce (Prometheus) vão estrelar Rover, do diretor David Michôd (Reino Animal). As informações são da Variety.

Na trama, Pearce será um homem que persegue um grupo que roubou seu carro em meio ao deserto australiano. Pattinson será um dos ladrões. Michôd escreveu o roteiro, baseado em uma ideia que teve com Joel Edgerton, ator de Reino Animal.

 

David Linde e Liz Watts produzem o filme. Ainda não há um cronograma definido para o longa.

 

Em breve, Pattinson poderá ser visto em Bel Ami, que estreia em 22 de junho no Brasil, e em Cosmópolis, filme dirigido por David Cronenberg com estreia marcada no Brasil para 17 de agosto. O ator também está contratado para Mission: Blacklist

 

Já Pearce viverá o geneticista Aldrich Killian em Homem de Ferro 3 e poderá ser visto em breve em Os Infratores, com estreia marcada para 14 de setembro, e Prometheus do diretor Ridley Scott que estreia em 15 de junho no Brasil.

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Confira o novo trailer do filme Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge  (01/05/12)

Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge ( The Dark Knight Rises) ganhou o seu aguardado novo trailer. Assista:

A última parte da trilogia de Christopher Nolan estreia no Brasil em 27 de julho.

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Alfred Hitchcock And The Making Of Psycho  I  Veja Anthony Hopkins como Alfred Hitchcock na adaptação do livro de Stephen Rebello    (18/04/12)

Alfred Hitchcock And The Making Of Psycho, filme que conta a história da produção do clássico Psicose,  ganhou a sua primeira imagem.

O filme adapta ao cinema o livro de Stephen Rebello. No grande elenco estão Jessica Biel (como Vera Miles), Scarlett  Johansson (Janet Leigh, a atriz da famosa cena do chuveiro), James D'Arcy (Anthony Perkins, o Norman Bates), Helen Mirren (Alma, a esposa do cineasta), Toni Collete (Peggy Robertson,    assistente de longa data de Hitchcock), Michael Stuhlbarg (Lew Wasserman, o carismático agente do diretor), Danny Huston (Whitfield Cook, amigo e colaborador de Alma, com quem escreveu Pavor nos Bastidores) e Michael Wincott (Ed Gein, o serial killer de Wisconsin que teria inspirado o livro em que Psicose foi baseado).

Os últimos nomes confirmado no filme foram Kurtwood Smith  (Geoffrey Shurlock, administrador da Motion Picture Production, precursora da MPAA, entidade que defende os interesses dos grandes estúdios e determina a    classificação etária dos filmes), Wallace Langham (Saul Bass, o icônico designer que criou os créditos de abertura e os storyboards desse e de muitos filmes de Hitchcock) e Ralph Macchio (o roteirista de Psicose, Joe Stefano).

Sacha Gervasi, roteirista de O Terminal, dirige o filme para a Fox Searchlight. MH

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"Homem de Ferro 3" será coproduzido com grupo chinês de entretenimento   (16/04/12)

O próximo filme do "Homem de Ferro" será coproduzido na China, por meio de um acordo conjunto entre a Walt Disney Co, a Marvel Studios e a DMG Entertainment, na mais recente combinação de Hollywood com o país, onde a indústria cinematográfica está crescendo rapidamente.

O grupo chinês de marketing e entretenimento DMG vai investir no "Homem de Ferro 3" e gerenciar o processo chinês de coprodução. Junto com a unidade chinesa da Disney, a empresa também distribuirá o filme no país.

Em fevereiro, a China havia concordado em permitir mais filmes estrangeiros no país e o anúncio desta segunda-feira (16) reflete o movimento da classe média chinesa de gastar mais com cinemas do que com filmes piratas.

Na semana passada a Disney disse que trabalharia com o Ministério da Cultura da China e a Tencent Holdings para promover a indústria de animação no país, enquanto a Dreamworks Animation SKG Inc disse em fevereiro que construiria um estúdio em Xangai como parte de uma joint venture com algumas das grandes empresas de mídia chinesas.

 

Além disso, a NBC Universal Studio, da Comcast Corp, supostamente estaria em conversações preliminares com Tianjin sobre uma joint venture para construir um parque temático nessa cidade portuária.

"Homem de Ferro 3" traz de volta Robert Downey Jr. no papel do industrial Tony Stark, além de Gwyneth Paltrow e Don Cheadle. Seu lançamento está previsto para 3 de maio de 2013 nos Estados Unidos. Antes o herói poderá ser visto em "Os Vingadores", que estreia no Brasil em 27 de abril de 2012.  Reuters

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Hitchcock | Filme sobre os bastidores de Psicose inicia filmagens e ganha título oficial  (15/04/12)

Hitchcock  é o título oficial do filme que adaptará Alfred Hitchcock And The Making Of Psycho,   livro de Stephen Rebello sobre os bastidores de Psicose.

O filme, situado durante as filmagens do clássico de 1960, narrará o romance entre o icônico diretor Alfred Hitchcock (Anthony Hopkins) e sua esposa e parceira Alma Reville (Helen Mirren). No elenco também estão Jessica Biel (como Vera Miles), Scarlett Johansson (como Janet Leigh, a atriz da famosa cena do chuveiro), James D'Arcy (como Anthony Perkins, o Norman Bates), Toni Collete (como Peggy Robertson, assistente de longa data de Hitchcock), Michael Stuhlbarg (como Lew Wasserman, o carismático agente do diretor), Danny Huston (Whitfield Cook, amigo e colaborador de Alma, com quem escreveu Pavor nos Bastidores), Michael Wincott (Ed Gein, o serial killer de Wisconsin que teria inspirado o livro em que Psicose foi baseado), Kurtwood Smith (Geoffrey Shurlock, administrador da Motion Picture Production, precursora da MPAA) e Wallace Langham (Saul Bass, o icônico designer que criou os créditos de abertura e os storyboards desse e de muitos filmes de Hitchcock).

Sacha Gervasi, roteirista de O Terminal, é o diretor. As filmagens acontecem atualmente; ainda não há  previsão para o lançamento.  Natália Bridi

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Brad Pitt pode atuar com Angelina Jolie em 'The Counsellor', filme de Ridley Scott   (13/04/12)

Brad Pitt está em negociações para fazer parte do elenco do novo filme de Ridley Scott, The Counsellor. Caso aceite o papel, ele vai estrelar o longa ao lado de sua mulher, Angelina Jolie, com quem tem seis filhos, Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, Vivienne e Knox.

Esta seria a primeira vez que eles atuam juntos desde Sr. & Sra. Smith(2005), filme que resultou no início do relacionamento do casal. Além de Brad, Javier Bardem também está em negociações para um papel no filme.

Michael Fassbender está confirmado no projeto, que narra o conto de um respeitado advogado que entra no mercado de tráfico de drogas. De acordo com o site Deadline.com, a história é parecida com a de Onde os Fracos Não Têm Vez, filme que rendeu o Oscar de mlehor ator coadjuvante a Bardem.

 

As filmagens estão previstas para começarem no verão, na Europa. Seria uma situação completamente nova para Pitt e Angelina, que raramente filmam ao mesmo tempo por causa das crianças.

Comentando sobre a possibilidade de trabalharem juntos novamente, Brad Pitt disse no ano passado: "não somos os únicos que iriam gostar. Mas estamos intercalando os filmes para que possamos estar com as crianças. Enquanto um fica com eles, outro está livre para trabalhar".

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Para Camila Pitanga, novo filme Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios, é um marco em sua carreira   (09/04/12)

Depois de um longo silêncio, Camila Pitanga finalmente conseguiu explicar por que considera o filme Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios um marco em sua carreira. "É uma personagem muito complexa e foi um trabalho que me permitiu ir para outras fronteiras, trilhar um outro caminho. Acho que adquiri gosto pelo risco", disse a atriz em entrevista de divulgação do filme, nesta segunda-feira (9), em São Paulo.

"Já falei tantas vezes sobre isso. Nem sei por que agora não estou conseguindo", desculpou-se logo em seguida.

Em Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios, adaptação do romance homônimo do escritor Marçal Aquino, que rendeu a Camila prêmio de melhor atriz no Festival do Rio de 2011, ela interpreta Lavínia, uma mulher que vive um triângulo amoroso no interior da Amazônia com o fotógrafo Cauby e com o pastor Hernane, interpretados, respectivamente, por Gustavo Machado e Zecarlos Machado. O pano de fundo do enredo é o desmatamento da floresta e os conflitos entre as madeireiras e comunidades ribeirinhas.

A atriz disse ainda que não teve dificuldades para fazer as intensas cenas de sexo do longa. "Sou filha de ator. Não tenho essa coisa da mitificação do corpo. Sou muito tranquila quanto a isso", explicou. "E eu e o Gu (Gustavo Machado) temos uma cumplicidade artística que transcende a questão do corpo."

"A Camila tem um histórico de engajamento em causas sociais. Como o filme mostra essa questão dos conflitos na Amazônia, achamos que ela seria a atriz ideal para o papel", elogiou Beto Brant, que divide a direção do longa com Renato Ciasca. "Foi um trabalho que nos possibilitou mostrar essa outra realidade. Acabamos promovendo o encontro de lideranças da comunidade e fortalecendo o movimento deles."

Rodado nos arredores de Santarém, o filme conta ainda com a participação de membros da comunidade que vivem na região do rio Arapium e do ator Gero Camilo, que faz um jornalista calado pelas madeireiras locais, no elenco.

Eu Receberia as Piores Notícias de Seus Lindos Lábios estreia nos cinemas no dia 20 de abril. Marina Azaredo

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Miley Cyrus terá cenas de sexo em 'Rindo à Toa'; veja fotos   (06/04/12)

Miley Cyrus terá cenas de sexo no longa 'Rindo à Toa', comédia que chega ao Brasil em 25 de maio de 2012 Foto: The Grosby Group

A cantora Miley Cyrus vai mostrar seu lado atriz mais uma vez em Rindo à Toa, longa de comédia que chega ao Brasil em 25 de maio deste ano. Mas, diferente da personagem teen pela qual ficou conhecida em Hannah Montana, desta vez Miley terá cenas de sexo no filme.

Sua personagem, Lola é uma menina descolada, que junto com as amigas do colégio, vai viver as consequências de ter a vida exposta na internet. Para piorar ainda mais, ela tem uma péssima relação com a mãe, vivida por Demi Moore.

Sua personagem, Lola, é uma menina descolada, que junto com as amigas do colégio, vai viver as consequências de ter a vida exposta na internet

Desta vez, Miley interpreta uma personagem bem diferente de Hannah Montana, pela qual ficou conhecida em série homônima

Lola também tem uma péssima relação com a mãe, vivida por Demi Moore

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Harry Potter e o "estranho" caso de desprezo do Oscar pela franquia  (31/03/12)

Um dos poucos lugares onde os filmes Harry Potter não conseguiram levar sua magia foi ao Oscar. O fracasso da franquia em conseguir ao menos um prêmio da Academia em oito tentativas ainda irrita alguns envolvidos nas produções.

A série, baseada nas histórias da escritora J.K. Rowling sobre o garoto bruxo, foi indicada a 12 estatuetas ao longo de 10 anos nas categorias direção de arte, efeitos visuais, maquiagem, fotografia, figurino e música.

Todas as vezes a produção saiu de mãos vazias - para a frustração do elenco e da equipe que trabalhou em uma das séries cinematográficas de maior sucesso de todos os tempos.

A última chance veio com o filme que conclui a saga, "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2", lançado no ano passado e indicado ao Oscar nas categorias direção de arte, maquiagem e efeitos visuais.

Duas dessas categorias foram vencidas por "A Invenção de Hugo Cabret", de Martin Scorsese, e o prêmio de melhor maquiagem foi para "A Dama de Ferro", o filme biográfico de Margaret Thatcher.

"Acho que muitos de nós vemos com certa ironia a política da Academia (de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA), da qual sou membro", disse John Richardson, supervisor de efeitos especiais dos filmes do Harry Potter.

"Isso suscita a questão sobre por que Harry Potter não obteve nenhum reconhecimento pelo último filme das Relíquias da Morte?", dquestionou durante o lançamento para a imprensa do novo tour pelo complexo cenográfico Leavesden Studios, nas proximidades de Londres.

"Recebemos três indicações da Academia por provavelmente um dos filmes mais bem feitos e de maior bilheteria do ano, enquanto o filme de Martin Scorsese ("A Invenção de Hugo Cabret"), que não foi tão bem-sucedido, venceu três prêmios, ou foram quatro?".

Na verdade, foram cinco: direção de arte, fotografia, mixagem de som, edição de som e efeitos visuais.

A segunda parte de "Relíquias da Morte" arrecadou US$ 1,3 bilhão nas bilheterias ao redor do mundo, ajudando a franquia a bater US$ 7 bilhões. O longa é a terceira maior bilheteria de todos os tempos, sem levar em conta a inflação - e também foi um sucesso de crítica. Reuters

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Jogos Vorazes | Produtora Nina Jacobson explica o processo de adaptação do livro ao cinema  (26/03/12)

 

A produtora Nina Jacobson comprou os direitos do livro Jogos Vorazes  em 2009, pouco tempo depois de sua publicação em setembro de 2008. Agora, a trilogia de Suzanne Collins  se tornou um fenômeno e já vendeu mais de 26 milhões de unidades  apenas nos EUA e chegou aos cinemas com sucesso, batendo um recorde de pré-venda de ingressos, com 2.500 sessões esgotadas    antecipadamente, e com excepcional bilheteria de abertura.

 

Em entrevista ao site Collider,  a produtora contou detalhadamente todo o processo de adaptação de The Hunger Games, os motivos para fazer mudanças entre a versão do livro e do filme, a abordagem da violência com    personagens tão jovens, o que é necessário para que um filme se torne uma franquia e mais. Christina Radish

 

O que te levou a Jogos Vorazes e a querer adaptá-lo    ao cinema?

Tem um rapaz jovem que trabalha comigo, chamado Brian Unkeless, que é muito esperto. Somos uma empresa muito pequena, formada por Brian, duas assistentes e eu, mas agora estamos começando a crescer. Ele tinha lido o livro e amado e disse que eu deveria ler. Então li e não conseguia largá-lo, não conseguia parar de pensar nisso. Eu realmente fiquei obcecada com a ideia de produzi-lo, e fiquei incomodada em pensar que outra pessoa além de mim poderia produzir. Sentia que tantas coisas podiam dar errado na adaptação, e eu tinha uma vontade muito forte de proteger o livro que ela tinha escrito. Na época, li o segundo livro, ainda um manuscrito, e vi onde ela estava indo com a série. Consegui ganhar a confiança da Suzanne [Collins] para adaptar os livros.

Como você se tornou fã do livro, você teve alguma    influência sobre o design do filme?

Sim e não. Como produtora, foco muito no cineasta. Acho que o      mais importante é escolher a equipe com cuidado. Era muito importante para mim escolher um diretor como Gary Ross, cujos instintos vêm do personagem, que é voltado para a história, que      coloca os personagens em primeiro lugar. Visualmente, sinto que em cada filme, Gary adota um estilo diferente. Ele não tem um visual que é o "visual Gary Ross" e achei que isso era muito importante. Precisávamos de alguém que se basearia nos personagens e aí encontraria o visual para o filme. Além disso, contratar Phil Messina, o designer de produção, foi uma grande decisão. Ele é muito talentoso e suas ideias são sempre muito inteligentes e baseadas na história dos Estados Unidos e na arquitetura. Mas na evolução do filme, Gary e eu conversamos muito sobre o espectro tonal dos personagens para nos certificar que o visual e as escolhas de estilo seriam consistentes com isso.

Quais foram os parâmetros para decidir o espectro tonal?

Quando você lê um livro, você cria esse espectro tonal. Você define um tom para você mesmo, enquanto está lendo, em que tudo existe dentro do mundo da sua imaginação. No livro, é ótimo quando ela consegue apertar um botão e a comida  aparece. Mas nós não fizemos isso no filme porque pareceria muito chique, muito parecido com Oz, e a Capital tinha que ser ameaçadora.Tinha que ser impressionante, mas ameaçadora. Outra pequena decisão foi quando, no livro, Haymitch [Woody Harrelson] vomita nos sapatos da Katniss [Jennifer Lawrence]. Se você faz isso num filme, a cena toda passa a se concentrar na pessoa vomitando. Há tanto trabalho de personagem nessa cena, e nós ainda queríamos que ele fosse um bêbado, mas que também tivesse algum perigo nele. Então você não faz a cena exatamente igual ao livro, mas a intenção da cena ainda está lá.

Pequenas decisões como essa são feitas todos os dias. Neste      filme, nos concentramos no Cinna [Lenny Kravitz] e não tivemos      tempo de nos concentrar no outro figurinista. Parte disso ficaria apenas na cabeça de Katniss. Adoro aqueles outros figurinistas nos livros, e espero que consigamos dar mais foco a esses personagens, no próximo filme. Mas neste, decidimos que precisávamos focar na experiência de Cinna e Katniss. Tínhamos que estar na posição dela. Ela foi obrigada a ir para a Capital, e isso não poderia ser divertido. Nos livros, você está mesmo dentro da cabeça dela. Ela está com medo e intimidada, mas também consegue se divertir com os estilistas. No filme, decidimos focar no relacionamento com Cinna e no medo e ansiedade dela. No próximo, se tivermos sorte, vamos mostrar os figurinistas, depois de termos montado a base neste filme.

Este é uma produção de grande orçamento, com uma continuação já prevista. Qual foi o maior desafio em trazer este material para as telas?

Acho que é uma questão de equilíbrio, já que o livro tem muitos fãs. No entanto, de certa maneira, isso foi  fácil porque eu sou uma fã. Tudo que precisava fazer era prestar atenção nisso. Deb Zane, nossa diretora de elenco, foi muito fria desde o início, bloqueando a opinião das outras pessoas. No fim das contas, quando os fãs defendem muito um filme, eles apenas querem que você faça direito. Não querem que estrague tudo. A ideia deles de fazer direito pode ser diferente da sua, mas no fim das contas eles apenas não querem que você estrague uma coisa que eles amam. Então foi um grande desafio. Seguimos nossos instintos, tentamos honrar os livros e encontrar o caminho para tomar as melhores decisões criativamente, como faríamos em qualquer filme, sem nos distrair. Foi o melhor desafio que eu poderia pedir, mas foi um grande desafio.

Foi difícil decidir como abordar a violência da história e quão gráficas essas cenas seriam no filme?

Sim, essa obviamente foi uma decisão enorme. Desde a primeira      vez que conversei com Suzanne sobre adaptar os livros, nós já      sabíamos algumas coisas. Sabíamos que queríamos que a censura fosse baixa, porque ela escreveu os livros para um público  de 12 anos para cima, e nós queríamos que eles assistissem ao filme. É um filme feito para ser relevante para pessoas jovens, e não queríamos excluí-los de maneira alguma. Por outro lado, também não queríamos diluir muito ou suavizar o material. Os livros são muito intensos e o filme deveria ser também.

Nós duas achávamos que não deveríamos aumentar a idade dos personagens competidores, independente da idade dos atores que      pegassem o papel. Seria decepcionar as pessoas se você decidisse, "Bem, ao invés de 12 a 18 anos, vamos fazer como 18 a 25, ou 16 a 21?". Se você não se mantém fiel ao horror do fato de que eles têm de 12 a 18 anos, não está fazendo justiça ao livro. Então sabíamos que não queríamos diminuir a intensidade do assunto, mas tínhamos que fazer isso de alguma maneira que não explorasse ou culpasse a Capital pelos seus crimes, de maneira alguma. Se a violência fosse estilizada e bonita e descolada, como em 300 ou Matrix, estaria fora de sintonia com o fato de que eles são adolescentes. Então resolvemos que a violência tinha que parecer real e urgente, tinha que parecer que você estava vendo pelos olhos  de Katniss, mas não podia parecer sensacionalista ou divertido, porque o livro tem uma enorme gravidade.

