creativity never sleeps - ano III
Primeira-dama escolheu modelo floral de Prabal Gurung que já havia usado em outubro de 2012. Estilista também é queridinho de Kate Middleton.
Michelle Obama em outubro de 2012, durante a gravação de um programa de TV nos EUA, e nesta quinta, 9, na Casa Branca, quando recebeu a visita do príncipe Harry: vestido de Prabal Gurung nas duas ocasiões
Até a primeira-dama Michelle Obama é gente como a gente. Ainda que todos os estilistas do mundo queiram que ela vista seus modelos, a mulher do presidente dos EUA, Barack Obama, repetiu o vestido que usou em outubro de 2012, durante a gravação de um programa de TV, para receber a visita do príncipe Harry na Casa Branca, nesta quinta-feira, 9. A peça da grife Prabal Gurung custa, segundo o jornal "Daily Mail", mais de US$ 1.500 (cerca de R$ 3 mil).
Não foi a primeira vez que Michelle repetiu um vestido do estilista, um de seus queridinhos. Ela usou um look assinado pelo designer, nascido em Cingapura, em maio de 2012, quando participou de uma cerimônia com George Bush, e em março de 2010, na inauguração de uma exposição num museu em Washington.
Outra fã de Prabal Gurung é a Duquesa de Cambridge, Kate Middleton. A princesa usou um vestido do estilista durante visita à cidade com o marido, príncipe William, em setembro do ano passado.
O vestido é o mesmo, mas os cabelos...
No início do ano, Michelle apareceu com novo corte de cabelo, com direito a franjinha reta, e logo virou sensação. Para a visita do prínicipe Harry, ela mostrou que mudou um pouquinho o corte. A franjinha continua lá, mas mais comprida, e os fios aparentemente ganharam uma escova que deram mais volume e movimento aos cabelos.
Michelle Obama em março de 2010 e em maio de 2012, outro repeteco de vestido assinado por Prabal Gurung
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360° I A moda brasileira agoniza (24/04/13)
A moda tupiniquim agoniza e anseia por um novo horizonte, sem mesmo avistar esse horizonte.
O velho e bom desfile que tanto vemos por aí, está saturado, desgastado, falindo, e pelo que tenho visto na ponte aérea Rio-São Paulo, só as grandes marcas conseguem avistar o clarão do flash no fim da passarela.
Na foto acima, imagem do backstage da Blue Man ©Agência Fotosite
Um grande passo foi dado na mudança das datas dos desfiles da SPFW e do Fashion Rio; mas, o que se viu na verdade, foi uma diminuição do line up das marcas que compoem a grade de desfiles dos respectivos eventos.
Tivemos uma semana de moda insossa, sem sal, sem grandes novidades. Até mesmo as principais estrelas que o Brasil não cansa de exportar para fora, deixaram os desfiles mais comedidos, tais como Lais Ribeiro, Katia Selinger, Gisele Bündchen, Raquel Zimmermann, Samira Carvalho, Lea T, entre outras que compoem a constelação de tops brasileiras e não pisaram em uma passarela nessa edição.
A moda brasileira pede ajuda, mas ninguém escuta, ninguém quer acender a luz da passarela para o grande show continuar brilhando.
Com um cronograma bem mais curto, o Fashion Rio deixou a desejar nessa temporada tão importante para os brasileiros. O verão é para o Brasil, o que o inverno é para o hemisfério norte. Aqui, em terras quentes, onde o corpo a mostra fala mais alto que os casacos e apetrechos que desfilam nas semanas de moda de NY, Milão, Paris… aqui reina a moda feita com pouca roupa, pouco tecido; reina o artesanal, o feito a mão, as rendas do nordeste, os biquinis e sungas do Rio de Janeiro, os incríveis jeans de São Paulo, os calçados do sul… e por aí vai, em uma país tão grande, mas tão carente em relação a uma moda estruturada.