Você pensou muito na continuação, ao fazer esse    filme?

Bem, eu sou muito supersticiosa. Sou do tipo de família que não      pinta o quarto do bebê até ele nascer. Tentei me concentrar realmente neste filme, sabendo que, sim, são livros incríveis e eu me sentiria uma fracassada se não adaptasse todos eles. Adoro os livros. E certamente, os fãs estão aí e já cresceram muito desde o começo. Quando eu levei o projeto para a Lionsgate, tinham sido vendidas 150 mil cópias, um bom resultado para um livro na categoria infanto-juvenil. Eles ficaram muito empolgados em fazer o filme, desde o começo. Com 150 mil cópias, já estavam tão animados quanto quando começamos a filmar, cerca de 8 milhões de cópias depois.  Agora, já vendeu três vezes isso.

Foi uma coisa louca que foi crescendo enquanto fazíamos o filme.      Mas enquanto fazíamos, tentamos apenas não ser ambiciosos demais e sim fazer um filme que merecesse uma continuação. No fim das contas, é a plateia que decide qual filme vira uma franquia, só a plateia decide o que será um sucesso. Sempre tive em mente que não deveria me antecipar. Ninguém torce por alguém que presume que será bem-sucedido. Você precisa merecer o sucesso e ele será merecido fazendo um filme que as pessoas vão gostar e vão querer ver mais daquilo. Realmente não tem outro jeito, está na mão do público. Fui uma executiva em Hollywood antes de ser uma produtora e vi a mania por franquias crescer, durante a minha carreira. E a única coisa que Hollywood sempre esquece é que só será uma franquia se as pessoas quiserem ver mais daquilo. Na verdade não está na nossa mão. Então, foquei nesse filme com meu diretor, com o estúdio, com o elenco e com a equipe. Nos concentramos em fazer o melhor filme que podíamos fazer, para conquistar o direito de fazer mais.

Como foi o envolvimento de Suzanne Collins durante o processo?

Suzanne ficou muito envolvida no desenvolvimento do roteiro. Ela escreveu a primeira versão e esteve muito envolvida com Billy Ray, quando ele escreveu a versão dele. E depois, ela se deu tão bem com Gary, quando ele estava escrevendo a versão dele, que eles depois se juntaram para escrever uma nova versão juntos. Tivemos conversas muito importantes sobre o roteiro desde o começo até o início das filmagens. Ela veio nos visitar durante a pré-produção e viu alguns dos designs e para onde estávamos indo, falamos muito sobre a escolha do elenco. Queríamos que ela estivesse confortável e confiante com as nossas escolhas, especialmente do elenco. Na filmagem, ela só nos visitou uma vez, não se envolveu no processo de filmagem. Ela já assistiu ao filme duas vezes, durante o processo de pós-produção. Viu o primeiro corte e o filme terminado.

Foi escolha dela não estar no set de filmagem?

Sim.

Você acha que com o sucesso de Harry Potter e Crepúsculo, se tornou mais fácil trazer histórias infanto-juvenis para o cinema?

Essa é uma boa pergunta. Acho que esses livros genuinamente conseguiram  ir além. Eles são realmente envolventes e encontraram um público que migrou junto com eles. Os livros e o público dos livros viabilizaram  essas oportunidades, assim como o fato das pessoas perceberem que têm uma experiência que as une, apesar desses livros não terem sido escritos para um público tão amplo, mas que têm o apelo para se expandir para todas as idades, não apenas para a faixa etária para a qual foram originalmente escritos. Christina Radish

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Jessica Biel intrepretará Vera Miles em filme sobre Hitchcock, informa site Collider  (21/03/12)

Jessica Biel irá viver Vera Miles em filme sobre a produção de 'Psicose'

Jessica Biel irá interpretar a atriz Vera Miles em Alfred Hitchcock and the Making of Psycho, filme sobre o cineasta inglês e a produção de seu filme mais notório, Psicose. As informações são do site Collider.

Com direção de Sacha Gervasi, o filme irá contar com um time de estrelas. Além de Jessica, Scarlett Johansson irá interpretar Janey Leigh (Marion em Psicose); Anthony Hopkins fará Hitchcock; e Helen Mirren sua esposa, Alma Reville. James D'Arcy está cotado para encarnar Anthony Perkins (que viveu o personagem Norman Bates).

O filme começará a ser filmado em abril, pela Fox Searchlight. Esse é o segundo filme sobre Hitchcock em produção, já que Julian Jarrold está dirigindo The Girl, baseado na produção do filme Os Pássaros. Nesse longa, Toby Jones interpretará o cineasta. 

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Diretor Marc Webb fala sobre "O Espetacular Homem-Aranha"  (18/03/12)

 

O diretor Marc Webb conversou neste sábado (17) com os jornalistas presentes na WonderCon, feira de cultura pop que acontece nos Estados Unidos, sobre seu novo trabalho, "O Espetacular Homem-Aranha".

 

Durante a coletiva Webb comentou algumas das mudanças desta versão do herói, como a utilização dos lançadores de teias, que na trilogia dirigida por Sam Raimi foram abandonados, fazendo com que o herói produzisse suas teias de maneira orgânica. "Acho que eles são uma parte divertida das histórias em quadrinhos", afirmou.

 

"Lembro de perguntar ao Stan Lee o que ele pensava sobre o reinício da franquia e ele disse que era uma maneira de abordar o intelecto de Peter e suas qualidades como cientista", contou o cineasta, deixando claro um dos aspectos do herói a ser abordado no novo filme.

Webb elogiou a atuação do protagonista, Andrew Garfield, de "A Rede Social". "Uma das melhores coisas sobre Andrew usar o uniforme é sua fixação nos movimentos do herói e em seu comportamento. Existe uma cena de ação que fizemos com um ladrão de carros que Andrew fez questão de atuar - não é um dublê."

 

O diretor também falou sobre a relação do uniforme do Homem-Aranha com seus fãs. "Acho que ele é um dos poucos heróis que tem o corpo inteiro coberto. No encontro que tive com o pessoal de marketing eles me disseram que o fato de você não enxergar sua pele permite que o Homem-Aranha transcenda todos os países, pois todos podem se enxergar nele."

 

"O Espetacular Homem-Aranha" estreia no Brasil em 3 de julho. Além de Andrew Garfield no papel de Peter Parker, o filme conta com a atriz Emma Stone como Gwen Stacy e Rhys Ifans como o vilão Lagarto.

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Disney faz aposta arriscada com o caríssimo "John Carter: Entre Dois Mundos"  (10/03/12)

Estúdio pode se dar mal com o épico especial de US$ 250 milhões se toda a máquina envolvendo o blockbuster não funcionar

"John Carter: Entre Dois Mundos", aventura espacial em 3D que chegou na sexta-feira aos cinemas dos mundo inteiro, tinha tudo para ser um novo sucesso da Disney, no nível de "Carros" e "Piratas do Caribe", com capacidade para gerar renda também na televisão, em livros e em produtos licenciados. Mas quem acompanha o setor acha que ele pode se tornar um exemplo de filme caro (US$ 250 milhões) e fracassado.

Fazer cinema em Hollywood sempre foi uma atividade inerentemente arriscada, mas "John Carter" é parte de uma tendência que aumenta o grau de incerteza: nos últimos anos, os estúdios têm reduzido o número de filmes produzidos, focando nos de maior orçamento.

Quando isso dá certo, o lucro dura vários anos, na forma de sequências cinematográficas, brinquedos, videogames e até parques temáticos. Um fracasso, por outro lado, pode custar dezenas de milhões de dólares.

O analista Alan Gould, da Evercore Partners, estima que "John Carter" pode dar um prejuízo de US$ 165 milhões.

No ano passado, a Disney amargou perdas de US$ 70 milhões por causa de "Marte Precisa de Mães". O estrago fez o faturamento do conglomerado ficar abaixo das expectativas dos analistas, e suas ações caíram 3%.

A Warner também enfrentou esse problema, com "Lanterna Verde", que faturou apenas US$ 222 milhões no mundo todo, depois de custar cerca de US$ 200 milhões, segundo o site BoxOfficeMojo.com.

A cifra não inclui as dezenas de milhões de dólares que os estúdios costumam investir em divulgação de um filme desse orçamento.  Reuters

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Salt 2 | Angelina Jolie recusa roteiro da continuação, diz site  Moviehole   (05/03/12)

Segundo o Moviehole, o roteiro da continuação de Salt, que Kurt Wimmer (Ultravioleta) escreveu, não agradou Angelina Jolie (O Procurado) - e a Sony Pictures agora está pedindo para Wimmer recomeçar do zero.

O texto de Wimmer - que já havia escrito o primeiro filme - desagradou tanto a atriz que ela teria se recusado a protagonizar Salt 2 caso o roteiro fosse mantido. Não há informações sobre o teor do script.

O primeiro filme, que rendeu US$ 300 milhões mundialmente à Sony, deixa para a personagem Evelyn Salt um final aberto (mais de um, inclusive, já que o DVD saiu com dois desfechos alternativos). A julgar pelo final "oficial", Salt agora partirá em sua vingança contra os russos, tentando desmarcarar outros agentes infiltrados por Orlov no serviço de inteligência dos EUA.  MH

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 "Anjos da Noite"  se apropria de mitos famosos e cai no gosto do público  (04/03/12)

Lançado em 2003, o filme de ação "Anjos da Noite" se apoiava na história de Selene (Kate Beckinsale), uma vampira que dedica sua existência ao extermínio dos lobisomens - conhecidos como lycans. Na trama, ela se apaixona pelo humano Michael (Scott Speedman), que acaba transformado em lobisomem e, por isso, a coloca contra as duas facções em guerra.

O roteiro escrito por Len Wiseman, que também dirigiu o filme, caiu no gosto do público ao se apropriar de mitos famosos e transportá-los para um mundo com paisagens góticas - além de utilizar um romance proibido no estilo shakespeariano.

A atriz britânica Kate Beckinsale como a vampira Selene no primeiro "Anjos da Noite", de 2003

Alheio às críticas negativas, o longa arrecadou US$ 95 milhões (R$ 161 milhões) pelo mundo, superando em mais de quatro vezes o orçamento de US$ 22 milhões (R$ 37 milhões). Além de render a Wiseman carta branca para uma sequência, a produção foi responsável pelo seu casamento com Beckinsale, que ele conheceu no set de filmagem.

Três anos depois, chegava às telas "Anjos da Noite - A Evolução", sequência que mantém os holofotes no dilema de Selene, agora ciente da origem da disputa entre vampiros e lobisomens. Novamente dirigido e roteirizado por Wiseman, o filme apresentava as criaturas híbridas das duas raças, apimentando a disputa entre elas.

O segundo filme repetiu a façanha do primeiro, superando o custo de US$ 50 milhões (R$ 85 milhões) ao abocanhar US$ 111 milhões (R$ 188 milhões) em bilheterias - e ainda recebendo críticas ruins.

Rhona Mitra em "Anjos da Noite 3 - A Rebelião "

Na cadeira de produtor, Wiseman manteve o padrão e depois de três anos lançou "Anjos da Noite 3 - A Rebelião". Ali, ele dava folga a Beckinsale e retratava o início da disputa entre vampiros e lobisomens, séculos atrás. No lugar da protagonista, foi escalada a vampira Sonja (Rhona Mitra). Como Selene, ela se apaixona por um lobisomem.

Mesmo sem a presença de Beckinsale e distante do clima de "Crepúsculo", filme que no ano anterior cristalizou a febre dos vampiros entre os adolescentes, "A Rebelião" seguiu a boa arrecadação da série, totalizando US$ 91 milhões (R$ 154 milhões) contra um orçamento de US$ 35 milhões (R$ 59 milhões).

Nesta sexta (dia 2), chegou aos cinemas brasileiros "Anjos da Noite - O Despertar", quarta parte da série. Wiseman segue na posição de produtor e roteirista. Beckinsale volta à história. Se até então a franquia abordava a guerra entre as criaturas sobrenaturais, agora os humanos é que são os grandes inimigos de Selene.

Kate Beckinsale retorna como a vampira Selene em "Anjos da Noite - O Despertar", quarta parte da saga

Depois de passar 12 anos congelada, a vampira escapa e descobre um mundo em que 95% dos vampiros e lobisomens foram exterminados. Para compreender o que aconteceu, a heroína parte em busca de rostos do passado, em especial o de Michael, que havia sido transformado num híbrido.

Independentemente do término do filme, os fãs podem respirar sossegados. Contrapondo o orçamento de US$ 70 milhões (R$ 119 milhões), a atual bilheteria de US$ 139 milhões (R$ 236 milhões) deve garantir a quinta parte da saga - que, pelo padrão Wiseman, vai demorar três anos para estrear. iG

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Diretora Kathryn Bigelow começa a rodar na Índia filme sobre morte de Bin Laden  (02/03/12)

A cineasta Kathryn Bigelow, a primeira mulher a ganhar um Oscar de melhor direção por "Guerra ao Terror", escolheu a cidade de Chandigarh e as regiões de Punjab e Rajastão, no norte da Índia, para rodar seu novo filme sobre a morte de Bin Laden no Paquistão.

Kathryn Bigelow nas filmagens na Índia do longa sobre a morte de Bin Laden

De acordo com a imprensa local, a equipe da diretora norte-americana já começou a rodar algumas cenas ontem em Chandigarh, situada a cerca de 600 quilômetros da localidade paquistanesa de Abbottabad, onde o líder da Al Qaeda foi morto após uma ofensiva do Exército norte-americano, em maio de 2011.

As primeiras tomadas realizadas na cidade, que possui pouco menos do que um milhão de habitantes e foi planejada nos anos 1950 pelo arquiteto franco-suíço Le Corbusier, foram feitas em uma "dhaba" (restaurante) e em outras lojas do comércio da região.

Os lugares foram decorados com letreiros escritos em urdu, língua oficial do Paquistão, enquanto os tradicionais riquixá, aqueles tradicionais triciclos motorizados, foram pintados com as mesmas cores usadas no país vizinho.

Segundo fontes da equipe citadas pela imprensa local, Bigelow também já escolheu e definiu outros locais entre Punjab e Rajastão para serem usados em seu filme, que não é rodado no Paquistão por questões de segurança.

A morte de Bin Laden em uma operação unilateral dos EUA causou um grande mal-estar no Governo e exército do Paquistão e foi um dos principais fatores para a deterioração da relação bilateral entre os países no último ano.

Essa não é a primeira vez que a Índia, vizinha do Paquistão, é usada como cenário para um filme de Hollywood que aborda um acontecimento ocorrido em solo paquistanês. O mesmo já tinha ocorrido durante as filmagens de "O Preço da Coragem", que narra o sequestro e assassinato do jornalista Daniel Pearl, do Wall Street Journal.

Kathryn Bigelow ganhou o Oscar de melhor direção, o primeiro entregue a uma mulher, em 2010. Na ocasião, ela foi premiada pelo filme "Guerra ao Terror", um drama ambientado na Guerra do Iraque.  EFE

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The Bling Ring | Emma Watson vai estrelar o novo filme de Sofia Coppola   (29/02/12)

Sofia Coppola (Um Lugar Qualquer) vai dirigir Emma Watson, a Hermione de    Harry Potter, em seu próximo filme, intitulado The  Bling Ring.

A trama - inspirada em fatos, segundo a Variety  - segue um grupo de    adolescentes que comete uma série de assaltos de casas de celebridades.

Coppola assina o roteiro e, além de dirigir, também produz o filme com seu irmão Roman e com Youree Henley.  MH

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Marvel acaba de divulgar um novo pôster de Os Vingadores - The Avengers  (28/02/12)

A Marvel acaba de divulgar um novo pôster de Os Vingadores - The Avengers. É a primeira arte com fotos do elenco - e não ilustrações - com uma imagem de fundo. Dá pra ver lá atrás o Quinjet, o edifício Chrisler e a Torre Stark no cenário da guerra.

Dirigido por Joss Whedon, Os Vingadores - The Avengers estreia em 27 de abril. No Reino Unido, o filme se chamará Avengers Assemble (para não confundir o público de lá com os Vingadores da série de TV britânica). O novo trailer é esperado para amanhã, mas hoje ainda o programa Entertainment Tonight deve mostrar novas cenas do filme na TV dos EUA.  Omelete

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Christopher Plummer:  Aos 82 anos, ator é o favorito ao Oscar de ator coadjuvante (26/02/12)

Foi uma longa caminhada dos Alpes austríacos de "A Noviça Rebelde" até as colinas de Hollywood para Christopher Plummer, mas o ator mais conhecido por interpretar um capitão no clássico musical parece prestes a ganhar seu primeiro Oscar.

Aos 82 anos, Plummer é o favorito na categoria melhor ator coadjuvante para a premiação neste domingo (26), pelo filme "Toda Forma de Amor". Há anos a categoria tem sido dominada por veteranos queridos do cinema, que de certa forma tinham sido negligenciados até então.

Depois de quase 200 filmes e programas na TV, além de centenas de apresentações no palco, o ator canadense finalmente chega perto do mais cobiçado prêmio da indústria do cinema ao interpretar um homem de 75 anos que "sai do armário" após um longo casamento, mas sucumbe a um câncer terminal.

"Christopher Plummer é o favorito sentimental", disse Pete Hammond, que escreve sobre cinema no site Deadline Hollywood. "Será uma enorme decepção se outro que não Christopher Plummer levar o prêmio para casa, e é apenas a segunda indicação dele ao Oscar. Já está bem atrasado."

Max Von Sydow em "Tão Forte e Tão Perto"

Plummer, porém, tem um rival que é tão amado e respeitado por seus pares quanto ele. O sueco Max von Sydow, também de 82 anos, representa um grande desafio com sua interpretação de um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial que se torna mentor de um garoto depois dos ataques de 11 de setembro de 2001 contra os prédios do World Trade Center, de Nova York, em "Tão Forte e Tão Perto".

E Von Sydow faz tudo isso sem pronunciar uma palavra. Seu personagem, conhecido apenas como o Inquilino, não fala por causa do trauma de ter testemunhado um bombardeio da Segunda Guerra Mundial na infância.

Caso um dos dois seja premiado na cerimônia da Academia no domingo, será a pessoa mais velha a ganhar um Oscar na história, superando a estrela de "Conduzindo Miss Daisy" Jessica Tandy em dois anos.

"Temos dois veteranos de 82 anos disputando em uma categoria que tem o histórico de honrar os mais seniores de Hollywood", disse Tom O´Neil, do site Goldderby.com.

Nick Nolte ("Guerreiro"), de 71 anos, o ator britânico Kenneth Branagah ("Sete Dias com Marilyn"), de 51, e o astro em ascensão Jonah Hill ("O Homem que Mudou o Jogo"), que aos 28 anos é de longe o mais jovem do páreo, também concorrem ao prêmio de ator coadjuvante. Reuters                    

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Estreia do filme "In the Land of Blood and Honey" de Jolie em Belgrado,  tem plateias vazias  (24/02/12)

Apenas cerca de 40 espectadores assistiram às primeiras exibições em Belgrado do filme "In the Land of Blood and Honey", a estreia de Angelina Jolie como diretora, porque muitos sérvios consideram que o filme apresenta uma visão unilateral da Guerra da Bósnia.

O jornal "Blic" informou nesta sexta-feira que na primeira projeção do filme em um cinema de Belgrado, realizada na quinta à noite, a plateia foi formada por somente 12 pessoas, sendo que três delas saíram da sala antes do fim do longa-metragem.

Em outro cinema da capital, poucas horas depois, cerca de 30 espectadores compareceram à sessão, a metade deles após receber entradas gratuitas. Também nesta exibição, vários saíram da sala.

O filme, que teve sua estreia regional em Sarajevo no último dia 14, com a presença de Angelina Jolie e uma plateia de mais de 5 mil pessoas em uma grande sala de esportes da capital bósnia, é uma história de amor entre um soldado sérvio e uma artista muçulmana que se desenvolve em plena Guerra da Bósnia.

A estrela americana declarou na ocasião que considera "necessário intervir" em conflitos violentos como a guerra retratada, que ocorreu na década de 1990, ou na registrada atualmente na Síria, e declarou que seu filme não tem nada a ver com a política, mas é uma tentativa de despertar a consciência internacional.

Os distribuidores servo-bósnios haviam anunciado que não apresentariam o filme no território por enquanto devido ao pouco interesse do público.

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The Rock deve estrelar o épico Hercules de Brett Ratner   (23/02/12)

Hercules, filme do herói grego baseado na minissérie em quadrinhos Hercules: The Thracian Wars, escrita por Steve Moore, deve ter The Rock como protagonista.

Segundo a Variety, o ator negocia com a MGM para estrelar a adaptação, que Brett Ratner (X-Men: O Confronto Final) dirigirá.

A HQ já está na mira de Hollywood desde que a editora Radical  começou a publicá-la nos EUA, em maio de 2008. Inicialmente,  Peter Berg (Hancock) seria o diretor. O roteiro foi escrito pelo novato Ryan Condal.

O projeto renasceu porque a produtora do filme, a Spyglass Entertainment,  é hoje uma das credoras que controlam a MGM. Berg permanece como produtor. Marcelo Hessel

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Atriz britânica Judi Dench nega que doença ocular a deixará cega  (20/02/12)

A atriz britânica Judi Dench, vencedora de um Oscar e que revelou estar sofrendo de uma doença degenerativa nos olhos, minimizou preocupações sobre sua doença nesta segunda-feira, dizendo que não está ficando cega.

Em uma entrevista publicada no sábado, Judi disse que a condição ocular relacionada à idade, chamada degeneração macular, significa que ela perdeu parte de sua visão e que se esforça para ler roteiros de cinema ou ver pessoas sentadas à frente dela.

A admissão levou a especulações generalizadas da mídia sobre a atriz de 77 anos, que ganhou um Oscar em 1998 por sua interpretação da rainha Elizabeth em "Shakespeare Apaixonado" e que também interpreta a chefe de espionagem M nos filmes de James Bond.

"Em resposta às numerosas reportagens na mídia com preocupações sobre minha condição ocular - degeneração macular - eu não desejo que ela seja exagerada", disse Judi em um comunicado por e-mail à Reuters.

"Essa condição é algo que milhares e milhares de pessoas em todo o mundo têm de lidar. É algo que eu tenho aprendido a lidar e a me adaptar, e isso não vai me levar à cegueira."

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Martin Scorsese materializa paixão pelo cinema em "A Invenção de Hugo Cabret"  (17/02/12)

Campeão de indicações ao Oscar 2012, "A Invenção de Hugo Cabret", que estreia nesta sexta-feira (17) no Brasil, vem sendo divulgado como o primeiro filme para crianças de Martin Scorsese. Não é tão simples assim.

Verdade que "Taxi Driver" e "Os Bons Companheiros", por exemplo, não são nada recomendados para o público infantil, mas a questão é que "Hugo", antes de tudo, fala da história e magia do cinema. Mais do que uma aventura ou conto de fadas em 3D, Scorsese, um cinéfilo inveterado, transformou o projeto numa declaração à arte que ama.

O livro de Brian Selznick já partia dessa premissa para compor a história do órfão Hugo Cabret, de 12 anos. Após a morte do pai (Jude Law), o garoto (Asa Butterfield) fica morando escondido entre as paredes de uma estação de trem na Paris da década de 1930. Para não chamar a atenção, dá corda e conserta todos os relógios do local, como o pai, relojeiro, lhe havia ensinado.

Asa Butterfield e Chloë Grace Moretz em "A Invenção de Hugo Cabret": a magia da sala escura

Sua única herança e consolo é um velho autômato, uma espécie de robô de forma humana, que, se acionado por uma chave com formato de coração, revelaria, ele acredita, uma mensagem para acabar com seus problemas – como, por exemplo, o inspetor da estação (Sacha Baron Coen, o Borat), implacável perseguidor de órfãos.

Esse é o pano de fundo até a chegada da verdadeira polpa do filme. Ao tentar roubar um brinquedo de uma pequena loja da Gare du Nord, Hugo é surpreendido pelo dono, o amargo Georges (Ben Kingsley), que confisca uma caderneta do menino, cheia de anotações de seu pai sobre o autômato. Para recuperá-la, o menino vai contar com a ajuda de Isabelle (Chloë Grace Moretz, de "Kick Ass"), filha de criação de Georges.

A questão é que o dono da banca é ninguém menos do que Georges Méliès, pioneiro do cinema mundial. Mágico de profissão, Méliès ficou maravilhado pelas possibilidades do cinema apenas um ano depois de sua criação pelos irmãos Lumière, em 1895. Com corte precisos, viu que poderia fazer um ator aparecer e desaparecer, como num passe de mágica, e a partir daí criou um mundo de humor e fantasia: diretor, roteirista, produtor e ator, fez mais de 500 filmes, incrivelmente populares para a época. Entre eles, está o imortal "Viagem à Lua" (1902), primeira ficção científica da história, celebrizado pela imagem do foguete encravado no olho da lua.

A partir daí, "Hugo Cabret" vira praticamente uma cinebiografia sobre a vida de Méliès, que faliu após a Primeira Guerra Mundial. E falar de Méliès é visualizar um mundo povoado por selvagens, extraterrestres, criaturas marinhas, dragões e cabeças dançantes. Um mundo mágico, ou como o cineasta diz a certa altura para um menino que visita seu estúdio (uma casa feita inteira de vidro para facilitar a entrada de luz): "É aqui que os sonhos são feitos".

Scorsese sabe muito bem que o ato de sonhar passa por uma sala escura. Com conhecimento enciclopédico de cinema – é considerado o maior estudioso dos grandes cineastas – e fundador da World Cinema Foundation, entidade voltada para preservação e restauração de filmes esquecidos, ele não perdeu a chance de falar sobre como é maravilhar-se pela primeira vez ao ver a tela grande, nem de defender o valor de pérolas do cinema.

Além de mostrar trechos de clássicos do cinema mudo, ele ainda faz citações diretas, como de "O Homem Mosca" (em que Harold Lloyd fica pendurado num relógio na beira de um edifício). Sem contar a nada sutil reconstrução em 3D de "A Chegada do Trem à Estação", primeiro filme da história.

As 11 indicações ao Oscar são absolutamente merecidas: tecnicamente, o filme é um assombro, da direção de arte, cenografia e trilha sonora, deliciosamente kitsch ao recriar a França em estúdios ingleses, ao uso do 3D, que impressionou até mesmo James Cameron. A ideia é assistir a apenas um filme com aqueles incômodos óculos em 2012? Esse é a escolha perfeita.

Se há um porém em "A Invenção de Hugo Cabret" é justamente a aura infantil: para atingir seu público, o roteiro de John Logan ("O Aviador") às vezes exagera nas explicações ou no sentimentalismo. Talvez por isso o filme não tenha sido tão premiado até agora quanto "O Artista", outro a homenagear a história do cinema, mas sem o orçamento milionário de Scorsese (US$ 150 milhões). É, no entanto, tão ou mais apaixonante.

Marco Tomazzoni

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Hugh Grant vive seis vilões diferentes no filme 'Cloud Atlas', dos irmãos Wachowski  (15/02/12)

A adaptação ao cinema do romance Cloud Atlas, de David Mitchell, que os irmãos Andy e Lana Wachowski dirigem com o alemão Tom Tykwer (Corra, Lola, Corra, Trama Internacional), terá seis "vilões" - todos eles vividos por Hugh Grant.

 

Já sabia-se que o grande elenco - Grant, Tom HanksHalle Berry, Susan Sarandon, Jim BroadbentHugo Weaving, Jim Sturgess, Ben Whishaw,    entre outros - se dividiria em múltiplos papéis, mas o fato de    Grant viver seis antagonistas é novidade. O ator comentou à revista Empire:

"Eu faço seis participações nesse filme ambicioso e estranho. Basicamente envolve muito homicídio e estupro. Eu uso muita      prótese e maquiagem pesada, também. Você provavelmente não vai me reconhecer nesse filme. Mas eu me diverti. Antes de ler o roteiro eu pensei em dispensar, como normalmente faço, mas eu estava      interessado em conhecer os Wachowskis, admiro os dois muito."

Segundo Grant, sua participação levou 20 dias para ser filmada,    e os personagens incluem um canibal no futuro, daqui a 2.000 anos - que deve ser o último segmento do filme, dividido em vários trechos ambientados em épocas distintas.

Tykwer e os Wachowski não trabalharam juntos no set; a filmagem, que começou em setembro, foi dividida em duas equipes, com o alemão dirigindo as cenas de época e os irmãos cuidando do futuro de ficção científica. Tykwer adaptou o roteiro com supervisão dos Wachowski.

A Warner Bros. vai distribuir Cloud Atlas na América do Norte enquanto a X Filme alemã financia a produção, que deve custar pouco abaixo dos US$ 100 milhões. No Brasil, o longa sai pela Imagem Filmes em 26 de outubro. MH

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Angelina Jolie lança filme "In the Land of Blood and Honey", em Sarajevo ao lado de Brad Pitt  (14/02/12)

Angelina Jolie e Brad Pitt chegaram juntos, na noite desta terça-feira (14), à première de "In the Land of Blood and Honey" em Sarajevo, na Bósnia. “Divulgar este filme com vocês significa o mundo para mim”, disse a atriz de 36 anos à plateia no final da exibição do filme, quando foi ovacionada. A informação é do site americano "Just Jared".

“Estou satisfeita com o resultado que tivemos, sinto-me muito forte (sobre isso) e acredito que a questão-central do filme é oportuna e uma intervenção para que o mundo possa se preocupar com as atrocidades que estão acontecendo - especialmente com as coisas que estão acontecendo na Síria hoje”, comentou, mais cedo, na coletiva de imprensa. Na noite anterior, a atriz e o marido estiveram na première do filme na Alemanha.
Na foto da esquerda: Rade Serbedzija, Zana Marjanovic, Angelina Jolie ,director, Vanesa Glodjo e Goran Kostic na première
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Atriz Jaimie Alexander de Thor será a protagonista de Intersection, filme sobre crime passional  (12/02/12)

Jaimie Alexander (Thor) será a protagonista de Intersection, segundo a Variety.

A atriz será uma mulher que, junto com seu amante, planeja a morte do marido. As coisas se complicam quando marido e amante acabam morrendo em um acidente no deserto do Marrocos. Frank Grillo (A Perseguição) também está no elenco.

Não há uma data definida para o início das filmagens. Em breve, Alexander poderá ser vista em The Last Stand, contracenando com Arnold Schwarzenegger e Rodrigo Santoro, e em Thor 2.  Natália Bridi

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Dark Tide | Halle Berry triste de biquini no pôster do filme de tubarão  (10/02/12)

Dark Tide, suspense de tubarões estrelado por Halle Berry, ganhou um novo cartaz. A atriz oscarizada não parece muito empolgada, porém.

O roteiro foi escrito pela jornalista Amy Sorlie e reescrito por Ronnie Christensen. Sara (Berry) é uma aventureira acostumada a nadar com tubarões brancos na costa da ilha de Guadalupe. Durante um mergulho que dá errado, o marido dela escolhe sua ambição profissional no lugar da segurança de Sara, e o casamento desanda. Um ano depois, ela retorna à ilha e passará pelo teste de sobrevivência definitivo.

Olivier Martinez (Infidelidade) coprotagoniza Dark Tide. Habituado às filmagens aquáticas de A Onda dos Sonhos, Mergulho Radical e TuristasJohn Stockwell dirige o filme, que estreia nos EUA em 30 de março. Marcelo Hessel

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Veja novo trailer do filme "O Espetacular Homem-Aranha"   (07/02/12)

A Sony Pictures divulgou nesta terça (7) o novo trailer do filme "O Espetacular Homem-Aranha", que terá Andrew Garfield no papel do super-herói.

Marc Webb, o diretor, apresentou ontem em Los Angeles uma prévia de 10 minutos do filme para a imprensa mundial.

O longa filmado em 3D chega aos cinemas em 3 de julho e retomará a história desde o início, quando Peter Parker, ainda no colégio, é mordido por uma aranha radioativa.

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Nonplayer | Jane Goldman vai roteirizar adaptação da HQ de Nate Simpson  (05/02/12)

Jane Goldman, a roteirista inglesa conhecida principalmente por Kick-Ass e X-Men: Primeira Classe, está com um novo projeto envolvendo os quadrinhos. Ela vai roteirizar a adaptação de Nonplayer, HQ de Nate Simpson  publicada nos EUA pela Image Comics.

Em entrevista ao blog The Playlist,  Goldman diz que a história é "futurista e incrivel", mas que "ficção  científica não é um gênero a que eu esteja acostumada a escrever, embora  goste muito."

Nonplayer se passa no futuro, onde a carteira Dana Stevens  tem uma vidinha medíocre e passa todo seu tempo livre numa fantasia  medieval online chamada Warriors of Jarvath. As coisas complicam quando sua vida no jogo começa a ter repercussões imprevisíveis na vida real.

O autor Nate Simpson publicou apenas uma edição da minissérie, em abril,  e pretende fechar a história em seis números. Sua arte detalhadíssima  causou sensação no lançamento - e lhe rendeu o Prêmio Russ Manning de  Novato Mais Promissor no último Eisner Awards -, mas ele avisou que vai demorar para fazer as outras edições. Simpson  também faz ilustrações para empresa de games e, para complicar a vida, quebrou clavícula e escápula andando de bicicleta há alguns meses.

Ou seja, é capaz até de o filme sair antes. Goldman, porém, tem que terminar o roteiro de Miss Peregrine's Home for Peculiar Children (a ser dirigido por Tim Burton) para chegar no novo projeto. Roy Lee e David Heyman (Harry Potter), da Warner, são os produtores de Nonplayer. Érico Assis

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"Missão Impossível: Protocolo Fantasma",  é a maior bilheteria de Tom Cruise  (04/02/12)

Depois de liderar bilheterias por todos os países em que estreou, "Missão Impossível: Protocolo Fantasma", quarto filme da série estrelada por Tom Cruise, se tornou o mais lucrativo da carreira do astro, contabilizando US$ 603 milhões (R$ 1.038 bilhão) em bilheteria.

Até então a maior receita gerada por um filme de Cruise pertencia a "Guerra dos Mundos" (2005), longa dirigido por Steven Spielberg que arrecadou US$ 591 milhões (R$ 1.017 bilhão).

Além disso, o quarto "Missão Impossível" é também o mais lucrativo da série, tirando a coroa de "Missão impossível 2" (2000). O filme, dirigido pelo cineasta chinês John Woo, totalizou US$ 546 milhões (R$ 939 milhões) de receita.

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Atriz brasileira Fernanda Andrade, ganha fama com terror "Filha do Mal",  em Hollywood  (03/02/12)

Até pouco tempo, era mais ou menos assim: garota bonita sonha com a fama, garota bonita chega para o teste, garota bonita se apresenta.

"Oi, eu sou a Fernanda."

"Fernanda quem?"

Esse anonimato já era. Em janeiro, o nome de Fernanda Andrade, 27, virou assunto nos estúdios de Hollywood. E, para a atriz nativa de São José dos Campos (SP), esse sucesso todo veio no susto.

No susto mesmo: ela estrela "Filha do Mal", falso documentário cheio de tensão, à moda de "A Bruxa de Blair" e "Atividade Paranormal".

O orçamento da produção independente, US$ 1 milhão, nem sequer faz cócegas nos grandalhões hollywoodianos. Mas, no primeiro fim de semana, há um mês, "Filha do Mal" arrecadou 33 vezes o seu custo nas bilheterias americanas --e hoje já acumula US$ 53 milhões.

"Foi uma coisa tão inesperada e grande", diz Andrade à Folha, por telefone, dos EUA, animada como uma menina que se descobre, de repente, a popular da classe.

O tratamento já é de superstar: a Paramount (que distribui o filme) impôs rígidos dez minutos de conversa e selecionou os veículos da mídia para entrevistar a atriz.

 

MADE IN BRAZIL

Fernanda é uma vegetariana recém-convertida, de riso fácil, torcedora do Guarani e do Santos (nessa ordem). Quando ela tinha 11 anos, sua família se mudou de Campinas para Miami. Hoje, a atriz mora em Los Angeles.

Na caça por papéis, o estereótipo latino levou a melhor: foi Marisol no curta "La Americanita", Sofia Chavez ("The Mentalist")... Aos 19, fez uma cubana assassinada em "CSI: Miami". "Para alegria do meu pai, não me mataram mais."

Em "Filha do Mal", é Isabella Rossi, que vai a Roma tentar desvendar crimes cometidos por sua mãe 20 anos antes, durante um exorcismo Ela foi chamada após dois testes pelo diretor, que aconselhou "O Exorcismo de Emily Rose" para entrar no espírito.

 

O bom desempenho não teve eco entre críticos nos EUA. O "New York Times" o incluiu num "subgênero tediosamente esgotado". Para a "Rolling Stone", o filme "não só raspa o fundo do tacho, mas faz um furo nele e se aprofunda na escória".

Fernanda aprova essa "polarização". "Teve gente que achou uma porcaria. Para outros, é um clássico de horror."

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER

DE SÃO PAULO

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Keira Knightley diz que praticou "cara de sexo" antes de filmar,  Um Método Perigoso  (02/02/12)

De acordo com informações publicadas no site do The Sun, Keira Knightley praticou por horas na frente do espelho a "cara de sexo" que usaria em seu novo filme, Um Método Perigoso.

Em 'Um Método Perigoso', Keira Knightley vive uma paciente que mantém relações sadomasoquistas com o psiquiatra Carl Jung

No filme, a atriz interpreta uma paciente do famosos psiquiatra Carl Jung, que vive uma espécie de relação sadomasoquista com seu médico. Keira disse também que conversou com especilistas para entender essa relação e eles revelaram que era algo como "um sexo que libera energia e uma emoção reprimida".

Depois de treinar ela mostrou para o diretor Cronenberg, por Skype, "as caras que havia criado para a personagem", contou ela. "Ele dizia: 'essa! Não, aquela', disse, antes de lembrar que estava preocupada em fazer o filme, justamente pelas cenas quentes.

Dirigido por David Cronenberg, o longa é mostra como da relação entre Carl Jung (Michael Fassbender) e Sigmund Freud (Viggo Mortensen) nasce a psicanálise. A história também aborda a relação da dupla com a paciente Sabina Spielrein (Keira Knightley).

O filme foi exibido pela primeira vez no Festival de Veneza de 2011 e conquistou uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante para Mortensen.

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'Jackie Brown', de Quentin Tarantino, ganhará prelúdio  (02/02/12)

John Hawkes e Yasiin Bey (antes conhecido como Mos Def) serão os protagonistas de Switch, prelúdio do filme Jackie Brown, produzido por Quentin Tarantino em 1997, informou na última quarta-feira (1º) a edição digital da revista Variety.