Hey presidenta Dilma, estamos aqui! Também precisamos de incentivo fiscal, também precisamos de uma reestruturação em uma cadeia produtiva que abrange milhões de pessoas; direta e indiretamente. A indústria da moda é a segunda que gera e emprega mais pessoas no Brasil.
Com a chegada das grandes marcas dos famosos coaglomerados fashion do mundo, tivemos uma invasão de produtos importados que competem de forma desleal com marcas brasileiras. Falamos de marcas com mais de um século de expertice em marketing, produtos, mão de obra e por aí vai.
Sem um bom incentivo do gorverno brasileiro, o produto final chega ao mercado com preços tão elevados quanto aos das marcas extrangeiras.
Se os automóveis receberam tal incentivo do governo, porque a segunda cadeia mais produtiva do país que tem um futuro brilhante em exportações, não recebe o mesmo apoio, não se tem a devida atenção dos nossos governantes?
A cada R$100 pago em uma roupa no Brasil, R$54 é só de impostos. Mas para onde vai todos esses impostos que pagamos? Onde é investido o valor do imposto de uma calça jeans comprada em São Paulo? Ou até mesmo da sunga vendida no escaldante sol do Rio de Janeiro?
Fica aí a questão! HoM
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360° I Do backstage, um close up no verão carregado de sex appeal da Triya (19/04/13)
"As mulheres da Triya usam a nudez e o fetiche como arma de poder e de dominação", escreveu Carolina Vasone, editora de projetos especiais da Vogue, sobre o verão 2014 da marca de beachwear, cujo desfile aconteceu na noite desta sexta-feira (19.04) durante o Fashion Rio.
Renata Kuerten no backstage (Foto: Marcio Madeira)
"As mulheres da Triya usam a nudez e o fetiche como arma de poder e de dominação", escreveu Carolina Vasone, editora de projetos especiais da Vogue, sobre o verão 2014 da marca de beachwear, cujo desfile aconteceu na noite desta sexta-feira (19.04) durante o Fashion Rio. "Elas são sexy, nada delicadas e bobas", contaram Isabela Frugiuele, Carla Franco e Bebel Fioravanti, da marca. Entre as referências usadas na construção da imagem de moda que apareceu na passarela, constavam a obra do fotógrafo Helmut Newton "e seus nus", o mix da figura da mulher "com rosas e objetos" da artista visual Linda Sterling e o grafismo, "usado nas estamparia", de M.C. Escher.
Um dos looks com maior efeito "uau"? "É uma armadura feita de fios de lycra e tubos banhados em ouro - é como se ela protegesse essa mulher, que está nua por baixo", explicou Bel. Veja os cliques abaixo.
Carola, veste o modelo mais ousado do verão 2014 da marca (Foto: Marcio Madeira)___________________________________________________________________________________
"Peço desculpas por ter criado o termo ‘fashionista’ há 20 anos", diz escritor americano Stephen Fried (19/04/13)
“Há vinte anos, aparentemente eu mudei a linguagem para sempre. Publiquei, em um livro, uma única palavra com poder terrível e controverso. Essa palavra é ‘fashionista’. Acho que eu deveria pedir desculpas a todos os usuários da língua pelo meu crime contra a nomenclatura”. O trecho é de um artigo publicado pelo escritor americano Stephen Fried na revista “The Atlantic”.
Donatella Versace dá as mãos a Kate Moss e Naomi Campbell após um desfile em 1999. A estilista uma vez disse que é “fashionista com orgulho” Gareth Watkins
Fried inventou o termo em 1993, quando escrevia a biografia da modelo Gia Carangi, que morreu aos 26 anos vítima do vírus HIV, contraído devido ao vício em heroína. Na época, “fashionista” foi a melhor maneira que o escritor encontrou para englobar todos os profissionais que trabalham no mundo fashion, de modelos a jornalistas.