 

Daniel Schechter será o encarregado de escrever o roteiro e dirigir o filme, um drama policial no qual Hawkes e Bey darão vida a Louis Gara e Ordell Robbie, os personagens interpretados por Robert De Niro e Samuel L. Jackson na produção de Tarantino.

 

O prelúdio dirigido por Schechter será baseado no romance homônimo de Elmore Leonard, enquanto Jackie Brown teve roteiro adaptado de Rum Punch, do mesmo autor.

 

A história se passa 15 anos antes dos eventos retratados em Jackie Brown, quando os dois criminosos decidem sequestrar a esposa de um corrupto agente imobiliário de Detroit.

 

O homem de negócios, no entanto, se nega a pagar o resgate por sua mulher, pelo que o plano original precisa ser modificado.

As filmagens estão previstas para começar em maio deste ano. 

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Michel Hazanavicius de  'O Artista',  é escolhido melhor diretor do ano no DGA Awards 2012   (29/01/12)

O DGA, Sindicato dos Diretores dos EUA, deu na noite de ontem o prêmio de melhor diretor do ano para Michel Hazanavicius, de O Artista. O DGA Awards é um dos mais importantes termômetros de sua categoria. Nos últimos oito anos, todos os vencedores do prêmio venceram também o Oscar.

O filme franco-belga  vem acumulando prêmios desde o Festival de Cannes - onde Jean Dujardin venceu como melhor ator - e  concorre ao Oscar em dez categorias, incluindo melhor filme e diretor.

O filme se passa na Hollywood de 1927, onde George Valentin (Dujardin) é uma estrela do cinema mudo. Com a chegada dos filmes falados, ele teme ter se tornado obsoleto e vê sua carreira próxima ao fim. É quando se apaixona por Peppy Miller (Bérénice Bejo), uma jovem atriz em ascensão.

O longa estreia em 10 de fevereiro no Brasil.

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Em "Precisamos Falar Sobre o Kevin", mãe sofre com filho psicopata  (27/01/12)

Baseado no romance homônimo de Lionel Shriver, "Precisamos Falar Sobre o Kevin", da diretora Lynne Ramsay, retrata a angústia da mãe de um jovem psicopata, desde o nascimento da criança até a sobrevida que passa a levar após o filho promover um massacre em sua escola.

Seguindo o estilo narrativo do livro, o drama não usa edição linear, indo e voltando constantemente na história de Eva Khatchadourian, uma jovem escritora que é obrigada a desistir de seu projeto de viajar pelo mundo para criar o primeiro filho, Kevin.

Se a maternidade já não era o sonho da moça, o menino só colabora para aumentar seu desgosto, promovendo discórdia entre ela e o marido desde os primeiros dias de vida. De um bebê que não para de chorar ao adolescente que confronta a mãe constantemente, Kevin se transforma em um dos maiores pesadelos que os pais podem ter - e algo que pode assustar aqueles que têm dúvida sobre ter ou não filhos.

Um dos trunfos do longa é a ausência de explicação sobre Kevin ser o que é. A diretora não se preocupa em apontar um culpado ou propor soluções, da mesma forma que não dá chances de a plateia simpatizar com o rapaz. Ao contrário de outros vilões, Kevin é indefensável.

Outro ponto positivo é a escolha do elenco. Enquanto o estreante Ezra Miller surpreende como o psicopata adolescente, John C. Reilly demonstra novamente sua vocação para interpretar um marido banana, papel feito por ele em "As Horas" e "Chicago", ambos de 2002.

Mas o brilho de "Precisamos Falar Sobre o Kevin" é mesmo a ótima Tilda Swinton, ganhadora do Oscar de atriz coadjuvante em 2008 por "Conduta de Risco". Esquecida pela Academia na premiação desde ano, a britânica mostra competência ao não transformar Eva em vítima, heroína ou vilã da história. Guss de Lucca

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Oscar 2012 | Filmes indicados  (24/01/12)

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou a sua lista de indicados ao Oscar 2012. A Invenção de Hugo Cabret lidera com 11 indicações, seguido por O Artista, presente em dez categorias. A festa de entrega acontecerá em 26 de fevereiro. Confira as categorias:

Melhor filme

  • Os  Descendentes
  • A Árvore da Vida
  • Histórias Cruzadas
  • A Invenção de Hugo Cabret
  • O Homem Que Mudou o Jogo
  • Cavalo de Guerra
  • O Artista
  • Meia-Noite em Paris
  • Tão Perto e Tão Forte

Melhor ator

  • George Clooney - Os Descendentes
  • Brad Pitt - O Homem Que Mudou o Jogo
  • Jean Dujardin - O Artista
  • Demián Bichir - A Better Life
  • Gary Oldman - O Espião que Sabia Demais

Melhor atriz

  • Glenn Close - Albert Nobbs
  • Viola Davis - Histórias Cruzadas
  • Rooney Mara - Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
  • Meryl Streep - A Dama de Ferro
  • Michelle Williams - Sete Dias com Marilyn

Melhor ator coadjuvante

  • Kenneth Branagh -Sete Dias com Marilyn
  • Nick Nolte - Guerreiro
  • Max Von Sidow - Tão Perto e Tão Forte
  • Jonah Hill - O Homem Que Mudou o Jogo
  • Christopher Plummer - Toda Forma de Amor

Melhor atriz coadjuvante

  • Bérénice Bejo - O Artista
  • Jessica Chastain - Histórias Cruzadas
  • Janet McTeer - Albert Nobbs
  • Melissa McCarthy - Missão Madrinha de Casamento
  • Octavia Spencer - Histórias Cruzadas

Melhor diretor

  • Woody Allen - Meia-Noite em Paris
  • Terrence Malick - A Árvore da Vida
  • Alexander Payne - Os Descendentes
  • Michel Hazanivicous - O Artista
  • Martin Scorsese - A Invenção de Hugo Cabret

Melhor roteiro adaptado

  • A Invenção de Hugo Cabret
  • Tudo pelo Poder
  • Os Descendentes
  • O Espião que Sabia Demais
  • O Homem Que Mudou o Jogo

Melhor roteiro original

  • Meia-Noite em Paris
  • O Artista
  • Margin Call - O Dia Antes do Fim
  • Missão Madrinha de Casamento
  • A Separação

Melhor filme em lingua estrangeira

  • A Separação (Irã)
  • Bullhead (Bélgica)
  • Monsieur Lazhar (Canadá)
  • Footnote (Israel)
  • In Darkness (Polônia)

Melhor longa animado

  • Gato de Botas
  • Kung Fu Panda 2
  • Rango
  • Um Gato em Paris
  • Chico & Rita

Melhor trilha sonora original

  • As Aventuras de Tintim
  • O Artista
  • O Espião que Sabia Demais
  • A Invenção de Hugo Cabret
  • Cavalo de Guerra

Melhor canção original

  • "Man or Muppet" - Os Muppets
  • "Real in Rio" - Rio

Melhores efeitos visuais

  • Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
  • A Invenção de Hugo Cabret
  • Gigantes  de Aço
  • Planeta dos Macacos - A Origem
  • Transformers: O Lado Oculto da Lua

Melhor maquiagem

  • Albert Nobbs
  • Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
  • A Dama de Ferro

Melhor fotografia

  • Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
  • O  Artista
  • A Invenção de Hugo Cabret
  • A Árvore da Vida
  • Cavalo de Guerra

Melhor figurino

  • Anônimo
  • O  Artista
  • A Invenção de Hugo Cabret
  • Jane Eyre
  • W.E. - O Romance do Século

Melhor direção de arte

  • O Artista
  • Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
  • A Invenção de Hugo Cabret
  • Cavalo de Guerra

Melhor documentário

  • Hell and Back Again
  • If a Tree Falls
  • Paradise Lost 3: Purgatory
  • Pina
  • Undefeated

Melhor documentário de curta-metragem

  • God is the Bigger Elvis
  • The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement
  • Incident in New Baghdad
  • Saving Face
  • The Tsunami and the Cherry
  • Blossom

Melhor montagem

  • Os Descendentes
  • O Artista
  • Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres
  • O Homem Que Mudou o Jogo
  • A Invenção de Hugo Cabret

Melhor curta

  • Pentecost
  • Raju
  • The Shore
  • Time Freak
  • Tuba Atlantic

Melhor curta animado

  • Dimanche
  • The Fantastic Flying Books of Mister Morris Lessmore
  • La Luna
  • A Morning Stroll
  • Wild Life

Melhor edição de som

  • Drive
  • Millennium -  Os Homens que Não Amavam as Mulheres
  • Cavalo de Guerra
  • A Invenção de Hugo Cabret
  • Transformers: O Lado Oculto da Lua

Melhor mixagem de som

  • Millennium -  Os Homens que Não Amavam as Mulheres
  • Cavalo de Guerra
  • A Invenção de Hugo Cabret
  • Transformers: O Lado Oculto da Lua
  • O Homem Que Mudou o Jogo

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Brad Pitt deve ser indicado ao Oscar por "O Homem que Mudou o Jogo"  (22/01/12)

Talento do astro não raro fica ofuscado por sua celebridade; marido de Angelina Jolie deve ser indicado ao Oscar por "O Homem que Mudou o Jogo"

 

Se existe uma faceta de Brad Pitt que pode ser considerada um tanto obscura, esta pode ser – curiosamente – sua carreira de ator. Durante duas décadas no centro das atenções, desde sua descoberta como um garoto bem apessoado e bom de papo no filme "Thelma e Louise" (1991) e, mais ainda, depois de sua atuação em "Sr. e Sra. Smith" (2005), um filme que deu muito o que falar nos tabloides, Pitt tem sido em primeiro lugar um astro de Hollywood e em segundo lugar um ator.

 Cada um de seus passos – nos sets de filmagem, nos tapetes vermelhos e em suas missões humanitárias, muitas vezes acompanhado de um grupo que chama mesmo a atenção, que inclui sua parceira Angelina Jolie e seus seis filhos – dá muito o que falar na mídia de celebridades. Mas o Brad Pitt da telona permanece surpreendentemente indescritível.

 

A contradição central pode ser resumida assim: Pitt é uma superestrela, que também se passa por uma espécie de coringa. Ele evitou fazer filmes de ação e comédias românticas, os principais gêneros para uma típica carreira bem sucedida no cinema do século 21. Embora não tenha evitado grandes papéis épicos - como o de Aquiles em "Troia" ou mesmo a morte no filme "Encontro Marcado" - ele sempre buscou o conforto e a camaradagem de coletivos, como nos filmes “Onze homens e um Segredo"  e "Bastardos Inglórios" (que estão entre seus maiores sucessos de bilheteria).

 

As pessoas raramente falam sobre seu alcance, mas ele é igualmente capaz de ser extravagante  ("12 Macacos") e também de se conter ("O Curioso Caso de Benjamin Button"). E embora atuar, para certas grandes celebridades, seja muitas vezes uma questão de aura, de simplesmente ser quem são, Pitt tem mostrado uma certa percepção incrível de seu próprio carisma: alguns de seus filmes mais intrigantes ("Clube da Luta", "O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford") são atuações reflexivas que demonstram seu magnetismo óbvio.

Aos 48 anos de idade, Pitt foi indicado ao Oscar duas vezes (a mesma quantidade de vezes que foi considerado o Homem mais Sexy do Mundo, segundo a revista People). Em um de seus melhores anos, estas indicações podem duplicar. Ele está prestes a receber uma indicação de melhor ator por sua atuação como o lendário técnico iconoclasta do time de beisebol Oakland A’s, Billy Beane, no filme “O Homem que Mudou o Jogo”. Ele tem menores chances de ganhar na categoria de ator coadjuvante por seu papel no filme “A Árvore da Vida", mas seu desempenho nesse filme, como um pai autoritário do Texas na década de 1950, é algo maior.

 

Em uma entrevista no início de dezembro no Waldorf Astoria, em Nova York, Pitt disse estar grato que ambos os filmes, nenhum dos quais foram fáceis de fazer, estejam participando das premiações (através de sua produtora, a Plan B, ele tem crédito como produtor de ambas as produções).

 

"Fico contente depois de ter tido todo esse trabalho, e por ter amigos que trabalharam bastante nesses projetos", disse ele. Como qualquer profissional experiente no circuito do Oscar, ele foi cuidadoso ao apreciar seu trabalho sem parecer muito arrogante ou como se estivesse fazendo campanha por seus filmes. "Estou neste ramo tempo o suficiente para entender que tudo isso é muito volátil e está em constante mudança", disse. "Mas uma coisa posso dizer com certeza: é surpreendentemente divertido quando chega sua vez."

O ator como o gerente de um time de beisebol em "O Homem que Mudou o Jogo"

Recém chegado da França, onde esteve para a première do filme "In the Land of Blood and Honey", dirigido por sua companheira, Angelina Jolie, ele vestia uma camiseta de decote em v e uma calça casual. Pitt lutava contra o cansaço e o jet lag - tomou dois cappuccinos, um atrás do outro, entregues por um funcionário do hotel Waldorf.

Pitt corajosamente participou de uma sessão de fotos e de uma conversa de 90 minutos, mas perdeu sua linha de raciocínio várias vezes ("desculpe, cara, estou tão cansado"), e depois de uma pausa para ir ao banheiro durante a entrevista, fez uma confissão envergonhada: "Fiz a sessão inteira de fotos com minha braguilha aberta."

 

Muitas de suas respostas pareciam ser contidas, como alguém determinado a não dizer mais do que o necessário, embora ele também parecesse estar consciente da necessidade de responder. "Cresci em um lugar onde falar muito de si mesmo é considerado meio egoísta", disse ele, referindo-se à sua cidade natal, Springfield, no Missouri.

Um pouco desajeitado e distraído diante das perguntas, ele se sentia mais à vontade quando estava jogando conversa fora e ficava muito empolgado quando falava sobre sua família, do filme de Jolie ("Eu fiz o papel de fotógrafo do set") e sobre as crianças. "Não há nada mais marcante na vida do que se tornar pai", disse, "é uma mudança tão bela de perspectiva". E acrescentou: "Ficava muitas vezes irritado de ouvir pais falarem a respeito disso. Eu com certeza não curtia fotos de bebê antes de ser pai."

 

A paternidade é o que liga Pitt a seus papéis nos filmes "O Homem que Mudou o Jogo" e "Árvore da vida" – ele também interpretou um pai em "Babel" (2006), outra aclamada atuação –, o que sugere que certos atores são favorecidos pelo envelhecimento. Falando sobre "A Árvore da Vida" em maio no Festival de Cannes, ele afirmou que o filme lhe trouxe memórias de sua rígida educação batista. Mas em Nova York, esclareceu que não baseou sua atuação numa experiência de vida.

Brad Pitt como o pai rígido de "A Árvore da Vida", dirigido por Terrence Malick

"Este certamente não é meu pai", disse ele a respeito de seu personagem no filme."Mas eu entendo essa mentalidade de que o pai sabe o que é melhor para seus filhos e sobre as pressões que ele tem ao ser o líder da família, ao mesmo tempo em que se sente como alguém que tem desejos e vontades próprias". Ele continuou: "A tragédia na verdade está em voltar para casa e descontar isso nas crianças e, em seguida, se sentir mal por ter feito isso. É apenas um ciclo vicioso." A maravilha da atuação de Pitt é como ele consegue expressar isso vividamente em momentos muitas vezes sem palavras, através da narrativa fragmentada de Terrence Malick.

 

É também um lembrete de que Pitt interpretou seus papéis mais notáveis em filmes mais alternativos, como o doente mental de "12 Macacos" (seu primeiro papel indicado a um Oscar), um desleixado maconheiro no filme "Amor à Queima Roupa", o cigano irlandês ininteligível de "Snatch, Porcos e Diamantes", o personal trainer sem noção de "Queime Depois de Ler". "Acho que é justo dizer que ele se destacou muito pela maneira que trabalha seus personagens", disse Bennett Miller, diretor de "O Homem que Mudou o Jogo". "Ele é capaz de mudar de estilo radicalmente."

 

O papel de Billy Beane, no entanto, é de um protagonista mais objetivo, e "O Homem que Mudou o Jogo" é um projeto pelo qual Pitt se apaixonou e pelo qual lutou seriamente para poder concretizar, mesmo quando a Sony disse que não iria realizá-lo, na época com Steven Soderbergh na direção. Chamando a atuação de Pitt de "um trabalho introspectivo", Miller afirmou: "Eu realmente acho que ele revela mais sobre quem é através deste personagem do que em qualquer outro que já tenha interpretado".

 

Pitt disse que se tornou mais confortável com a responsabilidade de ser o personagem principal de um filme. "Eu não estava pronto antes", disse ele. "Aprendi a ter mais coisas para oferecer a um personagem. Hoje consigo tocar mais notas." Se a diversidade de seus papéis hoje em dia sugere um portfólio equilibrado astuciosamente, no início parecia que ele não conseguia se concentrar muito bem no que queria. "Tive um momento difícil para encontrar o caminho que queria percorrer", disse. Houve uma época em meados dos anos 1990 quando sentiu que "as coisas começaram a sair do controle". "Sempre há muitas vozes te dizendo o que você deve fazer."

 

Pitt disse que "Seven" (1995), de David Fincher, foi "o primeiro filme em que eu reconheci a sensação de quando as coisas estão fazendo sentido". Fincher também dirigiu ele em dois outros filmes significativos, "Clube da Luta" e "O Curioso Caso de Benjamin Button" (pelo qual Pitt recebeu uma indicação ao Oscar de melhor ator). Seu personagem de "Clube da Luta", Tyler Durden, foi um ponto crucial em sua carreira, tanto como uma reviravolta da fama que tinha de ser um menino de ouro – idealizada por sua atuação em filmes como "Nada é Para Sempre" e "Lendas da Paixão" – quanto como uma subversão anárquica dela.

 

"Muito a seu respeito é simplesmente magnetismo natural", disse Fincher sobre o que ele chamou de "o elemento que chama atenção" em estrelas de cinema como Brad Pitt. "As pessoas não percebem o quanto disso faz parte do trabalho que ele tem de fazer para que o público se relacione com o personagem."

Em uma entrevista em 1999 na Rolling Stone, Pitt falou sobre sua "luta para evitar tornar-se uma personalidade". Quando esse objetivo, que parece há muito impossível, foi mencionado, ele disse: "me lembro de ser muito consciente disso". Para os atores cujas vidas fora da tela falam mais alto que seus personagens, ele acrescentou: "Existe uma certa barreira que tem de ser derrubada antes que você possa começar a enxergar o personagem”.

 

Mas não é algo que ele pensa mais a respeito ou algo que se interesse em falar. "Como você pode ver, eu naturalmente não sou de falar muito", disse Pitt, trazendo o assunto de volta para seu personagem Billy Beane e contando como foi interpretar esse personagem.

Fincher, que se tornou um bom amigo ao longo dos anos, concordou. "Billy diz o que pensa na sua cara, o que não é uma coisa que Brad faz", disse Fincher. "Brad aprendeu a tomar muito cuidado com a maneira com que expressa suas opiniões para não ofender ninguém. Quando as pessoas se dirigem a ele, não acho que muitas delas percebam o tipo de afirmação que estão esperando."

 

Pitt disse que tenta manter uma visão mais limitada em relação a seu trabalho. "Quero fazer as coisas e quero que estas coisas falem por si mesmas", disse. "Não penso em nada além disso."