A palavra foi usada somente quatro vezes ao longo do livro, e foi chamada de “rótulo brega” em diversas críticas na época do lançamento. Mesmo a esposa do autor, que também era a editora da publicação, odiou o termo. Apesar disso, o uso começou a ser difundido com o passar do tempo, principalmente depois que a HBO decidiu adaptar o livro para o cinema, com a Angelina Jolie interpretando o papel principal. Então, em 1999, o verbete foi incluído no dicionário inglês Oxford. E até Donatella Versace uma vez declarou que é “fashionista com orgulho”.
Para Fried, o problema de “fashionista” é ter fugido do significado inicial que ele quis dar. Atualmente, muitas pessoas usam a palavra de uma forma áspera, como um insulto às vítimas do mundo fashion.
"Já que a definição do termo inclui aqueles que escrevem sobre a moda, acredito que isso quer dizer que eu sou tecnicamente um fashionista. Embora se você me visse aqui sentado no escritório usando os mesmos nada fashions jeans e camiseta pelo segundo dia consecutivo, eu duvido que essa seria a primeira palavra que viria à sua mente" escreveu no artigo.
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360° I Salvem a moda (28/03/13)
Quem trabalha com moda no Brasil, principalmente no centro do mundinho paulistano, já sabia de longa data pelos comentários de bastidores. A Huis Clos passava por problemas financeiros, à margem do mercado que ajudou a formar. Clô Orozco estava deprimida e abusava dos remédios. Já tentara o suicídio algumas vezes.
E o dia começou assim, hoje. Triste, desolador, doloroso. Mas não exatamente inesperado, não é mesmo?
Parece drama de existencialista. E Clô, ao batizar a marca com referência sartreana, não deixava de lado essa sua faceta. Por isso mesmo, tinha a fama de uma das mulheres mais interessantes e inteligentes de se conversar.
Parece drama de existencialista, mas não é. Clô é um símbolo de muito do que anda errado na moda brasileira.
Um mercado em que os veteranos lutam para se manter e a renovação é praticamente nula. Onde os mais velhos desistem e não deixam substitutos à altura. E que vai sendo canibalizado cada vez mais pelos peixes grandes.
É um pouco de romantismo, pode se dizer. No capitalismo é assim, também é um argumento válido. Mas na propaganda que pede uma identidade de moda brasileira, de onde ela vem? Uma Huis Clos poderia ser um exemplo de marca que, com investimento e uma gerência de gente grande, duraria como símbolo de moda nacional, principalmente paulistana. E não só para iniciados e nos livros de história.
Clô não era a única criadora da sua geração com problemas e depressões, pessoais ou financeiras. Era, talvez, apenas o elo mais frágil do grupo. E enquanto isso, a nossa moda criativa e esforçada vai definhando.
Mas, de novo, isso é coisa que só se discute baixinho, em jantares e bastidores. A propaganda dá conta de uma indústria brilhante, alegre e saudável. Quem desiste, se esforça para desistir sorrindo.
Huis Clos, em francês, se refere a um termo sobre "discussão a portas fechadas".
Talvez seja hora de abrirmos essas portas. Talvez seja essa, afinal, sua grande herança.
O inferno, nem sempre, são os outros. Eduardo Viveiros - Chic
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360° I Top Karlie Kloss leva seus famosos "kookies" para shooting da Vogue Brasil (22/03/13)
Karlie Kloss chegou com um presente especial no shooting da Vogue Brasil, nesta sexta-feira (22.03): uma caixa com seus "Karlie's Kookies". Giovanni Frasson, diretor de moda da Vogue, registrou a top com os pacotinhos dos cookies do bem - em uma iniciativa beneficente feita em parceria com a FEED, para cada unidade vendida, dez refeições são doadas para escolas.
Karlie Kloss com seus Karlie's Kookies: presente para a equipe da Vogue Brasil (Foto: Giovanni Frasson)
"Eu amo cozinhar e amo comer doces, mas faço isso com consciência e saúde. Meus cookies não levam açúcar, laticínios ou ovos e, ainda sim, são deliciosos", contou ela (clique para conhecer a receita do doce). Se os famigerados biscoitos da top model são realmente bons? "Ainda não experimentamos, será a sobremesa do almoço de nossa equipe, como ela mesma sugeriu", revelou Giovanni. Yummy.
Karlie Kloss posa com seus cookies do bem (Fotos: Giovanni Frasson)
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360° I Victoria Beckham libera teasers do e-commerce; veja (26/01/13)
O primeiro site e-commerce da Victoria Beckham será lançado em fevereiro, mas já é possível ter uma prévia do que está por vir. Isso porque a estilista lançou vários teasers do novo site em forma de vídeos que duram alguns segundos e mostram flashes de modelos, peças, desfiles, acompanhados pelas narrações da própria estilista. Em um dos vídeos, ela diz: “O que as pessoas esperam de mim? Eu acho que as pessoas esperam o melhor”, em outro, a voz ao fundo questiona: “Como eu quero que as mulheres se sintam? Eu quero que elas se sintam bem com elas mesmas, é o que eu quero fazer.” Assista aos teasers abaixo. [Styleite]
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No Instagram de Bruna Tenório! (31/10/12)
A top Bruna Tenório (@brutenorio_real) vem postando fotos dos seus dias nesta temporada do SPFW. A modelo postou fotos dos seu looks nos bastidores dos desfiles da Osklen, Têca e Tufi Duek, além de uma imagem chegando ao Parque Villa-Lobos. O encontro com as colegas modelos Fabi Mayer, Daiane Conterato e com o repórter Caio Braz, do lado de fora do backstage, também foi registrado. Camila Novaes, em colaboração para o FFW
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Anna Piaggi: R.I.P I Morre aos 81 anos a extravagante editora de moda (07/08/12)
Rest in fashion, Anna Piaggi. Morreu, nesta terça-feira (07.07), uma das mais excêntricas editoras de moda de que se tem notícia. Aos 81 anos, era a tradução perfeita do extravagancia, e da moda com senso de humor.
Nascida em Milão, fez carreira, primeiro, numa editora de livros. Era tradutora, com uma quedinha toda especial para assuntos de moda. O segundo passo foi a revista Ariadn. Desde então, fez carreira nas mais importantes publicações do mundo. E passou por todas as filas As. Apaixonada por moda, tinha uma coleção com mais de 2.865 vestidos e 265 pares de sapatos.
R.IP, Anna Piaggi. Os front rows nunca mais serão os mesmos… siterg
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360° I Estilista Raf Simons faz seu mainstream na Dior e arrasa! (11/06/12)
Quem esperava ver a extravagância e a dramaticidade (incríveis por sinal!) de John Galliano na estréia do belga Raf Simons como diretor criativo da maison Christian Dior na coleção Haute Couture Inverno 2012/2013 surpreendeu-se com a proposta purista do estilista. Em uma homenagem ao icônico estilista criador do New Look, Raf trouxe a silhueta feminina e delicada unida ao minimalismo quase austero, mas super sofisticado. Cintura marcada, o comprimento da barra aos pés de 40cm apareceram em saias e vestidos volumosos. Vestidos curtos faziam sobreposição com calças cigarretes numa proposta que mistura o clássico com o moderno.
Em meio ao mood clean do desfile jóias ostensivas davam o toque ousado e couture. A beauty era sem grandes afetações com a atenção voltada para a boca em tom vermelho alaranjado. Nas 54 peças desfiladas o que vi foi que a maison entra numa nova etapa em que os tempos gloriosos de John Galliano e seu talento nato abrem espaço para o jovem estilista que vai dar muito o que falar. É só esperar para confirmar!________________________________________________________________________________
Gisele Bündchen se declara fã dos modelos de Victoria Beckham e mostra look preto clássico (01/06/12)
Gisele Bündchen mostrou que é fã e consumidora das roupas criadas por Victoria Beckham. Em sua página no Twitter, a modelo brasileira postou uma foto com uma das peças da estilista - um vestido preto bem clássico e elegante - e pergunta para os fãs "Gostaram?". E como não gostar se tudo o que a übermodel usa fica lindo?!