 

Dede Gardner, a parceira de Pitt na Plan B, descreveu a empresa como um "porto seguro" para cineastas com ideias pouco convencionais. Ela acrescentou que Pitt sempre foi firme em relação a não fazer negócios simplesmente por “vaidade”, mas sim em criar uma situação na qual todos possam sair ganhando, pois ele ajuda filmes interessantes a serem feitos e ao mesmo tempo encontra papéis interessantes para interpretar. Em fase de preparação estão os filmes "Cogan’s Trade", drama criminal cheio de diálogos dirigido por Andrew Dominik, o diretor de "Jesse James", e o filme de zumbis de Marc Forster chamado "World War Z". A Plan B também irá produzir o próximo filme de Steve McQueen ("Shame"), com Pitt interpretando um pequeno papel ao lado de Michael Fassbender.

 

O focado multitalentoso ator de Hollywood de hoje está muito longe do jovem recém-chegado e reprimido de 20 anos atrás. "Me escondi durante um bom tempo", disse Pitt. Mas o medo que tinha do comercialismo durante sua juventude abriu espaço para a percepção de que, como ele mesmo colocou muito francamente, "os artistas podem ter marcas e vender coisas".

 

"Eu era muito desconfortável em ser o centro das atenções", disse ele. "Mas há muitas coisas boas que podem ser feitas com isso e eu acabei aceitando. Faz parte da nossa indústria."

Isso foi introspecção o suficiente para o dia. Ele logo voltou a sua deixa.

"É divertido quando chega a sua vez", disse Pitt, parando para reconhecer que ele estava repetindo algo que já havia dito. "Essa é a minha frase, e eu estou aderindo a ela." The New York Times                    

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Globo de Ouro 2012 | Conheça os vencedores (16/01/12)

Elenco e produção de "The Artist" comemoram prêmio de melhor filme de comédia no Globo de Ouro 2012

A Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood realizou neste domingo, 15 de janeiro, o anúncio e entrega das estatuetas do Globo  de Ouro de 2012. A cerimônia,  que revelou os melhores do cinema e da televisão, foi apresentada por Ricky Gervais, que pegou leve com as piadas feitas sobre os convidados da festa, ao contrário do ano passado, quando deixou muita gente constrangida.

"The Artist", filme preto e branco e praticamente mudo, e "Os Descendentes", sobre uma família no Havaí, foram os principais vencedores da noite no Globo de Ouro, recebendo os prêmios de melhor comédia e drama, respectivamente.

George Clooney comemora o prêmio de melhor ator ao lado da namorada, Stacy Keibler

George Clooney venceu na categoria melhor ator de drama por sua atuação em "Os Descendentes". O ator, que concorria também na categoria de melhor diretor por "Tudo Pelo Poder", dedicou a estatueta ao colega Brad Pitt, que disputou na mesma categoria por seu trabalho em"O Homem Que Mudou o Jogo".

Uma das surpresas na cerimônia do Globo de Ouro 2012, Martin Scorsese evitou o favoritismo de "The Artist" e venceu o prêmio de melhor diretor das mãos de Angelina Jolie por "A Invenção de Hugo Cabret", seu primeiro trabalho infantil e em 3D. Scorsese lembrou no palco o conselho de sua mulher, que perguntou a ele logo após ler o livro que deu origiem ao filme: "por que você não faz um filme que sua filha [de 12 anos] pode ver, para variar?".

Martin Scorsese com o prêmio de melhor diretor

No prêmio de melhor ator de comédia ou musical, no entanto, não houve dúvidas: o francês Jean Dujardin foi o eleito por "The Artist", no qual não tem nenhuma fala, já que se trata de uma homenagem ao cinema mundo. Sem saber falar inglês muito bem, Dujardin leu sua lista de agradecimentos e ainda fez piada com a expressividade de suas sobrancelhas, que, sergundo ele, "têm vida própria".

Forte candidata ao Oscar de melhor atriz, Michelle Williams venceu o Globo de Ouro 2012 na categoria comédia ou musical por "Sete Dias com Marilyn", no qual interpreta Marilyn Monroe em sua conturbada passagem pela Inglaterra durante as filmagens de "O Príncipe Encantado" (1957). A história, portanto, não é exatamente uma comédia, como lembrou Seth Rogen ao anunciar as indicadas.

Foto: Getty Images

Michelle Williams com o Globo de Ouro por "Sete Dias com Marilyn"

Williams agradeceu sua filha com o ator Heath Ledger por, segundo ela, se considerar "primeiro uma mãe e em segundo, uma atriz". Além disso, lembrou a coincidência de Monroe também ter ganho um Globo de Ouro na categoria, por "Quanto Mais Quente Melhor". "Obrigado por colocarem nas minhas mãos o mesmo prêmio que Marilyn segurou há 50 anos", disse.

Meryl Streep e Kate Winslet posam com suas estatuetas do Globo de Ouro

Meryl Streep recebeu seu oitavo Globo de Ouro da carreira pelo retrato da ex-premiê britânica Margaret Thatcher, em "A Dama de Ferro".

O segundo longa-metragem dirigido por Madonna, "W.E. - O romance do século", recebeu péssimas críticas da imprensa especializada, mas isso não impediu que a cantora ganhasse o Globo de Ouro 2012 de melhor canção original pelo filme.

Surpresa, Madonna explicou no palco do Beverly Hilton Hotel que não tinha uma música para colocar nos créditos até o final da edição. Quando começou a trabalhar em seu novo disco, no entanto, compôs "Masterpierce". "Magicamente, essa canção apareceu", disse a estrela, que agradeceu ao produtor Harvey Weinstein, responsável pela distribuição de "W.E." nos Estados Unidos, por "acreditar no filme".

"As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne", dirigido por Steven Spielberg, foi escolhido a melhor animação. O cineasta agradeceu a Peter Jackson, que produziu o longa baseado nos quadrinhos de Hergé, e ao ator Andy Serkis, o "homem das 2001 faces digitais" – Serkis se tornou um especialista na captura de movimentos, por trabalhar também em filmes como "Planeta dos Macacos - A Origem" e "O Senhor dos Anéis".

O norte-americano Christopher Plummer, aos 82 anos, foi o vencedor do prêmio de melhor ator coadjuvante, o primeiro da noite no Globo de Ouro, pelo filme "Toda Forma de Amor" ("Begginers"). No longa-metragem, no qual contracena ao lado de Ewan McGregor, Plummer interpreta um pai de família que assume ser gay na velhice, somente após a morte da mulher.

"Que maravilhoso retorno!", disse o ator veterano ao começar seu discurso de agradecimento. Sobraram elogios para McGregor, para o diretor Mike Mills e até para o cachorro que integra o elenco do filme.

Octavia Spencer confirmou o favoritismo e ganhou a estatueta de atriz coadjuvante por "Histórias Cruzadas". O drama racial sobre o avanço dos direitos para empregadas negras nos EUA é um dos fortes candidatos ao Oscar 2012.

Foto: AP

Christopher Plummer com o Globo de Ouro de ator coadjuvante por "Toda Forma de Amor"

Laura Dern bateu favoritas como Tina Fey e Zooey Deschanel e levou para a casa o prêmio de melhor atriz em série - comédia ou musical por "Enlightened". Dern, que venceu seu terceiro Globo de Ouro, agradeceu à associação da imprensa estrangeira de Hollywood por "apoiar o programa", já que "Enlightened" apresentou baixos índices de audiência e correu o risco de ser cancelada.

"Boss", outra série que também não foi muito vista, rendeu o prêmio de melhor ator na categoria drama para Kelsey Grammer ("Frasier"), que interpreta o prefeito da cidade de Chicago. "Boss" também havia sido indicada a melhor série, mas o prêmio foi para "Homeland", outro programa novato, estrelado por Claire Danes, justamente a premiada como melhor atriz.

Indicado três vezes antes ao prêmio, Matt LeBlanc, famoso como o Joey de "Friends", finalmente levou o Globo de Ouro de melhor ator em série - comédia ou musical por "Episodes", no qual interpreta ele mesmo. Já com cabelos grisalhos, LeBlanc agradeceu aos roteiristas do programa: "vamos ser honestos, eu interpreto um Matt LeBlanc bem mais interessante do que eu".

A exemplo das duas vitórias recentes no Emmy, "Modern Family" ganhou como melhor série de comédia ou musical. Aproveitando uma piada de Gervais e da entrega da estatueta por Antonio Banderas e Salma Hayek, a atriz colombiana Sofia Vergara fez o discurso de agradecimento da equipe em espanhol.

Ainda nas categorias de televisão, o programa britânico "Downton Abbey" foi eleito melhor minissérie ou telefilme, enquanto Kate Winslet ganhou o prêmio de melhor atriz pela minissérie "Mildred Pierce", reprisando sua vitória no Emmy.

O prêmio Cecil B. DeMille, concedido anualmente pelo conjunto da obra a lendas de Hollywood, foi entregue a Morgan Freeman. Aos 74 anos, o ator recebeu a honraria das mãos de Sidney Poitier e de Helen Mirren, sua colega em "Reds". Depois de assistir a trechos de diversos filmes de sua carreira – "Conduzindo Miss Daisy", "Um Sonho de Liberdade", "Garota de Ouro", "Seven", "Invictus" –, Freeman disse estar "honrado" por fazer companhia aos homenageados anteriores.

Veja a lista de vencedores do Globo de Ouro 2012:

CINEMA

FILME - DRAMA "Os Descendentes"

"Histórias Cruzadas"

"A Invenção de Hugo Cabret"

"Tudo pelo Poder"

"O Homem Que Mudou o Jogo"

"Cavalo de Guerra"

ATRIZ - DRAMA Glenn Close - "Albert Nobbs"

Viola Davis - "Histórias Cruzadas"

Rooney Mara - "Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres"

Meryl Streep - "A Dama de Ferro"

Tilda Swinton - "Precisamos Falar Sobre o Kevin"

ATOR - DRAMA George Clooney - "Os Descendentes"

Leonardo DiCaprio - "J. Edgar"

Michael Fassbender - "Shame"

Ryan Gosling - "Tudo pelo Poder"

Brad Pitt - "O Homem Que Mudou o Jogo"

FILME - COMÉDIA OU MUSICAL

"50%"

"The Artist" "Missão Madrinha de Casamento"

"Meia-Noite em Paris"

"Sete Dias com Marilyn"

ATRIZ - COMÉDIA OU MUSICAL

Jodie Foster - "Carnage"

Charlize Theron - "Jovens Adultos"

Kristen Wiig - "Missão Madrinha de Casamento"

Michelle Williams - "Sete Dias com Marilyn"

Kate Winslet - "Carnage"

ATOR - COMÉDIA OU MUSICAL

Jean Dujardin - "The Artist"

Brendan Gleeson - "O Guarda"

Joseph Gordon-Levitt - "50%"

Ryan Gosling - "Amor a Toda Prova"

Owen Wilson - "Meia-Noite em Paris"

ANIMAÇÃO

"As Aventuras de Tintim"

"Operação Presente"

"Carros 2"

"Gato de Botas" "Rango"

FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

"The Flowers of War" (China)

"In The Land of Blood and Honey" (EUA)

"O Garoto da Bicicleta" (Bélgica)

"A Separação" (Irã) "

A Pele que Habito" (Espanha)

ATRIZ COADJUVANTE

Berenice Bejo - "The Artist"

Jessica Chastain - "Histórias Cruzadas"

Janet McTeer - "Albert Nobbs"

Octavia Spencer - "Histórias Cruzadas"

Shailene Woodley - "Os Descendentes"

ATOR COADJUVANTE

Kenneth Branagh - "Sete Dias com Marilyn"

Albert Brooks - "Drive"

Jonah Hill - "O Homem Que Mudou o Jogo"

Viggo Mortensen - "Um Método Perigoso"

Christopher Plummer - "Toda Forma de Amor"

DIRETOR

Woody Allen - "Meia-Noite em Paris"

George Clooney - "Tudo pelo Poder"

Michel Hazanavicius - "The Artist"

Alexander Payne - "Os Descendentes"

Martin Scorsese - "A Invenção de Hugo Cabret"

ROTEIRO

"The Artist" - Michel Hazanavicius

"Os Descendentes" - Nat Faxon, Alexander Payne, Jim Rash

"Tudo pelo Poder" - George Clooney, Grant Heslov, Beau Willimon

"Meia-Noite em Paris" - Woody Allen

"O Homem Que Mudou o Jogo" - Stan Chervin, Aaron Sorkin, Steven Zaillian

TRILHA SONORA

"The Artist" - Ludovic Bource

"W.E." - Abel Korzeniowski

"Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres" - Trent Reznor, Atticus Ross

"A Invenção de Hugo Cabret" - Howard Shore

"Cavalo de Guerra" - John Williams

CANÇÃO ORIGINAL

"Hello Hello" - "Gnomeu & Juliet"

"The Keeper" - "Redenção"

"Lay Your Head Down" - "Albert Nobbs"

"The Living Proof" - "Histórias Cruzadas"

"Masterpiece" - "W.E."

TV

SÉRIE DE TV - DRAMA

"American Horror Story"

"Boardwalk Empire"

"Boss" "Game of Thrones"

"Homeland"

SÉRIE DE TV - COMÉDIA OU MUSICAL

"New Girl"

"Modern Family"

"Enlightened"

"Glee"

"Episodes"

ATOR EM SÉRIE DE TV - DRAMA

Steve Buscemi - "Boardwalk Empire"

Bryan Cranston - "Breaking Bad"

Kelsey Grammer - "Boss"

Jeremy Irons - "The Borgias"

Damian Lewis - "Homeland"

ATOR EM SÉRIE DE TV - COMÉDIA

Alec Baldwin - "30 Rock"

David Duchovny - "Californication"

Johnny Galecki - "The Big Bang Theory"

Thomas Jane - "Hung"

Matt LeBlanc - "Episodes"

ATRIZ EM SÉRIE DE TV - DRAMA

Claire Danes - "Homeland"

Mireille Enos - "The Killing"

Julianna Margulies - "The Good Wife"

Madeleine Stowe - "Revenge"

Callie Thorne - "Necessary Roughness"

ATRIZ EM SÉRIE DE TV - COMÉDIA

Laura Dern - "Enlightened"

Zooey Deschanel - "New Girl"

Tina Fey - "30 Rock"

Laura Linney - "The Big C"

Amy Poehler - "Parks and Recreation"

ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Hugh Bonneville - "Downton Abbey"

Idris Elba - "Luther"

William Hurt - Too Big to Fail Bill Nighy - Page Eight Dominic West - "The Hour"

ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV

Romola Garai - "The Hour"

Diane Lane - "Cinema Verite"

Elizabeth McGovern - "Downton Abbey"

Emily Watson - "Appropriate Adult"

Kate Winslet - "Mildred Pierce"

ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE TV

Jessica Lange - "American Horror Story"

Kelly Macdonald - "Boardwalk Empire Maggie Smith - "Downton Abbey"

Sofia Vergara - "Mildred Pierce"

Evan Rachel Wood - "Mildred Pierce"

ATOR COADJUVANTE DE SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE TV

Peter Dinklage - "Game of Thrones"

Paul Giamatti - "Too Big to Fail" Guy Pearce - "Mildred Pierce"

Tim Robbins - "Cinema Verite" Eric Stonestreet - "Modern Family"

FILME OU MINISSÉRIE DE TV

"The Hour"

"Downton Abbey"

"Cinema Verite"

"Mildred Pierce"

"Too Big to Fail"

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Jane Fonda em entrevista à rádio RTL : "não queria morrer antes de fazer um filme francês"  (14/01/12)

A atriz norte-americana Jane Fonda, que volta às telas em um filme francês sobre um grupo de amigos aos 70 anos, declarou que fazer o filme estava na sua lista de coisas para fazer antes de morrer.

 

Pronto para a estreia na próxima quarta-feira, "Et si on Vivait Tous Ensemble" (Por que não vivemos todos juntos?) fala sobre um grupo de amigos que decidem viver juntos, para dividir as alegrias e os desafios da velhice.

Este é o primeiro filme francês de Fonda desde sua estreia em 1972, em "Tout Va Bien" (Tudo vai bem), pelas mãos do diretor Jean-Luc Godard.

 

"Você conhece a expressão 'bucket list'?", perguntou ela em entrevista à rádio RTL, num francês fluente. "Quando você é velho, você prepara uma lista de todas as coisas que você quer fazer antes de morrer".

"Eu queria fazer outro filme, em francês. Eu não podia morrer antes de fazer pelo menos um filme em francês".

A atriz, que já foi guru da boa forma e completa 74 anos no próximo mês, disse que o filme de Stephane Robelin fala de várias questões que ela discute em um novo livro: o que as pessoas sentem quando ficam idosas e o sexo entre essas pessoas.

"Quando você está de fora, observando a velhice, é assustador", disse ela. "Mas quando eu fiz meus 60, 70, eu percebi que eu nunca tinha sido tão feliz".

"Primeiramente, eu tenho um amor, eu tenho um amante. E depois, eu tenho saúde," disse a atriz. "Eu também tenho uma atitude muito positiva."

Como a personagem dela no filme, Fonda é sincera como sempre sobre sexo. "Você não tem que continuar com sua vida sexual na velhice, mas, para aqueles que querem, você tem que manter a sexualidade do seu corpo, você tem que pensar em masturbação, por exemplo", disse ela.

Geraldine Chaplin e Jane Fonda no filme francês "Et si on Vivait Tous Ensemble"

A atriz também tem em comum com a personagem a preocupação em se preparar para, e até planejar, a própria morte. "Ela compra o próprio caixão, ela quer uma cerimônia alegre, com todos bebendo champagne. Eu estou completamente de acordo com isso. Não tenho medo de morrer".

"Frequentemente penso sobre o fim, sobre como eu queria que fosse. Eu quero estar rodeada de amor, com meus filhos, meus netos, meus amigos. Eu quero dizer algumas sábias palavras".

"Mas, para merecer esse amor, você tem que viver de certa forma entre o agora e o depois. Eu tenho que manter minha mente ativa para obter sabedoria". AFP                    

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Diretor J.J. Abrams fala sobre a sequência de Star Trek 2  (08/01/12)

Enquando promovia sua mais nova empreitada como produtor na televisão, Alcatraz, J.J. Abrams falou ao site Collider sobre seu próximo trabalho no cinema, a continuação de Star Trek.

Segundo o diretor, a sequência não será filmada em 3D, mas convertida para o formato, já que ele não queria ruídos entre o visual dos filmes da franquia. "Estamos filmando em película e a razão para isso é que queria um filme anamórfico [sem forma, termo que ganhou significado no cinema com a criação das lentes CinemaScope, que permitiram a apresentação de uma imagem duas vezes mais larga, usando a área de um negativo convencional. A imagem captada apresenta-se distorcida no negativo, mas é expandida para as proporções naturais  na tela do cinema, por uma lente colocada no projetor com efeito inverso] e você não consegue esse efeito filmando em 3D. Nós convertemos uma grande parte do primeiro filme e ficou muito bom. Foi isso que me fez achar que ficaria tudo bem. Mas eu não queria filmar digitalmente, queria que fosse equivalente ao visual do primeiro. [O 3D] era algo que o estúdio queria fazer e eu não. E aí, quando vi algumas partes do primeiro filme convertidas, achei que na verdade ficaria muito legal. Então, eu aceitei que fosse feito, desde que eu pudesse filmar o filme da forma como queria, deixando-os converter depois. Assim, aqueles que quiserem ver em 3D, o que fica muito legal, podem ver, e aqueles que querem ver em 2D também podem", explicou.

Sobre a contratação Benedict Cumberbatch, Abrams descoversou que ele possa ser o vilão, "quem disse?", e entre uma série de elogios, continuou o mistério sobre qual será o papel do ator: "Ele é genial. Sinceramente, ele é um ator incrível. Se você viu seu trabalho em Sherlock [onde o ator vive o personagem-título], ele tem habilidades incríveis. E ele é um maravilhoso ator no palco, ele estava ótimo na [peça] Frankenstein. Ele é brilhante. Você tenta escalar atores que são ótimos. Tivemos sorte. Eu simplesmente amo seu trabalho e achei que ele era perfeito para o que precisamos. Tivemos muita sorte".

O diretor comentou ainda a ausência dos atores da série original ou de qualquer relação com a série de TV e afirmou que o fato é apenas consequência da realidade alternativa estabelecida pelo remake: "Acho que o trabalho no primeiro filme era estabelecer a nova timeline. Agora, ao invés de ficar nos ombros da série original, construímos uma plataforma para nós e podemos contar essa nova história".

As filmagens de Star Trek 2 estão previstas para começar na próxima quinta-feira, 12 de janeiro, e devem durar certa de quatro meses. O lançamento foi marcado para 17 de maio de 2013. Natália Bridi

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Atriz Huang Hoang que processa IMDb por revelar sua idade sai do anonimato  (07/01/12)

A atriz que processa o site IMDb por ter divulgado sua idade verdadeira teve que sair do anonimato. Obrigada pela justiça dos Estados Unidos a revelar sua identidade, ela se apresentou como Huang Hoang na última sexta-feira (6/1).

Se a atriz não inserisse seu nome no processo, ele seria arquivado. Hoang processou o site, que é de propriedade da Amazon, por listar que ela tem 40 anos de idade.

 

Em comunicado, o sindicato dos atores (organização identificada pela sigla SAG) a elogiou por sua “determinação e coragem”. “Milhares de atores tiveram suas carreiras prejudicadas por conta da publicação não-autorizada de suas datas de nascimento no IMDb”, diz o SAG em carta enviada ao site da revista Hollywood Reporter. Curiosamente, o sindicato não reclama da indústria cinematográfica por contratar apenas atrizes jovens, numa aparente inversão de valores. Fica claro pelo comunicado que, para o SAG, informar a verdade é um ato criminoso, mas a discriminação etária de Hollywood não passa de um fato trivial.

 

“Estamos muito decepcionados que a juíza tenha pedido que ela revelasse seu nome”, disse o advogado da atriz, John Dozier. “Mas a decisão dela de sair do anonimato mostra que ela quer muito ver qual será a conclusão deste caso”.

O advogado da atriz alega que “na indústria do entretenimento, juventude é rei” e, portanto, seria impossível para ela conseguir trabalhos, visto que tem pouca experiência, aos 40 anos de idade. Para reparar os danos, a atriz exige US$ 1 milhão de indenização.

Em sua carreira, a atriz vietnamita, radicada no Texas, que usa o nome artístico de Junie Houang, trabalhou apenas em papéis secundários em produções de baixíssimo orçamento, como “Gingerbread Man 3: Saturday Night Cleaver” (2011), “A Gang Land Love Story” (2010) e “Hoodrats 2: Hoodrat Warriors” (2008), geralmente lançadas direto em DVD.  Pipoca Moderna

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Exorcista Bob Larson, diz que Heath Ledger atuou possuído em Batman - O Cavaleiro das Trevas  (06/01/12)

Atualmente o reverendo Bob Larson, especialista em exorcismo, tem aparecido na mídia dos EUA por conta do lançamento do filme A Filha do Mal (The Devil Inside), que estreia hoje no país, já gera polêmica por conta do seu final inesperado e está sendo vendido por lá como um terror que trata os exorcismos com realismo.

Em entrevista ao Movieweb, Larson ecoou uma teoria interessante que já circulava por aí: Heath Ledger atuou em Batman - O Cavaleiro das Trevas possuído pelo diabo. Segundo o especialista, o ator se entregou tanto ao papel do Coringa que teria, por conta disso, baixado as defesas do seu corpo contra espíritos possessivos.

Questionado sobre essa possibilidade, Larson respondeu: "Todo mundo sabe como isso terminou. Diz a lenda que Jack Nicholson avisou-o para não fazer aquele filme, por conta da natureza do personagem. Sempre existe o perigo de perder os limites".

"Eu diria que... algo possuiu aquele homem. Existe uma forte possibilidade de, de alguma forma, ele ter assumido demais a maldade do personagem",  continua. Larson diz que já foi procurado por atores atrás de descarrego: "Obviamente, eu lido com figuras políticas, pessoas de negócios, gente comum e muita gente do mundo do entretenimento também. Existe esse perigo [a possessão]. Eu não diria que é um perigo comum, mas ele certamente existe". Marcelo Hessel

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"Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2"  tem a maior arrecadação do ano no mundo. Veja a lista!  (31/12/11)

A primeira parte da despedida da franquia "Crepúsculo" não foi páreo para o adeus de Harry Potter nos cinemas. "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2" chega ao fim de 2011 como a maior bilheteria do ano, tendo acumulado US$ 1,3 bilhão (R$ 2,4 bilhões) ao redor do mundo. O filme, ainda por cima, quebrou recordes: detém a maior arrecadação para um único dia, na sexta-feira em que entrou em cartaz (US$ 92 milhões) e também o melhor fim de semana de estreia da história (US$ 481 milhões).

O segundo e terceiro lugares também ultrapassaram a barreira do bilhão e integram franquias: "Transformers - O Lado Oculto da Lua" se tornou a maior arrecadação da série do diretor Michael Bay (US$ 1,1 bilhão) e "Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas" é o maior sucesso dos estúdios Disney no mercado internacional (US$ 1 bilhão).

A animação "Kung Fu Panda 2" aparece na quarta posição, com US$ 663 milhões, enquanto "A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1", apesar de ainda estar em cartaz, não deve ultrapassar a quinta posição – de acordo com as estimativas do site Box Office Mojo, o filme deve fechar o ano com US$ 654 milhões.

Apesar da tecnologia 3D estar em crise em Hollywood, somente três dos dez primeiros colocados no ranking ("Amanhecer - Parte 1", "Velozes 5" e "Se Beber, Não Case 2") chegaram aos cinemas apenas com cópias convencionais.

A maior surpresa da lista de campeões é "Os Smurfs". Mistura de animação e atores reais, a adaptação para as telonas dos quadrinhos e desenho animado surpreendeu a indústria, se tornou um sucesso e já garantiu uma sequência para 2013. (iG)

Confira abaixo a lista das 10 maiores bilheterias de 2011 no cinema mundial:

1) "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2", US$ 1,3 bilhão

 2) "Transformers - O Lado Oculto da Lua", US$ 1,1 bilhão

3) "Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas", US$ 1 bilhão

4) "Kung Fu Panda 2", US$ 663 milhões

 5) "A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1", US$ 654 milhões

6) "Velozes e Furiosos 5", US$ 626 milhões

 7) "Se Beber, Não Case 2", US$ 581 milhões

8) "Os Smurfs", US$ 562 milhões

9) "Carros 2", US$ 551 milhões

10) "Rio", US$ 484 milhões

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Robert Downey Jr. fala à Men's Fitness sobre o preparo físico para encarar Sherlock Holmes, Os Vingadores e Homem de Ferro 3  (27/12/11)

Robert Downey Jr. falou à Men's Fitness sobre a preparação física para encarar Sherlock Holmes - O Jogo das Sombras, The Avengers - Os Vingadores e Homem de Ferro 3.

 

Segundo o ator, conseguir ser convincente na pele de um herói aos 46 anos é um grande feito: "Acho que tenho alguma noção agora do que é ser um super-herói. Mas antes achava que era só estar bem e me defender e todas essas coisas. Sempre gostei do gênero, mas é muito estranho. Não sou alto, forte, rápido ou agressivo. E, ainda assim, não estou fingindo [nos filmes]. Para mim, isso é uma risada cósmica".

 

Segundo a revista, o treino de Downey Jr. para Os Vingadores envolvia 12 horas de exercício por semana, incluindo treino de força, artes marciais, exercícios e ioga. O ator explica que o corpo saudável é uma consequência dos filmes e que dificilmente levará a preparação para o seu dia a dia: "É o ideal, mas completamente insustentável. Não sou mais uma criança e não sou um atleta profissional, então o que provavelmente estou fazendo é me sentir bem o tempo todo e depois treinar em excesso de modo selvagem".

 

Sherlock Holmes - O Jogo das Sombras estreia no Brasil no dia 13 de janeiro e The Avengers - Os Vingadores em 27 de abril. Já Homem de Ferro 3 começará a ser filmado em maio e tem estreia marcada para 3 de maio de 2013. Natália Bridi

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Matt Damon estrela novo filme com Scarlett Johansson e grava com Wagner Moura  (18/12/11)

Em dezembro de 1997, quando entrevistei Matt Damon pela primeira vez, ele era um garotão de Boston com sorriso de ponta a ponta. Chegou 30 minutos atrasado, com uma ótima desculpa. "Acabei de ser fotografado para a revista 'Time'. Eles vão dar uma matéria enorme sobre Ben (Affleck), eu e 'Gênio Indomável'."

O acontecimento era mesmo para ser celebrado. Um ano antes, o estúdio de cinema Fox sequer cogitou o nome dele para participar das entrevistas de lançamento do filme "Coragem Sob Fogo".

Matt interpretava um soldado no suspense estrelado por Meg Ryan e Denzel Washington, era desconhecido e não parecia valer o investimento com passagens de primeira classe, acomodações em hotel cinco estrelas e outros gastos comuns para grandes nomes de Hollywood, como stylists, segurança e limusine.

Queridinho de grandes diretores, ator Matt Damon estrela novo filme com Scarlett Johansson

Quase 15 anos mais tarde e um Oscar (dividido com o melhor amigo, Ben Affleck) pelo roteiro de "Gênio Indomável", o ator de 41 anos construiu uma grande carreira. Mas tudo a seu modo, sem afetação. Foi entrevistado e perfilado por quase todas as revistas importantes nos anos seguintes, mas nunca foi a sobremesa preferida das publicações de fofocas, ao contrário de seu parceiro de Oscar e de dois de seus grandes amigos, George Clooney e Brad Pitt.

"Minha vida é pacata. Sou casado, faço supermercado, empurro o carrinho das minhas filhas, meu sapato não é de grife e não tenho amantes", diz Matt à Serafina, em um hotel cinco estrelas de Nova York.

Ele está na cidade para o lançamento de seu novo filme, "Compramos um Zoológico", dirigido por Cameron Crowe ("Quase Famosos" e "Vanilla Sky"), que estreia no dia 23. Seu personagem é um jornalista viúvo que se muda com os dois filhos para uma propriedade rural na Califórnia, com um zoológico dentro dela. Ele assume o zoo e a equipe responsável pelo cuidado com os bichos, encabeçada por Scarlett Johansson.

É uma história sobre o relacionamento entre pai e filhos e também sobre como a morte prematura de um cônjuge afeta a vida dos que ficaram. Em um dos "flashbacks", o protagonista, personagem de Matt, lembra como conheceu sua mulher cinematográfica: uma paixão à primeira vista ao entrar num restaurante.

Indago se foi ele que pediu por aquela cena no roteiro. Ele diz que não, foi uma coincidência com sua vida pessoal. Em 2003, enquanto filmava a comédia "Ligado em Você", em Miami, Matt, numa noite de folga, entrou num bar da cidade, viu a garçonete e se encantou.

"Meu coração bateu mais forte quando a vi", lembra. Ela é a argentina Luciana Barroso, e os dois se casaram em 2005. Virou padrasto da filha de sua mulher, Alexia, com quatro anos na época, fruto de um relacionamento anterior. Os dois tiveram três filhas juntos: Isabella, 5, Gia, 3, e Stella, 1.

Nesse momento, está careca. O visual é para o seu próximo filme, "Elysium", rodado no Canadá. É a nova produção do cineasta sul-africano Neill Blomkamp (de "Distrito 9") e tem no elenco os brasileiros Wagner Moura e Alice Braga.

Em seguida, será dirigido pela sétima vez por Steven Soderbergh em "Liberace", cinebiografia do cantor e pianista, ao lado de Michael Douglas. Os dois longas têm previsão de estreia para 2013.

TOP DE LINHA

Nenhum outro ator de sua geração trabalhou com tantos diretores icônicos em Hollywood quanto ele. Nem Leonardo DiCaprio. Matt foi dirigido por Francis Ford Coppola ("O Homem que Fazia Chover"), Steven Spielberg ("O Resgate do Soldado Ryan") e Martin Scorsese ("Os Infiltrados"), a santíssima trindade de cineastas que brotou nos anos 70 e mudou para sempre a cara do cinema americano.

E pelos principais roteiristas e diretores independentes, os queridinhos dos críticos, grupo do qual fazem parte Steven Soderbergh, os irmãos Coen ("Bravura Indômita") e Gus Van Sant ("Gênio Indomável", "Encontrando Forrester", "Jerry").

Nem os atores-diretores o deixaram de lado. Fez parcerias com Robert Redford ("Lendas da Vida"), George Clooney ("Confissões de uma Mente Perigosa"), Robert De Niro ("O Bom Pastor") e Clint Eastwood ("Invictus", "Além da Vida").

O ator conta que nunca fica trancado no trailer entre uma cena e outra. Gosta de observar o trabalho dos cineastas e questionar o porquê deste ou daquele enquadramento.

O interesse não é só curiosidade. Ele pretende usar as dicas num filme que deve dirigir no ano que vem, do qual ainda não dá detalhes.

MATT X BARACK

Embora mantenha o jeitão de surfista californiano (com sangue irlandês nas veias), não é um galã no sentido clássico. Extremamente politizado, não tem problemas para expor suas ideias polêmicas para a imprensa a respeito da atuação do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg ("ele conduz a cidade de maneira errada, com um olhar corporativista, como se Nova York fosse uma de suas empresas"), e do presidente Barack Obama.

Durante as entrevistas de lançamento da ficção científica "Os Agentes do Destino", ele se disse insatisfeito com o trabalho de Obama, especialmente com o sistema educacional --"em estado de coma", segundo o ator, filho de uma professora. A frustração de Matt naquela época chegou aos ouvidos de Obama.

No tradicional jantar para os correspondentes da Casa Branca, em abril deste ano, em que o presidente fez brincadeiras com as críticas que recebe, Obama contra-atacou com uma piada. "Matt Damon disse que ficou desapontado com minha performance", afirmou. "Bem, eu acabei de assistir a 'Os Agentes do Destino', então te devolvo a crítica, meu camarada!"

Pergunto ao ator sobre o movimento "Ocupe Wall Street" e o despejo dos piqueteiros do parque Zuccotti, centro das manifestações. "O que mais gosto é que isso tudo deixou os nossos líderes bastante nervosos", explica.

"Desalojar os ocupantes não vai extinguir o movimento. A história dos Estados Unidos mostra que o embate com o governo sempre acaba com os manifestantes vencendo", acredita. "Vejo um futuro de vitória para nós, os insatisfeitos", prevê o bom menino.

MARCELO BERNARDES

DE NOVA YORK

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Indicada ao Globo de Ouro, Kate Winslet encontra prazer em "Carnage" do diretor Roman Polanski  (16/12/11)

Quando Roman convida, Kate aceita. As férias podem esperar. Roman é Polanski, e Kate é Winslet, cujo novo filme, "Carnage", uma comédia de costumes que critica pais oprimidos, rendeu à atriz uma indicação para o Globo de Ouro por sua atuação.

"Eu tinha planejado não trabalhar", disse Kate à Reuters em uma entrevista por telefone. "Mas isso acabou sendo jogado pela janela no segundo em que escutei o nome de Roman Polanski."

"Não se acha de si mesmo que se é digno de Roman Polanski", disse sobre o diretor dos clássicos "Chinatown" e "O Bebê de Rosemary". "Então você teria que ser muito estúpido para não mudar seus planos".

Kate Winslet em cena do filme "Carnage", de Roman Polanski, pelo qual foi indicada ao Globo de Ouro

"Carnage", que traz no elenco Jodie Foster, John C. Reilly e Christoph Waltz, é baseado na sátira da Broadway de Yasmina Reza sobre dois casais que se encontram certa tarde para discutir a rixa entre seus filhos no playground.

"O que é brilhante é que Yasmina consegue tornar essa história engraçada, porque se não fosse engraçada, não seria um filme muito agradável de ver", disse Kate.

"Elas nos fazem rir com eles e, o que é mais importante, deles", disse dos quatro personagens - uma escritora liberal (Jody Foster), seu marido vendedor (Reilly), um advogado sombrio (Waltz) e uma corretora de investimento (Kate) - que estão praticamente em todas as cenas.

Kate, que ganhou um Oscar por seu trabalho em "O Leitor" depois de ser indicada ao prêmio seis vezes, riu ao se lembrar "do modo ridículo como os personagens se portam, comendo bolo de frutas e bebendo uísque - no meio do dia! É tão absurdo".

DIRETOR EXIGENTE

Mas embora Kate diga que as oito semanas de filmagens em Paris tenham "sido um período realmente divertido para nós quatro", não foram só alegria e risadas.

Polanski, afinal, tem uma reputação de ser um dos diretores mais autocráticos e meticulosos do mundo do cinema.

Isso não perturbou Kate, que ganhou fama graças à força de sua interpretação em filmes pequenos e independentes como "Almas Gêmeas" e "Razão e Sensibilidade" antes de participar de blockbusters como "Titanic".

A atriz, afinal, é uma mulher que recentemente enfrentou um incêndio em uma vila na ilha particular de Richard Branson no Caribe para resgatar sua mãe idosa e que processou os tabloides britânicos em 2009 por difamação - e ganhou.

"Eu nunca encontrei um homem com tanta energia", disse sobre Polanski. "Ele tem um carisma tão incrível... e a energia mais descarada e perversa".

Sobre seu estilo de trabalho, ela descreveu Polanski como "incrivelmente direto. Ele é realmente brusco, realmente franco, o que eu adoro".

"Ele pode ser cruel", continuou. "Mas ao mesmo tempo eu me surpreendi com o modo como ele pode ser colaborador, dizendo ao elenco para tentar do seu próprio modo", antes de acrescentar, após uma pausa: "Da minha maneira é melhor, mas tente da sua".

CHRIS MICHAUD

DA REUTERS, EM NOVA YORK

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Anjos da Noite 4 | Kate Beckinsale congelada em pôster do filme  (13/12/11)

Anjos da Noite 4: O Despertar, o quarto filme da série Anjos da Noite, ganhou um pôster e mais duas imagens. No cartaz, Kate Beckinsale aparece congelada, promovendo o aplicativo Underworld Awakening do Facebook.

Na trama, Selene (Beckinsale) acorda de um coma em que era mantida depois de 12 anos. Ela então descobre que tem uma filha de 14 anos (India Eisley), metade vampira, metade lobisomem, e precisa impedir que a BioCo crie lobisomens modificados em laboratório que poderão matar a todos.

Os suecos Mans Marlind e Bjorn Stein dirigem Underworld Awakening em 3-D. A estreia acontece em 20 de janeiro de 2012 nos EUA e em 2 de março por aqui. Natália Bridi

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Com final de trilogia, 'Batman' será um dos acontecimentos cinematográficos de 2012  (10/12/11)

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões (R$ 448 milhões - o maior de todos da franquia "Batman"), "O Cavaleiro das Trevas Ressurge" concluirá a trilogia dirigida por Christopher Nolan e estrelada por Christian Bale. Após recuperar o herói no cinema, a dupla não deve retornar para uma nova aventura, fato que contribui para tornar sua estreia, marcada para junho de 2012, um dos maiores eventos cinematográficos do próximo ano.