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Natural Model Management I Uma agência de modelos para garotas plus size (01/02/12)
Katie Halchishick, uma modelo plus size que emagreceu e depois voltou a ter as medidas de uma plus size, foi contratada para vários trabalhos quando tinha seus quilinhos a mais, com apenas 17 anos. Quando a modelo começou a perder peso, através de exercícios, ela não conseguia mais trabalhos. “Quando eu tinha uns quilos a mais eu tinha que vestir roupas grandes, e isso funcionava (mantendo os clientes) por um tempo.” Diz Katie (Ela não é a primeira modelo plus size a tentar esse caminho). Seu agente, logo sugeriu que a modelo perdesse algumas medidas, para que ela pudesse trabalhar na mesma linhagem que as modelos magérrimas desfilam por aí, mas a modelo se sentia muito mal (leia-se com fome) e acabou voltando ao peso de antes. Agora Katie abriu uma agência voltada para modelos cheinhas, chamada Natural Model Management, uma agência para meninas como ela, que são consideradas um pouco magras para os padrões de uma modelo plus size, mas continuam sendo consideradas plus, frente as modelos que vestem tamanho 36. “Fornecemos uma alternativa mais atraente para modelos que não querem morrer de fome ou vestirem roupas gigantes. Esperemos que o mercado irá colocar seu dinheiro onde sua boca está e provar que realmente existe uma demanda de meninas saudáveis.” Revela Katie. Será que a moda pega no Brasil? HoM
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Novo espaço ligado ao Cartel 011, em SP, quer inovar modelo de venda para lojista (21/11/11)
O Cartel 011, espaço que reúne galeria de arte, local para eventos, co-working, estúdio de criação, loja multimarcas, salão de beleza e, em breve, um restaurante, abriu no sábado (19.11) o Suite 011, projeto que quer inovar o conceito de showroom. “O objetivo é que o lojista tenha o Suite 011 como uma referência, um lugar onde ele encontra um mix de produtos que podem incrementar seu negócio ou ainda propiciar um novo. Assim como na nossa loja, a edição será composta pela mistura de marcas indies e majors que se complementam, proporcionando maior amplitude ao consumidor final, gerando inovação e maior resultado em vendas”, afirma Cristian Resende, idealizador do projeto e sócio do Cartel 011 ao lado de Daniel Ueda e Fernando Sapuppo.
A ideia é remodelar o conceito de showroom fazendo com que o lojista não chegue apenas para comprar uma marca, mas sim para se inserir no universo dela e observar quais outras podem ser complementares, além de ter também serviços de consultoria agregados, como, por exemplo, um departamento de design que pode cuidar do desenvolvimento visual da sua loja ou um novo projeto arquitetônico. A primeira marca presente no Suíte 011 é a Nixon, grife californiana presente há três anos no Brasil com seus produtos que vão de relógios e headphones a laptops e roupas.
“O Suite 011 é uma experiência em que um lojista vende para outro lojista e sabe exatamente de suas necessidades. Por estar há 18 anos no mercado e hoje ter a CZO Edition Store comercializando diversas marcas [como a coleção limitada Adidas assinada por Jeremy Scott], além da própria Nixon, tenho uma visão geral do mercado e assim posso repassar ao lojista o que melhor se encaixa ao seu negócio, pois faço um laboratório na minha própria loja antes de oferecer os produtos ao mercado”, conta Cristian Resende. “Outro ponto que fortalece esse conceito é o retorno das multimarcas pelo mundo, por exemplo a Opening Ceremony, Wood Wood, Dover Street Market, entre outras. Acredito muito no poder da edição e curadoria de marcas e no mix produtos diferenciados dentro de uma loja. O consumidor hoje é multitaste e apostamos nisto desde o inicio do Cartel 011”, completa. ffw
Suite 011 (mesmo endereço do Cartel 011)
Rua Artur de Azevedo, 517, Pinheiros
São Paulo – SP
(11) 3081-4171
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Qual é o melhor trabalho para uma modelo nos dias de hoje? (05/11/11)
Assim como qualquer outra carreira, há níveis definidos de sucesso quando se trata do mundo das modelos. Você começa pagando suas dívidas com desfiles, e, esperançosamente, se você tiver qualquer sucesso a longo prazo, seguirá em direção ao topo, até conseguir uma boa campanha.
Nos tempos da supermodel Cindy Crawford, costumava ser assim: desfilar para a grife Versace, ser fotografada por Richard Avedon, e se tornar o rosto da Revlon. Mas quais são os trabalhos mais cobiçado ao longo de uma trajetória profissional de uma modelo nos dias de hoje?
Buscamos alguns dos melhores no mundo das modelos, incluindo Ivan Bart da agência IMG, a top top Crystal Renn, o diretor de casting James Scully, e a estrela em ascensão Josephine Skriver.
Chris Gay, presidente da Marilyn Agency
“Os contratos de Cosméticos sempre são considerados a jóia da coroa na carreira de uma modelo; editorialmente falando, as capas da Vogue italiana, francesa, americana também tem um impacto enorme na carreira.”
Coco Rocha, top model
“Qualquer contrato de perfume e cosméticos, é claro. Mas trabalhar na Ásia pode pagar muito também. Claro, não é o mais glamuroso, mas a modelo é capaz de pagar sua hipoteca.”
Scott Lipps, One Management
“Sair na capa de revistas como Vogue francesa e italiana são sempre momentos decisivos na carreira. Ainda assim, as campanhas para marcas de ponta como Prada e Louis Vuitton são grandes também, como o sonhado contrato de beleza da Estée Lauder.”
James Scully, Diretor de casting (Carolina Herrera e Jason Wu)
“Depende. Uma modelo entra no negócio esperando um dia por um contrato de cosméticos ou da Victorias Secret.
No entanto, grandes desfiles são a chave para o lançamento de uma boa carreira. Principalmente porque todo mundo assiste os desfiles, incluindo fotógrafos e stylists. Ou vice-versa, um Steven Meisel ou Inez e Vinoodh ou Mert e Marcus pode fotografar uma garota antes dela despontar nas passarelas. Isso funciona nos dois sentidos.”
Caroline Poznanski, Diretora da Supreme Management
“Hoje, [existem] tantas meninas trabalhando como modelo, que isso vai rápido. Acho que é tão importante ter uma carreira sólida, para não ser a garota momento, e seis meses depois não ter mais trabalhos e contratos.
Para nós, um bom negócio é ter um contrato de cosméticos ou perfumes, porem também ter de dez a quinze anos de carreira, com grandes editoriais, ajuda a atingir as campanhas e contratos (evoluindo em uma grande modelo).
David Bonnouvrier, fundador da DNA Models
“Uma carreira é geralmente feita de uma sucessão de marcos; Abrir desfiles de importantes shows ajuda a pegar bons editoriais, que em troca leva ao sucesso financeiro na forma de contratos, cada um deles sendo tão importante quanto o outro. Conheço um monte de meninas que tinham uma carreira editorial incrível, mas não foram bem-sucedidas financeiramente. Sei também modelos que estavam gerando um monte de dinheiro e não tinham um bom editorial.”
Josephine Skriver, Face Rising em Modelagem
“Hmmm, esta é uma pergunta difícil! Ser a única menina da campanha é incrível, ou se tornar uma angel da Victoria’s Secret. Ambos seriam “o sonho virando realidade”, mas há tantas oportunidades na indústria hoje em dia que é difícil apontar apenas uma coisa. Acho que até chegar a onde estou hoje já é uma das “melhores agenciadoras de modelos.”
Cory Bautista, Diretora da New York Models
“O melhor trabalho para uma modelo iniciar sua carreira é ser exclusiva em importantes desfiles como Calvin Klein, Prada, ou Balenciaga. Se acontecer de abrir qualquer um desses desfiles, mais a imprensa irá falar da nova newface do momento. Essas trabalhos conduzirá inevitavelmente a campanhas e editoriais, fotografados pelos melhores fotógrafos do mundo, todos nós sabemos quem são eles”.