Quando aceitou o convite da Warner Bros para reiniciar a franquia de "Batman", em 2003, o britânico Christopher Nolan decidiu contar a origem do personagem, colocando em primeiro plano os motivos que levaram um milionário órfão a se transformar no herói mascarado.

Bane (Tom Hardy) e Batman (Christian Bale) em imagem oficial de "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge"

Dois anos mais tarde, "Batman Begins" arrebatava os cinemas com uma arrecadação mundial de quase US$ 400 milhões (R$ 717 milhões). Três anos depois, em 2008, Nolan entregava aos fãs "O Cavaleiro das Trevas", filme que bateu US$ 1 bilhão (R$ 1,7 bilhão) em bilheteria. Nele, foi apresentada uma versão sombria do vilão Coringa, papel que rendeu a Heath Ledger o Oscar póstumo de ator coadjuvante.

Com dois longas aclamados por público e crítica, não é surpresa que a expectativa por "O Cavaleiro das Trevas Ressurge", terceiro e último "Batman" sob o comando do diretor, cresça a cada notícia ou rumor que surge sobre a produção.

Foi assim quando o ator Tom Hardy foi anunciado como o vilão Bane. Os fãs apostavam que o filme traria um dos antagonistas clássicos de Batman, como Charada ou Pinguim. Em vez disso, Nolan optou pelo personagem criado em 1993, cujo grande feito nas histórias em quadrinhos foi ter quebrado a espinha do herói.

"Com Bane, procuramos impor ao Batman um desafio físico como ele ainda não teve", disse o diretor em entrevista à revista Empire. "Ele é como um grande monstro dos cinemas, mas com um cérebro incrível. Esse é um lado dele que nunca foi mostrado".

De acordo com o intérprete de Bane, Tom Hardy, o estilo de luta do vilão pode ser descrito como "brutal". "Ele transpira brutalidade. E você sabe, ele é um cara grande, uma máquina de esmagar. Seu estilo de luta é sujo e envolve tudo entre torções de juntas e fraturar crânios".

A explicação do ator vai ao encontro de imagem divulgada em junho, na qual o ator Christian Bale revela o rosto de Bruce Wayne após ser surrado numa briga. Além disso, ela se aproxima do rumor divulgado pelo site Comic Book Movie, que revela um possível momento crucial do novo filme.

Na exibição para a imprensa dos nove minutos de prólogo do novo "Batman", ocorrida na quinta-feira (dia 8), em Los Angeles, Nolan revelou uma sequencia protagonizada pelo vilão, que escapa de um avião em pleno voo de forma espetacular. Além dessa, foi mostrada a cena em que Bane é visto com a máscara do Homem-Morcego na mão.

Esses nove minutos renderam comentários favoráveis da imrpensa norte-americana. Borys Kit, da revista Hollywood Reporter, disse que saiu "definitivamente impressionada" com a sequência "cheia de tensão e pavor". Já Silas Lesnick, do site SuperHeroHype, revelou que muito se falou sobre a voz de Bane. "Abafado por sua máscara e com um sotaque britânico, é difícil compreender exatamente o que ele está dizendo (algo provavelmente intencional)".

Mas a existência de Bane não é o único motivo de burburinho em torno de "The Dark Knight Rises - O Cavaleiro das Trevas Ressurge". A presença da atriz Anne Hathaway no papel da Mulher-Gato também tem gerado discussões entre os fãs. Nas palavras do próprio Bale, "o trabalho de Anne é o mais difícil de todos", pois "muita gente acha que a versão definitiva da Mulher-Gato já existe" - no caso, a de Michelle Pfeiffer em "Batman: O Retorno", de 1992.

Porém, para tranquilizar a atriz, a própria Michelle Pfeiffer disse que "ela estará brilhante no papel". "Estou muito empolgada para vê-la. Anne é muito talentosa. Ela pode fazer qualquer coisa que vai dar certo".

Entre os mistérios guardados pela produção, estão as participações de Marion Cotillard e Joseph Gordon-Levitt, ambos já conhecidos de Nolan por "A Origem". Apesar de terem seus papeis revelados (ela como executiva das Indústrias Wayne, ele como integrante da polícia de Gotham City), não se sabe qual a importância deles para a trama.

A volta dos vilões do primeiro filme também figura entre os segredos de "O Cavaleiro das Trevas Ressurge". Cillian Murphy, que interpretou o Espantalho em "Batman Begins", foi visto no set de filmagem em setembro, e é certo que o ator Josh Pence será o jovem Ra's Al Ghul, papel de Liam Neeson no longa de 2005.

Com base na avidez com a qual crítica e fãs recebem cada notícia relacionada ao último filme de Batman dirigido por Christopher Nolan, é seguro afirmar que a estreia de "O Cavaleiro das Trevas Ressurge", marcada para 20 de julho nos Estados Unidos, monopolizará o noticiário cinematográfico na metade de 2012. iG

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"Melancolia", de Lars Von Trier, é eleito melhor filme europeu em 2011  (03/12/11)

O filme "Melancolia" alcançou neste sábado (3) em Berlim o prêmio de melhor filme na 24º edição do European Film Awards (Prêmio do Cinema Europeu), porém, o diretor do longa-metragem premiado, o dinamarquês Lars Von Trier, não compareceu a premiação.

Além do títuilo de melhor filme, "Melancolia", que foi indicado em oito categorias, levou outros dois prêmios: melhor fotografia, para Manuel Alberto Claro, e melhor direção de arte, para Jette Lehmann.

O prêmio de melhor filme foi recebido pela esposa do cineasta dinamarquês, que lembrou a decisão de Von Trier de não fazer mais declarações após o escândalo ocorrido no Festival de Cannes. Na ocasião, o diretor acabou banido pelo festival depois de expressar sua "simpatia" por Hitler.

O prêmio de melhor atriz ficou com a britânica Tilda Swinton, com "Precisamos Falar Sobre o Kevin", e o de melhor ator foi para seu compatriota Colin Firth, por "O Discurso do Rei", que também não compareceram na festa de premiação.

Abaixo, segue a lista completa dos vencedores:

MELHOR ATOR Colin Firth, por "O Discurso do Rei" (Reino Unido)

MELHOR ATRIZ Tilda Swinton, por "Precisamos Falar Sobre o Kevin" (Reino Unido)

PRÊMIO DO PÚBLICO "O Discurso do Rei", de Tom Hooper (Reino Unido)

MELHOR DOCUMENTÁRIO "Pina", de Wim Wenders (Alemanha)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO "Chico & Rita", de Fernando Trueba, Javier Marechal e Tom Errando (Espanha)

MELHOR CURTA-METRAGEM "The Wholly Family", Terry Gillam (Itália)

MELHOR ROTEIRO Jean-Pierre e Luc Dardenne, por "O Garoto de Bicicleta" (França-Bélgica-Itália)

MELHOR FOTOGRAFIA Manuel Alberto Claro, por "Melancolia" (Dinamarca)

MELHOR COMPOSIÇÃO MUSICAL Ludovic Bource, por "O Artista" (França)

MELHOR ESTREIA "Adem", de Hans van Nuffel (Bélgica/Holanda)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Jette Lehmann, por "Melancolia" (Dinamarca)

MELHOR EDIÇÃO Tariq Anwar, por "O Discurso do Rei" (Reino Unido)

PRÊMIO ESPECIAL AO CONJUNTO DA OBRA para o diretor britânico Stephen Frears

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI ao ator francês Michel Piccoli

PRÊMIO ESPECIAL À CONTRIBUIÇÃO ARTÍSTICA INTERNACIONAL ao ator dinamarquês Mads Mikkelsen

PRÊMIO EURIMAGES à produtora uruguaia Mariela Besuievsky

DA EFE, EM BERLIN

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Cotada para 3º Oscar, Meryl Streep diz que prêmio ainda importa  (02/12/11)

'Ele é excitante demais', disse a atriz que interpreta Margaret Thatcher em 'A Dama de Ferro'

Ela já foi indicada ao Oscar 16 vezes, um recorde, e ganhou duas. Mesmo assim, Meryl Streep diz que ainda cobiça a estatueta dourada.

Faz mais de três décadas que a atriz, de 62 anos, concorreu pela primeira vez, disputando o Oscar de coadjuvante por "O Franco Atirador".

No ano seguinte, ganharia nessa categoria por "Kramer vs. Kramer", e em 1982 levaria o prêmio de melhor atriz por "A Escolha de Sofia".

Desde então, ela já voltou em 12 ocasiões, e sempre saiu de mãos vazias. Agora, volta a ser apontada como favorita, como a protagonista de "A Dama de Ferro", interpretando a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher.

Nesta quinta-feira, questionada numa entrevista à rádio BBC sobre se ainda se importa com o Oscar, ela respondeu:

"Infelizmente, ele ainda importa. Ele é excitante demais, é mesmo. Lembro da primeira vez que eu fui, e (Laurence) Olivier estava lá, e eu estava ao lado de Gregory Peck, e Bette Davis estava atrás de mim. Ou seja, faz muitos anos que vou nesse negócio, mas ele ainda é o que há".

Ela descreveu "A Dama de Ferro" - no qual interpreta Thatcher no auge do seu poder e depois como uma anciã desmemoriada - como um "'(Rei) Lear' para meninas".

"Diz respeito ao fim de jogo e a como o poder diminui, como abrimos mão das coisas, e essa é a parte que realmente me interessa." 

MIKE COLLETT-WHITE

DA REUTERS, EM LONDRES

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The Lords of Salem I Filme de bruxas de Rob Zombie ganha uma nova e enigmática imagem  (14/11/11)

The Lords of Salem, novo filme do músico e diretor  Rob Zombie, ganhou uma nova e enigmática imagem. A  silhueta de um bode  (ou uma cabra). Qual seria a conexão da possível oferenda em sacrifício com o pôster teaser do  "Mighty Goat"?

A trama de Lords of Salem envolve bruxas com mais de 300 anos que    voltam para assombrar a cidade de Salem depois que uma DJ toca, inadvertidamente,    um disco amaldiçoado. Meg Foster será Margaret Morgan, a líder do grupo de bruxas. O restante do elenco aparece listado nas imagens abaixo e inclui Bruce Dern e Bruce Davison.

The Lords of Salem é o terceiro projeto da Haunted Films, empresa criada pelo trio de Atividade Paranormal, Jason Blum, Steven Schneider e Oren Peli. Sobrenatural e The Bay são os dois primeiros.

Zombie escreve e dirige o longa. A produção de Lords of Salem fica    por conta de Blum, Peli, Schneider e Andy Gould, que já trabalha  com Zombie desde a estreia do roqueiro no cinema, A Casa dos 1000 Corpos, de 2003. The Lords of Salem estreia em 2012. (MH)

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Animação japonesa 'Akira' vai ganhar versão na 'vida real'   (20/10/11)

Foi dado sinal verde para a nova versão do anime "Akira", informou o site da revista "Variety".

Segundo a publicação, o estúdio Warner Bros. começou de vez a produção, que vai trazer o desenho para a "vida real".

O ator Garrett Hedlund, que esteve em "Tron: Legacy" e vai estrelar o filme "On the Road", de Walter Salles, vai viver o problemático papel principal, Kaneda.

Sites especializados levantaram vários nomes para o papel, como James Franco, Zac Efron, Keanu Reeves e Robert Pattinson.

Cena de "Akira", de Katsuhiro Otomo

A carreira de "Akira" começou em 1982, quando foi lançada a versão original em quadrinhos. Seis anos depois virou animação e adquiriu status de cult.

"Akira" se passa numa Tóquio pós-apocalíptica, onde Kaneda tenta resgatar seu amigo das mãos do governo.

A nova versão se passará em Nova York. Ainda não há data de estreia.

Garrett Hedlund em cena de "Tron: Legacy"; ator vai estar em "Akira"

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James Cameron explica como Sigourney Weaver pode voltar  em Avatar II  (12/10/11)

Entrevistado pela NY    Magazine, o cineasta James    Cameron explicou como a personagem de Sigourney Weaver pode voltar em Avatar    2.

O diretor começou desconversando, "quem disse que ela voltará    em Avatar 2", mas logo foi lembrado que a própria atriz garantiu    que volta.  "Bom, eu não quero tirar essa fantasia dela, mas    você já ouviu falar em narrativa não-linear? Um monte de coisas aconteceram naquele planeta antes de Jake juntar-se a ela. A cientista esteve ali por 15 anos. Eu não quero que vocês tirem conclusões    apressadas aqui, mas já falei bastante sobre Avatar 2 e 3 e as pessoas    começam a juntar as informações e saber a história toda!"

Além disso, "no mundo da ficção científica, você nunca está morto a não ser que seu DNA serja expurgado do universo. E mesmo que isso aconteça sempre existe a viagem no tempo!" lembrou.

O diretor também discutiu brevemente a atração em que    ele está trabalhando de Avatar nos parques da Disney. "Temos que nos reunir ainda para discutir isso. Eles querem fazer um território inteiro, com várias atrações. Talvez um passeio voador,    uma experiência temática. Queremos que as pessoas se sintam em    Pandora. Meu trabalho é tornar isso tudo consistente com a cultura Na'vi, com os temas e valores de Avatar e os próximos filmes. E a Disney parece bem aberta a isso. Estou empolgado".

James Cameron rodará Avatar 2 e 3 a partir do final de 2011. Avatar 2 tem lançamento previsto para dezembro de 2014 e Avatar 3 deve chegar aos cinemas um ano depois, em dezembro de 2015. Érico Borgo

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"Melancolia" valeu um prêmio a atriz Kirsten Dunst e a mergulhou em uma controvérsia   (06/10/11)

"Melancolia" começa com um casamento e termina com um funeral. Na verdade, o novo filme do provocador dinamarquês Lars von Trier termina com o apocalipse --um funeral para todo o mundo, quando um planeta imenso surge no horizonte próximo, iluminando o gramado e fazendo os pássaros tagarelarem. Quando assistiu ao filme no festival de Cannes deste ano, Kirsten Dunst ficou surpresa ao descobrir-se gargalhando, como se o final fosse feliz. "Há algo de positivo a ser dito sobre o final do mundo", ela explica. "Isso resolve um monte de problemas."

Estamos tomando café no subsolo de um hotel londrino, com flocos de neve bordados no papel de parede e um veranico lá fora. A atriz está vestida como se fosse sair para uma balada --vestido preto transparente, pulseira balançante de prata--, apesar de ser o meio da manhã e ela ainda não ter tomado café. Ela confessa que não consegue parar de olhar os flocos de neve; seus olhos ficam parados, sua cabeça se afasta do aqui e agora. Na hora do almoço ela vai embarcar num vôo de volta a Nova York, onde vive, e então ela terá tempo livre pelo resto do ano. A impressão que ela dá é que não vê a hora de deixar 2011 no passado.

Com certeza "Melancolia" foi um momento tórrido para sua estrela de 29 anos: uma típica montanha-russa de Von Trier, em que o triunfo glorioso está lado a lado com o desastre nem um pouco cômico. No lado positivo da moeda está a atuação de Dunst, um papel que está a mundos de distância das bobagenzinhas de estúdio que vêm consumindo suas energias demais nos últimos tempos. Ela representa Justine, a brilhante heroína maníaco-depressiva, que passa cambaleando por uma cerimônia de casamento deprimente e então, tarde demais, se encontra quando o dia do julgamento final é iminente. É uma performance devastadora e que lhe deu um merecido prêmio de melhor atriz em Cannes.

Apesar disso, o filme correu o risco de perder destaque para a entrevista coletiva à imprensa que se seguiu a sua exibição. Brincando com uma pergunta sobre suas origens alemãs e seu interesse na "estética nazista", Von Trier respondeu que era nazista e "entendia Hitler". Em questão de horas a história tinha ganhado vida viral, levando os organizadores de Cannes a expulsar Von Trier da Croisette. A imagem que definiu o festival deste ano pode ter sido a de Kirsten Dunst, chocada, ao lado do diretor, segurando a própria garganta em um gesto de angústia.

Ela estremece quando se lembra daquele momento. "Bem, sim, dava para ver meu rosto. Eu estava sufocando, porque estava vendo um amigo tendo um derretimento. O que ele está dizendo é horrendo, numa sala cheia de jornalistas. Fizeram a ele uma pergunta inapropriada (sobre sua família), e ele respondeu com uma brincadeira. Mas ninguém riu, e ele continuou a degringolar."

Na ótica dela, o incidente foi uma tempestade perfeita de elementos instáveis, e ela foi pega no meio de tudo isso. Dunst culpa a jornalista, a crítica de cinema britânica Kate Muir, que abriu as comportas --e culpou as próprias comportas por se abrirem tão facilmente ("Lars sempre gosta de agitar as coisas"). Mas ela parece também estar irritada com seus colegas de elenco, que simplesmente ficaram sentados, sem nada fazer. "É isso o que eu não entendo. Éramos muitos sentados ali. Stellan (Skarsgard), John (Hurt), Charlotte (Gainsbourg). E ninguém disse nada. Ninguém quis ajudar. Eu fui a única a chegar perto de Lars e fazer com que ele parasse." Ela revira os olhos. "E, é claro, sou a única pessoa que as pessoas adorariam a puxar para dentro daquela situação. Elas adorariam me encher o saco."

Por quê? Porque ela é uma estrela de Hollywood? "Isso mesmo. Assim, eu virei a história. 'Olhem só a reação de Kirsten!'."

Esse deve ser um risco que enfrenta qualquer ator famoso que trabalha com Von Trier. O homem tem fama de colocar seus atores em posições comprometedoras, na tela e fora dela --e, quando a atriz em questão é a namoradinha americana de "Homem Aranha", "Teenagers - As Apimentadas" e "O Sorriso de Monalisa", isso só torna a coisa ainda mais interessante. Digo a Dunst que quero ler para ela uma frase publicada no "Guardian" do dia. É de uma entrevista com Paul Bettany, que trabalhou com Dunst na comédia romântica "Wimbledon - O Jogo do Amor", mas que também teve um papel importante em "Dogville", de Von Trier, em 2003.

"Eu sei", Dunst me interrompe no meio de um gole. "Eu amo Paul, mas sei que ele odeia Lars." A frase citada pelo jornal sugere que fazer "Dogville" foi um pesadelo. Von Trier, diz Bettany, não tem interesse em deixar que o ator seja parte do processo. Os atores não passam de marionetes dele.

"Uau", fala Kirsten Dunst. "Eles devem realmente ter se odiado". Ela insiste que sua experiência não foi nada assim. "Eu já me senti uma marionete em filmes, já me senti realmente frustrada e com raiva. Bem, talvez Lars se enxergue como um manipulador mestre, mas não é essa a impressão que ele passa. Afinal, a maioria das cenas foi improvisada e ele nem sequer fala muita coisa. De que maneira isso faz de mim uma marionete dele?"

Veja bem, diz Dunst: ela concordou em fazer "Melancolia" porque adorou o roteiro. Não é como se Von Trier lhe tivesse pedido para fazer "Anticristo", o filme anterior dele, em que Charlotte Gainsbourg representou uma mãe que perde seu filho e mutila seus próprios genitais. "Esse tipo de filme é mais difícil de ser feito por alguém como eu. Eu vivo mais sob o olhar do público do que Charlotte." Dunst faz uma pausa para reconsiderar. "Também tem algo a ver com o corpo de Charlotte. Não daria para ter alguém como eu, com seios grandes, naquele filme. Charlotte é magra e os seios dela são pequenos. É mais fácil de assistir, de alguma maneira. Se alguém como eu fizesse aquele filme, seria ridiculamente chocante."

Ou seria chocante porque nossa visão de Kirsten Dunst é condicionada em parte por todas as encarnações anteriores dela? Afinal, ela é estrela de Hollywood desde sua infância. Fez sua estreia no cinema aos oito anos de idade, contracenando com Woody Allen em "Contos de Nova York", e depois apareceu como filha de Tom Hanks na adaptação feita em 1990 de "A Fogueira das Vaidades". Mas sua grande chance se deu alguns anos mais tarde, em "Entrevista com o Vampiro". Em seu papel de Claudia, a vampira com cachos adoráveis e olhos intensos, ela roubou a cena de Tom Cruise e Brad Pitt.

Ela recorda que foi divertido fazer esse filme. "Não me parecia trabalho, com certeza. Brad e Tom me tratavam como a irmãzinha deles, a princesinha. Mas acho que as crianças lidam com as coisas melhor que os adultos. Como adulta, você fica insegura. Você fica cansada, preocupada com sua aparência, preocupada com o que tudo quer dizer. Quando é criança você só pensa 'curto meu vestido. Vamos brincar!'." Dunst dá de ombros. "Além disso, eu não tinha nada a perder. As pessoas não vão fazer críticas arrasadoras a uma menina de 12 anos."

Desde então a vida ficou mais complicada, como não poderia deixar de ser. Em 2008, sofrendo de depressão, Dunst se internou por pouco tempo no centro Cirque Lodge, no Utah. De acordo com Von Trier, essa experiência foi crucial para sua interpretação de Justine, cuja aparência externa bem sucedida não passa de um verniz que esconde o núcleo de infelicidade profunda. "Ela é uma atriz e tanto", disse o diretor. "É muito mais nuançada do que eu pensava, e tem a vantagem de ter tido uma depressão, ela própria. Todas as pessoas de bom senso já tiveram."

Dunst procura o café. Sim, admite. Mas é difícil para ela conversar sobre isso. Por outro lado, ela não quer que a depressão seja vista como um estigma, algo a ser escondido na sombra. E, por outro lado, é uma coisa particular. "Não me sinto à vontade em falar sobre isso, nem mesmo com pessoas que conheço."

Para os observadores casuais, Kirsten Dunst é alguém que parece ter tudo. Então o estigma é diferente quando afeta uma estrela de Hollywood? É pior? "É algo pelo qual passam seres humanos, independentemente de quem são. E, sim, tenho um bom trabalho, e as pessoas me retratam como tendo um certo estilo de vida. Mas tenho a cabeça no lugar. Sustento minha família e sou cuidadosa com meu dinheiro. Tenho um apartamento em Nova York, um apartamento de um quarto." Ela mexe em sua pulseira. "Esta é emprestada." Mexe com seu vestido. "É emprestado. Não vivo uma vida maluca, cheia de carrões e joias." Ela contempla os flocos de neve. "Mas acho que nos afastamos do assunto. A depressão pode acontecer com qualquer pessoa, é claro. E é diferente para cada uma. Mas acho que estou apenas tentando desviar a conversa."

O tempo acabou. Kirsten Dunst está pronta para voar para casa e fugir de vez da órbita de "Melancolia". Há outro trabalho que a aguarda em janeiro, mas até então ela estará livre. Ela quer ler; ela gostaria de escrever. Em algum momento, gostaria de começar a produzir. Pelos próximos três meses, porém, sua prioridade é ficar em casa. "Vou relaxar com minha família. Pretendo ficar com minha mãe e minha avó. E minha prima também está morando lá no momento. Então, basicamente, são várias mulheres em casa, ficamos sentadas assistindo a 'Jeopardy'." Ainda vivendo perigosamente, então? "Com certeza", diz Dunst. "Nunca dá para se cansar de 'Jeopardy'." 

Tradução de CLARA ALLAIN 

XAN BROOKS
DO GUARDIAN

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The Wolverine | Hugh Jackman compara novo roteiro com o de Aronofsky  (02/10/11)

Durante as entrevistas de divulgação de Gigantes de Aço, Hugh Jackman falou ao site Collider sobre The Wolverine. No bate-papo, Jackman comparou o novo roteiro, escrito por Mark Bomback sob a supervisão do novo diretor, James Mangold, com a antiga versão, de Christopher McQarrie e Daren Aronofsky.

"Nós tínhamos um roteiro enquanto Darren Aronofsky ia dirigir. Este novo é 85% idêntico ao anterior. Darren tinha a sua versão e eu sei que os fãs iam adorar vê-la nos cinemas - eu adoraria vê-la. A versão do roteiro de James Mangold foi feita junto com Mark Bomback. Nós sempre tivemos uma base bastante forte, mas este é o melhor roteiro que nós já tivemos e é justamente este o motivo que fez com que Darren  se envolvesse no começo. Eu tentei que ele fizesse tanto X3 quanto o primeiro Wolverine e ele sempre me dizia "isso não é para mim". Eu sabia que ele estava procurando por uma adaptação dos quadrinhos e quando ele leu este roteiro, logo disse "Este é o melhor que eu já li!". Agora, Mark e Jim assumiram e acho que se não está tão bom quanto o anterior, este roteiro está é ainda mais forte do que o proposto por Darren”, disse o próprio Wolverine de carne e ossos (coberto de adamantium).

As filmagens do segundo filme solo do mutante canadense começam lá pelo segundo trimestre de 2012, assim que Jackman terminar o seu trabalho em Os Miseráveis (Les Miserables). I Marcelo Forlani

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Ficção científica "All You Need Is Kill"  pode ter Brad Pitt    (23/09/11)

 

Segundo a revista New    York, a Warner Bros. quer que Brad Pitt protagonize All You Need Is Kill, adaptação aos cinemas  do livro japonês de ficção científica escrito por Hiroshi Sakurazaka.

O estúdio começa a se mexer porque o diretor Doug Liman (A Identidade    Bourne, Sr.    e Sra. Smith), que vai dirigir All You Need is Kill, faria Luna na Paramount, mas o estúdio decidiu suspender a produção.    Com o caminho aberto para All You Need is Kill, a WB fez uma oferta    a Pitt - que ainda não respondeu se aceita.

Na história de All You Need Is Kill, a Terra foi sitiada por uma raça    alienígena e Keiji Kiriya, um recruta inexperiente, morre em combate. No entanto,    inexplicavelmente, ele acorda no dia anterior, antes da batalha, e fica preso    no tempo, condenado a reviver o mesmo dia repetidamente - até que percebe uma    melhora em sua habilidade como guerreiro, o que pode ser a chave para mudar    o desfecho do dia.

O livro é inédito no Brasil e nos Estados Unidos é publicado pela VIZ    Media. Diretor de produção da VIZ, Jason Hoffs será    um dos produtores de All You Need is Kill. (MH)

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"The White Shadow"  I  Primeiro filme de Hitchcock chega a Hollywood  (22/09/11)

"The White Shadow" foi descoberto em coleção de filmes de projetista neozelandês falecido em 1989

O primeiro filme conhecido de Alfred Hitchcock será exibido pela primeira vez esta semana em Los Angeles, depois de descobertas, na Nova Zelândia, preciosas latas de filmes preservadas por um projetista, que contrariou o costume nos anos 1920 de jogá-los fora.

Os três primeiros rolos de "The White Shadow" ("A sombra branca", em uma tradução livre), filmado em 1923, ficaram esquecidos por décadas no refúgio de um jardim de Hastings, na ilha do norte da Nova Zelândia. Também foram descobertos lá outras centenas de filmes mudos.

A coleção foi reunida por Jack Murtagh, um projetista descrito como "um colecionador inveterado" pelo diretor dos Arquivos de Cinema da Nova Zelândia, Frank Stark. Ele trabalhava no cinema da cidade na primeira metade do século 20.

Incapaz de jogar fora os rolos que passavam por suas mãos, Jack Murtagh, morto em 1989, os conservou e, assim, legou aos Arquivos um verdadeiro tesouro dos primórdios de Hollywood. No ano passado, arquivistas localizaram um filme de John Ford considerado desaparecido, intitulado "Upstream".

"The White Shadow" foi dirigido pelo britânico Graham Cutts, mas Alfred Hitchcock trabalhou nele como roteirista, cenógrafo, editor e assistente. No entanto, o estilo daquele que se tornaria o mestre do suspense está tão evidente que ele, na época com 24 anos, é considerado o diretor real.

 

Este melodrama de atmosfera selvagem conta a história de duas irmãs, uma angelical e outra rebelde e desavergonhada. O filme será exibido, esta quinta-feira (22), na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas - que organiza a entrega do Oscar -, como ocorreu com "Upstream" um ano atrás.

Para Franck Stark, a descoberta dos filmes de Hitchcock, falecido em 1980, e de John Ford representa uma oportunidade de ouro para estudar os momentos iniciais destes dois diretores lendários. "Estes filmes foram plataformas de lançamento para personalidades do cinema mundial. Os especialistas reconhecerão de olhos vendados a mão destes mestres", declarou.

Um tesouro cinematográfico como este só poderia ser encontrado na Nova Zelândia, a 11mil km de Hollywood, explicou. Nos primórdios do cinema, um número limitado de cópias era enviado ao exterior e a Nova Zelândia estava no fim da fila."Quando os filmes chegavam aqui, estavam ao final do percurso de distribuição", explicou Franck Stark.

O hábito dos estúdios era jogar fora os rolos porque não podiam pagar para recuperar estes filmes com os quais não sabiam o que fazer. Jack Murtagh e outros apaixonados pelo cinema preferiram guardá-los.

O clima seco e temperado de Hastings permitiu conservar em bom estado filmes da época, cópias de nitrato, muito frágeis e extremamente inflamáveis. Deformados e deteriorados, foram restaurados no estúdio Park Road, do diretor neozelandês Peter Jackson ("O Senhor dos Anéis") e copiados para suportes atuais.

Segundo Frank Stark, a maioria dos filmes conservados por Jack Murtagh vinham dos Estados Unidos e quase todos foram examinados por especialistas nos últimos anos. Mas restam fitas europeias, que chegaram aos Arquivos por outros colecionadores que ainda não foram examinadas e poderiam aparecer mais tesouros que se acreditavam perdidos. "São centenas de títulos e, por enquanto, não temos nem ideia do que pode haver ali", declarou o diretor dos Arquivos.

AFP

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Brad Pitt vai acompanhado de Angelina Jolie, à première de seu novo filme "Moneyball", no Festival de Cinema de Toronto (09/09/11)

Casal participou, nesta sexta-feira (9), do Festival de Cinema de Toronto

Brad Pitt foi acompanhado da mulher, Angelina Jolie, à première de seu novo filme, "Moneyball" no Roy Thomson Hall durante o Festival Internacional de Toronto, nesta sexta-feira (9), no Canadá.

O casal cruzou tapete vermelho muito elegante. Angelina estava deslumbrante em um vestido preto com um bracelete de ouro e o marido trajava um terno da mesma cor. Mais cedo, o ator de 47 anos se juntou à co-estrela do filme, Jonah Hill, para conversar com a imprensa.

.AP
Angelina posou sorridente para os fotógrafos no tapete vermelho
.AP/Getty Images
Casal passou elegante pelo tapete vermelho, trajando roupas pretas

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Vamps | Comédia romântica de vampiros tem primeiro pôster (07/09/11)

A comédia romântica sobrenatural Vamps ganhou seu primeiro pôster.

Vamps conta a história de duas vampiras (Alicia Silverstone e Krysten Ritter) curtindo a noite adoidado nas baladas de Nova York, até que o amor entra em cena e cada uma delas terá que fazer uma escolha que pode colocar sua imortalidade em jogo.

Malcolm McDowell faz Vlad Tepish, mais conhecido como Vlad, o Impalador, vampiro que aprecia vestir agasalhos de veludo e fazer tricô. Marilu Henner vive Angela, mulher no leito da morte que é transformada em vampira e retorna ao seu antigo corpo sedutor. Zak Orth é Renfield, amigo nerd das vampiras que finge ser mais corajoso do que realmente é.

Sigourney Weaver, Kristen Johnston, Richard Lewis, Wallace Shawn, Justin Kirk, Dan Stevens e Todd Barry também estão no elenco. O filme foi escrito e dirigido por Amy Heckerling, que dirigiu Silverstone em As Patricinhas de Beverly Hills e recentemente assinou Nunca é Tarde para Amar.

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Ecstasy | Adaptação do livro do autor Irvine Welsh de Trainspotting ganha trailer (28/08/11)

Foi divulgado o trailer de Ecstasy, adaptação às telas do livro Ecstasy: Three Tales of Chemical Romance, lançado em 1996 por Irvine Welsh, mesmo autor de Trainspotting - Sem Limites.

Kristin Kreuk (Smallville), Billy Boyd (O Senhor dos Anéis), Carlo Rota (24 Horas) e Adam Sinclair estão no elenco. Assista:

O livro original é formado por três contos, mas o filme concentra-se em The Undefeated, a última e mais longa história de Ecstasy. A trama mostra trechos da vida de dois usuários de ecstasy, que eventualmente se encontram. Lloyd está começando a ficar mais velho e questiona sua vida de baladas constantes e considera a possibilidade de se apaixonar. Heather deixa seu marido antiquado e passa a frequentar a cena rave, onde conhece Lloyd.

Rob Heydon, canadense conhecido por seu passado em videoclipes e documentários, cuida da direção. Em entrevista ao blog IW, o diretor revelou que foi necessário fazer mudanças na estrutura do livro para adaptá-lo às telas.

"Fizemos umas cinco versões do roteiro para entender o que funciona e o que não funciona. Tivemos que encontrar o subtexto do livro, já que eles só se encontram nas cinco últimas páginas. Fora isso, são capítulos que se alternam entre as vidas de cada um mostrando como eles estão destinados a se encontrar, e isso não funciona muito para um filme. Então tivemos que fazer umas mudanças e adicionar o elemento do crime", explicou.

Ecstasy levou mais de dez anos para sair do papel e conseguir financiamento. No momento, o filme está em pós-produção e não previsão de lançamento. (Carina Toledo)
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Planeta dos Macacos: A Origem I Filme supera força dos super-heróis em bilheteria (26/08/11)

A temporada parecia ser da máscara, da capa e do escudo, mas são os macacos, na sua volta a Hollywood, que estão próximos de desbancar os super-heróis na atual safra de filmes dos EUA.

Com orçamento modesto para um blockbuster, de US$ 93 milhões (R$ 150 milhões), "Planeta dos Macacos: A Origem" já acumula US$ 134 milhões (R$ 216 milhões) em três semanas nos EUA.

O filme vem obtendo ganhos maiores que apostas badaladas dos estúdios, como "Lanterna Verde", que custou US$ 200 milhões (R$ 322 milhões) e arrecadou a metade disso nos EUA até agora.

Considerando os custos, se mostra mais lucrativo que outros super-heróis, como Thor e Capitão América.

Para James Franco, que vive o cientista Will, o sucesso do filme se deve à busca por respostas num mundo que está em constantes mudanças.

"É sempre algo assustador quando surgem coisas novas. Para onde vamos? O que estamos fazendo? É o tipo de pergunta que interessa", diz.

O filme é uma introdução a "O Planeta dos Macacos", de 1968 (leia quadro abaixo).

Mas, desta vez, não há viagens espaciais nem planetas desconhecidos. A história se passa na San Francisco de hoje, e os homens continuam comandando o planeta.

Usando a tecnologia "motion capture", como em "Avatar", o filme conta a história de César (Andy Serkis), um chimpanzé superinteligente que é fruto do trabalho de Will, cientista em busca da cura para o mal de Alzheimer.

O macaco acaba em uma "prisão" de macacos, onde vê o pior do humanos, já que todos sofrem maus-tratos.

E é no local que César comanda a revolução. Ainda que tenha mensagem pacifista, não significa que todos tenham o mesmo propósito.

Essa tensão entre macacos pacíficos e os que pregam o genocídio humano é um ponto que o diretor Rupert Wyatt pretende abordar no próximo filme, "se tiver a oportunidade". "Quero explorar César como o líder de um exército em expansão, com os macacos indo para um ambiente urbano, com medo, mas tentando entender a civilização."

ÁLVARO FAGUNDES
DE NOVA YORK

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‘Motoqueiro Fantasma 2 – O Espírito da Vingança’: Primeiro trailer já esta disponível; assista (20/08/11)

Motoqueiro Fantasma 2 - O Espírito da Vingança (Ghost Rider: Spirit of Vengeance), a sequência de Motoqueiro Fantasma, ganhou o seu primeiro trailer. 

O vídeo faz um recorte de cenas de luta e ação, com muita corrente, e no final o já famoso momento do Motoqueiro mijando fogo.

A história do filme mostra que vários anos após ter feito um acordo com o Demônio, Johnny Blaze (Nicolas Cage) vive agora em isolamento. Ele é a única pessoa que pode salvar o mundo e também Danny, um menino de 10 anos. Tudo graças ao seu poder incontrolável e amaldiçoado de se transformar no inferno sobre rodas conhecido como o Motoqueiro Fantasma.

Assim, vamos ver Johnny Blaze se escondendo no leste europeu e tentando acabar com sua maldição. Ele é recrutado por um grupo para enfrentar o diabo. O ser das profundezas quer se apossar do corpo do tal do garoto no dia de seu aniversário. Os acontecimentos se passam nove anos após o longa original de 2007.

Motoqueiro Fantasma 2 - Espírito da Vingança tem no elenco, além de Nicolas Cage, Ciaran Hinds (como o Demônio), Idris Elba, Johnny Whitworth, Violante Placido, entre outros. A direção é de Mark Neveldine, Brian Taylor.
A estreia está marcada para 17 de fevereiro de 2012.


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Resident Evil: Retribution | Sai Jill Valentine e entra Ada Wong no quinto filme (19/08/11)

Resident Evil: Retribution, o quinto filme da série Resident Evil, tem novidades.

Segundo o STYD, Sienna Guillory não vai mesmo retornar como Jill Valentine, porque a personagem será removida do roteiro. No seu lugar entra Ada Wong, a agente secreta chinesa que apareceu, nos games, em RE2 e RE4. Por enquanto não há uma atriz escalada para o papel.

Enquanto isso, no Twitter a atriz Milla Jovovich diz que o filme terá uma grande cena de ação na Praça Vermelha, em Moscou. Além de Alice (Jovovich) e Ada Wong, O membro do esquadrão STARS Barry Burton e o oficial da polícia de Raccoon City Leon Scott Kennedy também devem aparecer no filme.

Resident Evil 5 começa a ser rodado em outubro. Assim como os três últimos, que estrearam em setembro nos EUA, a Sony Pictures marcou a estreia de Resident Evil 5 para 14 de setembro de 2012. (MH)

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Jornal inglês The Guardian compara capitão Nascimento a Dirty Harry  (19/08/11)

 

O jornal britânico The Guardian publicou uma crítica a Tropa de Elite 2, que acaba de estrear na Inglaterra. O crítico Phil Hoad compara o Capitão Nascimento, personagem de Wagner Moura, a Dirty Harry, de Clint Eastwood, e chama o diretor José Padilha de "profeta do colapso das metrópoles".


 
Com o título "Por que filmes de favela do Brasil permanecem com um sabor de pecado", o artigo diz que o longa se aproxima de um estilo americano de mesma dinâmica dos blockbusters hollywoodianos, "mas seria impossível negar a importância na ênfase à crítica social".

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'Forza' ganha quinto game; confira evolução da franquia

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