Andrew Weir, Diretor de casting (Thakoon e Viktor & Rolf)
“O anel de bronze para uma modelo hoje em dia é ser o rosto de uma das principais marcas de fragrâncias ou cosméticos, tais como Estée Lauder ou Lancôme. Depois disso, o melhor contrato para uma modelo seria uma campanha publicitária para uma grande marca, que é ao mesmo tempo lucrativa e cool; Gucci e Calvin Klein me vêm à mente agora”.
Paul Rowland, presidente da Ford Models
“Eu não acho que um contrato seja a chave. É a carreira bem administrada no geral que faz uma menina uma estrela.”
Crystal Renn, Top Model
“O cobiçado contrato de cosméticos é sempre o Santo Graal. Ele também te oferece a oportunidade de trabalhar e representar uma marca da maior forma significativamente.”
Declaração da Women Management
“Hoje em dia, qualquer trabalho (capa, campanha editorial,) que usa uma modelo é o melhor trabalho. Há um mar de celebridades genéricas (atrizes e estrelas pop) que recentemente seqüestraram campanhas de moda e capas. A modelo para ser top hoje em dia, tem que trabalhar mais do que nunca para sair de uma Fashion Week e estabelecer-se como nome de marca”.
Jennifer Starr, diretora de casting (Ralph Lauren e do Calendário Pirelli)
“O melhor trabalho para uma modelo realmente depende da modelo e o que ela quer fora desta indústria – e o que ela poderia realisticamente trabalhar. Eu encontro muitas cujo maior sonho é fazer Victorias Secret. Outras citam tornar-se uma garota da Vogue americana ou.. ser fotografada por Steven Meisel como o auge do sucesso. Ou claro, um contrato é, provavelmente, como ganhar na loteria. assinando um milionário contrato de vários anos com Estée Lauder, Calvin Klein ou Ralph Lauren”.
Ivan Bart, Diretor Gerente da IMG Models
“Sempre Steven Meisel. Fotografando com Steven, você acaba trabalhando com as melhores marcas de luxo; Editoriais criativos e imaginativos, bem como imagens em movimento nos dias de hoje”
Então, aqui temos todas as dicas pessoal, Um contrato de cosméticos ainda é o maior faturamento de um modelo. Fotografar preferencialmente por Steven Meisel, assim como usar as famosas asas das Angels da Victoria’s Secrtet. (HoM)
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Sábado começa com Haider Ackermann tirando fôlego dos fashionistas que acordam cedo para ver o estilista colombiano. Mesmo os notívagos de plantão como Olivier Zahm, diretor artístico da “Purple Magazine”, estavam lá para prestigiar o designer: “Haider é um dos maiores talentos de sua geração, não é à toa que ele é sempre cogitado para assumir as marcas mais prestigiosas“ (leia-se Dior, Givenchy e até Chanel).
Placa indica o caminho para o desfile do estilista ©Paula Rita Saady
No Ginásio Esportivo de Bercy, local afastado do centro da cidade em um parque de mesmo nome, placas indicavam o local do desfile, que não estava fácil de achar, parecia um mapa da mina. Tinha muita gente perdida pedindo informação, até porque eram 10 da manhã, o sol estava à toda e ontem aconteceu a tão esperada festa do Terry Richardson, organizada pela Colette. Óculos escuros reinavam.
Mas valeu a pena: ao som de “Imagine” de Antony and the Johnsons, modelos desfilavam ternos desestruturados com carrot pants sarouel em tecidos metalizados, acetinados e plastificados (olha o sereísmo se confirmando como tendência!), além de vestidos transparentes e sensuais com um toque urbano, como o da modelo Diane Conterato.
Looks do Verão 2012 Haider Ackermann ©ImaxTREE/FFW
A novidade ficou por conta dos looks em azul klein, já que o designer raramente trabalha com cores vivas. Véus, alfaiatarias e moulages tinham um perfume Mil e uma Noites. Poético. “Os materiais eram incríveis, principalmente o ‘lamê líquido’”, disse Anna dello Russo ao final do desfile.
Outra editora que gostou da apresentação foi Suzy Menkes, do “International Herald Tribune”: “Adorei a proposta dos sapatos masculinos em forma de mule”, disse ao site FFW. Ela também aproveitou para falar um pouco do Seminário do Luxo Internacional que ela organiza no Brasil em São Paulo, nos dias 10 e 11 de novembro. “Toda essa movimentação dos shopping centers mostra que os brasileiros estão prontos para o luxo, mas o caminho não é de mão única. Existem muitos produtos brasileiros que podem e devem ser comercializados mundialmente. Estou particularmente interessada pela joalheria”. completou. Mônica Horta - ffw
Haute Couture Inverno 2011//2012 o que se vê é um verdadeiro show de sensualidade, maestria no quesito acabamento e desejo inspirado em vestidos dignos de red carpets. Maxidress com transparências e rendas suntuosas, assemblagem de pedras, camadas e mais camadas de tule. A silhueta aparece pomposa como os esvoaçantes e volumosos além da presença de shapes mais slim como os vestidos coluna com fendas generosas e os vestidos longos com mangas (trendy total!). Atenção para o vestido de noiva que foi o ponto alto do catwalk. O dresscode do Zuhair Murad é PODER. Certifique-se!
Fotos: dailymail.co.uk
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Modelo Silene Zepter volta às passarelas direto dos anos 90 (17/06/11)

Na onda do retorno das supermodels dos anos 90, a surpresa de Fause Haten para o desfile da sua FH nesta sexta (17.06) é Silene Zepter. A modelo, que começou na época de Cassia Avila e Lara Gerin, agora volta à pedido do estilista e amigo de longa data, para ser uma das mulheres vendadas que desfilam cegas pela passarela com as novas criações do estilista.
“Eu fui modelo do Fause desde o começo, no Phytoervas Fashion”, relembra. “Naquela época, ficava todo mundo sentado no chão… Não tinha essa estrutura que tô vendo agora.” O Phytoervas, se você nasceu nos anos 90, foi o embrião do SPFW, e vários começaram ali, como Fause e Alexandre Herchcovitch por exemplo.
Passados todos esses anos, Silene reencontrou o amigo… no tablado. “Estou estudando teatro, no Célia Helena”, revela. Sobre seu comeback, ela completa: “Adoro modelar, é minha profissão, mas ser atriz agora é meu foco.”
Silene está chegando perto dos 40 (nasceu em 1972), mas segue impressionando com sua beleza. O segredo: “Abuso dos meus ácidos noturnos, máscaras e peelings. Dieta, sinceramente, não faço muito, mas seguro a onda nos doces.” Anotado! (Vogue)
Motivo de comemoração nesse fim de sexta-feira: Vogue acaba de saber, em primeiríssima mão, que a marca de produtos de cabelo Moroccanoil vai desembarcar no Brasil. Famosa pelo óleo de tratamento à base de argan que detonou uma verdadeira febre cosmética, a marca começa a vender seus produtos por aqui oficialmente dentro de alguns dias.
Para entrar no mercado eles trazem, por enquanto, apenas o Óleo de Tratamento, que é o produto original – máscaras de tratamento, xampu e spray de brilho foram lançados depois e devem chegar aqui dentro de seis meses. O vidro de 100ml vai sair por R$ 150.

Audrey Hepburn, a Holly Golightly de "Bonequinha de Luxo", continuaria espevitada e elegante sem as delicadas roupas de Hubert Givenchy? O encrenqueiro Jim Stark, papel de James Dean em "Juventude Transviada", seria o mesmo rebelde sem sua jaqueta de couro e o cabelo para trás? E Barbarella, a aventureira espacial de Jane Fonda, teria o mesmo poder sem os trajes sensuais de Paco Rabanne?_______________________________________________________________________________
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7 junho 2013 às 22:00 a 9 junho 2013 às 21:00 – Trackers

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